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A Sealed Air através de sua divisão de embalagens para alimentos,Cryovac,é a primeira empresa brasileira a ser certificada pelo Programa Cyrel Qualidade Assegurada para Chapas Flexográficas da DuPont Image Solutions (DuPont).

Tatiana Abib, marketing & comunicação DuPont Américas explica “Com esta certificação, a Cryovac Brasil passa a fazer parte da elite de clientes internacionais reconhecidos no DuPont Cyrel Quality Assured Program”.

A certificação atesta que a Sealed Air - Cryovac atende aos mais rigorosos aspectos de gravação das chapas flexográficas Cyrel, o que lhe confere uma poderosa ferramenta de diferenciação em relação à concorrência. “É uma honra para a Cryovac receber esta certificação. Ela valida a preocupação que temos com o controle do processo de impressão flexográfica e, certamente, é uma conquista que será difundida globalmente,” destaca José Roberto Farias de Macedo, supervisor de artes e clicheria da Cryovac.

Para Diego Paiva de Souza, coordenador da DuPont Cyrel® Quality Assured Program na América Latina a certificação da Cryovacrepresenta um marco para o mercado brasileiro; esperamos certificar outras empresas que, como a Cryovac, se preocupam em oferecer alta qualidade por meio da excelência em seus controles de processo de impressão flexográfica.

Além de atestar a qualidade competitiva da empresa certificada, ao usar o logo oficial do Programa Cyrel Qualidade Assegurada para Chapas Flexográficas em seu site ou materiais impressos, a empresa passa a contar com uma poderosa ferramenta de marketing que informa para os convertedores e brand owners que estão sendo usadas chapas flexográficas Cyrel de altíssima qualidade, certificadas pelos experts da DuPont Packaging Graphics.

Os critérios de avaliação das chapas, dentro do Programa, incluem, a área do ponto; superfície da chapa; ponto mínimo; tamanho mínimo de ponto isolado; tamanho mínimo de linhas positivas e reversas e espessura do piso – altura do relevo.

Já a capacidade de cópia na máscara de gravação a laser (LAM) é avaliada pelo tamanho do ponto; densidade óptica e foco.

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Os moinhos são máquinas utilizadas na trituração de grãos, sendo utilizado no processo de reciclagem do plástico. Com o plástico triturado, a reciclagem é realizada de maneira mais econômica. Possuindo diversos modelos, variando a potência e tamanho, onde cada um realiza a trituração com mais eficiência que outros.

Dentre os modelos de moinhos encontrados no mercado estão:

- Moinho de baixa rotação: equipamentos de baixa velocidade, sendo indicado para a recuperação de sobras e materiais de pequeno porte;

- Moinho de média rotação: possui velocidade média, utilizado para sobras de plásticos e reaproveitamento de sobras de materiais;

- Moinho de alta rotação: moinhos indicados para processos de grandes proporções, sendo utilizados por empresas de reciclagem;

- Moinho de martelo: utilizada para moer diversos tipos de matérias primas, sendo encontrado principalmente no ramo alimentício;

- Moinho de bolas: próprio para moer de maneira fina o pó e é encontrado em usinas de mineração e indústrias químicas.

Aplicações

Muito utilizado no setor industrial, os moinhos permitem a moagem de materiais recicláveis, de modo que possam ser reutilizados. Os moinhos são equipamentos versáteis, sendo utilizados em materiais soprados ou injetados, aumentando as possibilidades de aplicações e variados tipos de materiais plásticos.

Componentes

Dentre os componentes presentes nos moinhos podemos citar o funil, facas, gavetas.

- Funil: possibilita que vários tipos de plásticos sejam triturados;

- Facas: sendo fabricadas de aço inox, elas são resistentes, possibilitando o processo de moagem do material;

- Gavetas: o local onde fica armazenado os materiais triturados, permitindo mais facilidade na retirada do material.

Devido ao aumento no número de casos do novo coronavírus, na última sexta-feira (27), o governo do Estado do RS divulgou o mapa preliminar do Modelo de Distanciamento Controlado adotado, que levou todas as 21 regiões para a fase vermelha, fase onde é permitido abrir somente o essencial.

Diante a nova situação, o presidente e a diretoria do SIMPLÁS (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho), achou mais prudente cancelar a reunião-jantar que seria realizada na quarta-feira (02), de modo presencial e online.

O presidente do sindicato, Gelson de Oliveira afirma “temos certeza que teremos novas oportunidades, com mais segurança, para nos encontrarmos e assim podermos levar informações do nosso setor”.

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No próximo dia 02 de dezembro, quarta-feira, às 19h30, o SIMPLÁS(Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho), realizará sua tradicional Reunião Jantar de Encerramento das atividades do Ano de 2020.

O evento irá ocorrer de forma hibrida (online e presencial). Virtualmente o evento será transmitido pelo canal do Facebook do Simplás: @simplas.rs.  No modo presencial, o evento será realizado no Restaurante da CIC de Caxias do Sul, com inscrição somente para Associados do Sindicato, com restrição de lugares e seguindo todas as normas estabelecida pelo Decreto Estadual Nº 55.559, e também pelas portarias SES nº 319 e SES nº 617.

A palestra da noite, conta com o tema:  Indústria Plástica: O que falar de 2020 e o que esperar de 2021?,e ficará a cargo do Presidente da ABIPLAST  (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho e do Presidente da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), Laercio Gonçalves, e após contará com um debate.

Roriz destaca “Vamos abordar as expectativas que tínhamos para este ano e efetivamente o que aconteceu em função do cenário que tivemos. Acho importante discutir o que nos espera no próximo ano e quais são as agendas que o setor de transformados e reciclagem de plásticos tem como prioritária para recuperação e para a competitividade.  Não podemos esquecer que independente da pandemia, ainda temos a agenda das reformas e do custo Brasil para trabalharmos e podermos fazer o setor produtivo crescer e gerar empregos”.

Gonçalves ressalta que “A burocracia do regime tributário do nosso país é ainda um entrave e, por isso, a Adirplast, trabalha, juntamente com outras entidades do setor plástico, principalmente a Abiplast, no incentivo de uma nova reforma tributária.” Além deste assunto, Gonçalves, também vai abordar o mercado de distribuição de resinas, abastecimento, precificação em 2020 e tendências para 2021.

A maioria das empresas do segmento plástico iniciaram o ano de 2020 com a expectativa de retomada de crescimento e de investimentos no setor. Porém, a partir de março, com a confirmação do novo coronavírus tudo ficou congelado e as empresas passaram a buscar novas formas de enfrentamento para tudo que viria. Inicialmente imaginava-se que a mesma duraria cerca de três meses, o que não se concretizou e o que era só um sonho, virou um pesadelo, economicamente e socialmente. Mas para 2021, o presidente do Simplás, Gelson de Oliveira, acredita em um crescimento acima de 6% em média entre os setores que atuamos.

O presidente salienta “Somos um país que domina a agricultura e a pecuária, somos fortes em minério e tantos outros recursos, porém é imperativo que nossa classe política faça as reformas necessárias para que a indústria volte a ter o destaque que já tivemos. Um país sem indústria forte e competitiva, não produz riqueza, não gera renda e não contribui ao equilibro social”.

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A Braskem anuncia a ampliação dos seus esforços para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050. Para alcançar a neutralidade de carbono, a estratégia da companhia vai se concentrar em três frentes de atuação. A redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; Compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável; Captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima.

Entre as metas definidas, a companhia pretende, até 2030, diminuir em 15% as emissões de gases de efeito estufa e ampliar seu portfólio I’m green, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; alcançando 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

O compromisso global da Braskem em se tornar carbono neutro e eliminar o descarte inadequado de resíduos plásticos nas próximas décadas mostra que a empresa se coloca como corresponsável diante do desafio de prevenir e combater as mudanças de clima.

Para Roberto Simões, presidente da Braskem, a companhia tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. “Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050”.

O compromisso com a economia circular de carbono neutro é fruto da evolução da companhia que já vem, há mais de dez anos, adotando políticas e metas com este propósito, na qual os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo.

No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado.

As iniciativas da Braskem para as próximas décadas estão alinhadas à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, e com o Acordo de Paris para o controle dos impactos das mudanças climáticas.

Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, afirma que o propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do planeta. “Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor”

A Braskem seguirá focada em seus projetos de eficiência energética e no aumento do uso de energia renovável com o objetivo de reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou a celebração de mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas.

Adicionalmente, a companhia manterá seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

A Braskem pretende ampliar seu portfólio I’m green com o objetivo de incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; e, até 2030, 1 milhão de toneladas destes produtos.

Atualmente, a Braskem tem em seu portfólio produtos de resinas termoplásticas com conteúdo reciclado e com as mesmas propriedades, qualidade e segurança dos materiais feitos com plástico virgem. Estas resinas com conteúdo reciclado são utilizadas em vários setores como calçadista, moveleiro, utensílios domésticos e o segmento de embalagens, entre outros.

Entendendo que as parcerias com as principais partes interessadas são um forte instrumento para a gestão de resíduos plásticos, a Braskem pretende ainda trabalhar para dar destinação adequada de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos até 2030.

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A Plastlife é uma empresa de matéria-prima que possui como princípio a destinação correta dos resíduos plásticos, transformando as embalagens plásticas em matéria-prima para  novos produtos, e possui cinco produtos principais para o mercado.

As telhas plásticas são chapas que possuem ondulações e normalmente são utilizadas para cobertura em geral como casa e galpão, e outros segmentos. As telhas plásticas não são feitas apenas de resina, possuem uma camada de material acrílico, fazendo com que ela seja mais resistente ao transporte e manuseio. Já as cumeeiras plásticas são complementos das telhas, podendo dar o acabamento nas telhas, utilizadas em telhados para diversos locais. As cumeeiras podem ser feitas em duas formas, cumeeira duas águas ou cumeeira quatro águas, e podem ser feitas atraves de reciclagem de embalagens.

As chapas plásticas são chapas retas utilizadas para fechamento de obras, andaimes, com o objetivo de colocar produtos em cima, fundo de caminhão, revestimento de alguns locais e outras finalidades, podendo ser utilizadas nos mercado industriais.

Já o granulado de polipropileno, é uma resina utilizada no cotidiano das pessoas, sendo possível encontar em tubulações, brinquedos. E o granulado de polietileno pode ser encontrado nas embalagens plásticas, em mangueiras, sacos de lixos.

As vantagens das matérias-primas é que você pode encontrá-la em diversos produtos.

O plástico é um produto que está no cotidiano das pessoas em todos os lugares, sendo um importante aliado e com custo baixo. O plástico está em brinquedos, embalagens plásticas encontradas em mercado, utensílios domésticos, em hospitais com seringas, máscaras, e até próteses que salvam vidas, por isso a plastlife atribui seu mercado ao cotidiano das pessoas, estando presente em diversos setores e segmentos.

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Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, durante o ano de 2020, o portal realizou o projeto Mulheres do Plástico. O projeto trouxe empresas e associações com grandes nomes femininos e buscou dar mais visibilidade, reconhecimento para elas, destacando a sua presença dentro do mercado.

O estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), afirma que até 2030, a participação feminina no mercado de trabalho brasileiro, deve crescer mais que a masculina, hoje apenas a Islândia impõe por lei, a igualdade salarial entre homens e mulheres.

Rodrigo Oliveira, CEO do portal acredita que “a perspectiva feminina é diferente da masculina e essa pluralidade é o que faz com que uma empresa tenha mais chances de crescer”.

A gente traz um trecho de cada matéria que produzimos para você relembrar e se inspirar. Confira:

Nossa primeira história trouxe María Cecilia García, gerente de integração de poliamidas da BASF, que veio da Argentina trabalhar no Brasil com oportunidade da BASF. “É um grande desafio que exige um trabalho de conscientização e ações importantes para alcançar a meta de igualdade no mercado. É necessário criar espaços para as mulheres, suscitar debates para evitar preconceito”, destaca.

Em seguida conversamos com Mônica Fedderson Cerruti, gerente de contas do segmento de plásticos da QuantiQ, formada em engenharia química. “Em outros lugares que eu trabalhei, a diferença salarial entre eu e um colega do sexo masculino era grande, era em torno de 30%”. Acho que vai demorar um tempo para que homens e mulheres cheguem no mesmo patamar de salário. Também não vejo problema em trabalhar com homens”, conta.

Isabel Figueiredo, vice-presidente da unidade de vinílicos e especialidades da Braskem, atua há 17 anos dentro da empresa e está desde 2019 nesse cargo. “Já passei por situações engraçadas ao longo da minha carreira profissional. Uma vez fui fazer um trabalho no Chile, e para poder almoçar com o fornecedor, em um clube militar em Santiago, precisei de autorização para entrar, pois só entrava homens”.

Fernanda Brites, diretora da FL Indústria – Toalet Descartável, conta que a empresa é familiar e conta que não teve dificuldade para mostrar sua capacidade. “Às vezes os homens acham que se a mulher está na sua frente, e você está negociando, eles estão querendo te seduzir. Você precisa sempre pensar em qual roupa usar, pensar na maquiagem para não chamar a atenção demais, já o homem usa aquela roupa básica e nada vai mudar”.

Destaque e liderança feminina continuam

Outra história no mercado é Keilla e Keyni Garcia, que atuam dentro da NORB Indústria de Injetados Plásticos, empresa familiar.  “Se a mulher for qualificada e capacitada para o cargo, não tem o porquê de não ser admitida. Muitas empresas têm focado nas qualidades do sexo feminino e apostado em contratações de cargos que antes eram apenas masculinos”.

Já a diretora da Broliato Plásticos Ltda, Heloisa Broliato destaca que começou atuar na área do plástico há 44 anos atrás, com 16 anos. “Pode ser que exista a diferença entre homens e mulheres, mas eu nunca me senti assim, mesmo dentro da nossa empresa.

A mulher tem que mostrar a sua força, não tem precisa ter restrição sobre nenhuma situação. A barreira pode existir, mas cabe a nós não permitir que ela continue”.

Tatiane Silva trabalha como supervisora de montagem e área de injeção na Viqua Indústria de Plásticos, e conta que todas as supervisoras ali dentro são mulheres.

“Somos 3 supervisoras mulheres, temos 2 coordenadores homens e 1 coordenadoras mulher. Aqui dentro da empresa, não temos nenhuma barreira em relação a gênero, conseguimos o nosso lugar no mercado por capacidade”.

A gerente de controladoria da Maximu’s Embalagens Especiais, Deborah da Silva Olímpio relembra que quando começou seu curso de mecânica e usinagem falavam que era coisa de homem. “Aprendi que as oportunidades na indústria, para as mulheres, são mais difíceis do que para os homens. Para quebrar essas barreiras é necessário um processo de aprendizagem amplo, uma mudança de cultura social, onde fique claro que a mulher pode sim exercer um cargo de liderança”.

Cases de sucesso e inspiração para o mercado

A diretora de operações da Termotécnica, Regina Zimmermann da Fonseca, possui 28 anos de atuação nas indústrias. “Algumas vezes como gerente ou diretora, sentia provocação por alguns de meus pares, que pareciam sempre duvidar da minha capacidade à frente de decisões difíceis”, conta.

Cristina Neri, vice-presidente da América Latina para divisão química da Milliken conta que muitas vezes quando estavam em reuniões e dava a sua opinião, não era tomada como importante. Logo após, se um homem sugere algo parecido, todos aplaudem, e muitas vezes era interrompida em minha fala”.

Beatriz Goldaracena é diretora de produto para polietileno de baixa densidade e fios e cabos para a América Latina da DOW e atua há 9 anos na empresa.

“Na Dow, a nossa atual vice-presidente de Packaging & Specialty Plastics para América Latina, é mulher. Além disso, a nossa diretoria de P&D para América Latina é hoje liderada por mulher também.

No começo, éramos poucas mulheres, mas nos últimos anos, a DOW fez um esforço para garantir que todas as vagas sejam abertas a processos internos, com um painel de candidatos e de entrevistadores diversos. Isto tem dado mais visibilidade a algumas mulheres da companhia”.

A country manager da Radici Group, Jane Campos conta que na empresa as áreas de RH, qualidade, compras, vendas e laboratório, coordenados por mulheres, sempre foram promovidas ou contratadas por meritocracia. “Ainda vemos a gestão masculina predominando, mas globalmente vem aumentando o número de mulheres em cargo de gestão”.

Igualdade e inspiração dentro da indústria

Mais uma história de presença feminina é Daniela Camargo, executiva do SIMPLÁS (Sindicato das Indústrias do Matéria Plástico do Nordeste Gaúcho) e relata o sindicato nunca teve uma presidente mulher.

“A maioria das empresas, ainda são comandas por homens e é esse paradigma que precisamos quebrar todos os dias, mostrar que somos capazes”.

A assessora técnica da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), Simone Carbalho, relata que são em poucas pessoas trabalhando dentro da associação e a maioria é de mulheres, mas quando olho para o universo do plástico, a maioria é de homens.

“Na área do plástico, eu não creio que haverá igualdade de gêneros, acho muito difícil”.

Renata Canteiro é diretora técnica da Embaquim, e afirma que 50% do quadro da empresa é preenchido por mulheres.

“Acredito que essa questão de igualdade será ultrapassada com a educação no núcleo familiar, garantindo autoestima e acesso às meninas a brincadeiras que despertem o interesse pelas ciências exatas”.

A penúltima história, trouxe Mariana Stangherlin, diretora administrativa da Anodilar Indústria de Equipamentos Gastronômicos. Como empresa familiar, ela destaca que as mulheres precisam provar muito mais competência. “Eu sinto que o país se encaminha para alcançar a igualdade de gênero, e estamos vivendo uma transição. É preciso que as empresas se voltem mais para o desenvolvimento humanos, potencializando o que cada pessoas tem de melhor”.

Já a última história trouxe o destaque de duas novas vice-presidentes para o Negócios de Care Chemicals e Químicos de Performance da BASF. 

Priscila Souza Camara, assumiu a vice-presidência de Care Chemical para a América do Sul. E Tatiana Kalman, passou a ser vice-presidente sênior de Químicos de Performance para as Américas. “Estamos atentos a novos desafios e oportunidades, contando com uma equipe coesa e inovadora”.

Segundo o IBGE de 2012, a participação das mulheres no mercado de trabalho aumentou nos últimos seis anos. Conhecendo as histórias dessas mulheres, podemos notar que as mulheres ainda lutam para conquistar o seu espaço e seus cargos tendo que mostrar sua capacidade todos os dias.

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TAGS: Notícias, Mulheres, Mulheres do Plástico, Mercado Plástico, Plástico Virtual, Representatividade, Igualdade

Plásticos mais sustentáveis ajudam na questão ambiental e na rentabilidade do negócio

Instalada em Curitiba (PR), a Earth Renewable Technologies (ERT), um hub de pesquisas e soluções verdes, fundada em 2009, nos Estados Unidos, desenvolve compostos de plásticos orgânicos, inicialmente, a partir de amido de milho e de mandioca, resíduos da indústria alimentícia. Kim Gurtensten Fabri, CEO da ERT garante que a ERT é a única empresa no Brasil a produzir plásticos compostáveis e biodegradáveis a partir de biopolímeros, revelando que a fábrica instalada em Curitiba terá a capacidade de produção de até duas mil toneladas mensais, e já registra uma produção de 60 toneladas.

O processo de produção dos compostos é usada como base um polímero derivado do ácido láctico (PLA), matéria-prima importada da Tailândia. A ERT utiliza um processo de extrusão em dupla rosca para incorporar suas mais variadas cargas em seus compostos biodegradáveis, e dependendo da aplicação final do cliente, o produto passa por um processo e formulação especifica.  Atualmente, os biopolímeros estão com preços bem mais acessíveis do que há 5 anos. A ERT inclusive, tropicalizou algumas fórmulas, carregadas com matérias-primas brasileiras (resíduos ou não), para atender o mercado nacional, com preços competitivos frente a resinas não compostáveis, mas, mesmo assim e, provavelmente, por um bom tempo, existirá esse delta entre os polímeros.

Com R$ 1 milhão destinado às entidades assistenciais, Tampinha Legal faz história na economia circular

O Tampinha Legal, acaba de atingir R$ 1 milhão em recursos destinados integralmente às entidades assistenciais participantes. O novo recorde é o resultado de mais de 530 toneladas de tampas plásticas recolhidas nos mais de 2.800 pontos de coleta distribuídos pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás e Distrito Federal.

Há quatro anos em atividade, o programa está presente em diferentes ambientes sociais, como casas, comércio, órgãos públicos e empresas e beneficia mais de 280 entidades assistenciais. As entidades assistenciais que desenvolvem um trabalho social que é fundamental e são beneficiadas no ato. Participam do programa entidades assistenciais do terceiro setor devidamente regularizadas como Apaes, Ligas Femininas, escolas, ONG’s, asilos, associações, hospitais, etc. Com os recursos obtidos através do Tampinha Legal, as entidades assistenciais podem adquirir medicamentos, alimentos, equipamentos, ração animal e/ou materiais escolares, bem como custeiam tratamentos e exames de saúde humana e animal, melhorias em suas sedes, entre outras ações.

BIC transforma seu uso de plástico

A BIC anunciou que irá levar sua jornada da economia circular ao próximo nível e transformar a abordagem da empresa em relação ao plástico, melhorando significativamente a pegada ambiental de seus produtos e reduzindo suas emissões de carbono. Os novos compromissos fazem parte do programa de “Escrevendo o Futuro, Juntos” da BIC, abordando até 2030, usar 50% de plástico de petróleo não virgem para seus produtos, com uma meta de 20% até 2025. Em 2025, 100% das embalagens de plástico de consumo da BIC serão reutilizáveis, recicláveis ​​ou compostáveis.

Em 2021, produtos sustentáveis ​​novos ou aprimorados estarão disponíveis em todas as três categorias da BIC. Os novos compromissos foram anunciados como parte da nova estratégia “Horizon” da BIC, um plano abrangente que visa impulsionar o cres

cimento e criar maior valor com base nos pontos fortes da BIC, com um foco intensificado nas necessidades do consumidor e sustentabilidade.

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A pandemia do novo coronavírus colocou dificuldades no mundo afora em diversos setores da sociedade e impôs novos paradigmas ao indivíduo, governos e empresas. Acostumada a vencer dificuldades, a Mecalor chega aos seus 60 anos vitoriosa nesse novo embate.

A nova forma de viver chegou categórica e exigiu mudanças e adaptações. Poucas empresas entenderam a urgência do momento e conseguiram se transformar para enfrentar a crise econômica. No início de março, quando foi decretada a pandemia e a quarentena no país, a empresa rapidamente reorganizou a produção e colocou cerca de 100 funcionários em trabalho home office. Embora afetada pela brutal queda da demanda, manteve a produtividade e a qualidade dos serviços de atendimento.

A instabilidade da economia brasileira, combinada aos diversos planos econômicos, marcou a trajetória da empresa. Essa característica de superação sempre esteve no DNA da companhia.

A Mecalor nasceu com o fundador, o engenheiro húngaro Sándor Szegö, que deixou o seu país em 1956 para escapar de um regime opressor e veio morar no Brasil em busca de um futuro melhor. Em 1960, ele abriu a pequena loja no centro de São Paulo para consertos de eletrodomésticos. A partir de pedidos dos clientes, que sentiam falta de novos produtos no mercado, iniciou a fabricação de equipamentos de refrigeração.

Desde então a empresa não parou de crescer e em pouco tempo consolidou a marca como sinônimo de qualidade e tecnologia. Há 30 anos, o engenheiro e executivo János Szegö, filho do fundador, atua como CEO. Foi na sua gestão que a empresa conquistou a liderança de mercado, desenvolvendo equipamentos periféricos e soluções de engenharia térmica para diversos setores da indústria.

Hoje são cerca de 20 mil tipos chillers instalados no Brasil e no exterior, com uma produção mensal de 150 equipamentos, mais da metade sob demanda. A Mecalor produz para os segmentos hospitalar, plástico, alimentício, farmacêutico, datacenter, ar condicionados industriais e automobilístico.

As crises na economia não impediram um desempenho acima da média do mercado. Entre 2004 a 2014, a empresa registrou um crescimento de 20%. De 2014 a 2016, ela apresentou um incremento de 5%, quando todo o mercado caiu 30%.

Iniciado há dez anos como alternativa à retração da demanda interna, tornou-a um importante exportador de chillers para as Américas Latina e Central. Esse sucesso resultou na abertura de uma filial no México em 2019, com o objetivo de atender melhor o mercado local e de olho nas vendas para os Estados Unidos.

A pandemia do coronavírus diminuiu o ritmo, mas não interrompeu o sonho de crescimento. Ainda neste ano, a Mecalor vai colocar em prática mais uma etapa do seu projeto de expansão, com a construção de um prédio novo, ampliação da fábrica e aumento na produção de chillers.

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O aditivo para aumento de fluidez do PP é um aditivo em pó e/ou grãos destinados para a alteração de fluidez do polipropileno, podendo ser utilizado tanto nos recicladores quanto nos produtores dos mais variados artefatos por injeção de Polipropileno. 

Os aditivos Retiplast FLUID AD (pó) e o Retiplast FLUID AB - G (grãos), permitem alterar com facilidade a fluidez do PP, sem a necessidade de blendas de aparas e com custo competitivo, por ter um percentual de aplicação muito baixo, permitindo assim ótimos resultados com excelente custo benefício.

Nos reciclados de PP, o produto indicado é o Retiplast FLUID AD, em pó. Esse produto é aplicado em percentuais entre 01% e 0,3% sobre a sua resina, aumentando a fluidez do PP através da degradação de cadeia de forma controlada, sem perdas significativas de propriedades, tornando o material mais maleável para ser oferecido ao mercado de injeção.

Outra alternativa para se utilizar o aditivo para aumento de fluidez do PP, é o próprio usuário final ao injetar as peças, misturar a frio a resina com o aditivo Retiplast FLUID AB - G em grãos. O produto irá alterar a fluidez e facilitará o fluxo e preenchimento correto dos moldes, sem perda de propriedades físicas do produto.

O aditivo para aumento de fluidez em PP permite aos recicladores obter grãos reciclados com fluidez dentro da especificação de cada cliente, ou oferece ao próprio usuário final, a possibilidade de modificação de resinas de acordo com a necessidade na produção de peças automotivas, brinquedos, cadeiras plásticas, copos plásticos, embalagens flexíveis, eletrodomésticos, entre outros segmentos.

Seja na extrusão ou na injeção, você encontra com a Retilox Química aditivos que oferecem a possibilidade de aumento do PP reciclado sem significativa degradação. Na injeção, o modelo mais indicado para aumento de fluidez é o Retiplast FLUID AB - G, e para injeção com reciclagem, o indiciado é o Retiplast FLUID AD.

É também possível encontrar outros aditivos especiais produzidos pela Retilox Química.

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