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[Mulheres do Plástico]: O destaque da presença feminina no mercado

Inspiração e destaque que fazem a diferença no mercado

Dando sequência ao projeto Mulheres do Plástico, que visa contar histórias de presenças femininas no mercado, trazemos a história da María Cecilia García, gerente de integração de Poliamidas da BASF, formada em engenharia química pela Universidade de Córdoba, na Argentina.

María García conta que depois que se formou, mudou-se para Buenos Aires, onde começou a trabalhar na área técnica comercial de uma indústria de alimentos. “Cresci na empresa, até decidir buscas novas direções na indústria química. Passei por uma correta de commodities até chegar na BASF e desde então, estou no campo dos plásticos”.

Igualdade de gênero no mercado de trabalho: é possível?

Como sabemos, a maioria dos países enfrentam dificuldade em igualdade de gêneros no mercado de trabalho, e em questão salarial, sendo a Islândia o primeiro país a impor por regra a igualdade. “É um grande desafio que exige um trabalho de conscientização e ações importantes para alcançar a meta de igualdade no mercado. É necessário criar espaços para as mulheres, suscitar debates para evitar preconceito”, destaca María.

María é mãe de um bebê de nove meses, e destaca que engravidar não faz da mulher menos capaz. “Nem mesmo dois homens diferentes conseguem entregar os mesmos resultados atuando na mesma posição. O fato de estar grávida não é sinônimo de ineficiência.

Ainda quando voltou da licença maternidade, ganhou a possibilidade de retornar em uma posição de desafio transcendental. “A BASF me deu uma posição de integração de duas empresas com culturas diferentes, equipes com alto número de colaboradores e alta representatividade para o negócio de Materiais de Performance”.

María explica que na BASF em nenhum momento teve problemas em trabalhar em um ambiente majoritariamente masculino e que a empresa entende a diversidade como algo essencial para os negócios, contribuindo para a pluralidade. “No passado, tive um desafio maior em demonstrar que uma mulher pode realizar testes técnicos em uma planta de produção. Na BASF, percebo que as ações por meio do grupo de afinidade em busca da equidade de gênero “Women In Business”, trouxe essa discussão. Essa rede, formada por líderes de toda a América do Sul, tem o objetivo de propor políticas de apoio ao desenvolvimento”.

Incentivos a quebra de barreiras no mercado industrial

A BASF desenvolve ações e políticas para que o ambiente de trabalho seja cada dia mais igualitário. Em posições de liderança, a participação feminina já é de 29%, sendo que três mulheres integram o Comitê Executivo da BASF na América do Sul, sendo uma referência entre toda a corporação que sustenta meta global de 30% até 2030.

A principal barreira para a entrada das mulheres no mercado de trabalho ainda é o preconceito. Para María, é preciso driblar esse fator, e dar oportunidade às mulheres, nas mais diversas posições. “É interessante também que as empresas compartilhem, divulguem casos exitosos tanto de homens, quanto de mulheres em posições de liderança. No caso da BASF, foi implementado o “Painel Diverso”, uma prática que permite que seja feita uma avaliação neutra e que contemple e diversidade de visões.”

María apresenta que dentro da BASF há iniciativas para ampliar a equidade de gênero estão pesquisas internas, redefinição de processos para contratação de talentos, treinamentos e programas de desenvolvimento.

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