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[Mulheres do Plástico]: Os desafios para enfrentar o mercado industrial

Determinação para quebrar as barreiras dentro do mercado do plástico

Dando voz e espaço para as mulheres do mercado industrial, e continuando o projeto Mulheres do Plástico, Mônica Feddersen Cerruti, Gerente de Contas do segmento de plástico da quantiQ, é engenheira química e conta como foi o processo para crescer no mercado.

Mônica comenta que já atua no mercado de plástico desde 1991, onde começou como estagiária na BASF e depois passou por outra produtora de pigmentos, a Multicel. “Em distribuidoras, trabalhei na ADPG, Kalay e quantiQ, sempre com pigmentos e voltadas para masterbatches”, afirma.

Mônica é mãe de um filho, e destaca que não teve dificuldades na maternidade, ao contrário, só deu mais força para a sua carreira. “Dificuldade não, a maternidade me deu gana, por fazer alguma coisa para alguém. Durante a gravidez, na empresa que eu trabalhava, a gente brincava, que a água estava com alguma coisa, porque várias mulheres ficaram grávidas, inclusive as diretoras”, explica.

As barreiras dentro do mercado industrial para as mulheres

O mercado de trabalho, em especial a indústria, oferece grandes resistências em relação a mulher em seu meio, que sofre com desigualdades salariais e com menos oportunidades. “Quando eu comecei, tanto no laboratório, quanto na área comercial eu era a única mulher, mas hoje eu vejo que outras meninas entraram também”, afirma Mônica.

O Brasil é um dos países em que homens e mulheres possuem grandes diferenças salariais, mesmo com funções iguais. “Em outros lugares que eu trabalhei, a diferença salarial entre eu e um colega do sexo masculino era grande, era em torno de 30%”. Acho que vai demorar um tempo para que homens e mulheres cheguem no mesmo patamar de salário”, relembra Mônica.

Feddersen também destaca que já sentiu dificuldades no mercado por ser mulher, mas ressalta, que na empresa atual isso não ocorre. “Desafios em relação a equidade de gêneros sempre existem e sempre vão existir, mas em relação a quantiQ, não. A minha chefe líder é mulher, por exemplo”, ressalta ela.

O ponto que traz dificuldades para as mulheres no ambiente é estar em um ambiente masculino, principalmente dentro das indústrias. Mas para Mônica, isso nunca foi uma dificuldade. “Para falar a verdade, eu gosto de trabalhar com homens e não tenho problemas com isso. A maioria dos meus clientes são homens”, conta.

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