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[Mulheres do Plástico]: Competência e habilidade para liderar

Mulheres precisam demonstrar habilidades a maior parte do tempo para comprovar que entendem do seu cargo

Com mais uma entrevista do projeto Mulheres do Plástico, trouxemos a história da Mariana Stangherlin, diretora administrativa da Anodilar Indústria de Equipamentos Gastronômicos.

Stangherlin cursou administração de empresas, com especialização em gestão empresarial pela FGV (Fundação Getúlio Vargas,) e conta que começou a trabalhar cedo na empresa que seu pai fundou, a Anodilar. “Nesta trajetória a empresa apresentou excelentes níveis de crescimento, passou de micro para empresa de médio porte, e também comecei a interagir com o Simplás Jovem, sendo a diretora de satélite de AP Design (Associação dos Profissionais de Design do RS)”, relembra.

Para a diretora atuar como mulher e jovem no ramo da indústria foi um grande desafio, pois precisou quebrar paradigmas e provar seu valor. “Atualmente sou diretora na AND Equipamentos para Gastronomia, e ainda ministro um módulo como professora convidada do curso de gestão comercial da FSG”.

A AND é uma empresa que busca sempre visar a competência e habilidade dos funcionários, sem pensar na questão de gênero, tendo um ambiente equilibrado entre homens e mulheres, com respeito.

Stangherlin ainda conta que as empresas demonstram cada mais interesse em reverter a situação das mulheres na indústria. “Mulheres competentes estão conquistando seu espaço em cargas de chefia. Conheço muitos casos de mulheres poderosas, com resultados incríveis e reconhecimento da empresa em que trabalham”.

Quebra de paradigmas para alcançar respeito e credibilidade no mercado

Estando em um patamar onde já conquistou o respeito e a credibilidade da equipe, a diretora ressalta que no começo teve que quebrar muitas barreiras, e provar o tempo que era capaz. “A necessidade de prova a competência é muito maior para as mulheres. O meu desafio hoje é conciliar a carreira com a maternidade, manter o equilíbrio entre ambos”.

Stangherlin é mãe de duas meninas, e salienta que a maternidade a fez rever suas prioridades pessoais e os níveis de esforços que estava dedicando a sua carreira. “Hoje preciso ser muito mais produtiva e assertiva no trabalho para conciliar horários e o tempo que destino às minhas filhas”.

Hoje, as empresas de alta performance já estão focadas em habilidade e não em gênero ou qualquer outra característica. “Eu sinto que o país se encaminha para alcançar a igualdade de gênero, e estamos vivendo uma transição. É preciso que as empresas se voltem mais para o desenvolvimento humanos, potencializando o que cada pessoas tem de melhor”, explica ela.

Para a diretora que sempre conviveu em ambientes majoritariamente masculinos, ela precisou conquistar o respeito através de atitudes e desmontando seu conhecimento, ganhando seu espaço dentro da empresa.

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