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FEIMEC conta com área de exposição 20% maior que na edição anterior e leva tecnologias em primeira mão para visitantes

Consolidada como maior feira internacional da indústria de máquinas e equipamentos, a FEIMEC (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos) pretende reunir 1.000 marcas, de diferentes países, que irão apresentar seus lançamentos e inovações em máquinas e equipamentos, automação, ferramentas e outros segmentos ligados á indústria. A feira acontece de 05 a 09 de maio, no São Paulo Expo.

A FEIMEC 2020 possui papel importante no fortalecimento da indústria e conta com a realização da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), contando com conteúdos exclusivos e com as últimas tendências do mercado de inovação, e tecnologia para a indústria de máquinas e equipamentos e a realização desse ano coincide com o importante momento da retomada da confiança dos empresários com a economia do país.

A feira possui a expectativa de 65 mil visitantes compradores e profissionais do Brasil e do exterior, 30% a mais que em 2018 com destaque para o setor automotivo em busca de tecnologias e serviços da indústria 4.0

Alguns eventos já foram definidos para a feira e contam com estratégias e soluções para a indústria como: Demonstrador de tecnologia da indústria 4.0 que já está em sua quinta edição e aproxima indústria de todos os portes das modernas tecnologias envolvidas na indústria 4.0. Roadshow VDI (Associação de Engenheiros Brasil – Alemanha) é voltado para tomadores de decisão com autonomia para implementação de projetos e o Parque de Ideias, espaço que aproxima as universidades e o setor produtivo para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social.

Empresas como Brasfixo SIMCO, Pilz do Brasil e ITAL, estarão presentes na maior feira internacional da indústria de máquinas e equipamentos. O credenciamento é gratuito pelo site da feira.

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Acompanhe as novidades do mundo do plástico

Transporte público aceita garrafas de plástico em troca de passagens em Roma

Cada garrafa de plástico equivale a 0,05€, 020 centavos da moeda brasileira. A prefeitura tomo essa atitude pensando na sustentabilidade, cuidado e preservação do ambiente. A iniciativa se chama +Ricicli +Viaggi (+Reciclagem +Viagens), com o objetivo de coletar o máximo de garrafas plásticas PET para contribuir com o fim do lixo.

Todos os créditos resgatados com o descarte das garrafas nas máquinas de reciclagem e os “ecobonus”, são transferidos para aplicativos, como, myCicero e TabNet, que são utilizados para a compra das passagens para trens, metrô e ônibus.

Ford recicla garrafas PET em cada carro para fabricar novas peças

A Ford Motor Company ajudou a promover a fabricação e o uso de autopeças ecológicas, e nos últimos anos reciclou uma média de 1,2 bilhão de garrafas de plástico. Os tapetes, protetores de carroçaria e outras partes de todos os carros e utilitários esportivos da empresa, estão sendo feitos de plástico reciclado.

A reciclagem é realizada por diversas cooperativas que fundem plásticos e revendem materiais que foram convertidos em fibras para a Ford. Essa fibra é misturada com uma variedade de outras fibras têxteis para fabricar as peças automotivas.

Nestlé quer investir US$ bi em plano de plástico reciclável

A Nestlé planeja gastar em um plano para pressionar a indústria de plásticos a lidar com a falta de embalagens recicladas que são seguras para serem usadas nos alimentos. Prometeu ainda tornar todas as suas embalagens recicláveis ou reutilizáveis até 2025.A fabricante do chocolate KitKat vai destinar mais de 1,5 bilhão de francos para pagar um prêmio por esse tipo de plástico, incentivando a produção. A empresa irá tentar mitigar o impacto de custos mais alto do plástico com o aumento da eficiência.

São Paulo permite trocar garrafas PET por créditos no transporte público

A empresa Triciclo criou o Retorna Machine, um programa de fidelidade que consiste em máquinas de depósitos de material reciclável instaladas em estações do metrô de SP, onde você pode trocar uma garrafa, por passagens no transporte público.As pessoas podem levar latas e garrafas e cada uma terá seu valor. Uma lata vale 15 pontos, e uma garrafa vale 10. A cada 100 pontos, você troca por 25 centavos em créditos no bilhete único.

Polietileno é considerado uma das soluções mais competitivas para a construção civil, trazendo vida útil de 50 anos

2020 inicia para a indústria dos tubos de polietileno com expectativa de crescimento, após um período de estagnação da construção civil, principalmente pelo setor de saneamento.

O presidente da ABPE (Associação Brasileira de Tubos Poliolefínicos e Sistemas), Mauricio Mendonça de Oliveira, afirma que o momento é bastante otimista. “Estamos convictos da continuidade do crescimento do PEAD em aplicações de Água e Esgoto, pois diversos agente públicos e privados, além dos bancos de investimento, já avaliaram que a viabilidade econômica da solução é inconteste. Além disso, agentes do saneamento buscam aumento da produtividade e eficiência, e a solução PEAD, já é percebida por todo como a que mais contribui para a melhoria de vários indiciadores de performance ao longo do tempo”, afirma.

André Maia, profissional em soluções na área de infraestruturas e membro da ABPE, afirma que o setor depende fortemente do investimento público e da confiança gerada no investidor privado. “O saneamento aguarda a injeção de capital por parte do governo federal e estamos na esperança que o segmento evolua positivamente”, destaca.

Os tubos de PEAD, têm se mostrado uma das melhores soluções pra o segmento, e podem substituir materiais tradicionais como, PVC, ferro fundido, aço. O polietileno possui grande durabilidade, baixa rugosidade e resistência á corrosão, e é menos suscetível a danos causado por oscilações extremas.

Na Europa e nos Estados Unidos, a tubulação de PEAD é utilizada quase que em sua totalidade nas redes de água e saneamento básico. “O uso do PEAD em outros países é quase que obrigatório nas obras da maioria das grandes indústrias do setor de saneamento. São duas décadas de ótimas experiencia. A robustez e a facilidade na instalação garantem o sucesso do produto”, explica Maia.

O PEAD tem conquistado espaço no Brasil, e o Programa de Redução de Perdas da Sabesp é a prova disso. O programa tem renovado a infraestrutura existentes com a substituição por tubos de PEAD, em alguns bairros da capital paulista.

A aceitação do produto também tem sido boa por parte de engenheiros e demais profissionais da área. Mas, ainda de acordo com Maia, é preciso estar atento à mão de obra qualificada, porque os métodos de ligação do material por soldadura exigem técnicos qualificados e equipamentos devidamente calibrados, pois as técnicas de assentamento diferem dos materiais tradicionais.

Os tubos de PEAD é uma das soluções mais competitivas, apresentado vida útil por um período de, no mínimo, 50 anos. “É o recurso que menos manutenção exige durante o período de uso. Assim, os sistemas tornam-se estanques, o que possibilita maior eficiência das redes, diminuição do custo de energia e de consumo do produto químico e proporciona mais tranquilidade por parte das empresas”, reforça Maia.

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Mercado de embalagens conta com seis principais tendências que impactam a sua forma de comercializar a embalagem

A embalagem faz parte da identidade visual de uma marca, e é determinante muitas vezes, para a decisão de compra de um produto para o consumidor. A embalagem necessita ser pensada com cuidado, pois ela comunica os valores que a empresa pretende transmitir para o seu público consumidor. A Mintel, fornecedora global de pesquisa, divulgou, as seis principais tendências mundiais em embalagens. Elas ainda não foram implementadas de forma completa no Brasil, mas estão se tornando mais populares cada vez mais.

Antônio Cabral, coordenador do curso de pós-graduação em Engenharia de Embalagem do Instituto Mauá de Tecnologia, explica, “já fizemos publicações, como a Brasil Food Trends 2020, que estudam o perfil do consumidor. A indústria sabe desses movimentos e está preocupada com isso. A embalagem brasileira é de qualidade, mas alguns investimentos foram retardados em função da crise”.

As seis principais tendências de embalagens que têm impacto os mercados globais, foram listadas como:

A Evolução Digital, que diz respeito à personalização dos produtos. Estudos afirmam que, pessoas pagariam mais por embalagens personalizadas diferentes. No Brasil, já foi visto, que a Coca-Cola fez uma campanha com o nome de pessoas nas latas, personalizando então suas embalagens, ganhando vantagem no mercado.

Os produtos á mostra com informações claras, devido ao consumidor mais exigente, querendo saber o que está comprando. O consumidor tem exigido um maior número de informações sobre os produtos que estão comprando, com interesse em saber os ingredientes, e uma comunicação clara nas embalagens.

Outro ponto a ser destacado são as embalagens flexíveis, consideradas mais modernas, por 32% dos consumidores, e por isso, marcas já estão investindo em oportunidades de marketing nessa área. E com esse contexto as marcas devem olhar para a próxima geração de híbridos, rígidos/flexíveis que oferecem benefícios ambientais.

As embalagens ecológicas são motivos fundamentais para efetivas uma compra. Os consumidores estão cada vez mais, se voltando para as alternativas ecológicas como fator decisivo de compra, o que mostra que a sustentabilidade tem ganhado força.

O tamanho também importa, segundo a Mintel, fornecer embalagens de tamanho certo para o consumidor importa, principalmente por ocasiões que requerem fácil transporte e consumo. 50% dos consumidores de snacks, revelaram que estariam dispostos a experimentar um novo produto, caso ele viesse em um tamanho pequeno.

Por último, a tendência da embalagem Mobil-Ution, que buscam formas inovadoras de se envolver com os clientes, com o ambiente móvel tomando a linha de frente perante aos consumidores.

Para Cabral, as tendências de embalagens apresentadas pela Mintel, são bastante relevantes para que a indústria mantenha sempre a sua competitividade. “Elas mostram que as empresas e consumidores estão integrados com a tecnologia, e devido a isso, é importante que os empresários percebam como é importante investir nas embalagens, olhando para elas como um investimento, e não como um custo, possibilitando assim que passem uma mensagem adequada ao consumidor”, finaliza.

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A tecnologia leva os avanços para o mercado do plástico com projetos para o futuro

Seguindo a nossa série de matérias perante a lei de proibição dos plásticos descartáveis em estabelecimentos comerciais, separamos uma matéria especial que mostra importância de novos avanços tecnológicos para a criação de plástico sustentável, as ações que o mercado possui com isso, e busca pelo modelo da Economia Circular.

Os avanços tecnológicos e os avanços científicos ajudaram a criar plásticos sustentáveis, os chamados plásticos biodegradáveis e bioplásticos. Os plásticos sustentáveis trazem vantagens para o mercado, pois se degradam mais rapidamente, sendo consumidos por microrganismos do meio ambiente. Além de diversos estudos que já mostram como é possível ter plástico renovável no cotidiano das pessoas.

Os plásticos biodegradáveis são produzidos por recursos fósseis, com tecnologia que permite uma decomposição mais rápida. Os bioplásticos são produzidos com matérias-primas orgânicas, como amido de milho, ou de batata, cana-de-açúcar, ou com materiais renováveis, como óleo vegetal. 

No mercado do plástico, já existem diversos plásticos sustentáveis sendo desenvolvidos e utilizados pela indústria, e no cotidiano das pessoas, além de diversos movimentos que mudam o olhar do  plástico para a sociedade, trazendo movimentos engajados que reeducam e ensinam crianças e adultos a ter consciência sobre a reciclagem e incentivam a Economia Circular no mercado.

O modelo de Economia Circular consiste em um desenvolvimento que preserva e otimiza a produção de recursos. Esse modelo tem o objetivo de utilizar tecnologias e processos com recursos renováveis. A Economia Circular tem como objetivo a reconstrução do sistema de produção e consumo, com os três “R’s”, reduzir, reutilizar e reciclar, tornando- se um ciclo contínuo.

O movimento Plastivida, atua com empresas associadas, e possui como objetivo passar informações sobre os plásticos, e seu uso responsável. Devido a nova lei sancionada pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas, o presidente da entidade, Miguel Bahiense, se posicionou sobre, dizendo que “o banimento não educa a sociedade a consumir conscientemente, sem desperdício, não sensibiliza as pessoas e nem os estabelecimentos comerciais a separarem e destinarem seus resíduos para a reciclagem”.

Bahiense ainda afirma “o banimento, faz com que o mercado coloque no lugar dos plásticos, opões que muitas vezes são mais danosas ao meio ambiente, nem sempre recicláveis e que também irão parar nos esgotos, rios, afins”.

Para o presidente é a nossa consciência ambiental que permite definir o que é um produto de uso único, pois podemos reutilizar e reciclar aumentando a vida útil desses produtos, não precisamos de mudança de matérias-primas, mas, de mudança de comportamento. O plástico não é o vilão, e substituí-los por outras matérias-primas não permitirá o entendimento do papel dos diversos atores da sociedade na preservação do meio ambiente. 

A cidade perde uma grande oportunidade de propor por meio de Lei, o envolvimento de um debate para com o movimento que compartilha de promoção de reciclagem, inserindo a cidade nos conceitos de Economia Circular.

A ABIPLAST conta com o Movimento Plástico Transforma, uma iniciativa do PICPlast, que busca trazer ações, conteúdos e jogos que incentivem a inovação do plástico junto à criatividade e a responsabilidade. O movimento mostra que a transformação do plástico traz benefícios em praticamente todas as áreas, como saúde, educação, esporte, construção civil, tecnologia e muitas outras.

O projeto Plástico do Bem é uma iniciativa do SIMPLÁS, e capacita educadores para transmitir conhecimento entre jovens sobre o consumo do plástico. No projeto escolas de Caxias do Sul e Farroupilha arrecadam materiais de plástico.

O Instituto Soul Ambiental, desenvolveu o projeto “Sementes do Plástico”, com o SIMPERJ, buscando fazer a gestão de projetos para soluções ambientais, reciclando produtos de plástico e os transformando em novos produtos, incentivando a Economia Circular.

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Com a Lei 17.261 do prefeito Bruno Covas a indústria do plástico busca mostrar a importância que ele possui para a sociedade

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, sancionou no último dia 13, a Lei 17.261 que proíbe o uso de plástico único em bares, restaurantes, hotéis, padarias da capital, além do fornecimento por food trucks e serviços de envio por aplicativo. Os estabelecimentos têm um ano para se adaptarem ao novo estoque e substituir os plásticos descartáveis.

A lei prevê que os estabelecimentos que não cumprirem a regra, serão advertidos, e na segunda autuação, o valor da multa chega a R$1 mil, dobrando de valor até chegar a sexta autuação com o fechamento do estabelecimento. A cidade de São Paulo foi a primeira cidade do hemisfério sul a ingressar no Compromisso Global da Nova Economia do Plástico, somando mais de 350 instituições.

Buscando mostrar a relevante questão que o plástico possui no cotidiano das pessoas, e como a indústria do plástico gera milhares de empregos e está presente em quase todos os segmentos, a Plástico Virtual, irá iniciar uma série de matérias que conta a história do plástico, os impactos dessa nova lei, e o futuro do plástico para o mercado.

O plástico é um item essencial para a sustentabilidade do consumo para diversas aplicações no cotidiano de todas as pessoas. O plástico é um item que está presente em brinquedos, celulares, utensílios de cozinha, entre tantos outros, e que possui facilidade em seu processamento, menor consumo de energia, e grande durabilidade no mercado. De acordo com o estudo do WWF, baseado em dados do Banco Mundial, no Brasil, apenas 2% do plástico é reciclado, abaixo da média global, que é de 9%.

Economia Circular é foco do mercado para os próximos anos

A questão do plástico ser o vilão surgiu em 2015, quando um pesquisador encontrou uma tartaruga com um canudo de plástico no nariz, e o vídeo acabou viralizando na internet. A partir desse momento, o canudo acabou se transformando em um grande problema, se tornando o vilão dos oceanos, porém, segundo o Relatório de Limpeza Costeira de 2017 da Ocean Conservancy, o lixo mais comum encontrado nas praias, são os cigarros, seguidos por garrafas plásticas.

Com o objetivo de mostrar a importância que o plástico possui no cotidiano do ser humano, avanços científicos já começaram a desenvolver plásticos sustentáveis, e biodegradáveis, mostrando que o plástico não é o vilão e que o problema está em seu descarte incorreto e não no produto.

Trazendo uma grande repercussão para a indústria do plástico, e para o planeta, o foco da ONU Meio Ambiente e da Fundação Ellen MacArthur foi trazer a discussão para redução e tratamento do plástico, através da Economia Circular, mostrando a importância da ideia de reciclar  e educar a sociedade com o olhar para o plástico.

A Economia Circular se contrapõe a economia linear, trazendo a ideia de revolucionar toda a economia, com impactos positivos para o meio ambiente e para a sociedade, unificando as pontas da cadeia de geração e consumo de bens. A ideia da Economia Circular é utilizar os três “R’s”, reduzir, reutilizar e reciclar, reunindo o modelo sustentável com o modelo de tecnologia atual.

A indústria do plástico gera milhões de empregos e divisas para o País, estando presente em quase todos os setores da economia. O setor de plásticos é o 4º maior empregador entre as indústrias de transformação, com cerca de 12 mil empresas e 323 mil trabalhadores no Brasil. Uma pesquisa realizada pela ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), revelou que a produção física de plástico possui relação de 85% com o desempenho do PIB brasileiro, mostrando a importância para o País.

A maioria dos plásticos é reciclável e sua reciclagem representa uma atividade ecologicamente correta, os plásticos possuem ainda, centenas de aplicações. O plástico é responsável por grandes avanços, trazendo diversos benefícios na sociedade em que vivemos.

Com a evolução tecnológica, o plástico trouxe uma série de possibilidades, máquinas e procedimentos para a sociedade, fazendo dele, algo indispensável para a sociedade. Os plásticos auxiliam na produção, distribuição de toneladas de alimentos, evitando o desperdício, permitem ainda que os alimentos cheguem para os consumidores em perfeitas condições. Com o plástico ainda é possível obter, bolsas de sangue, máquinas de circulação, embalagens para resíduos, além de criar próteses e salvar vidas.  O plástico ainda pode impedir a contaminação dos solos, canaliza esgotos, e gera energia.

Em novembro o nosso CEO Rodrigo Oliveira lançou um vídeo, sobre o relevante tema de “defender o plástico”, questionando as possíveis ações do mercado para que essa questão.

https://www.youtube.com/watch?v=549ruMWjodQ

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Resultado abaixo das expectativas devido ao desempenho negativo dos setores demandantes de plástico

As expectativas de crescimento da indústria do plástico para 2019 era de 2,2% na produção física. Os dados da PIM – PF (Pesquisa Industrial Mensal – Pessoa Física), divulgados pelo IBGE, mostra que a expansão do setor foi de apenas 0,8%. Foram produzidas aproximadamente 6,17 milhões de toneladas de produtos transformados.

O resultado abaixo das expectativas é explicado em parte pelo desempenho negativos dos setores que são grandes demandantes de plástico, como alimentos (-5,1%) e o de bebidas (-0,1%), como a realização da Copa do Mundo e das eleições, que são momentos em que normalmente desaceleram a atividade.

José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) explica, “com a paralisação da logística em maio, houve uma quebra no ritmo já lento de recuperação e a tendência de crescimento que havia até então, se converteu em estagnação. Novembro e dezembro também foram meses ruins de desempenho, sendo este último, um mês de retração para praticamente todas as atividades econômicas”.

Para o ano de 2020, as expectativas de produção física do setor, são um pouco maiores, um crescimento de 2,5% no ano. “Essa projeção ainda é conservadora, considerando que esperamos melhorias estruturais para a economia, como as que vêm sendo anunciadas pelo novo governo. O pior momento da indústria já ficou para trás”, afirma Roriz.

Roriz ainda afirma, “acreditamos que 2019 será de continuidade de uma recuperação lenta da indústria, mantendo-se o ritmo atual, a produção só voltará aos níveis pré-crise em 2023”.

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De acordo com a ABRE, o setor vem crescendo 1,1% ao ano devido a procura por itens de nicho e o aumento do consumo brasileiro

O setor de embalagens registrou um crescimento de 1,1% ao ano, entre 2014 e 2018, devendo alcançar 1,6% até 2024, de acordo com a ABRE (Associação Brasileira de Embalagem). O setor de embalagens é influenciado pela atividade econômica do País, principalmente pelo crescimento e/ou desaceleração da indústria, devido ao poder de consumo do brasileiro.

A diretora executiva da ABRE, Luciana Pellegrino, mostrou dados do setor de embalagem e explicou como o crescimento é esperado baseado no mercado da inovação. “Cada vez mais a sociedade busca produtos em porções quando o assunto é alimentação, o que estimula muito a indústria de embalagens. Outro comportamento que tem alavancado o setor, é o aumento da procura pelos itens de nicho, como sem glúten, sem lactose e menos açúcar. São segmentos menores, mas que vão crescendo e gerando um volume significativo”, explica.

De acordo com Luciana, os movimentos do mercado estão mudando. A indústria tem buscado e entendido a tendência para se adequar á demanda. “O que nos trouxe até aqui não é o que vai nos levar ao futuro. A conveniência procura embalagens mais funcionais. Além disso, o consumidor quer evitar o desperdício, prezando pela sustentabilidade”, afirma.

O diretor do Derex da Fiesp (Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior), Thomaz Zanotto, chama a atenção para o fato de que o Acordo Mercosul-União Europeia é uma resolução que prevê a cooperação e o livre comércio entre os 28 países europeus e os quatro da América do Sul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai).

Zanotto explica, “o acordo tem como pilares as compras governamentais, aquisições de serviços e de bens industriais e agrícolas. Com mais comércio e investimentos, virá a troca de tecnologia. Será muito importante para a nossa indústria em geral, inclusiva, a de embalagens”.

Os dois blocos reúnem juntos cerca de 750 milhões de consumidores. Zanotto ainda explica que outros acordos estão em andamento, com Países como México, Canadá, Singapura, Coreia, Estados Unidos e Japão.

Denilson Torcate Lopes, especialista no Decomtec da Fiesp (Pesquisa e Estudos Econômicos do Departamento de Economia, Competitividade e Tecnologia), falou sobre o cenário econômico atual, e as projeções para os próximos anos. Já o diretor adjunto do Copagrem, Fábio Mortara, apresentou as novidades da campanha Two Sides, organização global, sem fins lucrativos, criada em 2008 por membros das indústrias de celulose, papel e comunicação impressa. A Two Sides promove a produção e o uso responsável da impressão e do papel, esclarecendo equívocos sobre os impactos ambientais da utilização desse recurso.

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A Covestro vende negócio de chapas de policarbonatos na Europa para otimizar seu portfólio

A Covestro obteve êxito na venda do seu negócio de chapas de policarbonatos na Europa para o Grupo Serafin, em Munique, na Alemanha. A venda inclui funções-chave administrativas e de vendas por toda Europa, como os sites de produção na Bélgica e na Itália.

O segmento gerou vendas de 130 milhões de euros em 2018. O Grupo Serafin manterá as operações com 250 funcionários em todas as localidades. A Covestro ainda continuará sendo a principal fornecedora de matérias-primas no futuro.

Com a venda do negócio, a Covestro segue o plano de otimização de seu portfólio. O desinvestimento dá seguimento às transações já concluídas na América do Norte e Índia, bem como a conversão do site de Guangzhou, na China para a produção de filmes especiais. A Covestra encerra assim, suas atividades no mercado de chapas de policarbonatos. 

O antigo negócio da Covestro irá operar sob o nome Exolon Group, e dentro do Grupo Serafin e Grupo Exolon será estabelecido como uma empresa independente de médio porte. O Grupo Exolon ainda irá trabalhar na produção e distribuição de chapas de alta ualidade, utilizadas em diversas indústrias e aplicações, como construção civil e iluminação. A Covestro e o Grupo Serafin concordaram em não divulgar detalhes da transação.

O Grupo Serafin investe em empresas com o objetivo de promover seu desenvolvimento a longo prazo. Com a aquisição do Grupo Exolon, as empresas do Grupo Serafin irão gerar receitas de mais de 900 milhões de euros.

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O setor de acrílico mostra-se sustentável no mercado recuperando por ano mais de 1200 toneladas no País

O setor de acrílicos ganha destaque com a prática de recuperação e reaproveitamento de sucatas, como as chapas ecológicas, produto final do reaproveitamento de sobras industriais. O acrílico não é descartado facilmente, e não se deve ser confundido com o plástico de uso único, que é descartável.

João Orlando Vian, consultor executivo do INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) ressalta, não se pode confundir o plástico de uso único com o acrílico, que é o material plástico que menos se descarta, principalmente por conta de sua valorização. "Só para ter uma ideia, o preço pago pelo mercado por um quilo de sucata de acrílico é de em média 1 dólar. E vale ressaltar que para se fazer um quilo de chapa ecológica é preciso dois quilos de sucata, já que processo envolve perdas durante refino", comenta.

A Sheet Cril, fica no interior de São Paulo, sendo hoje a maior recicladora de acrílico do País, sendo recicladas por ano, cerca de 800 toneladas de acrílico, resultando em cerca de 400 toneladas de chapas ecológicas. Considerando o País, que conta com nove empresas recicladoras de acrílico, de 100 a 120 toneladas de chapas acrílicas por mês são reaproveitadas. "Esse número pode variar bastante dependendo do mercado, mas, no geral, a maior dificuldade das empresas deste segmento é mesmo encontrar sucata. Não há sobra pra que você consiga atender uma maior demanda. Lembrando que a maior parte do material com que trabalhamos são sobras industriais", afirma Marcos Rodrigues, diretor da Sheet Cril.

No mercado de acrílico, as chapas recicladas vão para o mercado com um valor em torno de 20% mais baixo que as chapas originais, ao contrário do que acontece normalmente no mercado, onde os produtos ecológicos são mais caros que suas versões padrões. A preferência por chapas coloridas é maior entre os compradores de chapas ecológicas do que entre os compradores das virgens. No segmento ecológico as chapas coloridas movimentam 40% das vendas, e as chapas transparentes movimentam cerca de 20% das vendas.

As vantagens oferecidas pelas chapas ecológicas podem ser listadas por serem mais facilmente moldadas e com durabilidade similar da chapa virgem. "Temos testado aqui na empresa também, com bastante sucesso, a produção de luminosos e letras caixas feitas inteiramente em acrílico, sem fundo misto, que, graças à adição de um protetor solar podem ser usadas mesmo em ambientes externos”, explica o diretor da Sheet.

A Castcril, produtora de chapas acrílicas, desenvolveu uma chapa de acrílico ecológica que promete superar as ofertadas atualmente. "Desenvolvemos uma matéria-prima de alta qualidade, feita para atender especialmente grandes empresas. Nosso objetivo é quebrar o paradigma de que o acrílico reciclado deve ser aplicado apenas em projetos que visam redução de custo e baixa exigência de qualidade", explica William Oliveira, diretor da empresa.

O produto será lançado no início de 2020, e ainda segundo Oliveira, o baixo reaproveitamento de materiais plásticos no Brasil hoje se deve a falta de educação ambiental e de políticas públicas. Neste sentido, o acrílico é um plástico sem igual, 100% reciclável, mas vale lembrar que mesmo ele sofre com a falta de políticas públicas que incentivem o uso e a comercialização de materiais reciclados, reforça.

O acrílico é reciclado quimicamente e no processo, não é preciso que a matéria-prima nova seja adicionada á sucata para reciclagem. A reciclagem do acrílico não aceita mistura. Sendo realizada com a separação e limpeza da sucata de chapas que serão trituradas e fundidas.

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