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[Mulheres do Plástico]: Empoderando o mercado e fazendo acontecer

Conheça a história de mulheres que mudam o mercado do plástico e são inspiração!

Ao longo de 2020, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, nós do portal Plástico Virtual criamos um projeto focado em contar a história de 20 mulheres que estão inseridas no mercado do plástico, desde do chão de fábrica, até gestoras. Nosso foco, é buscar dar visibilidade, mostrando os pontos positivos delas, e provocando reflexão dentro do mercado.

Nosso CEO, Rodrigo Oliveira, acredita que é preciso sempre estar antenado e valorizar o profissional pela sua capacidade. “O mundo muda o tempo todo, por isso trabalhamos para levar, em primeira mão, pautas dinâmicas, relevantes e antenadas no que acontece hoje”, contou.

Empresas de grande nome no mercado, assim como associações como Abiplast, Simplás, Simperj e Simpesc, são algumas das confirmadas para o nosso projeto, contando com mulheres que fazem a diferença no mercado.

Quinzenalmente traremos a história de vida dessas profissionais, com foco em mostrar ao mercado, que a força feminina dentro da indústria tem impacto positivo. “A perspectiva feminina é diferente da masculina e essa pluralidade é o que faz com que uma empresa tenha mais chances de crescer”, comentou Rodrigo.

Presença feminina começou na indústria

As mulheres só começaram a estar inseridas no mercado de trabalho apenas com os acontecimentos das I e II Guerras Mundiais (1914 – 1918 e 1939 – 1945), pois precisaram assumir algumas funções que eram exercidas por homens, que foram enviados para o combate.

No Brasil, em 1932, elas puderam começar a votar e ter mais voz, mas ainda com muitas restrições. Só em 1988, com a promulgação da Constituição Federal, o público feminino ganhou espaço e proteção no mercado de trabalho, e foram conquistando seu espaço.

Em 1975 foi oficializado pela ONU (Organização da Nações Unidas) o Dia Internacional da Mulher (08 de março). O dia da mulher já era celebrado desde o início do século 20, com protestos de mulheres nas ruas, jornadas de manifestação pela igualdade de diretos civis e votos nos EUA.

Segundo dados do IBGE de 2012, a participação das mulheres no mercado de trabalho aumentou nos últimos seis anos, mesmo assim, as pesquisas revelam que as mulheres ainda recebem salários menores do que homens.

As pesquisas mostram que as mulheres recebem 20,5% a menos que homens, que elas ocupam menos de 40% dos cargos de lideranças, mesmo possuindo maior índice de ensino superior completo (23,5%), em relação aos homens (20,7%).

Dados da PNDA do IBGE estima que daqui dez anos 64,3% das mulheres em idade ativa (17 a 70 anos), estarão empregadas, ou buscando trabalho. Já a participação masculina, deve cair de 89,6%, para 82,7% nessas quatro décadas.

O relatório da OIT (Organização Internacional do Trabalho), afirma que o aumento da participação feminina no mercado de trabalho poderia expandir a economia do país em até R$ 382 milhões, além de gerar R$ 131 bilhões às receitas tributárias.

No mundo, perspectiva é mais igualitária

Nos dias atuais, a Islândia é o primeiro país do mundo a impor por lei a igualdade salarial entre homens e mulheres, a lei entrou em vigor em 2018. O estudo do IPEA, afirma que até 2030, a participação feminina no mercado de trabalho brasileiro, deve crescer mais que a masculina.

As mulheres possuem projetos de leis que prevê cotas em conselhos de empresas públicas e mistas e até dentro da política. Essas medidas, são controversas, pois ainda são poucas as representantes femininas nesses espaços e de certa forma, essas cotas demonstram certo tipo de preconceito em acreditar na capacidade dessas mulheres em competirem com homens igualmente.

Focando no mercado industrial do plástico, é possível notar que ainda falta muito para evoluir em relação a igualdade. O mercado precisa começar a investir na capacidade técnica da profissional que a mulher é, e mostrar que a mulher possui tanta capacidade e reconhecimento quanto o profissional masculino.

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