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Trabalho nos distribuidores e transformadores de resinas plásticos intensifica com o coronavírus

Diante da luta mundial contra a disseminação do coronavírus, o plástico tem se mostrado um importante aliado. A descartabilidade e higiene proporcionadas pelo material são imprescindíveis.

Laercio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), afirma que muitas empresas transformadoras desses produtos, revelaram ter altas na demanda. “Esse é um momento delicado para o mundo, em que todos estão assustados e recolhidos. Para garantir que não falte produto nos hospitais e gôndolas, nossos clientes, principalmente os maiores, têm trabalhado até mais. Para 70% deles, que trabalham com os segmentos de embalagens, de produtos hospitalares, de limpeza e higiene ou farmacêuticos, a demanda, cresceu em até 20%”, destaca Gonçalves.

Segundo o relatório divulgado pela Bloomberg NEF, o documento mostra as preocupações com a higiene dos alimentos devido ao COVID-19, devem aumentar o uso de embalagens plásticas. “Neste momento, sabemos da importância de nosso papel como distribuidores oficiais e estamos trabalhando para corresponder à demanda de nossos clientes e não deixar faltar produtos essenciais ao mercado”, disse o presidente da ADIRPLAST.

Entre as empresas ligadas à entidade, os associados estão atentos às principais oscilações do cenário. Para evitar a disseminação entre seus quadros de funcionários, a ordem é, quando possível, fazer home office. “Quando não, temos pedido para que se evite a aglomeração de pessoas nos escritórios e unidades e estimulamos frequentemente as boas práticas de higiene”, afirma Gonçalves.

Para o presidente da associação o novo coronavírus vai passar, e há outros dois fatores que preocupam mais. O primeiro é a limitação da produção por parte dos grandes players mundiais. “Isso tem feito com que estejamos passando por um momento de escassez de matérias-primas plásticas. A falta de matéria-prima, aliada a outros problemas alta do dólar, queda do preço do barril de petróleo e ao próprio desempenho da indústria, pode certamente promover não apenas uma maior oscilação dos preços das resinas, mas a instabilidade do negócio em si”.

Assim como o coronavírus, o atraso na aprovação, pelo governo, de uma reforma tributária que promove um equilíbrio fiscal maior no país é outro entrave, que os distribuidores de resinas esperam ver eliminado o mais rapidamente.

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