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Impressoras 3D reduzem custos de empresas

Apesar de ser benefício, preço dos equipamentos é entrave, pois podem chegar até 7 milhões

As impressoras 3D ainda não são eficientes para produzir frascos de perfumes em larga escala, entretanto, já proporcionam ganhos financeiros para a Natura. A fabricante de cosméticos, que começou a utilização dos equipamentos em 2017, produz 30 peças para as máquinas de sua linha de produção.

Nelas, são impressos componentes como pinça, garras, tampas de motores e peças de plástico, que posicionam os frascos a serem embalados na linha de montagem, por exemplo. A diretora industrial, Angela Pinhati, diz que existem casos em que, com a impressão 3D, a Natura gasta menos de um décimo do que desembolsaria ao importar uma peça.

“Isso permite reduzir estoques de peças, ser mais rápido. Em vez de esperar três ou quatro dias até o fornecedor enviar, resolvemos na hora”, relata Pinhati. Hoje a empresa mantém duas impressoras em um laboratório de inovação, inaugurado neste semestre, em sua fábrica na cidade de Cajamar (SP).

As empresas que vendem impressoras 3D para uso profissional apontam que, a demanda no Brasil começa a subir, mesmo com uma lenta retomada da economia. Rodrigo Krug, fundador da fabricante de impressoras Cliever, diz que a maioria das companhias brasileiras que adotam a tecnologia, a utiliza para testes de seus projetos.

A impressora 3D permite desenhar estruturas complexas e imprimi-las para testes, sem precisar investir na criação de moldes nos quais seria injetado plástico derretido para formar o protótipo. Para saber mais sobre as novidades da indústria, preencha o formulário abaixo e receba matérias segmentadas!

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