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Exportação de utensílios plásticos, programa de logística reversa e economia circular de embalagens

Os benefícios da exportação para empresas produtoras de utensílios plásticos  Dono de fábrica de utensílios plásticos para o lar, consegue impulsionar negócio após começar a exportação. E portanto coloca a empresa entre os 40% de empresas brasileiras de pequeno porte que exportam.  Sendo assim, o empresário Cristiano Garcia, encontrou efeitos positivos de sua exportação, como […]

Os benefícios da exportação para empresas produtoras de utensílios plásticos 

Dono de fábrica de utensílios plásticos para o lar, consegue impulsionar negócio após começar a exportação. E portanto coloca a empresa entre os 40% de empresas brasileiras de pequeno porte que exportam. 

Sendo assim, o empresário Cristiano Garcia, encontrou efeitos positivos de sua exportação, como compensar as oscilações do mercado, aumento de vendas, crescimento da produtividade, e diferenciação da concorrência. 

Garcia pontua que durante a pandemia, esse novo caminho que definiu para empresa, foi uma salvação para o negócio. 

A princípio ele começou a vender para Uruguai, em seguida Moçambique e Equador. No momento, Garcia exporta 10% da produção, sinal que sua produtividade sofreu impactos significativos e positivos. 

Um dos benefícios diretos da exportação de utensílios plásticos também é angariar novos clientes, dentro e fora do território brasileiro. Apresentar a compradores e concorrentes internacionais a qualidade dos produtos de plástico do Brasil. 

Dentre as qualificações de seus produtos plásticos, ele destaca que os diferenciais são: a resistência do produto e o fechamento perfeito dos potes de plástico. 

Isso tudo contribui para que a empresa brasileira se destaque da concorrência. 

Segundo o empresário, seu objetivo é exportar 20% da produção. 

Programa de logística reversa contribui para economia e educação 

A Natura se uniu à prefeitura de Cajamar para desenvolver uma ação voltada a iniciativas de logística reversa de materiais recicláveis. O programa Elo Verde consiste na troca de embalagens por produtos da empresa, e além de estimular a educação ambiental de alunos da rede pública da cidade. 

O propósito central do programa é motivar os alunos a disseminar a cultura de reciclagem em suas famílias e na comunidade. 

Desse modo, uma das ideias dessa parceria público-privada é contribuir para uma estruturação completa para reciclagem, e por isso, a Natura vai oferecer capacitação, transferir tecnologia e dar apoio técnico para os membros da administração de cooperativas de catadores. 

Sendo assim, a prefeitura será responsável pela administração dos estoques de produtos e pela elaboração do plano de trabalho junto a companhia. Enquanto a logística de retirada e manuseio dos materiais recicláveis ficará sob responsabilidade das cooperativas de catadores de Cajamar. 

A atualização do projeto revelou que 82,5% dos materiais da Natura já são reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, e revela a meta de chegar a 100% até 2030. Outro marco significativo da empresa, foi o uso de 10,5% de plástico reciclado pós-consumo. 

O programa de logística reversa da Natura começou há seis anos, possibilitando que mais de 50 toneladas de embalagens e materiais de apoio de plástico fossem reincorporados. 

Em 2022, a iniciativa foi gradativamente expandida para a Avon. No mesmo período, o número de cooperativas envolvidas quase dobrou, passando de 25 para 47, e a participação de catadores atingiu 2.039 pessoas.

O sucesso da logística reversa de embalagens de defensivos no Brasil

O Brasil é referência na destinação de embalagens vazias do setor agrícola, afinal, em 2022 alcançou a marca de 93% de destinação correta dos materiais. 

Desse modo, a utilização de um sistema que contribui com diretrizes específicas torna a logística reversa, e a economia circular, uma realidade efetiva no país. 

O sistema de logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas do Brasil é coordenado pelo inpPEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazia), criado em 2002, com o intuito de gerir esse sistema. 

A indústria de defensivos é responsável pela logística e destinação final dos materiais recebidos, muitos dos quais são reciclados e transformados em outros produtos, como em uma nova embalagens ou outro artefato de plásticos homologados. 

Para que a economia circular seja uma realidade no setor agrícola, existe uma cadeia cooperativa, iniciando pelas propriedades rurais que devolvem as embalagens e o processo começa. 

Além disso, estão presentes nesse processo os agricultores, os canais de revenda, as cooperativas, a indústria fabricante e o poder público; todos cooperando para uma economia circular e uma logística reversa eficaz. 

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