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Como o mercado de embalagens responde a Logística Reversa no mercado

SIMPERJ junto com o Firjan traz um guia completo de como aderir a sua empresa para a Logística Reversa no mercado

O SIMPERJ (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro) em parceria com o Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) desenvolveu um guia com orientação ás empresas associadas para o cumprimento da Lei Estadual 8.151/2018, com foco nos fabricantes de embalagens e de produtos embalados do Estado do Rio de Janeiro para a Logística Reversa.

A Logística Reversa é o conjunto de ações dedicadas a restituir produtos pós-consumo e seus resíduos ao setor empresarial para reaproveitamento ou outra destinação adequada. Em 2010, a Logística Reversa ganhou destaque, ao ser definida como um dos instrumentos da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos – Lei 12.305/2010).

Gladstone Santos Jr., presidente do SIMPERJ explica que, “devido a Política Nacional de Resíduos Sólidos – Lei 12.305/2010 ter recebido um reforço no estado do Rio de Janeiro com a publicação da Lei Estadual 8.151/2018 – que instituiu o sistema de Logística Reversa de embalagens e resíduos –, e em 2019 ter entrado em vigor a sua regulamentação, as indústrias precisam justificar a Logística Reversa de suas embalagens, que passam a ter novas obrigações. O guia na verdade, é um manual prático para facilitar a compreensão e o cumprimentos das novas exigências estaduais”.

O presidente destaca que as empresas se adequarem a Logística Reversa é muito importante devido ao futuro da relação comercial. “Garantir que as embalagens sejam melhor pensadas, desenhadas e desenvolvidas para garantir seu retorno e aproveitamento, é o primeiro passo. Nós do SIMPERJ apoiamos esse trabalho. As embalagens plásticas são mais leves, mais eficientes, consomem pouca água e possuem alternativas mais sustentáveis com emissão zero de CO2 com o plástico de fontes renováveis, além de serem 100% recicláveis”.

No Brasil, há dois modelos de comprovação da realização da Logística Reversa de embalagens. O primeiro é o investimento na cadeia de reciclagem, onde empresas que devem realizar a Logística Reversa, investem coletivamente na estruturação de cooperativas de catadores. Esta modalidade foi adotada na Fase 1 da Coalização Embalagens, um grupo de 14 organizações representativas do setor empresarial de embalagens.

O segundo modelo é a compra de créditos de reciclagem, onde uma certificadora independente reúne e sistematiza notas fiscais de venda de material reciclável por cooperativas de catadores para indústrias recicladoras. Cada nota fiscal é única e gera créditos de reciclagem compatíveis com o tipo de material. Esta modalidade é adotada no Termo de Compromisso para Logística Reversa do Estado de São Paulo.

Gladstone Santos Jr afirma que o plástico é a melhor alternativa para o plano de Logística Reversa de qualquer empresa. “Atualmente sofremos com a imagem do plástico poluidor, mas o plástico é atóxico, ele não polui. O plástico é descartado de forma incorreta, o que falta é a educação e a conscientização. Acreditamos que a PNRS, ajude a criar uma nova política de destinação correta de resíduos”.

O Rio de Janeiro traz como novidade, que as indústrias embaladoras de produtos, precisam divulgar no formulário eletrônico no site da Secretária de Meio Ambiente, as estratégias para garantir e promover a Logística Reversa de suas embalagens, e quais são as metas e acompanhar a execução do trabalho.

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