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A ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e o SINDIMAQ (Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas e Equipamentos) reuniu um ambiente que busca ajudar com medidas emergenciais para minimizar os efeitos do COVID-19.

As medidas anunciadas pelos Governos propõem ajuda com assistência aos vulneráveis, redução do teto de juros consignado, manutenção do emprego, prazo para reembolso a passagens aéreas, liquidez ao sistema bancário. Assim como o fechamento das fronteiras, aumento de prazos de dívidas, e demais serviços.

A moeda norte-americana avançou 1,50% e foi para R$5,20. O Bovespa, opera em baixa em razão dos efeitos do COVID-19, recuando 0,08%, aos 74.581, em comparação ao valor de ontem (30).

O combate ao coronavírus, fez o ministro da Justiça, Sergio Moro autorizar o uso da Força Nacional para ajudar as áreas mais afetadas. A medida, foi publicada em portaria hoje (31) e vale por 60 dias. Até o momento, as secretarias estaduais de saúde contabilizam 4.683 infectados em todos os estados.

Segundo Vitor Ortega, diretor de Business Development da SIMCO, o mercado estava aquecido e agora com o novo surto do coronavírus, deve esfriar nos próximos meses. “Aqui alguns funcionários já estão trabalhando em regime de home office. Acreditamos que será algo de bastante impacto na cadeia produtiva. Creio que a retomada para o Brasil, será um pouco diferente dos outros países, pois nós já estamos sofrendo econômica e produtivamente a bastante tempo”.

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Devido ao cenário atual, e muito discutido nos últimos dias, o coronavírus tem causado impactos no mercado e na indústria como um todo. O Bovespa subiu 0,46% estando com 73.766 pontos. A moeda norte-americana teve um aumento de 2,10%, sendo vendida a R$5,15.

Para o diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, a alta do dólar afeta a economia como um todo, e a indústria do plástico não fica imune. “Na importação o efeito é maior e mais perceptível, pois, o câmbio mais alto encarece o valor de máquinas, equipamentos, peças de reposição, componentes e matéria prima”, destaca.

Mendes diz que quanto à exportação, é um grande engano pensar que o valor do dólar em alta, fera mais reais ao exportador, pois nenhuma máquina brasileira é composta 100% de itens nacionais. “Mesmo a máquina sendo nacional, ela é composta por componentes elétricos, eletrônicos, hidráulicos e pneumáticos importados que chegam ao país com frete pago em dólar. Em relação ao transformador de plástico, a questão não se refere apenas aos insumos importados, mas também aos insumos nacionais”, explica.

Para ajudar no combate ao COVID-19 diversos setores da indústria buscam formas de ajudar, priorizando a fabricação de álcool em gel, ou doações em dinheiro ao SUS.

Até o momento do fechamento da reportagem, as secretarias estudais de saúde contabilizam 4.360 infectados em todos os estados. A Argentina em foco de combater a disseminação, prorrogou a quarentena obrigatória até 12 de abril. A China conseguiu desacelerar o avanço da pandemia em seu território.

Consequências no mercado industrial

Para a gerente nacional de vendas, da Pro-Color Elisangela Melo, o COVID-19 trouxe impactos como clientes com paradas de fábrica, solicitação de prorrogação de títulos, que impacta no fluxo do caixa, e cancelamento de pedidos justamente pelas paradas. “Desde o início do agravamento da pandemia, estamos buscando equilibrar as ações visando proteger nossos colaboradores e atender os nossos clientes da melhor forma possível”.

Elisangela ainda destaca “estamos cautelosos e preocupados com o cenário econômico e pressão de preços com o aumento de custos. Há falta de matérias-primas e muitas dúvidas. Nossa previsão é que em abril a situação se agrave, e maio não conseguimos prever. Também temos a preocupação com o crédito com o possível agravamento da situação financeira. As vendas devem ficar comprometidas e o impacto no planejamento do primeiro semestre será em ordem não prevista”, finaliza.

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O Sinplast (Sindicato das Indústrias do Material Plástico no Estado do RS) realizou um debate online nesta sexta-feira com o economista Cristiano Machado, para representantes das indústrias, com foco em discutir a gestão das empresas do plástico durante a pandemia do COVID-19.

Cristiano aborda que não é possível dizer sobre a expectativa do PIB, o mais provável é que seja próximo de 0%, devido aos acontecimentos. Mencionou questões importantes sobre uma possível nova onda de parada das indústrias entre maio e junho por conta do coronavírus. “Temos que estruturar a gestão da economia das indústrias, e evitar desligamento dos funcionários, pois isso pode ter uma consequência grande para a empresa”, afirma.

Para o economista é importante também, tomar cuidado com a questão de férias coletivas, e o foco é ter uma retomada das indústrias bem estruturada. “Os setores de alimentos e agrícolas, não irão sentir os impactos, ao contrário, pode ser que tenha um aumento no consumo de embalagens. Já os setores de bens duráveis, vão sentir mais os impactos, porém, não há informações sobre dados”, destaca.

Programas buscam ajudar a população contra o coronavírus

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), realizou hoje (27) também, uma coletiva de imprensa sobre as novidades para ajudar a combater o COVID-19. Em nota, a Fiocruz irá coordenar no brasil, um ensaio clínico de solidariedade, da OMS. A iniciativa, possui como objetivo investigar a eficácia de quatro tratamentos para a doença.

Até o momento do fechamento dessa reportagem, as secretarias estudais de Saúde contabilizam 3.027 infectados em todos os estados. O Governo apresentou, nesta sexta-feira (27), outra medida para amenizar os efeitos do coronavírus. O programa, anunciado pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, prevê um crédito emergencial para financeiras as folhas de pagamento de pequenas e médias empresas. Já a África do Sul, também deu início a um bloqueio de 21 dias a seus habitantes, para conter a expansão do COVID-19.

Para o diretor da Plastecno, Fernando Marcondes, até o momento a empresa não está sentindo os efeitos do coronavírus dentro da empresa, mas é um problema que surgirá. “Parte do nosso pessoal está trabalhando em home office, estamos evitando visitas externas de clientes e fornecedores. E acreditamos que vamos ter uma queda de 50% devido ao coronavírus”, explica.

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Estudante transforma casa de camarão em plástico biodegradável

Uma estudante de 17 anos, da Austrália, inventou um filme plástico biodegradável feito com cascas de camarão. A estudante usou a inspiração para criar um bioplástico que se degrada completamente em cerca de 33 dias em um aterro sanitário.

O material é flexível, durável, insolúvel e transparente, o que torna uma alternativa para embalagens plásticas comuns. A estudante afirma, que após a sua descoberta, recebe propostas de fabricantes e empresas interessadas.

Espaço PET recebeu mais de 6 mil garrafas plásticas

Lançado em novembro do ano passado, o “espaço PET”, criado pela FAAR (Fundação Amazonas de Alto Rendimento), arrecadou, em quatro meses, cerca de 6 mil garrafas de plástico. O montante representa menos lixo, além da reutilização do material, que será entregue a uma cooperativa que trabalha com reciclagem.

Bolsas feitas com plástico retirados dos oceanos

A etiqueta californiana Rothy’s aposta em nova linha de acessórios com a mesma tecnológica aplicada em sua produção de sapatos sustentáveis. Mais de 50 milhões de garrafas PET já foram reaproveitadas pela marca.

As sacolas são confeccionadas a partir de um processo exclusivo desenvolvido pela “brand” que evita desperdícios. Um fio contínuo é tramado até construir uma espécie de folha, depois os moldes são recortados e unidos. Toda a tecnologia possui materiais 100% reciclados.

Tampinha Legal pausa entregas por tempo indeterminado

O Tampinha Legal suspendeu as entregas de tampinhas plásticas arrecadas, para evitar a disseminação do coronavírus. Segundo a coordenadora do Instituto SustenPlást, Simara Souza, a decisão é necessária.

Simara explica “precisamos pausar as entregas de tampinhas plásticas a fim de atender as recomendações das autoridades. Pedimos que todos armazenem as tampinhas neste período”.

O vídeo de hoje não está sendo gravado nas instalações da empresa, pois, assim como muitos de vocês, o Portal encontra-se em regime de home office, contribuindo ativamente para a redução da propagação do vírus.

Surpreendentemente, o plástico, que anteriormente era considerado um grande vilão, tornou-se agora um elemento essencial na contenção da disseminação do COVID-19, ressurgindo com força total no mercado.

A realidade é que o plástico nunca foi o vilão em si; o problema sempre esteve na sua destinação e descarte inadequados. Unamo-nos para conscientizar amplamente sobre a importância do plástico no mercado. Inicie disseminando essa informação entre seus colaboradores e clientes, promovendo uma compreensão mais abrangente sobre o papel crucial que o plástico desempenha na atualidade.

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Dando sequência as atualizações, o Rio de Janeiro também deu início a quarenta e a indústria de transformação de plástico vem cumprindo as regras, segundo o Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para o COVID-19.

O presidente do Simperj (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro), Gladstone Santos Jr destaca que regionalmente, em casos especiais, algumas empresas estão funcionando para atender as demandas específicas. “A indústria de transformação de plástico, assisti a esta situação com preocupação, já que é parte integrante e importante da cadeia produtiva de muitos setores indispensáveis, como alimentício, limpeza e farmacêutico. Acreditamos que os supermercados, estarão em breve desabastecidos e a velocidades de recuperação será muito lenta,” afirma.

O Ministério da Saúde contabiliza 2.276 infectados, em todos os estados do Brasil. Os Estados Unidos, hoje (25), fecharam um acordo federal de U$2 trilhões, para aliviar as consequências do coronavírus sobre a economia do país. O pacote, deve auxiliar trabalhadores, empresas e sistema de saúde.

Segundo a BASF, a empresa continua focada no propósito de evitar a propagação do coronavírus, assegurando o bem-estar dos colaboradores, e dando continuidade aos negócios. “Neste momento, estamos avaliando possíveis impactos nos negócios na América do Sul e trabalhando com muito esforço, dentro das nossas possibilidades e limitações, para que nossos clientes estejam abastecidos. A empresa colocou seus funcionários em home office, limitação de viagens áreas e reuniões presenciais”.

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Dando sequência ao projeto Mulheres do Plástico, que visa contar histórias de presenças femininas no mercado, trazemos a história da María Cecilia García, gerente de integração de Poliamidas da BASF, formada em engenharia química pela Universidade de Córdoba, na Argentina.

María García conta que depois que se formou, mudou-se para Buenos Aires, onde começou a trabalhar na área técnica comercial de uma indústria de alimentos. “Cresci na empresa, até decidir buscas novas direções na indústria química. Passei por uma correta de commodities até chegar na BASF e desde então, estou no campo dos plásticos”.

Igualdade de gênero no mercado de trabalho: é possível?

Como sabemos, a maioria dos países enfrentam dificuldade em igualdade de gêneros no mercado de trabalho, e em questão salarial, sendo a Islândia o primeiro país a impor por regra a igualdade. “É um grande desafio que exige um trabalho de conscientização e ações importantes para alcançar a meta de igualdade no mercado. É necessário criar espaços para as mulheres, suscitar debates para evitar preconceito”, destaca María.

María é mãe de um bebê de nove meses, e destaca que engravidar não faz da mulher menos capaz. “Nem mesmo dois homens diferentes conseguem entregar os mesmos resultados atuando na mesma posição. O fato de estar grávida não é sinônimo de ineficiência.

Ainda quando voltou da licença maternidade, ganhou a possibilidade de retornar em uma posição de desafio transcendental. “A BASF me deu uma posição de integração de duas empresas com culturas diferentes, equipes com alto número de colaboradores e alta representatividade para o negócio de Materiais de Performance”.

María explica que na BASF em nenhum momento teve problemas em trabalhar em um ambiente majoritariamente masculino e que a empresa entende a diversidade como algo essencial para os negócios, contribuindo para a pluralidade. “No passado, tive um desafio maior em demonstrar que uma mulher pode realizar testes técnicos em uma planta de produção. Na BASF, percebo que as ações por meio do grupo de afinidade em busca da equidade de gênero “Women In Business”, trouxe essa discussão. Essa rede, formada por líderes de toda a América do Sul, tem o objetivo de propor políticas de apoio ao desenvolvimento”.

Incentivos a quebra de barreiras no mercado industrial

A BASF desenvolve ações e políticas para que o ambiente de trabalho seja cada dia mais igualitário. Em posições de liderança, a participação feminina já é de 29%, sendo que três mulheres integram o Comitê Executivo da BASF na América do Sul, sendo uma referência entre toda a corporação que sustenta meta global de 30% até 2030.

A principal barreira para a entrada das mulheres no mercado de trabalho ainda é o preconceito. Para María, é preciso driblar esse fator, e dar oportunidade às mulheres, nas mais diversas posições. “É interessante também que as empresas compartilhem, divulguem casos exitosos tanto de homens, quanto de mulheres em posições de liderança. No caso da BASF, foi implementado o “Painel Diverso”, uma prática que permite que seja feita uma avaliação neutra e que contemple e diversidade de visões.”

María apresenta que dentro da BASF há iniciativas para ampliar a equidade de gênero estão pesquisas internas, redefinição de processos para contratação de talentos, treinamentos e programas de desenvolvimento.

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Reciclar garrafas de plástico passa a dar descontos

O valor recebido pode ser utilizado em compras ou doado a uma instituição de solidariedade social. Em 23 superfícies comerciais de norte a sul do país, lançaram um projeto para recolher embalagens de plástico não reutilizáveis de bebidas, através de máquinas automáticas.

Os consumidores poderão depositar nas máquinas automáticas, embalagens de águas, sumos, refrigerantes ou bebidas alcoólicas, recebendo, em troca, talão de desconto por cada garrafa.

Adidas troca plástico por poliéster reciclável em todos os seus produtos

A Adidas tornou-se uma das marcas que pretende eliminar a utilização de resíduos de plástico através da inovação e parcerias. Os primeiros equipamentos foram testados nos Estados Unidos.

Foi em 2012 que a Adidas começou a inovar, com parceiros como a Parley for the Oceans, Stella McCartney e EEI (Estação Espacial Internacional). Em 2015, a Adidas lançou os primeiros sapatos feitos com material reciclado. Agora, a empresa anunciou, o lançamento de duas tecnologias que utilizam poliéster 100% reciclado. Primeblue e Premiarem.

Projeto de pet shop troca tampinhas de plástico por castração em BH

A “Castração Ecológica”, possui cinco meses, e já favoreceu mais de 20 animais abandonados, e com o valor arrecadado das tampinhas de plástico, vão para cooperativas de reciclagem, sendo revertidos para o pagamento das cirurgias.

O dólar, chegou a R$5,16 ontem, subindo 2,98%, comparado ao último valor de R%5,05. A FIESP (Federação das Indústria do Estado de São Paulo em uma conferência virtual, realizada na segunda-feira (16) com membros da economia do governo federal, aderiu medidas, como a redução nas taxas de juros, flexibilização da legislação trabalhista, antecipação de férias. A FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) criou na terça-feira (17) uma central de suporte à indústria para orientar as práticas para manter a produção. A FIESC sugere que as indústrias considerem planos como banco de horas, home office, redução de jornada.

A ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), realizadora da FEMEIC (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos), afirma em comunicado oficial, que seguindo as determinações do Ministério da Saúde, adiou o evento, que aconteceria de 05 a 09 de maio, em São Paulo.

O COVID-19 atualizou para 534 o número de infectados até o momento, em 17 estados e no DF, contabilizando 4 mortes. Procurando minimizar os efeitos da doença, o Ministério da Economia apresentou medidas para o país, gerando um impacto de R$147,3 bilhões nas contas públicas.

Para Ricardo Prado Santos, vice-presidente para América do Sul do Grupo Piovan, aparentemente todos os clientes entendem que a situação é passageira e ninguém suspendeu nenhum projeto. “Estamos receosos somente no ponto de vista de saúde dos nossos funcionários. Mesmo com a pandemia, ainda achamos que podemos alcançar os objetivos de crescimento para 2020. Tomamos as medidas básicas educacionais e organizacionais, com pequenos turnos de almoço com poucas pessoas espalhadas no refeitório e monitoramentos”.

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Em tempos em que o COVID-19 é transmitido através de contato, o plástico que era considerado um vilão, volta a ser um item de necessidade importante para afastar a propagação do vírus e mostra como se manter essencial em nossas vidas.

Estabelecimentos comerciais passam a adorar utensílios feito com o material para garantir a contenção do vírus. O Starbucks volta a usar copos descartáveis em suas cafeterias de todo o mundo, como forma de manter seus colaboradores e clientes seguros.

Hoje, mais importante do que banir os plásticos, é necessário conscientizar  as ações de uso na sociedade e de seu pós-consumo, levando informações e educação para a sociedade. Os plásticos possuem importância no mercado e na evolução do cotidiano, com luvas médicas, seringas, tubos, brinquedos, e mais uma infinidade de aplicações, salvando vidas e evitando o risco de contaminação.

Apenas uma semana depois da confirmação do primeiro caso do COVID-19 nos Estados Unidos, a Starbucks proibiu que seus clientes levem suas canecas de café reutilizáveis. A Coca-Cola, por exemplo, estabeleceu metas para reduzir as embalagens plásticas. A França proibiu o uso de plástico único desde 1º de janeiro. Inglaterra e Nova York, entraram na lista de cidades que proibiram também o plástico de uso único, assim como em São Paulo, onde o prefeito Bruno Covas, sancionou a Lei 17.261.

Em nota oficial, o presidente da ABIEF, Rogerio Mani se pronunciou sobre os impactos do COVID-19 e a volta do uso de plásticos. “E pensar que até pouco tempo o plástico e os itens single use, eram os principais vilões do mundo. De repente, tudo muda e o coronavírus deflagra uma crise ainda não conhecida no mundo moderno. E uma das formas de conter esta crise é justamente usando itens plásticos e single use. Ironia? Não. Eu diria que falta de informação e de conhecimento, foram os responsáveis por proibições incabíveis. Sem dúvida, o coronavírus merece toda a nossa atenção. Temos sim, que aderir às precauções estipuladas pelos órgãos de saúde, para minimizar possíveis danos para todos.

Mani ainda afirmou que “agir com responsabilidade é o pensamento do dia e das próximas semanas. Contudo, não podemos simplesmente parar de trabalhar, de produzir e de viver. Ou seja, o Brasil e o mundo não podem parar. Até porque, os brasileiros precisam da força da indústria para superar este momento e ter fôlego para continuar um ritmo de crescimento sustentável passada a crise mais aguda. Esta é a chance de provarmos a importância da indústria brasileiro do plástico no contexto local e internacional, mas talvez, precisemos repensar nossa forma de agir e de trabalhar. Este também me parece um momento propício para uma intersecção do mundo digital com o mundo real”.

E falando sobre a importância de defender e de utilizar o plástico de maneira correta, o nosso CEO Rodrigo Oliveira, traz questionamentos sobre a importância de defender a sua indústria neste vídeo.

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