Vando Tiburcio do Blog Papo Técnico compartilha neste artigo dicas sobre como seguir a carreira de técnico no setor de injetoras e como se destacar neste mundo da manutenção
Se você quer ser um técnico em manutenção de máquinas injetoras de plástico, neste artigo vou te passar o caminho das pedras para se dar bem nesse universo maravilhoso e desafiador das máquinas injetoras de plástico.
Alguns pontos que você precisa conhecer:
Elétrica/eletrônica
Como qualquer máquina, as máquinas injetoras de plástico têm um sistema eletro eletrônico, onde se destacam os CLP’s, relés diversos, sistemas de controle de temperatura, controle eletrônico de pressão e vazão do sistema hidráulico, inversores de frequência, servo bombas, entre outros, formam o sistema eletroeletrônico de uma máquina injetora.
A mecânica das máquinas injetoras têm algumas peculiaridades que precisam ser entendidas, sendo assim, o domínio dos conceitos mecânicos são primordiais ao técnico em manutenção de máquinas.
Hidráulica
No entanto, você jamais será um técnico de manutenção que o mercado precisa se não entender os conceitos de manutenção hidráulica industrial.
As injetoras contam, em sua maioria, com válvulas hidráulicas proporcionais e direcionais.
Percebeu? Você vai precisar entender uma máquina injetora de forma global para poder fazer a sua manutenção.
Todavia, isso não é tudo, tem também o processo produtivo. Sim, se você não souber ajustar uma máquina injetora, navegar entre suas diversas páginas, conhecer os tipos de materiais existentes, você não terá sucesso como técnico em manutenção.
Então, percebeu qual é a grande dificuldade dessas máquinas? Apenas dominando os conceitos citados acima e tendo tempo e vivência com o equipamento você vai se tornar um técnico desejado pelo mercado.
A importância dos cursos paraum técnico
Os cursos de aperfeiçoamento são muito importantes, procure o Senai da sua região, busque cursos como, por exemplo:
De preparador e regulador de máquinas injetora;
Segurança na operação de máquinas injetora;
Cursos de materiais empregados no processo produtivo.
O curso técnico em plásticos fornecido pelo Senai, é um diferencial enorme mesmo para quem atua na manutenção, pois, como citei anteriormente, conhecer a máquina e todo o processo produtivo, te colocará em uma posição muito acima dos seus concorrentes a vagas na indústria.
Além disso, conheça os principais fornecedores de máquinas e equipamentos, participe de feiras, congressos, treinamentos de fabricantes de máquinas.
Truques para se aprimorar ainda mais no setor de máquinas injetoras
Mas aqui vai o pulo do gato, que vai fazer com que você suba seu nível como profissional de manutenção de máquinas injetoras.
Faça amizade, procure fazer contato com técnicos experientes em manutenção.
Se cerque de pessoas que são referência neste ramo, leia, pesquise, busque por treinamentos.
Participe de grupos de técnicos. Isso foi o que serviu para mim e te garanto.
Como resultado, se você seguir estes passos e for um apaixonado por manutenção de máquinas injetoras como eu, tudo dará certo para você também.
Agora que você já sabe quais são os passos para se tornar um bom técnico em manutenção de máquinas injetoras, te digo que leva tempo.
Em média dois anos para que você possa se sentir seguro o suficiente para atuar com segurança na manutenção, elétrica, mecânica, eletrônica e principalmente hidráulica.
Dessa forma, para finalizar, deixo para vocês um conselho de quem passou pelo caminho das pedras para aprender e dominar a manutenção de máquinas injetoras: continue, tenha paciência e muita perseverança.
A cada problema solucionado você somará a sua experiência e acredite. Isso é maravilhoso.
Bem-vindo ao mundo da manutenção.
Sucesso!
*Artigo exclusivo de Vando Tiburcio Bulio, do Blog Papo Técnico, para o portal Plástico Virtual.
Além deste artigo, no portal Plástico Virtual você encontra diversos materiais feitos por especialistas no setor que podem te atualizar, auxiliar e guiar no mundo do plástico.
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A Toyota está vendendo, no Japão, o seu mais novo conceito de mobilidade urbana. O C+pod, um carro elétrico de plástico
Por ser uma ilha, o Japão tem um sério problema de densidade populacional. Os carros pequenos, fáceis de estacionar e manobrar, são os modelos mais vendidos do país. O tamanho, o motor e a bateria tornam o preço dos veículos elétricos ainda muito caro. Como resultado, a Toyota projetou o Toyota C + pod, o carro elétrico de plástico que já está disponível no Japão.
O carro elétrico de plástico, pod C + não é um produto novo, a Toyota o lançou há mais de um ano e, desde então, ele atendeu apenas clientes e empresas municipais.
Com a boa resposta, aliada ao mau estacionamento e circulação em algumas cidades, as vendas se iniciam ao público este ano.
Portanto, a empresa japonesa aposta em bons números de vendas nos próximos anos.
O funcionamento do carro elétrico de plástico
Para ter o mínimo de peso possível, o mini elétrico da Toyota tem todos os painéis externos de plástico.
Em suma, o Toyota C+pod é completamente elétrico. Ele se move graças a uma bateria de íons de lítio com capacidade de 9,06 kWh que alimenta um motor de torque de 12,5 cavalos de potência e motor elétrico traseiro de 56 Nm.
Segundo a folha de dados, estima-se que uma velocidade máxima de 60 quilômetros por hora. Todavia, grandes reações também não podem ser esperadas.
Mas o mais importante de tudo é a autonomia do carro elétrico de plástico, com 150 quilômetros sob o ciclo de homologação WLTP.
Inegavelmente, o design é muito charmoso e excêntrico. No entanto, apesar de seu tamanho pequeno, o espaço interior de dois lugares oferece conforto e segurança adequados.
O espaço de carga, portanto, é pequeno. Contudo, possui uma pequena mala localizada atrás dos bancos dianteiros para uso. Coisas essenciais da vida diária, algumas sacolas de compras e coisas do gênero.
A Toyota declara que não quer tirar o carro elétrico de plástico do Japão porque não acha que faz sentido em outros mercados. Todavia, a porta não foi fechada. Pode ser muito interessante, principalmente para preços de venda.
O carro “elétrico de plástico” está à venda no Japão por 1.650.000 Yen. Este valor, em conversão direta, representa R $83 mil. O valor é semelhante às versões mais completas dos mais vendidos Chevrolet Onix e Hyundai HB20.
Sobre a Toyota
A Marca tem crescido para se tornar uma das maiores e mais conhecidas empresas em todo o Mundo, de produção de automóveis. Por isso, vem inovando com o carro elétrico de plástico
Com mais de 340.000 colaboradores em fábricas nos 5 continentes, vende carros e camiões em mais de 160 países.
Ao longo da sua expansão, tem permanecido fiel à filosofia que está no coração da cultura institucional.
O objetivo é ajudar a construir uma sociedade mais próspera, com um negócio que valoriza o respeito e justiça e que cresce em harmonia com a comunidade global.
Além disso, o foco é melhorar a qualidade de vida das pessoas, utilizando as tecnologias mais avançadas para criar e produzir novos produtos e serviços.
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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias, dicas e curiosidades do mercado do plástico pelo mundo. Em suma, hoje você vai ver o desenvolvimentos do plástico feito de sobras de peixe, a empresa que está negociando o “Plástico Social” no Brasil e a reciclagem dos copos plásticos utilizados na corrida São Silvestre.
Pesquisadoras desenvolvem plástico feito de sobras de peixe
É difícil imaginar um mundo sem poliuretano (PU). Esse material está presente na fabricação de móveis, bolsas, sapatos, roupas, telhas e outra infinidade de objetos.
Porém, além do acúmulo de lixo plástico, ele é derivado do petróleo bruto e, no processo de sintetização, produz um alto nível de gases tóxicos.
Para enfrentar o problema, duas pesquisadoras da Universidade Memorial de Newfoundland, no Canadá, conseguiram produzir uma alternativa a partir de uma fonte curiosa: restos de peixes, que, de outra forma, acabariam no lixo e que podem se transformar em plástico feito de peixe.
A professora Francesca Kerton destaca que a pesquisa ainda está em fase inicial, mas diz que se for possível produzir o plástico à base de óleo de vísceras dos peixes, isso terá um impacto ambiental significativo.
As pesquisadoras desenvolveram um processo para converter o óleo de peixe em um polímero semelhante ao poliuretano.
Primeiro, elas adicionam oxigênio ao material para formar epóxidos, moléculas semelhantes às da resina epóxi.
Depois de reagir a esses compostos com dióxido de carbono, as cientistas ligaram as moléculas resultantes do processo com aminas contendo nitrogênio, com o objetivo de formar o novo material.
O método se descreveu em artigo científico em agosto do ano passado. Desde então, foi aprimorado. As aminas, por exemplo, trocaram-se por aminoácidos, simplificando o processo.
Empresa canadense negocia parcerias para uso do 'plástico social' no Brasil
De olho na economia verde e nos investimentos de impacto social, a canadense Plastic Bank - que atua na coleta de plásticos - prepara expansão no Brasil e negocia parcerias para o uso do chamado plástico social, feito a partir de material reciclado recolhido por pessoas em condições de vulnerabilidade.
Criada em 2013, a empresa chegou ao país há dois anos e escolheu o Rio de Janeiro como ponto de partida para os negócios.
Hoje, mantém 23 pontos de coleta, incluindo os de São Paulo e Espírito Santo. Dessa forma, para 2022, a meta é chegar a outras regiões, como Nordeste e Sul. Já há conversas no Ceará e no Rio Grande do Sul.
No entanto, a Plastic Bank une duas pontas. De um lado, identifica os coletores; de outro as empresas de reciclagem que vão comprar esse plástico e vendê-lo no mercado.
Todavia, a mediação entre a reciclagem e o consumidor final também passa pela canadense.
No exterior, gigantes como a americana SC Johnson e a alemã Henkel estão entre os clientes.
A Plastic Bank organiza as atividades dos coletores e o caminho do plástico até o usuário final dentro de um aplicativo próprio.
A plataforma permite que os coletores cadastrem a quantidade de plástico vendida e todo o caminho, da venda ao processador, é acompanhado em tempo real.
Do mesmo modo, a empresa mantém o serviço de compensação pelo uso do plástico, que funciona de forma similar ao mercado de carbono.
A canadense avalia a pegada de plástico das companhias, ou seja, quanto plástico elas usam e, com base no cálculo, retira quantidade equivalente do meio ambiente para que seja reciclado.
Assim, empresas podem se tornar “plástico neutro”.
São Silvestre reciclarácopos plásticos utilizados por participantes da Corrida
Os copos plásticos de água distribuídos a todos os participantes da 96ª Corrida Internacional de São Silvestre, na capital paulista, voltarão para a sociedade como caixas organizadoras.
Pelo segundo ano, uma parceria do Movimento Plástico Transforma com a Fundação Cásper Líbero e a Yescom, coletará as embalagens, que serão recicladas, transformadas e doadas para entidades públicas do estado de São Paulo.
Com a parceria, o resíduo coletado durante a prova será transportado até uma unidade de reciclagem, beneficiado com a retirada do lacre e transformado em matéria-prima, que dará origem a novos produtos.
Então, além de dar nova vida aos copos, a parceria viabilizará a doação desses produtos para muitas pessoas.
Como resultado, a previsão é que os copos recolhidos pela equipe se transformem em até 10 mil caixas organizadoras.
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O uso da inteligência e da inovação no desenvolvimento de projetos de injeção plástica gera maior custo-benefício para empresas
Assim como o mercado brasileiro em geral, a indústria de injeção plástica sofreu com a pandemia de covid-19 e a queda da economia.
Em suma, esse impacto tende a mudar alguns aspectos importantes para a retomada do crescimento da indústria do plástico e, consequentemente, da injeção plástica.
Segundo relatório da Flexible Plastic Packaging Market, que traz um apanhado de tendências para o setor no pós-pandemia, um dos primeiros pontos a mudar é a gestão das indústrias em relação à inovação.
Um dos motivadores para isso é a escassez de insumos no mercado. O que aumenta o valor da matéria-prima e também no custo geral para produção, principalmente levando em conta o momento de alta procura com a retomada do mercado.
É o que já se nota na indústria brasileira, com alguns setores até superando os números de produção que eram atingidos antes da pandemia de Covid-19.
No entanto, o setor plástico é um deles, com um crescimento de 7,9% acima do registrado no período pré-pandemia.
E um dos fatores para esse crescimento se dá também por uma necessidade de serviços mais ágeis e com entregas garantidas. Lacuna aberta por conta da dificuldade que o mercado chinês tem tido por não conseguir atender o mercado nacional de injeção e peças plásticas.
A sustentabilidade da indústria de injeção plástica
Contudo, outra tendência importante mencionada pela Flexible Plastic Packaging Market, e que já não é nenhuma novidade, é a sustentabilidade.
Por isso, a indústria está precisando se reinventar, procurando alternativas mais sustentáveis para produzir peças plásticas de excelente qualidade, mas que também acompanhem o movimento de consumo consciente.
Inovação e sustentabilidade, são de extrema importância para uma retomada consistente da indústria de injeção plástica.
Tudo isso, principalmente levando em conta que o mercado consumidor em geral está cada vez mais atento e exigente.
Diante dessa nova realidade, a indústria está indo em busca de empresas especializadas em solucionar problemas de produção de produtos injetados, como por exemplo, tamanho e complexidade de um projeto, design da peça, busca da matéria prima adequada, a funcionalidade do projeto, os moldes mais indicados e tudo mais que pode tornar a injeção mais eficiente, economia e sustentável.
As fases de um projeto de desenvolvimento de Produtos injetados
Design de Produto: nesta fase, o foco está na estética, ergonomia, funcionalidade e usabilidade da peça;
Engenharia de Produto: um conjunto de métodos e ferramentas que oferece todas as condições para projetar um produto da forma mais adequada possível;
Simulação de Injeção: aqui, o objetivo é testar o processo de produção e diagnosticar pontos de melhorias no projeto e no produto final.
Digitalização 3D: através de um Scanner 3D, é realizado a análise de um objeto físico, coletando dados sobre suas formas, que irão contribuir na construção de modelos digitais tridimensionais;
Projeto de Moldes: o projeto de um molde de injeção é essencial para a qualidade final do produto.
É possível prever e otimizar o processo de injeção plástica, melhorando todo o ciclo de injeção, extraindo peças prontas que não exijam etapas posteriores de acabamento.
Dessa forma, gerando mais eficiência na produção e consequentemente custos mais baixos por peça.
Prototipagem 3D: é uma ferramenta utilizada para o processo de desenvolvimento, teste e validação. Os benefícios são:
Visualização do produto em tamanho real;
Avaliações de engenharia;
Redução de tempo;
Análise do produto.
Molde Impresso: é uma tecnologia que revoluciona a forma de validar os projetos, permitindo uma produção de até 100 ciclos de injeção em poucas horas.
Então, oferece uma abordagem rápida para o processo de fabricação de moldes e permite produzir peças plásticas com a mesma qualidade de um molde convencional;
Molde de Injeção: a construção de ferramental para a produção seriada de peça plástica passa pela execução de um bom Projeto do Molde, avaliando mecanismos e soluções que reduzam os custos para a fabricação da ferramenta de injeção.
As oportunidades para a indústria de injeção plástica
Agora que já mostramos um pouco de todas as etapas de produção de produtos, é importante levar em conta que esses processos podem variar bastante. Principalmente porque cada projeto possui diferentes fatores, como tamanho de produção, complexidade da peça e, em meio a uma retomada de crise, o controle de gastos e investimentos.
O que podemos levar em conta, é que com estas tendências se confirmando e a indústria brasileira em plena retomada, se abre uma grande oportunidade para o setor de injeção plástica brasileira crescer ainda mais.
Em suma, com empresas que usam a inovação e entregam para o mercado as melhores soluções para viabilizar todo tipo de projetos.
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O Acer Aspire Vero National Geographic Edition é uma edição especial do Acer Aspire Vero que incorpora elementos de design evocativos do planeta Terra com foco na sustentabilidade
Cada compra do notebook National Geographic Edition apoia a National Geographic Society.
Este notebook voltado para sustentabilidade, apresenta 30% de plástico reciclado pós-consumo (PCR) em todo o seu chassi. 50% PCR em seus keycaps e foi projetado para ser facilmente atualizado/reparado.
A linha de produtos Vero faz parte da missão Earthion da Acer. Sendo uma plataforma criada para ajudar a enfrentar os desafios ambientais e impulsionar a indústria em uma direção mais verde.
A Acer anuncia o Aspire Vero National Geographic Edition, uma edição especial do notebook Acer Aspire Vero. Além disso, é uma manifestação do compromisso da empresa com um futuro mais sustentável.
Cada compra deste produto voltado para a sustentabilidade ajuda a apoiar a National Geographic Society. A princípio é uma organização sem fins lucrativos global, em seu trabalho para proteger nosso mundo por meio da exploração, pesquisa e educação.
James Lin, Gerente Geral de Notebooks e Negócios de Produtos de TI da Acer explica que a Acer tem tomado medidas nos últimos anos para reduzir sua pegada ecológica. A linha de produtos Vero, nascida de nossa plataforma Earthion, representa o mais recente desses esforços.
O gerente conta “Estamos satisfeitos com a recepção que o Aspire Vero recebeu dos usuários e a mídia, e esperamos que nossos esforços incentivem os parceiros e colegas da indústria a tomar medidas semelhantes em sua própria capacidade”.
Redução– Design de pegada mínima
O visual do Aspire Vero original é definido pela mistura de materiais usada em seu chassi. Que em suma, consiste em 30% de plástico reciclado pós-consumo (PCR) e foi cuidadosamente selecionado por seu equilíbrio entre durabilidade, rigidez e estética.
Pontos de pigmento amarelo contrastam com a superfície cinza texturizada para dar personalidade ao notebook, tudo sem a necessidade de qualquer pintura.
O Aspire Vero National Geographic Edition baseia-se neste design e conta uma história de uma forma que chama a atenção.
A princípio, os usuários notarão primeiro várias linhas diagonais em aproximadamente metade da tampa superior.
Além disso, um pedaço de um mapa topográfico, essas linhas dividem a superfície do dispositivo em terra e mar e aludem ao impacto do aquecimento global na elevação do nível do mar.
Então, abrir o notebook sustentável revela o portal da National Geographic, que foi impresso diretamente no canto inferior direito do teclado. Em impressão amarela na barra de espaço, está a mensagem “For Planet Earth” (Para o Planeta Terra).
Antes de tudo, como primeira impressão, o notebook sustentável Aspire Vero National Geographic Edition mostra que a vida útil da embalagem do computador não precisa terminar na entrega.
A embalagem interna do produto foi projetada para ser uma caixa multifuncional e pode ser totalmente reutilizada depois que os usuários configuram o dispositivo.
Contudo, a caixa em si tem características suficientes para caber na sala do usuário — talvez em cima de uma cômoda ou no canto de uma mesa — e sua partição interna pode ser dobrada em um suporte triangular para notebook.
Por fim, o design de embalagem inovador da Acer protege o dispositivo sem a necessidade de nada além de papel 85% reciclado.
Além disso, possui uma capa para notebook de 100% plástico reciclado industrial (PIR) e uma folha adicional de 100% plástico PIR que fica entre a tela do dispositivo e as teclas.
O Acer Aspire National Geographic Edition utiliza 30% de plástico PCR em todo o seu chassi. Dessa forma, economizando 21% nas emissões de carbono para a produção dessa peça.
30% de plástico PCR também é utilizado na moldura da tela do notebook e 50% em suas teclas. Assim, reduzindo ainda mais a área ocupada pelo computador.
Contudo, olhando para o outro lado da vida útil do produto, um esforço especial foi feito para simplificar o processo de fazer reparos e atualizações.
A tampa inferior vem com onze parafusos Phillips padrão. Dessa forma, revelando um conjunto bem organizado de componentes internos que permite aos usuários substituir facilmente a RAM e o SSD.
A linha Acer Earthion
A linha de produtos Vero nasceu sob Earthion, uma plataforma Acer que combina os pontos fortes da empresa, seus parceiros da cadeia de suprimentos, clientes e funcionários para ajudar a enfrentar os desafios ambientais com soluções inovadoras.
Os principais tópicos de enfoque da Earthion incluem, por exemplo:
Compromisso RE100 da Acer em atingir 100% do uso de energia renovável até 2035;
A busca por um design de produto mais ecológico;
Os esforços para reduzir a pegada de carbono da cadeia de suprimentos da Acer.
Sobre a Acer
Fundada em 1976, a taiwanesa Acer é uma empresa de tecnologia dedicada à concepção, venda e suporte de produtos inovadores que melhoram a vida das pessoas e as mantém atualizadas e conectadas.
Então, com cerca de 7 mil funcionários, a Acer engloba desde tecnologia ligada à Internet das Coisas para jogos à realidade virtual.
Com equipe dedicada à pesquisa, design, marketing, venda e suporte de produtos e soluções que quebram barreiras entre pessoas e tecnologia.
Dessa forma, a Acer está presente há 11 anos e encontra-se entre as líderes em faturamento e volume de vendas no varejo.
Atualmente, com sua linha atual de produtos focada em notebooks, monitores, projetores e acessórios para diversos tipos de uso, a Acer possui equipamentos com alta performance, design com conteúdo e recursos eficientes e inovadores para o gamer, designer, educadores, escritórios e uso doméstico.
Além do novo notebook sustentável da Acer, aqui no portal Plástico você encontra atualizações diárias sobre o setor do plástico e tudo que o envolve. Aproveite e leia também as cápsulas Power Nature, a nova aposta da Veja em redução de plástico virgem.
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O refil em cápsula concentrada da marca de produtos de limpeza Veja, permite a reutilização da embalagem original em até 25x
A marca de produtos de limpeza Veja, da fabricante Reckitt Hygiene Comercial, lança o refil Veja® Multiuso Power Nature, em formato de cápsula.
Segundo executivos da marca, a novidade faz parte do compromisso do grupo com a sustentabilidade. Possuem o objetivo de reduzir o uso de plástico virgem em 50% das embalagens dos seus produtos, até 2030.
Além disso, a empresa também vai incluir 25% de plástico reciclado em suas embalagens até 2025.
Fernando Gama, head de marketing de Veja, explica "O segmento de limpadores de superfície é um dos mais relevantes dentro do portfólio da Reckitt Hygiene Comercial. O lançamento de Veja Power Nature, um produto que tem a sustentabilidade em toda sua abordagem (ingredientes, embalagem, refil, comunicação etc.), é um dos primeiros a buscar liderar um movimento de produtos mais sustentáveis no setor".
Segundo o executivo, o modelo da cápsula de Veja Power Nature foi projetado exclusivamente para a marca Veja no Brasil. Sendo uma evolução de um sistema utilizado pelo Grupo Reckitt nos EUA na marca Lysol.
Na estratégia de divulgação há ainda um QRCode na embalagem, que leva o cliente para uma página de realidade aumentada.
Com isso, os consumidores podem entender como utilizar a cápsula em um vídeo informativo. Além disso, podem obter informações sobre o procedimento correto de descarte dos materiais.
Expectativas do novo Veja Multiuso Power Nature
A marca tem parceria com a EuReciclo, maior certificadora de logística reversa do país, para realizar a compensação ambiental de 100% do volume comercializado do novo Veja Multiuso cápsulas Power Nature, tanto o original quanto o refil.
Inicialmente, a compensação refere-se aos produtos comercializados no primeiro ano de lançamento.
Além disso, a expectativa é que Veja promova, por meio desta parceria, a reciclagem de, inicialmente, 34 toneladas de plástico e 15 toneladas de papel.
A empresa direciona para a reciclagem resíduos equivalentes aos seus, em peso e material, além de remunerar operadores de coleta e triagem pelo serviço prestado.
O mecanismo foi escolhido para equilibrar os impactos dos resíduos sólidos na natureza. Além disso, é capaz de incentivar a cadeia de reciclagem de materiais complexos, oferecendo sustentabilidade financeira para o setor.
Leia também a aposta da YVE em Cápsulas de faxina retornáveis e recicláveis.
A nova versão do Veja Multiuso Power Nature também tem a redução de espaço em transporte: 1 pallet completo de produto no formato cápsula é o equivalente a 13 pallets no formato spray-gatilho – uma redução de 92% no espaço físico e na cadeia de logística.
Os compromissos sustentáveis do novo produto
“A Cápsula Veja Multiuso Power Nature tem o compromisso de ser ainda mais transparente com os consumidores em relação aos ingredientes da formulação para que eles possam fazer escolhas conscientes para seus lares. Por isso os ingredientes da fórmula estão disponíveis e listados no rótulo, juntamente com a sua função”, diz Gama.
Ainda de acordo com o executivo, o novo produto superou as expectativas dos 93% dos consumidores que o utilizaram durante os testes.
A performance do produto é igual ao tradicional Veja Multiuso e pode ser utilizada em diversas superfícies e cômodos da casa como na sua versão original.
Em suma, o refil em cápsula Power Nature possui uma fórmula mais de 40 vezes concentrada, que quando diluída obtém o mesmo rendimento da versão regular.
Além disso, seu uso permite a reutilização da embalagem original em gatilho por até 25 vezes.
Dessa forma, a marca garante a diminuição do impacto ambiental em relação às embalagens.
Gama afirma "O Grupo Reckitt, do qual a Reckitt Hygiene Comercial faz parte, investe em pesquisas e inovação para reduzir cada vez mais o impacto ambiental de seus produtos, a exemplo de Veja. O refil em cápsula Power Nature permite a reutilização da embalagem original em até 25x, reduzindo 85% do plástico utilizado na embalagem e obtendo o mesmo rendimento. Além disso, sua fórmula é feita com ingredientes de limpeza de origem natural e é prontamente biodegradável. Sua embalagem possui plástico reutilizado e é 100% reciclável".
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Startup dedicada ao desenvolvimento do setor de logística reversa de embalagens faz novas parcerias com projetos voltados para reciclagem
A startup Central de Custódia fundou-se em agosto para atuar como uma verificadora independente de informações da cadeia de reciclagem de embalagens pós-consumo.
Em suma, ela tem o objetivo de conferir mais segurança, transparência e precisão sobre essas informações. Além de seguir ampliando sua presença no mercado de logística reversa.
Somente no mês de dezembro, a empresa tornou-se parceira do projeto "Dê a Mão para o Futuro – Reciclagem, Trabalho e Renda" e da startup Valora. Ambas igualmente se dedicam à reciclagem de resíduos sólidos como embalagens de aço, plástico e vidro, entre outros.
A Central de Custódia consolidará os dados que serão incluídos em sua plataforma por essas iniciativas como parte do acordo de parceria. No entanto, essa ação já é realizada com entidades como o Programa Recupera de Logística Reversa, Programa ViraSer e a startup Valora Recicláveis.
A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) criou o programa “Dê a Mão para o Futuro” em 2006. Hoje conta com a parceria da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados (ABIMAPI) e da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (ABIPLA).
Quem faz parte do projeto de logística reversa de embalagens?
São 191 empresas associadas, comprometidas com o objetivo de viabilizar a reciclagem de embalagens pós-consumo por meio da melhoria de toda a cadeia de logística reversa, da coleta à comercialização.
Portanto, essa iniciativa é capaz de reduzir o volume destinados aos aterros.
Somente entre 2013 e 2020, o Programa DAMF recuperou mais de 800.000 toneladas de massa. Esses dados o torna líder no setor, com atuação em 21 estados.
Além disso, o DAMF desenvolve ações destinadas a apoiar programas de geração de trabalho e renda. Dessa forma, promove a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida dos catadores de materiais recicláveis, abrangendo cerca de 150 cooperativas e mais de 6 mil trabalhadores.
Já o Instituto Muda atua desde 2009 com o objetivo de promover práticas sustentáveis nos condomínios residenciais da cidade de SP por meio da gestão de resíduos.
A empresa entende que materiais descartados são fonte potencial de matéria-prima para fabricação de outros produtos. Por isso, reaproveitá-los traz benefícios sociais, ambientais e econômicos para toda a sociedade.
Até o momento, o Instituto Muda já implementou e organizou a coleta seletiva em mais de 350 condomínios da capital paulista. Dessa maneira, sensibilizando e conscientizando mais de 170.000 moradores e 60.650 funcionárias e funcionários dos condomínios.
Atualmente, são destinados corretamente pela companhia mais de 350 toneladas mensais de materiais recicláveis às cooperativas. Essa já foi considerada uma das 20 práticas brasileiras referência em educação ambiental pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
A consolidação das parcerias
Para Fernando Bernardes, Diretor de Operações da Central de Custódia, a consolidação de parcerias entre entidades e um verificador independente mostra como o setor de logística reversa de embalagens está se desenvolvendo no Brasil, ainda que haja muito a avançar.
O diretor explica que hoje, há uma consciência muito mais clara de que esse segmento precisa que seus dados sejam precisos e confiáveis. Com esses dados, é possível que exista um cenário mais bem definido sobre o que o Brasil efetivamente recicla de embalagens.
“Por isso mesmo, sabemos também que ainda há muito trabalho a ser feito nesse sentido, pois o setor precisa organizar suas informações para isso, o que também irá beneficiá-lo para comprovar os esforços que tem feito para incentivar a economia circular e sustentabilidade, que é um fator muito importante para implementarem suas agendas de ESG e cumprirem com os requisitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos”, comenta.
O diretor finaliza dizendo que o ponto positivo do cenário atual é que a verificação independente desses dados vem sendo entendida como um fator muito importante nesse processo. Assim como podemos ver pelas parcerias que representam um total de cerca de 350 mil toneladas recicladas em sua base de dados, além das que estão prospectando.
Fernando acredita que em 2022 novas entidades irão atuar em conjunto com a startup e seguirão desenvolvendo o setor.
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Smart City Laguna oferece soluções sustentáveis pensadas para diminuir o impacto das mais de 200 famílias residentes na cidade
O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países que mais produzem lixo plástico, e recicla menos de 2% disso, segundo dados do Banco Mundial. Portanto, conheça a cidade inteligente criada nesse contexto.
Dessa forma, pensando em uma maior sustentabilidade, a construtora Planet Smart City oferece diretrizes pensadas para o máximo aproveitamento da reciclagem destes resíduos em seus bairros e cidades inteligentes.
Susanna Marchionni, CEO da Planet no Brasil, explica que as ações de reciclagem em funcionamento demandaram planejamento estratégico para envolver toda a comunidade.
Marchionni diz “Uma cidade inteligente deve investir em projetos de educação ambiental para que seus moradores consigam diminuir o impacto de suas ações no planeta, porque todos sabem da importância, mas nem sempre se esforçam o suficiente por não saber por onde começar. Ter bons exemplos ao nosso redor pode incentivar de forma correta futuras ações em prol da proteção, recuperação e do uso sustentável do nosso planeta”.
Na Smart City Laguna, por exemplo, disponibiliza-se uma ilha de coleta seletiva com lixeiras de cores diferentes indicando o descarte correto de itens como plástico, vidro, alumínio e papel.
Eventualmente, o lugar é frequentado por mais de 200 famílias residentes, onde cada uma faz a separação minuciosa do seu próprio lixo.
A compostagem da cidade inteligente
Contudo, para envolver a comunidade, a cidade também realiza outras ações como a compostagem comunitária.
Na compostagem os moradores podem descartar restos de verduras e legumes, cascas de frutas, borras de café e cascas de ovos. Dessa forma, após um período na composteira tornam-se adubo que utilizam na horta comunitária ou no jardim particular de cada família.
A CEO acredita que o sistema implantado colabora para que a comunidade esteja envolvida no cuidado com a limpeza da cidade. “O nosso incentivo é colhido em resultados. A nossa cidade é bem limpa e mesmo em áreas onde não existem muitas lixeiras, não se vê lixo no chão”, comenta Susanna.
Além disso, aulas para evitar o desperdício de alimentos também são ministradas para a comunidade no espaço “alimentação smart”, onde os moradores aprendem como utilizar os alimentos em sua totalidade por meio da promoção de hábitos alimentares adequados.
Sobre a empresa
A empresa proptech Planet Smart City projeta e constrói cidades e bairros inteligentes inclusivos, que fornecem mais do que apenas residências.
Portanto, com presença global no mercado imobiliário a preços acessíveis, tanto em mercados emergentes quanto nos desenvolvidos, a Planet melhora a qualidade de vida de seus moradores, aplicando sua experiência em integração de soluções inteligentes, tecnologias digitais, serviços e inovação social.
Seus bairros inteligentes, sustentáveis e socialmente inclusivos são apoiados pelos serviços do Planet App, uma plataforma digital própria que permite que os moradores interajam entre si e com o bairro ao seu redor.
O grupo fundado em 2015 pelos especialistas imobiliários italianos Giovanni Savio e Susanna Marchionni é líder global em Cidades Inteligentes Inclusivas, e tem sede em Londres, com escritórios na Itália, Brasil, Reino Unido e Índia.
A Planet está executando um ambicioso plano de expansão, que inclui o lançamento de 30 projetos no mundo até 2023.
A proposta única da Planet se tornou realidade no Brasil, onde estão sendo construídos projetos horizontais:
Ceará - Smart City Laguna
Rio Grande do Norte - Smart City Natal
Ceará - Smart City Aquiraz
E verticais na cidade de São Paulo, com mais de 2.500 apartamentos com o parceiro local InLoop com a marca Viva!Smart.
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Artigo por Maria Albuquerque, CEO da Synergia Socioambiental traz como a indústria do plástico, como agente de impacto climático, deve estar atenta à necessidade de inovação e de disrupção no ESG
As mudanças climáticas ganham, a cada ano, a atenção de mais setores da economia e, principalmente, da sociedade. Digo principalmente porque quando uma pauta dessa envergadura passa a fazer parte das demandas da sociedade civil é porque as empresas já estão no olho do furacão há mais tempo. Veremos a relação do plástico e ESG.
Com a realização da COP-26, em novembro de 2021, e sua grande articulação em termos de divulgação, o tema das mudanças climáticas imbricou-se às decisões que vão afetar muitos negócios, especialmente àqueles em que acordos direcionam para o fim da utilização de derivados de petróleo e, por consequência, do plástico.
Por mais que, dia após dia, os materiais plásticos se mostrem indispensáveis à sociedade que vivemos, é inegável que sua cadeia produtiva tenha que arcar hoje com décadas de descaso em relação aos impactos ambientais gerados pelo descarte irresponsável.
Como o ESG atinge a indústria do plástico
No entanto, a indústria do plástico recebeu o aviso de cobrança dessa conta há pelo menos uma década.
Nesses tempos, em que as ações voltadas à promoção da sustentabilidade são valorizadas, a indústria do plástico pode se favorecer de sua vocação natural, já que os conceitos de ESG (Environmental, Social and Governance) estão intrinsecamente ligados à natureza de seu negócio.
Contudo, o ESG direciona as práticas de toda a cadeia de produção dessa que é uma das principais indústrias para a economia nacional.
Iniciativas de minimização de impactos e de geração de valor socioambiental implantadas por empresas desse segmento visam garantir a sustentabilidade social e ambiental. Em suma, os resultados devem ser mensuráveis e monitoráveis, em contextos abertos à aprendizagem e transparência, principalmente no âmbito do plástico e ESG.
Essa é a realidade da indústria do plástico que, como agente de impacto climático, sofre imensa pressão para a adoção de tecnologias de reparação ambiental. Dessa forma, deve estar atenta à necessidade de inovação e de disrupção.
Além disso, mais do que muitas outras indústrias de transformação, a indústria do plástico deve se voltar necessariamente ao tema de geração de resíduos, que gira em torno de seu negócio, destacando-se entre quaisquer outros.
Ações diferenciadas do setor
Sobre isso, considero de extrema relevância dois pontos de atenção que trarão diferencial competitivo para a indústria do plástico e ESG: a economia circular e a logística reversa.
A economia circular associa o desenvolvimento econômico a um melhor uso de recursos naturais, por meio da menor dependência de matéria-prima virgem, priorizando insumos mais duráveis, recicláveis e renováveis.
Todavia, essa ação faz com que a indústria do plástico repense sua forma de desenhar, produzir e comercializar produtos para garantir o uso e a recuperação inteligente dos recursos naturais.
Já a logística reversa, foi instituída no Brasil em 2010 pelo PNRS (Plano Nacional de Resíduos Sólidos). Mas ainda embrionária em sua implementação, depende de altos investimentos, porém não é mais uma questão de necessidade e, sim, de urgência.
O plástico e a sustentabilidade
Só para citar um exemplo, a coleta de embalagens PET ainda é basicamente realizada e paga pelas administrações públicas.
A iniciativa privada precisa se envolver na logística reversa para que os resíduos plásticos passem de problema a solução.
Afinal, com o ESG um resíduo plástico que volta para a economia na forma de novos produtos torna-se o amálgama de uma verdadeira cadeia de valor.
Não podemos esquecer que de 6 bilhões de toneladas de plástico produzidas em todo o mundo, nem 10% foi reciclado.
Esse dado nos dá o famoso copo meio cheio ou meio vazio.
Está meio vazio quando demonstra a falta de preparo da indústria. Além da falta de conhecimento do consumidor em relação aos conceitos da logística reversa, reuso e reciclagem.
E está meio cheio quando olhamos para as inovações tecnológicas que surgem em todos os cantos do planeta para solucionar esse problema.
Como o plástico deve ser visto na era do ESG
A indústria do plástico não pode ter sua imagem colada à da vilã, tampouco da salvadora da economia.
Ela pode e deve ser uma jogadora de valor estratégico. Sendo capaz de jogar em muitas posições e fazer a diferença no uso de recursos como água e energia.
Também na descarbonização em seus processos de produção e transporte, sem esquecer, claro, de manter atenção especial em sua cadeia de suprimentos.
Educando fornecedores para a temática do plástico e ESG. Engajando seus públicos de interesse em questões de direitos humanos, de diversidade e equidade de gênero, entre tantas outras urgências que a sociedade atual demanda.
Artigo de Maria Albuquerque, CEO da Synergia Socioambiental, para o portal Plástico Virtual.
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O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) avançou em dezembro de 2021 e interrompeu uma sequência de três quedas
Portanto, a alta interrompe uma sequência de três fortes quedas, quando o índice de confiança do empresário industrial recuou 7,2 pontos.
Esse índice varia entre 0 e 100, tendo uma linha de corte em 50 pontos. No entanto, dados acima de 50 indicam confiança e abaixo falta de confiança.
Como resultado, foram entrevistadas 1.471 empresas entre 1º e 7 de dezembro.
O indicador está acima da média histórica de 54,1 pontos. No entanto, na comparação com dezembro do ano passado há um recuo. O ICEI caiu de 63,1 para 56,7.
Em suma, essa queda revela que o índice de confiança está menos disseminada e intensa do que no final de 2020.
Existe justificativa para essa queda no índice de confiança?
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que a diferença é justificável.
No fim do ano passado, a indústria estava bastante aquecida, após uma rápida recuperação no que se considerava uma superação definitiva da crise de covid-19 e com a falsa percepção de que o problema de insumos seria contornado facilmente no primeiro semestre do ano seguinte.
Azevedo explica “Nada disso aconteceu e, no mês seguinte, vimos a confiança cair. Mas também temos que admitir que a confiança sobe no fim do ano, pela esperança de que o ano novo será melhor”.
No índice de confiança atual, é igualmente importante observar os componentes do ICEI. Dessa forma, a confiança é formada pelo Indicador das Condições Atuais e o Indicador de Expectativas para os próximos seis meses.
Para o momento, o índice de confiança na economia brasileira está em 45,3 pontos, abaixo da linha divisória, e na empresa, 52,4 pontos. Na média, a percepção sobre as condições atuais ficou em 50 pontos.
A percepção para os próximos seis meses é bem diferente. O indicador para a economia está em 55,3 pontos e para a empresa, 62,5.
A média ficou em 60,1. A leitura desse dado mostra que o otimismo para o próximo semestre está mais forte e disseminado.
Principal voz do setor no Brasil, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) desempenha um papel importante para o desenvolvimento do país.
Isso porque a entidade coordena o Sistema Indústria, que oferece serviços gratuitos na área de educação, formação profissional e pesquisas.
A CNI é a principal representante da indústria brasileira na defesa e na promoção de políticas públicas que favoreçam o empreendedorismo e a produção industrial, num setor que reúne mais de 476 mil indústrias no país.
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