Confira neste conteúdo exclusivo da TalkPlast para o portal Plástico Virtual como o composto TR pode ser indispensável para certas aplicações
*Por Junior Facin
Seja muito bem-vindo ao canal da TalkPlast eu me chamo Junior Facin e é uma enorme satisfação ter você conosco aqui. Este é um conteúdo exclusivo em parceria com o portal Plástico Virtual, somos parceiros e ao menos uma vez por mês nós fazemos um conteúdo exclusivo, hoje abordaremos o composto TR.
Se você não conhece, entre para dar uma olhada, vale muito a pena.
Então, hoje vamos falar sobre composto TR. O TR é um elastômero termoplástico, muitas pessoas têm me perguntado a respeito do TR.
Em resumo, ele é muito versátil, serve para muitas aplicações. Por isso, eu tenho até uma fita aqui, que é feita de TR para mostrar a elasticidade que o TR tem.
As aplicações do TR
https://youtu.be/GGlU6XXVYR0
Muitas solas de sapatênis, por exemplo, que tem na maioria dos solados esportivos, são feitas de TR e tem uma resistência a abrasão e uma elasticidade muito grande.
Ele é um tripolímero em bloco, composto por três cadeias:
Estireno;
Butadieno;
Rstireno.
Então é chamado SBS.
O composto TR pode ser formulado, então você pega a resina base do SBS, e faz as misturas com estireno, plastificantes, cargas, aditivos, formulando o TR.
Então ele é muito versátil e pode ser feito de muitas durezas, existe muita aplicabilidade para o TR.
Você pode ter durezas bem baixas e purezas mais altas. Como eu falei, tem muitas aplicações, como por exemplo: área médica, linha de pet shop tem muito produto com composto TR por conta das características.
Quando você compara um material como o PVC, percebe que o toque do composto TR em borracha é muito diferenciado com relação ao PVC. Ele tem um toque diferente e uma série de características químicas e físicas muito maiores, estou dando só um comparativo porque são materiais semelhantes em algumas aplicações.
Valores médios do composto TR atualmente
No entanto, o composto TR hoje está custando hoje na faixa de 4 a 7 dólares, dependendo da aplicação, esse preço é de 18 ICMS.
É um material de muito fácil acesso, afinal, você consegue comprar de muitos tipos de processos.
Então se você não conhece, o composto TR é mais um produto que você passa a conhecer.
Se você precisar de alguma ficha técnica, mais orientação, ajuda, para fabricar moldes ou qualquer informação eu posso te auxiliar nisso.
Esse foi mais um vídeo da TalkPlast para a Plástico Virtual.
Aproveitando gostaria de convidar você a conhecer os planos do portal Plástico Virtual, se tem um canal do mercado plástico que conecta as pessoas como a TalkPlast é a Plástico Virtual.
Dá uma olhada lá, você vai achar produtos, fornecedores, tudo o que você precisa está lá no portal, é muito bacana o trabalho que o pessoal tem feito.
Este foi mais um conteúdo exclusivo e até o próximo vídeo, um grande abraço.
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O volume total distribuído pelos associados ADIRPLAST, incluindo todos os produtos comercializados pelas empresas, atingiu 234.22 toneladas em 2021
2021 foi uma continuação do que os empresários sentiram em 2020. A dificuldade para obtenção de matérias primas e os aumentos da inflação e dos custos dos fretes são só alguns fatores que complicaram a vida dos empresários brasileiros. Entre as empresas associadas à ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) os números refletem os percalços do último ano.
O volume de vendas dos associados ADIRPLAST no ano de 2021
O volume de venda total dos associados foi de 234,22 toneladas em 2021, enquanto o total em 2020 alcançou 438.392. Isso representa uma queda de 46,57% nas vendas.
O presidente da entidade, Laercio Gonçalves, revela “No último ano tivemos uma alta da inflação de 10%, falta de energia - não só no Brasil como no mundo, muitas causadas por desastres naturais - e um dólar alto que dificultou muito não só para os associados ADIRPLAST, mas para empresários de diferentes setores”.
Ainda segundo Gonçalves, a retomada, mesmo que modesta, da economia nos últimos meses evitou uma queda maior. “Fatores positivos, como o aumento do Produto Interno Bruto (PIB), que ficou na casa de 4,5%, foram sentidos também pelo nosso mercado”.
Assim, para 2022, Gonçalves acredita que no balanço geral deste ano seguirá essa tendência de retomada gradual dos mercados globais e brasileiro, embora ainda haja muitos desafios a serem superados.
O presidente explica que "especialistas afirmam que teremos o crescimento de 1,5% do PIB. Além disso, o setor de embalagens prevê estabilidade com pequeno crescimento comparado a 2021. Já a oferta de resinas deverá estar um pouco acima comparada a 2021, inclusive com as oportunidades e demandas por resinas recicladas, PCRs e Biopolímeros. Ao todo, o setor de plástico deve crescer 5% esse ano”.
O otimismo moderado da ADIRPLAST é explicado devido à retomada gradual dos mercados, mas há alguns riscos possíveis para 2022. “A demanda por energia ainda é alta no mundo e as matérias-primas não vão ter seus preços reduzidos. Além disso, as 20 maiores economias do mundo têm apresentado altos índices de inflação. No Brasil, com eleições e copa do mundo à vista, o cenário estará mais claro apenas no segundo semestre”.
Laercio ainda reforça que é preciso lembrar que não voltamos aos patamares pré-pandemia do consumo global. “Nós da ADIRPLAST estamos otimistas, claro que com um otimismo moderado, mas confiantes que dias melhores virão”.
A entidade
A ADIRPLAST tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados, bem como a integração do setor de:
Varejo de resinas plásticas;
Filmes biorientados;
Plásticos de engenharia;
Masterbatches e compostos.
Em suma, seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos.
A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, estreitar o relacionamento com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.
Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$4,5 bilhões em 2020.
Em síntese, elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.
Credenciadas pelos fabricantes, no entanto, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e crédito.
Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.
Para atendê-los, a entidade emprega cerca de 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.
Para maiores informações mantenha-se ligado ao portal Plástico Virtual, atualizações sobre os associados ADIRPLAST e todo o setor de plástico.
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A aliança vai permitir a intervenção em 15 bacias hidrográficas à volta do mundo até ao final de 2022
Os rios carregam a maior parte dos resíduos que se acumulam nos mares e oceanos de todo o mundo. Há já alguns anos, a organização holandesa sem fins lucrativos The Ocean Cleanup tem tentado impedir a poluição com plástico, interceptando os resíduos que correm pelos rios antes de chegarem ao mar. Agora, The Ocean Cleanup e Coca-Cola se juntam.
A organização faz-no principalmente com uma solução inovadora: a máquina Interceptor, um grande catamarã adaptado para remover até 100.000 quilos de lixo por dia.
Além disso, faz-se 100% ecológico (movido a energia solar) e retém o plástico de forma autônoma.
As metas da parceria Coca-Cola e Ocean Cleanup
Agora, a The Coca-Cola Company fez uma parceria com a The Ocean Cleanup. Com o objetivo de ajudar a acelerar a implantação destes sistemas de limpeza em 15 rios à volta do mundo até ao final de 2022.
Além disso, as primeiras intervenções estabelecerão a base para avançar em direção ao objetivo da ONG holandesa. No entanto, ela deve estender a sua tecnologia disruptiva a 1.000 dos rios mais poluentes do planeta até 2025.
Esta aliança, que combina o alcance e a influência global da Coca-Cola com a tecnologia e soluções inovadoras da The Ocean Cleanup, também tem outro objetivo claro: envolver e mobilizar a indústria e o público para combater a poluição com plástico que coloca em perigo os ecossistemas marinhos e a própria saúde humana.
O fundador e CEO da organização, Boyan Slat diz que a missão da The Ocean Cleanup é livrar os oceanos do plástico. Com 1.000 rios a despejar quase 80% do plástico nos oceanos, é um problema que está a crescer, por isso procuram sempre acelerar o progresso.
A contribuição das companhias
Slat conta “Entre os resíduos que recolhemos com os nossos sistemas de limpeza encontramos muitas garrafas de plástico, incluindo da Coca-Cola. Aplaudimo-los por serem os primeiros no setor a juntarem-se à nossa missão, como parte de sua estratégia global de causar um impacto positivo na redução da poluição de plástico em todo o mundo. A nossa intenção é aproveitar as lições dessa aliança, que tem potencial para evoluir no futuro e continuar a crescer rapidamente. Eu considero que esta é uma boa notícia para os nossos oceanos”.
A principal contribuição da Coca-Cola será tentar fazer com que as comunidades locais aceitem a implantação do Interceptor. Além de colocá-las em funcionamento mais rápido do que a ONG poderia conseguir sozinha, bem como agregar novos parceiros ao projeto e atrair investimentos.
Também irá concentrar-se em alavancar as relações com os players locais e da indústria para garantir que os resíduos plásticos recolhidos sejam processados e reciclados de acordo com os princípios da economia circular.
No entanto, sempre que possível, o plástico PET recolhido se utilizará para fabricar novas garrafas.
Uma aliança enquadrada na estratégia global "Um mundo sem desperdício"
James Presidente e CEO da The Coca-Cola Company conta “Como uma empresa global, estamos a trabalhar para garantir que todo o material que usamos nas nossas embalagens seja recolhido e reciclado, para que nada acabe como lixo. Apoiamos os equipamentos e tecnologia da The Ocean Cleanup que trabalham para proteger os ecossistemas, os oceanos e nossos cursos de água".
The Coca-Cola Company está a realizar uma série de ações para abordar o problema do lixo marinho através de Um Mundo sem Resíduos.
A estratégia global em matéria de embalagens, na qual se compromete a reciclar o equivalente a 100% das latas e garrafas que comercializa até 2030. Tudo isso, embora na Europa Ocidental essa meta tenha sido avançada para 2025.
O plano também considera como eixos fundamentais reduzir substancialmente o uso de matéria-prima virgemna produção de embalagens, que estas sejam 100% recicláveis e trabalhem com os setores público e privado, bem como com sociedade civil, para alcançar um ambiente saudável e sem resíduos.
Nesse sentido, a Coca-Cola investe continuamente em eco inovação para uma maior sustentabilidade das suas embalagens. Recentemente estabeleceu a meta de usar menos 20% de plástico virgem de combustíveis fósseis até 2025, dependendo do crescimento do negócio.
Trabalho entre Coca-Cola e Ocean Cleanup para um impacto real
Eliminar o plástico dos oceanos não requer apenas retirar o que já está presente neles, mas também "fechar a torneira", nas palavras do fundador da The Ocean Cleanup. Dessa forma, evitando que novos resíduos cheguem aos mares dos rios.
Ao combinar a sua tecnologia de limpeza do oceano com o modelo Interceptor, The Ocean Cleanup tenta oferecer soluções em ambos os lados da equação.
Este barco solar autónomo foi apresentado em Roterdão (Holanda) em 2019. Dessa forma é a primeira solução escalável para remover o plástico das bacias hidrográficas antes dele poluir os mares, e é capaz de operar nos sítios mais poluentes do mundo.
Como parte dessa aliança com a Coca-Cola, já existem duas máquinas Interceptor™ instaladas: uma em Santo Domingo (República Dominicana) e outra em Can Tho (Vietname).
Estas máquinas são amarradas aos leitos dos rios e usam as correntes para prender os detritos que flutuam na superfície; depois direcionam o lixo para uma correia transportadora que o leva a seis grandes contentores.
Brian Smith, presidente e diretor de operações da The Coca-Cola Company, conta que a Ocean Cleanup tem uma visão clara e tecnologias comprovadas para apoiar o seu objetivo de libertar os oceanos do plástico. “Na Coca-Cola, temos equipas no terreno que irão apoiar a implantação do novo Interceptor™ em rios de todo o mundo, bem como o processamento e a reciclagem de resíduos recolhidos. Trabalhando juntos, acreditamos que podemos ter um impacto real."
O exemplo de Mares Circulares em Espanha e Portugal
A nível local, a Coca-Cola em Espanha e em Portugal também trabalha para acabar com a poluição marinhacom uma perspetiva abrangente através do projeto Mares Circulares.
Um projeto em rede que visa não só a limpeza de costas, áreas protegidas e fundos marinhos, mas também a sensibilização e formação da população para a reciclagem e promoção da economia circular.
Lançado em 2018, conseguiu recolher 1.157 toneladas de resíduos de ambientes aquáticos e fundos marinhos da Península Ibérica em três edições, formar e educar 54.727 pessoas e apoiar 9 estudos científicos e 3 start-ups que apresentam soluções para o problema da poluição marinha.
Conquistas que não teriam sido possíveis sem o entusiasmo e esforço das mais de 600 entidades públicas e privadas participantes.
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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias, dicas e curiosidades do mercado do plástico pelo mundo. Em suma, hoje você vai acompanhar o novo sistema de IA que classifica e separa 12 tipos de plásticos, o acordo para transformar plásticos do oceano em polímeros circulares e as embalagens de plástico biodegradável e comestível.
Sistema de IA consegue classificar e separar 12 tipos de plástico
Para facilitar o processo de reciclagem, um grupo de investigadores recorreu à tecnologia e desenvolveu um sistema de Inteligência Artificial (IA). O sistema é capaz de classificar e separar 12 tipos de plástico.
O grupo de investigadores da Aarhus University demonstra, pela primeira vez, um sistema de IA que pode se utilizar para diferenciar uma vasta gama de plásticos, tendo em consideração a sua composição química. Se aplicado à escala industrial, poderá aumentar a sua taxa de reciclagem.
A câmara desenvolvida pelos investigadores do departamento de engenharia biológica e química, permite diferenciar 12 tipos de plásticos diferentes. A maioria destes são de uso doméstico.
Concretamente, o sistema separa os plásticos com base na sua composição química, abrindo novas oportunidades para a sua reciclagem.
Isto, porque, contrariamente ao que é possível para já, essa separação tem em conta a composição química mais pura.
Sabic e HHI fazem acordo para transformar plásticos do oceano em polímeros circulares
A SABIC, uma das líderes globais na indústria química, e a HHI, empresa de reciclagem de plástico com sede na Malásia, anunciaram uma nova colaboração pioneira para criar os primeiros polímeros circulares e certificados, produzidos por meio da reciclagem avançada de plástico (misturado e usado) recuperado do oceano.
Em suma, os poliolefinas circulares de plástico encontradas no mar, se usarão pelos clientes da SABIC para anunciar novos produtos nos próximos meses.
Eles fazem parte de um novo portfólio de soluções circulares da SABIC, o TRUCIRCL.
Como resultado, além de ajudar a proteger os oceanos e vias fluviais, a coleção de plásticos oceânicos ajuda a criar valor para as comunidades locais, aumentando a demanda por plástico reciclado em toda a indústria.
O material é recuperado de cursos d’água de alimentação oceânica e áreas interiores em um raio de 50 quilômetros do oceano por parceiros da HHI, principalmente na Malásia.
O material recuperado se encaminha para a HHI, que transforma o plástico usado em óleo de pirólise por meio de uma reciclagem avançada.
O óleo de pirólise é então usado pela SABIC em seu processo de produção como uma alternativa aos materiais fósseis tradicionais para fazer novos polímeros circulares certificados.
O material foi certificado pela Zero Plastic Oceans. A HHI é a primeira companhia a receber esta certificação, confirmando que os materiais que recicla se qualificam como provenientes do oceano.
A startup britância Notpla está desenvolvendo um novo plástico sustentável, feito de algas marinhas, que o torna não só biodegradável como comestível.
Os produtos até então testados pela empresa incluem sacolas, película aderente e embalagens de delivery.
Em todos, o revestimento à base de plástico foi substituído pelo de algas.
As sacolas da startup, denominadas Ooho, já foram testadas em eventos esportivos, como, por exemplo, a Maratona de Londres, onde foram oferecidos aos corredores contendo bebidas energéticas.
Outros subprodutos decorrentes deste processo de testagem incluem fibras de papel de algas, que de acordo com o site Design Taxi, necessitam de menos 30% de polpa de celulose do que o papel normal.
Além disso, podem ser utilizadas na produção de, entre outros, caixas e envelopes.
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As novas instalações por Ambev e Triciclo-Ambipar se dão em locais de fácil acesso ao público e de movimentação grande, em prol da sustentabilidade
Já imaginou se embalagens recicláveis que seriam descartadas pudessem ser revertidas em recarga de vale transporte e celular pré-pago, bônus na fatura de energia elétrica ou desconto em livrarias? A Ambev e a Triciclo, vinculada ao Grupo Ambipar, instalaram 10 máquinas na cidade de São Paulo, conhecidas como Retorna Machine.
As máquinas são para o depósito de embalagens pós-consumo, a partir de um programa de fidelidade e recompensa.
Portanto, para participar, é necessário criar uma conta digital Triciclo, de maneira gratuita, pelo site ou pelo aplicativo Triciclo (iOS e Android).
Logo após, basta depositar as embalagens na máquina para começar a pontuar e receber tricoins, os pontos de troca dos benefícios.
Em suma, a Retorna Machine recolhe todos os tipos de materiais recicláveis como plástico, vidro, alumínio, aço e embalagens longa vida.
As máquinas Retorna Machine encontram-se nos terminais metropolitanos Jabaquara, Diadema, Piraporinha, São Bernardo do Campo, bem como São Mateus e Santo André Oeste, no Corredor ABD, gerenciado pela EMTU.
Por fim, também na estação República da Linha 4-Amarela de metrô, operada pela ViaQuatro, e em postos de combustível da Rede Duque, localizados nos seguintes endereços: Av. Juscelino Kubitscheck, 909; Av. Hélio Pellegrino, 1.701; e Av. Pedroso de Morais, 2.741.
Sobre a Ambev, participante do projeto Retorna Machine:
Unir as pessoas por um mundo melhor. Esse é o propósito da Ambev, empresa brasileira, com sede em São Paulo, e presente em 18 países.
Eventualmente, no Brasil, são mais de 30 mil pessoas que dividem a mesma paixão por produzir cerveja com tecnologia de ponta.
Na Ambev, a cultura dá liberdade para testar novas ideias e, dessa forma, cada vez mais, tem exercitado a inovação.
Assim como apostam também em processos de cocriação, convidando outras empresas a se juntarem em busca de um objetivo comum.
Do mesmo modo, possuem parcerias com um ecossistema com mais de 500 startups para gerar oportunidades e realizar melhorias na vida das pessoas.
Além disso, contam com o hub de tecnologia Ambev Tech presente em home office.
A Ambev é uma empresa inovadora e, dessa forma, possui o consumidor no centro das decisões e iniciativas.
No entanto, somente nos últimos cinco anos, investiram R$17,5 bilhões no país e deixaram um legado além dos investimentos com a ampla plataforma de sustentabilidade socioambiental.
Sobre a Triciclo:
A Triciclo atua no mercado desde 2.016, com a missão de criar e operar soluções para o desenvolvimento sustentável.
O Ambipar a adquiriu em 2021, e hoje a Triciclo é a operadora dos Projetos Retorna Machine, Recicla Pharma e Deixaki, todos vinculados ao Programa de Fidelidade Triciclo.
Nesse programa, suas embalagens, medicamentos e recicláveis valem tricoins (pontos) que podem ser trocados por benefícios, como bônus de energia elétrica, recarga de vale transporte, desconto em livraria, crédito em telefonia e muito mais.
Todo o material coletado é tratado pela própria Triciclo para envio às cooperativas e empresas recicladoras, e, em 5 anos de operação, já coletou mais de 25 milhões de embalagens, gerando fonte de renda, matéria prima e trabalho.
Ambipar, mais uma apoiadora do projeto de embalagens
Com escritório administrativo em São Paulo e matriz em Nova Odessa –SP, a Ambipar é uma multinacional brasileira, com presença em 18 países da América do Sul, Europa, África, América do Norte e Antártida.
Formada pela Ambipar Environment e Ambipar Response, dois segmentos de referência no mercado de gestão ambiental, tem em seu DNA o comprometimento com as questões sustentáveis, trabalhando os Pilares ESG dentro de seus negócios e apoiando seus clientes.
Leia também Logística reversa: o impacto da produção no meio ambiente. Esteja por dentro de tudo o que acontece no setor aqui no portal Plástico Virtual, com conteúdos diários e de relevância.
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Segundo IBGE, indicador tem recuo de 0,2% em novembro, resultado abaixo das projeções do mercado
A produção industrial brasileira recuou 0,2% em novembro de 2021, na comparação com outubro, informou o IBGE neste mês (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Portanto, é a sexta queda consecutiva do indicador.
No entanto, o resultado é mais um sinal da fragilidade da economia no quarto trimestre do ano passado.
A produção industrial está 4,3% abaixo do patamar pré-pandemia. Dessa forma, o recuo em novembro ficou abaixo do esperado pelo mercado.
Como resultado, analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam avanço de 0,1%.
Produção industrial
O IBGE também informou que, em relação a novembro de 2020, a produção das fábricas recuou 4,4%. Nesse recorte, as estimativas de analistas sinalizavam retração de 4,1%.
André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE, afirma “Quando olhamos para o ano anterior, os resultados ao longo de 2021 são quase sempre positivos, pois a base de comparação é baixa, já que no início da pandemia a indústria chegou a interromper suas atividades, com o ano de 2020 fechando com um recuo de 4,5%. Porém, analisando mês a mês, observamos que, das 11 informações de 2021, nove foram negativas. Ou seja, o setor industrial ainda sente muitas dificuldades, se encontrando atualmente 4,3% abaixo do patamar de produção em que estava em fevereiro de 2020”.
Até novembro, a produção industrial acumulou alta de 4,7% no ano passado. Em 12 meses, houve crescimento de 5%.
As taxas, contudo, já foram maiores durante a pandemia. Mesmo com o processo de reabertura da economia, após restrições maiores para frear a Covid-19, a produção industrial passou a emitir sinais de fragilidade no país.
O quadro de escassez de insumos
Portanto, a escassez de insumos ainda é apontada como um problema que atinge parte das fábricas e a produção industrial. O ramo automotivo está entre os mais afetados pela situação.
Em suma, a falta de componentes é associada à pandemia, que desalinhou cadeias produtivas globais e afetou a produção industrial.
Para complicar o quadro, a escassez vem acompanhada pelo aumento de preços.
Em novembro de 2021, a inflação da indústria foi de 1,31%, de acordo com o IPP (Índice de Preços ao Produtor).
No entanto, o IBGE também calculou o índice. Em 12 meses, a disparada do IPP foi de 28,86%.
O indicador mede a variação dos preços na porta de entrada das fábricas, mas sem o efeito de impostos e fretes.
Entre os segmentos, a negativa mais expressiva é dos produtos de borracha e de material plástico (-4,8%), que perderam toda a expansão acumulada (3,5%) nos meses de setembro e outubro, e metalurgia (-3%), que registrou a terceira queda consecutiva.
Outras atividades que também prejudicaram o índice foram os:
Produtos de metal (-2,7%);
Bebidas (-2,2%);
Produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,6%);
Perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-4,5%);
Produtos diversos (-4,5%).
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Além de se informar sobre a produção industrial no Brasil, aproveite e leia também o artigo do presidente da CNI, Robson Andrade, que destaca como a reforma da tributação do consumo é crucial para aprimorar a competitividade.
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Interromper o uso de plástico provavelmente seria prejudicial para o bem-estar humano e ambiental
Estudo iniciado em 2013 pelo Laboratório de Sistemas Avançados de Gestão de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra que, na primeira década deste século, o uso de componentes feitos de plástico na frota brasileira de automóveis evitou a emissão de 126,5 milhões de toneladas de CO2eq. Sendo o plástico a opção mais sustentável.
Além disso, o relatório científico ambiental aponta outras vantagens do plástico em relação a materiais alternativos.
O relatório Plastics and Sustainability, de outubro de 2021, publicado pelo cientista ambiental e diretor do instituto canadense Fraser Institute, Kenneth P. Green, traz uma perspectiva diferente para a discussão sobre sustentabilidade e o mundo que será deixado para as futuras gerações.
Ele sugere que avaliar a sustentabilidade dos plásticos requer uma perspectiva abrangente, holística e histórica. Bem como a consideração dos impactos ambientais, econômicos e sociais da ampliação do uso de materiais alternativos em detrimento do plástico.
Avaliações científicas sobre o ciclo de vida do plástico e de materiais alternativos, como o vidro e o alumínio, por exemplo, indicam que o plástico apresenta uma pegada de carbono menor, tornando-o a opção mais sustentável em diversas aplicações.
De acordo com o Google, produzir alumínio é uma das atividades que mais demandam energia e mais poluem o planeta. Gerando 175 milhões de toneladas de resíduos tóxicos e emitindo cerca 861 milhões de toneladas de CO2 todos os anos.
Já o plástico é leve, resistente, requer pouca matéria-prima para sua produção, contribui para a redução do desperdício de alimentos.
Sendo este, uma das principais causas da intensificação do efeito estufa, responsável por 8% a 10% das emissões totais, conforme relatório da ONU. Além de ser amplamente reciclável, seja mecânica ou quimicamente.
Desafios para o futuro sobre o plástico como opção mais sustentável
Como resultado, Kenneth aponta que implementar políticas de restrição ao uso de plástico, como bani-lo ou substituí-lo por outros materiais geraria impactos negativos ao meio ambiente e ao avanço da sociedade.
Porque, ainda que seja um material novo na humanidade e tenha uma curta história na fabricação de bens de consumo, o plástico se tornou essencial para sustentar sociedades prósperas e tecnológicas.
Kenneth defende “Sugestões para interromper o uso de plástico provavelmente seriam prejudiciais para o bem-estar humano e ambiental”.
Por outro lado, a análise reconhece que os processos de reciclagem ainda são economicamente ineficientes.
Um dos motivos pelos quais os índices de reciclagem plástica em todo o mundo estão abaixo do necessário.
No entanto, afirma que a recuperação completa dos monômeros plásticos através da reciclagem, faria com que a sociedade se aproximasse dos desejados conceitos atuais de sustentabilidade ambiental.
Este, conclui Kenneth, é um dos principais desafios para um futuro de desenvolvimento econômico e social em harmonia com o meio ambiente: recuperar o valor perdido no processo de reciclagem do plástico.
Além do plástico como a opção mais sustentável No portal Plástico Virtual você também pode acompanhar Logística reversa: o impacto da produção no meio ambiente, e muitas outras notícias da indústria do plástico. Fique por dentro de tudo o que acontece no setor!
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Pesquisa da Aberje aponta que Governança Corporativa é o fator ESG mais importante para as organizações participantes
A pauta ESG vem, cada vez mais, ganhando força nos mercados financeiros em todo o globo. Não foi diferente no Brasil.
Com o intuito de explorar as múltiplas interfaces dos três pilares com a comunicação das organizações e as complexas interações entre os diversos agentes envolvidos no tema, a Aberje realizou a pesquisa “ESG e sua Comunicação nas Organizações no Brasil”.
ESG e sua Comunicação nas Organizações no Brasil
Fundamentada a partir do tema do ano da Aberje “Comunicação e o Capital Ético”, a pesquisa “ESG e sua Comunicação nas Organizações no Brasil”, então realizada no fim de 2021, com a participação de 79 grandes empresas localizadas no estado de São Paulo, buscou identificar as ações de ESG dentro das agendas das organizações e o que vem sendo feito para a comunicação sobre ESG. O estudo conta com o patrocínio da Arcos Dorados.
Em resumo, o tema ESG está presente como prioridade na maioria (95%) das agendas corporativas das organizações participantes da pesquisa, sendo:
Entre as três principais prioridades em 38% delas;
Entre as cinco principais prioridades em 35% delas;
Como prioridade máxima em 22% delas.
Portanto, Carlos Ramello, da Aberje, pontua “Isso é traduzido em programas, 91% das empresas possuem programas voltados à questão de sustentabilidade dentro dos pilares ESG e as que não tem estão trabalhando a sua implantação”.
De acordo com o estudo, os principais objetivos para se trabalhar os fatores ESG são o de causar impacto positivo tangível para a sociedade. Declarado por 62% dos respondentes e alinhar-se aos objetivos, missão e valores da organização (61%).
Desse modo, outros objetivos que também podem ser destacados são: atender as expectativas dos clientes/consumidores e atender as expectativas dos investidores.
No entanto, entre as principais barreiras/obstáculos para a implementação de projetos de ESG estão a limitação de fundos para sua implementação (35%).
Governança Corporativa é o fator ESG mais importante
A pesquisa da Aberje aponta que a governança é o fator ESG que os comunicadores avaliam como o mais relevante atualmente para as empresas.
Mas como comunicar as políticas internas de governança para fora?
Quanto à meta prioritária para melhorar suas práticas de governança corporativa, as empresas entendem que em primeiro lugar está reduzir os riscos do negócio; em segundo, melhorar a reputação da organização e em terceiro, assegurar o cumprimento da legislação (compliance).
Na visão de Rozália Del Gáudio, diretora de Comunicação e Sustentabilidade da Localiza, a governança robusta leva à tomada de decisões mais adequadas.
A diretora explica “Comunicar a governança é um grande desafio. Penso que é contar com transparência como a empresa funciona, mostrar como é composto o conselho, quais são as políticas e diretrizes, como são feitas as tomadas de decisão na organização”.
“Essa comunicação deve conversar com os diferentes perfis. Uma base importante é começar dentro de casa, mostrar quais são as formas de agir aceitas dentro da organização, muitas vezes para além do compliance, estabelecendo o elo entre a questão de governança e cultura e qual a forma correta de agir para gerar esse impacto positivo e a mobilidade inteligente. Acredito que uma chave importante passa pelo engajamento com o público interno e depois entender que diferentes públicos têm necessidades de informação diferentes sobre governança”, completa.
No entanto, Rogério Louro, diretor de Comunicação Corporativa e PR da Nissan, analisa que cada empresa, evoluindo e trabalhando melhor a sua governança, automaticamente conecta as outras empresas de sua cadeia.
Louro complementa “Através de uma operação mais consciente, dentro do compliance com todas as regras. Se a preocupação é evidente e uma só para todas as empresas, todas acabam convergindo, então a governança também serve para alinhar as empresas”.
Diversidade e inclusão
Enquanto ao tema Diversidade & Inclusão, a pesquisa aponta que 83% das organizações têm programa de D&I.
Do mesmo modo, na SulAmérica, o tema é uma das pautas mais importantes e que faz parte da estratégia da companhia.
Quem conta é Thaís Arruda, da SulAmérica Seguros “Temos um programa que envolve a empresa inteira, um time multidisciplinar com pessoas de todas as áreas da companhia que discutem diversos assuntos para entendermos como podemos atuar melhor, como podemos acolher melhor essas pessoas que entram para a empresa. Ainda temos um longo caminho a percorrer e estamos dispostos a isso”.
Impacto Ambiental
Em sua maioria, as empresas têm programas para a redução do impacto ambiental, como por exemplo:
Minimização e reciclagem de resíduos (92%);
Uso e conservação da água (86%);
Conservação de energia (84%)
Outros.
A maioria das organizações respondentes (68%) participam do Pacto Global da ONU, como signatária, participante, membro ou patrono temático.
Contudo, a maioria delas (63%), já utiliza os ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para definir suas metas de desempenho corporativo.
As campanhas internas são a forma que as organizações estão utilizando ou pretendem utilizar os ODS.
Métricas relacionadas ao ESG
Os dashboards de avaliação e de medição são fundamentais para medir a reputação e a sustentabilidade de uma empresa.
Dessa forma, a métrica relacionada ao ESG mais utilizada pelas empresas é a redução nas emissões de gases de efeito estufa.
Em suma, são utilizadas ainda:
As mudanças na eficiência energética da organização (39%);
O uso geral da água (30%);
A medição do progresso em relação aos ODS (28%);
Resultados de pesquisas de marca e reputação (27%).
As métricas relacionadas ao ESG são utilizadas, principalmente, na comunicação do desempenho sustentável aos clientes e à sociedade.
15% das empresas participantes não utilizam métricas relacionadas ao ESG.
No entanto, a diretora de comunicação da Divisão Brasil da Arcos Dorados, Mariana Scalzo enfatiza “O que não é medido não é levado à sério. A gente não chega em nenhum lugar se não soubermos para onde estamos indo”.
Para Rogério Louro, trata-se de um tema complexo e difícil ainda e ao mesmo tempo. “Existem algumas opções externas que podem te dar uma base. Mas eu consigo determinar algumas métricas internas e acompanhar essa evolução, cruzando os dados que você tem hoje com dados que você quer ter daqui a algum tempo, com padronização. Mais importante do que divulgar para fora é a realidade, é conseguir melhorar e evoluir em todos os aspectos, os rankings vêm naturalmente”.
Reconhecida por sua governança robusta, a Localiza vem acelerando a sua agenda social e ambiental principalmente nos últimos anos.
Rozália conta que, de 2017 para cá, começou uma estruturação mais bem desenhada das ações envolvendo iniciativas ambientais, sociais e de governança e que a empresa se tornou signatária do Pacto Global da ONU.
Rozália explica “A empresa vem organizando seus projetos relacionados às energias renováveis, emissão de gases do efeito estufa e vem incorporando iniciativas com projetos transversais na companhia. Este ano atualizamos a nossa matriz de mobilidade e a partir de discussões sobre a importância desse tema para o negócio e para o futuro da companhia atualizamos o nosso propósito corporativo: ‘Com você construindo o futuro da mobilidade sustentável’”.
Do mesmo modo, na Nissan, o tema também tem sido acelerado nos últimos anos. Desde a matriz e muitos pilares são trabalhados em nível global, seguindo estrutura própria com processos bem alinhados.
Quem conta é Rogério Louro, “Hoje, a Nissan na América do Sul trabalha a questão da Diversidade & Inclusão e outros temas sociais como uma região, respeitando especificidades e características locais. A tendência é não haver mais grupos de afinidades e sim um único grupo juntando todos. Na questão de Meio Ambiente, temos o Nissan Green Program que lida com questões climáticas, escassez de água, qualidade do ar e a redução no consumo de recursos naturais. Sendo uma empresa de mobilidade, atuamos fortemente na área de veículos 100% elétricos e hoje impulsionamos a inovação de produtos e serviços para enriquecer a vida das pessoas rumo a uma mobilidade inteligente”.
Os principais benefícios
A SulAmérica Seguros atua com ESG há mais de dez anos e também é signatária do Pacto Global e dos princípios dos investimentos responsáveis e dos princípios da sustentabilidade em seguros há mais de uma década.
De acordo com Thaís Arruda, a sustentabilidade permeia o negócio e a cultura organizacional da companhia e o ESG faz parte de forma transversal na empresa.
“Posso destacar que a companhia investe na digitalização há alguns anos e isso, sem dúvida, ajuda o meio ambiente. Conseguimos uma redução na impressão de papel muito considerável no último ano: de janeiro de 2020 a maio de 2021, 13,4 milhões de folhas de papel foram economizadas, sem contar a economia em água”, revela.
Além desta pesquisa da Aberje, você encontra no portal Plástico Virtual as principais atualizações do mercado do plástico, ficando por dentro de tudo o que acontece no setor.
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A empresa destaca seus planos para um futuro mais sustentável, conectado com produtos e iniciativas que minimizem o impacto ambiental
A Samsung Electronics revela sua visão para o futuro sustentável, “Juntos para o amanhã”, durante um evento de pré-show na CES 2022.
Jong-Hee (JH) Han, vice-presidente, CEO e chefe da Divisão DX da Samsung, destacou os esforços da empresa para inaugurar uma nova era de união.
Com experiências personalizáveis que refletem os estilos de vida em evolução dos consumidores, e inovações que marcam o progresso tanto para a sociedade quanto para o planeta.
A visão da empresa “Together for Tomorrow” (Juntos para o Amanhã) é uma visão que capacita a todos a criar mudanças positivas e impulsiona colaborações que abordam alguns dos desafios mais urgentes do planeta.
A nota-chave ilustrou como a Samsung planeja tornar sua visão uma realidade, introduzindo uma série de iniciativas de sustentabilidade, parcerias intencionais e tecnologias personalizadas e conectadas.
Han diz “Estou entusiasmado por vocês fazerem parte de nossa visão para ver como a inovação pode criar mudanças positivas, e para se juntarem a nós e trabalharem juntos para o amanhã. Estes desenvolvimentos farão da sustentabilidade parte de sua experiência de produto, permitindo que você viva uma vida mais sustentável”.
Construindo um futuro sustentável
Em sua essência, a visão da Samsung para o futuro é construída sobre o que a empresa chama de “sustentabilidade diária”.
É um conceito que inspira a Samsung a colocar a sustentabilidade no centro de tudo o que faz.
A empresa tem realizado sua visão adotando novas práticas de fabricação de produtos de baixo impacto.
Além disso, embalagens que reduzem a pegada de carbono e uma experiência mais sustentável para o cliente, e eliminando de forma responsável os produtos no final de seus ciclos de vida.
Os esforços da Samsung para reduzir as emissões de carbono durante todo o ciclo de produção também ganharam reconhecimento do Carbon Trust, a autoridade líder mundial em pegada de carbono.
No ano passado, os chips de memória certificados pelo Carbon Trust da empresa ajudaram a reduzir as emissões de carbono em quase 700.000 toneladas.
Colocando em prática na produção
Os esforços da Samsung nesta área vão muito além dos semicondutores e incluem a expansão do uso de materiais reciclados.
Portanto, para introduzir a sustentabilidade diária a mais produtos e garantir um futuro sustentável, a Samsung planeja usar 30 vezes mais plásticos reciclados do que usou em 2021.
Do mesmo modo, a empresa também revelou planos de expandir seu uso de materiais reciclados para incluir todos os dispositivos móveis e eletrodomésticos durante os próximos três anos.
Em 2021, todas as caixas de TV da Samsung incluíam materiais reciclados.
Então, para este ano, a empresa revelou que irá expandir o uso de materiais reciclados para incluir também as embalagens interiores das caixas.
Agora, os materiais reciclados serão incorporados ao isopor, suportes de caixa e sacos plásticos.
Além disso, a empresa também anunciou a expansão global de seu premiado programa de Eco-Packaging.
A expansão do programa, que transforma caixas de papelão em casas de gatos, mesas laterais e outros itens de móveis úteis, incluirá embalagens para eletrodomésticos como aspiradores, fornos de micro-ondas, purificadores de ar e muito mais.
A Samsung também está construindo a sustentabilidade nas formas em que os clientes experimentam seus produtos.
No entanto, tais experiências serão fundamentais para capacitar as pessoas a reduzir sua pegada de carbono e fazer mudanças positivas em conjunto para um amanhã melhor.
Como por exemplo, a empresa introduziu melhorias notáveis em seu primeiro controle SolarCell. Ele elimina o desperdício de bateria com um painel solar embutido que pode ser carregado tanto durante o dia quanto à noite.
Em suma, o controle SolarCell aprimorado obtém eletricidade de frequências de rádio em dispositivos como roteadores Wi-Fi.
Além disso, ele será incluído em mais produtos Samsung – como as novas TVs Samsung e eletrodomésticos. Nesse sentido, possui o objetivo de eliminar mais de 200 milhões de baterias de aterros sanitários.
Além disso, até 2025, a Samsung planeja fazer com que todas as suas TVs e carregadores telefônicos operem com energia quase zero. Para que, como resultado, os produtos não consumam quase nenhuma energia quando não estiverem sendo usados.
Todavia, o lixo eletrônico é outro grande desafio para a indústria eletrônica. Esta é a razão pela qual a Samsung já coletou mais de cinco milhões de toneladas de lixo eletrônico desde 2009.
Para dispositivos móveis, no ano passado, a Samsung lançou o Galaxy for the Planet.
Sendo uma plataforma de sustentabilidade que foi criada para trazer ação climática tangível e minimizar as pegadas ambientais dos dispositivos ao longo de seus ciclos de vida.
Han diz “Acreditamos que a inovação aberta e a colaboração são chaves para combater a mudança climática e proteger nosso meio ambiente”.
Com isto em mente, a Samsung anunciou que suas tecnologias eco-conscientes, como o controle SolarCell, serão tornadas código aberto, para que outros possam utilizá-las também para seus novos dispositivos.
Samsung e a Patagônia
A colaboração com a Patagônia que a Samsung anunciou na palestra demonstra o tipo de inovação que pode resultar quando empresas.
Mesmo aquelas de indústrias totalmente diferentes, se reúnem para tratar de questões ambientais.
A solução inovadora que as empresas estão projetando ajudará a combater a poluição do plástico.
Permitindo, dessa forma, que as máquinas de lavar Samsung minimizem a entrada de microplásticos nos cursos d’água através dos ciclos de lavanderia.
Para mais informações, incluindo imagens e vídeos dos produtos que a Samsung está anunciando na CES 2022, confira a Samsung Newsroom Brasil.
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O Projeto Escola Sustentável promove iniciativas de educação ambiental em colégios do Vale do Caí e da Região Metropolitana
A Plastiweber é uma empresa de soluções sustentáveis em plástico localizada no município de Feliz. No ano de 2021, bateu a marca de 7.760 quilos de plástico coletados para reciclagem. Tudo isso, em 27 escolas municipais, da própria cidade e das regiões metropolitana e do Vale do Caí. Consideradas escolas sustentáveis.
Portanto, os colégios fazem parte do Projeto Escola Sustentável, desenvolvido pela empresa.
Em suma, possui o objetivo de conscientizar crianças e jovens sobre a importância do descarte correto dos resíduos e sobre o valor do plástico para a economia circular, a partir de atividades de educação ambiental.
Desde 2009, o Escola Sustentável está ativo e realiza a conscientização sobre sustentabilidade entre os estudantes.
A partir de 2016 o projeto começou a incentivar os alunos a destinarem os materiais nas escolas para posterior beneficiamento e processamento. Evitando, dessa forma, que se torne um passivo ambiental.
De 2016 até hoje, o projeto já angariou e reintegrou à cadeia produtiva um total de 36 mil quilogramas de plástico e alcançou mais de 30 mil alunos.
Por cada quilograma de plástico pós-consumo, a Plastiweber dá às escolas participantes um retorno econômico, para a promoção de melhorias na instituição e a compra de materiais necessários.
Além disso, as três instituições com a maior captação recebem, ao final do ano, uma bonificação extra de R$3 mil, R$1,5 mil e R$500, para a primeira, a segunda e a terceira colocada respectivamente. Todos os colégios parceiros recebem um certificado de participação.
As escolas premiadas pela Plastiweber em 2021
No ano de 2021, as três escolas premiadas sustentáveis foram:
Em primeiro lugar, pelo terceiro ano consecutivo, a Apae do município de Barão, com 1,68 tonelada coletada;
Seguida da Escola Municipal 12 de Maio, de Bom Princípio, com 1,08 tonelada coletada;
Em terceiro lugar, a Escola Municipal São José, de São Sebastião do Caí, com 780 quilogramas coletados.
Em fevereiro de 2022, a Plastiweber abrirá as inscrições para as escolas que quiserem participar do Escola Sustentável durante o próximo ano letivo.
O que é o projeto Escola Sustentável?
O projeto Escola Sustentável integra as crianças e os jovens estudantes às questões ambientais.
Em suma, essas questões vão desde a conscientização sobre o descarte correto e a reciclagem até a percepção do plástico como um ativo econômico com potencial de transformação social.
Como resultado, os alunos são orientados a destinar o plástico pós-consumo, e o colégio encaminha o material para a Plastiweber transformá-lo em novas embalagens e inseri-lo novamente na economia.
A cooperação possibilita o fechamento da cadeia circular, para que o fim seja, na verdade, um novo começo, declara o diretor administrativo da Plastiweber, Moisés Weber.
A partir dos resíduos coletados no ano de 2021, o Escola Sustentável gera diversos benefícios ao meio ambiente.
Como por exemplo a redução de 15 mil quilos de gases de efeito estufa, de 7 toneladas de plástico que iriam para aterros; de 23 mil quilowatts de energia elétrica consumida, do gasto de 61 mil litros de água; e de 9 mil litros de petróleo consumidos.
Em conclusão, o projeto Escola Sustentável faz parte do NatureCycle, selo socioambiental criado pela Plastiweber que conecta clientes da empresa e direciona parte dos lucros a iniciativas sociais.
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