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Esse ano, a FEIPLAR & FEIPUR (Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano, Plásticos de Engenharia e Compostos Termoplásticos) será realizada nos dias 16, 17 e 18 de agosto.

A princípio, a feira ocorrerá na São Paulo Expo (Pavilhão 5), com entrada gratuita, e contará com exposição virtual.

A feira visa auxiliar o crescimento e desenvolvimento dos mercados de composites, poliuretano, plásticos de engenharia e compostos termoplásticos em toda América do Sul.

Nesse sentido, mais de 15 mil visitantes de cerca de 30 países são esperados para a edição deste ano. 

Isto é, um número maior de pessoas quando comparado às últimas edições da feira. De 2019 a 2021, a feira contou com seminários online e presenciais, que reuniram cerca de 6 mil pessoas.

Nesta edição, a FEIPLAR terá mais de 300 empresas expositoras, vindas de diversos países como China, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Inglaterra, Japão e outros.

Por exemplo, a feira apresentará para os composites, poliuretanos e compostos termoplásticos, o Congresso SAMPE Brasil.

Bem como, os painéis de Isolamento Térmico, Náutico, de Tecnologia em Epóxi e de Compostos Termoplásticos.

Além disso, contará com outros congressos, painéis, rodadas de negócios, premiação e projetos.

Na feira de 2021, a FEIPLAR teve a exposição dos Painéis Setoriais, que são seminários técnico-comerciais para mostrar as inovações e melhores soluções.

Ou seja, os painéis oferecem uma ampla visão comercial para diversos segmentos industriais.

Edição de 2022 

FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2022

Data: 16 a 18 de agosto de 2022

Horário: 12h às 20h

Entrada totalmente gratuita

Local:  São Paulo Expo (antigo Imigrantes), pavilhão 5, Rodovia dos Imigrantes, Jabaquara, São Paulo.

Realização: Grupo ArtSim

Organização: Grupo ArtSim

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O projeto Descarta Aí, da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e COFABI, busca incentivar a reciclagem de baldes plásticos pós-consumo da construção civil.

A iniciativa permite, que os consumidores e profissionais autônomos da construção civil tenham opção ambientalmente adequada e de fácil acesso para o descarte dos baldes.

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Sobretudo, é necessário destacar que os baldes são feitos em polipropileno, que é um termoplástico 100% reciclável.

Bem como, é de fácil re-processabilidade e pode ser moldado quando submetido a temperaturas elevadas.

A princípio, a COFABI, que é a Câmara Setorial dos Fabricantes de Baldes Industriais, pertence à ABIPLAST.

Juntas nessa ação, elas fornecem soluções mais sustentáveis ao meio ambiente e aos cidadãos.

De início, esse projeto faz parte do Plano de Logística Reversa de Baldes Plásticos Pós-consumo da Construção Civil, idealizado pela COFABI.

Assim, com essa logística reversa, os baldes plásticos se transformam em novos produtos.

Para o diretor-superintendente da ABIPLAST, Paulo Teixeira, o Descarta Aí é um jeito ambientalmente correto de prover uma solução para o setor de construção civil.

Teixeira destaca: "É uma ação que contribui para a circularidade do plástico com técnicas de reciclagem e recuperação energética".

Como acontecerá o processo de coleta?

Sobretudo, na etapa piloto, o Descarta Aí vai disponibilizar 18 pontos de entrega no país.

Sendo 10 deles na cidade de São Paulo, quatro em Fortaleza e quatro em Curitiba, que devem operar em breve.

Dessa forma, nessas localidades se disponibilizará pontos de entrega no comércio varejista e em lojas de materiais de construção parceiras.

Os pontos de coleta poderão receber os baldes entregues, através de verificação do atendimento ou não quanto ao escopo de baldes passíveis de recebimento.

Assim, manterão uma estrutura adequada para acondicionamento e armazenamento temporário tecnicamente adequado dos materiais.

Uma vez coletados, os baldes serão transportados por operadores logísticos devidamente habilitados, que farão a classificação e a triagem do resíduo.

Nessa etapa, entram empresas contratadas e especializadas em coleta, triagem, armazenamento e transporte de resíduos sólidos.

Por fim, os materiais receberão a destinação ambiental adequada em empresas previamente habilitadas.

Isso, sob total responsabilidade das entidades envolvidas, seguindo as possibilidades de reciclagem e recuperação energética.

Projeto para conscientização

No dia 7 de junho, a ABIPLAST firmou parceria com a ABRAFATI (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas) para impulsionar a ação.

Dessa maneira, no dia 21 de junho, ocorreu uma palestra sobre o projeto na Abrafati Show, onde foi destacado a importância da ação para a sociedade e economia.

Nesse sentido, o diretor-superintendente observa que: "Esse é um processo que possibilita o retorno do resíduo plástico ao ciclo produtivo, com isso, gera economia de recursos naturais".

Para ele, o Descarta Aí possui um papel proativo para conscientizar a sociedade e profissionais da construção civil.

Teixeira pontua: "Existem possibilidades de reciclagem dos baldes da construção, esse projeto é uma delas. Com a conscientização se entende a importância em dar soluções ambientalmente adequadas".

Finalizando, ele conclui que: "Isso só trará ganhos à indústria, ao meio ambiente e à sociedade, como um todo."

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Entregando excelência em seus serviços e caminhando para se tornar uma empresa de referência no mercado. A Tomplastic tem ampliado sua área de atuação e, atualmente, fornece serviço de pigmentação de polímeros e coloridos para o mercado.

Nesse sentido, com essa ampliação, a empresa atende uma outra parcela muito importante e rendosa no setor do plástico.

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Isso porque, a pigmentação potencializa as propriedades do material, como por exemplo, a resistência e condutividade da resina.

Além disso, a coloração do plástico é um dos fatores decisivos na hora de adquirir produtos com termoplásticos.

De acordo com estudos do setor, 80% dos consumidores levam em consideração a cor do produto como aspecto decisivo na hora de realizar uma compra.

Desse modo, para obter um ótimo produto final de qualidade, é necessário que se aplique pigmentos que garantam esse resultado.

Por isso, a Tomplastic, que tem grande experiência de atuação no mercado, alta qualidade de profissionais e equipamentos, se destina a atender esse segmento do setor.

Os serviços que a empresa oferece

tomplastic em alta no mercado

Além desse novo campo de atuação, a Tomplastic já atende o mercado de injeção, sopro, extrusão, co-extrusão e moagem de polímeros.

A empresa tem conhecimento de empresas nacionais e multinacionais, seguindo um padrão de exigência interno, a fim de entregar o melhor para seus clientes.

Sobretudo, a Tomplastic vem crescendo anualmente, estabelecendo novas parcerias e adquirindo novos equipamentos.

Tudo isso partindo do desejo de se tornar referência no padrão de qualidade e prestação de serviços.

Graças aos equipamentos de primeira linha que possui, a empresa já exerce bastante influência no processo de moagem.

E, atualmente, também busca trabalhar com materiais mais técnicos.

A implantação de normas de qualidade

Com mais de 15 anos de experiência no mercado, a Tomplastic, para intensificar seu nível de qualidade, vai implantar a norma ISO.

Antes de mais nada, essa norma foi pensada para se tornar padrão internacional de garantia da qualidade de produtos e serviços.

Ainda mais, a ISO facilita exportações e reduz custos de fabricação. 

Com isso, a empresa irá desenvolver processos produtivos mais ágeis e inteligentes.

Bem como, melhorias na organização interna e no desempenho da empresa. Além de muitas outras vantagens que também serão contempladas por seus clientes.

Em suma, a Tomplastic está construindo seu perfil de empresa pautado na qualidade, ampliando os negócios e fornecendo os melhores serviços do mercado.

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Os novos cartões Santander SX e Elite são feitos com plástico reciclado. A novidade passa a valer a partir deste mês. 

A princípio, o SX e o Elite correspondem a 76% do total de cartões do banco, assim, revelando o impacto potencial da iniciativa.

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Os Eco Cards são produzidos com a tecnologia contactless, sendo compostos por material reciclado e que preservam a mesma qualidade e durabilidade dos modelos convencionais. 

No design, não houve mudanças e a única diferença é o selo de sustentabilidade no verso. 

Dessa forma, o Santander vai diminuir em 85% os resíduos de plástico no meio ambiente.

Bem como, reduzirá 37% de emissão de gases do efeito estufa provenientes da fabricação dos cartões. 

Além disso, os Eco Cards também poderão ser reciclados após o fim da vida útil.

Compromisso com o meio ambiente

Sobretudo, o novo modelo de cartão com plástico reciclado é um dos projetos que fazem parte do compromisso global assumido pelo Santander.

Compromisso esse de alcançar emissão zero de carbono em todo o grupo até 2050, alinhado aos objetivos do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas.

Já são 14% a menos dos gases. Em 2020, o Banco zerou o plástico de uso único nos prédios administrativos e agências.

Até 2025, toda a energia elétrica consumida será proveniente de fontes renováveis.

Nesse sentido, a expectativa é que os cartões de todos os segmentos sejam feitos com plástico reciclado até 2024. 

Assim, substituindo 100% da base, considerando débito e crédito, o Banco reaproveitará quase 50 toneladas de resíduos plásticos.

Carolina Learth, líder de sustentabilidade do Santander Brasil, afirma que o Santander tem o ESG como direcionador de suas estratégias de negócio.

Learth explica: "Por isso, refletimos constantemente sobre nossa atuação a fim de torná-la cada vez mais eficiente e sustentável".

Segundo a líder, o objetivo é ir além das práticas internas e alcançar o cliente com produtos e serviços ESG.

Learth finaliza: "Esse é um passo importante para impulsionarmos a atitude individual, essencial na transformação para a nova economia, na magnitude e escala necessárias."

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Com objetivo de reciclar mais de 30 mil toneladas de plástico por ano, a AEPW fecha parceria com a Recicleiros para programa de reciclagem.

De início, a iniciativa da empresa planeja instalar mais de 60 centros de reciclagem e triagem no Brasil.

Além disso, será desenvolvido programas comunitários de coleta de resíduos, com expectativa de gerar cerca de 3 mil novos empregos ao longo do processo.

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A chave para a viabilidade comercial do programa é a criação de mercados finais para os reciclados.

A Recicleiros está diretamente vinculada com os donos da marca e outros usuários finais, para assim garantir maior retorno aos catadores.

Inclusive, a expectativa é que as atividades nas cidades comecem dentro de quatro meses após o cumprimento dos requisitos.

Essa geração de empregos, permite alcançar a estabilidade econômica e operacional dos centros de reciclagem da AEPW.

Sobretudo, o sistema planeja estar totalmente operante dentro de cinco anos. Após esse período, as cooperativas tomam conta para administrar.

As cidades que irão participar desta primeira etapa foram escolhidas por meio de um rigoroso processo de inscrição e compromisso com o programa.

Triagem de alta eficiência

A base do programa de reciclagem é um piloto que teve sucesso no Ceará e que, depois, se instalou em outras nove cidades.

Esse modelo tem como base, também, o desenvolvimento de políticas públicas em parceria com os municípios.

Bem como, o engajamento da população da região através de programas personalizados de transição de comportamento.

Ainda mais, a Recicleiros e a AEPW, construirão unidades de triagem altamente eficientes em todos os estados do país.

Dessa maneira, a empresa e a instituição juntam esforços para desenvolver modelos de soluções com princípios de economia circular.

Reciclável pós-consumo deve ter alta demanda no Brasil

De acordo com os marcos regulatórios, a necessidade por reciclável pós-consumo deve crescer de forma significativa no Brasil.

Dessa forma, a iniciativa da AEPW tem como intuito preencher um vazio entre a oferta e a demanda por esse materiais.

Para o fundador e diretor de Desenvolvimento de Negócios da Recicleiros, Erich Burger, a parceria contribuirá para o cumprimento da missão estatutária do Instituto.

Além da empresa ter capacidade de avançar em seu modelo através de experiência e troca de tecnologia, replicando o modelo por meio de outras iniciativas.

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A Eureciclo, maior certificadora de logística reversa de embalagens do Brasil, lança o Eureciclo Impacta, programa que vai investir R$ 25 milhões em cooperativas.

A princípio, serão mais de 200 cooperativas e operadores privados beneficiados com o programa.

Assim, o Eureciclo Impacta promove a estruturação e a formalização das empresas do mercado, bem como estimula a reciclagem de volumes mais expressivos de resíduos. 

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Esse valor é maior que o total investido desde o início das operações, que foi de R$ 23 milhões.

No geral, totalizando quase R$ 50 milhões de investimento até o fim deste ano.

Segundo Marcella Bueno, diretora de operações da Eureciclo, todo o projeto acontece por meio da compensação ambiental e dos Certificados de Crédito de Reciclagem (CREs).

Para a diretora, o modelo é uma das melhores soluções para um país de dimensões continentais, já que trabalha com resíduos equivalentes.

Isso porque, em vez de reciclar os itens exatos que colocou no mercado, não conseguiu recuperar.

Bueno explica que "A empresa pode optar pela reciclagem de pesos proporcionais do mesmo tipo de material, como papelão ou vidro, por exemplo".

Dessa forma, a Eureciclo já compensou, 400 mil toneladas de resíduos em parceria com mais de seis mil clientes que utilizam o serviço no Brasil.

Como será dividido o investimento?

eureciclo

Atendendo 200 cooperativas e operadores privados, é possível homologar mais agentes e expandir o programa para novas regiões.

Ainda mais, a qualificação permite ampliar a quantidade e a triagem dos materiais em diversos grupos, e não apenas em papel, vidro, metal e plástico.

De início, o investimento será dividido em duas frentes, sendo o processo tradicional de comercialização dos CREs e o investimento adiantado.

O processo tradicional de comercialização dos CREs, acontece após a venda do material triado pelos operadores à indústria transformadora, parecido aos créditos de carbono.

No segundo caso, os parceiros selecionados recebem antecipadamente, com geração posterior de créditos, como uma forma de ajudar a aumentar a capacidade operacional.

Além disso, o programa também beneficia agentes de reciclagem que não têm conhecimento para formalizar seus serviços.

Cerca de 70% das centrais parceiras viram sua produtividade crescer em 2021.

De acordo com a diretora, o objetivo é incluir nesse ciclo os trabalhadores que ainda não atingiram a estrutura ideal.

Bueno destaca: "Continuamos a busca por uma forma de contemplar toda a rede, que é fundamental para a reciclagem".

Como funcionam os Certificados de Crédito de Reciclagem?

Os certificados funcionam com a mesma ideia dos créditos de carbono, no entanto, são voltados à logística reversa.

Pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, devem se responsabilizar por, no mínimo, 22% da destinação ambientalmente correta destes resíduos após o consumo.

Com isso, as empresas preferem comprar os Certificados de Crédito de Reciclagem, em vez de investir em uma estrutura produtiva logística reversa.

Nesse sentido, os parceiros da Eureciclo compram os Certificados de Crédito de Reciclagem que correspondem aos 22% das embalagens estabelecidas na lei.

Mas, além disso, se pode escolher planos maiores, a fim de compensar 100% ou 200% de suas embalagens.

Sobretudo, o selo Eureciclo de quem compensa 22% é diferente do selo de quem faz mais do que pede a lei.

Essa é uma forma de diferenciar a quantidade de resíduos reciclados por cada marca.

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Em abril, o PICPlast, por meio da consultoria Avantec, concluiu a capacitação de alunos do Programa de Gestão de Inovação.

Essa capacitação foi destinada aos transformadores de plástico, e teve duração de cerca de um ano.

A princípio, os alunos tiveram aulas teóricas e módulos práticos para implantação de sistemas de gestão de inovação.

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Sobretudo, o programa já formou mais de 50 empresas, sendo que esta última contou com a participação de 12 empresas.

Uma das empresas foi a Karina Plásticos, situada em Guarulhos (SP), ela é líder no mercado brasileiro de compostos de PVC.

Além de ser especialista na produção de compostos termoplásticos do mercado mundial.

Em suma, foram 12 funcionários das mais diversas áreas da companhia que participaram do treinamento.

Os objetivos do programa 

Para Rafael Alves Carvalho, analista de planejamento financeiro, o objetivo de participar da capacitação era fomentar e incentivar a inovação.

Isso em todos os departamentos da empresa, uma vez que, o tema se desenvolve com maior intensidade no processo fabril e no desenvolvimento de produto.

Segundo Carvalho, durante o curso foi criado o nome Inova-K, assim como desenvolvido uma identidade visual para o grupo.

O analista explica: "Levamos a ideia para a liderança de que para fortalecer a cultura da inovação, seria importante um espaço destinado para trocar ideias.

A partir disso, se criou dois espaços com design arrojado, sendo utilizados para sessão de idealização e brainstorm.

Atualmente, projetos com foco em produtos, melhoria contínua e ciclo de inovação faz parte do grupo.

Carvalho conta que o programa ajudou a ter mais clareza sobre os pilares estratégicos da companhia, que são as pessoas, atendimento, tecnologia e inovação.

O analista afirma: "Fortalecemos nossa atuação e nosso propósito que é estar em todo lugar de forma sustentável e inovadora, transformando a vida das pessoas".

Estímulo à competitividade no mercado

Manuel Lisboa, consultor da Avantec, destaca que a capacitação é uma forma de ajudar as pessoas a melhorarem sua atuação.

Além disso, estimular a criação de produtos e ideias que vão ampliar a competitividade no mercado.

Lisboa pontua: " O plástico é um dos materiais mais importantes para o nosso dia a dia. A indústria tem evoluído bastante buscando inovação com foco em uma economia mais sustentável".

Sobretudo, os temas mais discutidos, principalmente durante o evento de encerramento, envolviam a questão da introdução do plástico dentro da economia circular.

Para Simone Carvalho, que é do comitê técnico do PICPlast, é preciso disseminar os conceitos e aspectos da circularidade do plástico.

Dessa forma, ela acredita alcançar resultados efetivos. Já que a reciclagem é o final da cadeia da economia circular do plástico.

Por fim, ela conclui: "É preciso pensar de forma circular em vários processos, como a produção do produto e a logística. O treinamento foi fundamental para enfatizar esses aspectos."

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Já pensou em conseguir reciclar um tipo de plástico considerado totalmente descartado? Esse é o objetivo da empresária Miranda Wang, que busca transformar plástico descartado em matéria-prima.

A princípio, a ideia da empresária é transformar plásticos não recicláveis em matéria-prima, que pode ser reutilizada em processos industriais.

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Wang teve essa ideia, ainda no ensino médio, quando visitou uma usina de processamento de resíduos.

Na época, ela estava junta a melhor amiga, Jeanny Yao, que hoje é sua sócia na startup Novollop.

No total, foram sete anos de testes metódicos até chegarem a uma solução. Agora, o projeto ganhou corpo e está prestes a entrar em escala industrial.

Entenda como acontece o processo

A princípio, o processo, do ponto de vista técnico, consiste na decomposição do polietileno

Isso porque, esse tipo de plástico representa cerca de 33% do total de plástico produzido no mundo.

O que a Wang e sua equipe fez foi conseguir recuperar, partindo do próprio polietileno, produtos químicos precursores usados na criação de outros materiais.

A empresária explica: "Inventamos um novo processo sustentável e econômico para fabricar produtos químicos industriais de alto valor a partir desses resíduos".

Segundo ela, a equipe conseguiu usar esses produtos químicos para sintetizar materiais.

E agora, ele tem quase o mesmo desempenho que os fotopolímeros e os poliuretanos termoplásticos.

Sobretudo, esses materiais são usados principalmente na impressão 3D e na fabricação de calçados.

De acordo com Wang, atualmente não há praticamente nenhuma tecnologia eficaz para processamento de plásticos muito sujos.

Ela pontua: "Nosso foco são exatamente esses plásticos que ninguém quer tratar".

Trajetória reconhecida pela inovação 

Por isso, a empreendedora recebeu um dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2019.

Ela destaca alguns pontos inesquecíveis. "Quando recebemos os dados de que o nosso sistema de produção emite 46% menos gases do efeito estufa, foi inesquecível", afirma.

Segundo Wang, os resultados obtidos pela startup foram acelerados pelo reconhecimento da Rolex Awards.

Contudo, o próximo passo da empresária é fazer com que a tecnologias definitivamente consigam voar.

Nesse sentido, está sendo montada uma usina de processamento comercialmente viável, com previsão de que em 2023, sejam recicladas centenas de toneladas de resíduos plásticos.

Wang explica: "Estamos só no início da implantação de nossa estratégia, que se estenderá por várias décadas, para aumentar a escala e nos diversificar".

Dessa forma, a empresária espera criar um portfólio de produtos reciclados com alto desempenho.

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Os misturadores e resfriadores para PVC são equipamentos amplamente utilizados na indústria e são responsáveis ​​por promover a homogeneização do composto.

Tanto que, o equipamento é eficiente e prático, e suas principais vantagens são os custos operacionais de produção reduzidos e o baixo consumo de energia. 

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Além disso, é uma máquina desenvolvida com tecnologia de ponta, com componentes de alto desempenho que facilitam os trabalhos de manutenção e reparo em misturadores e resfriadores de PVC.

Como funciona o conjunto misturador e resfriador para PVC

Os misturadores e resfriadores de PVC lidam com sólidos, pós e grânulos, bem como líquidos e pastas. 

Ou seja, o processo de produção especial deste equipamento se divide em: 

O recipiente (misturador/resfriador) é em aço inoxidável com camisas para o sistema de aquecimento e resfriamento. 

Ainda mais, conta com um conjunto de hélices de mistura/resfriamento, também, em sua maioria, em aço inoxidável.

Bem como, a unidade é montada em uma plataforma monolítica de aço estrutural, acessível por escadas.

Benefícios do conjunto misturador e resfriador para PVC

misturador e resfriador de pvc

Com seu sistema de pré-alimentador automático, o misturador/resfriador permite ciclos de mistura contínuos sem parar o motor, reduzindo o consumo de energia.

Além disso, podemos citar, por exemplo:

Homogeneização perfeita dos compostos; Baixo consumo de energia; Redução de custos operacionais.

Propriedades do aparelho na indústria 

Entre outras propriedades dos misturadores e resfriadores de PVC podemos citar também que é um aparelho que funciona com uma unidade de conversão e receita, onde ocorre o aquecimento e, em seguida, o material é resfriado.

Além disso, se monta em uma base comum de construção sólida com revestimento em chapa de aço, assim, o misturador e resfriador de PVC se torna uma máquina altamente durável e durável.

O controle de temperatura do equipamento é feito por sensor de alta precisão, que se instala na placa agitadora e conectado diretamente ao painel de controle. Possuindo também, elementos opcionais de controle de ar e água.

Como resultado, os misturadores e refrigeradores de PVC estão disponíveis em modelos compactos ou grandes com tampa giratória para maior segurança ao fechar a máquina.

O resultado de se utilizar este equipamento em suas operações é a homogeneização dos compostos de PVC, PP e PE, o que possibilita uma perfeita plastificação na extrusão.

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No Rio de Janeiro é aprovado benefícios fiscais para indústria do plástico

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Até 2032, a indústria do plástico do Estado do Rio poderá ter um regime tributário com imposto ICMS (Circulação de Mercadorias e Serviços) diferenciado.

Além disso, outros segmentos também terão benefícios tributários, como as indústrias químicas, do setor de embalagens de papel ou papelão, e de produtos de vidro.

A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio) aprovou em discussão única, quatro projetos de lei sobre o tema.

Com isso, os benefícios fiscais para as indústrias é o diferimento de ICMS.

Isto é, a postergação de recolhimento do imposto para tributação no destino em que forem exploradas as atividades econômicas.

Logo, as mudanças ocorrem nos casos de importação de máquinas, equipamentos, peças, partes e acessórios destinados ao seu ativo imobilizado, importação de matéria-prima e outros.

Sobretudo, a proposta também garante preferência às indústrias que se instalarem nos municípios cortados pelo Arco Metropolitana - Rodovia BR-493.

Sendo eles, Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Queimados, Japeri, Seropédica e Itaguaí.

André Ceciliano, presidente da Alerj, destaca que atualmente o momento da economia fluminense é extremamente favorável ao desenvolvimento da área Arco Metropolitano.

O presidente explica que com o início da operação do Polo Gaslub, no município de Itaboraí, haverá uma abundante oferta de gás natural. "Sendo o gás um importante insumo utilizado pelos setores abrangidos pelo projeto", concluiu.

Startup usa bioplástico que se degrada em 20 meses

bioplástico que se degrada em 20 meses-01

A startup chilena, BioElements, desenvolveu a fórmula de bioplástico batizada de BioE-8, uma resina com capacidade de degradação em período de seis a 20 meses.

De início, a resina é feita a base de vegetal, sendo usada em produtos como sacolas e embalagens.

Desse modo, essa pode se tornar uma alternativa sustentável e é nisso que a empresa vem investindo.

Por isso, a startup atua em oito mercados, nos Estados Unidos, no México, Colômbia, Peru, Chile, no Paraguai, em El Salvador e agora no Brasil.

Para 2022, a expectativa é de US$ 40 milhões em faturamento, um crescimento de 54% em relação a 2021, que teve US$ 26 milhões faturados.

Para Ignacio Parada, CEO da BioElements, a ideia surgiu quando o Chile decidiu proibir o uso de sacolas plásticas.

Além disso, a startup busca formar parcerias com universidades e instituições de pesquisa.

Nesse sentido, a primeira foi a Universidade do Chile, no Brasil, a BioElements conta com a (UFRJ) Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A empresa veio para o Brasil pela posição geográfica e pelo potencial de mercado, como destaca o CEO da empresa.

Parada diz: "A ideia é que o Brasil se torne o país mais importante para a BioElements, considerando o interesse que existe pela empresa".

Por fim, conclui destacando: "Queremos nos tornar um parceiro para a indústria, para o e-commerce e o varejo. Acreditamos que será uma aliança muito boa".

Plástico dos oceanos vira peças automotivas 

Kia firma parceria com a The Ocean Cleanup-01

A Kia firma parceria com a The Ocean Cleanup, que recolhe plástico dos oceanos. Os resíduos fornecidos pela organização, serão utilizados no processo de fabricação dos modelos da Kia.

A organização desenvolve e promove tecnologias que visam recolher o plástico dos oceanos.

Assim, a fabricante sul-coreana, com essa parceria, espera contribuir para um futuro mais sustentável.

De início, a empresa irá ceder quatro veículos elétricos - um EV6 e três Niro EV - à organização.

Para a Kia, a parceria é de enorme importância, já que a marca planeja aumentar sua porcentagem de reutilização de plástico para 20% até 2030.

Para a organizar, a empresa irá prestar apoio financeiro às operações de remoção de plástico dos oceanos e a construção de vários dispositivos interceptor.

Por exemplo, filtros criados pela organização que capturam e extraem objetos de plástico das águas fluviais, evitando que cheguem aos oceanos.

Por fim, pretende criar um sistema de circulação de recursos, que evite que o plástico recolhido acabe novamente no mesmo lugar.

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