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Projeto Plástico do Bem estreia com prêmio para o Simplás

Iniciativa de educação e sustentabilidade ganha segundo lugar no prêmio da Fiergs

Poucos meses após a estreia, uma iniciativa de educação e sustentabilidade, desenvolvida pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), já alcançou reconhecimento em um programa idealizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O projeto Plástico do Bem, que apresenta o conceito de economia circular e gerar recursos adicionais para escolas públicas por meio da reciclagem, conquistou o segundo lugar na etapa estadual do 1º Prêmio Nacional de Boas Práticas Sindicais, no qual a escolha e premiação são operadas pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Além do troféu, o Plástico do Bem faturou também um cheque no valor de R$2 mil, que já tem destino definido, segundo Jaime Lorandi, presidente do Simplás, que diz que “vai direto para a fabricação de novos coletores individuais de resíduo doméstico, que serão distribuídos entre os estudantes participantes do projeto. Estamos muito felizes e muito orgulhosos de ver esta ideia reconhecida já na largada, por uma entidade do porte da Fiergs. Serve de estímulo para mantermos e aprofundarmos nosso empenho na educação para destinação correta dos plásticos pós-consumo”.

O projeto está em funcionamento desde 27 de março deste ano e já entregou aproximadamente 7 mil coletores individuais de resíduo doméstico para cerca de 6,5 mil alunos e 500 professores de 20 escolas da rede municipal de ensino do município de Farroupilha (RS).

Em parceria com o instituto Plastivida, professores e estudantes receberam capacitação para coletar, separar plásticos consumidos nas próprias residências ou vizinhança e trazê-los para as escolas. Em seguida, o material é acondicionado em recipientes de grande porte, os big bags, pesado e adquirido por uma empresa recicladora, que remunera as instituições de ensino de acordo com o volume e qualidade dos resíduos.

“O melhor que vimos até agora é que estamos trabalhando a educação e as pessoas querem aderir espontaneamente. Há casos de funcionários que procuraram algumas das empresas parceiras do projeto, para saber como participar nas próprias casas e locais de trabalho. O Plástico do Bem gera recursos para as escolas por meio da educação e da sustentabilidade, colocando em prática aquilo que chamamos de economia circular. É um modelo que, ao dar certo, poderá ser reproduzido e compartilhado por todo o Brasil”, finaliza Lorandi.

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