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A Termotécnica fez conexões com vinícolas influentes de Bento Gonçalves, com o objetivo de promover GoPack como uma alternativa de transporte de taças e garrafas.

Essa iniciativa ocorreu devido a mais recente edição da Wine South America, uma feira que reúne inúmeras empresas nacionais e internacionais da área vitivinícola. 

Por ter ganhado espaço nos últimos meses, sobretudo na Serra Gaúcha, a GoPack está desenvolvendo estratégias para ampliar seu alcance e conquistar mais clientes.

A Termotécnica reconheceu essa oportunidade no último encontro em setembro na sede da maior produtora de vinhos e espumantes do Brasil,

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Além disso, a empresa consolidou parcerias com as principais vinícolas gaúchas, totalizando mais de 150 delas, durante a Wine South America.

A princípio, pedidos feitos de modo on-line apresentavam avarias e danificações nas garrafas.

Diante dos relatos de consumidores que faziam, a GoPack é uma solução de envio seguro, pois molda-se a todos os tipos de garrafas e aumenta a segurança da embalagem.

Giovane Postingher da área comercial da Organovita, empresa de sucos e vinagres orgânicos destaca: “Quando nos foi apresentada essa solução GoPack com essas colmeias que se adaptam às diferentes litragens dos produtos, acondicionando perfeitamente com firmeza as garrafas durante o transporte, foi uma maravilha. Porque o consumidor tem a expectativa de receber o produto intacto e se passar pelo stress de receber o produto avariado o encanto se foi”.

GoPack alcança principais vinícolas da Serra Gaúcha

Como a GoPack encaixa-se nos padrões de segurança

Do mesmo modo, o design idealizado é perfeito para conter de um único frasco até 6 garrafas, tornando a GoPack uma opção confiável para e-commerces ou varejos de bebidas enviarem pedidos.

Seu desempenho e reputação se devem ao fato de que ela atende aos parâmetros definidos pelo ISTA (Associação Internacional de Trânsito Seguro), pois reduz em até 5% os desperdícios.

Sendo este um critério importante para garantir aos compradores uma experiência completa, desde a compra até o recebimento dos pacotes. 

Mais benefícios das embalagens flexíveis 

Diante disso, a Termotécnica continua a desempenhar um papel significativo na promoção de práticas sustentáveis e ecológicas. Pois também desenvolve um programa voltado para lógica reversa e economia circular das embalagens pós-consumo

Isso se evidencia através do seu programa Reciclar EPS, que se estende por todo o território brasileiro há mais de 15 anos. Além de ter contribuído com a reciclagem de aproximadamente 48 milhões de quilos de EPS.

Além disso, ela mantêm sua atenção em aspectos cruciais como a redução da pegada de carbono, haja vista que este é um critério defendido pela maioria dos mercados. 

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Avanços positivos na reciclagem brasileira bate recorde

Maior índice de reciclagem, Bactérias decompõem PET e Plástico como pagamento

Dados realizados pela MaxiQuim através de uma encomenda feita pela PICPlast (Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico), mostram que em 2022 a reciclagem de plástico no Brasil obteve a marca de 25,6%.

O primeiro ano em que houve levantamento de dados sobre produção de resina reciclada foi em 2018.

Dentre outros avanços positivos, está o recorde obtido em relação ao ano anterior, com um aumento de 9% da reciclagem do plástico do pós-consumo, ou seja 1,1 bilhão de toneladas. 

Ainda que a maioria das regiões brasileiras se enquadrem na melhoria significativa, o Nordeste segue sendo o maior representante de ofertas de resíduos plásticos. 

A divulgação dos dados permitiu à pesquisa comparar a produção do Brasil com a da Europa, uma vez que desenvolve o processo de forma consistente há anos.

Esta comparação acontece em virtude do dele encaixar-se com maior taxa dentre os países da América Latina.  

De acordo com Maurício Jaroski, diretor de química sustentável e reciclagem da MaxiQuim, uma cadeia sequencial de fatores coopera para tal crescimento. 

Em destaque está a demanda doméstica de plástico. Assim como, as melhorias se estendem a coleta e trabalho dos recicladores. 

Pois, diante da melhoria nas estruturas de coleta de resíduos e a diminuição da informalidade do trabalho dos recicladores. 

Quando implementamos tais aperfeiçoamentos, obtemos uma maior disponibilidade de matéria-prima e promovemos uma maior profissionalização dos recicladores e das coletas como resultado. 

Após a reciclagem, as empresas transformam as resinas em diferentes produtos direcionados para as indústrias em crescimento.

Para que a transformação aconteça, os materiais mais usados são polietileno de alta densidade, polipropileno e polietilenos de baixa densidade.

Bactérias criadas em ambiente marinho para decompor garrafas PET

Pesquisadores estão analisando uma nova alternativa que visa uma nova opção de destino para os principais plásticos, através de bactérias marinhas modificadas geneticamente.

Portanto, o trabalho busca uma maneira mais fácil e barata de decompor os materiais que não são reciclados.

Primeiramente, a ideia principal é conseguir que o microorganismo decomponha o PET na água salgada.

Para alcançar o melhor resultado, os pesquisadores estão realizando trabalho com duas bactérias, sequenciando seus DNAs e introduzindo em plasmídeos

As bactérias são Vibrio natriegens e Ideonella sakaiensis que ao terem seus materiais genéticos alterados e unidos, pois a primeira é capaz de se reproduzir rapidamente. Enquanto a segunda produz enzimas decompositoras.  

O processo consistiu na introdução dos plasmídeos contendo o DNA do microrganismo Vibrio natriegens na Ideonella sakaiensis, o que produziu o resultado esperado.

Mesmo que a inovação tenha se mostrado razoável no primeiro teste, os pesquisadores encontram três desafios para o desenvolvimento completo da pesquisa.

A introdução do plasmídeo será inversa ao primeiro teste. Por isso a alimentação da bactéria Vibrio natriegens acontecerá durante a decomposição do PET.

Para que por fim que a bactéria possa produzir um material utilizável pela indústria química. 

Os pesquisadores estão buscando na indústria as melhores maneiras de produzir o Vibrio natriegens. 

Escola promove educação e trabalho baseados em transformação de plástico

Com o intuito de democratizar a educação e ajudar o meio ambiente, uma escola na Índia criou um sistema baseado em reciclagem de plástico. 

Além de contar com o apoio governamental, Parmita Sarma e Mazin Mukthar fundaram a escola que possui sua pŕopria usina ecológica, voltada também para gerar empregos e ajudar a comunidade. 

A princípio, com o intuito de transformar os alunos em indivíduos sensíveis ao meio ambiente, o casal divulgou o início das atividades da comunidade. 

No entanto, por se tratar de uma região pequena, encontraram desafios para liberação dos jovens para educação, uma vez que a maioria contribuia em alguma função laboral. 

Com isso, para alcançar crianças e adolescentes, uniram a educação ao modo ecológico de pagamento.

Através do plástico a mensalidade é paga, assim como a cooperação dos alunos na escola funciona como um vínculo de trabalho. 

Atualmente, o modelo de ensino segue o padrão de estimular os alunos a recolher todo o material possível durante os dias úteis, para que eles o entreguem na sexta-feira

Os alunos reciclam e transformam em tijolos ecológicos. Ao todo, mais de 2.330 garrafas de plástico e 7.19.700 embalagens plásticas já foram recolhidas e usadas em construções escolares nos arredores. 

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A pesquisa divulgada pelo site Inovação Tecnológica, mostra um novo método está sendo desenvolvido por pesquisadores que ultrapassa todas as pesquisas recentes sobre reaproveitamento e reciclagem de plásticos. Este avanço tem o objetivo de transformá-los em ingredientes químicos úteis. 

Diante disto, o processo tem o intuito de voltar-se também para o campo de energias limpas e renováveis, uma vez que reutiliza o carbono existente em plásticos como PP (polipropileno), o PE (polietileno) e o PS (poliestireno). 

Deste modo, transformam-se e qualificam-se os principais plásticos para geração de eletricidade e armazenamento de energia.

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Quais etapas compõem a realização do método? 

A princípio, o funcionamento ocorre em temperatura ambiente, o que já está incluso em uma maneira sustentável de desenvolvê-lo. 

Assim, os LEDs em conjunto ao catalisador vanádio utilizam-se para quebrar as ligações entre carbonos.

Em seguida, dissolve-se o material em um solvente orgânico chamado diclorometano, após a mistura ao catalisador, ele flui em tubos transparentes expostos aos LEDs. 

Desta forma, duas etapas são fundamentais para a realização do processo.

Primeiramente, a incidência da luz dos LEDs gera energia inicial ao plástico. Por meio do catalisador vanádio as ligações carbono-hidrogênio no plástico são oxidadas, quebrando a ligação carbono-carbono. 

Por conseguinte, a disponibilidade comercial da maioria dos materiais, como o catalisador, facilita a sustentabilidade do projeto.

Fase final e resultado do processo inovador 

Para produzir componentes químicos úteis para fabricação de outros produtos químicos para alimentar células de combustível ou armazenamento de energia em forma de hidrogênio, o processo deve transformar da solução em ácidos. 

Assim, quando a solução é separada, os ácidos fórmico e o benzóico são o resultado.

Estas produções finais são empregadas além das células de combustível, mas também em LOHCs (transportadores de hidrogênio orgânicos líquidos). 

O interesse gerado no campo da energia surge devido à potencial importância dos componentes na geração de energia limpa e na capacidade aprimorada de transporte de gás hidrogênio, que é mais seguro do que o uso de tanques convencionais.

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O Congresso Internacional de Inovação da Indústria, que acontece entre os dias 27 e 28 de setembro, em sua 10ª edição, traz como tema a ecoinovação. O evento ocorre no São Paulo Expo, no distrito de Jabaquara-SP. 

O evento é uma iniciativa da MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação), e é organ

izado pela CNI, juntamente com Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas), 

Assim como compareceram também os coorealizadores os SESI (Serviço Social da Indústria), SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) IEL (Instituto Euvaldo Lodi).

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Congresso Internacional de Inovação da Indústria discute inovações ecológicas

Possibilidade de avanço nas condições de ecoinovação no Brasil e no mundo

O propósito central do Congresso são as discussões de possíveis soluções globais de inovação, alinhadas à agenda de sustentabilidade, sendo este um tópico que coopera para o crescimento das nações.

Gianna Sagazio, diretora de inovação da CNI, afirma: “O Brasil tem condições de abrir muitas oportunidades em ecoinovação com energias renováveis, tais como o hidrogênio verde, e a descarbonização da economia.”

Para a realização das discussões, o Congresso recebe as apresentações de indústrias e empresas brasileiras desenvolvedoras de produtos e projetos.

Por exemplo, bioimpressora 3D para tecidos humanos, fibra têxtil, ambas de São Paulo, e representando o Norte as propostas são argamassa sustentável e barco voador. 

Aumento dos recordes e o futuro ecológico da tecnologia

Bem como, o Congresso confirma a participação de especialistas nacionais e internacionais no cronograma de painéis.

Desse modo, além dos encontros em estandes, áreas serão direcionadas para exposição de tecnologia das empresas realizadoras do Congresso. 

O evento pretende registar recordes, pois a partir deste ano conta com a presença de 27 palestrantes internacionais, dentre eles estão empresas, especialistas, indústrias, delegações e imprensas internacionais.  

Nesse sentido, o público-alvo são os empresários, gestores, empreendedores, pesquisadores e estudantes acadêmicos, que poderão optar pela modalidade mais acessível, virtual ou presencial, toda a inscrição é feita de modo gratuito no site oficial da CNI. 

O Congresso inclui painéis a respeito da jornada de ecoinovações para empresas, transformações globais.

Assim como novas bases da sustentabilidade, bioeconomia, Green New Deals, tecnologias avançadas nas indústrias brasileiras, incorporação do ESG.

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O World Plastic Connection Summit 2023 gerou ótimos negócios para o setor, além de destacar a importância do desenvolvimento sustentável

Sendo o principal evento internacional do plástico no Brasil, o World Plastic Connection Summit, proporcionou mesa de negociações e amplo networking através do Projeto Comprador.

Para Moisés Guidi, Supervisor de vendas da Cristal Embalagens, empresa do segmento de embalagens plásticas flexíveis, o Projeto Comprador é uma excelente oportunidade para trazer empresas estrangeiras ao Brasil e promover a indústria nacional. 

Assim, Guidi destaca que é a oportunidade perfeita para estreitar relacionamentos e aprimorar as soluções e necessidades de cada empresa. “O Projeto Comprador é uma vertente para buscar mercado e realizar negociações direcionadas ao segmento em que atuamos”.

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Outras empresas participantes do Projeto Comprador compartilham da mesma opinião, como a Dispafilm do Brasil, Fibrasa, Impacta, Multinova Indústria, Fábrica de Artefatos de Látex São Roque, A&S Technologies e a Splack S.A.

Mateus Bragagnolo, Agente de exportação da Multinova Indústria de Embalagens, destaca: “É fundamental e importante participar de projetos e eventos da cadeia do plástico, principalmente este, pois, sempre há oportunidade de novos negócios e contatos.

Nesse sentido, o evento do Think Plastic Brazil tem se mostrado crucial ao auxiliar as empresas do setor plástico em sua etapa de planejamento estratégico para a internacionalização. 

Sustentabilidade e estratégias de governanças no evento

O Think Plastic Brazil está totalmente comprometido com a agenda ESG, uma prova disso é que, o World Plastic Connection Summit esteve focado também em apresentar a importância dessas pautas, incluindo a dimensão social.

Carlos Moreira, Diretor do programa, salienta: “Sobretudo, a sustentabilidade é essencial no contexto da indústria do plástico. Embora o plástico seja uma solução para muitos problemas, ainda enfrenta desafios que precisam ser superados”.

Nesse sentido, alguns palestrantes do evento abordaram o tema. “Foi mostrado como a indústria está em constante transformação e cada vez mais próxima de uma economia circular e neutra em carbono”, afirma.

Quanto à governança, Moreira acrescenta que o setor do plástico já está alinhado com uma forte governança.

Ele ainda destaca que "em que os principais atores da cadeia trabalham em sinergia para atender às demandas de um mundo em constante evolução”.

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O Projeto Comprador do World Plastic Connection Summit garantiu amplitude de mercado para empresas como Qualinjet, BB Store e Rischioto. Além de vasto conhecimento sobre as inovações do setor

A terceira edição do World Plastic Connection Summit trouxe grande enriquecimento comercial para o mercado do plástico brasileiro. Isso porque, o evento proporcionou uma expansão para empresas do setor. 

As associadas ao Think Plastic Brazil tiveram a oportunidade de alcançar novos públicos, principalmente os internacionais.

Já que, durante o evento rolou o Projeto Comprador, desenvolvido pelo programa. Uma das empresas participantes foi a Qualinjet, fabricante de embalagens injetáveis plásticas.

Miriane Venâncio, Gerente Marketing e Vendas da Qualinjet, destaca que o Projeto Comprador da Think Plastic Brazil é uma oportunidade estratégica para expandir seus horizontes e alcançar novos mercados. 

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Ela afirma que: “Com o intuito de consolidar sua presença internacional, a empresa acredita que esse evento foi ideal para estabelecer contatos com potenciais clientes de exportação”.

Assim, a expectativa que ficou é que o projeto resulte em novos negócios promissores. “Além de proporcionar uma maior expertise em rodadas de negócios, aprimorando ainda mais nossas habilidades de relacionamento e negociação no cenário internacional”.

A Qualinjet está confiante que essa iniciativa abrirá portas para parcerias comerciais sólidas e bem-sucedidas, impulsionando o crescimento e a consolidação de sua marca no mercado global de embalagens plásticas, declara.

Networking e muito conhecimento

Além de proporcionar amplitude para o comércio de fora, o World Plastic Connection Summit, foi fonte de conhecimento sobre as inovações do mercado plástico e espaço de muito networking.

Uma comprovação disso vem a partir da fala de Plínio Bevervanso, Diretor-presidente da BB Store, empresa de soluções eco sustentáveis do Plástico.

Ele ressalta que: “o evento possibilita conversas e interações de troca de conhecimento com potenciais clientes e berots dispostos a conhecer novas empresas e o que temos a oferecer”.

Nesse sentido, durante o evento a empresa esteve focada em apresentar suas soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria plástica. “Se conectamos com clientes com perfil e foco em produtos ecossustentáveis, com olhar para produtos de economia circular e ESG durante os dias de evento”, ressalta o diretor-presidente.

Débora Lima, Supervisora de Comércio Exterior da Rischioto, Indústria e Comércio de Plásticos, aponta que o evento costuma gerar retornos muito positivos.

Isso porque, “o mesmo possibilita muito mais do que a aquisição de novos clientes no mercado internacional, mas também a expansão e conhecimento da marca e o networking com demais empresas, que é sempre enriquecedor”, finaliza.

Durante o evento, a empresa de Lima esteve focada em atingir clientes com interesse em produtos compatíveis com sua linha, masterbatch e matéria-prima.

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Companhias de todo o mundo tem evitado o uso da matéria-prima virgem e investido no reaproveitamento do plástico

Sendo uma matéria-prima responsável por um desenvolvimento econômico sem precedentes, não tem como vislumbrar um mundo sem plástico. Isso porque, se trata de um produto barato, fácil de produzir e extremamente versátil, que também tem sua função ambiental.

Quem afirma isso é o professor Ítalo Braga Castro, do Instituto do Mar da USP. Além de concordarem com essa afirmação, o mercado afirma que o consumo vai aumentar. “As placas de energia solar, por exemplo, são feitas de plástico”, ilustra o presidente-executivo da ABIPLAST, Paulo Teixeira. 

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De acordo com dados da entidade, a produção brasileira de plásticos somou, no ano passado, 6,7 milhões de toneladas, 6,1% menor que em 2021, e o faturamento caiu 4%, totalizando R$117,5 bilhões. 

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A princípio, os maiores consumidores foram a construção civil, com 25,4% do total produzido, e a indústria de alimentos, com 21,9%. “Estamos falando de um material que está em 95% da matriz industrial mundial, com aplicações que vão de foguetes a baldes.”

Como a indústria tem atuado para se tornar mais sustentável?

Medidas para tornar o uso de plástico saudável

Nesse sentido, produtores e consumidores trabalham para reduzir de forma significativa o plástico de uso único, ou os descartáveis.

Como copinhos e embalagens de alimentos para consumo imediato – que respondem por 70% de todo plástico produzido no mundo.

Assim, outra estratégia tem sido aumentar os percentuais de reciclagem.

É o que vem fazendo a Unilever. A meta global da companhia, uma das maiores produtoras de bens de consumo do mundo, é diminuir em 50% o uso de plástico virgem.

Assim, o objetivo é utilizar 25% de plástico reciclado nas embalagens até 2025 – esta última foi alcançada no Brasil no ano passado. 

Suelma Rosa, head de reputação e assuntos corporativos da empresa, afirma que o pulo do gato vai desde ajudar a cadeia fornecedora a buscar inovação até a incorporação de novos materiais, redução dos volumes de plásticos utilizados e entregar o mesmo produto em embalagens econômicas.

Ela explica: “Como o ciclo de inovação demora entre três e cinco anos, nossos contratos são de longo prazo para que os fornecedores possam ganhar escala”.

Com uma outra estratégia, a GetNet comprou, em 2021, a Mobyan, empresa de logística que recolhe as maquininhas POS (de Point of Sale, na sigla em inglês), em todo o país, e envia para os fabricantes fazerem a reciclagem. 

De acordo com Fabrício Santos Moreira Chaves, vice-presidente de operações da companhia, algo entre 70% e 80% da composição das máquinas é plástico. “Só a GetNet tem cerca de 2 milhões de POS no mercado". 

Chave ainda afirma que "hoje, 85% das nossas máquinas usam insumos reciclados e já comunicamos nossos fornecedores de que, a partir de 2025, POS sustentável passa a ser requisito para compra.”

Falta de estrutura para logística reversa

Enquanto o quilo de uma latinha de alumínio rende, em média, R$5 para o catador, o quilo do plástico não chega a R$1. O que configura um grande problema de estrutura na logística reversa do Brasil.

Miguel Paranaguá, diretor de operações no Brasil da Plastic Bank, afirma: “Falta infraestrutura para a logística reversa, precisa aumentar o percentual de itens reciclados no produto final. Além disso, também falta incentivo para que os coletores retirem o plástico do meio ambiente para a conta pode fechar”.

A princípio, a empresa de Paranaguá é de impacto social com 5 mil catadores cadastrados nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Assim, subsidia o trabalho dos coletores, por meio de parceria com empresas privadas como 3M, Coca-Cola e Henkel, entre outras.

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Com portal sobre reciclagem, a empresa traz exemplos bem-sucedidos de economia circular das embalagens pós-consumo na França e na Inglaterra

Visando expandir seus negócios internacionalmente, a Termotécnica lançou o Portal Recycle EPS, espaço para apresentar o que é e como fazer o descarte correto do EPS.

Segundo Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, o que a empresa busca é  levar a conscientização para a destinação correta e reciclagem deste material para outros mercados. 

Schmidt explica: “Com recicladores parceiros em outros países, juntos podemos expandir o processo de logística reversa e reciclagem do EPS, fazendo a economia circular acontecer na prática”.

Desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance.  

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Dessa forma, já são mais de 1,2 milhão de conservadoras FarmFresh, em cinco anos, utilizadas na exportação de mais de 5 mil toneladas de frutas premium brasileiras.

Como, por exemplo, manga, uva, limão, lima.

E outras para países de toda a Europa, como França, Espanha, Portugal, Inglaterra, Áustria, e também para o Oriente Médio, Rússia, China e Canadá. 

Termotécnica avança na logística reversa do plástico com novo lançamento

Para onde os conservadores podem ir no pós-consumo? 

Com o compromisso de fechar todo o ciclo de logística reversa, a Termotécnica fez uma parceria com a recicladora ECO 2PR, da França, para a coleta das embalagens destas remessas. 

Outro exemplo bem-sucedido deste processo de logística reversa e reciclagem é na exportação de Limão Tahiti do Brasil para o Reino Unido. 

Isso porque, o modelo de economia circular já é adotado para as conservadoras FarmFresh.

Onde as frutas passam pelo processo de embalamento e acondicionamento e seguem via frete marítimo para o Reino Unido. 

Nesse sentido, a Termotécnica fornece a relação de recicladores locais para o importador. Este, por sua vez, negocia a venda para um destes recicladores que coletam as embalagens pós-consumo na importadora e realizam a sua reciclagem. 

Assim, a economia circular acontece na prática. “O mundo e os mercados estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente.

Termotécnica e seu compromisso com a agenda 2030 da ONU

A Termotécnica reforça a sua atuação responsável e sustentável junto ao mercado, clientes, colaboradores e sociedade,. Isto é, contribuindo para o alcance das metas da Agenda 2030.

Uma vez que, a atuação da Termotécnica tem especial alinhamento e compromisso com o ODS 12 relativo à Produção e Consumo Sustentáveis.

Nela, as metas fixadas para o ano 2030 são: reduzir pela metade o desperdício de alimentos nas vendas do varejo e nas cadeias produtivas.

Bem como, fornecer abastecimento e reduzir a geração de resíduos através de atividades de prevenção, redução, reciclagem e reutilização.

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Projeto criado transforma tampinhas plásticas em alimentos para animais. KitKat pretende transformar embalagens de chocolate em móveis. Bienal do livro traz ações sustentáveis

Projeto solidário transforma tampinhas plásticas em alimentos para animais 

Alimentos de tampinhas plásticas, Madeira de plástico e Bienal do Livro ecológica

No município de Taquaritinga o projeto Tampinha Solidária, ganhou repercussão na comunidade. A ação promovida no município do estado de São Paulo está ajudando animais necessitados. 

Tanto que, os  benefícios do projeto impactam  positivamente a sociedade com geração de empregos.

Sendo assim, a transformação das tampinhas em alimento, conta com pontos de coleta, e aquela de descarte são encaminhadas para a reciclagem. 

Gerando assim, a reciclagem das tampinhas que é convertida em alimentos para os cães e gatos carentes. 

Além disso, por meio da ação realizada, gera a conscientização da reciclagem e da conservação do meio ambiente. As tampinhas transformadas em móveis e embalagens, encerram assim o ciclo da reciclagem. 

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Kit Kat cria ação que converte embalagens em móveis para ONGs

As embalagens de chocolate KitKat, descartadas no festival The Town ganharão um destino ecológico. 

Em conjunto com Yattó, a proposta é transformá-las em móveis de madeira plástica após a reciclagem, com o objetivo final de doação para ONGs de São Paulo apoiadoras das causas LGBTQIAP+.

Com um design único e exclusivo feito para a embalagem tradicional do chocolate. Cada móvel receberá um QR Code, trazendo aos interessados os processos pelos quais o móvel passou. 

Ainda assim, a marca também confirma presença no gramado do festival em 2023. Os três pontos de coleta espalhados pelo local, possuem a iniciativa do descarte consciente e correto dos resíduos plásticos. 

Bem como, para aqueles que derem os destinos adequados as embalagens receberão brindes exclusivos, como pulseiras de acesso rápido as ativações de KitKat. 

Bienal do Livro gera impactos positivos através de iniciativas sustentáveis

A criação e a estrutura do maior festival que celebra a literatura foi construído e pensado ecologicamente. 

A princípio, o evento, que ocorreu no último final de semana no estado do Rio de Janeiro, contou com ações favoráveis ao meio ambiente. 

Além da estrutura do evento totalmente feita de materiais recicláveis, como os chão dos pavilhões feitos de garrafas pet, a proposta é, ainda, transformar tudo aquilo usado no festival em outros produtos. 

Em conjunto com a All In, a GL eventos, organizadora da bienal, os carpetes feitos de garrafas plásticas, que do mesmo modo passam pelo processo de reciclagem, e assim direcionados para a empresa responśavel por transformá-lo em chapéus e molas para cama, por exemplo. 

Ainda contando com parcerias para a efetividade da iniciativa ecológica, o projeto sustentável atua na produção de ofertas de trabalho e, dessa forma contribui desde 2015 com ações voltadas para a sociedade, com ofertas de emprego, e ajuda do mesmo modo o meio ambiente. 

Em sua última edição no Rio de Janeiro, quando completou 40 anos, foi a primeira reconhecida como 100% carbono. Isso acontece também por conta da cooperação de reciclagem dos materiais para a confecção dos estandes. 

Dessa forma, a Bienal do Livro, deixa uma herança e um exemplo que impactam positivamente o ecossistema. 

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Para a Confederação Nacional da Indústria, o fortalecimento do setor é essencial para reverter o cenário de desindustrialização atual

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) informou no início deste ano que o Brasil vem se desindustrializando há mais de duas décadas e perdendo competitividade econômica. 

A declaração feita por José Luis Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo do órgão, também chamou atenção para as consequências desse panorama. Uma vez que, possui impactos desde a geração de empregos qualificados até a inserção do país em âmbito internacional.

Diante disto, o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) demonstrou urgência para uma solução.

Por isso, realizou uma reunião com o comitê executivo do CNDI (Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial), responsável por debater e elaborar uma nova política industrial para o Brasil. 

Nesse sentido, o CNDI publicou uma resolução com as diretrizes para a nova política industrial brasileira.

Leia mais:

Política industrial estruturada é caminho para desenvolvimento econômico

Mercado Industrial

No documento são definidos princípios, missões e objetivos da nova política industrial.

Na publicação no DOU (Diário Oficial da União), destacou-se a necessidade da proposta considerando que o crescimento econômico e social do país requer que sua indústria seja forte e competitiva.

Além disso, é pontuado que houve um considerável enfraquecimento das políticas de desenvolvimento desde o início da década de 1990.

Principalmente, as políticas industriais, de inovação e de exportação; além da predominância do processo de desindustrialização precoce no país.

Na avaliação de Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, o fortalecimento do setor é essencial e reverte esse processo de desindustrialização. “Precisamos dar respostas adequadas aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, pela transformação digital e pela reorganização das cadeias globais de suprimentos, que sofreram com a pandemia e com incertezas relacionadas à guerra na Ucrânia. Não é à toa que as economias mais avançadas vêm implementando programas voltados ao desenvolvimento do setor", diz.

Visão estratégica para crescimento industrial

De acordo com a CNI, essas políticas industriais são o conjunto de ações que envolvem setor público e privado para formar uma visão estratégica para o crescimento do segmento industrial de um país. 

Segundo a entidade, uma política industrial bem desenvolvida gera resultados não apenas no campo da competitividade.

Mas também na geração de mais postos de trabalho e empregos com melhor remuneração.

Nesse sentido, a atração de investimentos e uma maior integração internacional são aspectos que podem ser beneficiados quando há o desenvolvimento de políticas públicas integradas.

Bem como, a ampliação do acesso das empresas brasileiras e o aumento das exportações. Para isso, é estimulado a implementação de instrumentos de política industrial. 

Como, por exemplo, linhas de financiamento, compras públicas, encomendas tecnológicas, incentivos fiscais, incentivos de créditos, regulação, incentivo à inovação.

Conforme o presidente da CNI, são as políticas estatais que induzem e direcionam prioridades para o investimento privado, no Brasil e em todo o mundo. 

Portanto, a atração de investimentos, a maior integração internacional, o aumento das exportações e a ampliação do acesso das empresas brasileiras ao mercado externo requerem políticas de apoio. “Como o adequado financiamento e garantias públicas para operações não cobertas pelo mercado privado, bem como, a criação de um ambiente regulatório que estimule o desenvolvimento tecnológico e a inovação”.

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