O IGI (Índice Global de Inovação) revela que o Brasil assumiu a liderança na inovação entre os países da América Latina, e sua posição no ranking global alcançou para a 49º lugar, ultrapassando o Chile (52º) e tornando-se o 3º país mais bem colocado no BRICS.
No último ano, o Brasil estava em 54º lugar, mas em 2023 conseguiu subir cinco posições, de acordo com os dados divulgados na última quarta-feira, dia 27.
A divulgação é sempre feita pela OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), que tem sua parceria no Brasil com a CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Além disso, divulgou que os primeiros cinco países na lista de melhores inovações são: Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido e Singapura.
Investimentos em políticas públicas para inovação
De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, a posição do Brasil no IGI vem melhorando, mas existe um potencial inexplorado. Já que atualmente a economia brasileira é a 10ª maior do mundo.
A nação já está na liderança da corrida de tecnologia verde na América Latina, e tem potencial para tornar-se líder mundial.
Pois enquanto ele está em 16,1%, os EUA tem 14,9%, a União Europeia 14,3% e a China 15%.
Mesmo que sua posição tenha se elevado nos últimos três anos, o 49º lugar do Brasil é considera baixa, se medida em total potencialidade.
Portanto, para que continue avançando, precisa de investimentos em políticas públicas.
Os investimentos são defendidos pela CNI, “Precisamos de políticas públicas modernas e atualizadas e, para isso, o IGI tem o papel fundamental de auxiliar na compreensão dos pontos fortes e fracos do Brasil", destaca Robson Andrade.
Para Andrade, a CNI e a MEI estão conscientes da importância de medir a inovação para viabilizar políticas eficazes, alcançar resultados sólidos em atividades de CT&I e promover o desenvolvimento social e econômico.
A importância do medidor para o desenvolvimento dos países
A CT&I (Ciência, tecnologia e inovação), são instrumentos fundamentais para o avanço em inovação, e por isso o IGI tornou-se um pilar para que fossem formuladas políticas voltadas a esses critérios.
Por isso, esse parâmetro e divulgação anual são interessantes para os governos dos países.
Pois, a partir disso podem analisar os resultados em matéria de inovação, e então criar políticas para melhorar o desempenho no índice.
Ao longo dos anos, o ranking obteve reconhecimentos como o do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas.
Isto, trouxe um aporte ao CT&I que tornou-se uma ferramenta crucial para a avaliação de inovação dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).
Saiba como funciona o Índice e quais são os indicadores para definição das colocações
Em primeiro lugar, define-se o IGI como uma medição anual e mundial, que verifica o desempenho dos ecossistemas de inovação de 132 economias e identifica quais são as tendências globais em relação à inovação.
O cálculo acontece em duas categorias de indicadores que possuem pesos diferentes.
A posição no ranking é depende das classificações em "insumos de produção" e "resultados de inovação".
O primeiro indicador, refere-se às condições e recursos disponíveis para apoio a atividades de inovação, ou seja, como tem sido gerido suporte para setores de educação, ambiente de negócios e recursos humanos especializados.
Enquanto a segunda categoria indica o desempenho dos países quanto a inovação produzida. Logo, refere-se a produções científicas, patentes, novos produtos, serviços e processos.
Portanto, para que haja o crescimento na escala de classificação, os dois devem estar com números altos.
O cálculo é complexo, mesmo que esteja dividido em dois tipos. Porque o Brasil, por exemplo, pode ocupar níveis diferentes em cada categoria.
Nessas divisões de medidores, este ano a nação está em 59ª no indicador de performances de insumos, e 49º no segundo.
Esses níveis indicam que o Brasil tem um desempenho maior do que a média dos indicadores de resultados de conhecimento e tecnologia. Se comparados com países com média alta que integram o índice.
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Os símbolos nas embalagens plásticas encontram-se na parte inferior, e é identificado por um triângulo com numeração específica, para que as pessoas possam realizar a separação de plásticos de forma consciente.
Embora os símbolos passem despercebidos pelo consumidor.
Para a distribuição para reciclagem acontecer de modo correto, os símbolos são inseridos abaixo dos plásticos.
De acordo com Saville Alves, Sócia e Líder de Negócios da SOLOS, os símbolos ajudam desde a compra até o momento em que o produto é direcionado aos centros de reciclagem.
Uma vez que as cooperativas não podem fazer a separação de modo automatizado, a seleção manual é uma contribuição para este processo.
Leia mais:
Os principais plásticos com numeração específica
Os principais plásticos estão nas embalagens de diversos setores, como o de bebidas, higiene pessoal e utilização doméstica.
Dentre eles estão: PET, (Tereftalato de Polietileno), PEAD (Polietileno de Alta Densidade), PVC (Policloreto de Vinila), PE (Polietileno de Baixa Densidade), Símbolo de PP (Polipropileno), Símbolo de PS (Poliestireno).
Assim símbolos indicam uma escala de reciclagem, para que os coletores o recolham de modo adequado.
Onde encontrar os símbolos e processo pós reciclagem.
Com o intuito de ajudar a entender quais são os símbolos e como funcionam, confira abaixo os materiais em que eles aparecem, a numeração e o destino de cada um.
O símbolo presente no PET, é o número 1 no centro do recipiente. Por sua flexibilidade, é altamente reciclável, e usado para fazer garrafas e fibras de roupa. É possível encontrar a numeração em produtos como: bebidas e de embalagens de higiene pessoal.
Os itens como tubos de água e produtos químicos vêm da matéria-prima chamada PEAD. Então, o número 2 identifica-a.
Para o revestimento de cabos e tubulações, o material necessário é PVC, encontrado pelo número 3.
Enquanto, o PE, seu número dentro do triângulo é o 4, amplamente usado em filmes de embalagens plásticas e recipientes de alimento. Sua reciclagem resulta em produtos reutilizáveis como sacolas de compras.
Representado pelo número 5, as embalagens de iogurte, potes de margarina, tampas de garrafas e produtos médicos possuem em sua composição o PP. Que reciclado transforma-se em caixas de armazenamento e escovas de dentes.
No fim da lista, os PS encontrado em copos descartáveis, bandejas e alimentos tem o número 6.
Enquanto o número 7 pertence a outros plásticos que não se enquadram nas categorias mencionadas. Como por exemplo, o policarbonato.
Ainda que o grau de reciclagem altere-se conforme a numeração, todos podem ser transformados. Por isso, a separação adequada contribui para a sustentabilidade.
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Um levantamento anual revela o crescimento do volume de produtos plásticos importados pelo Brasil. Desde 2018 esse registro supera 700 mil toneladas anuais, e segundo o recém anuário publicado pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), as importações chegaram a 737,7 mil toneladas, sendo a China, a líder com 50,35%.
Ao longo dos anos, a Ásia tem conseguido espaço nesse meio, aumentando a diferença com países americanos.
Como é o caso da China e dos Estados Unidos, enquanto a China teve 32,9% de importações, os Estados Unidos ficaram com 12,5%.
A comparação revela que, embora os americanos optem pelo envio de plásticos com maior valor agregado, os chineses conseguem obter a matéria-prima por custos menores.
Logo, torna a sua produção mais competitiva, uma vez que seus parceiros regionais vêm se tornando uma força significativa na indústria global.
As estimativas dos próximos semestre
Em relato, o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, discute os desafios do mercado para os meses seguintes.
Embora a pesquisa revele que os dados dos primeiros seis meses deste ano tenham sido expressivos, de acordo com o presidente o mercado está em queda.
Pois, tradicionalmente, o segundo semestre é o período mais forte para as principais setores da indústria, no entanto, pelas oscilações na demanda o mercado sofre alteração.
Por exemplo, o setor de construção, é atualmente o principal mercado para produtos plásticos, superando o ramo das embalagens.
Em seguida, o agronegócio e a indústria automobilística também elevaram o uso. Primeiro para armazenamento e proteção. Enquanto, a segunda resulta em alta utilização de plástico em carros.
Ainda que as principais indústrias tenham aumentado seu consumo de plástico, o aumento da taxa de importação das resinas termoplásticas usadas nos produtos plásticos não é a solução ideal. Uma vez que isso tornaria a produção final mais cara, por haver menos competitividade da indústria de transformação plástica.
A sugestão oferecida por Roriz é: “A solução é ter resina competitiva aqui para, além de atender ao mercado interno, conseguir exportar para outras regiões”.
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A TECNOPERFIL, reconhecida por sua busca por soluções sustentáveis, implementou diversas iniciativas socioambientais. Diante disso, a empresa elaborou a inciativa "TECNO", com o objetivo de conscientizar a população a respeito da preservação ambiental.
Por ser uma empresa com grande destaque no mercado de construção civil e outros segmentos, reconhece a importância de se comprometer com pautas sustentáveis, e cooperar para o estímulo da sociedade.
Além disso, a TECNOPERFIL acredita que ao lançar essa campanha no Dia Mundial do Meio Ambiente, podem reforça seu compromisso com a conscientização sobre a preservação ambiental, buscando inspirar outras empresas a adotarem práticas sustentáveis.
Afinal, mais do que celebrar o meio ambiente, a iniciativa visa estimular ações concretas em prol de um planeta mais saudável e sustentável.
Desse modo, eles estabeleceram um programa que conta com mais de dez ações voltadas para esse tema, dentre eles:
Captação e reutilização de água
Economia circular
Logística reversa
Reaproveitamento de resíduos
Voluntariado ativo
Ações sociais beneficentes
Controle de qualidade sustentável
Doação de produtos cultivados pela TECNOPERFIL
Parcerias com fornecedores sustentáveis
Coleta seletiva.
Sendo assim, a campanha "TECNO" destaca a importância dessas soluções sustentáveis, demonstrando que é viável aliar inovação e negócios à responsabilidade socioambiental.
A empresa acredita que ao assumir essa responsabilidade, contribui para um futuro mais equilibrado e saudável.
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Nova tecnologia produz material biodegradável
Nova empresa canadense produz material está desenvolvendo uma tecnologia capaz de produzir materiais biodegradáveis a partir de microrganismos modificados geneticamente.
A MetaCycler BioInnovations, faz parte da Velocity, uma startup da Universidade de Waterloo. A pesquisa nesse campo teve início, com os cofundadores da empresa, que possuem graduações e pós-graduações nas áreas de ciências.
De acordo com Nicole LeBlanc, CEO e cofundadora da empresa, a substituição dos canudos plaśticos é um exemplo simples da manipulação das bactérias modificadas.
A princípio, a transformação central esperada dos microrganismos é a conversão de resíduos lactéos e subprodutos de leite e queijo em matéria-prima.
Então, a partir das alterações na alimentação das bactérias, elas produzem o PHA, um composto similar ao plástico, que é base de diversos outros plásticos biodegradáveis.
Sendo assim, para que sua aplicação seja efetiva, as propriedades que o constituem devem ser adaptáveis aos variados tipos de material.
Por tratar-se de um produto flexível, suas aplicações abrangem e se adequam a estruturas mais rígidas ou quebradiças. Como por exemplo na substituição dos canudos plásticos, pois manteria sua textura específica.
A cofundadora e CEO da empresa, Nicole LeBlanc, apresenta a pesquisa recente como uma possibilidade de mudança global. Uma vez que canudos plásticos representam apenas um exemplo do impacto significativo da nova tecnologia para o meio ambiente.
Portanto, para que a operação seja sustentável, os cofundadores em conjunto a Velocity têm buscado alternativas para que a produção.
Empresa catarinense desenvolve plástico compostável
Uma empresa de embalagens em Blumenau, engajada com ideias sustentáveis, começou a produção de sacolas, envelopes e sacos industriais, com o bioplástico como material fundamental no desenvolvimento.
Segundo Guilherme Tancon, diretor comercial da Viva Embalagens, a empresa tem em seu DNA a preocupação com o meio ambiente.
Entre suas ações positivas, está o uso de energia 100% renovável. Por isso, seu investimento também está em soluções que usam a economia circular, como acontece com a produção baseada em bioplástico.
O bioplástico é importante para a reciclagem, uma vez que sua matéria-prima é facilmente encontrada na natureza, como em vegetais.
Assim, Tancon afirma que por ser PLA (polímero de ácido láctico), é altamente compostável e capaz de transformar-se em adubo no fim do ciclo.
Uma vez que essa produção torna-se facilitada, setores como varejo são beneficiados. Haja vista que a empresa Viva, busca conexões com empresas que possuem o mesmo pensamento sustentável.
Fruto amazônico tem uso sustentável
Pesquisadores de um laboratório no Pará estão promovendo propostas inovadoras com um fruto natural da região, a andiroba.
Um fruto amplamente usado na região Norte, desde os povos originários até a atualidade, possui uma versatilidade incomum. Pois, elas são aproveitadas em produtos de uso higiene pessoal, cosmético, e até medicamentos, por exemplo.
Os pesquisadores avançados notaram que é possível utilizar toda a composição da andiroba, incluindo a semente, a castanha e o óleo. Sendo o último, a base para a produção de bioplástico.
Para que obtenha-se o resultado final, isto é sacolas, o óleo é unido a um polímero natural. Quando aliado ao polímero, é capaz de formar um filme de plástico resistente.
De acordo com o professor Carlos Emmerson Ferreira da Costa, da Universidade Federal da Paraíba, esta inovação é promissora pois a aplicação desse bioplástico é muito abrangente.
O bioplástico pode ser inserido em diversos produtos e de variadas indústrias. Mesmo que a expectativa inicial seja de produção de sacolas.
Embora as expectativas sejam positivas, o professor ressalta que para sair do estágio de laboratório e produzir um produto mensurável, os pesquisadores precisam de recursos.
A iniciativa promovida pelo laboratório, é uma alternativa que coopera com a conscientização da população sobre a diversidade da Amazônia e sobre ações sustentáveis promovidas pelas indústrias.
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A ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), produz todos os anos um material informativo e impulsionador para o setor, com novas informações sobre a indústria do plástico no Brasil.
O anuário Perfil das Indústrias de Transformação e Reciclagem de Plástico no Brasil sempre atualiza e discute temas como economia circular, reciclagem, produção e consumo consciente.
Assim, as informações a respeito da atuação no mercado, com enfoque na movimentação e desenvolvimento da área, são pautas discutidas como novas atualizações na edição de 2022.
O Perfil, por ser a principal fonte de divulgação de assuntos de interesse da indústria, busca fornecer os dados necessários para analisar as suas condições, como o faturamento do segmento, que conforme a pesquisa foi de R$117,5 bilhões.
Também medem as importações, que geraram U$3,8 bilhões, enquanto as exportações de plásticos transformados foram de U$1,4 bilhão.
E por fim, ele analisa a produção, que de acordo com a atualização, obteve a marca de 6,7 milhões de toneladas de produção física.
Contribuições das indústrias de reciclagem e de transformação de plástico
Por contar com 12 mil empresas e fomentar a geração de empregos, com quase 360 mil trabalhadores, o setor auxilia no aumento do PIB brasileiro em R$1,3 milhão.
Para economia, o número atinge R$3,35 milhões.
O levantamento feito pela ABIPLAST mostra as porcentagens do principais plásticos:
PP 20,3%;
PEBDL 16,1%;
PEAD 13,8%;
PVC 12,9%;
Por ser uma matéria-prima responsável pelo desenvolvimento econômico, as principais resinas têm destaque. Enquanto os reciclados seguem com 13,2%.
PET 5,8%;
PEBD 9,7%;
PS 6,2%;
O plástico sendo o material presente em todos os segmentos de produção, como o alimentício que lidera com 25,4%.
Já o comércio e varejo 7,8%, o setor de automóveis e autopeças conta com 6,2%, e 6% bebidas.
O presidente do Conselho da ABIPLAST e do SINDIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, visa que o Perfil anuário possa continuar estimulando o uso inovador do plástico e uma rota sustentável da matéria-prima.
Iniciativas de estímulo à reciclagem e economia circular
Ele afirma que é necessário aumentar o incentivo à adoção de soluções de circularidade e fazer esforços para superar os desafios encontrados.
Portanto, para manter estímulo a logística reversa, o anuário apresenta propostas de sustentabilidade, como é o caso do tópico “Economia Circular: fazendo acontecer”.
De modo que, com o objetivo de manter os produtos plásticos como melhor opção para soluções em todas as esferas da vida e produção humana.
Tais como, abordagens criativas e inovadoras que devem buscar otimizar os processos, produtos e sistemas que promovem a economia circular.
Informações de composição do anuário
Para intensificar a ideia de soluções para o plaśtico, Perfil das Indústrias de Transformação e Reciclagem de Plástico no Brasil 2022, tem como referência uma publicação da Fundação Ellen MacArthur.
Por isso cinco fatores que podem ser implementados nessas soluções.
Além disso, o anuário ilustra uma sequência de etapas que envolvem a criação de um produto. Esse esquema demonstra a importância da transição da economia linear para a economia circular.
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Segundo a Maxiquim, a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis teve uma alta de 4,3% no primeiro semestre de 2023, levando em conta o mesmo período no ano anterior.
Por ser uma forte tendência no mercado seu consumo aparente também sofreu aumento de 6%.
A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) encomendou a pesquisa para analisar as medições do desenvolvimento industrial deste e do próximo ano.
Por isso, as expectativas da ABIEF seguem positivas, isso é possível porque a indústria inverteu queda que acompanhou desde dezembro de 2022.
Leia mais:
De acordo com o presidente da ABIEF, Rogério Mani, os dados, além de possuir potencial para calcular o volume das produçẽs, é importante para dimensionar a evolução da reciclagem e circularidade das embalagens.
Ele destaca o benefício de realizar a estimativa: “Certamente daria uma visão mais apurada e importante porque reflete os esforços do setor rumo à economia circular. Nos últimos dez anos, a indústria de flexíveis avançou muito neste sentido.”
Dados positivos abrangem as principais fontes de produção
Embora desafios no setor de circularidade se apresentem, as vantagens significativas se sobrepõem a elas.
As quais foram evidenciadas através da pesquisa feita pela Maxiquim, como a participação de 56% de embalagens monocamadas.
Ainda como fator positivo, os principais plásticos também estão inclusos no PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) que contam com 77% de participação na produção total.
Em seguida o PP (polipropileno), com 16%, e PEAD (polietileno de alta densidade), com 7%.
Logo os avanços no campo da indústria de flexíveis contribuem para redução do peso das embalagens e melhor adequação dos tamanhos.
Assim como economizam espaço durante o transporte.
A destinação da produção das embalagens flexíveis no Brasil
Por ser um campo com inúmeras variedades de embalagens plásticas flexíveis, a análise feita pela Maxiquim considera todos os tipos. Por exemplo, sacolas plásticas e filmes utilizados no agronegócio.
A pesquisa revela que 4.079 empresas compõem o setor, sendo que mais de 80% delas estão localizadas nas regiões Sul (1.166) e Sudeste (2.239) do país.
A contribuição de diminuição dos recursos energéticos nesta produção, se deve ao fato da indústria de embalagens plásticas flexíveis representar 30% da produção total para transformação de plásticos.
Portanto, esse dado também revela a demanda nacional de embalagens
Uma vez que a indústria alimentícia, com um market share de 41%, é o maior cliente, direcionando 80% dos filmes brasileiros
Nos setores de varejo, agropecuária e bebidas, são feitas outras distribuições. As porcentagens seguem a ordem de maiores mercados para os filmes, sendo 17%, 13%, e 12%, respectivamente.
Assim, o presidente, Rogério Mani, pondera a expectativa para que as demandas sigam em crescimento. Haja vista que as embalagens flexíveis também sofreram um desempenho positivo nos primeiros seis meses de 2023.
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Todas as empresas associadas ao Think Plastic Brazil visam networking através do evento de plástico, o World Plastic Connection Summit. A edição de 2023 contou com empresas como,INPLASUL, FibrasaDispafilm do Brasil e Impacta.
Isso porque, o Projeto Comprador é o melhor local para interações e reuniões com compradores de diversos setores da área industrial exterior. Assim, empresas brasileiras, através da mediação facilitada pelo evento, podem conhecer os anseios e expectativas dos clientes.
Portanto, todas as empresas participantes compartilham o mesmo desejo: a possibilidade de estabelecer conexões com clientes alinhados aos serviços fornecidos por elas.
A INPLASUL, vê as novas possibilidades de negócios como um fator motivador para sua participação na 61ª edição do Projeto Comprador. Visto que a indústria atua há 50 anos no mercado e tem mantido seu interesse em oferecer soluções aos clientes.
Consequentemente, por ser um fabricante de com parque industrial da mais alta tecnologia e contar com mais de 1000 empregados, enxerga no evento faria a ponte necessária para a comunicação de compradores e fornecedores com o mesmo objetivo da INPLASUL, isto é fábricas de resina e máquinas, por exemplo.
Organização e qualidade entregue pela Think Plastic Brazil
A feira internacional do plástico sugeriu que os participantes apontassem os projetos alinhados com a estratégia de cada empresa, assim como disponibilizou um evento organizado.
Dessa maneira, para Paulo Eduardo Bernardes Silva, gerente comercial da Fibrasa, fabricante de embalagens termoformadas de polipropileno e embalagens injetadas de polipropileno, a principal motivação se dá pela excelente organização da Think Plastic e pela qualidade dos contatos internacionais.
Isso é evidenciado pela Fibrasa, que recentemente ampliou suas operações na área fabril da unidade de Pernambuco, bem como iniciou o fornecimento de embalagens termoformadas com barreira de EVOH.
A empresa enxerga no evento a oportunidade de exportação, considerando que as novidades são fatores capazes de gerar interesse no mercado.
Explorando as Múltiplas Oportunidades de Parcerias no Evento
O evento oferece uma variedade de outros projetos e ações que envolvem parcerias com nomes internacionais, com o objetivo de proporcionar oportunidades únicas aos participantes da World Plastic Connection Summit
Logo, para Leonardo Cruz, gerente de exportação da Dispafilm do Brasil, empresa que atua há mais de 30 anos no segmento de filmes PVC. "O Projeto Comprador é uma possibilidade de conexão com potencial para desenvolvimento dos produtos da empresa em outros mercados".
Já a Impacta, produtora de bisnagas de alumínio, plástico e tubos de aerossóis, encontrou motivação para sua participação no evento na busca pela diferenciação por meio da inovação e da flexibilidade.
Do mesmo, Eglair Vascão Júnior, diretor comercial quando questionado quais as motivações e contatos esperados na feira, desenvolver novos negócios e relacionamento comercial com empresas das indústrias farmacêutica, fabricantes de cosméticos e produtos de higiene pessoal, de adesivos e indústria alimentícia, estão entre os principais motivos.
Assim, o Think Plastic Brazil, organizador do World Plastic Connection Summit, continua a liderar a integração de diversos setores nacionais e internacionais.
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O Projeto Comprador desenvolvido pelo Think Plastic Brazil tem grande capacidade de impulsionar o processo de exportação de produtos.
Isso porque O World Plastic Connection Summit,é o principal evento brasileiro voltado para indústrias nas verticais, e capaz de criar conexões com o mercado das Américas.
Wilton Araújo, gerente comercio exterior da Splack SA, comenta a participação da empresa: “O motivo é atingir o mercado da América Latina do setor farmacêutico e a expectativa é angariar novos clientes.”
Splack está no mercado de sobremesas desde 1996, seu foco é na especialização de produtos que ajudam a controlar a umidade das embalagens.
Ações feitas para melhorar conexão entre empresas e compradores
A princípio, o Projeto Comprador pode conectar as empresas brasileiras entre si, mas também pode mediar os contatos com os possíveis compradores internacionais.
Sendo assim, para que o ambiente de conexão seja descomplicado ele conta com ações como a tradução simultânea em três línguas, inglês, português e espanhol.
No caso da A&S Technologies, atender a demanda crescente do mercado latino-americano é fundamental, como cita Dário Magão, diretor executivo.
O objetivo da A&S é empresa brasileira especializada em adesivos e selantes que existe há mais de 38 anos, busca alcançar parceiros estratégico no mercado exterior de forma mais segmentada.
Desse modo, ações que também apresentam as marcas brasileiras são importantes para que o público externo obtenha com clareza os inúmeros benefícios das prestações de serviços das industrias.
Enquanto isso, o benefício desta modalidade para as empresas nacionais é a avaliação de demandas e necessidades apresentadas pelos compradores internacionais.
Nesse sentido, a Fábrica de artefatos de látex São Roque está em pleno desenvolvimento de todos os segmentos da produção. A compreensão do cenário internacional auxilia na entrega de soluções para futuros clientes.
Por isso, a fabricante que está há 70 anos no mercado, busca internacionalizar a marca, então fechar negócios com distribuidores, atacadistas e varejistas,
As empresas garantem sua participação pois sabem que o World Plastic Connection Summit oferece ambiente ideal para estabelecer contatos com os potenciais clientes de exportação.
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O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) teve uma redução de aproximadamente 2,44% pontos no mês de setembro. Embora seja uma queda significativa, uma pesquisa feita recentemente pela CNI (Confederação Nacional de Indústria) mostra que os pontos seguem acima do índice indicado.
O índice de confiança, ICEI, foi criado para medir a confiança ou a falta de confiança dentro do setor empresarial de indústria. Ou seja, é um sinalizador de mudanças das tendências que ocorrem na produção industrial, para garantir ao empresário uma medição das alterações.
Os empresários industriais avaliaram negativamente a economia brasileira, o que resultou em uma queda de 53,2 pontos para 51,9. Realizamos a consulta a 1.494 empresários com o intuito de obter esses dados, no período de 1º a 11 de setembro de 2023.
As empresas usam o Índice de Condições Atuais para avaliar o momento econômico e sua própria situação. Além disso, utilizam o Índice de Expectativas para medir a percepção do empresário em relação à economia e à empresa nos próximos seis meses.
O primeiro manteve seus pontos em 47,3, porém ficou abaixo dos 50 pontos estipulados. Ao passo que o segundo perdeu 2 pontos, ele ainda permanece dentro do indicado, com a marca de 54,2 pontos em setembro. No entanto, para os próximos seis meses o indicador marca uma queda para 48,2 pontos.
A diferença entre os dois, acontece porque a economia brasileira está inconstante.
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