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Com a finalidade de fomentar a distribuição adequada de resinas e materiais plásticos, o Grupo PREXX patrocina a Adirplast, fornecendo aos associados soluções completas em exportação e importação. 

Ainda que a importação brasileira seja complexa, a parceria consegue diminuir os custos, através de planejamento tributário e com logística planejada. 

Enquanto a Adirplast é uma entidade sem fins lucrativos, que visa fortalecer a distribuição dos associados ao apoiá-los na distribuição, e integrá-los no setor de varejo de resinas plásticas. O Grupo PREXX é uma empresa de trading, que trabalha como intermediária entre fabricantes e compradores. 

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Por conta de suas diversas experiências e trajetória sólida no mercado, a PREXX é uma alternativa ideal para que as empresas ligadas à Associação explorem e se desenvolvam no mercado internacional. 

O diretor comercial do grupo, Alex Valvassori Barbosa, pontua: "Para nós, é crucial estar sempre conectados com empresas significativas. Queremos proporcionar a elas a oportunidade de terem seus produtos importados e exportados de maneira eficaz e econômica, priorizando o benefício deles e de seus clientes, promovendo uma parceria duradoura."

As vantagens para o desenvolvimento do comércio nacional

Dentre as vantagens oferecidas pelo Grupo e por suas conexões internacionais, estão:

Por trabalharem com logística e armazenamento adequado, as companhias brasileiras podem assegurar-se dos cuidados e benefícios do Grupo. Eles garantem que desde a saída da fabricação até a entrega no Brasil, a empresa cuida de todos os detalhes. 

Barbosa destaca que os clientes também participam desse processo, com acesso ao sistema do Grupo para supervisionar as atualizações de entrega. 

A PREXX está disponível para auxiliar o cliente nas negociações com o exportador, de acordo com as necessidades e preferências deste. Barbosa reforçou esse compromisso: "Estamos prontos para participar ativamente desse processo, ajustando-nos aos interesses específicos de cada cliente."

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Novo plástico biodegradável, o VRP, é altamente degradável em ambiente marinho. Os pesquisadores desenvolvem patentes de soluções ambientais na The University of Tokyo. A inovação pertence a classe vitrímero de resina epóxi. 

A princípio, a idealização do material foi lhe dar capacidade de se decompor facilmente, seja nas fábricas de reciclagem, seja na natureza. 

Apesar da composição dura, ele é extensível. Isto é, tem resistência alta à a deformações, mas também estica-se e comprime-se sem quebrar. Assim, contribui para seu uso amplo, já que pode ser unido a materiais com várias durezas e alongamentos. 

Para apresentar suas qualificações, integrantes da equipe de pesquisa alegaram que: “O VPR é cinco vezes mais resistente à quebra. Ele também se repara 15 vezes mais rápido, pode recuperar sua forma original memorizada duas vezes mais rápido e pode ser reciclado quimicamente dez vezes mais rápido que o vitrímero típico.”

O novo plástico pode cooperar com os animais marinhos

Sendo assim, foram realizados testes com eles, os cientistas mergulharam na água do mar pelo período de 30 dias. E assim, por fim, degradou-se em 25% e liberou moléculas para alimentação marinha.

Diante dos resultados positivos do plástico, eles afirmam que esse novo é uma solução viável para contribuir com a preservação da vida marinha. Levando em conta que o novo plástico biodegradável não possui elementos tóxicos, e ao invés disso, são benefícios. 

Assim, a equipe complementa sobre isso: “Ele até se biodegrada com segurança em ambiente marinho, o que é uma novidade para este material".

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Os benefícios da exportação para empresas produtoras de utensílios plásticos 

Dono de fábrica de utensílios plásticos para o lar, consegue impulsionar negócio após começar a exportação. E portanto coloca a empresa entre os 40% de empresas brasileiras de pequeno porte que exportam. 

Sendo assim, o empresário Cristiano Garcia, encontrou efeitos positivos de sua exportação, como compensar as oscilações do mercado, aumento de vendas, crescimento da produtividade, e diferenciação da concorrência. 

Garcia pontua que durante a pandemia, esse novo caminho que definiu para empresa, foi uma salvação para o negócio. 

A princípio ele começou a vender para Uruguai, em seguida Moçambique e Equador. No momento, Garcia exporta 10% da produção, sinal que sua produtividade sofreu impactos significativos e positivos. 

Um dos benefícios diretos da exportação de utensílios plásticos também é angariar novos clientes, dentro e fora do território brasileiro. Apresentar a compradores e concorrentes internacionais a qualidade dos produtos de plástico do Brasil. 

Dentre as qualificações de seus produtos plásticos, ele destaca que os diferenciais são: a resistência do produto e o fechamento perfeito dos potes de plástico. 

Isso tudo contribui para que a empresa brasileira se destaque da concorrência. 

Segundo o empresário, seu objetivo é exportar 20% da produção. 

Programa de logística reversa contribui para economia e educação 

A Natura se uniu à prefeitura de Cajamar para desenvolver uma ação voltada a iniciativas de logística reversa de materiais recicláveis. O programa Elo Verde consiste na troca de embalagens por produtos da empresa, e além de estimular a educação ambiental de alunos da rede pública da cidade. 

O propósito central do programa é motivar os alunos a disseminar a cultura de reciclagem em suas famílias e na comunidade. 

Desse modo, uma das ideias dessa parceria público-privada é contribuir para uma estruturação completa para reciclagem, e por isso, a Natura vai oferecer capacitação, transferir tecnologia e dar apoio técnico para os membros da administração de cooperativas de catadores. 

Sendo assim, a prefeitura será responsável pela administração dos estoques de produtos e pela elaboração do plano de trabalho junto a companhia. Enquanto a logística de retirada e manuseio dos materiais recicláveis ficará sob responsabilidade das cooperativas de catadores de Cajamar. 

A atualização do projeto revelou que 82,5% dos materiais da Natura já são reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, e revela a meta de chegar a 100% até 2030. Outro marco significativo da empresa, foi o uso de 10,5% de plástico reciclado pós-consumo. 

O programa de logística reversa da Natura começou há seis anos, possibilitando que mais de 50 toneladas de embalagens e materiais de apoio de plástico fossem reincorporados. 

Em 2022, a iniciativa foi gradativamente expandida para a Avon. No mesmo período, o número de cooperativas envolvidas quase dobrou, passando de 25 para 47, e a participação de catadores atingiu 2.039 pessoas.

O sucesso da logística reversa de embalagens de defensivos no Brasil

O Brasil é referência na destinação de embalagens vazias do setor agrícola, afinal, em 2022 alcançou a marca de 93% de destinação correta dos materiais. 

Desse modo, a utilização de um sistema que contribui com diretrizes específicas torna a logística reversa, e a economia circular, uma realidade efetiva no país. 

O sistema de logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas do Brasil é coordenado pelo inpPEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazia), criado em 2002, com o intuito de gerir esse sistema. 

A indústria de defensivos é responsável pela logística e destinação final dos materiais recebidos, muitos dos quais são reciclados e transformados em outros produtos, como em uma nova embalagens ou outro artefato de plásticos homologados. 

Para que a economia circular seja uma realidade no setor agrícola, existe uma cadeia cooperativa, iniciando pelas propriedades rurais que devolvem as embalagens e o processo começa. 

Além disso, estão presentes nesse processo os agricultores, os canais de revenda, as cooperativas, a indústria fabricante e o poder público; todos cooperando para uma economia circular e uma logística reversa eficaz. 

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Os direitos trabalhistas dos coletores de resíduos plásticos é uma pauta em voga nas discussões das empresas, uma vez que esses trabalhadores ocupam uma gama importante no ciclo de reciclagem de plástico, logística reversa e economia circular. 

A pauta entrou em debate, principalmente, na esfera que agrega as empresas e corporações do ramo alimentício, de embalagens e latas.

Para reutilizar e destinar a matéria-prima de forma correta, eles concordaram com a proposta, uma vez que todos essas segmentos fazem uso desses materiais e estão em contato com catadores.

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Através de um manifesto que visa a preservação ambiental, o PNUMA ( Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) definiu as quatro requisições. 

Sendo assim, as empresas se comprometeram em discutir as seguintes questões: 

As exigências das políticas públicas para plástico

Diante da grande produção plástica anual no Brasil, é indispensável que regulamentações coerentes sejam incorporadas aos trabalhos que constituem essa cadeia. E, segundo as empresas, o fim do ciclo pode ser o mais complicado, caso não haja esclarecimento correto sobre destinação e reciclagem. 

Esse apontamento direciona a discussão para a definição de papéis claros e bem estabelecidos dentro de cada processo. E para um manuseio dentro das expectativas da sustentabilidade.

Portanto, para isso, as políticas públicas seriam a base ideal para os catadores de plástico, e também para os outros integrantes dessa rede. 

Desse modo, dentre as reivindicações estão: soluções a preços acessíveis, remuneração digna dos trabalhadores da reciclagem e debate da sociedade. 

Para que essas políticas públicas sejam implementadas, as empresas afirmam que ela deve desenvolver uma forma de reinserir-se no sistema produtivo, através de reuso, reciclagem ou compostagem. 

Outro ponto importante, é criar alternativas com preços acessíveis para os consumidores, porém, de maneira a incluir os catadores. Esses trabalhadores devem ser inseridos no programa chamado PSA (Pagamento por Serviços Ambientais). 

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Regularmente a CNI apresenta os indicadores que revelam o cenário da indústria brasileira. A  pesquisa realizada em setembro registra perda de dinamismo da atividade, enquanto o trabalho permaneceu estável. 

Na passagem de agosto para setembro a atividade da indústria de transformação caiu, de modo que o valor total dos produtos industrializados foi atingido, e fez com que o faturamento passasse para 0,5%. 

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Enquanto isso, as horas trabalhadas recuaram 1%, e a utilização da capacidade instalada manteve tendência de queda, com uma redução de 0,3 ponto porcentual entre os meses. 

Esses indicadores revelam que a produção industrial e demanda dos produtos está muito abaixo do potencial da indústria. 

Possíveis causas da desaceleração 

Devido ao aumento das taxas de juros, os apontadores sofrem impactos, como destaca a CNI. Essa crescente torna o crédito mais caro, e por consequência, diminui o consumo de bens duráveis. 

A economista da CNI Larissa Nocko explica que: "Apesar do início dos cortes da taxa básica de juros, ela permanece exercendo um papel restritivo sobre a economia, contribuindo para um ambiente de crédito bastante desfavorável". 

No entanto, Nocko, ratifica que as expectativas são de que as concessões de crédito aos consumidores sejam reduzidas ainda em 2023. 

Resultados ao longo do ano

Se comparado ao mesmo período no ano anterior, o indicador apresentou queda de 1,4%, ao passo que as horas trabalhadas registraram o quarto mês livre de avanços, e portanto, apresentou um recuo 3,5%. 

Em contrapartida, o rendimento médio real em setembro de 2023 cresceu em 1,6% em relação a agosto. Isto significa que as pessoas ocupadas no Brasil receberam mais em setembro do que em agosto, depois do desconto da inflação. 

Durante este ano, o apontador oscilou entre avanços e recuos, porém, registrando mais altas do que baixas. 

Esse crescimento é o segundo consecutivo de crescimento do rendimento, que junta um avanço de 2,7%, atingindo, assim, o ponto mais alto do ano. 

O aumento do emprego, o aumento da massa salarial e queda da inflação são fatores que influenciam o crescimento.

A massa salarial, que é a soma de todos os rendimentos recebidos pelas pessoas ocupadas no Brasil, cresceu 1,5% em setembro de 2023, em relação a agosto. 

Dessa maneira, é possível concluir que as pessoas que estão trabalhando estão ganhando mais dinheiro, o que também contribui para aumentar o rendimento médio.

A inflação, diminuiu 0,4% em setembro, em relação a agosto. Ou seja, o poder de compra também aumentou e por consequência contribui para aumentar o rendimento médio.

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O PL 2524/2022 que pretende estabelecer regras relativas à economia circular do plástico foi apresentado ao Senado Federal em 2022. Desde então o projeto passa por análises das comissões e gera discussões sobre os desafios futuros, se aprovado. 

Close-up of a green basket with a recycling symbol with papers held by a woman

O Projeto tem sido tema de pesquisas, análises e colocações de diversos setores produtivos, uma vez que estes são os mais impactados com as mudanças propostas por ele. 

Desse modo, a Abiquim e Abiplast pontuam a necessidade de um diálogo descomplicado a respeito do tema, para que os integrantes da sociedade não sofram com impedimentos repentinos.

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Ao mesmo tempo, a Adirplast adiciona que é fundamental que a votação dos setores produtivos sobre a ação, além da ponderação assertiva sobre o assunto. 

Em contrapartida, o projeto de lei recebe o apoio do terceiro setor, que organiza um abaixo-assinado em apoio à iniciativa.  

A posição das Associações e das Instituições Civis 

As propostas presentes no texto têm ênfase na produção, consumo e destinação dos plásticos. Porém, o destaque está na redução da produção de materiais e itens descartáveis, impacto que atinge diretamente os trabalhadores do setor e de relacionados. 

Segundo Zenaide Maia, a relatora do projeto, a ação não pretende prejudicar empregos, informação que rivaliza com os dados divulgados pela Abiquim e Abiplast, que revelam uma redução de 205 mil empregos, dentre eles: empresas, coletores, companhias de coleta e seleção. 

Enquanto isso, o senador Wilder Morais, indicou que a CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), deveria consultar as propostas iniciais, e talvez reformulá-las. 

E ainda, apresentou um requerimento de alteração de despacho, ou seja, um documento formal entregue à comissão legislativa para solicitar modificação de outro documento que determina o encaminhamento de um projeto de lei. 

No entanto, a aprovação deve passar pela CMA (Comissão do Meio Ambiente) e pela Câmara dos Deputados para que se torne lei. 

Concomitantemente, 78 instituições civis apoiam a aprovação do projeto. E embora as problemáticas sejam marcas, as Associações concordam que uma transição com discussões repletas de conhecimentos compartilhados, e opiniões diversas. 

Por isso, é importante que a implementação seja assertiva, para que a economia circular seja uma realidade benéfica a todos. 

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O PL intitulado 2524/2022 sobre economia circular, prevê mudanças substanciais que impactam as corporações, as técnicas usadas na cadeia produtiva, as cooperativas de catadores e setores de coleta e separação. 

Os Projetos de Lei que abordam implementar diretrizes, estão em discussão dentro e fora do Senado, e em ambos locais com participação de empresas de diversos setores da indústria de transformação. 

Foi diante dessas possibilidades alarmantes que a Adirplast divulgou uma nota oficial a respeito dos projetos de economia circular do plástico. 

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As preocupações dos setores afetados, apresenta-se também frente às mudanças exigidas pelas diretrizes em curto período de tempo. 

Tendo em vista que, os ramos de alimentício e farmacêutico, por exemplo, demandam mais tempo para adequar-se às obrigações do banimento do uso do plástico único, que é uma das propostas presente no texto. 

As decisões tomadas pelas próximas comissões ditarão o cenário financeiro e econômico do país, que acarretarão problemas como a redução de  R$70 bilhões em faturamento e cerca de 200 mil empregos perdidos, acumulando uma redução de R$6,7 milhões. 

Esses dados foram apontados pelas associações Abiquim e Abiplast. 

As expectativas e decisões da Adirplast

A Adirplast destaca suas expectativas nas discussões vindouras sobre as problemáticas, a princípio espera-se que os setores produtivos sejam ouvidos e participem dos diálogos. 

No momento, as associações e corporações aguardam a resolução da Comissão do Meio Ambiente, onde está tramitando o PL. Enquanto isso, a CAS (Comissão de Assuntos Sociais) acumula sugestões para revisão dos projetos. 

Então, diante disso, a Associação acredita que para a efetivação do projeto, o projeto passará por votação entre os setores produtivos, pois as mudanças impactam diretamente esses produtores.  

Além disso, a Adirplast, pontua a necessidade da criação de diretrizes consistentes para promover uma Política Nacional de Economia Circular, e assim fortalecer o seu Projeto de Lei 1874/2022, cujo foco é a economia circular. 

A Associação encontra-se disponível para debater a respeito do PL, e cooperar com as iniciativas propostas pelo Governo Federal. Bem como reafirma seu apoio ao Decreto sobre logística reversa de embalagens de plástico. 

Entretanto, os diálogos estabelecidos devem permitir análises profundas das propostas, pois posições extremas do tema dificultam a chegada a um acordo mútuo. De modo que, a Adirplast pede ponderação sobre o tema. 

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A oscilação do mercado representou para a Covestro um terceiro semestre difícil, pois os diversos desafios econômicos atingiram todas as regiões e segmentos das indústrias do Grupo, de modo que apenas o setor automotivo apresentou boa atividade econômica. 

Este período sofreu um declínio nas vendas cotadas, isto é, uma redução significativa de 22,7%, que impacta diretamente nas vendas totais. 

A princípio, os principais fatores que compõem esse cenário conturbado, é a dinâmica agitada da taxa de câmbio, que se relaciona com a redução de volumes vendidos, e a redução das demandas mundiais. 

Assim, os registros numéricos da empresa, revelam que no terceiro semestre a receita líquida da empresa foi de 31 milhões de euros negativos, enquanto em 2022 o lucro foi de 12 milhões. 

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O FOCF (Fluxo de caixa operacional livre) subiu para 308 milhões, contra 33 milhões de euros no ano anterior.

E o EBITDA do Grupo Covestro também caiu para 8,77%, indo de 302 milhões em 2022 para 277 milhões em 2023. 

Mesmo diante dos desafios, a Covestro tem caminhado para construir condições favoráveis, a empresa tem operado com eficiência e alta consistência de custos, além de estar investindo em expansão global com tecnologias inovadoras.

As reduções estratégica do Grupo Covestro para o guidance

Diante de um cenário desafiador e complexo, a empresa tomou medidas estratégicas para seus indicadores financeiros. A medida tomada, foi a redução do guidance, ou seja, de suas estimativas. 

Por isso, inicialmente, no mês de abril apresentou um guidance para o ano fiscal de 2023 com previsão de EBITDA entre 1,1 bilhão e 1,6 bilhão de euros. 

A estimativa também levou em conta o FOCF, que foi cotado entre 200 e 400 milhões de euros, enquanto um ROCE acima da WACC. 

Entretanto, devido à fraca demanda global e o aumento dos custos, a empresa decidiu reduzir o guidance. 

Então, em agosto reafirmou a decisão sobre a EBITDA. Porém, reduziu as expectativas para o FOCF para 0 e 200 milhões de euros, enquanto o ROCE para cerca de -6,0%.

Enfim, em outubro de 2023, a Covestro anunciou que reduziu o guidance para o EBITDA para o limiar mais baixo da faixa informada anteriormente. 

Enquanto o guidance para o fluxo de caixa operacional livre e o ROCE manteve-se no mesmo nível. 

As razões da redução são salientadas pelo CFO da Covestro, Christian Baier: “De forma correspondente, reduzimos nossas previsões para o patamar inferior das faixas informadas. Ao mesmo tempo, o Grupo tem bases muito estáveis, com presença global e um balanço forte. Por isso, estou entusiasmado para continuar a levar em frente a transformação da Covestro".

A análise dos resultados por segmento

Os preços médios de venda mais baixos causaram uma queda de 26,7% nas vendas do segmento Performance Materials no terceiro semestre de 2023.

Contudo, o EBITDA desse segmento subiu 60,4%, principalmente pelas margens mais altas e custos fixos menores. 

A demanda baixa, a movimentação dos câmbios e a queda dos volumes vendidos causaram uma queda de 17,6% nas vendas do segmento de Solutions & Specialities no mesmo período.

Apesar do EBITDA desse segmento ter caído 12,1%, ele tem demonstrado aumento sequencial e estável desde o quarto semestre de 2022.

Isso se dá, porque, a medida de lucratividade operacional da empresa, chamada EBITDA, foi beneficiada. Pois o declínio dos preços de venda foram compensados pela queda dos custos de matérias-primas e energia. Valores que no trimestre anterior estavam altos.

Alternativas para alteração do cenário

A Covestro é uma empresa comprometida com a sustentabilidade, por isso, as tecnologias investidas nesse processo, ajudam a sociedade e o meio ambiente. 

Dentre as ações realizadas pela empresa está em destaque a reciclagem de plásticos usados, através de um inovador de reciclagem química de policarbonato. 

Através da adoção de práticas sustentáveis o Grupo percebeu que o impacto positivo pode servir para o desenvolvimento de estratégias que modificam o cenário atual. 

Por conta da queda no nível de venda e nos volumes vendidos em ambos segmentos, eles admitiram que a estratégia Sustainable Future trouxe progressos. 

Assim, entende-se que a empresa está trabalhando para reduzir seus custos e melhorar sua eficiência, também como estratégia de sustentabilidade. Afinal, soluções sustentáveis estão ligadas tanto a ações práticas, quanto a implementação de técnicas e tecnologias inovadores no mercado. 

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O Grupo Pereira, uma das maiores redes de varejo do Brasil, e o Hospital do Amor, instituição filantrópica que atende pessoas com câncer, estão unidos em um projeto de reciclagem de tampas plásticas para arrecadar fundos para a fabricação de muletas e cadeiras de rodas.

Com início em Campo Grande, eles desenvolvem esse projeto que destina as tampas às empresas líderes em reciclagem. Além da busca por ajuda financeira, eles estão empenhados em encontrar voluntários para cooperar com a ação.

De modo que, para contribuir com ações filantrópicas, o projeto de reciclagem e redistribuição possui uma recepção ampla de tipos de tampas plásticas. 

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De modo que os contribuidores podem entregar tampas de garrafas pet, iogurte, shampoos e amaciantes. Atualmente, o projeto possui 12 pontos de coleta nas lojas Comper e 10 em lojas do Fort Atacadistas, no estado do Mato Grosso do Sul. 

As projeções do projeto de tampas plásticas

Por enquanto, o projeto direciona cada mil quilos de tampas para a produção de uma nova cadeira. 

No entanto, diante dos resultados positivos da campanha e com a participação ativa dos contribuidores, existe a possibilidade de ampliação.

Inicialmente, a ideia em andamento visa estender a ação sustentável para óleos e lâmpadas. E da mesma forma, a iniciativa de recolhimento das tampas plásticas pretende trocar regularmente as instituições assistidas. 

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Marca de bolsas cria modelos com plástico flexível 

Bolsas criadas com design inovador e com plástico flexível, são um empreendimento que visa deixar um impacto positivo na indústria da moda, considerando sua fabricação e sua geração de resíduos.

A princípio, a inovação destacada pela empresa brasileira NANA DUDU é a técnica da impressão 3D com plástico flexível, chamado de TPU.  

Porém, por ser o primeiro contato da dupla, Ana Flávia Kawasoko e Eduardo Kawasoko, com a técnica escolhida, o lançamento levou mais tempo do que o esperado, apesar de Eduardo ser designer 3D. 

Com o resultado positivo do modelo piloto, a empresa chegou a conclusão de que a forma escolhida para a produção é eficaz para cooperar com práticas sustentáveis. 

A ideia central nasceu com Ana, fundadora da etiqueta, que enxergou no ramo da moda uma maneira de reciclar um alto número de plástico, de forma que gerasse apenas 1% de resíduos com a fabricação. 

Para alcançar a finalidade definida, NANA DUDU recicla 30 quilos de plástico, isto equivale a 100 vezes o peso de cada peça vendida. 

Portanto, a empresa tem como foco continuar a transformação de produtos normalmente descartados em peças duradouras e com design contemporâneos. Pois salienta, Ana: “O futuro é sustentável e tecnológico". 

Capacitação para jovens no mercado de transformação polimérica 

Em Caxias do Sul, a iniciativa Educamais oferece a estudantes do 8º e 9º a possibilidade de formação vinculadas ao mercado de trabalho em polímero e meio ambiente. O projeto conta com 100 estudantes da rede municipal. 

Uma parceria estabelecida entre as secretarias municipais SMED (Educação), SEDI (Desenvolvimento e Inovação) e SEMMA (Meio Ambiente), e o SIMPLÁS (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho). Foi através dela, portanto, que a capacitação se desenvolveu.

As atividades realizadas deram aos alunos a oportunidade de conhecer a área, tanto na teoria, quanto na prática. Pois os jovens participaram de oficinas e workshops sobre o ramo de transformação. 

Ainda, antes da certificação, eles fizeram visitas a campo, que lhes apresentou a rotina das empresas e dos trabalhadores do mercado de transformação polimérica. 

Plástico reciclado é o material base do casaco mais quente do mundo

Feito com plástico reciclável, o mais novo lançamento da empresa de roupas Patagonia, o casaco mais quente do mundo promete um desempenho surpreendente e com alta durabilidade. 

A princípio, a tecnologia envolvida na produção foi uma elaboração obtida da parceria entre a marca da roupas Bionic e a Patagonia. A técnica inovadora ficou intitulada como Gore-Tex.

Para a fabricação do produto, as duas corporações fecharam parceria. Isso aconteceu, porque a Bionic também é uma marca investida em práticas sustentáveis, assim o acordo foi benéfico para ambas as empresas.

Do mesmo modo, a Patagonia é uma marca que utiliza recursos sustentáveis para desenvolver suas roupas desde 2000. 

A empresa é pioneira nesse tipo de empreendimento sustentável, já que há 23 anos utiliza o plástico de garrafas para a fabricação de suas roupas.

Desta vez a produção foi o casaco chamado, Stormshadow Parka, projetado para baixas temperaturas, e que possui metade das fibras derivadas de plástico transformado. 

Desse modo, sua produção tecidual resiste à água e ao vento. Além disso, o casaco visa durar uma década.

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