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As peças técnicas são aquelas que são planejadas, desenvolvidas e projetadas com uma alta complexidade de dimensões e processos de fabricação. As peças técnicas possuem o intuito de atender uma necessidade de instalação, reposição e substituição de peças ou produtos no setor industrial.

Hoje, a Plastecno, que é atuante do segmento de plásticos industriais, fabrica peças técnicas através de processos mecânicos de transformação de plásticos, sendo eles a usinagem convencional e não convencional.
Existe uma diferença entre peças técnicas acabadas, usinadas e moldadas. O Engenheiro Mecânico da Plastecno, Douglas Ignácio, aponta que a diferença está justamente no processo de transformação das peças, a partir do plástico semi-acabado.

Ignácio explica “as peças técnicas usinadas consistem na remoção do material, a fim de alcançar o acabamento de geometria da peça projetada, obedecendo as tolerâncias dimensionais estabelecidas. Já as peças moldadas podem ser produzidas a partir das ramificações dos processos de fabricação tais como: Injeção, prensagem, fundição, Casting e termoformagem que permitem alcançar o acabamento de geometria da peça projetada através de uma forma (molde macho e fêmea) no formato da peça projetada”.

As peças técnicas usinadas em materiais poliméricos são utilizadas na indústria com o principal objetivo de atender as solicitações de propriedades mecânicas, térmicas, químicas e elétricas permitindo uma vasta versatilidade de aplicações atuando em todo setor industrial.
A empresa atende setores como siderúrgico, metalúrgico, químico, petroquímico, elétrico, alimentício, farmacêutico, civil, cosméticos, máquinas agrícolas e entre outros.

Para Marcio Baratti, graduado em processos metalúrgicos pelo SENAI-SP, programador de máquina na Plastecno, é necessário levar em consideração 4 pontos na hora de entregar um produto de qualidade e com bom custo benefício. “O primeiro é conhecer a matéria-prima e a sua estrutura, o segundo realizar um melhor aproveitamento de corte, o terceiro é mensurar o tempo de usinagem e por fim utilizar as ferramentas e programações adequadas”.

O engenheiro destaca ainda “os benefícios de adquirir o material para a utilização de peças técnicas usinadas em materiais poliméricos traz a combinação harmônica de benefícios por conta, principalmente, das características técnicas que impactam positivamente na densidade, resistência química, resistência ao desgaste, resistência elétrica entre outras propriedades que são relevantes no desenvolvimento de projetos e produtos”.

A Plastecno atua no setor industrial há mais de 30 anos, oferecendo peças técnicas para todos os tipos de aplicações e seguimentos no mercado nacional e internacional, proporcionando materiais de alta qualidade na estrutura amorfa e cristalina dentro das classificações: commodities, plásticos de engenharia e plásticos de alta performance, e conta com atendimento personalizado para manter seus clientes.

A Plastecno também conta com diversos outros produtos e explica a função dos semi-acabados e os benefícios de seu produto no mercado plástico, e como as características do polímero PEEK pode ajudar a indústria.

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A Retilox Química é uma empresa 100% brasileira, especialista na fabricação de aditivos exclusivos para modificação de diversos tipos de polímeros e vem replicando com sucesso o seu novo aditivo Retiplast INJ 70.
O RETIPLAST INJ 70 é um aditivo em grãos, desenvolvido de forma exclusiva pela empresa, e é indicado para uso na injeção de polietileno (PE) como um auxiliar de fluxo, resultando em um perfeito preenchimento de molde.

Esse aditivo é indicado como alternativa no processo de injeção aos transformadores que desejam trabalhar com poliolefinas de fluidez mais baixa, permitindo o preenchimento total do molde durante a produção dos artefatos, sem degradar a resina.

O aditivo busca aumentar a fluidez do PE e atua também criando uma película antiaderente, evitando assim, o surgimento de sujeira na ferramenta, o que auxilia na desmoldagem do material. Para total efetividade do produto é importante que se trabalhe ao menos metade de um turno produtivo para criar uma película na injetora.

Esse material também é indicado para transformação de outras poliolefinas, como o PP e PVC, seja na injeção ou sopro, melhorando a processabilidade do produto reciclado.

Bruno Ziviani, gerente da Retilox destaca que “o RETIPLAST INJ 70 deve ser adicionado e misturado diretamente na resina, sendo sua dosagem inicial indicada, de 3% sobre a formulação, permitindo um ganho excepcional entre 30 e 40% no preenchimento do molde ao utilizar polietileno de alta densidade.”

A aplicação do aditivo pode ser realizada em materiais injetados e soprados diversos, ou aqueles que necessitem de melhor processamento e acabamento. O RETIPLAST INJ 70 se apresenta como uma grande alternativa ao mercado para trabalhar com Polietileno reciclado de baixa fluidez, permitindo o total preenchimento do molde sem a necessidade de aumentar a fluidez do Polietileno e sem degradar as propriedades físicas da resina.

Esse aditivo reduz a tensão superficial do polímero no processo de plastificação, reduzindo a exigência mecânica sobre os maquinários, reduzindo assim desgaste de câmaras, roscas e moldes.

Além do RETIPLAST INJ 70 a Retilox Química também já apresentou os benefícios do aditivo para redução de fluidez de polietileno, que é indicado para redução de fluidez do PE de sopro e de extrusão, assim como já mostrou as vantagens do aditivo de aumento de fluidez do PP, que permite aos recicladores e injetores de Polipropileno, alcançarem excelente MFI / fluidez em seus materiais.

Outro produto exclusivo da Retilox, é o aditivo Retiplast BE SO, com aplicação em nylon com fibra de vidro, permitindo um acabamento superficial superior no produto, que agrega mais valor nas peças finais.

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A BASF acaba de anunciar um novo site para 'Aditivos de Formulação e Desempenho'. O site oferece diversos recursos importantes para especialistas do setor de aditivos e para o mercado.

O design proporciona um acesso mais rápido e fácil a novos aditivos, ao atender as crescentes necessidades do mercado em termos de desempenho e sustentabilidade, assim como as exigências regulatórias. O portfólio de 'Aditivos de Formulação e Desempenho' da empresa permite a conversão de solventes para formulações à base de água, ajuda a reduzir a pegada de CO2 e contribui para uma maior eficiência e redução da complexidade para os clientes.

Agora, indústrias dos mais diversos setores, como tintas e revestimentos, construção, impressão e embalagem, adesivos e compósitos, podem acessar uma série de seminários virtuais e podcasts sobre aditivos.
O 'Lab Assistant' (Assistente de Laboratório) também foi atualizado. Essa ferramenta ajuda os formuladores a explorar rapidamente recomendações de aditivos e formulações da BASF, comparar produtos, acessar dados de segurança dos produtos, encomendar amostras e entrar em contato com os especialistas. 

A plataforma está disponível para todos os clientes, mas com o portfólio de produtos da Europa e Estados Unidos. No final de 2021, será lançada a versão para América do Sul.

Dr. Claus Dallner, vice-presidente, gestão global de negócios de aditivos de formulação e desempenho da BASF afirma que o novo site de Aditivos da companhia combina o alto foco em inovação e digitalização e o compromisso da empresa de atender aos clientes da melhor maneira possível. “Novos produtos para soluções mais sustentáveis, fácil acesso à informação e a experiência de nossos especialistas técnicos dedicados e da equipe de vendas de aditivos são a base para continuarmos a crescer juntos com nossos clientes a nível global”.

A BASF é um fornecedor renomado de aditivos de formulação e desempenho para a indústria de tintas, revestimentos, embalagens, tintas de impressão, construção e papel.

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A indústria registra desempenho positivo em março, de acordo com a pesquisa Sondagem Industrial, da CNI (Confederação Nacional da Indústria). O indicador de evolução da produção cresceu 3,4 pontos entre fevereiro e março de 2021, passando de 47,1 pontos para 50,5 pontos.

Com isso, o indicador passou da linha divisória de 50 pontos, o que indica que a produção aumentou em relação ao mês anterior, após três meses de queda. Ele varia de 0 a 100 pontos, sendo o 50 a linha de corte.

A utilização da capacidade instalada está em 68%, maior percentual para o mês de março desde 2014. O indicador de evolução do número de empregados ficou próximo à linha de 50 pontos, o que indica que não houve redução no número de empregados. No mês também houve aumento nos estoques, no entanto, eles permanecem abaixo do planejado pelas empresas.

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a pesquisa mostra que os empresários seguem otimistas. Os indicadores de expectativa de demanda, exportações, compras de matérias primas e empregados aumentaram em abril em relação a março. “Eles permanecem acima da linha de 50 pontos desde julho de 2020, indicando otimismo sustentado por parte dos empresários industriais. Os dados nos mostram que os empresários acreditam em uma recuperação rápida da economia, conforme ocorreu no ano passado”.
 
Apesar dos indicadores de aquecimento da indústria e de expectativas se mostrarem positivos, as indústrias apontam piora em sua condição financeira no primeiro trimestre de 2021, com queda nos indicadores de satisfação com o lucro operacional, de satisfação com a situação financeira e de facilidade de acesso ao crédito.
 
O principal problema das indústrias no primeiro trimestre de 2021 permanece sendo a falta e o alto custo das matérias-primas, problema mencionado por 67,2% das indústrias entre os três principais. O indicador de evolução do preço médio das matérias primas se encontra no maior patamar da série histórica iniciada em 2012.

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ABIQUIM apresenta João Parolin que substitui o diretor-presidente Marcos De Marchi

O presidente da Oxiteno, João Parolin, é o novo presidente do Conselho Diretor da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química). O executivo foi eleito na AGO (Assembleia Geral Ordinária) e substitui o diretor-presidente da Elekeiroz, Marcos De Marchi, que exercia a presdiência do Conselho da Associação desde junho de 2016.

A AGO é o órgão máximo deliberativo da entidade, responsável por apreciar as demonstrações contábeis e financeiras da associação. Sua realização é anual e a cada dois anos é promovida a eleição do Conselho Diretor e do Conselho Fiscal.

Os trabalhos da AGO foram conduzidos pelo agora ex-presidente do Conselho Diretor, Marcos De Marchi e durante a assembleia geral, também foram eleitos os vice-presidentes da Abiquim, são eles os executivos: 1ª Vice-presidente Daniela Manique (Rhodia); 2º Vice-presidente Roberto Simões (Braskem); 3º Vice-presidente Manfredo Rubens (Basf); 4º Vice-presidente Roberto Noronha (Unigel); 5º Vice-presidente Javier Constante (Dow); 6º Vice-presidente Reinaldo Kroger (Innova); e 7º Vice-presidente Maurício Russomano (Unipar).

Segundo Parolin, seus desafios imediatos são a manutenção do REIQ (Regime Especial da Indústria Química) o aumento da competitividade do setor e abertura comecial gradual, negociada e que ocorra de forma concomitante com a redução do Custo Brasil, temas que estiveram presentes em todos os trabalhos nas comissões da Abiquim que já tiveram a colaboração do executivo.

Parolin destaca ainda “desde que comecei a colaborar com as Comissões da Abiquim participo de trabalhos que têm o objetivo de melhorar a competitividade da indústria nacional, por meio de um processo logístico mais eficiente, custos de produção competitivos com Estados Unidos e Europa, e mecanismos de defesa comercial que garantam competição justa do produto nacional com o importado. Manterei essas ações e agradeço ao meu antecessor, Marcos De Marchi, pelo trabalho, conquistas e visibilidade dada ao setor químico para a segurança produtiva de toda a indústria nacional”.

João Parolin é engenheiro químico, formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), pós-graduado em administração de empresas pela FGV, com MBA pela Fundação Instituto de Administração (FIA) da USP. Como complemento à sua formação participou do  Skills, Tools and Competences da Fundação Dom Cabral/JL Kellogg e do Programa de Gerenciamento Avançado da Wharton School, além do curso de formação de conselheiros do IBGC. O executivo ingressou na Oxiteno em 1986 e atuou como gerente de marketing, gerente de vendas e diretor comercial até assumir a presidência da empresa em 2007.

É coordenador da Comissão Temática de Comércio Exterior da Abiquim desde julho de 2009 e também integrou a Comissão Temática de Economia e Competitividade, entre 2007 e 2018, na qual foi vice-coordenador entre 2008 e 2018.

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Plastecno destaca como as características físicas do polímero pode ajudar a indústria

A Plastecno é uma empresa que atua na área de plásticos de engenharia e oferece uma extensa linha de polímeros para a indústria.

A empresa comercializa o PEEK, que faz parte do grupo de polímeros de alta performance (HPP), e é um material que conta com excelentes características mecânicas, químicas, elétricas e térmicas.

Além do PEEK, a Plastecno comercializa os semi-acabados, que são matérias-primas básicas que podem ser transformadas em peças técnicas usinadas, conta com chapas, tarugos redondos, tarugos quadrados, tubos, buchas, perfis especiais e peças técnicas.

O polímero PEEK possui boa resistência à compressão, tração e ao impacto, além de sua resistência à temperatura de trabalho contínuo, que está na amplitude de – 60 °C à 260° C.

Segundo o diretor da empresa, Fernando Marcondes, a grande vantagem do PEEK, decorre de suas características físicas. “A capacidade de ser utilizado nos mais diferentes ambientes onde nenhum outro polímero uniria ótimas características tanto quanto o PEEK. Sua desvantagem é que seu custo é muito elevado por não existirem produtores nacionais, o que acaba trazendo a Plastecno a necessidade de importação”.

O PEEK ainda pode ser melhorado com a adição de algumas cargas, tais como, fibra de carbono, grafite e teflon. “Encontramos o PEEK em aplicações como engrenagens, válvulas, raspadores, anéis de compressores, anéis para pistões, vedações, componentes para bombas, assento de válvulas, pinos para ortopedia e outras muitas”, destaca Marcondes.

A Plastecno trabalha hoje com tarugos redondos e chapas em PEEK em diversos diâmetros e espessuras, por se tratar de um material muito caro, os semi-acabados são fornecidos sob medida para atender as necessidades dos clientes e em alguns casos, é possível o fornecimento das peças já acabadas (usinadas).

Marcondes ressalta ainda que o consumo deste material no mundo ainda é muito pequeno, mas com o passar dos anos isto deverá se inverter e consequentemente ocorrer uma redução nos custos desta resina.

Possuindo uma equipe treinada em todos os setores, como engenharia, controle de qualidade, comercial e administrativo, outra boa vantagem da Plastecno é sua localização, próxima as principais rodovias do estado de São Paulo.

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A Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) aponta que o déficit acumulado na balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 8,7 bilhões no primeiro trimestre do ano.

Esse é um recorde do indicador para o período e um expressivo aumento de 27,9% na comparação com o total, de US$ 6,8 bilhões, registrado entre os meses de janeiro e março do ano passado. Nos últimos 12 meses (abril de 2020 a março de 2021), mais um preocupante recorde.

Pela primeira vez em toda a série histórica da balança comercial de produtos químicos, medida desde 1989, o montante acumulado em doze meses atinge a marca de US$ 32,3 bilhões, apesar dos sérios impactos da pandemia do novo coronavírus na atividade econômica.

De janeiro a março, as importações de produtos químicos foram de US$ 11,6 bilhões, forte elevação de 21,1% em relação ao mesmo período de 2020. Em termos de quantidades importadas, as mais de 13,7 milhões de toneladas importadas resultam do aumento de 27,5% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, tendo sido registrados aumentos importantes em todos os grupos acompanhados, sobretudo em intermediários para fertilizantes (35,1%) em resinas termoplásticas (32,3%) e em produtos químicos orgânicos (16,2%).

Já as exportações, por sua vez, de US$ 2,9 bilhões, significaram um modesto aumento de 4,5% na mesma comparação, tendo as quantidades exportadas, de 3,9 milhões de toneladas, apontado um incremento na mesma ordem de grandeza, de 3,9%. Tais resultados, em uma primeira impressão ligeiramente positivos, devem-se fundamentalmente ao desempenho em alumina calcinada, item que figura no grupo de produtos químicos inorgânicos, e em produtos químicos orgânicos diversos.

Em contraposição, os recuos de vendas ao exterior nos grupos de cloro e álcalis (de 36,5% em valor e 62,8% em volume), de catalisadores (de 31,9% em valor e de 43,6% em volume), de intermediários para detergentes (de 3,7% em valor e de 19,8% em volume), e de resinas termoplásticas (de 7,1% em valor e de 25,6% em quantidades físicas) são evidências indiscutíveis do compromisso da indústria doméstica em garantir o pleno abastecimento nacional para cadeias estratégicas de valor, fato que tem sido fundamental no enfrentamento da pandemia em suas dimensões sanitárias, sociais e econômicas.

Comparando março deste ano com o mesmo mês em 2020, os preços médios das importações de produtos químicos tiveram alta de 17,8% (de US$ 776/T para US$ 914/T), no contexto do instável cenário internacional para oferta dessas mercadorias, ao passo que os preços médios das exportações setoriais brasileiras (US$ 807/T) continuam os mesmos do ano passado.

Para o presidente-executivo da Abiquim, Ciro Marino, o momento é crítico e confirma a necessidade de que o país avance mais rapidamente nas reformas estruturantes, especialmente após a equivocada decisão recentemente tomada pelo Governo de encerrar o REIQ (Regime Especial da Indústria Química).

Ciro Marino destaca “a extinção do REIQ está na contramão do que o Brasil precisa para sobreviver. A aprovação do novo marco legal do gás, por sua vez, é positiva para a indústria, mas seus efeitos só serão efetivamente sentidos no médio prazo. É por isso tudo que a agenda de competitividade precisa ganhar velocidade, sob pena de comprometermos o desempenho de retomada da atividade econômica e da atração de investimentos que serão decisivos para diminuir a dependência externa do Brasil em muitos produtos estratégicos para os quais temos plena condição técnica de fabricação nacional”.

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Dois projetos brasileiros da Dow estão entre os 500 melhores projetos sociais e ambientais desenvolvidos na América Latina

A Dow é reconhecida no ranking de empresas que desenvolvem os projetos mais relevantes em sustentabilidade na América Latina. Trata-se da seleção entre os melhores projetos do Prêmios LatinoAmérica Verde, considerado o mais importante da região, que reconhece e premia governos, organizações, empresas, microempresas, comunidades e indivíduos que tenham projetos com dados mensuráveis.

A Dow foi selecionada com dois projetos brasileiros: o da Resina PCR HDPE 96032e o contrato de Compra de Energia da Dow com a Atlas Renewable Energypara o consumo de energia solar em Aratu-Bahia.

O Prêmios LatinoAmérica Verde é organizado pela fundação que leva o mesmo nome, foi criado para dinamizar a economia verde e dar visibilidade às iniciativas regionais. A cada ano, do total de inscritos, 500 projetos são selecionados pela relevância social e ambiental, distribuídos em oito categorias de premiação alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODs) da ONU.

Os dois projetos da Dow Brasil foram selecionados entre mais de 2,1 mil inscritos na edição 2021 e se destacaram nas categorias resíduos/reciclagem e energia/energia limpa. 

Matias Campodonico, diretor de relações institucionais e sustentabilidade para a América Latina da Dow afirma “esse reconhecimento se consolida como mais um importante passo em nossa jornada para a construção de um mundo mais sustentável e reforça a nossa em prosperar, por meio da colaboração com a cadeia de valor, na busca por soluções inovadoras para proteger o clima e impulsionar a economia circular ao mesmo passo em que potencializa nosso esforço como diferencial competitivo, cada vez mais valorizado por clientes”.

O projeto brasileiro selecionado entre os ranqueados na categoria resíduos / reciclagem foi o lançamento e a produção industrial da nova resina PCR da Dow. Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032, no final do ano passado. Feita totalmente a partir de plástico pós-consumo, o produto será, inicialmente, comercializado no Brasil, mas em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais.

Com a nova resina PCR, a Dow traz para o mercado um produto com alto padrão de tecnologia empregada e qualidade de produção para ser incorporado em diferentes aplicações embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca.

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem inclusiva que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e reunir cinco cooperativas de catadores.

Chamado de “Reciclagem que Transforma”, o projeto beneficiou mais de 200 catadores e cerca de 450 famílias. No comparativo com o mesmo período do ano de 2018, a ação ampliou a quantidade de resíduos enviados para a reciclagem em 37% assim como a renda per capita em 35%. Com metodologia escalável para implementar projetos semelhantes em outras cooperativas, a Dow tem dado andamento ao programa na América Latina, assim como apoio a outros projetos de reciclagem inclusiva com alto impacto social e econômico.

O contrato de Compra de Energia (PPA) da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia, é o projeto brasileiro ranqueado na categoria energia/energia limpa.  Com duração inicial de 15 anos, o contrato representará um aumento de energia renovável consumida pela fábrica de Aratu, que já utiliza 75% de sua demanda vinda de fontes renováveis (hidrelétrica, biomassa e gás natural).

Além dos benefícios ambientais e de negócios, O PPA gerará empregos para moradores da região de Juazeiro, onde o parque solar será construído. Dos 1.200 trabalhadores estimados para essa iniciativa, 70% serão locais e espera-se que haja de três a quatro vezes mais mulheres contratadas do que normalmente ocorre em outros projetos solares do Brasil.

O programa de contratação coordenado pela Atlas prevê o que preenchimento de 50% dos cargos criados para mulheres sejam de mulheres negras e em diferentes cargos da construção civil, eletricidade e administração.

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A Milliken, empresa especialista em ciência dos materiais, adquiriu formalmente a Zebra-chem GmbH, uma empresa química global conhecida por seus masterbatches de peróxido e agente de expansão.

Com um número crescente de marcas e países definindo metas para aumentar o uso de materiais reciclados, os fabricantes de plásticos enfrentam os desafios de utilizar plásticos reciclados de maneira eficaz. Masterbatches de peróxido, como os da Zebra-chem e da Milliken, tornam possível incorporar até 100% de conteúdo reciclado nesses novos plásticos.

O presidente e CEO da Milliken Halsey Cook afirma “o foco de longo prazo da Milliken em inovação e sustentabilidade os estimula a pensar em como contribuir para alguns dos desafios da atualidade, como a forma de incorporar plásticos reciclados na fabricação de forma eficaz”.

Sediada na Alemanha, a Zebra-chem possui um amplo portfólio de agentes de expansão química e masterbatches de peróxido para aplicação na maioria dos termoplásticos e plásticos de engenharia.

Wim Van de Velde, vice-presidente da divisão química da Milliken para Europa, destaca que a posição de liderança da Zebra-chem na Europa permite à Milliken alavancar suas plataformas de inovação equivalentes. “A presença global e a experiência comercial para acelerar as soluções de mercado que melhoram e ampliam a fabricação com plásticos reciclados. Nossas habilidades combinadas facilitarão o desenvolvimento de soluções mais rápidas e personalizadas que atinjam as metas de sustentabilidade dos nossos clientes”.

Combinar os pontos fortes da Milliken e da Zebra-chem abre um novo potencial para expandir soluções que aceleram e melhoram a reciclagem de plástico. Os clientes se beneficiarão de recursos aprimorados de pesquisa e desenvolvimento, conhecimento compartilhado e um portfólio de produtos ampliado de fabricantes líderes e confiáveis.

À medida que a Zebra-chem se integra à Milliken, suas operações diárias continuarão sem interrupção, incluindo relacionamentos com fornecedores e clientes existentes.

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A Plastecno, atua no segmento de plásticos industriais, e é uma empresa que possui uma linha de plásticos semi-acabados que podem atender a diversos setores industriais e trazem benefícios para quem utiliza essas peças, assim como agilidade de produção e performance.

Os semi-acabados são matérias-primas básicas utilizadas por diversas indústrias para transformá-los em peças técnicas usinadas. A sua produção é complexa e cada material possui suas particularidades e seguem as normas internacionais de fabricação. Os semi-acabados estão divididos em quatro tipos como chapas, tarugos, tubos e buchas.

Os produtos são encontrados em vários segmentos da indústria como o siderúrgico, petroquímico, eletroeletrônico, automobilístico, alimentício, químico, mecânico, aeronáutico e alguns outros. Os semi-acabados são destinados para a produção de peças técnicas usinadas, que podem ser utilizadas em máquinas ou equipamentos posteriormente. Esses produtos quando utilizados em plásticos de engenharia, podem ser usinados em tornos e fresas, CNC, router, corte laser, serras, furadeiras e outros equipamentos.

O diretor Fernando Marcondes explica sobre os diferenciais da utilização do material. “A vantagem desse produto é a agilidade de se produzir peças plásticas complexas e em pequenas quantidades, sem a necessidade de confeccionar ferramentais de injeção caríssimos e de confecção demorada. Já a desvantagem é que as peças usinadas a partir dos semi-acabados, tem um custo final elevado quando comparada com as mesmas peças fabricadas por injeção”, conta Marcondes.

Toda linha da Plastecno, de forma geral, é fabricada pelo processo de extrusão ou prensagem, tendo produtos fabricados através de extrusão convencional ou extrusão com calandras, no caso das chapas.

Os produtos semi-acabado contam com um prazo de entrega relativamente curto, sendo possível produzir peças técnicas de alta complexidade e resistência, e com um ótimo custo-benefício, sem a necessidade de produzir ferramentais de injeção de valor alto e de produção muito demorada.

O diretor ainda destaca que “os semi-acabados em plásticos de engenharia ganham destaque pois há uma grande variedade de dimensões disponíveis no mercado, que podem ser encontrados com facilidade e rapidez nas lojas especializadas”.

A empresa trabalha com mais de 20 plásticos diferentes como acrílico, celeron, fenolite, fibra de vidro, peek, pet, petg, poliacetal, policarbonato, polietileno, poliestireno, polipropileno, psai, ptfe, poliuretano, ppsu, pvc, pvdf, UHMW, entre outros. Dentre a grande variedade de materiais, muitos deles ainda podem ser aditivados com cargas especiais que aumentam a sua performance.

A Plastecno, durante mais de 30 anos de mercado, vem trabalhando para disponibilizar uma vasta linha de polímeros e uma grande variedade de formatos e tamanhos dos seus produtos, além de contar com atendimento personalizado para fidelizar os clientes, mostrando a importância de estar acompanhando o mercado.

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