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O agente de purga é um material muito utilizado na indústria para a limpeza de fuso/rosca e cilindros de máquinas de moldagem de termoplásticos. 

Do mesmo modo nas máquinas injetoras, onde é utilizado para a remoção de resíduos do parafuso plastificador.

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O objetivo do agente de purga é remover o acúmulo de material nas superfícies metálicas dos componentes. 

Dessa forma, é possível reduzir o tempo de parada de máquina (setup) e da mão-de-obra ao realizar uma troca de cor ou de material. 

O agente de purga também pode possibilitar a produção ideal de peças apesar do tipo de polímero ou dimensões, minimizando o refugo, acúmulo de carbono e os defeitos da superfície. 

Aplicação do material na indústria 

Em empresas que trabalham com uma gama vasta de cores e resinas, o agente de purga pode ser uma ótima opção e aumentar a eficiência da produção. 

Isso porque, usando constantemente, os compostos reduzem de maneira significativa o refugo, que decorre das trocas de cor e material, gerando uma redução de custos 

Os agentes de purga estão sempre em desenvolvimento na indústria. Aprimorados para trabalhar melhor na resolução de vários problemas. Assim, alguns se desenvolvem para limpeza de áreas com pequenas folgas, outras para purgar resinas de engenharia que sejam sensíveis à temperatura ou espessura.

Ou seja, os materiais de purga podem ser aplicados para obter uma melhor limpeza do material, ou podem ser injetados em casos específicos, com projetos e técnicas corretas.

Os agentes de purga podem ser uma boa opção, por exemplo, quando se trabalham com máquinas antigas, onde surgem folgas que acumulam materiais que somente a resina não consegue limpar.

Quando utilizar o agente de purga?

função do agente de purga

Avaliando e dependendo da matéria prima injetada, em alguns casos o material de limpeza é específico, enquanto em outros casos algumas técnicas se aplica no processo para maiores resultados de limpeza.

A tendência em curso no desenvolvimento de compostos de purga se concentra em encontrar soluções possíveis de utilizar em máquinas e ferramentas.

Tudo isso com tecnologias que permitam que se utilizem os mesmos compostos em diferentes processos de fabricação de plásticos.

A princípio, existe uma grande variedade de materiais de limpeza no mercado, e acredita-se na indústria que todos contaminam de alguma forma e reduzem o uso posterior na reciclagem. 

Muitos materiais de purificação, embora necessários, se considera inviáveis.

Os processadores que usam compostos de limpeza relatam:

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Em uma indústria, as esteiras transportadoras são elementos fundamentais para garantir a agilidade na movimentação de produtos e insumos. 

Portanto, é por meio delas que muitas operações funcionam, pois facilitam a rotina de muitos trabalhadores e dão dinamismo às tarefas.

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As esteiras transportadoras têm sido utilizadas na indústria desde o início do século XX para reduzir o tempo de trânsito e principalmente o custo dos processos de produção. 

Tanto que, esse dinamismo contribui para o funcionamento perfeito das linhas automatizadas, potencializando resultados.

Dependendo da sua aplicação, elas podem ser automáticas ou manuais, embora as esteiras automáticas sejam atualmente as melhores para qualquer tipo de atividade.

Os diferentes modelos de esteira 

Esteira transportadora

Primeiramente, as esteiras transportadoras são a nova tecnologia do mercado e são produzidas em perfis inox, alumínio, modulares em PP e correias em PU.

Em suma, as esteiras industriais contam com sistemas móveis que garantem a mudança de direção de determinado insumo, produto ou seu reposicionamento, quando necessário. 

Os modelos vão dos mais básicos, com uma série de cilindros de metal dispostos entre "molduras", que permitem a rotação dos cilindros, a outros mais modernos, como por exemplo: 

Os equipamentos normalmente se diferenciam pela leveza, modularidade e resistência mecânica. 

Existem diversos modelos de esteiras transportadoras, entre elas estão: 

Os modelos inclinados se voltam para o transporte de peças ou de caixas que 

necessitam ser elevadas.

As esteiras plano-inclinadas atendem as necessidades de máquinas injetoras, por exemplo, e há uma alimentação de moinhos e saída de sopradores plásticas. 

A linha com correias modulares de plástico dispõe de bordas de retenção lateral e resistência a temperatura de cerca de 130 graus.

Estrutura das esteiras transportadoras 

De maneira geral, as esteiras transportadoras se formam pelos seguintes materiais: 

Normalmente, são feitas em borracha de alta resistência, bem como seus demais componentes, que possuem grande resistência a químicos agressivos e são fáceis de limpar.

Para explicar seu funcionamento iniciamos com as duas polias que movimentam a esteira transportadora, oferecendo segurança e resistência para o equipamento durante as operações.

Este movimento conduz uma correia que movimenta a esteira ao longo do caminho que ela vai percorrer. Lembremos que, no caso das esteiras industriais, a correia pode ser de tipos diversos, como corrugado pirâmide, talisca em V, lisa ou em PVC, de acordo com a necessidade do maquinário.

Por fim, o acionamento adequado destas esteiras acontece em conjunto com um motorredutor. Este conjunto é que permite à correia possibilitar o movimento das esteiras de forma uniforme e contínua, de acordo com a velocidade desejada na linha de produção.

Esse movimento aciona a correia, movendo-a ao longo do caminho que ela percorre.

Por fim, o correto acionamento desses transportadores ocorre com os motoredutores, dependendo da velocidade exigida na linha de produção, o dispositivo permite que a correia transportadora se mova de forma uniforme e contínua.

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Plástico biodegradável feito com casca de laranja

Plástico biodegradável feito com casca de laranja

Em uma escola pública do Distrito Federal, alunos desenvolveram um projeto que transforma cascas de laranja em plástico biodegradável.

A princípio, essa iniciativa surgiu em 2019, quando Kazue, Bárbara Wingler e Lucas Silva decidiram colaborar para criação de plástico biodegradável.

A partir disso, a inovação teve reconhecimento e foi contemplada com diversos prêmios, como a segunda colocação na WICE de 2020, na Malásia.

De acordo com a apresentação do projeto, o objetivo é produzir plástico biodegradável, visando oferecer uma solução ecológica e economicamente atraente.

O processo para produção do plástico se divide em duas etapas, sendo pré-tratamento e preparação da solução.

Primeiramente, as cascas são lavadas por três dias para retirar os açúcares solúveis.

Em seguida, são secadas e trituradas até virar pó.

Para a preparação da solução, são misturados água deionizada, ácido cítrico e glicerina, junto com o pó da casca de laranja.

Logo, essa solução fica em banho-maria por uma hora a 70 °C sob constante agitação. 

Por fim, a solução é distribuída em placas de petri e lá ficam de quatro a sete dias para secar em estufa improvisada.

Segundo os responsáveis pelo projeto, esse plástico tem um ótimo aspecto visual e baixo custo de produção, por isso, acreditam ser atrativo para a indústria.

Produto industrial tem crescimento com retomada 

produção industrial tem crescimento com a retomada

A indústria tem registrado aumento na produção após os impactos da pandemia. Segundo o IBGE, a produção industrial cresceu 0,3% entre março e fevereiro deste ano.

Com isso, o ICE (Índice de Confiança Empresarial) da FGV IBRE, aponta que subiu 2,7 para 94,5 pontos em abril, a confiança empresarial.

Um exemplo disso é a Maximu's Embalagens Especiais, fabricante de embalagens plásticas, que em abril teve alta de 19,15% no faturamento.

Para o diretor da Maximu's Embalagens Especiais, Márcio Grazino, a retomada das atividades econômicas trouxe mais confiança para a indústria.

O diretor comenta: "Após tantas limitações, a volta das atividades econômicas com mais flexibilização, deu fôlego que há tempos aguardávamos."

Conforme isso, a classe empresarial se estimulou ao investimento e aprimoramento de seus negócios.

Por exemplo, na Maximu's, em uma de suas unidades se investiu no aprimoramento de produção de folhas e sacarias de plástico bolha e manta de PE.

Erick de Souza, diretor da Maximu's em Varginha, destaca que foi necessário algumas adequações para receber esse aprimoramento.

O diretor pontua: "Estamos investindo em inovação e ações que otimizem a atuação, reflitam na qualidade do produto final e gere novas oportunidades de negócios."

Campanha arrecada tampinhas de plástico

campanha arrecada tampinha de plástico

Estações da CPTM, em São Paulo, estão participando de uma campanha que arrecada tampinhas de plástico e alumínio em parceria com o Instituto Amor Rosa.

De início, o instituto se beneficiará com a renda gerada pelas vendas das tampinhas e lacres de alumínio.

O Instituto é formado por voluntários preparados para atender pacientes adultos com câncer.

O valor se destina na estrutura e manutenção do instituto.

Dessa forma, os passageiros da CPTM podem depositar as tampinhas limpas nos mini congêneres localizados nas três estações.

Assim, as tampas que podem ser depositadas são de refrigerantes, sucos, leite, pasta de dente, medicamentos, cosméticos, recipientes plásticos, entre outros.

Essa campanha é uma iniciativa do Comitê de Responsabilidade Social e Cidadã da CPTM, que pretende ampliar para 20 estações até julho.

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Desde o início do ano, os associados Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resina Plástica) têm se beneficiado bastante no segmento de BOPP e BOPET. 

Isso porque, as vendas já somaram mais de 9 mil toneladas, correspondendo a 1,8% maior que o obtido no mesmo período em 2021.

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Esses números animadores são referentes ao período de janeiro a fevereiro deste ano, uma vez que no ano passado o setor teve uma queda considerável.

De início, foram um total de 39 mil toneladas desses insumos comercializados em 2021, no Brasil.

Já em 2020, o número foi de 48 mil toneladas de associados da Adirplast, sendo responsável por uma média de 75% desses valores.

Cecília Vero, vice-presidente da entidade, acredita que a nova TIV, tanto o volume, quanto às margens de ganho neste ano estão abaixo do esperado.

Vero explica: "Entraves, demanda fraca, recessão e inflação impactam diretamente no poder de compra do consumidor final".

Dessa forma, ela acredita que isso tem refletido nos resultados destes primeiros meses do ano.

Reflexo do varejo de supermercados brasileiro 

mercado de plástico filme

De acordo com Erasmo Fraccalvieri, da Tecnofilmes, as vendas dos insumos BOPP estão de acordo com a realidade do mercado varejista de supermercados brasileiro.

Fraccalvieri comenta: "O principal problema é a forte contração do poder de renda das classes C, D e E. Isso vem ocorrendo com muita intensidade desde 2021".

Além disso, Cláudia Savioli, da Polymark, afirma que os dois primeiros meses deste ano foram bem tímidos.

Assim, Savioli acredita que as transformações mundiais continuam impactando nos negócios e prejudicando os planos estratégicos das empresas, que precisam elaborar cenários de curtíssimo prazo.

Ainda mais, ela também afirma que a velocidade que os preços dos insumos têm aumentado, preocupa e tem absorvido boa parte do foco do trabalho.

Savioli diz: "Isso acarreta a perda de demanda na cadeia do setor de embalagens e ainda impossibilita as empresas de repassar seus custos extras".

Para Osvaldo Coltri, diretor-presidente da Vitopel, quando a economia está menos aquecida e o consumidor está com o bolso fraco, gera menor valor para embalagens.

Por exemplo, embalagens de alimentos menos essenciais, como snacks, doces e chocolates.

Coltri destaca: "Economia fraca e o povo sem dinheiro é geralmente entrave para o crescimento do setor de BOPP".

Desse modo, o diretor ainda alerta que é comum que empresas tenham clientes de menor estrutura enfrentem ainda mais problemas com inadimplência.

Qual a expectativa para o segundo semestre?

Segundo Fraccalvieri, o segundo semestre não será muito diferente.

Ele explica que os auxílios liberados pelo governo federal em abril e maio podem dar uma aquecida, mas nada empolgante.

Bem como, os anteriores, que teve um aquecimento nos volumes, mas sem euforia.

Fraccalvieri comenta: "Mesmo com o aumento momentâneo da demanda, o repasse de custos está difícil de ser implementado e a cadeia continua espremida".

Para ele, o foco está no posicionamento através da leitura do segundo semestre, ele acredita que este é mais desafiador.

Ainda mais, os empresários do setor ainda temem os problemas que parecem longe de serem solucionados.

Como guerra e problemas de logística, assim como os problemas políticos, fiscais e econômicos no cenário nacional.

Para a vice-presidente da Adirplast, esse momento requer muita atenção, devido a alta instabilidade.

Savioli conclui: "Sentimos muita dificuldade na retomada econômica, porém acreditamos em um segundo semestre levemente aquecido, mas com olho afiado na inadimplência das empresas".

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A Inovaplastic, que é a Feira Internacional do Plástico, foi adiada para março de 2023, e irá ocorrer na cidade de São Paulo, SP.

A princípio, a feira possui parceria da RX (Reed Exhibitions) e ABIPLAST  para organização e realização do evento.

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Além disso, a feira conta com o apoio do Sindiplast, Serisp e do INP.

A data foi alterada para que fundamentalmente os expositores consigam manter o padrão de qualidade da Inovaplastic.

Assim, se programando com a devida antecedência as muitas novidades, atrações e ações de interatividade com o público.

Claudio Della Nina, presidente da RX LATAM afirma que a ideia é que os expositores e visitantes se beneficiem ao máximo da participação nas feiras.

Nesse sentido, Nina acredita que isso não seria possível em 2022, por causa do impacto da pandemia na cadeia de produção da indústria. 

A presidente da RX LATAM explica: "Acreditamos que a cadeia esteja normalizada até o final do primeiro trimestre de 2023".

Assim, Nina acredita que irá permitir que os expositores e visitantes da Inovaplastic se beneficiem integralmente da extraordinária plataforma de negócios.

O que os outros colaboradores acharam sobre o adiamento?

A Abiplast apoia a decisão da RX. José Ricardo Roriz Coelho, presidente da associação, aponta que a feira vem sendo realizada nos anos ímpares.

Foi assim com a BRASILPLAST e FEIPLASTIC, no decorrer de 35 anos de história.

Nesse viés, Roriz comenta que em 2021 foi um ano excepcionalmente desafiador, isso por conta dos impactos que já se vislumbra uma recuperação.

O presidente avalia: "Estamos convictos de que 2023 terá uma edição memorável da Inovaplastic, que tem DNA de inovação e comprometimento com a economia circular".

Roriz ainda destaca que a preparação para a Inovaplastic já está a pleno vapor.

O colaborador conclui: "Estamos trabalhando para mostrar algo moderno e inovador, novos modelos de negócios, atores da cadeia produtiva, novos materiais e soluções para reciclagem".

Assim, o presidente da Abiplast acredita continuar consolidando o evento como a Feira de Inovação da Cadeia Produtiva dos Plásticos.

Já o INP e o SIRESP também apoiaram e confirmaram a presença na feira para o ano que vem.

Como reforça Edison Terra, presidente das instituições: "O INP e o SIRESP são parte integrante da feira que representa o ecossistema produtivo do nosso setor".

Ainda mais, Terra conclui: "Somos apoiadores institucionais e estaremos presentes, participando ativamente durante a nova data de realização da Inovaplastic".

Inovaplastic adiada para 2023

O propósito da Inovaplastic

A feira teve sua primeira edição em 1987, como BRASILPLAST, já com apoio da Abisplast, e a partir de 2013 se internacionalizou como FEIPLASTIC.

Ou seja, desde a década de 1980, o evento vem promovendo encontros empresariais estratégicos para fomentar a indústria.

Além disso, soube se adaptar às mudanças comportamentais e socioambientais para garantir consistência nas oportunidades de relacionamento e negócios.

A feira tem a missão de disseminar conteúdo e atualizar o público do setor com as principais tecnologias e inovação para o plástico.

Desde 2021 a feira passou a ser a Inovaplastic.

Portanto, a Inovaplastic tem como objetivo enaltecer as boas práticas de aplicação do plástico e matérias-primas para o mercado de alta tecnologia e inovação.

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A ABIPLAST solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal) a suspensão da redução da alíquota do IPI.

De início, a medida previa redução de 5% para 3,25%. A associação pediu para que essa redução fosse reconsiderada.

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De prontidão, o STF suspendeu temporariamente a redução do imposto em função do efeito na Zona Franca de Manaus.

No entanto, o setor alega que a participação da indústria do plástico no estado é um tanto quanto irrelevante.

José Ricardo Roriz, presidente da ABIPLAST, afirma que são 11.974 empresas transformadoras de plástico no país e apenas 127 estão no Amazonas.

Roriz comenta: "A medida cautelar expedida impacta na suspensão de uma medida que melhorava o ambiente competitivo para as outras 99% das empresas."

Com isso, estima-se que o setor perca 783 milhões de reais em um ano.

Dessa forma, o julgamento ainda não tem data para acontecer no Supremo, porém, o setor sabe que a suspensão ficará em vigor até o julgamento.

As alterações na tabela de incidência do imposto

STF suspende aliquota IPI

No final de abril, foi publicado o Decreto n° 11.055, que promove alterações na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI).

Portanto, sendo aprovada pelo Decreto n° 10.923/21, assim, ampliando as reduções das alíquotas do IPI, de 25% para 35%.

Esse decreto passou a vigorar a partir do dia 1° de maio.

Ou seja, antes do vigor da nova TIPI, o decreto já ampliava as reduções do imposto IPI.

De antemão, não houve alteração da redução das alíquotas em 18,5% para veículos automotores classificados nos códigos da NCM da posição 8703 da TIPI.

Dessa maneira, é importante que as empresas atualizem as alíquotas de seus produtos, analisando a nova TIPI.

Uma vez que, as movimentações da Legislação não pararam com o início do TIPI 2022.

Qual objetivo da redução das alíquotas?

A medida tinha a finalidade de estimular a economia, assegurar os níveis de atividade econômica e o emprego.

Por outro lado, o Decreto também adequa a TIPI 2022 as alterações da TIPI de 2017, a partir do decreto n° 10.979, de 2022.

Segundo a Secretaria Geral, essa medida tem um impacto de R$ 15,218 bilhões na arrecadação em 2022.

Já em 2023 será de R$ 27,391 bilhões e R$ 29,328 bilhões em 2024.

Ainda mais, conforme a Secretaria Geral, um tributo extrafiscal dispensa a apresentação de medidas de compensação, como autorizado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

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A Gestão Industrial é fundamental para estabelecer o equilíbrio. É essencial lembrar que montar uma estratégia que componham um conjunto de técnicas e ferramentas que possuem como objetivo melhorar fluxos financeiros, materiais, dados, entre outros, é importante para o seu negócio. 

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Para que essa gestão tenha mais eficácia, o profissional precisa entender sobre administração, logística, conhecimentos em produtividade e se adaptar sem as inovações do mercado. 

Com base nisso, vamos mostrar alguns passos que você precisa analisar para o seu negócio:

Atividades que fazem parte do processo de gestão

A importância de uma boa Gestão Industrial

gestão industrial

Entender o seu negócio é o passo mais importante, a partir disso desenvolver objetivos específicos para cada departamento, é importante mapear os processos para a partir disso criar estratégias. 

Pensando nisso, você irá qualificar profissionais para adequar o seu negócio e assim, atingir uma gestão de excelência. 

Pontos para analisar sua gestão

É importante ter em mente que o seu negócio cresce de acordo com investimentos e mapeamento de necessidades que podem vir ao longo prazo, por isso:

Oportunidades que podem ser geradas dentro da área com a Gestão Industrial

A Gestão Industrial é conhecida por conseguir manter uma padronização dos processos, principalmente no setor da indústria.

Por isso, manter uma boa comunicação entre os departamentos como de RH, compras, financeiro, estoque, permite que todos fiquem integrados com a empresa.

Dessa forma, gera uma visão ampla e favorece na hora de detectar possíveis problemas ou até mesmo oportunidades. 

Por fim, lembre-se de que uma boa Gestão Industrial gera bons funcionários e bons resultados para sua empresa, saiba sempre como se comunicar e mantenha os processos para que assim haja uma evolução constante. 

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A Plastiweber foi reconhecida na maior premiação do setor mundial de embalagens por linha de plástico filme 100% reciclado

A empresa gaúcha Plastiweber de soluções sustentáveis em plástico, recebeu no mês de maio, o prêmio WorldStar Award 2022, durante cerimônia realizada em Milão, na Itália. 

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Promovida pela WPO, a premiação é a mais importante do setor e destaca as melhores e mais inovadoras soluções no mercado. 

Ou seja, sediada no município de Feliz, a Plastiweber, escolhida dentre 440 projetos submetidos e analisados por 36 juízes internacionais.

O prêmio foi entregue ao diretor financeiro da empresa, Moisés Weber.

O reconhecimento da Plastiweber na categoria premiada

Tanto que, o reconhecimento, dado na categoria “Materiais e Componentes de Embalagens”, foi pela linha Naturecycle, que oferece a primeira embalagem reciclada 100% PCR para aplicações de alto desempenho. 

Entre os clientes que utilizam os filmes feitos de material pós-consumo, estão empresas como Ambev, Unilever, Nestlé, BRF, Pampili e Cia Canoinhas. 

Para Moisés Weber, é uma imensa satisfação levar a inovação e qualidade gaúcha para o mundo, e representar o Brasil no maior prêmio do setor mundial de embalagens. "O agradecimento vai para os colaboradores da Plastiweber e parceiros Naturecycle, que defendem a importância do plástico na transição para uma economia circular.” 

No entanto, Weber explica que isso envolve não só a produção de embalagens recicladas de alta qualidade, mas também uma preocupação com a comunidade e com o impacto positivo que estão causando junto ao mercado. 

Ele finaliza dizendo que esperam que essa premiação seja uma forma de incentivo para a indústria de reciclagem brasileira.

A trajetória premiada da empresa do setor plástico

Ainda assim, de maneira geral, em 2021, a Plastiweber reciclou um total de 367 milhões de embalagens plásticas.

Ou seja, o equivalente a 8.600 toneladas de material, para mais de 50 clientes. 

Então, esse volume possibilitou a redução de emissão de 17 milhões de quilos de CO2.

Além de diminuir o consumo de mais de 10 mil litros de petróleo e de 26 milhões de quilowatts de energia elétrica. 

Além disso, geraram 7.386 empregos diretos e indiretos em toda a cadeia. 

Do mesmo modo, no último ano, a empresa também se destacou nos seguintes prêmios: 

Sobretudo, a Plastiweber é a primeira recicladora das Américas a ser homologada com o certificado europeu EUCertPlast.

Esse que atesta a rastreabilidade e a qualidade do plástico reciclado produzido por recicladores ao redor do mundo. 

Além disso, carrega o selo nacional de plásticos reciclados SENAPLAS, que reconhece o trabalho efetuado conforme a Política Nacional dos Resíduos Sólidos.

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A fim de ampliar o volume de captação de EPS para reciclagem, a Termotécnica firmou parceria com a startup curitibana, A Riqueza dos Resíduos.

Isso porque, a startup é focada em inovação e gestão de resíduos sólidos, promovendo logística reversa de materiais reciclados.

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Nesse sentido, a Termotécnica estabeleceu essa parceria, principalmente, por a empresa ter uma demanda maior do que a atual produção para fornecimento do REPOR.

Que é a matéria-prima desenvolvida pela companhia de origem proveniente de EPS pós-consumo reciclado.

De início, a parceria entre as empresas realiza o conceito de carga digital.

Isto é, os caminhões de coleta passam em locais de reciclagem com roteiro pré-definido, formando uma carga completa que será entregue nas unidades da Termotécnica.

Essas unidades ficam localizadas em São José dos Pinhais (PR) e em Joinville (SC).

Atualmente, são 7 associações e cooperativas de recicladores que integram a rede da startup na região metropolitana de Curitiba.

No entanto, a meta para atender a demanda da Termotécnica é aumentar esse número para cerca de 40 centros de triagem em todo o Paraná.

A CEO da startup, Tatiane Martins Soares, afirma que são a conexão entre recicladores e as indústrias que compram os materiais pós-consumo.

Soares destaca: "Facilitamos o acesso e otimizamos a rotina diária pela busca de recicláveis".

Programa para reciclagem de EPS

Desde 2007 a Termotécnica tem buscado ampliar a cobertura de seu programa de reciclagem de EPS.

O Programa Reciclar EPS conta com uma rede de parceiros, como cooperativas e associações de recicladores, prefeituras e entre outras.

Dessa forma, busca reforçar a conscientização para a destinação correta, reciclagem e reintrodução do material pós-consumo na cadeia produtiva.

O presidente da empresa, Albano Schmidt, comenta que essa iniciativa colabora para os ganhos de catadores e associações autônomas.

Schmidt afirma: "Com esse trabalho aumentamos a demanda, valorizamos e ampliamos os ganhos destas famílias."

De mesmo modo, A Riqueza dos Resíduos, com objetivo de ampliar suas ações, está implantando ecopontos em escolas municipais.

Sobretudo, nas escolas localizadas em Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais e Colombo.

A startup ainda trabalha na capacitação de professores e equipe de limpeza, bem como na conscientização de alunos para reciclagem do EPS.

Segundo a CEO da startup, uma parte do valor que a Termotécnica paga pelos materiais reciclados se destina para as associações de pais e mestres.

Soares comenta: "Essa quantia se destina em forma de cashback a associações destas escolas. Esses recursos são reinvestidos em atividades de Eduardo Ambiental dos alunos."

Influência da Termotécnica na reciclagem do material

A Termotécnica tem conquistado reconhecimento nacional e internacional com o Programa Reciclar EPS.

Por exemplo, a empresa ganhou o Prêmio Plástico Sul de Sustentabilidade & Inovação.

Além disso, sendo considerada uma das empresas mais sustentáveis do Brasil pelo Guia Exame de Sustentabilidade.

Assim como é reconhecida no 26° Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com a honrosa menção na categoria médias e grandes empresas.

A Termotécnica é pioneira em logística reversa e economia circular quanto a estruturação de rede de parceiros e investimento em reciclagem do EPS pós-consumo.

Isso porque, a empresa transforma o material antes rejeitado nas coletas seletivas em um insumo reciclado valorizado no mercado.

O presidente da empresa diz que a abordagem ambiental da Termotécnica se baseia na economia circular na prática.

Schmidt destaca: "Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas".

Ainda mais, o presidente conclui que o Programa Reciclar EPS atende às exigências de uma atuação responsável nas empresas em termos de sustentabilidade.

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Pneus feito com plástico reciclado

Pneus feito com plástico reciclado

A fabricante Continental, lançou os primeiros pneus feitos por meio de garrafas de plástico reciclado.

A princípio, essa produção irá substituir a convencional, que é feita a partir de poliéster virgem.

Isso porque, a empresa planeja usar apenas materiais sustentáveis em suas produções até 2050.

Primeiramente, a Continental desenvolveu uma tecnologia chamada ContiRe.Tex. que extrai de garrafas de plástico reciclado o fio de poliéster, sem passar por etapas químicas.

Logo, as garrafas usadas nesse processo vêm de regiões sem um circuito fechado de reciclagem.

Ferdinand Hoyos, membro do grupo Continental, explica: "Utilizamos apenas materiais de alto desempenho nos nossos pneus premium. Agora, iremos incluir fio de poliéster a partir de garrafas PET."

E conclui dizendo que "levamos a nossa tecnologia inovadora ContiRe.Tex para a fase de produção em oito meses. Estou orgulhoso por este feito."

Enzima decompõe plástico em horas 

enzima decompõe plástico em horas

Cientistas americanos anunciaram no dia 27 de abril, na revista Nature, a criação de uma enzima capaz de decompor plásticos em menos de 24 horas. 

Assim, cientistas e engenheiros da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, a nível molecular, trabalharam para decompor o PET.

Para isso, usaram um modo de aprendizado de máquina, que gera novas mutações na PETase, enzima natural responsável pela decomposição do PET.

Este modelo tecnológico prevê quais mutações nessas enzimas naturais atingiram o objetivo de despolimerizar.

Ou seja, degradar rapidamente os resíduos plásticos em temperaturas baixas.

Com isso, essa invenção foi testada em 51 embalagens PET descartadas, bem como em tecidos e fibras de poliéster.

Partindo disso, obteve-se a FAST-PETase, responsável por quebrar o plástico e juntá-lo quimicamente, por vezes, decompondo o material em menos de 24 horas.

Para Hal Alper, líder do estudo, essa é uma tecnologia que oferece possibilidades infinitas em várias áreas com essa reciclagem.

O professor explica: "Além da indústria de gerenciamento de resíduos, isso também oferece às empresas de todos os setores, oportunidade na reciclagem de seus produtos."

Escola é construída com 2,5 milhões de plásticos reciclados

escola construída com plástico reciclado

Em Tatuapé, zona leste de São Paulo, uma escola da ONG Mangalô foi construída com madeira reflorestada e plástico reciclado.

A construção seguiu o método conhecido como "woodframe", e todo revestimento da construção foram feitos com chapas e telhas ecológicas.

Isso, por meio das 2,5 milhões de embalagens plásticas recicladas.

Sobretudo, se comparado à construção civil tradicional, esse projeto sustentável gerou 95% menos resíduos, emite 90% menos CO2 e usou 90% menos água.

De antemão, a ONG Mangalô surgiu em 2012, e é uma holding de negócios sociais, atuando nas áreas de educação, habitação e voluntariado.

Portanto, seu principal objetivo é solucionar problemas sociais através de inovação sustentável.

Por exemplo, o EcoLar, que é uma construtora sustentável de baixo custo, sendo responsável pelos projetos das unidades da Mangalô Montessori School.

Para Fernando Teles, fundador da ONG Mangalô, o método "woodframe" é ágil, tendo agilidade em torno dos 60% a 70% mais rápido.

Além disso, a depender do projeto, custa entre 30% a 70% mais barato.

Teles pontua: "Se espalhassem esse método para o País todo, seria reduzido drasticamente o déficit habitacional, que é um absurdo no Brasil."

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