De antemão, essa nova instalação da Braskem teve um investimento de R$67 milhões, e entrou em operação em março deste ano.
Situada em um ambiente que possui 9 mil metros quadrados de área construída, onde trabalham mais de 150 colaboradores.
Assim, a unidade será capaz de transformar, a cada ano, 250 milhões de embalagens plásticas pós-consumo feitas de polietileno e polipropileno.
As resinas passarão a ser utilizadas como matéria-prima pela indústria de transformação e chegarão ao consumidor por meio de novos produtos.
Por exemplo, mobiliário, embalagens secundárias, itens de jardinagem e pintura, entre outros.
Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem, descreve os detalhes dessa unidade.
Terra explica: "A unidade processa, em sua maioria, resíduos domésticos, considerando material rígido de PE e PP, como embalagens de alimentos, cosméticos e outras".
Tecnologias e soluções ESG da Braskem
No caso do projeto de unidade para reciclagem mecânica, a Braskem conta com maquinário e tecnologia europeia de ponta, complementada por equipamentos nacionais.
Dessa forma, a empresa possui uma unidade de reciclagem mecânica que contém linha de lavagem de alto desempenho, com selecionador óptico para remoção de contaminantes.
Além disso, possui silos homogeneizadores, sistemas de dosagem de aditivos e insumos de alta precisão.
Bem como, modelo para eliminação de odor e de filtração de polímero de alto desempenho, o que contribui para a qualidade do plástico final.
Nesse sentido, Terra explica que a linha de reciclagem é formada por um complexo modular, que integra diferentes etapas, sendo desenvolvido com Know-how da Braskem.
O vice-presidente comenta: "Não poderíamos construir uma planta sem considerar, além da segurança das pessoas, as melhores práticas de sustentabilidade em sua infraestrutura".
Segundo ele, é realizado o tratamento de água de recirculação, a fim de otimizar os recursos de água e de energia.
Ainda mais, esse projeto faz parte do propósito da Braskem em criar soluções sustentáveis da química e do plástico.
A empresa, em sua estratégia de transição para economia circular, está fortemente pautada em soluções de reciclagem mecânica avançada.
Como destaca o vice-presidente: "Seguimos atuando em parceria com outros elos da cadeia para fortalecimento deste processo. Transpondo barreiras técnicas e logísticas para garantir um material reciclado de qualidade e em quantidade".
Terra conclui: "Estamos construindo um caminho para agregar valor aos resíduos plásticos".
Próximos projetos da empresa
Primeiramente, a empresa anunciou, em fevereiro, um acordo para construção de uma unidade de reciclagem avançada, também em parceria com a Valoren.
Além disso, nesse mesmo mês, a Braskem anunciou a criação do Cazoolo, um centro de desenvolvimento de embalagens sustentáveis.
Assim, a empresa espera cumprir o objetivo de atingir 1 milhão de toneladas de produtos com conteúdo reciclado até 2030.
Com essas iniciativas complementares a essa planta de reciclagem mecânica, a Braskem cumprirá esse objetivo no prazo estipulado.
Somados, os três projetos representam um aporte de cerca de R$ 130 milhões.
A Braskem também fechou com a Valoren a construção e instalação de uma unidade de reciclagem avançada, em Indaiatuba.
De modo a, transformar, através do processo de pirólise, resíduos plásticos não recicláveis mecanicamente em matéria-prima circular certificada.
Essa unidade terá um desembolso conjunto de R$ 44 milhões, que deverá começar a operar no primeiro trimestre de 2023.
Tendo capacidade de produzir 6 mil toneladas de produtos circulares por ano.
Terra resume: "Por meio dessas três frentes importantes, desejamos fechar o ciclo da economia circular. Assim melhorando os processos e caminhos ligados à reciclagem de resíduos plásticos no Brasil e no mundo".
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A Madesa, que fornece e fabrica móveis para o mercado, utiliza material 100% reciclável para embalagem de seus produtos.
A empresa, busca investir sempre em ações sustentáveis para seus processos.
Por isso, uma de suas iniciativas é o Ciclo de Transformação do Plástico.
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Assim, a Madesa usa materiais totalmente recicláveis em suas embalagens. Nesse sentido, a empresa tem um centro de coleta de resíduos em seu parque fabril.
O centro de coleta vai desde descartes da produção até a promoção de campanhas internas de arrecadação.
Pedro Cini, CEO da marca, acredita que essas ações mostram os valores da empresa e contribuem para a construção de um futuro consciente.
Cini destaca: "Quando a atenção ao meio ambiente cria raízes, o planeta ganha muito com isso, e, consequentemente, todos nós ganhamos juntos".
Mais economia e sustentabilidade com as práticas sustentáveis
Quando coletados, os resíduos são levados até um parceiro para o tratamento, onde o plástico se torna resina, que posteriormente é transformado em novas embalagens.
Dessa forma, a Madesa gera mais economia, conservação de recursos naturais, redução das emissões de carbono na atmosfera e mais empregos.
Além disso, a empresa aplica outras práticas sustentáveis em seus processos. Por exemplo, a utilização de madeira de reflorestamento em seus mobiliário.
Bem como, faz o uso de energia renovável em todas as suas fábricas.
Ainda mais, a Madesa planta milhares de mudas de árvores, todos os anos, por meio de um programa de plantio para Compensação de Emissões de Carbono.
Com isso, a empresa possui selo de Carbono Zero e certificação do FSC.
A princípio, a certificação do FSC é a garantia de que a empresa utiliza práticas sustentáveis durante todo o processo de fabricação.
Próximos passos da empresa
A Madesa já atua há 45 anos no mercado, tanto no mercado brasileiro, quanto no mercado internacional. A empresa possui 90% de consumo brasileiro e 10% em exportação.
De início, o objetivo da marca é atingir 15% de exportações até o fim de 2022. Atualmente, a empresa exporta para a América do Norte, Europa, Ásia, África e América do Sul.
Com sua visão sustentável, o próximo passo para expandir o negócio e suas metas sustentáveis é a montagem de móveis impressos em papel reciclado.
Em breve, a Madesa pretende fornecer um produto cada vez mais pensado para o bem estar de todos.
O CEO conclui: "A ideia é unir qualidade e responsabilidade, trabalhando diariamente para transformar o futuro".
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As resinas renováveis produzidas por meio do etanol da Raízen, ganharam certificação internacional da Bonsucro.
Atualmente, a Braskem é fornecedora das resinas renováveis, sendo a única empresa brasileira a receber esse reconhecimento.
Primeiramente, a Bonsucro é uma plataforma global de sustentabilidade da cana-de-açúcar.
A empresa tem como propósito acelerar coletivamente a produção e os usos sustentáveis da cana-de-açúcar para agricultores, usinas, compradores e usuários finais.
Dessa forma, reúne seus membros e outros parceiros para enfrentar os desafios críticos do setor sucroenergético e impulsiona o desempenho e o impacto positivo.
Através de seu sistema de certificação em padrões de sustentabilidade para cana-de-açúcar, a Bonsucro busca uma produção e processamento de forma social e ambientalmente sustentável.
O plantio, cultivo e processamento da cana-de-açúcar
Além de assegurar as boas práticas sustentáveis, à proteção da biodiversidade e à gestão hídrica responsável, a Bonsucro também verifica questões como segurança do trabalho.
Isto é, condições trabalhistas e ausência de impactos negativos nas comunidades próximas aos canaviais e usinas.
A Raízen, em sua parceria com a Braskem, fornece etanol a partir da cana-de-açúcar, além de ser detentora do maior volume do mundo.
André Valente, gerente de Sustentabilidade da Raízen, afirma que o Brasil se tornou referência global em produção de cana e seus derivados com esta certificação.
Valente explica: "Isso porque, temos cerca de 52% do total de usinas com o selo no mundo e diversas experiências de sucesso".
Assim, o gerente acredita que associam alta produtividade às melhores práticas de gestão e sustentabilidade das operações.
Para Valente, quando se trata de negócio, a certificação Bonsucro significa geração de valor compartilhado.
Bem como, diferenciação de produtos, garantia da origem sustentável, alcance a mercados e clientes exigentes em requisitos sociais e ambientais.
Além disso, garante a consolidação das melhores práticas em sustentabilidade, uma construção de relacionamentos conscientes e melhoria da imagem da empresa.
A Raízen possui o maior volume do mundo certificado pela Bonsucro, com cerca de 25% de todo volume de cana.
Assim como, 23 dos 31 Parque de Bioenergia em operação já certificadas.
Logo, essa estratégia de certificação abrange, também, a produção de etanol de segunda geração (E2G), produzido a partir do bagaço da cana-de-açúcar.
Braskem e seu compromisso ambiental responsável
De início, a Bonsucro avaliou os processos de rastreabilidade desde a matéria-prima até os produtos finais certificados e a cadeia de abastecimento upstream da Braskem.
Dessa maneira, considerando as boas práticas aplicadas, que vão desde o plantio, cultivo e processamento da cana.
De acordo com Marco Jansen, líder global de biopolímeros da Braskem, essa certificação reconhece os esforços da empresa, em busca de uma operação ambientalmente responsável.
Ele acredita agregar ainda mais valor ao portfólio I'm Green bio-based da Braskem, que fornece soluções em polietileno e EVA, produzidos através da cana-de-açúcar.
Jansen explica: "Além de nossa reconhecida marca I'm green, os brand owners, que usam nossas resinas renováveis, podem optar por se tornarem membros.
Dessa forma, irão buscar a certificação Bonsucro para aplicar o selo em seus produtos.
O líder ainda comenta que para isso, tanto o transformador quanto o brand owner precisam aderir à plataforma Bonsucro.
A fim de submeter seus processos a uma auditoria realizada por uma entidade certificada terceirizada.
Em suma, na Braskem, a certificação Bonsucro reforça o compromisso da companhia com a economia circular e com a neutralidade de carbono até 2050.
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Na indústria contamos com a presença do robô de 3 eixos, que são robôs multifuncionais reprogramáveis e controlados automaticamente que podem ser programados em três ou mais eixos.
Ou seja, o número de movimentos articulares individuais pode variar e possuem bases fixas ou móveis para aplicações de automação industrial.
Sobretudo, os robôs são capazes de movimentar peças, equipamentos, materiais ou ferramentas para auxiliar diversas operações na cadeia produtiva.
Composição dos robôs industriais
Todos os modelos de robôs industriais possuem em comum os seguintes pontos:
Braço robótico para operação controlada;
Componente rígido como elos;
Conexões de juntas rotativas ou lineares;
Um atuador, que pode ser, por exemplo, um motor elétrico, pneumático ou hidráulico;
A extremidade do braço (garra, pinça ou ferramenta) está em seu braço;
O Robô de 3 eixos
A princípio, conhecido também como Robô Cartesiano e Linear, o robô de 3 eixos se tornou conhecido por sua precisão, velocidade e por ser robusto.
Além disso, seu desenvolvimento foi criado para melhorar a relação de custo e benefício, além de sua alta tecnologia.
A função do robô de 3 eixos é ideal para serviços de manipulação de máquinas injetoras, ajudando na extração e empilhamento de peças, aplicação de insertos, entre outras diversas utilidades.
Bem como, sua movimentação tridimensional permite a manipulação precisa das peças injetadas.
Estrutura do robô de 3 eixos
Eixo telescópico;
Com o eixo vertical telescópico, a linha robótica cartesiana atinge velocidade notável para extração de peças e outras operações;
Braço giratório;
A extremidade do braço vertical possui rotação de 90º para facilitar a movimentação das peças para fora da área de injeção, bem como seu empilhamento;
Controlador Intuitivo;
Praticidade forte, programação intuitiva e operação simples. O idioma do controlador é inteiramente em português brasileiro e se desenvolveu para facilitar a operação automatizada do robô cartesiano G3;
Garras sob medida;
Proteções faciais feitas de alumínio e/ou fibra de carbono que proporcionam alta resistência e leveza quando o produto está em movimento;
Apesar de sua operação ser mais simples, se usa para diversas aplicações, como montagem-desmontagem e carregamento-descarregamento, mas requer uma grande área operacional.
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As bombas de engrenagem foram desenvolvidas para manter a precisão da entrega do volume de material.
Além disso, se projeta para eliminar as pulsações da matriz que criam uma pressão uniforme, prolongando a vida útil da extrusora e garantindo uma redução de 20% na energia total.
Uma bomba de engrenagem é um dispositivo de deslocamento positivo que mantém baixo escorregamento a alta viscosidade e fornece ao equipamento uma eficiência de bombeamento mecânico de aproximadamente 95%.
Aplicações da bomba de engrenagem
É importante que a bomba de engrenagem se adeque para um determinado tipo de atividade.
Para isso, é preciso analisar a aplicação e sua capacidade volumétrica, observando se o modelo da bomba possui os canais de lubrificação e os mancais de rolamento necessários.
Na indústria do plástico, a bomba de engrenagem é essencial pois é a responsável por fazer o bombeamento de resinas. Dessa forma, as bombas são um componente muito utilizado para o desenvolvimento do setor.
Além disso, também podemos observar sua aplicação em linhas de fabricação de chapas, perfis, filmes, tubos, fios e cabos, entre outros.
O funcionamento da bomba de engrenagem
O sistema é composto de basicamente 03 partes distintas:
Engrenamento altamente preciso;
O sistema de acionamento (eixo cardã, motor com velocidade variável e redutor);
Controlador;
O princípio de funcionamento é simples, mas necessita de uma grande precisão mecânica, bem como um controle de sincronismo.
A bomba de engrenagem se monta entre a extrusora e a matriz para eliminar a variação de espessura do produto devido à variação de pressão da extrusora.
O polímero, alimentado na bomba de engrenagem sob pressão suficiente para preencher a cavidade da engrenagem enquanto ela gira.
Estas cavidades se preenchem na entrada e se direciona até a saída onde sendo descarregadas.
Então, os dentes da engrenagem são combinados com precisão para extrudar todo o polímero e formar uma vedação rotativa contínua que isola a entrada da bomba da saída.
Por fim, a rotação da extrusora tem controle de acordo com a pressão de entrada, que é continuamente regulada por um controlador eletrônico que faz parte do sistema.
Benefícios acarretados pela bomba de engrenagens
Além de manter a temperatura e a pressão constante durante o processo, o equipamento garante, por exemplo:
Melhora na qualidade do produto;
Aumento da significativo da produtividade;
A bomba de engrenagem é capaz de reduzir o desgaste da rosca e do canhão, e tem a possibilidade de processar material reciclado moído em até 100%. Além de ser adaptável em qualquer extrusora.
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Empresa desenvolve embalagem com plástico reciclado
A Braskem em parceria com a Antilhas Embalagens, Gualapack e Terphane promoveram uma ação que desenvolveu embalagem stand-up-pouch (SUP) com plástico reciclado pós-consumo.
A princípio, a embalagem não se destina para embalo de produtos alimentícios.
Primeiramente, a estrutura da embalagem é formada pela resina reciclada de PE I'm Green Recycled, da Braskem, e pelo filme PET com resina PCR Ecophane.
O filme PET é fornecido pela Terphane, já a Antilhas é responsável pela produção, laminação e impressão do filme.
Em seguida, a estrutura da embalagem é encaminhada à Gualapack, realizando a injeção do bico e da tampa com polietileno reciclado e formatando o pouch.
Contudo, a comercialização do produto é por conta da Antilhas e da Gualapack.
Sobretudo, essa tecnologia desenvolvida com resina reciclada pós-consumo concebida através do pool de empresas, resultou na produção de embalagem com 43,3% de conteúdo pós-consumo.
Assim, gerado a partir de resíduos coletados por meio da logística reversa de embalagens da Braskem e de aterros sanitários.
Para Américo Bartilotti, diretor de negócios de embalagens e bens de consumo da Braskem, a parceria reforça a contribuição da empresa com a economia circular.
Bartilotti afirma: "Atuamos em diversas frentes e em conjunto com empresas altamente qualificadas, para criar produtos mais sustentáveis e que atendam às demandas do mercado".
Segundo o diretor, o amplo uso de reciclados em aplicações de alto valor só é possível com a união de todos os elos da cadeia.
Indústria de celulose é pioneira em reciclagem
A Biega Papéis, indústria de celulose reciclada, é pioneira na reciclagem de plástico e papel no Brasil.
Isso porque, a indústria consegue reciclar uma variedade de plástico e papéis.
Sendo responsável pela transformação desses materiais reciclados em matéria-prima para indústrias no geral.
A princípio, a indústria possui um sistema de reciclagem que faz a recuperação de fibras celulósicas, oriundas de empresas que geram papéis de difícil desagregação.
Ou seja, o processo é feito através de processo químico e físico, ocorrendo a remoção das impurezas e mantendo a qualidade da fibra.
Hoje a indústria concordiense é referência no Brasil, pelo uso de resíduos de difícil degradação.
Gerando muito posto de trabalho, tributos, reciclando e vendendo materiais para grandes indústrias no país.
São mais de 2 milhões de quilos de celulose reciclada úmida por mês.
Segundo Biegalski, Roni Antônio, Mateus José e Carla Salete, criadores da Biega Papéis, 1kg de celulose virgem consome cerca de 540 litros de água.
Eles explicam: "Isso significa que a Biega economiza para cerca de 270 milhões de litros de água e mais de 33 mil árvores por mês".
Além disso, os empresários afirmam que ainda é necessário incentivos fiscais e tributários para as indústrias nesse setor.
Eles pontuam: "Ainda não há no Brasil um incentivo para as indústrias que operam nesse sistema e necessitam investir na recuperação de material descartado".
Eles concluíram dizendo que "somente com bons processos, sistemas e tecnologias é possível entregar um material de qualidade para as indústrias no país."
Laboratório se dedica a reciclagem de plástico
O Cidade Quintal, laboratório que desenvolve projetos de urbanismo participativo voltados para o fortalecimento das comunidades, criou um laboratório de reciclagem de plástico.
De início, a iniciativa foi colocada em prática com a construção de banco feito com tampinhas de garrafa PET.
A designer é integrante do Cidade Quintal, Juliana Lisboa, relata que o grupo já vinha debatendo há algum tempo a necessidade de reutilização do plástico.
Lisboa destaca: "Precisamos pensar nisso, principalmente por morarmos em uma cidade rodeada por água, como Vitória".
Para a produção do banco que fica na Grande Vitória, foi feita uma mobilização da comunidade, que coletou 21 quilos de tampinhas em um mês.
Os pontos de voltas foram distribuídos em vários bairros da cidade.
No laboratório foi feita a modelagem e derretimento do plástico, para transformar nas ripas para fazer o banco.
De antemão, o laboratório conta com forno, para derreter o plástico, objetos de marcenaria e de ateliê, como pincéis.
O processo de reciclagem é feito pela própria equipe do Cidade Quintal.
Além disso, o laboratório já havia realizado outro processo de reciclagem, como o Re-Lata, que foi uma ação para ressignificar resíduo sólido gerado em pinturas.
Com isso, o grupo abre diálogo com o público sobre processos de produções circulares e sustentáveis.
Bem como, possibilita que o mesmo leve para casa uma parte do trabalho realizado.
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O Programa Aliança 2.0 visa reduzir os ganhos de eficiência energética nos processos de produção. Com isso, empresas interessadas em reduzir custos com energia podem participar da chamada pública.
A princípio, a iniciativa é da CNI, da Eletrobras, por meio do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica.
Além de contar com a Abrace (Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres).
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Sobretudo, será destinado R$ 20 milhões em quatro anos para o desenvolvimento de projetos de eficiência energética em 24 indústrias energointensivas.
Ou seja, que precisam de uma grande oferta de energia para poder funcionar de forma adequada.
As empresas selecionadas irão receber, cada uma, um aporte de R$ 400 mil e precisarão oferecer uma contrapartida do mesmo valor.
Ainda mais, elas assumem o compromisso de implementar um plano de ação acordado e construído junto com a equipe técnica do projeto.
Segundo o gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, desde 2015, o programa desenvolve projetos que tornam os processos industriais mais eficientes.
Assim, conseguem reduzir significativamente o consumo e os gastos com energia.
Bomtempo destaca: "É a primeira vez que será realizada chamada pública a fim de expandir o atendimento a empresas de todas as regiões do Brasil".
Resultados da primeira fase do Programa
Na primeira fase do Programa Aliança, se atendeu 12 plantas industriais de setores como siderúrgico, químico, cimento e automobilístico.
A partir de, um total de R$ 198 milhões em oportunidades de redução de consumo identificadas, 61% foram aprovadas e implementadas pelas empresas.
O que gerou uma economia anual de R$ 122 milhões, e em termos energéticos, se evitou o consumo de 176 GWh.
Logo, esse número foi o equivalente ao consumo mensal de quase 1,1 milhão de residências.
Isto é, a maioria dos processos envolveu a otimização de processos, sem a necessidade de troca de equipamentos.
Para Renata Falcão, superintendente de Programas de Governo da Eletrobras, o Programa Aliança representa um marco na atuação do Procel.
A superintendente, destaca os diferenciais que cooperam para isso, como a apresentação de soluções não só voltadas para sistemas elétricos, mas também para sistemas térmicos.
Bem como, a questão do fortalecimento da cultura da eficiência energética, aproximação exitosa da universidade da indústria, atuação sinérgica com os sistemas térmicos e motrizes.
Por fim, a coparticipação das indústrias também em termos financeiros e a adoção de acordo voluntários.
O crescente custo de energia no Brasil
O valor da energia elétrica no Brasil, poderia custar metade do preço se não fosse os encargos.
Conforme Victor Iocca, diretor de Energia da Abrace, essa realidade impede que a indústria seja mais competitiva.
Para Iocca, os encargos e subsídios que compõem o preço da energia são maiores que o próprio preço da geração, transmissão e distribuição da energia.
Com isso, o diretor explica que os efeitos dos preços desestimulam investimentos por parte da indústria e pesam no orçamento familiar.
Por exemplo, ele aponta que o preço de um caderno é composto por uma fatia de 35% de energia elétrica.
Já no caso de uma casa popular, a parcela do custo total de energia é de 10%, representando mais baixo por se tratar de um produto de alto valor agregado.
Ainda de acordo com Iocca, se brasileiro tivesse acesso a energia elétrica com preços competitivos, o aumento de investimento poderia crescer 3,5% ao ano.
Dessa forma, isso geraria um aumento de 2 pontos percentuais no Produto Interno Bruto.
Nesse sentido, o diretor afirma: "A nível de empregos, isso representaria 4 milhões de postos de trabalho gerados até 2032".
Quanto à situação atual, para Iocca o Programa Aliança se mostra ainda mais importante, por causa desses custos crescentes de energia.
O diretor analisa: "O Programa Aliança 2.0 é uma oportunidade para indústrias brasileiras trilharam o caminho eficiente da eficiência energética".
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O novo aditivo, IrgaCycle PS 031, surge para solucionar desafios e otimizar a circularidade do plástico na cadeia. Isso porque, por vezes, existe a necessidade de identificação do material no processo de reciclagem.
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Segundo estudo do PICPlast, de 1,4 milhões de toneladas de plástico reciclado, cerca de 168 mil toneladas foram perdidas durante o processo, em 2020.
A princípio, por problemas como contaminação, uso de cor, mistura de tipos de polímeros, odores e degradação térmica e mecânica.
Com isso, é desenvolvido novas tecnologias para atender essa necessidade de otimização do processo de reciclagem do plástico.
É o caso do IrgaCycle PS 031, o aditivo possui uma mistura de matérias-primas para atacar todos os desafios da reciclagem mecânica de filmes.
Ou seja, solucionando problemas no processamento dos resíduos de filme plástico flexível, que é a formação de géis causados pela degradação na recuperação do material.
O novo aditivo mantém as propriedades técnicas do material, como o índice de fluidez.
Os benefícios da aplicação do aditivo
Os filmes plásticos, contendo PEBD e PEBDL reciclados e estabilizados com o novo aditivo, têm resultados superiores nos testes de tração, com ganhos em resistência mecânica.
Bruno Belanga Granja, líder do B-Cycle na BASF, afirma: "Uma consequência direta da menor degradação está relacionada com a baixíssima formação de géis no polímero".
Para ele, isso pode chegar até 70%, e assim, o filme produzido com resina PCR terá qualidade e boa resistência mecânica.
Além disso, a eficiência do maquinário é outro ponto importante.
Isso porque, há menos paradas para manutenção e limpeza, com uma redução de até 50% na produção de sobras nas produções.
Segundo o gestor, isso beneficia três pontos importantes para recicladoras e fabricantes.
Granja pontua: "A otimização de tempo, redução de custos e o ganho de produtividade".
Soluções para elevar qualidade dos plásticos reciclados
O novo aditivo faz parte do portfólio B-Cycle, da BASF, composto por soluções para as diferentes etapas do processo de reciclagem.
Indo desde a lavagem até a extrusão, para assim contribuir com a qualidade e preservação das características do plástico reciclado e favorecendo a economia circular.
Sobretudo, o portfólio B-Cycle busca criar química para construir um futuro sustentável.
Dessa forma, tem o objetivo de tornar mais robusto o processo de reciclagem mecânica. Assim, contribuindo para que os materiais tenham qualidades e características que possibilitem uma nova vida útil ao plástico.
Antônio Lacerda, vice-presidente da BASF, comenta que a empresa tem compromisso com as indústrias, indo além de oferecer as melhores soluções e tecnologias ao mercado.
Lacerda conclui: "A sustentabilidade é um de nossos pilares estratégicos, buscamos contribuir para a proteção do meio ambiente e fortalecer a engrenagem da economia circular".
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Artigo por Angelo Ambrizzi, advogado especialista em Direito Tributário
Assim como, os demais segmentos da indústria e do comércio, o setor do plástico também tem os preços de seus produtos inflados pelas questões tributárias.
Isso porque, a tributação sobre o consumo no Brasil, sabiamente, é das mais elevadas no mundo.
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No setor do plástico, se enfrenta desafios macroeconômicos, como a inflação global, elevação de juros e recessão em geral.
Além disso, o segmento precisa arcar com variados tributos incidentes sobre vendas e a excessiva burocracia tributária existente no país.
Com a redução nas alíquotas do IPI, que se implantaram pelo Governo Federal, inicialmente causaram um ânimo geral na indústria.
No entanto, a medida foi suspensa pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em ação que visa proteger os interesses das empresas instaladas na Zona Franca de Manaus.
A princípio, essa decisão gerou muitas dúvidas no setor, devido a dificuldade prática de implementação.
Isso surge em razão da inexistência de uma lista oficial de produtos na Zona Franca, o que causou um aumento considerável de tributação.
Atualmente, a ABIPLAST enviou uma carta ao STF pedindo que a suspeita da redução do IPI fosse reconsiderada.
Porém, até o momento não há prazo definido para o julgamento definitivo da questão.
Com isso, é essencial que cada empresário reavalie todas as implicações tributárias de suas operações.
O complexo sistema tributário brasileiro
Sobretudo, a complexidade da tributação no Brasil, de certa forma, acaba abrindo portas para questionamentos judiciais ou administrativos sobre determinados tributos.
Por exemplo, revisão da carga horária por meio de regimes especiais ou mesmo do modo operacional adotado pela empresa.
Além das outras medidas que podem avaliar a carga fiscal, aumentando a competitividade.
Nesse sentido, a análise e revisão estratégica da tributação incidem nas operações do contribuinte, desde os créditos tomados de ICMS, PIS/COFINS, IPI.
Essa tributação sobre a folha de pagamento e cálculo dos tributos incidentes nas operações de venda, assume papel de extrema relevância na construção de vantagem competitiva.
Ainda mais, a falta de inteligência fiscal implica num aumento excessivo da carga tributária e achatamento da margem do empresário.
Portanto, é de suma importância contar com uma assessoria especial, atenta às mudanças legislativas e decisões judiciais/administrativas.
Para assim, seja alcançado um nível de carga tributária adequado ao planejamento financeiro do contribuinte.
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As máquinas injetoras de plástico são utilizadas no processo de fusão e moldagem de polímeros com base nas peças que serão produzidas durante o processo de conversão.
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Para que sejam eficientes, é importante a manutenção das injetoras.
Presente em nosso dia a dia, o plástico vem sendo cada vez mais utilizado e fortalece a indústria.
Por isso, todo o processo industrial de injeção depende de uma máquina injetora, onde tudo acontece.
Mas, além de se ter uma injetora, é preciso os cuidados e manutenções que ela necessita conforme o tempo.
Nisso, a empresa VBA Soluções Industriais é especialista. Eles realizam a manutenção, elétrica, eletrônica, mecânica e hidráulica de máquinas injetoras de plástico.
Serviços da empresa que realiza manutenção de máquinas injetoras
Além de toda manutenção das máquinas injetoras, a VBA Soluções Industriais oferece serviços como:
Manutenção elétrica, eletrônica, mecânica e hidráulica;
Atendimento emergencial 24 horas;
Contratos de manutenção preventiva;
Instalação de máquinas;
Vendas de peças de reposição;
Instalação e manutenção em periféricos diversos;
Instalação de robôs manipuladores de peças seguindo padrão Euromap;
Auxílio para aquisição de novos equipamentos;
Implantação de novos projetos;
Manutenção preventiva em robôs manipuladores de peças;
Tudo isso é proporcionado por Vando Tiburcio Bulio, um profissional com mais de quinze anos de experiência no ramo plástico.
Isso porque, possui formação técnica em mecânica e eletrônica, além de diversos cursos realizados dentro das maiores fabricantes de máquinas injetoras do Brasil e exterior.
Além disso, Vando já trabalhou dentro de empresas renomadas, onde aprimorou por anos seu conhecimento em manutenção de máquinas injetoras de plástico, além de outras, como, sopradoras, extrusoras e máquinas injection blow.
Tudo isso, buscando tornar a rapidez na busca por soluções de problemas a sua marca principal.
No entanto, existem dois tipos de correções: preventiva e corretiva.
Por que realizar a manutenção preventiva de máquinas injetoras?
O melhor modo de aumentar a durabilidade e reduzir o desgaste de suas injetoras é por meio da manutenção preventiva.
Quando realizada a manutenção preventiva de máquinas injetoras, elas continuam funcionando de maneira eficaz e sem interrupções.
Ou seja, com a manutenção preventiva, problemas que podem ocorrer durante a operação da máquina podem ser encontrados.
Como resultado, essa ação aumenta a vida útil da máquina, mantendo a qualidade e a operação segura da linha.
No entanto, mesmo com uma boa manutenção preventiva, todos os possíveis problemas não podem ser evitados, sendo necessária a manutenção corretiva das máquinas injetoras.
O que é manutenção corretiva de máquinas injetoras?
Primeiramente, quando a máquina de moldagem por injeção falha, é necessário recorrer à manutenção corretiva da máquina injetora.
A manutenção corretiva se realiza na máquina, para que ela possa voltar a funcionar o mais rápido possível, mas de uma maneira que não afete as operações futuras.
Os reparos realizados pela manutenção da máquina injetora devem se realizar com precisão, levando em consideração todas as normas técnicas e de segurança e avaliando todas as possibilidades de falha de outros componentes.
Dessa forma, a máquina pode estar totalmente operacional novamente sem o risco de novos defeitos.
Com a qualidade dos serviços da VBA Serviços Industriais, as máquinas injetoras recebem a atenção e manutenção necessárias para voltar ao seu devido funcionamento.
Treinamentos oferecidos pela VBA Serviços Industriais
A princípio, a empresa possui um plano de treinamento em parceria com o Blog Papo técnico, voltado para a manutenção autônoma de máquinas injetoras de plástico.
Neste treinamento abordam pontos de manutenção onde seria descartado a necessidade de um terceiro para realização de alguns serviços que podem parar a sua produção e que são de simples solução.
No YouTube, existem diversos vídeos explicativos sobre conhecimentos para o setor de injeção de termoplásticos.
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