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9º Fórum Flex Abief debateu rumos da indústria de flexíveis

Adequações importantes do mundo digital para o setor foram apresentadas

Como tema central de um dos eventos mais inovadores do setor de embalagens plásticas flexíveis, o Fórum Flex da Abief, as oportunidades que o mundo digital pode trazer para o setor foram apresentadas de acordo com uma urgência que ele apresenta – a discussão dos rumos desta indústria, pois é fundamental que ela se insira em um contexto de consumo de alta mobilidade, fortemente conectado, cujas relações passam, de alguma forma, pelo mundo digital.

Através de apresentações de grandes nomes como os pensadores digitais Martha Gabriel e Gustavo Reis, ficou fácil contextualizar a indústria de embalagens flexíveis neste universo. Outros especialistas como Maurício Estellato (Sonda) e Fábio Buckeridge (Braskem – patrocinadora do Fórum Flex) apresentaram as ferramentas do mundo digital disponíveis para o B2B. O pano de fundo para entender as necessidades do setor e localizá-lo no universo petroquímico e da transformação, foi dado por Solange Stumpf, da Maxiquim.

Com as palestras, os empresários entenderam a necessidade de entrar no mundo digital com seus negócios. Além disso, foi apresentada a fundamentalidade de perceber e utilizar ferramentas de marketing digital como e-commerce, por exemplo, que podem ser inseridas no dia a dia da indústria. Como salientou o moderador do evento, Aislan Baer, da Projeto Pack, “O Flex deu aos participantes a possibilidade de ouvir pessoas de outros mercados, de outras áreas e trouxe um novo mindset que, sem dúvida, agregou conceitos inovadores e extremamente positivos”.

No encerramento do evento, Baer chamou a atenção também para a tendência dos empresários do setor para fazerem sempre o mesmo. “Como consultor, me dei conta de que sempre que discutimos algo ligado à inovação neste setor, existe uma desculpa muito comum de que nosso mercado é B2B e não B2C. Contudo, acho que o Fórum Flex da Abief deixou claro que não existe mais essa dicotomia entre B2B e B2C. Afinal, são essas pessoas que precisam ser convencidas sobre este novo modelo mental. Isto porque, toda a sistemática do processo e todas as áreas da empresa são geridas por pessoas. Assim, as mudanças dependem dos seres humanos”, finaliza.

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