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Incorporações sustentáveis para diversos segmentos 

Entenda as iniciativas sustentáveis da BASF de lidar com resíduos sólidos, suas ações de economia circular e reciclagem. Além disso, descubra como as ações sustentáveis da companhia impactam positivamente o meio ambiente e o setor

Incorporações sustentáveis para diversos segmentos 

Diante da demanda advinda dos resíduos sólidos, a BASF resolveu traçar formas sustentáveis  de lidar com essa questão. Sendo a economia circular e a reciclagem as duas principais ações adotadas pela empresa. 

Na imagem há pessoas reunidas para realizar as incorporações sustentáveis

De acordo com Thiago Bazaglia Spedo, coordenador de especialidades em Materiais de Performance da BASF: “As empresas estão cada vez mais conscientes de suas responsabilidades sociais e ambientais”, acredita. 

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O compromisso da companhia se confirma também a partir de sua meta em atingir a neutralidade de carbono em 2050. Além disso, pretende reduzir a emissão de gases de efeito estufa em 25% até 2030, se comparado com suas emissões em 2018. 

Ainda, outro objetivo destacado pela BASF, se refere às vendas, isto é, pretende-se dobrar as vendas associadas a soluções para a economia circular para 17 bilhões de euros. Dessa maneira, a partir de 2025, a BASF almeja processar 250.000 toneladas métricas de matérias-primas circulares. 

Sendo assim, não à toa, a companhia encaminhou, entre 2020 e 2021, 5 milhões de euros para o Fundo Global de Projetos de Economia Circular. O dinheiro tem como destino final projetos que conseguem alinhar interesses econômicos, ambientais e sociais.

As inovações sustentáveis da BASF

Há 25 anos, a BASF lançou o primeiro biopolímero PBAT biodegradável e compostável do mundo, o Ecoflex. No momento, sua aplicação acontece, especialmente, em embalagens de diversos tipos. 

Quanto a este lançamento, o coordenador de especialidades em Materiais de Performance BASF, observa: “Alternativas mais sustentáveis, como os bioplásticos compostáveis, desempenham um papel crucial na mitigação dos danos ambientais associados ao uso do plástico convencional”.

Do mesmo modo, outro bioplástico compostável certificado produzido pela BASF, o Ecovio, também se caracteriza como uma opção viável. Tendo em vista que este trata-se da combinação entre os dois biopolímeros biodegradáveis e compostáveis

Isto é, o Ecoflex e o poliácido láctico, com obtenção a partir de matérias-primas renováveis, como o amido de milho. Assim, por ser à prova d’água, o Ecovio oferece performance semelhante à do plástico convencional e tem possibilidade de descarte — de preferência em unidades de compostagem industrial. Reduzindo, assim, a produção de gás metano (CH4), um dos responsáveis pelo efeito estufa.

A partir do descarte adequado, ao término de sua decomposição, o plástico se transforma em água, CO2 e biomassa. Portanto, o adubo versátil tem uso como fertilizante para o solo.

Diante disso, ressalta-se a biodegradabilidade das produções da BASF, seja o Ecoflex, seja o Ecovio. Isso porque, têm um prazo de 180 dias para se biodegradar. Uma vez expostos a situação de compostagem, com microorganismos, umidade, temperatura e níveis de oxigênio propícios.

A eficiência das produções sustentáveis

Além da capacidade de biodegradação, o Ecovio desempenha um papel significativo na economia circular, uma vez que ele otimiza a produção de sacolas e oferece vantagens notáveis.

Ainda, estima-se que uma tonelada do bioplástico consegue produzir cerca de 8 mil sacolinhas, ou seja, resultando em uma utilização eficiente de matéria-prima. Por outro lado, o Ecovio tem aplicação como revestimento impermeabilizante em diversos materiais de embalagem, incluindo papel cartão, sacos, canudos e sacolas para alimentos.

Outra aplicação notável está no campo da agricultura, tendo em vista que o uso do Ecovio como mulch film, permite conservação da temperatura, melhoria do aproveitamento de nutrientes e proteção das culturas de ervas daninhas. 

Porém, a principal vantagem se destaca no fato do Ecovio não precisar ser removido, economizando tempo, trabalho e recursos, enquanto produzem adubo que enriquece o solo. 

A expansão das vendas do Ecovio em 2021 e as projeções para um aumento adicional de mais de 20% em 2023 destacam o crescente reconhecimento e adoção dessas soluções biodegradáveis. 

Frente a isso, Spedo destaca: “Bioplásticos como o Ecovio são um caminho promissor para reduzir a quantidade de plástico descartado, mitigando os impactos socioambientais e contribuindo para a construção de um futuro mais sustentável”. 

Os avanços na abordagem

Ainda, outro destaque da BASF está no catalisador livre de água que aumenta a produtividade, e reduz os custos na preparação do biodiesel. 

Desenvolvido desde 2011, a empresa ampliou a capacidade de produção para 80 mil toneladas em 2019, antecipando-se às futuras demandas do mercado de biodiesel no Brasil. Com as atuais regras permitindo que o biocombustível represente até 12% do diesel, essa proporção está programada para aumentar para 15% até 2026.

Sendo assim,  o diretor de monômeros BASF para América do Sul, Alejandro Bossio, comenta: “Os biocombustíveis são de origem renovável e, portanto, ajudam a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a dependência dos combustíveis fósseis”.

Isso porque o potencial se mostra significativo. Portanto, Bossio completa: “Com os combustíveis verdes, a redução das emissões de CO2 poderia chegar a 70% até 2050, de acordo com o estudo Global Energy Transformation, publicado em 2023”. 

Mais uma ferramenta importante da BASF, chama-se SCOTT. Um material que proporciona transparência às emissões de gases de efeito estufa de aproximadamente 45 mil itens comercializados globalmente. Esta solução digital permite calcular as emissões de CO2 dos produtos desde a extração das matérias-primas até a entrega aos clientes. 

Perspectivas para as ações

Além disso, a ferramenta possibilita que os clientes da BASF calculem suas próprias emissões de Escopo 3, contribuindo para a busca por materiais com a menor pegada de carbono possível. A iniciativa reflete o compromisso da BASF com a sustentabilidade. Desse modo, oferecendo uma abordagem transparente e específica em um contexto em que as empresas costumam estimar suas emissões com informações genéricas.

Por fim, Spedo, declara: “Para os próximos anos, é fundamental que as empresas foquem em ações de mitigação para as mudanças climáticas”, defende Bossio. “Mais do que nunca, são necessárias soluções para um futuro sustentável. E a química desempenha um papel fundamental. Com visão inovadora, a BASF indica oportunidades e orienta seus clientes rumo à transformação sustentável”.

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