Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Com as descobertas das múltiplas utilidades do plástico, as empresas Signode e Repsol formularam uma maneira de utilizar, o polipropileno ready-to-use, na fabricação de cintas para embalagens. A inovação usa plásticos provenientes do consumo caseiro através da reciclagem.

O desenvolvimento trata-se do composto de polipropileno chamado de “Repsol Reciclex RXP33AAA”. Ele contém 30% de plástico reciclado mecanicamente após consumo doméstico. 

Leia Mais:

Através dessa novidade, a Signode, cliente da Repsol, pôde lançar uma gama de cintas com conteúdo de plástico reciclado, semelhante aquelas fabricadas de material prima virgem. 

Um comunicado lançado pelas empresas, aponta que “Assim, colocamos no mercado uma solução para ajudar a cumprir os compromissos de sustentabilidade de muitos sectores industriais que a utilizam na sua logística ou em embalagens industriais, para segurar uma carga durante o transporte”. 

O benefício da incorporação do polipropileno nos produtos 

O  Repsol Reciclex RXP33AAA, além de 30% de reciclagem mecânica do plástico doméstico depois de seu consumo, segue as exigências do esquema Recyclass, que garante a rastreabilidade dos materiais. 

Isto é, fazem parte de um sistema que acompanha e identifica a origem dos plásticos. Assim como também verifica o processo de reciclagem e o destino dos plásticos reciclados ao longo de toda a cadeia de suprimentos. 

Um benefício destacado, tão importante quanto a cooperação para a economia circular, é a redução das emissões de carbono. 

No entanto, para alcançar estes parâmetros, as empresas encontraram desafios na aplicação, pois elas exigem alta consistência e resistência. Então, a equipe de economia circular da Repsol, selecionou os fluxos de materiais reciclados. 

Enquanto a Signode estudou as formulações para que seus produtos tivessem bom desempenho durante a utilização. 

Objetivos futuros para reciclagem

Com o composto de polipropileno Repsol Reciclex RXP33AAA, a marca Signode lançou um catálogo com produtos inovadores e reciclados com propriedades semelhantes às feitas de matéria-prima virgem. 

Enquanto a Repsol revela o seu objetivo de ampliar sua seleção de poliolefinas sustentáveis para aplicações de alto desempenho. 

Ao mesmo tempo que avança em direção à meta de reciclar 20% de sua produção de poliolefinas até 2030 e ao compromisso de se tornar uma empresa com emissões líquidas zero até 2050. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

Pensando na economia de energia e na sustentabilidade, um fabricante de mídia de armazenamento desenvolveu uma maneira de produzir discos usando PET totalmente reciclado.  

A escolha do material é um destaque importante para ecologia, pois além de ajudar na diminuição de consumo de energia e emissão de gases.

Essa inovação, ainda contribui para a economia circular do material. Uma vez que essa matéria-prima possui propriedades seguras e de longa duração. 

Leia mais:

A SK Chemicals anunciou que usou PET 100% reciclado para a fabricação de discos, o lançamento da primeira linha de vinis sustentáveis acontecerá na Sonopress da Alemanha. 

A fabricação dos discos em PET reciclado

Os EcoRecords, como são chamados os discos ecológicos, foram idealizados pela empresa SK Chemicals e em conjunto com a Biesterfeld Plastic, após um acordo com a Sonopress. 

As empresas Sonopress e Warner Music Group observam a produção econômica dos vinis, com os testes chegaram a uma economia de 85% de energia. 

Assim, diante dos resultados, a Sonopress pretende expandir as estratégias ecológicas e usar o PET também nas embalagens de produções em série. 

De acordo com vice-presidente executivo de operações globais do WMG, Salvatore Monteleone, o projeto faz parte de várias iniciativas de inovação verde que estão em fase de teste com os parceiros. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

Embalagem de carne ganha ouro no ABRAE

O prêmio em Tecnologia da ABRAE (Associação Brasileira de Embalagens Brasileiras), é um evento anual, e em 2023 entregou o ouro para a resolução de embalagens feitas de plásticos para carne suína congelada. 

O ganhador do prêmio nasceu de uma parceria entre a Dow, Aurora Coop e a Videplast Embalagens Plásticas Flexíveis. E foi destaque pela qualidade em tecnologia e funcionalidade.

Essa tecnologia é uma promoção feita pela linha Aurora Dia a Dia Suínos.

De modo que a Videplast aplicou uma técnica de resina, e a projeção reciclável ficou por conta da Dow.  

Além desses valores apresentados, outra característica inovadoras da embalagem que ganham enfoque é sua capacidade de se retrair, ou seja, pode adequar-se a vários tamanhos e formatos. 

As empresas projetaram as embalagens para que tivessem memória elástica.

E para que assim, elas pudessem reduzir o desperdício de água em de 182 mil litros de água por ano.

Do mesmo modo que a preservação fosse de 183 Wh, quando comparada às embalagens tradicionais. 

Plásticos são transformados em acessórios e souvenirs 

A professora de design e sustentabilidade, Patrícia Deporte de Andrade, após seu contato e encantamento com as praias de Florianópolis, decidiu montar um laboratório de design sustentável. 

O projeto tem o intuito de reciclar reśiduos plásticos para transformá-los em acessórios, souvenirs e brindes. A empresária comenta que seu investimento inicial para a construção das máquinas utilizadas no processo de reciclagem foi de R$ 15 mil. 

No entanto, para dar seguimento na iniciativa, conta com a ajuda das cooperativas da região, que fornecem o material necessário. 

O presidente executivo da Abiplast, Paulo Teixeira, apontou a relevância de empreendimentos como o da professora.

Teixeira diz que essas feitos menores espalhados pelo país, cooperam com o contato direto com as cooperativas. A ação promovida pela professora arrecadou R$ 100 mil em 2022.  

Drive Thru da Reciclagem para práticas sustentáveis 

A iniciativa do Drive Thru da Reciclagem nasceu com objetivo de conscientizar a população sobre descarte correto e práticas sustentáveis

O FAC (Fundo de Apoio à Comunidade) já realizou nove edições desse projeto, e entre os dias 19 e 21 de outubro acontecerá a 10ª edição do evento. 

Desse modo, seguindo essa perspectiva de conscientização, a programação abrange coleta de plásticos, garrafas PET, bateria, até doação de ração, acessórios e medicamentos para pets. 

A quantidade de encontros ao longo dos anos acumula um marco significativo de materiais reciclados, além de contribuir de forma ampla para a sustentabilidade, pois desde a primeira edição já foram preservados mais de 1,6 bilhões de litros de água. 

O Drive Thru da Reciclagem também é um projeto que alcança a sociedade, além da conscientização, mas também com destinação e doação de roupas, alimentos não perecíveis e calçados para famílias em situação de vulnerabilidade. 

A iniciativa salienta a importância do descarte correto dos materiais para a reciclagem e para o reuso.

Como pontua a coordenadora geral do FAC, Adir da Silva Oliveira Diniz: “Aos pouquinhos vamos despertando na sociedade a importância de práticas sustentáveis, trazendo saúde e bem-estar ao cidadão, que é justamente a proposta de valor do FAC”. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Uma ação pioneira recém-lançada oferece soluções para o equilíbrio de biomassa no setor de aditivos plásticos.

A substituição da matéria-prima fóssil pela matéria-prima renovável, coopera com a sustentabilidade, conforme ratifica a empresa Basf.

Além disso, contribui para a sustentabilidade, a utilização de aditivos de origem biológica também.

Ainda economiza recursos fósseis, reduzindo as emissões de gases do efeito estufa e promove o uso da matéria-prima renovável.  

Leia Mais:

Estratégias de substituição dos aditivos comuns 

Para o que o balanço de massa siga as normas da ISCC PLUS (Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono), as primeiras ofertas incluem o Irganox 1010 BMBcert e o Irganox 1076 FD BMBcert.

Pois conta a certificação da TÜV Nord,.

O procedimento consiste em alterar a matéria-prima de origem fóssil pela matéria-prima de origem biológica no início da cadeia de valor. 

Então a quantidade é inserida no produto conforme a abordagem de balanço de massa. 

Ainda, outra particularidade dos substitutos Irganox 1010 BMBcert e o Irganox 1076 FD BMBcert, é igual as convencionais.

No que se refere ao desempenho, qualidade gerenciamento de produtos e aspectos regulatórios. 

Essa garantia é positiva para os clientes, uma vez que eles não precisarão requalificar os novos aditivos, nem reformular seus produtos. 

Joerg Bentlage, diretor de Gerenciamento Global de Produtos, Aditivos Plásticos Da Basf, salienta outro ponto, além dos benefícios sustentáveis, está também a jornada em direção a uma economia mais circular

Segundo Bentlage: “Nosso objetivo é impulsionar uma transformação sustentável em direção à matéria-prima renovável nos setores que atendemos por meio de parcerias inovadoras e estratégicas com os clientes”.

As primeiras ações acontecerão em Kaisten, na Suíça, em 2024.

Assim, a verificação e a constatação das alternativas ainda estão em análise.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado

O plástico é um material versátil e por isso amplamente utilizado em diversos setores. Logo, é possível concluir que ele possui diversas virtudes, desde a sua composição, até sua decomposição. 

Diante desse fato, cientistas chegaram à conclusão que os resíduos plásticos podem ser uma alternativa para a geração de energia limpa. 

Os investigadores James Tour e Kevin Wyss, do Departamento de Ciência de Materiais e Nanoengenharia da Universidade Rice, nos EUA, extraíram gás hidrogênio limpo e alta eficiência, e grafeno de alta qualidade de plástico, incluindo os plásticos mistos. 

Leia mais: 

O resultado desse processo é uma saída para minimizar os impactos ambientais causados pela emissão de gases poluentes, como é o caso do dióxido de carbono. 

O método da utilização do plástico no processo 

O procedimento realizado pelos pesquisadores foi o aquecimento de algumas amostras de resíduos plásticos por meio do efeito Joule. 

Este efeito acontece quando a eletricidade passa por um fio e ele fica quente. Isso acontece porque a corrente elétrica faz as partículas dentro do fio se moverem e, ao se moverem, elas esbarram umas nas outras, criando atrito e calor.

O aquecimento durou quatro segundos, que elevou a temperatura do plástico a 3.100 graus Kelvin. De maneira que vaporiza o hidrogênio presente nos plásticos. 

De acordo com um o principal autor do estudo, “Se o grafeno produzido for vendido por apenas 5% do valor de mercado atual, uma redução de 95%, o hidrogênio limpo poderia ser produzido gratuitamente".

Esse estudo poderá permitir uma produção de hidrogênio limpa, uma vez que não emite dióxido de carbono.

Portanto, os resíduos plásticos podem cooperar para a resolução de problemas ambientais e econômicos. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

O programa Tampinha Legal é uma iniciativa empenhada em incentivar a sustentabilidade econômica e ambiental. Porém também é comprometida com causas sociais. 

O movimento consiste em recolher tampas plásticas e entregá-las a entidades sociais. Essa ação arrecadou mais de cem toneladas de tampinhas plásticas em 2023, e em sete anos já coletou mais de mil toneladas. 

Diante do impacto positivo, o tampinha legal conseguiu encaminhar R$ 3 milhões para as associações cadastradas. 

Leia mais:

De acordo com Simara Souza, gerente do Instituto SustenPlást, o responsável pela criação do projeto, os valores obtidos são totalmente destinados para as associações que participam do programa. 

Em 2016, o Sustenplást contou com o apoio do Movimento Pĺástico Transforma para lançar a iniciativa Tampinha Legal no Rio Grande do Sul. Porém, hoje está em outros 6 estados e no Distrito Federal. 

As estimativas dos projeto de tampas plásticas

Com o grande alcance do programa nos últimos anos, é notável o crescimento na reciclagem nos estados integrantes. Como é o caso do RS, apontado como o segundo estado em índices de reciclagem de plástico. 

Assim, Souza prevê as futuras contribuições da ação para sustentabilidade e para estados. 

Ela sinaliza que se apenas de uma parte pequena da embalagem é possível gerar um volume expressivo de itens reciclados e de recursos, a reciclagem dos demais itens seria ainda mais impactante. 

A gerente comenta: “Ações modificadoras de comportamento apresentam um impacto gigantesco e, nesse caso, quando falamos de reciclagem de plásticos, os números se apresentam na prática. O trabalho que desenvolvemos ao longo desses sete anos, que é motivo de muito orgulho, está apenas começando”.

Como funciona a coleta e a destinação do capital

De acordo com a gerente, a escolha da tampinha plástica deve-se à facilidade de recolhimento e a sua simbologia na sustentabilidade. 

Ainda que o valor do quilo desse material possa variar com as épocas e com a demanda.

Então, cada instituição é responsável por um ponto de coleta, depois realizam uma triagem do item, de acordo com as cores. 

Para enfim, serem entregues ao posto da Fundação dos Bancos Sociais.

Após esse procedimento, as entidades recebem a quantia em até 7 dias. 

Durante esse repasse, as tampinhas passam por uma transformação, que torna-se utensílios como prendedores de roupa, cabides, vasos de flores, e materiais domésticos. 

A previsão é lançar o programa também no Paraná e ampliá-lo na Bahia. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

No trimestre anterior o indicador que analisa o rendimento do trabalho na indústria de transformação marcou uma queda de 0,9%. Esse cálculo foi transposto na última pesquisa feita em relação ao segundo trimestre de 2023, com o crescimento de 0,4%. 

Os resultados foram alcançados pela pesquisa Produtividade na Indústria, através da CNI, eles medem a evolução da série sem os efeitos sazonais.

Ou seja, não está levando em consideração flutuações temporárias que podem ocorrer em diferentes épocas do ano.

Leia mais:

Desse modo, a produtividade é medida de acordo com o volume de produtos feitos em relação ao número de horas de trabalho necessárias para fazê-lo. 

Apesar do aumento da produtividade no segundo e quarto trimestre de 2022 e no segundo trimestre de 2023, o indicador tem passado por oscilações baixas e altas há cinco trimestres. 

As interferências na recuperação da indústria

Dentre as questões que envolvem a dificuldade de reversão das quedas, estão: a baixa demanda, o encarecimento do crédito e os efeitos restritivos da política monetária. 

De acordo com Samantha Cunha, a gerente de Política Industrial da CNI, os fatores que também impedem resultados melhores são o sistema tributário complexo e a infraestrutura ineficiente.

Em contrapartida, uma solução está pautada nas novas tecnologias ligadas à Indústria 4.0. Uma vez que, elas poderão melhorar os sistemas produtivos, tornando os usos dos recursos mais eficazes. 

Além disso, elas permitem o uso de técnicas mais modernas de gestão, aponta Cunha. 

Seguindo estes esclarecimentos do cenário da produção industrial, é possível observar no âmbito global um desaquecimento da produção.

Assim como um baixo crescimento da produtividade neste ano. 

Os dados divulgados pela ONU (Organização das Nações Unidas)  para o UNIDO (Desenvolvimento Industrial), mostram que a produção no restante do mundo está estagnado em 2023.

Desse modo, a estimativa do Conference Board é de baixo crescimento em 2023,  após a estagnação do ano anterior.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

A jovem Letícia Parada deu início às suas práticas de reciclagem de materiais plásticos a partir da visão de sustentabilidade adquirida no contato com a natureza.

DCIM100GOPROGOPR1510.JPG

Quando voluntária no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha em 2019, decidiu dar início aos estudos que envolvem reciclagem de plástico. 

Da mesma forma que teve o insight para criação de uma proposta para a transformação de plástico em itens proveitosos para a prática de bodysurf

Enquanto estava em seu voluntariado, deu início à sua jornada sustentável. Assim, objetivou reaproveitar os materiais de maneira que a economia local e o esporte fossem beneficiados também. 

Leia mais:  

Para que sua ação se tornasse sólida, a bodysurfer buscou financiamentos, e investiu no curso de Doutorado em Ciência e Tecnologia Ambiental, na Universidade Santa Cecília. 

As etapas de evolução do projeto ambiental

Previsto para finalizar em 2025, a primeira das ações da pesquisa é o monitoramento de resíduos nas praias de Guarujá, em SP. 

Segundo a pesquisadora, ela visa também conseguir unir o surf com o meio ambiente, de modo que as atividades sejam efetivas. Uma vez que, foi devido a sua paixão expressa pelos oceanos e pelo bodysurf que a motivaram. 

Deste modo, para dar sequência à iniciativa, Leticia elaborou um método de reciclagem mecânica, que não utiliza aditivos químicos, capaz de transformar plásticos em handboards, conhecidas como pranchas de surf. 

Além desse equipamento, ela está criando outros materiais que possam ser usados no bodysurf. 

Ainda, a proposta do doutorado pretende estimular as crianças e os adolescentes a práticas sustentáveis, através da educação ambiental. Esse projeto conta com a participação do público escolar para disseminação de informações de coleta, e a coleta em si. 

Bem como objetiva a prática da reciclagem e vivências no âmbito da educação ambiental. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

A Plastiweber é uma empresa comprometida com a circularidade de materiais, além de ser uma produtora de soluções sustentáveis em plástico que atua em diversos setores.

Assim como firma compromisso com as companhias do ramo moveleiro. 

De acordo com os dados divulgados dos meses de janeiro até o mês de agosto de 2023 a companhia forneceu mais de 1,7 mil toneladas de embalagens plásticas recicladas para o segmento moveleiro. 

Durante os anos de trabalho, a empresa desenvolveu uma ação que une a coleta de plástico e um programa de economia circular no estado do Rio Grande do Sul. 

Leia mais:  

A iniciativa teve como ponto de partida a cooperação para cadeia produtiva, que transforma embalagens e a realoca nos mais variados segmentos industriais. 

O cooperação do projeto da Plastiweber

O Naturecycle é um projeto criado para empregar a reciclagem de modo efetivo em diversos ramos e cidades gaúchas. Até então, o programa abrange 91 municípios e atua em diversas outras iniciativas que motivam a circularidade e a sustentabilidade. 

Assim, além de promover atividades sustentáveis, a Naturecycle tem movimentos socioambientais voltados para a capacitação da comunidade e da região. 

Tanto que o projeto está presente em empreendimentos como o Escola Sustentável, o Resíduos pela Vida, o Cooperativa + Circular e o Natal Mais Feliz. 

Diante disso, além de contar com premiações nacionais e internacionais em relação a sua ajuda nesses ramos.

É, também, através das ações apoiadas por ela, que puderam destinar recursos à área da educação e da saúde, sendo R$ 190 mil destinados ao primeiro e R$ 15 mil ao Hospital Schlatter. 

Assim, o projeto soma uma economia alta em consumo de petróleo, energia elétrica e água.

Por conta de sua postura fomenta a economia circular e a reciclagem. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

Banco cria cartões de plástico totalmente reciclado

O projeto criado pelo BRB, visa produzir um portfólio com cartões de plástico 100% reciclados, e nasceu da preocupação com a cooperação na economia circular. 

A iniciativa visa também promover conscientização interna e externa, dentro da gestão da empresa, e em seus usuários. 

Pois, a realização é uma inovação que tem compromisso em promover a sustentabilidade e responsabilidade social.

Além de colaborar com a conscientização sobre reciclagem e reuso. 

Desse modo, para usar a prática de reuso, o Banco é a considerada a primeira instituição a criar cartões de PVC inteiramente reutilizados

Tanto as opções de crédito, quanto as de débito foram reformuladas e possuem as mesmas características dos modelos convencionais.

Ainda, a BRB garante manter a qualidade e a durabilidade, de um modo sustentável. 

Por enquanto, o Banco produziu cartões de plásticos da bandeira Visa, porém, antevê que todas as bandeiras com as quais trabalha serão remodeladas até o final do ano. 

Empresa transforma plástico em placas de concreto

Jovens estudantes de engenharia química, engenharia mecânica e paisagismo fundaram uma companhia chamada Platio Solar, para produções que contribuem para social e ecologicamente.  

A fim de ligar reciclagem e energia limpa, os estudantes transformam plástico em pavimentos para praças, calçadas públicas e outras obras que demandam concreto. 

Além disso, esses assoalhos incorporam células fotovoltaicas, para gerar energia solar, limpa e renovável.

Isso acontece porque essas placas estão implantadas em locais públicos e centros urbanos.

O projeto Plantio Solar em 5 anos, já transformou 32 toneladas de resíduos plásticos em pavimentos, todos capazes de gerar 440 mil kWh de energia limpa. 

Bioplásticos podem decompor-se em 4 meses

Pesquisadores da UFPR (Universidade Federal do Paraná) iniciaram uma pesquisa que indica a capacidade de decomposição de cinco tipos distintos de plásticos.

Os materiais examinados são bioplásticos de diferentes composições e espessuras, assim como as matérias-primas vieram de substâncias provenientes de fontes renováveis e biodegradáveis. 

Esta diferença intrínseca de cada um, implica no resultado da biodegradação deles. 

Por isso, o processo de observação dos pesquisadores durou cerca de seis meses, e quatro para ter o primeiro resultado. 

O primeiro resultado foi de duas amostras que obtiveram 100% de degradação por micro-organismos do solo.

De modo que as outras três conseguiram o percentual de biodegradação em 30%, 60% e 50% em seis meses. 

A facilidade com que esses bioplásticos se degradam, acontece porque eles possuem poliéster alifático.

Assim como têm uma estrutura molecular fraca que pode ser fragmentada em pequenos pedaços se expostos à umidade e ao calor. 

Segundo a autora da pesquisa, Michele Spier, os materiais do estudo podem ajudar no processo de descarte e reciclagem.

Pois por ser útil para descarte de substâncias orgânicas domésticas, os recicladores não precisam entrar em contato diretamente para separar os dejetos para a reciclagem.  

Por fim, o objetivo da pesquisa é utilizar esses bioplásticos em sacolas, embalagens, talheres e sacos para dejetos de animais. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado.

Plástico Virtual
Sobre o que você quer falar?
📢 Quero anunciar na Plástico Virtual Divulgue sua empresa para o setor plástico 🎯 Quero saber sobre prospecção Geração de leads e novos clientes 📈 Aumentar minhas vendas Divulgação especializada para indústrias do plástico
🛈 Procurando um produto do portal? O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →

Quer ficar por dentro da indústria do plástico?

Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.

© 2026 Plástico Virtual — Todos os direitos reservados.

Plástico Virtual
Sobre o que você quer falar?
📢 Quero anunciar na Plástico Virtual Divulgue sua empresa para o setor plástico 🎯 Quero saber sobre prospecção Geração de leads e novos clientes 📈 Aumentar minhas vendas Divulgação especializada para indústrias do plástico
🛈 Procurando um produto do portal? O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →

Quer ficar por dentro da indústria do plástico?

Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.

© 2026 Plástico Virtual — Todos os direitos reservados.

crossmenu linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram