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A Omega Plasto tem buscado alternativas para promover práticas mais ecológicas na indústria, e incentivar a social em geral, e com isso a empresa destaca com o Polycom, um aditivo que coopera com o processo de reciclagem. 

A Omega tem a produção baseada em usos de materiais de plásticos recicláveis e biodegradáveis. Por isso, enxerga esses tipos de materiais alternativos como oportunidades significativas para minimizar o uso de recursos não renováveis. 

Bem como, uma solução possível para destinação correta de materiais plásticos, reciclagem e economia circular. 

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A empresa sabe da importância do investimento em tecnologias avançadas, tanto de triagem, quanto de processamento. Porque essa atitude maximiza a reciclagem de plásticos. Assim, tornando essas produções sustentáveis, a qualidade e a viabilidade técnicas dos plásticos recicláveis cruciais. 

O processamento do plástico reciclado

Os plásticos reciclados advém de plásticos previamente utilizados, coletados através de processos de reciclagem. Essa prática faz com que o volume de resíduos plásticos reciclados aumente, e coopere também para a economia. 

A diretora geral da Omega Plasto, Bárbara Rangel Bauer, destaca que embora os plásticos recicláveis e biodegradáveis sejam uma alternativa benéfica, é importante lembrar que: “A gestão adequada dos resíduos ainda é fundamental para garantir que esses plásticos sejam compostos em ambientes apropriados”. 

Frente a isso, uma resposta positiva para ajudar no processamento do plástico reciclado, é o aditivo inovador da empresa que aumenta a qualidade do produto final. Pois faz parte das ações que contribuem para a transição de iniciativas sustentáveis. 

No entanto, para que essa prática seja uma realidade nas sociedade é indispensável que os fabricantes, governos, consumidores e instituições precisam colaborar de forma coordenada para impulsionar políticas de estímulo. 

Bem como, a empresa destaca que realizar investimentos em infraestrutura de reciclagem e promover a conscientização sobre a relevância da gestão responsável de resíduos na transição para o uso de plásticos biodegradáveis e reciclados, são passos importantes nesta abordagem. 

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Embalagens sustentáveis nas produções

O Grupo Heineken substituiu todas as embalagens que revestem as latas da marca Amstel. Esse avanço revela que a empresa tem prosseguido para incluir totalmente a circularidade do plástico em suas aplicações de embalagens sustentáveis.

Anteriormente, a marca embalava as latas com o tipo Shrink, mas agora utiliza tecnologia Shrink PCR. A nova implantação do Grupo conta com 30% de resina de polietileno pós-consumo reciclada. 

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Para alcançar essa evolução, a Heineken fechou parceria com a Dow e a Lord. A primeira empresa é comprometida em criar embalagens com benefícios sustentáveis. Enquanto isso, a segunda marca desenvolve embalagens plásticas que geram valor em toda cadeia do plástico. 

Além do avanço em circularidade, com a parceria o Grupo consegue diminuir as emissões de CO2 em 39 toneladas por ano. 

Grupo Heineken fecha tratado com a sustentabilidade 

Com o intuito de contribuir com a sustentabilidade, o Grupo assumiu o compromisso de promover 100% de circularidade das embalagens ON Trade, ou seja, nos bares, restaurantes e estabelecimentos de consumo imediato. 

Isso significa que a empresa deseja chegar a 2025 com todas as suas embalagens feitas de materiais reciclados, compostados ou reutilizados. Para alcançar essa meta, ao Grupo está trabalhando em um série de iniciativas, como:

Apesar dessa adoção ser recente, o Grupo Heineken já incluiu o uso desse tipo de material em 2022, nas embalagens secundárias da marca Devassa. Nesse caso, a empresa cooperou com a redução de 777 toneladas de plásticos das embalagens da marca em 12 meses. 

Assim, a diretora de sustentabilidade do Grupo Heineken afirma que: “A experiência inicial com a marca Devassa nos deu ainda mais estímulo para expandir os esforços para outras marcas do portfólio. Como Amstel com crescimento expressivo e que tem ganhado cada vez mais reconhecimento do consumidor.” 

A diretora destaca ainda que a construção desse modelo circular só é possível através da parceria com fornecedores empenhados com a sustentabilidade. 

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A ONG Larub (Instituto de Urbanismo Ecossistêmico) desenvolveu o Projeto Moplic, que utiliza plástico descartado para confecção de mobiliários urbanos produzidos com o uso da impressora 3D. A iniciativa sustentável incentiva a coleta de plásticos descartados e a educação ambiental. 

Diante da execução bem sucedida, o projeto ganhou exibição na Estação das Artes, no Ceará. A produção conta com uma coleção exclusiva chamada “Linha Beco do Céu”, que foi criada para a Favela do Inferninho, no Quintino Cunha. 

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O projeto nasceu, ainda, com o objetivo de conectar as comunidades e as cidades, com práticas sustentáveis. Por isso, o Larub tem parceria com as comunidades que estão em vulnerabilidade social. 

Outra meta almejada pela ONG é cooperar com a transição da economia comum e linear, para um modelo pautado na circularidade de materiais plásticos; desde as comunidades sociais, até as grandes empresas. 

A produção do material plástico 

Para a impressão dos mobiliários urbanos eles usam uma técnica chamada "impressão 3D", uma estratégia que permite produção sob demanda. Além disso, essa forma de impressão, evita o desperdício de materiais.

Assim, com o resultado da confecção, os mobiliários urbanos vão para as áreas sociais. A princípio, a coleção inicial tem destinação para um espaço abandonado, mas com grande potencial de transformação. 

Desse modo, a ONG Larub, quer cooperar na união das ações sustentáveis com as comunidades, visando tanto a educação, como também a futura criação de empregos. 

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Indústria do plástico mexicana investe em modelo circular

A indústria do plástico está avançando em práticas sustentáveis, assim como está engajada em estabelecer um modelo circular de reciclagem. O México é um dos países que se destaca na reciclagem de PET, uma vez que ele recupera 60% das embalagens distribuídas no mercado. 

Isso acontece porque, a indústria tem transacionado para um modelo de economia circular.

Visto que, no México anualmente, ocorre a reciclagem de 1,6 milhão de toneladas. E mais de 360 empresas na indústria de plásticos se envolvem em um ou mais procedimentos de reciclagem.

Além disso, em 2022, o Diploma em Economia Circular do Plástico agora faz parte da Universidade Anáhuac que está com mais de 40 graduados.

Assim como, aconteceu o anúncio de que a indústria submeterá ao Senado do país o quarto relatório de resultados do Acordo Nacional para a Nova Economia do Plástico, reiterando que "a indústria está desempenhando seu papel". 

Luis Solano, presidente da seção de recicladores da ANIPAC, ressaltou a disposição do setor em fornecer materiais PCR de qualidade e apoiar a sustentabilidade ambiental. No entanto, apontou-se a necessidade de divulgação. E também a realização de fóruns para consolidar o setor como uma indústria sustentável na cadeia da economia circular do plástico.

5àsec adota o uso de embalagens a base de cana-de-açúcar

Aliada à primeira fabricante de bioplásticos compostáveis do Brasil, a Earth Renewable Technologies, a empresa 5àsec adotou desde junho o uso de sacolas produzidas com base de cana-de-açúcar. 

A princípio, o objetivo da empresa é implementar as sacolas compostáveis e renováveis em todas as franquias da rede. A posição tomada pela rede de lavanderias confirma seu compromisso com a sustentabilidade. 

Além dessa iniciativa, a 5àsec integra a ação de utilizar cabides reciclados em suas localidades, assim como, coopera com o plantio de 4 mil mudas para recuperação das nascentes do Rio São Francisco, em conjunto com o Projeto Plantar. 

Diante dos projetos em que é engajada, a empresa ganhou o prêmio ABF na categoria de Mega, com destaque em sustentabilidade, que evidencia iniciativas ambientais. 

Segundo Fábio Roth, que exerce o cargo de CEO Brasil na 5àsec, a empresa realiza diversas iniciativas inseridas no programa interno denominado 3R's - Redução, Reciclagem e Reutilização, ele diz que: “Por meio deste projeto, os franqueados da rede têm acesso às dicas de como promover iniciativas sustentáveis e desenvolver a responsabilidade ambiental. Nosso objetivo é incentivar a população a preservar o meio ambiente.” 

Grupo Boticário investe em ecodesign para criação de produtos sustentáveis 

O Grupo Boticário está desenvolvendo embalagens mais sustentáveis, através da inserção de matérias-primas de origem reciclada ou com maior potencial para reciclagem. 

Além disso, a companhia usa conceitos de ecodesign para a fabricação de embalagens reaproveitáveis, de montagem descomplicada ou refiláveis. 

A companhia assumiu uma lista de quinze compromissos ambientais para serem alcançados até o ano de 2030, e o primeiro é mapear todo o resíduo sólido gerado pela cadeia, e também desenvolver soluções. 

Antes de tudo, a companhia quer ultrapassar os 100% com 150% porque trata-se de uma meta expandida, que inclui também os fornecedores. Bem como, por englobar todas as marcas que compõem o grupo, sendo elas: O Boticário, Eudora, Quem disse, Berenice?, Vult e Truss. 

Diante disso, foi criado um estúdio interno para desenvolver soluções de acordo com as demandas. 

Assim, o diretor executivo de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Boticário, Gustavo Dieamant, afirma que:  “O objetivo é sempre atender da melhor forma possível os consumidores, que possuem lugar central no modelo de negócio. Além disso, os mockups [modelos] desenvolvidos no Studio In House a curto prazo ajudam e facilitam o desenvolvimento de novos produtos a serem lançados”. 

Atualmente, a empresa tem a premissa de confeccionar novos produtos de forma mais sustentável que a versão antiga, isso inclui desde a formulação até a embalagem final. 

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O ICEI Setorial, índice que mede a confiança do empresário industrial, divulgou que em novembro de 2023, de 29 setores da indústria, 21 se mostraram confiantes, e oito setores registraram falta de confiança. 

O resultado é obtido pela pesquisa da CNI, que ouviu 1.985 empresas, divididas em pequeno (841), médio (710) e grande porte (461), entre os dias 1 e 13 de novembro de 2023. 

Leia mais: 

O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial), mostra que na transição do mês de outubro para o mês de novembro, seis setores da indústria passaram de falta de confiança para um estado de confiança. 

Os principais setores que mostram confiança são: 

E aqueles que fizeram a passagem de estados, são: 

Enquanto isso, os mais destacados entre os oito setores que não demonstraram confiança são: couros e artefatos de couro, produtos minerais não-metálicos, equipamentos de informática e produtos de borracha. 

Diante disso, o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, analisa que: “Ao longo de todo o ano, a maior parte dos setores vem mostrando confiança, mas ela vem oscilando, sem se “consolidar em um patamar mais elevado”.

Confiança do empresário industrial nas empresas e nas regiões do país

Sendo assim, apesar do índice das grandes indústrias ter caído na passagem do mês, a confiança nas pequenas e médias empresas cresceu. 

O Índice das pequenas ficou com 49,9 pontos, ou seja, em estado neutro, pois somente acima ou abaixo da linha dos 50 pontos há um confiança ou falta de confiança. 

No entanto, o índice de confiança das médias empresas passou de 49,6 pontos para 50,4 pontos, isto é, fez a transição para um estado de confiança. Já as grandes empresas estão com 52,6 pontos. 

Enquanto isso, no que se refere a confiança nas regiões do sudeste do país:

Quanto às outras regiões: 

Apesar de altos e baixos, a situação permanece inalterada há meio ano: com exceção do Sul, os empresários da indústria em todas as outras regiões mantêm sua confiança.

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Pesquisa da Maxiquim, feita com exclusividade para ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), revelou o aumento na produção de embalagens plásticas flexíveis no terceiro trimestre de 2023. 

Embora a transição do governo tenha sido um momento de adaptação, como sinaliza Rogério Mani, presidente da ABIEF, o cenário econômico está apresentando melhoras. A primeira foi destacada pela pesquisa, que anunciou a crescente de 7,1% na produção do setor, se comparado ao trimestre anterior. 

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Além disso, Mani, destaca que o cenário de redução da taxa de juros se confirmou e a confiança do empresariado está sendo retomada. Porém, o presidente ainda analisa: "ainda paira uma certa incerteza em relação ao cumprimento da meta fiscal, que pode influenciar a conjuntura em algum nível”. 

Diante disso, a expectativa é de que o quarto semestre também seja de crescimento, frente o fator sazonal, e da melhoria do ambiente econômico. Sendo assim, os dois fatores são influenciados pela continuação da redução de taxas de juros e das quedas no desemprego. 

Pesquisa revela que Brasil é o maior mercado do setor de embalagens plásticas flexíveis na América Latina 

O estudo da Maxiquim apresentou a posição contínua do Brasil, como o maior na produção e venda de embalagens plásticas flexíveis. Essa colocação se deve a participação de 54% nas 3,9 milhões de toneladas produzidas na região. 

Entretanto, é o Chile quem lidera o consumo per capita desse tipo de embalagem, porque a divisão apresenta 15,4 kg por habitante. Em segundo lugar, vem a Argentina com 15 kg/habitante. Então, em terceiro lugar está o Brasil, com 10 kg/habitante. 

Apesar disso, Mani, explica que: “O destaque destes países são as aplicações de filmes na agricultura e na mineração, lembrando que a média da região é de 11,1 kg/habitante”. 

Cenário e porcentagens do uso no terceiro trimestre  

Ao todo, 576 mil toneladas de resinas foram utilizadas para produzir embalagens flexíveis no Brasil, durante esse período. 

A princípio, o PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) foram os mais significativos, pois tiveram participação em 77% das produções. Enquanto o PP (polipropileno) foi o segundo mais usado, com 16%, em seguida, o PEAD (polietileno de alta densidade) teve 7%. Já as resinas recicladas foram usadas em 4% do total. 

O presidente da ABIEF esclarece: “É importante ressaltar que 2023 vem sendo um ano desafiador para a indústria de reciclagem, uma vez que os preços das resinas virgens caíram, reduzindo a atratividade de uso dos materiais reciclados.”

Quanto ao total de embalagens plásticas flexíveis produzidas no terceiro trimestre, o número alcançou 561 mil toneladas:

Já o restante foi usado em outros tipos de embalagens. 

No que se refere aos clientes do setor, a indústria de alimentos é a principal, com 42%, seguida pela agropecuária se referindo a 16%, e industrial com 14%. 

Por ser uma pesquisa ampla, ela ainda destacou que as importações desse tipo de material mantiveram-se estáveis durante o terceiro semestre de 2023, isto é, o patamar continua com 17 mil toneladas. Com relação às exportações houve uma redução, encerrando com 32 mil toneladas. Porém, se comparado durante o ano, as importações reduziram e as exportações subiram. 

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Em 56 anos de história, Luciana Pellegrino assume o cargo de presidente da WPO (Organização Mundial de Embalagem). A eleição da Diretora Executiva da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) aconteceu em maio de 2023, porém, assumiu o cargo em novembro.

Durante a Reunião do Board, na Cidade do Cabo, na África do Sul, aconteceu a eleição da nova presidente. A eleição contou com votos unânimes, no encontro do interpack.

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Atuando há mais de 20 anos como Diretora Executiva da ABRE, Luciana tem uma carreira marcada por conquistas significativas. Com graduação em Administração de Negócios, e especialização em Ciências Ambientais, a presidente deu início a sua jornada no setor na Bryce Corporation nos Estados Unidos. 

A princípio, antes de assumir o cargo, Luciana fez um Master Governança de Conselhos de Administração. Além disso, também foi vice-presidente sênior de marketing, na entidade que faz parte da WPO.

Sobre ser empossada, ela destaca: “Estou extremamente honrada por ter sido eleita pelo Board da WPO como Presidente. Nos últimos 20 anos me dediquei a apoiar e a fortalecer a WPO porque realmente acredito que a entidade tenha um papel extremamente importante e um impacto positivo na comunidade global de embalagem".

O início da gestão de Luciana Pellegrino na WPO

Entre os objetivos incluídos no modelo de gestão da presidente, estão a conexão da entidade a temas estratégicos do mercado, das empresas do setor de embalagem e dos bens de consumo. 

A princípio, essa meta visa estabelecer uma harmonização de uma visão ampla e global do setor, tudo isso para fortalecê-lo e empoderá-lo com membros em todos os países. 

Ainda,Pellegrino assume que deseja ampliar as atuações tecnológicas e investir em inovação. A presidente declara que: “Meu objetivo será, contando com o apoio de membros do conselho e da secretaria da WPO, fortalecer parcerias estratégicas com outras entidades internacionais, ampliar a participação em conferências globais, eventos e feiras levando a voz da indústria de embalagens, e ao mesmo tempo focar em áreas estratégicas para a entidade e setor como governança tecnologia e inovação".

Para dar início aos novos planos, a WPO participará, pela primeira vez, da COP28, que acontecerá em Dubaí, no dia 09 de dezembro deste ano. 

Assim, Luciana Pellegrino, Presidente da WPO, e Soha Atallah, Vice-Presidente de Conferências, participarão do painel "Garantindo Segurança Alimentar através do Papel da Embalagem Sustentável para Alimentos", que será realizado no Pavilhão IAEA.

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A economia circular e o mercado de reciclagem são  pautas em constante debate na sociedade e nas indústrias, não diferente, a Omega Plasto, empresa especialista em aplicações de plástico e borracha, considera a pauta dentro da empresa e aplica no seu cotidiano.

Diante da evolução do mercado de reciclagem de plásticos, as indústrias e empresas do setor têm se empenhado para cooperar com a transformação econômica através, sobretudo, da economia circular. Por isso, elas têm desenvolvido ações ligadas a ações sustentáveis. 

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Sendo assim, a empresa adota práticas a fim de dispensar o modelo tradicional e linear do “uso e descarte”. Ou seja, uma das ações é o incentivo a reutilização, a recuperação e o reaproveitamento dos materiais plásticos em um ciclo contínuo.  

Ainda, a economia circular implementada pela Omega Plasto, busca eliminar o conceito de resíduos, por meio da reintegração de materiais utilizados na cadeia produtiva. Do mesmo modo que o incentivo a criação e uso de plásticos com alta reciclabilidade. 

Segundo Daniel Gonçalves, diretor comercial da empresa, o processo envolve a idealização e confecção de novos produtos, considerando sua reutilização e reciclagem futura. "Isso tudo é alinhado ao estabelecimento de sistemas eficientes de coleta, triagem e reciclagem". 

Quais as ações para estabelecer a economia circular?

Frente ao grande papel do mercado de reciclagem na transição para uma economia circular, a diretora da empresa, Bárbara Rangel Bauer, destaca o impacto positivo da implementação da economia circular e os desafios para alcançá-la. 

Ela salienta que: "A mudança implica no compromisso da indústria, haja vista que engloba diversos processos, e o alto investimento em tecnologias avançadas de triagem e reciclagem". 

Dentre as formas de cooperação dessa realidade no Brasil, estão a conscientização e a educação sobre a reciclagem e práticas sustentáveis. 

Uma solução que deve ser inserida desde a educação escolar, até dentro das empresas, e nas famílias. Afinal garante que os plásticos tenham destinação correta, o que facilita a coleta e a transformação dos resíduos. 

Bem como, é válido ressaltar que os governos desempenham um papel indispensável nesse sentido. Já que é pela criação e implantação de leis e regulamentações que iniciativas assim, ganham investimento, visibilidade e apoio. 

O impacto positivo da prática 

Mesmo perante os desafios, as duas ações oferecem mais oportunidades, sejam econômicas ou ambientais. 

A princípio, a prática de reciclagem ajuda a criação de empregos, pois fomenta desde a criação e inovação. Assim como, se estende às cooperativas e as famílias que se mantêm com esse trabalho de coleta e transformação. 

Além disso, a reciclagem e a economia circular cooperam com a redução do uso de recursos como água, energia e geração de resíduos. 

Pois com elas, se estabelece a conservação dos recursos naturais, bem como promove uma abordagem mais sustentável do uso dos plásticos. 

Segundo Gonçalves e Bauer: “A transição para um modelo de economia circular requer um esforço colaborativo entre governos, indústria, consumidores e partes interessadas, visando alcançar um futuro mais sustentável e resiliente para as gerações futuras.”

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De acordo com uma pesquisa da CNI, as indústrias têm buscado formas de contribuir com a sustentabilidade na linha de produção, adotando ações que diminuam o uso de fontes naturais, como água e energia. Os dados do estudo mostram que 86% do setor industrial já tem atividades que visam otimizar o consumo de energia.

Enquanto isso, 83% implementam medidas para aperfeiçoar o uso da água, de maneira racional, e 89% para diminuir a geração de resíduos sólidos. Para alcançar esses números, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) realizou uma pesquisa com empresários de todo o país.

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Os itens com foco fazem parte de uma lista que classifica nove ações, que estão no topo do levantamento. Sendo assim, do total de indústrias que participaram da pesquisa, apenas 36% têm de 5 a 6 ações, e 22% de 7 a 8 ações.

Ainda assim, apenas 3% das empresas industriais não têm atuado com medidas para cooperar com a sustentabilidade.

Diante dos números, Ricardo Alban, presidente da CNI, destaca que: “A indústria brasileira já é parte da solução quando o assunto é sustentabilidade e adaptação às mudanças climáticas. Nós já fizemos, há muito tempo, o que muitos setores industriais de outros países estão correndo para fazer agora”.

Sendo assim, o presidente ainda completa: “A nossa indústria, principalmente aquela intensiva em uso de energia, como a do cimento, por exemplo, já fez esse dever de casa e temos muito para compartilhar com o mundo. As emissões de gases de efeito estufa dos fabricantes de cimento instalados no país são 10% menores do que a média mundial. No setor do alumínio, cerca de 60% de todo material consumido no país é reciclado”. 

O estudo ouviu 1004 executivos de empresas de pequeno, médio e grande porte. O estudo aconteceu em todas as unidades da Federação. A condução do levantamento ficou por conta do Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem, da FSB Holding, entre os dias 3 e 20 de novembro.

Ações futuras da produção industrial para prática sustentável

No entanto, ainda existem medidas para implementação, e assim, ser alcançar o Acordo de Paris. Ainda que as medidas de sustentabilidade estejam em crescente. Por isso, a pesquisa também se preocupou em entender o que mais precisa ser feito para descarbonizar a produção industrial. 

Ao serem questionados sobre as primeiras ações para contribuir com essa medida, os empresários relacionaram uma lista de melhorias:

Ainda, 14% apontaram que precisam de investimento em inovação, e 10% concordam que o acesso ao financiamento também é indispensável. 

No que se refere aos investimentos dos empresários industriais em ações sustentáveis, nos próximos dois anos. Desse modo, a principal meta é usar fontes renováveis de energia, que foi citada por 42% dos entrevistados. 

O segundo objetivo é modernizar as máquinas (36%), seguido por medidas para otimizar o consumo de energia, indicado como prioridade para 32%.

A pesquisa revela também que 53% das indústrias já têm algum tipo de projeto ou iniciativa voltada para o uso das fontes de energia renovável. Quanto a qual tipo de energia renovável, 75% dos entrevistados gostariam de usar energia solar, por outro lado, o hidrogênio verde ou de baixo carbono, fica em segundo lugar, com 19%, e a energia eólica com 13%.

As demais porcentagens se dividem entre: biomassa, com 5%; a energia eólica com 3%, e energia proveniente do hidrogênio com 1%.

O diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, afirma que: “O Brasil se encontra na vanguarda da transição energética, com elevada participação de fontes renováveis na matriz energética, e segue em uma trajetória sustentável, ampliando e diversificando, cada vez mais, o uso dessas fontes limpas e renováveis”.

Outros avanços e tecnologia sustentável

Como apontado, a necessidade de financiamento para iniciativas sustentáveis é um avanço importante para que o setor privado consiga uma economia de baixo carbono, da mesma forma necessitam da propagação de tecnologias ecologicamente sustentáveis.

Ao todo, 67% têm interesse em acessar linhas de crédito para conseguir esse objetivo, sendo que apenas 16% realmente buscaram incentivo de crédito público para projetos sustentáveis, e somente 6% conseguiram. 

No entanto, o cŕédito privado se apresenta como mais acessível para os empresários, haja vista que 24% buscaram e 15% conseguiram. Quanto ao acesso para financiamento de ações sustentáveis, 62% dos entrevistados afirmam que é difícil, ou muito difícil.

Diante disso, a dificuldade para obter crédito ou financiamento é o terceiro principal desafio para implementação de práticas sustentáveis, com 22%. Essa maneira fica atrás da falta de incentivo governamental, com 51% e da falta de cultura de sustentabilidade do mercado, com 39%.

No que diz respeito à incorporação de novas tecnologias para promover a produção sustentável nas fábricas, 75% manifestaram interesse em obter linhas de crédito voltadas para tecnologias verdes. Adicionalmente, 66% indicaram a necessidade de adquirir novas tecnologias com baixa pegada de carbono, enquanto 59% expressaram interesse na modernização do maquinário como meio de alcançar objetivos de descarbonização. 

Nesse contexto, a atuação do setor público é inadequada. Pois 88% pontuam a falta de incentivos fiscais como um obstáculo para efetuar esse tipo de transação.

O cenário do carbono no Brasil

Além disso, está em pauta a criação de um mercado regulado de carbono, a implantação é um avanço necessário para a agenda sustentável. Sendo assim, 78% dos participantes da entrevista, dizem que a lei que regulamente as ações na Câmara dos Deputados, é importante ou muito importante. 

O diretor salienta que: “O mercado regulado de carbono que contemple, por exemplo, a participação da indústria na governança e não considere sanções e penalidade desproporcional, vai contribuir para que o país atinja as metas climáticas de longo prazo estabelecidas no Acordo de Paris. A iniciativa precisa ser entendida como uma medida complementar a outras agendas verdes, como a expansão das energias renováveis, o fortalecimento da política nacional de biocombustíveis e, principalmente, a redução do desmatamento ilegal”.

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Com o intuito de cooperar com a indústria transformadora, cientistas da Universidade de Virginia Tech, academia dos Estados Unidos, desenvolveram um novo método para transformar plásticos velhos em produto químico usado no dia a dia. 

Através de uma técnica, a matéria-prima é transformada em sabão e detergente. O uso é amplo, e de certa forma, continua cooperando com a reciclagem e economia circular. 

Além disso, os pesquisadores destacam que o método não é exclusivo das fábricas e laboratórios. 

Para entender como isso acontece, Guoliang Liu, o professor associado de química da universidade, explica que o polietileno, um dos tipos de plásticos mais usados e comuns, tem uma estrutura semelhante a do ácido graxo, componente responsável pelo fabricação do sabão. 

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A princípio, o desafio era dividir a eficiência da longa cadeia de plásticos em segmentos menores. Porém, para isso, eles precisavam de técnica que não os reduzisse além da conta. 

Liu, chegou a conclusão após observar uma lareira acesa. “A lenha, rica em polímeros como a celulose, se decompõe em cadeias curtas e depois em pequenas moléculas gasosas, eventualmente produzindo dióxido de carbono. Se aplicarmos o mesmo princípio ao polietileno, interrompendo o processo prematuramente, obteremos moléculas de polietileno de cadeia curta", explica.

A primeira etapa do método para transformação de plásticos 

A partir da tese do professor, os estudantes Zhen Xu e Eric Munyaneza, começaram a ajudá-lo na criação de um reator parecido com o forno para aquecer o polietileno. O processo acontece por meio da termólise por gradiente de temperatura, que divide o plástico enquanto controla a decomposição. 

Sendo assim, o resultado desse percurso é o polietileno de cadeia curta, um tipo de cera que se transforma em sabão. Na segunda fase, eles usam a cera para a criação do produto de limpeza. 

Além desse método, foi discutido por um portal de assuntos ambientais, que esse processo se aplica a outro tipo de plástico, o polipropileno. O professor acredita que a pesquisa servirá de ajuda para reciclagem, uma vez que as instalações adotem essa prática para os plásticos mais velhos. 

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