Programa social e educativo forma 80 catadores e suas famílias
O projeto ‘Despertar’, foi responsável por cooperar com a formação de 80 catadores de plástico e suas famílias em um curso de inclusão digital. O programa é uma iniciativa da Plastic Bank juntamente com a 3M. Através dele as entidades oferecem treinamentos práticos nas áreas de informática e tecnologia.
Desse modo, o programa ainda atende jovens e adultos da comunidade de Laranjeiras, do município de Serra, no Espírito Santo.
Durante três meses os participantes receberam aulas focadas na alfabetização digital, preparação para o mercado de trabalho e educação empreendedora.
Esses temas têm como objetivo equipar os formandos em habilidades fundamentais, tanto para o crescimento pessoal, quanto para o crescimento profissional.
Assim, a formatura da turma inaugural ocorreu na sede do projeto Mão Estendida.
A instituição Mão Estendida está há 25 anos atuando. E por meio da reciclagem de plástico, na ajuda de famílias em situação de vulnerabilidade social na comunidade Laranjeiras.
A Supervisora de Área da Plastic Bank no Espírito Santo, Mayara Bullerjahn, destaca que o índice de formação foi satisfatório, com 95% dos participantes concluindo o curso: “É edificante ver que a empolgação dos alunos para aprender na sala de aula foi materializada com uma formatura e uma certificação.
Sendo assim, os resultados positivos revelam-se entre os formandos do curso. Diante disso, entre os destaque está Terezinha Alves, de 70 anos, que está entre os 80.
No Espírito Santo, a Plastic Bank coleta o plástico separado pelas famílias integrantes do Mão Estendida desde 2022.
A entidade já recolheu mais de 23 mil quilos de plástico, o equivalente a mais de 1 milhão de garrafas plásticas.
Dessa forma, todo o material entregue à Plastic Bank é processado e transformado no chamado “Plástico Social”, contribuindo para uma cadeia de abastecimento circular e minimizando o desperdício de plástico.
Atuando no Brasil desde 2019, a Plastic Bank conta com 35 comunidades de coleta em São Paulo. Assim como no Rio de Janeiro e Espírito Santo, que já coletaram mais de 5 milhões de quilos de plástico para reciclagem. Isto equivale a mais de 250 milhões de garrafas plásticas de 500ml.
Iniciativa Tampinha legal contribui para coleta e destinação correta
Recentemente a Lei Municipal Nº 2.413 teve aprovação e marca um progresso importante para Imbé, no Rio Grande do Sul. Pois, uma vez outorgado, implementa-se os pontos destinados à coleta de tampas plásticas.
Promovida pelo Instituto SustenPlást em parceria com o Movimento Plástico Transforma, o programa aprovado pela lei busca mudar o comportamento popular em relação ao plástico.
O projeto Tampinha Legal promove a conscientização sobre seu adequado descarte e impulsiona a economia circular.
A princípio, a meta está focada em estabelecer a economia circular em Imbé. Isso ocorrerá por meio dos ecopontos nos órgãos de Administração Municipal para a coleta voluntária de tampas plásticas.
O destaque, ainda, está no recebimento de qualquer tampa, independente do tamanho, modelo ou cor.
A partir de então, o material coletado será destinado à ABAMI (Associação Beneficente Amigas da Mama do Litoral), cadastrada no programa Tampinha Legal desde 2017.
O Instituto SustenPlást está responsável pela implementação da Lei Municipal Nº 2.413. E, sendo assim, o órgão ressalta a importância da aprovação para garantir a efetividade da Economia Circular em Imbé.
Além disso, o Poder Executivo Municipal assume a responsabilidade de realizar gincanas na Rede Municipal de Ensino. Pois através dela estimula-se a arrecadação de tampas plásticas e promovendo a consciência ambiental entre crianças e adolescentes.
A implementação dos ecopontos alinha-se aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da Agenda 2030 da ONU.
Especificamente, contribui para o ODS 12 (Consumo e Produção Sustentáveis), engajando a comunidade e a destinação dos recursos financeiros para a Associação Beneficente Amigas da Mama do Litoral.
Atualmente, o Tampinha Legal atua em nove estados brasileiros, contando com 3165 pontos de coleta.
Ao longo de sete anos de atividade, o programa já destinou mais de R$3,3 milhões para 337 entidades assistenciais participantes, envolvendo a coleta de mais de 733 milhões de unidades de tampas plásticas.
Brasil bate recorde em destinação adequada de embalagens vazias de defensivos agrícolas
Em um feito notável, o SLC (Sistema Campo Limpo), administrado pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), atingiu a marca de 750 mil toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas destinadas de maneira ambientalmente correta.
Este marco significativo ratifica o compromisso contínuo do Brasil com a gestão responsável dos resíduos no setor agroquímico. Uma vez que no ano de 2023, o SLC registrou a destinação adequada de aproximadamente 53 mil toneladas de embalagens vazias.
Assim, diante disso, o presidente do inpEV, Marcelo Okamura, destacou a iniciativa como um caso de sucesso na economia circular.
Desse modo, Okamura ressalta: “O programa é um caso de sucesso em economia circular e se aprimora constantemente, gerando impactos positivos para o meio ambiente e à sociedade".
De acordo com a organização, esse feito reforça a posição do Sistema Campo Limpo como uma referência mundial em logística reversa de embalagens vazias e resíduos pós-consumo de defensivos agrícolas.
Enquanto, o inpEV revela que o sistema alcança a destinação ambientalmente correta de 100% das embalagens vazias de defensivos recebidas, com 93% sendo recicladas e 7% submetidas à incineração.
O sucesso contínuo do programa destaca os avanços constantes na gestão responsável de resíduos no Brasil, demonstrando o comprometimento do país em liderar práticas sustentáveis no cenário global.
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O projeto ‘Tampinhas e Lacres: abre + que embalagens, Abre Sorrisos’, começou na Regional de Naviraí. Essa ação tem um caráter socioambiental e conta com o apoio de parceiros engajados em arrecadar tampas de plástico e lacres de alumínio.
Sendo assim, os materiais coletados ficam armazenados em recipientes ideais. Posteriormente, os objetos vão para às instituições ambientais. Para que, com o valor adquirido com as vendas das tampas e dos lacres, a Regional apoie instituições sociais.
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Em relação a coleta, os postos pré-estabelecidos estão nos escritórios da Sanesul, nas localidades que fazem parte da Regional, que incorpora os municípios de Caarapó, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Japorã, Juti, Mundo Novo, Naviraí, Sete Quedas e Tacuru.
De acordo com os responsáveis do projeto, a ideia busca trabalhar a conscientização, assim como pretende mobilizar os clientes, tanto internos, quanto externos da Sanesul. A abordagem reitera a importância da coleta seletiva e reciclagem como forma de preservar o meio ambiente, além de ajudar na promoção de uma ação social.
Diante disso, o gerente da regional Marcelo Piell Martins, explica: “A Sanesul possui um quadro generoso de empregados e inúmeros clientes. Pensando nisso, encontramos uma forma de promover uma ação completa que fosse boa para o meio ambiente e atendesse a sociedade".
Martins ainda destaca que é a oportunidade de adotar uma gestão estratégica da seleção de tampas de plástico e lacres de alumínios, retirando da natureza e levando a um ponto de coleta correto. Todo material coletado será vendido nas empresas recicladoras e a renda será revertida para o trabalho de uma instituição de ação social a ser escolhida.
A duração e as metas do projeto
A duração do projeto passará por fases, no entanto o projeto será contínuo. Sendo assim, na primeira fase, pretende-se entregar o recurso arrecadado até outubro deste ano.
Para alcançar as metas, o gerente pontua que o apoio dos empregados é fundamental: “Contamos com o apoio dos empregados para colocar em prática esse trabalho e para despertar nos clientes da Sanesul valores fundamentais sobre os problemas sociais e ambientais. Incentivando a mudança de comportamento, falando sobre a importância da reciclagem e compartilhando conhecimento sobre os impactos que o plástico e o alumínio causam no meio ambiente”.
Frente a isso, por ser desenvolvido na própria empresa, o projeto tem pequenos custos para elaboração e manutenção. Apesar disso, sua relevância tem destaque na causa socioambiental diante do desenvolvimento na esfera da Região Conesul.
Ainda, esta iniciativa concorda com as políticas públicas do Governo Estadual. Pois em conjunto cooperam para a construção de um Estado verde, sustentável e próspero, com medidas de programas que visam à preservação do meio ambiente.
A construção do projeto conta com a participação da CIPA/GERNV, da Coordenadoria Administrativo-Financeira, dos Supervisores das unidades/GERN e, em especial, do agente operacional, entusiasta do projeto, Francivaldo Motta. Bem como, Gina Marta, coordenadora em Naviraí e uma das idealizadoras do projeto, acredita no sucesso da campanha com a população.
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Na quinta-feira, dia 11, em Jundiaí (SP) acontece a 39ª edição da Festa da Uva e a 10ª Expo Vinhos. O evento conta com novidades, e entre as principais estão as ações sustentáveis. Além disso, outra ação de destaque está na degustação de vinhos, com uma campanha de reciclagem dos copos descartáveis.
Dessa maneira, a fim de focar na sustentabilidade, o stand do chopp conhecido como Germânia, um dos patrocinadores da festa, vai incentivar a coleta e descarte adequados. A recompensa consiste em: a cada 30 copos recolhidos, um chopp.
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Essa ação acontecerá em um posto de troca, na área do Empório de Jundiaí. Enquanto isso, os copos biodegradáveis compõem nos stands de chopp artesanais.
Diante disso, o gestor da Unidade de Gestão de Agronegócio, Abastecimento e Turismo, Eduardo Alvarez, comenta: “A ideia é fazer com que as famílias recolham seus copos de maneira voluntária e, em troca, sirva como uma brincadeira para interação entre os visitantes. Essa ação faz parte do nosso foco de tornar a Festa da Uva mais sustentável”.
Novidades e práticas na edição de 2024
Ainda, a diretora de Turismo de Jundiaí, Marcela Moro, pontua a importância da gestão adequada dos resíduos. Sua visão reitera também a ideia de ensinar às gerações futuras o modo adequado de lidar com os materiais.
Além disso, este ano, os organizadores destacam que os participantes da festa levarão para casa um souvenir, uma taça em que farão a degustação de vinhos. Essa ação coopera tanto para a sustentabilidade, quanto para evitar o desperdício de vinhos.
Outra novidade está no trabalho de separação de resíduos. Essa atividade será mais intensa este ano, pois os expositores também foram orientados sobre a importância da separação.
Portanto, tanto os materiais orgânicos, quanto os materiais recicláveis serão separados. Para isso, nos diferentes pavilhões, lixeiras identificadas estarão espalhadas para facilitar a prática.
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A Tria do Brasil se destaca pela aplicação de tecnologia de ponta, oferecendo soluções altamente eficientes e de qualidade superior no processamento de material moído. Seus moinhos, projetados para facilidade de manutenção e operação, garantem uma ampla eficiência energética.
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Um estudo inovador realizado pela Atlas Intel em conjunto com a startup Tracitan, revelou que informações sobre como a tecnologia impacta a indústria brasileira. Assim, o levantamento divulgou como a implantação de tecnologia, sobretudo a indústria 4.0, coopera no aumento de produtividade no setor.
Segundo o Ranking Nacional da Indústria 4.0, feito por uma colaboração entre o Instituto Atlas Intel e Tracitan, a incorporação de tecnologias avançadas na indústria contribui para impulsionar a produtividade em até 38%.
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Desse modo, em outros segmentos específicos industriais, esse aumento mostra-se mais significativo. A princípio, o destaque está nas Indústrias de Bens e Consumos, com 58%, da Aeronáutica com 54% e no setor de Petróleo e Gás com 48%.
Diante da importância desses resultados, o CEO da Atlas Intel, Andrei Roman, pontua que as empresas que investem em tecnologia possuem vantagens em relação às que não buscam esse tipo de abordagem.
Assim , o CEO, ressaltou como essa pesquisa contribui para apresentar os caminhos ideias para estimular a produtividade e a reindustrialização no Brasil.
Como está adoção da indústria 4.0 pelos setores
Os dados demonstram que 80% dos entrevistados adotaram a indústria 4.0. A partir da incorporação de práticas como automação, sensores IoT, inteligência artificial e métodos de big data na manutenção, os resultados se apresentaram mais positivos.
Da mesma forma que houve uma melhoria na redução de custos de indisponibilidade, assim como aconteceu um aprimoramento da qualidade dos produtos e serviços disponibilizados pelas empresas.
Além disso, o estudo exibiu uma percepção positiva das empresas em relação a essas tecnologias. Assim, 94% dos entrevistados demonstraram interesse em continuar investindo em tecnologia na indústria.
Dessa forma, enfatizou-se que o custo por hora de inatividade da máquina atinge, no mínimo, R$100 mil para aproximadamente um terço dos entrevistados.
Em relação à presença da tecnologia na indústria, o Co-CEO da Tracitan, Igor Marinelli, é indispensável esse avanço para que competitividade do Brasil no âmbito mundial.
Em suma, ele frisou a necessidade de entender especificamente as demandas do setor. Da mesma maneira que investir de forma substancial na construção de uma indústria mais tecnológica. Isto é, fazendo uso da inteligência artificial e da IoT para reduzir custos e aumentar a produtividade.
Os desafios para implementação da tecnologia
Apesar da importância destacada, o estudo mostrou que o uso da tecnologia pela indústria é recente no país. Sendo a adoção das tecnologias da indústria 4.0 feita por 73% das empresas nos últimos cinco anos.
Entre os segmentos evidenciados como pioneiros na inserção dessa tecnologia, estão os setores de alimentos, agricultura e plástico. Assim, a adesão por parte desses segmentos aconteceu antes de 2015.
No entanto, de acordo com os dados levantados, ainda existem desafios consideráveis para a implementação da indústria 4.0. Sendo os maiores, a falta de conhecimento técnico, apontada por 28,4% dos respondentes. Enquanto 24,2% apontaram a escassez de recursos financeiros.
As mudanças no setor industrial
De maneira concisa, a pesquisa feita entre agosto e setembro de 2023, teve a participação de aproximadamente 200 indústrias brasileiras. Portanto, com uma margem de erro de 5 pontos percentuais para mais ou para menos. E no nível de confiança de 95%, essa pesquisa se enquadra como um guia crucial para o setor industrial.
Frente a isso, destaca-se também o papel essencial da tecnologia na busca de um futuro mais produtivo e competitivo para o Brasil. Logo, a relação entre a indústria e a economia é um tema significativo para o desenvolvimento do país.
Visto que no atual contexto, a influência da tecnologia é um ponto crucial para estimular o crescimento econômico e a produtividade. Caracterizando-se como fundamental para muitos aspectos no futuro do Brasil.
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A Economia Circular caracteriza-se como uma ação fundamental a fim de alcançar os ODSs, (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU, segundo a opinião de Gabriela Otero, gerente do Pacto Global responsável pelo tema no Brasil.
A princípio a iniciativa tem o objetivo de estimular as empresas na busca pelo cumprimento das metas da ONU. Sobretudo nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção.
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Gabriela aponta que ao considerar os objetivos de maneira interligada, é possível estabelecer conexões entre as metas que abrangem igualdade de gênero, educação, emprego e meio ambiente. Assim como defende outro ponto de vista, além da perspectiva de lógica verde.
Diante disso, a gerente do Pacto Global, comenta: "Saímos dessa alcunha só do ambiental, mas ainda estamos numa economia circular, na qual o ambiental se beneficia do social e se beneficia do econômico."
Os compromissos com a economia circular
Sendo assim, ao integrarem o Movimento Conexão Circular proposto pelo Pacto Global, as organizações assumem compromissos de zerar resíduos e adotar práticas comerciais circulares.
Dessa maneira, Gabriela cita que para que todas as empresas, que diferentes segmentos assumam os compromissos de maneira descomplicada, é importante desconectar a ideia de dar cor à economia.
E, além disso, pontua como a interligação de pautas relevantes à sociedade, cooperam com a economia circular. Segundo ela: “Uma sociedade que cumpre todas essas urgências consegue olhar de forma mais generosa para o meio ambiente. Esse retorno influencia todas as esferas. Então, a economia circular não é ambiental: é econômica. E, nesse econômico, estamos falando do equilíbrio e do retorno.”
Ainda, no que diz respeito às empresas assumirem um compromisso com o Pacto Global, a ideia também é implementar um negócio circular. Essa meta avalia, principalmente, como as organizações incorporam inclusão, uso de recursos naturais, processo produtivo otimizado e a circulação de embalagens.
Quanto às iniciativas de financiamento sustentável, Gabriela diz: “O primeiro passo é financiar. Essas linhas de financiamento são linhas específicas, com juros menores, com maior acesso. Então tem de ter critérios, certo? Não posso dizer que se trata de um projeto que diminui as emissões se, de fato, ele não diminuir - ou mesmo se ele conseguir essa redução, mas aumentar a desigualdade ou a contaminação de recursos hídricos.”
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A ADAU (Associação dos Deficientes Físicos do Alto Uruguai) faz parte do projeto Tampinha Legal desde 2018. O projeto tem caráter sustentável e solidário, e com isso, ajuda a entidade com recursos financeiros.
Portanto, com esse apoio, a ADAU consegue adquirir materiais ortopédicos que são emprestados à população de Erechim e região do Alto Uruguai.
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Para isso, as empresas parceiras e as pessoas coletam tampinhas plásticas, entregam a ADAU. Em seguida, a associação faz a separação dessas tampinhas por cores e realiza a entrega em Porto Alegre na sede do Projeto.
Sendo assim, a arrecadação de tampinhas configura-se como uma das formas da entidade de ações sustentáveis. Assim como, auxiliar na melhoria de vida das pessoas com deficiência através da compra de materiais e itens de necessidades básicas, com a venda dos recicláveis.
Dessa forma, os Parceiros que auxiliam na coleta das embalagens são: Sementes Estrela; Ke soja; CooperAlfa; Inovamed; Imobiliária Erechim; Peccin; Mecânica Malacarne; Padaria Moinhos e Escolas Municipais, Estaduais e Particulares de Erechim e região.
Enquanto isso, a ADAU é uma associação civil, de direito privado, beneficente, fundada em 23 de outubro de 1993. Sua atuação abrange as áreas de assistência social, prevenção, defesa e garantia de direitos, esporte, cultura, lazer, estudo, pesquisa e outros, sem fins lucrativos ou de fins não econômicos.
Além disso, promove e articula ações de defesa de direitos, orientação e prestação de serviços, apoio à família. Sendo direcionadas a uma melhor qualidade de vida da pessoa com deficiência e a construção de uma sociedade justa e solidária.
O projeto Tampinha Legal
Assim, o Tampinha Legal é um programa socioambiental de caráter educativo em economia circular de iniciativa da indústria de transformação do plástico. Por meio dele, propoẽm-se ações coletas de tampas de plástico em prol das entidades assistenciais participantes.
Desse modo, o Tampinha Legal entrega aos recicladores cadastrados o material coletado, segregado e limpo. Então, efetua-se os depósitos proporcionais ao material entregue diretamente nas contas bancárias Pessoa Jurídica de cada entidade assistencial participantes do Tampinha Legal.
As entidades assistenciais não são oneradas com taxas de inscrição, manutenção e/ou mensalidades.
O projeto visa, ainda, dar o destino correto aos materiais, principalmente, tampas de plástico de qualquer natureza sendo produtos alimentícios, como, óleo de cozinha, vinagre, refrigerantes, sucos, sorvete, adoçante.
Também de higiene pessoal, sendo, acetona, creme dental, perfume, shampoo, lenços umedecidos, cosméticos e/ou doméstica, com detergente, alvejante, desengordurante, amaciante. E outros tipos, como caneta, cola, galões de água de 5 e 20 litros, embalagens de troca de óleo.
Destinação adequada
Ainda, o projeto ressalta a importância de separar as embalagens o mais limpas possível. Apenas as embalagens de produtos alimentícios devem ser higienizadas, para evitar a proliferação de fungos, insetos e animais causadores de doenças.
Assim como, pode-se utilizar a água coletada ao fechar o ralo da pia, não utilizar água potável para a limpeza das tampinhas, não é uma atitude sustentável.
Enquanto, as embalagens plásticas de produtos de higiene doméstica ou pessoal não necessitam lavagem, tais como de shampoo, amaciante, hidratante, protetor solar, álcool, etc.
Já as embalagens plásticas transparentes de galões de água de 5 a 20 litros podem ser utilizadas para separar óleo de cozinha, pilhas e baterias, lâmpadas e vidros quebrados, parafusos, pregos e outros metais.
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A Natura apresenta ao mercado uma inovação no mundo dos cosméticos, com o lançamento do EKOS Hidratante Concentrado de Castanha. No entanto, a novidade está na embalagem refilável, confeccionada inteiramente com plástico recolhidos.
Nesse sentido, a ação aconteceu graças ao projeto Rios Vivos, que coleta os resíduos. Sendo assim, o programa tem apoio de outro projeto, o Natura Elos, que lidera esforços junto a comunidades ribeirinhas nos estados do Amazonas e Pará.
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Além de destacar-se pela origem sustentável do material, a marca enfatiza que a fabricação do frasco contribui significativamente para ressignificação dos resíduos.
Da mesma forma que coopera para o fortalecimento de cadeias sustentáveis de plástico pós-consumo, beneficiando comunidades ribeirinhas e cooperativas de reciclagem.
Diante disso, o EKOS Hidratante Concentrado de Castanha está disponível para venda a partir de 2024. Prometendo conquistar consumidores conscientes e reforçando o compromisso da Natura com a sustentabilidade.
Ainda, a iniciativa não apenas representa um marco no mercado de cosméticos. Mas também destaca o papel fundamental da empresa na promoção de práticas ambientalmente responsáveis.
Frente a isso, Tatiana Ponce, CMO e head de Inovação da Natura, comenta: "O hidratante concentrado representa não apenas um avanço global nos cuidados com o corpo, mas também um compromisso tangível com o impacto positivo e a preservação da Amazônia. Cada componente deste produto carrega consigo o benefício de uma pele mais saudável, um planeta mais sustentável e um convite a um novo jeito de consumir”.
Circularidade em foco
Em um movimento em prol da sustentabilidade, a Natura lança o EKOS Hidratante Concentrado de Castanha. Um produto que vai além da inovação em sua fórmula, incorporando a preocupação com a circularidade.
Dessa forma, o frasco refilável do hidratante, confeccionado integralmente com plástico recolhido, assim como configura-se como um material reutilizável. Isso resulta em uma diminuição significativa de 55% na geração de resíduos.
Além disso, ao gerar menos resíduos, a produção do hidratante concentrado resulta em uma redução expressiva das emissões de carbono.
Sendo assim, se comparado ao refil regular, o produto recém-lançado emite 20% menos gases do efeito estufa na atmosfera e requer 75% menos caminhões para o transporte.
Assim como contribui para o meio ambiente, o projeto promove um impacto positivo nas comunidades envolvidas na produção do óleo de castanha. Uma vez que, o aumento do consumo desse bioativo não só fortalece o empreendedorismo local, como também impulsiona a cadeia produtiva do óleo, beneficiando comunidades em cinco estados diferentes.
Cada hidratante de castanha utiliza o óleo oriundo de aproximadamente quatro amêndoas, e considerando toda a produção, estima-se a utilização de 700 mil amêndoas de castanha.
O compromisso com a sustentabilidade não para por aí, pois no processo de reciclagem do plástico utilizado nas embalagens, 10 cooperativas de reciclagem são impactadas financeiramente, representando mais de 195 famílias do norte do Brasil. A Natura reforça, assim, sua posição como líder em práticas sustentáveis no mercado de cosméticos.
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Maior fabricante de plástico verde da América Latina
Em 2021, a empresa ERT (Earth Renewable Technologies) foi eleita a maior fabricante de plástico verde. Suas produções consistem em um tipo de bioplástico 100% biodegradável e compostável, diante das realizações a empresa deseja expandir a produção em 2024.
Nesse sentido, a unidade paranaense tem residência na CIC (Cidade Industrial de Curitiba), e produz cerca de 3 mil toneladas por ano de resina proveniente da fermentação da cana-de-açúcar. Utilizada como matéria prima da produção plástica, tem biodegradação em até 180 dias, virando adubo.
O material tem uma grande aplicação, pois serve como alternativa para produção de sacolas, canudos, embalagens e muitos outros itens descartáveis. Quanto a sua abrangência, o material está presente em produções das marcas como Ifood, 5aSéc e Nestlé.
Além disso, ela também atua no setor farmacêutico pela rede de manipulação Bula Verdde e no cenário alimentício, por meio da rede de padaria Família Farinha.
Devido ao seu crescimento e as conquistas sustentáveis, a ERT conquistou sócios relevantes, e em 2022 conseguiu levantar R$50 milhões com clientes da XP Private e sócios. Já no ano passado captou R$32 milhões com Positivo Tecnologia.
Frente às conquistas e parcerias estabelecidas, a empresa quer expandir as produções em 2024, e no segundo semestre abrir uma segunda fábrica em Manaus.
O CEO da empresa, Kim Fabri, destaca o potencial do plástico verde produzido pela ERT: “A ERT trabalha para mudar um padrão de consumo e tornar-se referência de mercado em sustentabilidade e inovação. O plano é chegar a 2025 produzindo 35 mil toneladas de resina ao ano.”
Projeto desenvolve livros infantis sobre processo de reciclagem
A indústria de embalagens de Harmonia, Grunflex, iniciou um programa para recolher plásticos usados em escolas públicas da cidade para produzir novos produtos.
Além disso, o projeto desenvolveu uma maneira de alcançar as crianças e ensiná-las sobre a importância da separação adequada dos resíduos, e como funciona o processo de reciclagem.
Assim, a narrativa consiste na trajetória de Leno, um protagonista em forma de grão de plástico que leva o nome abreviado de polietileno. Enquanto o livro acontece, Leno se transforma em outros tipos de embalagens graças à reciclagem.
A ideia central é explicar que o plástico não precisa ter fim, mas que ele está inserido em um ciclo. Diante disso, a sócia Tatiane Grundler, explica: “Ensinamos as crianças a trazê-lo limpo e separado, pois o material sujo compromete a reciclagem”.
Para isso, ao final do livro há uma página com espaço dedicado a sugestões, onde os alunos sugerem futuras embalagens que Leno poderia se transformar. Desse modo, os 10 alunos mais criativos, selecionados pela empresa, receberão prêmios de materiais escolares.
Em 2023 a Grunflex investiu R$500 mil em uma usina de reciclagem em Harmonia. Enquanto em 2022, a reciclagem alcançou a marca de 128 toneladas de plástico.
Produção abrangente de peças novas por reciclagem de plástico
A empresa localizada em Passo Fundo, Plastipasso, tem destaque ao produzir peças plásticas. No momento, a empresa usa como matéria-prima plástico reciclado para confeccionar copos, canecas, cabides, equipamentos agrícolas e muitos outros.
Por estar presente no ramo industrial, a empresa atua injetando plásticos. Dessa forma, para ilustrar o processo de injeção e explicar seu funcionamento, a sócia-proprietária, Andréa Cardoso, comenta: “Injetados de plástico é um processo no qual você pega o plástico que vem em grãos, passa por uma máquina que tem resistências que aquecem a uma determinada temperatura para virar um líquido. Daí passa por um molde de aço e transforma, através da refrigeração, a peça em plástico”.
Sendo assim, é importante destacar que o resfriamento acontece tanto por meio de ar, quanto de água ou óleo. Assim, o método de resfriamento escolhido depende do tipo de plástico que está sendo usado.
Em seguida, quando o plástico encontra-se completamente resfriado, em estado sólido, ele sai do molde. Desse modo, então a peça está então pronta para uso. A escolha dessa forma de utilização do plástico ressalta o processo versátil presente na injeção, já que possui uma ampla variedade de peças plásticas resultantes.
Além da aplicação e uso do plástico, a empresa também atua no ramo da metalurgia. E conforme explica a sócia-proprietária, eles também produzem peças singulares e inovadoras no mercado.
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A 98ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, agitou as ruas de São Paulo no último dia 31 de dezembro, não apenas com a tradicional corrida, mas também com práticas ambientais. A atividade contou com aproximadamente 35 mil atletas inscritos, que usaram cerca de 500 mil copos de água para ajudar na hidratação ao longo do percurso de 15 km.
Diante disso, para cooperar além da prática esportiva, a Corrida também implementou uma ação sustentável, através da transformação plástica. Nesse sentido, a ação transforma copos plásticos descartados em benefícios para a sociedade.
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Ou seja, a coleta dos copinhos plásticos usados pelos atletas resulta em um novo produto. Sendo assim, a ação já arrecadou cerca de 750 kg de copinhos plásticos. Graças ao trabalho realizado pelo MPT (Movimento Plástico Transforma), responsável pela transformação do plástico.
Como resultado dessa prática, em 2022, o total de copinhos recolhidos chegou a 190 mil, resultando na fabricação de 214 mesas e 420 cadeiras. Os produtos de mobilidade resultantes, então, chegou às escolas em Pernambuco.
Diante disso, Simone Carvalho, membro do grupo técnico do Plástico Transforma, esclarece que essa iniciativa resulta da colaboração entre diversos parceiros, incluindo recicladoras e indústrias.
Ainda, a integrante explica que depois de recolhidos no percurso da prova, os resíduos vão para a etapa de retirada dos lacres de alumínio.
Carvalho esclarece o processo para a transformação: “Já na recicladora, o plástico é transformado em um granulado. Esse material segue para a indústria parceira, que o utiliza para fabricar novos produtos".
Quanto à destinação dos copos, ela salienta: “Esses copos já tinham uma destinação, mas não se mostrava para a população o que era feito. Nosso objetivo é mostrar que, quando temos consumo consciente e o descarte correto, conseguimos trazer esse material de volta para o ciclo produtivo na forma de novos produtos que beneficiam a sociedade”.
Parcerias para desenvolver o projeto
Em relação aos 750 kg de plástico coletados durante a corrida em 2022, a união de três empresas foi o que resultou em um trabalho bem executado.
Primeiramente, a empresa Plastimil fez a reciclagem, enquanto a Colorfix foi responsável pelo desenvolvimento das cores nos materiais. Já a Tramontina Delta usou a resina final para fabricar o novo mobiliário escolar.
Dessa forma, o diretor da Tramontina, Rui Baldasso, relembra os testes de qualidade feitos com o material, para então chegar ao modelo ideal. Chamado de Conjunto Infantil Sofia, os produtos consistem em mobiliários em polipropileno que já faziam parte da linha de produtos da fabricante.
Baldasso, relata como o processo aconteceu: "Aceitamos prontamente esse desafio e iniciamos o desenvolvimento de um produto que, mesmo sendo fabricado com resina pós-consumo, mantém os mesmos padrões de qualidade e segurança encontrados nos mais de 22 mil itens que compõem o portfólio da Tramontina".
Assim, as novas mesas e cadeiras enviadas a escolas públicas situadas ao redor do parque fabril da Tramontina em Moreno, na região metropolitana de Recife, em Pernambuco. Além da ONG Movimento Inspire, instituição apadrinhada pela empresa. A ação beneficiou cerca de 680 crianças.
Variedade de produtos
Essa ação já aconteceu em edições anteriores, e o MPT também transformou os plásticos recolhidos em produtos diversos. Em 2019 a coleta realizada resultou na produção de 1,8 mil lixeiras.
Devido à pandemia, a entrega das unidades ocorreu somente em 2021. Assim, 900 kits, encaminhados para as escolas do interior de São Paulo. Entre eles, uma lixeira colorida para resíduos orgânicos e outra para recicláveis.
Já em 2021, o plástico coletado na corrida tem transformação feita pela empresa Monte Líbano em 1,2 mil caixas organizadoras para uso em salas de aula. Por conta da iniciativa, 6 mil crianças em 13 unidades de educação infantil da cidade de São Paulo conseguirem ajudas.
Segundo a integrante do grupo técnico do MPT, a escolha das instituições atendidas segue critérios de logística junto aos parceiros. Em geral, essas instituições já estão próximas dos fabricantes, reduzindo o custo do transporte dos produtos e, também, as emissões de carbono geradas nessa etapa.
Destinação da corrida de 2023
No último dia 31, ocorreu a 98ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que também contou com a iniciativa. Porém, o próximo produto está sob decisão. Por enquanto, a novidade trata-se da coleta inicial, realizada por uma cooperativa.
Dessa maneira, para alcançar essas metas, a participação do MPT, acontece devido uma parceria entre o movimento, a Fundação Cásper Líbero e a organizadora da corrida, a Yescom. O MPT, por sua vez, é uma iniciativa conjunta da Braskem e Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico).
Logo, para além de iniciativas como a São Silvestre, o MPT está envolvido em projetos contínuos, como o Espaço Economia Circular no Museu Catavento, em São Paulo.
Sendo assim, a instalação apresenta informações detalhadas sobre a produção de plásticos, suas diversas categorias e aplicações, além de oferecer jogos interativos e projeções que abordam temas como reciclagem, consumo consciente e descarte responsável.
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