Com o objetivo de representar e estabelecer parâmetros ambientais, sociais e de governança, criou-se a sigla ESG (Environmental, Social and Governance). Assim, o termo faz parte, principalmente, do vocabulário dos investidores, empresas. Além de outras figuras de interesse que desejam analisar o desenvolvimento de uma empresa além da questão econômica.
Sendo assim, para as partes interessadas, incluir as práticas ESG no dia-a-dia das empresas ajuda nos destaques para clientes e para investidores ligados à sustentabilidade.
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Diante disso, Danilo Gurdos, professor de sustentabilidade da escola Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), explica: “Para os pequenos empreendedores, o ESG proporciona um parâmetro que contribui para a construção de empresas mais sólidas e resilientes”.
Nesse sentido, destacamos 5 práticas essenciais de ESG que surgem como uma forma de impulsionar os negócios de sua empresa.
A importância da gestão de resíduos
A princípio, ressaltamos a gestão sustentável de resíduos como um fator indispensável para qualquer negócio, pois com essa prática atribui-se valor ao que seria descartado.
Nesse sentido, a iniciativa engloba, por exemplo: reciclagem de resíduos para reuso, transformação de matéria orgânica em adubo. Além de estimular formas criativas de reaproveitar materiais antes de se desfazer deles.
Ainda, essa prática coopera com o corte de desperdício, e essa função necessita da ajuda de todos. Isso porque através de treinamentos simples, campanhas e diálogos, é possível mostrar como as pequenas ações fazem uma grande diferença.
Em relação a isso, Gurdos recomenda: “Na prática, um primeiro passo costuma ser começar ou melhorar a gestão sobre esse tema. Por exemplo, acompanhando a quantidade de resíduos gerados e implementando medidas para reduzi-los ao longo do tempo.
Ele complementa sua explicação comenta que, em seguida, os pequenos empreendedores começam a se aprofundar nesses assuntos. De modo a criar estratégias efetivas para gerir resíduos, e assim trabalhar de forma inovadora. Bem como projetos que envolvem a economia circular e agregam mais valor ao produto oferecido aos clientes.
Impulsionando a diversidade
Possibilitar a diversidade e a inclusão está além do simples cumprimento de quotas ou a construção de uma imagem positiva. Mas significa acolher um amplo espectro de vozes e experiências que têm o potencial de impulsionar decisões mais criativas e soluções inovadoras dentro da empresa.
Desse modo, ao implementar políticas que promovam a contratação e a promoção de uma equipe diversificada, os pequenos empreendedores desencadeiam um potencial presente na multiplicidade de ideias.
Assim, contribui-se para um ambiente de trabalho respeitoso, e reflete um valor importante da empresa. Uma vez que, celebrar as diferenças não apenas posiciona a empresa como um local de trabalho agradável. Mas também contribui como um movimento global para um futuro mais inclusivo, respeitoso e diverso.
Diante disso, o professor de sustentabilidade da Aberje, recomenda: “Os pequenos empreendedores podem adotar critérios de recrutamento e seleção que valorizem a diversidade, implementar programas de treinamento e desenvolvimento inclusivos e criar uma cultura organizacional que respeite e celebre as diferenças e também minimize os riscos, por exemplo, de situações negativas que envolvam discriminações (seja entre funcionários ou para com outras partes)”.
Estratégias de compras sustentáveis
Unido aos práticas de ESG, aparece também a implementação de políticas de compras sustentáveis interfere de forma positiva na relação dos fornecedores com os clientes e trabalhadores. Tendo em vista que, ao respeitar o meio ambiente, se comprova o empenho em ações que protegem o planeta.
Nesse sentido, inclui-se a preferência por produtos locais, e ajudam também a reduzir a pegada de carbono associada ao transporte de mercadorias.
Diante disso, Gurdos esclarece: “Além disso, ao comunicar de forma transparente e autêntica os esforços da empresa em direção à sustentabilidade, os pequenos empreendedores não apenas fortalecem sua conexão com um mercado consciente.”
Ele complementa comentando: “Mas também inspiram outros a seguirem o mesmo caminho, criando uma comunidade de negócios com propósitos diferenciados e intencionalidade em gerar impactos positivos por meio de seus produtos e serviços, o que pode agregar ainda mais valor”.
Economizando energia e reduzindo emissões com ESG
Dessa maneira, priorizar a eficiência energética e a diminuição das emissões de carbono representa uma estratégia inteligente que vai além da mera economia nos gastos de energia.
Pois isso, isso não apenas torna o negócio mais sustentável, mas também mais responsável perante a comunidade e os clientes.
Assim, a implementação de iniciativas como o aprimoramento do isolamento dos edifícios, a adoção de lâmpadas de baixo consumo, o estímulo ao uso de meios de transporte menos poluentes pela equipe e a transição para fontes de energia renováveis causam um impacto significativo
Frente a isso, o professor afirma: “Ao instalar equipamentos energeticamente eficientes e otimizar os processos de produção para minimizar o desperdício de energia, os empreendedores não apenas reduzem seus custos operacionais. Mas também contribuem para a preservação dos recursos naturais e para a mitigação das mudanças climáticas”.
E os benefícios aumentam: “Ao adotar fontes de energia renovável e calcular e compensar as emissões de carbono associadas às operações da empresa, os empreendedores não apenas demonstram seu compromisso com a sustentabilidade, mas também criam oportunidades para novos modelos de negócios e parcerias estratégicas”, assegura Gurdos.
ESG e o desenvolvimento da comunidade
Mais um aspecto importante de destaque está no engajamento ativo com a comunidade, pois reforça os laços locais de apoio, e promove uma imagem positiva da empresa. Assim, participar de iniciativas locais ou liderar projetos de desenvolvimento comunitário coopera com a criação de novas oportunidades de negócios e colaborações.
Bem como, faz com que os colaboradores encontrem mais motivação e sintam orgulho ao fazerem parte de uma empresa que não apenas visa lucro. Como também desempenha um papel significativo no bem-estar da comunidade.
Portanto, o professor conclui: “O engajamento com a comunidade é um elemento vital para o sucesso sustentável dos pequenos empreendimentos, pois vai além de simples transações comerciais para criar laços genuínos e significativos com o ambiente ao redor. Ao trabalhar em colaboração com a comunidade, os empreendedores podem criar impactos positivos duradouros e construir um legado significativo que impacta positivamente o sucesso comercial”.
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Aumento dos custos industriais
Um aumento no ICI (Indicador de Custos Industriais) da CNI (Confederação Nacional da Indústria), encerrou a constante de cinco quedas. E com isso demonstrou uma alta de 4% no quarto trimestre de 2023 em comparação ao trimestre anterior, assim encontra-se acima do IPP (Índice de Preços do Produtor), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Sendo assim, diante do aumento registrado, os custos industriais ficam 30,1% acima do patamar pré-pandemia. Além disso, o indicador mede os gastos do setor industrial com a produção, que engloba energia, pessoal e insumos, tanto com o capital, quanto com o custo tributário.
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Enquanto isso, os custos tributários aumentaram 10,3% em relação ao quarto trimestre de 2023 com o anterior. Já o custo de produção subiu 3,9% e o custo capital caiu 5,6%. No entanto, esta queda não foi capaz de reverter a alta dos outros componentes do índice.
Desse modo, segundo Paula Verlangeiro, economista da CNI, o aumento dos custos industriais acima do IPP, que avalia os preços das mercadorias vendidas pela indústria de transformação, resultou em uma queda de 2,4% no índice de lucratividade da indústria brasileira no quarto trimestre de 2023.
Perante isso, ela explica: "Esse movimento ocorreu dado que a alta de preços das mercadorias vendidas pela indústria de transformação, de 1,5%, foi menor que o aumento de custos industriais, de 4%”.
Impacto dos três componentes
Já em relação ao custo de produção, os três componentes mostraram alta na transição trimestral, do terceiro para o quarto. A princípio, o primeiro componente, de custo com pessoal, apareceu com a maior contribuição para o crescimento do índice, subindo para 13,1% no trimestre
Com isso, Verlangeiro, analisa: “O aumento do custo com pessoal foi influenciado pela alta da massa salarial. Embora seja um movimento sazonal, típico do quarto trimestre do ano, este foi o terceiro aumento consecutivo da massa salarial, que pode ser explicado pelo mercado de trabalho aquecido”.
Enquanto isso, o custo de bens intermediários cresceu 1,7% por conta do aumento de 2,3% do custo com bens intermediários nacionais. Tendo em vista que o custo dos insumos importados apresentou uma queda de 1,9%
Adicionalmente, o custo de energia registrou alta de 3%, devido ao crescimento das despesas com energia elétrica, óleo combustível e gás natural. Isso em comparação com os dois últimos trimestres de 2023.
Sendo assim, frente a estes movimentos, o custo de produção ficou 46,6% acima do patamar pré-pandemia, isto é, comparado ao primeiro trimestre de 2020.
Perspectivas sobre o custo tributário
O custo tributário, no entanto, demonstrou alta de 10,3% na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2023. Este indicador mede o total pago em tributos federais e estaduais pela indústria divididos pelo PIB industrial.
Assim, explica-se a alta do trimestre, sobretudo pela sazonalidade da arrecadação tributária do último trimestre do ano, que tende a ser mais elevada. Mesmo levando em conta esse aspecto, em comparação com o quarto trimestre de 2022, o ônus tributário registrou um aumento de 5,5%.
Do mesmo modo, embora o trimestre tenha notado um aumento, o custo tributário encontra-se mais baixo do que o percebido na pré-pandemia. Isso porque entrou em vigor a Lei Complementar 194/22, que limitou e reduziu alíquotas de ICMS, imposto cobrado sobre mercadorias.
Além disso, há o impacto da entrada em vigor do Decreto 11.158/22, que reduziu permanentemente a alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em até 35% para a maioria dos produtos fabricados pela indústria brasileira.
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Pesquisa aponta aumento de receita de máquinas e equipamentos
De acordo com a pesquisa que analisa os indicadores conjunturais da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), o mês de fevereiro foi marcado por uma alta na receita líquida de vendas do setor de máquinas e equipamentos.
A alta marcou uma subida de 5,8% em comparação com o mês anterior, mesmo após considerar os efeitos sazonais. No entanto, se compararmos com o mesmo mês do ano passado, a taxa caiu 14%.
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Já em comparação com o mesmo período do ano anterior, janeiro e fevereiro de 2023, as receitas com vendas tanto no mercado interno quanto no externo diminuíram. Enquanto isso, as exportações, em particular, sofreram uma queda de 9,2% em dólares
Sendo assim, embora a receita líquida tenha demonstrado melhora em relação ao mês de janeiro, ela se manteve abaixo do resultado de fevereiro de 2023.
Dessa forma, os números analisados no primeiro bimestre do ano sinalizam que o baixo dinamismo na atividade industrial continua impactando negativamente os investimentos de certos segmentos.
Referente às receitas provenientes de máquinas no mercado doméstico, ela vem sofrendo com uma retração constante desde de 2022. Naquele ano a queda registrou 6,9%, já em 2023 foi de 15,4%, e neste ano, o primeiro bimestre de 2024 marcou uma queda de 18%, principalmente em relação à mesma época em 2023, que também registrou uma baixa.
Com isso, as receitas de vendas no mercado interno voltaram ao patamar de crise fiscal, ocorrida entre 2016 e 2017. Da mesma forma, as exportações também representam um impacto negativo nos resultados das receitas.
Exportação de máquina e equipamentos
Quanto à questão das exportações de máquinas e equipamentos nacionais, o mês de fevereiro se encerrou totalizando US$829 milhões. Assim, o resultado também está 21,4% abaixo do registrado no mês de janeiro de 2024, que marcou US$1 bi.
Em 2023, o setor de máquinas atingiu um marco histórico ao exportar quase US$ 14 bilhões em produtos. Esse valor supera o recorde anterior, estabelecido em 2012. No ano em questão, em média, a indústria exportou US$1,16 bi ao mês. No entanto, o patamar registrado no início deste ano, encontra-se um pouco abaixo.
Assim, como as exportações medidas em quantidades físicas, que também registraram queda neste início de ano. Em relação ao mesmo período de 2023, a queda foi de 24,9%, em relação a janeiro de 24,3%.
Exportação nos setores e nos continentes
Ainda no que diz respeito às exportações de máquinas e equipamentos, em fevereiro deste ano registou-se uma contração. Sobretudo em relação ao mês de janeiro deste ano, isso aconteceu em 7 dos 7 grupos setoriais monitorados.
Sendo assim, entre os grupos que registraram uma queda mais acentuada, aparecem os produtores de máquinas para a indústria de transformação. Isso tanto nas direcionadas para fabricação de bens duráveis como de não duráveis. Ainda, houve crescimento na exportação de máquinas para infraestrutura e indústria de base.
Na comparação com igual período do ano anterior houve também uma variação positiva, mas em apenas 1 grupo dos 7. A taxa de crescimento ocorreu nas exportações de máquinas para infraestrutura e indústria de base, com 49,8%.
Porém, o crescimento está concentrado em janeiro e trata-se de um grande projeto de tratamento de água direcionado para Singapura.
Portanto, nos meses de janeiro e fevereiro de 2024, acontece um aumento significativo das exportações para Singapura, devido ao investimento na área de infraestrutura.
Assim, com a exportação, o país tornou-se o quarto principal destino de importações nacionais de máquinas e equipamentos. Desse modo, indo de uma participação de 0,9% em janeiro e fevereiro de 2023, para 5,9% das exportações nos mesmos meses em 2024.
A Argentina, que no ano anterior absorveu cerca de 13% das exportações, notou-se uma queda de mais de 50%, e neste ano chegou a 6,8% na participação total.
Assim, de modo geral, as exportações de máquinas produzidas no Brasil foram enviadas para países da América do Norte, que no período consumiram cerca de 40% do total. Já a América do Sul absorveu quase 29% do total de máquinas e equipamentos exportados.
Importações de fevereiro de 2024
No tocante às importações de máquinas e equipamentos em fevereiro deste ano, comparado ao mês anterior, a registrou-se uma diminuição de 7,2%. E em relação ao mesmo mês no ano passado houve um aumento de 12,4%.
Assim, neste mês, US$2,1 bilhões foram importados em máquinas e equipamentos, enquanto isso, no mês de janeiro as importações registraram US$1,9 bilhões. Na mesma época no ano anterior, aconteceu uma queda das importações medidas em quantidade física.
Desse modo, em comparação ao mês de janeiro de 2023, a queda representou -8,5%, porém, em relação a fevereiro de 2023, o crescimento marcou 12,9%. Apesar da queda no consumo interno, as importações de máquinas cresceram em 2023, devido ao deslocamento da produção nacional.
Análise de importações por setores e locais
Na avaliação interanual, 5 dos 7 setores monitorados marcaram aumento nas importações. No mês, ocorreu um aumento apenas nas importações de máquinas para petróleo e energia renovável.
Sendo assim, vale destacar que o maior volume de máquinas e equipamentos importados está acontecendo de maneira generalizada, com exceção dos setores mais dependentes de crédito, como a construção civil, com -2,5% e também do setor agrícola com -25,7%.O setor agrícola teve também sua rentabilidade impactada negativamente por conta da variação cambial e preços das commodities.
Entre as principais origens das importações, China, EUA, Alemanha e Itália lideram o ranking.
Enquanto isso, em 2024, a China voltou a registrar crescimento no mercado nacional após o leve recuo notado em 2023, e com isso, manteve-se como a principal origem das importações.
Da mesma forma, em janeiro deste ano, a China foi responsável por 30% de todas as máquinas que entraram no Brasil. Isso porque desde 1997 a China segue apresentando tendência de ocupação no mercado mundial e nacional. E em comparação com os lugares no comércio internacional, encontra-se atrás apenas da Alemanha, mas no campo nacional, se apresenta como o principal fornecedor.
Consumo aparente de máquinas e equipamentos
Em fevereiro, quanto ao consumo aparente nacional de máquinas e equipamentos, somando a compra de produtos fabricados localmente com os importados, aumentou 9,2% em comparação com janeiro de 2024, com ajuste sazonal.
No entanto, em relação a fevereiro de 2023, houve uma queda de 4,5%, e em relação ao acumulado de janeiro e fevereiro de 2023, a queda foi de 10,9%. O total acumulado do ano atingiu R$ 49,2 bilhões.
Assim, a desaceleração da atividade nos variados setores impacta negativamente as decisões de investimento no Brasil desde 2022. E junto a isso, a baixa competitividade industrial local, que subtrai o mercado consumidor já pequeno, e dá espaço aos bens importados.
Nos meses de janeiro e fevereiro de 2024, somente 53,7% das aquisições foram de máquinas produzidas localmente.
Nível de utilização da capacidade instalada e pessoal ocupado
Já o NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) da indústria brasileira de Máquinas e Equipamentos subiu para 71,4% no mês de fevereiro. Porém ainda se encontra 7,7% abaixo do
nível observado no final do mesmo mês de 2023, isto é, 77,4%.
Em média, durante o período, o setor operou em dois turnos. Nos últimos 12 meses, o setor operou, em média, com 74,8% de sua capacidade instalada. Já a carteira média de pedidos, medida em semana para o seu atendimento, durante o mês fevereiro estabilizou em 9,4.
Assim, entre os setores fabricantes que se mostram com carteira baixa, produzem máquinas direcionadas à indústria, para agricultura e para construção civil.
Já o mês de fevereiro deste ano foi finalizado com uma pequena queda da mão de obra, com -0,4%. Porém, o quadro geral é de leve estabilidade no atual patamar. Sendo assim, o setor continua com um pouco mais de 10 mil pessoas a menos no quadro de pessoal, principalmente comparado com o mês de setembro de 2022, período que marcou um número recorde de pessoas empregadas no setor.
Quanto ao mesmo mês em 2023, o setor encolheu 1,7% a sua força de trabalho. Isso porque os setores registraram os maiores cortes no nível de pessoas empregadas. Mas foram os destacados pela piora na receita de vendas já em 2023, os fabricantes de máquinas agrícolas e de máquinas para a indústria de transformação.
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Confiança industrial estabiliza em março
De acordo com os Resultados Setoriais do ICEI do mês de março de 2024, a confiança industrial mostrou-se estabilizada, de forma geral.
Assim, conforme mostra a pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria), a confiança dos empresários não apresentou mudança quanto a análise dos portes, regiões e setores.
Com isso, da mesma forma que no mês anterior, 25 dos 29 setores mostram-se confiantes. Neste mês, a pesquisa consultou 1841 empresas entre os dias 1 e 11 de março.
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Outro destaque nos resultados foi a transição de um setor, que passou da falta de confiança, ou seja, abaixo dos 50 pontos, para a confiança. O setor de móveis passou, então, de 47,1 para 51,3 pontos. Enquanto isso, o setor de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, fez a transição contrária, indo de 50,3 pontos para 49,4 pontos.
Já os setores com maior índice de confiança em março são os de farmoquímicos e farmacêuticos com 61,1 pontos. Os de manutenção e reparação registrando 57,4 pontos, de bebidas com 56,6 pontos; e perfumaria limpeza e higiene pessoal marcando 56,3 pontos.
Redução da diferença da confiança geral
No que se refere à confiança da indústria nos diferentes portes das empresas, notou-se também uma variação. Isso porque as empresas de pequeno porte avançaram 0,8 ponto, já as médias sofreram um recuo de 0,5 ponto; e as grandes empresas também recuaram 0,3 ponto.
Apesar das variações, o índice de todos os portes permanece acima da linha de divisória de 50 pontos, assim, registram confiança.
Assim, por região, em março deste ano, a confiança caiu -1,6 ponto no Nordeste, pela segunda vez seguida, com isso, os dois recuos somam 4,5 pontos de queda. Da mesma forma, o Centro-Oeste também foi afetado pela queda, com um recuo de confiança de 1,3 ponto.
Porém, na região Sudeste a confiança mostrou-se praticamente estável, pois seu aumento foi de apenas 0,1 ponto. Enquanto isso, no Norte e no Sul, a confiança avançou 0,6 ponto nas duas regiões.
Com esses dados, revela-se que todas as regiões continuam confiantes em março, uma vez que o índice permanece acima da linha de corte.
Quanto aos resultados do ICEI, a princípio, o ICEI atua como um indicador que prevê o desempenho industrial, além disso, sinaliza as mudanças de tendências variáveis, tais como a produção industrial, o emprego e os investimentos da indústria. Já o ICEI Setorial mostra os resultados da indústria extrativa, da construção e da transformação.
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WE Forum oferece rodada de negociações para empresárias e líderes
A CNI (Confederação Nacional da Indústria), juntamente com a ApexBrasi (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) realizou o WE Forum Business Networking, entre os dias 25 e 26 de março, que visa aumentar a possibilidades de negócios para as empresas brasileiras, tanto fora, quanto dentro do país.
A iniciativa consiste em uma rodada de negócios com compradoras internacionais. E com isso, as inscritas nas rodadas poderão apresentar produtos, firmar parcerias e aumentar suas redes de contato.
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Assim, participaram do evento países como Argentina, Estados Unidos da América, Rússia, República Dominicana e Peru. Dessa forma, espera-se que as negociações movam cerca de R$50 milhões em Alimentos, Cosméticos e Moda.
Em relação às negociações promovidas no evento global, o anúncio aponta que elas acontecem durante o evento. Isso porque o WE Forum (Women Entrepreneur Forum), tem um foco em potencializar o protagonismo, a promoção de negócios e o empoderamento econômico das mulheres.
Sendo assim, para a participação, 159 empresas estão inscritas para o WE Forum Business Networking. E as conversas acontecem de forma virtual no dia 25 e de forma presencial (B2B) no dia 26.
Formação especializada
Além disso, o evento também tornou-se palco para a formatura do programa Mulheres Globais.
Isso porque, o WE Forum também marca o fim do primeiro ciclo do programa Mulheres Globais, desenvolvido pela CNI e ApexBrasil desde o ano passado.
Portanto, na última segunda-feira, dia 25, as 40 empresárias que participaram das mentorias e dos workshops do programa receberam os certificados de conclusão. E assim mostram-se aptas para atuar no comércio virtual nacional e internacional.
Uma vez que a criação do programa tinha como objetivo promover o e-commerce como estratégia de expansão e internacionalização. Bem como desenvolver competências em Gestão e Marketing Digital, além de definir proposta de valor e modelos de negócios com foco no comércio eletrônico internacional.
Conheça o WE Forum
O evento internacional Women Entrepreneur Forum acontece sob organização do CMEC (Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura), CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil), WICCI (Câmara de Comércio e Indústria da Mulher Indiana) e CNI (Confederação Nacional da Indústria). E conta com o apoio da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
Assim, a terceira união do encontro busca reunir empresárias e líderes de diversos países, a fim de debater sobre assuntos pertinentes. Alguns como gualdade de gênero, economia, tendências, inovação e instrumentos para inclusão de mulheres no empreendedorismo e no mundo corporativo.
Sendo assim, algumas das personalidades confirmadas para o evento deste ano: a presidente do Fórum Nacional da Mulher Empresária e do BRICS WBA Brasil, Monica Monteiro. A diretora de negócios da ApexBrasil, Ana Paula Repezza. A diretora do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Natalia Dias; a chefe do departamento de economia, finanças e contabilidade da Orel State University. Liudmila Popova; e a vice-presidente de estratégia e transformação para América Latina da Kraft Heinz, Carolina Wosiack.
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Brasileiros pretendem comprar mais em 2024, aponta pesquisa
Uma pesquisa inédita feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em parceria com o IPRI (Instituto de Pesquisa em reputação e Imagem), nomeada Retratos da Sociedade Brasileira nº 60, demonstra que 41% dos brasileiros pretendem consumir mais produtos neste ano, em relação ao ano anterior.
Enquanto isso, 41% afirmam manter o mesmo consumo do último ano, e somente 15% dos entrevistados visam comprar menos.
Sendo assim, nos próximos 12 meses, os brasileiros mostram-se inclinados a aumentar seus gastos. Sobretudo com bens de maior valor agregado, como móveis e eletrodomésticos.
Para a pesquisa foram ouvidas 2.012 pessoas, nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Assim, a margem de erro vai para 2 pontos percentuais, e tem um intervalo de confiança de 95%.
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Em relação à faixa etária, a expectativa com o aumento dos gastos de bens de maior valor, volta-se para os mais jovens.
Isso porque, 45% dos entrevistados que possuem idades entre 16 e 40 anos, acreditam que irão gastar mais nos próximos 12 meses. No entanto, a perspectiva cai para 34% no grupo de 41 a 59 anos, e 36% para a população com mais de 60 anos.
Diante disso, Rafael Lucchesi, o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, considera: “A percepção de melhora em termos de renda, situação financeira e expectativa de gastos tende a criar um cenário positivo na visão da população. Isso reforça o aumento do consumo nos próximos meses. Essa disposição é importante, pois a demanda interna insuficiente foi o segundo principal problema relatado pelos empresários no ano passado, atrás apenas da carga tributária”.
Panorama de renda da população
De forma ampla, esses resultados apontam uma evolução positiva quanto a situação financeira e de renda do consumidor brasileiro.
Para 38% dos entrevistados, a situação financeira atual mostra-se melhor do que a de 12 meses antes. Enquanto 39% dizem permanecer na mesma situação, 22% dos brasileiros afirmam estar em situação pior.
Quanto a isso, a análise por grupo etário aponta que os mais jovens enxergam melhora nas contas pessoais, 48% dos entrevistados com idades entre 16 e 24 afirma encontra-se em uma situação melhor. Porém, à medida que as ideias crescem, o percentual diminui, concluindo em 29% entre as pessoas com 60 anos ou mais.
Outra diferença acontece na percepção de acordo com as regiões do país. No Nordeste, 47% afirmam estar em uma situação melhor do que há 12 meses.
Já no Norte e no Centro-Oeste o percentual vai para 38%. No Sudeste alcança 34% e no Sul vai para 33%.
No que se refere ao endividamento, de acordo com a pesquisa, do total de entrevistados 41% asseguram estar menos endividados, comparado há 12 meses. Já 29% deles seguem com o mesmo número de dívidas, e 26% afirmam ter aumentado a dívida.
Sobre a percepção de endividamento, existe uma associação entre a percepção de queda no endividamento e a região dos entrevistados.
Isso acontece devido a 47% dos que afirmam estar menos endividados representam o Nordeste.
Entretanto, o percentual que cai para 41% entre os entrevistados da região Sudeste, 40% na região Norte/Centro-oeste e 35% entre os entrevistados da região Sul.
Perspectiva futuras
No que diz respeito ao aumento de renda futuramente, 39% dos entrevistados afirmam que a renda vai aumentar nos próximos 12 meses. Já 43% acreditam que nada irá mudar, e 14% acreditam que haverá diminuição.
Assim, a expectativa de aumento de renda está relacionada à faixa etária dos entrevistados, entre os que têm 16 e 24 anos, metade prevê um aumento.
Da mesma forma, há uma associação entre a expectativa de aumento de renda e escolaridade, enquanto 28% daqueles sem instrução acreditam que sua renda vai aumentar nos próximos 12 meses. Mas esse percentual aumenta progressivamente com a escolaridade e alcança 42% entre os que têm ensino superior.
Já entre as regiões, no Sudeste e no Sul, 36% dos entrevistados acreditam que sua renda vai aumentar nos próximos 12 meses. Mas, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste esse percentual alcança 42% ou mais. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Isso porque, a 12ª edição se mostra como a mais tecnológica até então, além de trazer avanços significativos em máquinas, sistemas e matérias-primas.
Desse modo, aqueles que participam como visitantes conseguem experienciar a feira de forma profunda e fazer do evento um momento de contato com futuros fornecedores. Afinal, desde suas primeiras edições a Interplast está empenhada em realizar bons negócios.
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Sendo assim, a descoberta de inovações e fornecedores, se mostra como uma das mais importantes ações que a feira possibilita. Pois nela estarão presentes mais de 400 marcas nacionais e internacionais, desde fabricantes, até fornecedores.
Os motivos para visitar a Interplast
A princípio, como destacado pela feira, a edição de 2024 apresenta uma alta performance tecnológica em exposição.
Isso quer dizer que os expositores apresentarão os desenvolvimentos mais significativos para o setor do plástico. E com isso, visam entregar soluções focadas em avanços, redução de custos e aumento da qualidade nos processos produtivos.
Em segundo lugar, por ser um local que reúne diversas entidades do setor plástico, a feira consegue prever tendências, e com isso definir soluções que impactarão a indústria brasileira e mundial. Isso acontece porque a Interplast conta com um painel amplo de assuntos a ser debatido durante os dias do evento.
Ainda, a participação na feira possibilita o conhecimento em inovações de aplicação imediata, fazendo com que as empresas tenham contato com as tecnologias que estão revolucionando os parques fabris.
Do mesmo modo, visitar a feira permite a avaliação de fornecedores e suas ofertas. Bem como, permite que os visitantes entrem em contato com máquinas e equipamentos da mais alta tecnologia mundial, e assim, conheçam de perto suas características.
Além disso, a Interplast se consagrou como um evento que abre portas para negociações presenciais. Unido ao networking direto, ideias e conceitos novos. Assim, as empresas enriquecem suas produções visitando a feira e conhecendo profissionais qualificados.
Para um aproveitamento ainda melhor, os visitantes devem participar dos eventos paralelos. Tudo isso abre aos visitantes e expositores oportunidades únicas para as empresas, tanto em negócios, quanto em soluções.
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Economia circular e processos produtivos
Conceitos como reciclagem mecânica, química, balanço de massa, logística reversa e circularidade aparecem interligados porque compartilham um objetivo comum: tornar o plástico mais sustentável.
Sabendo a importância do plástico, diante de sua versatilidade e abrangência, esses conceitos pretendem maximizar a eficiência de seu uso e integrar efetivamente o material na economia circular.
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De maneira que o descarte não aconteceria após um único uso, e com isso, sua jornada se encaminharia para um retorno, graças à economia circular.
Isso porque, a economia circular colabora para manter os produtos plásticos, componentes e materiais em constante circulação.
Bem como visa manter seu valor e utilidade o mais elevados possível. Desse modo, a abordagem opera dentro de um contexto econômico de desenvolvimento sustentável.
Os benefícios da economia circular
Dessa forma, suas principais características incluem a minimização da extração de recursos, assim como o aumento da reutilização e o aprimoramento da eficiência nos processos de desenvolvimento e utilização de produtos.
Assim, a economia circular vai além das abordagens convencionais de gestão de resíduos e reciclagem. Pois concentra-se em uma transformação abrangente que envolve desde o redesenho de processos, produtos e modelos de negócios até a otimização do uso de recursos.
Ainda nessa perspectiva, segundo a fundação focada em economia circular, Ellen Macarthur Foundation, a economia circular ajuda de diversas formas, como: “Por meio de um modelo econômico circular, que associa o crescimento econômico a um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo. Pois preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos.”
Sendo assim, importa destacar como a economia circular coopera para a circulação e reutilização, uma vez que usa-se os materiais de forma contínua em um ciclo fechado. E com isso, preserva-se recursos naturais em todas as fases produtivas, com o intuito de reduzir sua extração e aumentar sua disponibilidade.
Uma vez que, a adoção da sustentabilidade e a valorização dos recursos naturais resultam em benefícios tangíveis para a saúde humana.
Consequentemente, há melhorias tanto no ambiente quanto no crescimento econômico e no bem-estar da população.
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Aumento da alíquota de importações atinge setor do plástico
O setor químico e petroquímico entrou com um pedido de aumento de alíquota de importação de 76 produtos. Dentre eles, resinas como polietileno, polipropileno e PVC. Diante disso, a indústria brasileira do plástico, e os setores que consomem suas produções se uniram contra o pedido. Entre os setores que consome o plástico, aparecem a indústria de alimentos e da construção civil,
No momento pedido, no momento, encontra-se na Camex (Câmara de Comércio Exterior) do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), através da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química).
Assim, a lista permanecerá até dia 25 de abril, se aprovada, resultará em uma elevação da alíquota na Letec (Lista de Exceções da Tarifa Externa Comum), passando de 12,6% para 20%.
O impacto das importações
Nesse sentido, segundo o presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho, essa ação compromete a competitividade de diversas indústrias. Pois, com ela, encarece-se uma longa lista de insumos, impactando, assim, desde o preço da cesta básica, até programa do Governo, como o “Minha Casa, Minha Vida” e a Farmácia Popular. Assim, diante disso, Roriz afirma: “Os plásticos são utilizados como matéria-prima em uma vasta gama de setores”.
Da mesma forma que o setor siderúrgico. Pois a indústria química alega estar passando por surtos de importação de resinas e outros produtos petroquímicos, principalmente os vindos da Ásia. Com isso, se estabelecem condições desiguais de competição.
Segundo a Abiquim, as compras externas de plastificantes alcançaram 57,3% em 2023. Enquanto isso, as compras de resinas termofixas aumentaram 44,2%, e as termoplásticas 17,1%. Portanto, como a demanda local diminuiu, os impostos, então, começaram a responder pela fatia recorde, com 47% do mercado brasileiro de químicos de uso industrial.
Já para a Abiplast, as importações atuam de forma crucial na competição com a resina produzida no país, uma vez que sua concentração encontra-se em poucos produtores. Além disso, quando os produtores locais passam a praticar a paridade de preços e incluem os custos de internação dos produtos, todos os aumentos que acontecem na alíquota de importação atingem a elevação dos preços locais.
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Embalagens com plástico reciclado, troca de plástico por descontos e coleta seletiva de resíduos
Repsol lança embalagens com plástico reciclado
A empresa multi energética Repsol divulgou sua nova linha de embalagens de lubrificantes sustentáveis. Essa característica se mostra nas embalagens porque usam 60% de plástico pós-consumo, reciclado de forma mecânica, da gama Repsol Reciclex.
Sendo assim, a inovação que usa o novo composto de PEAD (Polietileno de alta densidade) Repsol Reciclex tem previsão de inclusão em todas as embalagens de lubrificantes de 1L, 4L e 5L. Além disso, conta com cinco cores diferentes para as gamas de produtos. Bem como inclui óleo para motores e sistema de transmissões de carros, motos e veículos pesados.
Ainda nesse sentido, a nova embalagem passou por reformulação, ganhando novo desenho para melhorar a sustentabilidade, porém, mantendo suas propriedades. Com isso, a linha reafirma o compromisso com a redução da pegada de carbono.
Da mesma forma que contribui com a economia circular ao utilizar materiais reciclados sempre que puder. Isso também coopera com o aumento da sustentabilidade na cadeia de valor.
Assim, a nova embalagem possui fabricação a partir de um novo composto, o “pronto-a-usar” Repsol Reciclex. Com isso, o conteúdo reciclado representa 60% do peso total do recipiente. De modo a alcançar uma redução de 25% na pegada de carbono, em relação às embalagens antigas.
Diante disso, Pablo Giner, diretor de Polietileno da Repsol afirma:“Estamos muito satisfeitos por apresentar esta nova solução. E que irá ajudar a reduzir em 25% a pegada de carbono em comparação com as embalagens anteriores”.
Dessa maneira, o negócio de lubrificantes visa diminuir a pegada de carbono de seus produtos em 30% até o ano de 2030. Tudo isso comparado aos níveis emitidos em registro no ano de 2022. Portanto, para atingir essa meta, a empresa pretende desenvolver projetos ao longo de todos os processos, indo da formulação até a embalagem de produtos.
Troca de plástico por descontos em supermercado
Em Portugal, o MAAC (Ministério do Ambiente e da Ação Climática) divulgou que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o decreto-lei, anteriormente aprovado pelo Conselho de Ministros, que muda os regimes de gestão de resíduos, principalmente os resíduos plásticos.
Bem como a deposição em aterro e gestão de fluxos específicos sujeitos ao princípio da responsabilidade alargada do produto. A ação estava desde janeiro de 2023 na secretaria do presidente, aguardando a promulgação.
Nesse sentido, o decreto-lei refere ao Unilex, ou Regime Unificado de Fluxos Específicos de Resíduos, revisado para implementação e operacionalização do novo SDR (Sistema de Depósito e Reembolso). Com isso, autoriza-se o avanço da ampliação da instalação de máquinas destinadas à recolha de embalagens de plástico, como garrafas de água.
Da mesma forma o metal, como latas, em grandes superfícies comerciais, em troca de vales de desconto para utilização nas compras, por exemplo.
Diante disso, o MAAC explica no que consiste o SDR: “Constitui um instrumento essencial para alcançar as metas de reciclagem de resíduos de embalagens, com impacto muito positivo nas taxas de recolha e na qualidade do material recolhido.
O Ministério explica, ainda, no mesmo comunicado: “Além disso, este sistema (até agora testado apenas em projetos-piloto) deverá contribuir também "para a redução de encargos com a limpeza urbana por parte dos municípios".
Portanto, como previa-se, a alteração do Unilex determina igualmente a aplicação do regime de responsabilidade alargada ao produtor, isto é, o Ecovalor. Isso aplica-se a resíduos variados, como mobílias, colchões, produtos de autocuidado e domésticos. Sobre isso, o ministério explica que ainda não há soluções exatas para entregas diferenciais destes produtos.
Já no que se refere à Taxa de Gestão de Resíduos, a nova lei prevê aumentos na TGR a aplicar às entidades gestoras.
Campanhas de coleta seletiva cooperam com ações sociais
Com o intuito de cooperar com a destinação adequada de resíduos e geração de renda através do trabalho de coleta seletiva dos materiais, a Aleam (Assembleia Legislativa do Amazonas) elabora campanhas nessa área.
A princípio, a Aleam desenvolve campanhas para arrecadar materiais, como por exemplo: tampinhas de plástico, potes de vidro, aerossóis e eletrônicos. Assim, após a coleta acontece o repasse dos materiais para as associações.
Ainda, em uma parceria conjunta, o projeto “Tampinha Legal", um projeto que coleta tampas de garrafas pet, disponibiliza depósitos de coleta em todos os departamentos da Casa Legislativa. Em seguida, o material vai para o Gamma (Grupo de Apoio às Mulheres Mastectomizadas da Amazônia), para enfim ser comercializado, e com a renda obtida ajudar o tratamento de mulheres com o diagnóstico.
Diante disso, a deputada Dra. Mayara, presidente da Comissão de Saúde da Aleam, afirma: “Ajudar de todas as formas a população é o que esta Casa Legislativa se propõe a fazer”. Com isso, chamando atenção para o fato de que a destinação correta do material plástico. Bem como ajudar as mulheres mastectomizadas, contribui com a preservação do meio ambiente.
Além disso, a Cast (Comissão de Assistência Social e Trabalho), presidida pela deputada Mayra Dias, desde agosto de 2023, também realiza, permanentemente, a campanha “Quem recicla, sara”. Isto é, uma iniciativa voltada à coleta de embalagens de produtos aerossóis, como desodorantes, inseticidas ou tintas.
Assim, a arrecadação segue para o Grupo Raio de Sol, que realiza assistência a crianças de baixa renda portadoras de doenças no sangue, em tratamento na Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).
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