Evento Braskem ressalta multiplicidades dos materiais plástico
Confira a segunda parte da matéria sobre o evento que o Portal Plástico foi convidado para participar. Veja aqui a primeira e segunda parte
Para comemorar o Dia Mundial da Reciclagem, a Braskem promoveu um evento online para debater a diversidade dos materiais plásticos e a importância da reciclagem. No evento, especialistas trataram profundamente o tema.
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Entre as discussões de destaque está o debate sobre a multiplicidades de materiais plásticos, apresentado pelo professor e doutor do Programa de Engenharia Química da COPPE, José Carlos Pinto.
Além disso, o professor também trouxe perspectivas e diferenças entre os tipos de reciclagem.
Por que as propriedades químicas e mecânicas dos plásticos são benéficas?
A princípio, o professor explica que apesar da sua ampla utilização, o plástico é frequentemente visto como um material adequado para aplicações que não exigem propriedades mecânicas e químicas muito complexas.
No entanto, essa característica é justamente o que confere sucesso ao uso dos plásticos, tendo em vista sua abrangência. Mesmo porque, o material também insere-se em aplicações nobres, e que oferecem benefícios de suas propriedades mecânicas e químicas, como por exemplo em projetos para fabricação de automóveis e aviões, graças a sua resistência.
Outro setor que se beneficia destas características, é o setor da medicina. Afinal, devido a resistência química e biológica desses materiais possibilitam um desenvolvimento conjunto imenso de aplicações.
Diante disso, Carlos explica: “A sociedade costuma associar a estabilidade química dos materiais plásticos a uma característica negativa. No entanto, a aplicação desses materiais a aplicação desses materiais na área biomédica, farmacêutica e cosmética, em grande medida só é possível por que têm essa propriedade de resistência química elevada.”
A lógica circular amplia o uso do plástico
Diante das possibilidades amplas do uso do plástico, a lógica circular afeta a cadeia de forma positiva. Afinal, as técnicas de reciclagem tornam-se indispensáveis para a transformação dos resíduos em matéria-prima.
Sem contar que a inserção destes materiais na cadeia química, os átomos de carbono e hidrogênio se mantém circulando. Com isso, os benefícios trazem a minimização das explorações dos recursos naturais, como aponta o professor.
Nesse sentido, os plásticos ganham destaque quando o assunto é reciclabilidade. Uma vez que a reciclagem acontece de diversas formas, desde a forma mais simples, ou seja, o reuso. Assim como a transformação, que é quando ele deixa de ser aquilo que era inicialmente.
Nesse cenário, surge a reciclagem química, onde se usa o material plástico como matéria-prima para a produção de insumos ou plástico, criando uma lógica totalmente circular.
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Ebook sobre classificação do plástico, mais de 1.200kg de tampas coletadas e transformação de resíduos plásticos em arte
E-book ajuda na conscientização social sobre reciclagem
Para explicar como a classificação do plástico, o Movimento Plástico Transforma desenvolveu o e-book “ As mil faces do plástico”. O e-book destaca sua importância para a sociedade e as facilidades que traz para a reciclagem. Além disso, o livro digital mostrar os principais tipos deste material, dando ênfase à necessidade da conscientização pública sobre separação de resíduos.
O e-book também faz parte do MPT explica, isto é, uma séria que busca educar e conscientizar a população sobre o plástico. Assim, ele destaca o funcionamento da economia circular e analisa os mitos e verdades sobre o material.
Ainda, para contribuir com a conscientização geral sobre a classificação dos materiais, o Brasil elaborou a norma técnica NBR 13.230:2008. Esta norma ajuda a classificar os plásticos em seis categorias principais, além de uma designada como “outros”.
Diante disso, Simone Carvalho, do grupo técnico do Movimento Plástico Transforma, explica que quando se entende as diversas faces dos plásticos, torna-se possível promover práticas sustentáveis, e construir um futuro consciente e equilibrado.
Sendo assim, ela comenta: “Acreditamos que, só a conscientização e a entrega de informações corretas sobre o plástico, como ele deve ser usado no dia a dia e descartado corretamente, são capazes de mudar a visão da sociedade sobre este material”.
Esta série focada em educar a sociedade sobre o material está armazenada no portal MPT, para download, ajudando a população a conhecer ainda mais sobre o plástico.
Projeto da Aleam envia mais de 1.200kg tampinhas plásticas para reciclagem
Buscando a união da solidariedade e preocupação ambiental, a Aleam (Assembleia Legislativa do Amazonas), promove o recolhimento de tampas plásticas pelos servidores, que depois são entregues ao Gamma (Grupo de Apoio às Mulheres Mastectomizadas da Amazônia). Aleḿ de outros programas de coleta seletiva organizados pela Casa Legislativa. Em maio de 2024, eles enviaram cerca de 200 quilos de tampinhas ao Gamma.
A iniciativa da Comissão de Saúde e Previdência, presidida pela deputada estadual Dra. Mayara Pinheiros Reis, visa arrecadar esse material para o programa “Tampinha Legal”, que conta com apoio da Diretoria de Assistência Social, dos funcionários da Casa e dos parlamentares.
Assim, a deputada explica: “Ao mesmo passo que nós ajudamos a preservar o meio ambiente, contribuímos com o Gamma, que auxilia mulheres mastectomizadas, amparando-as nesse momento difícil da vida delas. Junto a isso, conscientizamos a população da importância da reciclagem desse material”.
A campanha iniciou ainda em 2023, e depois de quatro edições, somam-se 1.200 quilos de tampinhas plásticas para reciclagem.
Com esse alcance, a presidente do Gamma, destaca a importância da atividade, tanto para a sociedade, quanto para as mulheres atendidas. Nesse sentido, ela afirma: “Essas tampinhas se transformam em lenços, em chapéus, em próteses artesanais de mama, em pagamento de aluguel, porque afinal de contas, essas tampinhas nos salvam, nos ajudam e nos incentivam a continuar essa caminhada, ainda mais com essa parceria com a Assembleia Legislativa”.
Transformação de resíduos plásticos em arte
Celebrando a Semana do Meio Ambiente, o RioMar Recife promove a mostra “A Transformação do Plástico com Arte e Sustentabilidade”. A exposição acontece no Piso L2, próximo à loja Sephora, e tem acesso gratuito, além de ficar até o dia 10 de junho.
Está a mostra de artes tem como objetivo promover a reflexão sobre o descarte incorreto, e como a reutilização consegue transformar resíduos plásticos em arte. Assim, a mostra conta com a curadoria de Ângelo Filizola e com obras da artista Thaiana Santos, responsável por fazer a transformação de resíduos urbanos em obras.
Com isso, Santos reutiliza garrafas PET para criar peças decorativas que são economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas. Além disso, o espaço da mostra destaca luminárias, puffs e mesinhas elegantes e criativos, sendo todos esses itens feitos a partir de garrafas PET.
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Representantes industriais assinam declaração sobre urgência de reindustrialização robusta no Brasil
No dia 28 de maio, a CNI (Confederação Nacional da Indústria), juntamente com as federações estaduais e 74 associações industriais, levaram uma declaração sobre a necessidade da reindustrialização para a cerimônia da Ordem de Mérito Industrial, em Brasília. Entre as recomendações, estão a implementação de uma política industrial robusta e a implementação de uma reindustrialização em bases mais modernas de desenvolvimento.
O documento foi entregue ao vice-presidente da República e ministro do MDIC (Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Geraldo Alckmin, ministro da Casa Civil, Rui Costa, ministro das Comunicações, Juscelino FIlho, presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), ministro Bruno Dantas, e o presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), Aloizio Mercadante.
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A cerimônia, criada em 1958, se consagrou como a medalha mais importante de condecoração da CNI. A medalha é concedida a personalidades e instituições que fazem contribuições significativas para o desenvolvimento da indústria e do país.
Por ser um momento importante para a indústria, a declaração conjunta reitera que a indústria permanece como um setor estratégico, haja vista que possui uma atuação decisiva que impulsiona a economia. Além disso, a indústria também fortalece as cadeias de valor, isso porque seu papel se centra no desenvolvimento tecnológico, assim como gera empregos de qualidade e para a produção de riqueza.
CNI e associações destacam diversidade e potencial do parque industrial brasileiro
Nesse sentido, no documento, a CNI, federações e associações ressaltam que o parque industrial brasileiro é diverso. Uma vez que, além de integrar, ele é capaz de acelerar um novo ciclo de desenvolvimento econômico no Brasil e social de forma sustentável e inclusiva.
Ainda, devido aos recursos naturais do Brasil, juntamente com os ativos de energia renovável, o país consegue alcançar uma posição privilegiada para liderar o novo paradigma de descarbonização e economia verde. Um passo significativo para reindustrialização
Os industriais também relembram que as economias avançadas têm feito investimentos maciços em suas indústrias nacionais para continuar na vanguarda tecnológica, E, assim, se consolidar como uma liderança no mercado internacional.
Dessa forma, pela nota conjunta, afirmam: “A indústria está pronta e disposta a contribuir com o projeto nacional de neoindustrialização. O setor industrial propõe 10 princípios orientadores para impulsionar a agenda nacional de desenvolvimento. Esses princípios são fundamentais para garantir que a reindustrialização do Brasil seja bem-sucedida e traga benefícios duradouros para a sociedade”.
Políticas industriais, competitividade e sistema tributário
Entre as recomendações presentes na declaração assinada pelos representantes e entidades industriais, aparecem: o NIB (Nova Indústria Brasil) como centro da agenda nacional de desenvolvimento (1). Para isso, as diretrizes precisam estar inclusas nos parâmetros para a elaboração de outras políticas de Estado.
Logo, seu papel, foca em dar ao Brasil e as empresas brasileiras uma forma de responder aos desafios atuais tornando-as mais produtivas. Com isso, transformar a realidade socioeconômica com mais empregos e renda
Em seguida: recursos em quantidade e a custo competitivo nos financiamentos do Plano Mais Produção (2). Com isso, pretende-se garantir recursos para o financiamento de investimentos na indústria no volume e ao custo necessários para que o setor contribua decisivamente para o cumprimento das missões da nova política industrial.
E que, consequentemente, ocorra ampliação e modernização do parque industrial. Fortalecer e capitalizar o BNDES e os bancos de desenvolvimento.
Um sistema tributário moderno e eficiente (3), visa assegurar a boa qualidade da regulamentação do novo sistema de tributação do consumo. E, ainda, aprimorar o sistema de tributação da renda, de modo a tornar o sistema tributário eficiente, funcional e alinhado às melhores práticas internacionais. De forma a garantir maior produtividade e competitividade para a indústria.
Economia e tecnologia na reindustrialização
O menor custo de capital para garantir competitividade (4), deve também reduzir o custo de capital para que as indústrias se financiem a taxas de juros menores e próximas das praticadas nos principais países que competem com o Brasil. Para isso, necessita-se da redução da taxa básica de juros e atacar os componentes do elevado spread bancário. Sobretudo, como forte concentração bancária, tributação sobre a intermediação financeira e baixa recuperação do crédito.
No tópico cinco, está a inovação industrial para a transformação digital e a transição energética. Seu objetivo está em impulsionar a inovação no setor produtivo, facilitando o acesso a recursos de subvenção para P&D. Bem como para a aproximação entre Instituições de Pesquisa e indústria.
Modernizar o sistema de marcas e patentes, apoio às startups, aos habitats de inovação e aos fundos de capital de risco. Fortalecer os projetos de pesquisa para ampliar a diversificação e aumento da complexidade produtiva em áreas estratégicas para o país, em especial, aquelas voltadas à transformação digital e transição energética.
Como a sustentabilidade aparece na declaração
A princípio, destaca-se: a Descarbonização e powershoring (6). Isto é, construir uma estratégia nacional de descarbonização que priorize iniciativas para a transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal.
O Brasil também consegue se beneficiar do movimento de powershoring, atraindo para o país os investimentos que buscam energia limpa, segura e a preços competitivos.
Assim, também aparece a Energia e transportes mais baratos e eficientes (7), com isso, torna-se possível reduzir o custo da energia e aumentar a oferta de gás natural a preços competitivos.
Bem como, melhorar a qualidade das estradas, reduzir o uso do transporte rodoviário em longas distâncias com substituição por outras modalidades e modernizar o sistema portuário para receber navios de grande porte.
Investimentos internacionais e recursos humanos
Enquanto isso, a inserção internacional pragmática (8), deseja ampliar a participação do Brasil nas cadeias globais de valor, por meio do incremento das exportações. Estruturar um sistema de defesa comercial e do combate à concorrência desleal, eliminação de barreiras comerciais em terceiros países e aumentar os acordos comerciais.
Ainda, fortalecer o financiamento às exportações de bens e serviços. Atrair investimento externo orientados à modernização do parque industrial e ao desenvolvimento de capacidades tecnológicas.
Inclui-se também os recursos humanos capacitados para a nova economia (9). Assim, torna-se possível melhorar a qualidade da educação e investir na educação profissional e tecnológica para atender as demandas do mercado de trabalho em constante evolução e formar recursos humanos que contribuam para o aumento da produtividade e assegurem maior competitividade para a economia.
Qualidade regulatória (10), Tornar o processo regulatório mais claro, transparente, previsível e baseado em evidências, com ampla participação dos setores regulados e alinhado às melhores práticas internacionais, e combater as práticas ilegais de comércio e fortalecer a segurança pública para melhorar o ambiente de negócios e incentivar o investimento.
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Você sabe por que dia 5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente?
Instituído pela PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), o Dia Mundial do Meio Ambiente data de 1972 com participação da ONU (Organização das Nações Unidas). Desde então este dia segue estimulando a conscientização e iniciativas voltadas à preservação. O Brasil, por sua vez, estabeleceu o Decreto n° 86.028/1981, ou seja, a Semana Nacional do Meio Ambiente.
No país, a ideia está em “promover a participação da comunidade nacional na preservação do patrimônio natural do país”. Por isso, ao longo dos dias que precedem e antecedem o dia 05 de junho, empresas, artistas e comunidade realizam atividades voltadas para o tema.
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Este ano, porém, a Arábia Saudita sedia os encontros do Dia Mundial do Meio Ambiente. Entre os temas do ano, destacam-se: a restauração de terras, desertificação e resiliência à seca. Nesse sentido, dados da ONU apontam que 40% das terras do planeta encontram-se afetadas, de forma que impactam o PIB global, com US$44 trilhões.
Além disso, a Organização ressalta que o número e a duração das secas aumentaram em 29% desde 2000. Em um comunicado, a ONU destaca: "Sem uma ação urgente, as secas podem afetar mais de três quartos da população mundial até 2050".
Tendo em vista que a data acontece mundialmente, ações acontecem no mundo em diversos países. Entre eventos e atividades presenciais e online, mais de 150 países irão promover estas ações. O Brasil também aparece na lista de nações que participam das ações.
Por que dia 5 foi escolhido como Dia Mundial do Meio Ambiente?
No dia 5 de junho de 1972, aconteceu o primeiro dia da Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano. Em resolução adotada pela Assembleia Geral, o PNUMA definiu o mesmo dia como a data oficial.
Assim, em 1973, com o slogan “Only One Earth” (Uma Só Terra, em português”), comemorou-se a data pela primeira vez. Desde lá, todos os anos uma nova abordagem se destaca como tema.
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Conforme aponta o levantamento da Sedec RS (Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul), 85% das indústrias e empresas afetadas pela catástrofe climática no RS não possuem seguro contra perdas ou danos. Para essa estimativa, o Gabinete de Apoio ao Empreendedor da Seduc elaborou um formulário sobre danos, que teve 15,2 mil empresas respondendo durante o mês de maio.
No momento, aproximadamente 5.600 empresas permanecem inoperantes. Estes números servem para quantificar as perdas, bem como ajudar no desenvolvimento de um plano de ação para apoiar os negócios afetados.
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Entre os portes mais atingidos, aparecem os pequenos negócios. Nesse sentido, 36,5% dos CNPJs afetados são microempresas. Enquanto, 26% MEI (Microempreendedores individuais) e 23% de empresas de pequeno porte.
Diante disso, Ernani Polo, secretário de Desenvolvimento Econômico do RS, ressalta: "Precisamos do maior número possível de participantes para ter um melhor entendimento das perdas, o que vai ajudar na formatação de linhas de crédito adequadas para o perfil de cada empresa”.
Em relação aos desafios enfrentados pela empresa, a pesquisa aponta que uma das maiores dificuldades para os setores de comércio, indústria e serviços trata-se dos bloqueios de vias. Isso porque elas impedem o escoamento e captação de produtos. Já no setor agro, os principais desafios são as perdas na produção, assim como os danos à infraestrutura.
Com isso, metade das empresas da indústria indica que o escoamento de produtos encontra-se em uma situação grave. Enquanto isso, 56% do setor de serviços indica que os acessos danificados mostram-se como o principal impacto.
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Como as tendências do Color Trend 2025 impactam as indústrias e ressaltam a cultura brasileira
O Color Trend, um estudo do Think Plastic Brazil, vem revolucionando o modo da indústria de abordar o design e a inovação, tem lançamento previsto para o dia 21 de junho de 2024, durante o Fispal Tecnologia 2024. Trazendo novidades na abordagem atualizada sobre cores e formas, o estudo de tendências de 2025, traz impactos significativos para a indústria e sociedade.
Assim, o projeto visionário, nascido da necessidade do mercado, está se tornando uma referência não apenas no Brasil, mas também no cenário global.
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Nesse sentido, em uma entrevista ao Portal Plástico Virtual, Carlos Moreira, diretor-executivo do Instituto Nacional do Plástico e de Projetos do Think Plastic, e Gabriela de Matos, que além de curadora do projeto também venceu Leão de Ouro de Melhor Representação Nacional na Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza de 2023, compartilham insights sobre as perspectivas e a importância desta iniciativa para a indústria e sociedade.
A princípio, o estudo busca destacar a importância das cores e formas no setor de produtos plásticos. Desse modo, com o olhar da arquiteta, Gabriela de Matos, o projeto também visa valorizar e exaltar a verdadeira identidade brasileira.
O surgimento do Color Trend
Diante disso, Moreira, analisa a jornada de tendências do setor de produtos plástico, que sempre seguiu as tendências da Pantone, uma gigante global no sistema de cores. Porém, inseridos em um cenário pandêmico e suas dificuldades, o Think viu a necessidade de desenvolver um book de cores próprio, o Color Trend.
Ao longo do tempo, este projeto passou por uma estruturação juntamente com a colaboração de indústrias de masterbatches, empresas de transformação e profissionais renomados mundialmente. Com isso, a iniciativa resultou em uma seleção de doze cores principais, cada uma ligada a uma história única do Brasil. Dessa forma, em 2023 nasceu o Color Trend 2024, desenvolvido por Jum Nakao.
Perante essa ligação entre tendências estéticas e narrativas culturais, o Think Plastic ressalta que o Color Trend 2025 vai além de cores, mas conta histórias que promovem a imagem do Brasil através dos produtos.
Valorização cultural e estratégia de negócios
Na última década, o Brasil vem afirmando a identidade negra e indígena como a construtora do que se entende como país. Desse modo, torna-se importante enfatizar a diversidade brasileira através das cores.
Assim, Matos aponta que a paleta de cores do Color Trend 2025, desejada no mercado internacional, reflete as tendências globais ao mesmo tempo que conta a história das raízes brasileiras.
Ainda, a arquiteta afirma: “Desde sempre, o que nos diferenciou dos outros países e nos tornou atraentes foi o nosso jeito de ser e de fazer. De ver o mundo. Não sobre o estereotipado ‘jeitinho brasileiro’, classificação carregada de preconceitos, que não representa a verdade do que somos. Nem a honestidade com a qual lutamos e nem os sonhos que carregamos dentro de nós.”
Portanto, para as empresas, essa conexão entre cor e cultura representa uma poderosa estratégia de negócios. Os produtos que incorporam as cores do Color Trend 2025 não apenas se destacam no mercado, mas também promovem uma história autêntica e rica, aumentando seu apelo e valor percebido pelos consumidores.
Perante isso, Matos destaca: "Conteúdos originários e diaspóricos são os elementos culturais de maior valor no jogo hoje". Bem como destaca a importância de girar a roda da economia com ética, justiça e reparação social.
O impacto do Color Trend na sociedade e no mercado global
Portanto, o Color Trend 2025 vai além da simples aplicação de cores em produtos plásticos. Ele representa um movimento de valorização cultural e inovação que está conquistando espaço globalmente. Isso porque empresas de diversos segmentos estão adotando essas cores, reconhecendo o valor único que elas trazem ao diferenciar seus produtos no mercado.
Com a aplicação do estudo a vários segmentos, Moreira conta: “No início, acreditávamos que esta iniciativa seria apenas para os segmentos de utilidade doméstica, brinquedos e puericultura, e construção civil. Contudo, nos enganamos, pois todos os demais segmentos do plástico, incluindo as embalagens, passaram a adorar as cores do Color Trend.”
Diante disso, entende-se que o Color Trend, além de impulsionar a competitividade, também coopera para a afirmação de uma imagem positiva do país. Afinal, esta iniciativa se trata de exemplo de como a criatividade e a inovação geram valor econômico e cultural.
Sem contar a importância da colaboração e da visão estratégica na construção de um futuro mais sustentável e inclusivo.
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No dia 21 de maio, representantes da Indústria Química brasileira reuniram-se com o Governo. A Indústria do Plástico e 15 setores de consumidores dos produtos solicitaram na última sexta-feira (24), uma audiência com o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro tem como objetivo tratar do possível aumento das alíquotas de importação de resinas termoplásticas.
De acordo com as entidades setoriais, a elevação do imposto traz desequilíbrio ao mercado de embalagens e artefatos de plástico. Assim como afeta a inflação de produtos essenciais, incluindo itens de cesta básica, por exemplo. E ainda, em programas como Minha Casa, Minha Vida e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
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Durante a reunião com o setor químico, o presidente e ministros debateram sobre ações para fortalecimento da atividade. Incluindo e elevação de tarifas para conter o avanço das importações da China. A lista apresentada pela Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) contempla mais de 60 produtos, cujas compras externas saltaram nos últimos meses.
Nesse sentido, contra esse pleito e lideradas pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), entidades que representam as indústrias de perfumaria e cosméticos, higiene e limpeza, artefatos de borracha, não-tecidos, tintas, colchões, brinquedos, eletroeletrônicos, produtos farmacêuticos, alimentos e biscoitos, fibras poliolefínicas, tecidos e confecções, calçados e construção civil desejam mostrar “a importância do equilíbrio tarifário à manutenção das atividades industriais no Brasil”.
Indústria aponta os possíveis impactos do aumento das tarifas
Assim, conforme a Abiplast, o aumento tarifário das resinas, que vai de 12,6% para 20%, traria um impacto negativo sobre a competitividade da indústria e dos consumidores finais. De modo que impactaria a política “Nova Indústria Brasil”, que busca fortalecer a atividade industrial no país.
Além disso, a entidade comenta: “Históricos anteriores, como o aumento da alíquota de importação de resinas em 2012, mostram que tais medidas foram revertidas devido aos impactos inflacionários”.
Ainda, o setor plástico indica que a tarifa média de importação de resinas nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), é menor do que a aplicada no Brasil. Assim como mantém em vigor as medidas de antidumping para alguns desses produtos petroquímicos.
Na reunião do dia 21, a Indústria Química ressaltou para Lula que se trata de "momento crítico". Pois isso aconteceu devido o aumento das importações em certos setores, especialmente dos produtos chineses. De forma que resultou em uma queda de R$ 8 bilhões na arrecadação de tributos federais no ano passado.
Segundo a Abiquim, existe um surto de importações de produtos químicos, com crescimento de 30,9% para 65 itens.
Diante disso, o presidente-executivo da entidade, André Passos, aponta: “Precisamos de medidas assertivas para combater o aumento da participação das importações no consumo de químicos”.
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Pesquisadores criam plástico a partir de algas marinhas
Na Califórnia, pesquisadores da UCSD (Universidade da Califórnia San Diego), e da empresa Algenesis Materiais, desenvolveram um novo tipo de plástico proveniente de algas marinhas. Este novo material promete se decompor rapidamente se exposto a bactérias específicas.
Diante da descoberta, o Dr. Michael Burkart, líder da equipe de pesquisa da UCSD e co-fundador da Algenesis Materials, reforçou a importância desse avanço em momento. Afinal, como destaca Burkart, a sociedade busca alternativas para lidar com o descarte irregular de plástico.
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Sendo assim, o novo plástico possui classificação de poliuretano. Bem como possui projeção para decompor-se em um curto período de tempo quando exposto a microrganismos presentes no composto orgânico. Assim, em testes a equipe notou que após 90 dias cerca de 68% do novo plástico se decompôs, chegando a 97% em sete meses.
Além disso, o plástico biodegradável não compromete a funcionalidade diária de uso, pois apenas em condições ideais de umidade e exposto a microorganismos o processo de decomposição acontece.
Assim, os pesquisadores ressaltam que ao se decompor pelos microbios, o material libera dióxido de carbono em quantidades semelhantes às obtidas quando os mesmos micróbios decompõem materiais vegetais, como a celulose.
Ainda, identificou-se bactérias que sobrevivem somente se alimentando do novo plástico. Portanto, esse avanço demonstra um caminho com múltiplas alternativas do material, ampliando suas aplicações, pois inclui desde embalagens de alimentos até produtos têxteis.
Desse modo, com a possibilidade de aplicação em larga escala, a Algenesis Materials pretende oferecer ao mercado uma ajuda para uma transição para uma economia mais circular e menos dependente de recursos não renováveis.
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Think Plastic Brazil leva 27 empresas a Expo Pack México
O Think Plastic Brazil, um portfólio de soluções para o setor de produtos plásticos transformados no processo de industrialização para mercados-alvo, participa pela 8ª vez da Expo Pack no México entre os dias 4 e 7 de junho, no EXPO Santa Fe, na capital do país.
Sendo a feira mais tradicional do México, o evento une compradores de todo o país, assim como atrai compradores da América Central e do Caribe. Isso acontece porque a Expo Pack se destaca como uma feira estratégica para o mercado nacional.
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De acordo com os dados da Asociación Nacional del Plástico A.C. do México, o consumo de plástico no país em 2022 chegou a 7 milhões de toneladas métricas. Assim, do total, estima-se que 43% siga para envases e embalagens.
Nesse sentido, Carlos Moreira, diretor-executivo do Instituto Nacional do Plástico e de Projetos do Think Plastic Brazil, indica o México como um local de grande oportunidade para o segmento de embalagens das empresas associadas que participaram do evento.
Dessa forma, o evento, que conta com aproximadamente 20 mil pessoas por edição, se revela como uma porta de entrada para que empresas brasileiras iniciem seus processos de internacionalização para as Américas e o Caribe.
Portanto, com a cooperação do do Think Plastic Brazil, 27 empresas estarão na feira: Antilhas Embalagens, Canguru Embalagens, Copobras S/A, Cristal Embalagens, Cristal Master, Cromex S/A, Embaquim, Fibrasa S.A, GDM Indústria e Comércio, Globoplast, Igaratiba, Inplasul, Jaguar Plásticos, Mello Descartáveis, Multinova, Parnaplast, Plaszom, Pulit, Rafitec/Propex, Replas, Sílica Sul, Teixeira Têxtil e Zaraplast. A Valgroup e Videplast estarão com mais de uma empresa do grupo presente na feira.
O Think Plastic Brazil estará no estande B1435, em sua 9ª participação no evento.
México se destacou como 9º principal destino de exportações em 2023
Em 2023, o país se configurou como o 9º principal destino das exportações das empresas associadas pelo Think Plastic Brazil, somando US$ 11.754.246.
Em comparação, no ano de 2022 o México ocupou a 11ª posição com exportações de US$ 15.810.727. Apesar do valor exportado se mostrar maior em 2022, a posição indica que o México avançou em 2023. Afinal, em 2023, a vertical de embalagens somou 68,71% do total exportado para o México.
Apesar da queda de US$ 644.774.131 em 2022 para US$ 431.991.813 em 2023 do total exportado pelas empresas associadas, a baixa indica que 33% das exportações totais do Brasil, sendo de associados ou não, para o México subiram 9,2%. Assim, indo de US$ 130.915.722 em 2022 para US$ 142.911.863 em 2023.
Perante isso, Moreira explica: “É importante considerar que algumas empresas podem ter exportado sob diferentes NCMs, o que não foi registrado, dificultando a mensuração precisa do desempenho com o apoio do portfólio Think Plastic Brazil. Ainda assim, podemos concluir que o México é um mercado significativo e promissor. As empresas apoiadas pela vertical de embalagens devem, de fato, investir nesse mercado para maximizar as oportunidades de crescimento e expansão”.
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Vaso decorativo de plástico reciclado, computadores Positivo com plástico biocompostável e prêmio para sandália de plástico vegana
Casal empreendedor cria vasos de plástico reciclado
A empresa RotoArte Vasos Decorativos, focada em redefinir decoração através da sustentabilidade, já reciclou aproximadamente 50 toneladas de plástico, transformando-os em artigos decorativos. Fundada por Luiz Antônio Silva em 2018, a empresa tem como base para suas produções a inovação, beleza e compromisso sustentável.
Nesse sentido, a empresa surgiu diante da habilidade empreendedora de Rosangela Aparecida da Silva, sua esposa e tecedeira de palha de milho por tradição familiar. A partir de então, novas demandas exigiram inovação, assim a RotoArte adotou a prática de transformar resíduos plásticos.
Com o intuito de criar vasos únicos e sustentáveis, a empresa passou a usar a técnica de rotomoldagem para criar produtos recicláveis duráveis. Sobre a prática, Antônio explica: “Investimos em maquinário que nos permite reaproveitar todo o resíduo plástico. Nada é descartado. Os defeitos são micronizados e voltam ao processo de produção, garantindo um ciclo de produção sustentável.”
Ainda, ele ressalta: “Nossa produção é focada em qualidade e sustentabilidade. Acreditamos que é possível criar produtos bonitos e duráveis, utilizando matérias-primas recicláveis e técnicas que minimizem o impacto ambiental.”
No momento, a RotoArte atua com três máquinas de rotomoldagem e cerca de 250 moldes diferentes, desse modo, eles conseguem produzir em média 150 vasos por hora com as três máquinas operando. De acordo com o empreendedor, a empresa permanece investindo em novos modelos e em tecnologias.
Positivo e VAIO inserem bioplástico em suas produções
A partir de agora, os modelos de computadores da linha Positivo, Positivo DUO, VAIO FE14 e VAIO FE15, assim como os que serão lançados este ano, contarão com envelopamento de bioplástico proveniente da fermentação da cana-de-açúcar.
Nesse sentido, o material trata-se de um saco plástico biocompostável com material da ERT e produzido pela Label Packing, um fabricante de embalagens industriais e de varejo de Manaus, Amazonas.
Sobre a adoção deste material, Graciete Lima, responsável pelo Programa de Corporate Venture Capital da Positivo Tecnologia, explica: “A substituição das embalagens de plástico comum pelo plástico biocompostável da ERT é o primeiro passo de um projeto para tornar os equipamentos produzidos pela Positivo Tecnologia cada vez mais sustentáveis. Além de alinhados às melhores práticas e tecnologias disponíveis no mercado. Estamos avançando nas pesquisas de aplicação da resina produzida pela ERT e estamos animados com os resultados”.
A fabricação dos notebooks Positivo e VAIO embalados com o bioplástico da ERT acontece em Ilhéus na Bahia e em Manaus. Além disso, Lima afirma que a marca visa trocar os calços em EPS para uma solução mais sustentável.
Criadora da sandália de plástico vegana ganha premiação por empreendimento
A brasileira Isabela Chusid, criadora da Linus, primeira sandália de plástico vegana nacional, ficou em segundo lugar no na categoria América Latina e Caribe do Cartier Women's Initiative Awards. A cerimônia de premiação aconteceu nesta semana, em Shenzhen, na China.
Diante disso, a empreendedora afirma: “Estou honrada por receber esse prêmio e representar uma parte das empreendedoras brasileiras, além de toda a comunidade Linus que faz parte desse prestígio. Tenho certeza de que esse reconhecimento vai acelerar o nosso momento atual de expansão internacional e nos ajudar a nos tornarmos referência no mercado global de lifestyle sustentável”.
Em 2006 nasceu o Cartier Women's Initiative Awards, programa global da maison francesa, que seleciona e premia mulheres empreendedoras, de diferentes países e setores. A iniciativa busca destacar ações de mulheres empreendedoras que atuam em negócios focados em gerar impacto positivo.
Com isso, visam gerar impacto positivo em pelo menos um dos três pontos da sustentabilidade, isto é, social, ambiental e econômico.
Os prêmios regionais foram disputados nas categorias África Anglófona e Lusófona, Ásia Oriental, Europa, África Subsaariana, Francófona, Oriente Médio e Norte da África, América do Norte, América Latina e Caribe, Oceania e Ásia do Sul e Ásia Central.
Portanto, em primeiro lugar ficou a peruana Marlene Molero Suàrez, fundadora da Elsa by Gender Lab, que ajuda empresas a prevenir o assédio sexual no ambiente de trabalho. Enquanto na terceira posição está a colombiana Mercedes Bidart, criadora da Quipu, plataforma que facilita o acesso de microempresas ao crédito.
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