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Artigo por Marcos Vinholes, consultor técnico na empresa Valori Treinamento e Consultoria mostra como é importante conhecer e entender sobre os produtos feitos de plástico

Tenho o costume de “pensar em voz alta”. Junto com isso, a mania de tentar identificar de que material as coisas são feitas, como as feitas de plástico. Normal, afinal, sou engenheiro de materiais e essa curiosidade foi um dos motivos que me fez ter essa formação.

Eu tinha pouco tempo de formado e estava numa mesa de lanchonete com minha família, onde tinha um saleiro bem colorido e bonito que me chamou a atenção. 

Peguei o saleiro, olhei, olhei e espontaneamente saiu um “do que isso é feito?”. A resposta da minha irmã foi rápida, mas espontânea e acompanhada de um certo olhar de censura: “isso é feito de plástico!”.

Essa cena me marcou. Todavia, pouco tempo depois, já trabalhava na área de assistência técnica há uns bons anos e comecei a dar aulas em um curso técnico de plásticos.

Sempre observei que, por mais experientes que alguns “plastiqueiros” fossem, alguns tratavam os plásticos com o mesmo olhar simplista da minha irmã de que “plástico é tudo igual”.

Acho que muitas vezes isso justificava uma certa teimosia comum em diversas empresas em não seguir os parâmetros recomendados pelo fornecedor para se processar um certo material. E muitas vezes o preço pago por esta “teimosia”, afinal, plástico é tudo igual.

A importância de conhecer os diferentes tipos de plásticos

Hoje, tendo percorrido mais de 25 anos nesta estrada, exercendo funções nas mais diversas áreas, incluindo ensino e nos últimos anos consultoria, vejo que por mais que se tenha acesso à informação,  a área de plásticos continua carente no que tange às matérias-primas (chamo matérias-primas a área que trata de resinas e aditivos) e como consequência disso, vejo muitas falhas na especificação de materiais para certas aplicações.

É comum encontrar casos em que o material está superdimensionado. Costumo brincar e dizer que é como se colocar um banco de couro em um carro muito velho.

Claro que também há aplicações onde o material está sub dimensionado, está “faltando propriedades para o material”.

Mas nesse caso, mais cedo ou mais tarde a gente acaba descobrindo nos testes de qualidade ou em campo, que há um problema com o material e “subimos a barra”, por assim dizer.

O caso do material superdimensionado é, na minha opinião, mais cruel. Isso porque acabamos usando um material desnecessariamente mais nobre e consequentemente mais caro, reduzindo a margem de lucro ou mesmo inviabilizando um produto ou projeto.

Portanto, isso ocorre muitas vezes pela falta de conhecimento das opções de materiais disponíveis, ou mesmo de aditivos que poderiam “turbinar” um material, adequando-o para uma certa aplicação.

O produto de plástico mais otimizado

Outro ponto que acho importante destacar, é que neste mercado os fornecedores de resinas costumeiramente tem profissionais altamente gabaritados e competentes. Afinal, estes profissionais oferecem seu suporte técnico no desenvolvimento de novas aplicações e peças.

Porém, sempre tentam puxar a brasa para a sua sardinha, especificando o seu material, que não necessariamente é o mais indicado para a aplicação em questão.

Neste aspecto, entender e conhecer os mais diferentes plásticos e suas características torna-se extremamente necessário. Para dessa forma, fazer o seu produto nascer com o material mais otimizado possível em todos os aspectos (técnico e econômico).

É neste cenário que aceitei a incumbência de escrever uma coluna neste portal.

Vou tentar compartilhar, da forma mais isenta possível, a minha experiência. Espero ser útil e contribuir para que mais coisas sejam feitas em plástico. 

*Artigo por Marcos Vinholes, consultor técnico na empresa Valori Treinamento e Consultoria.

Leia também Inovação industrial: 82% das pequenas empresas inovam.

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O C6 Bank lança o Acqua, primeiro cartão biodegradável do Brasil, feito com PLA 

Com o objetivo de incentivar práticas mais sustentáveis e que beneficiem a preservação do meio ambiente, o banco passa a disponibilizar o primeiro cartão biodegradável, composto em 80% por PLA, ou ácido polilático, produzido a partir do amido de milho.

Enquanto um cartão de plástico tradicional, feito de PVC, leva 400 anos para se decompor na natureza, o Acqua leva de seis meses a dois anos para completar sua decomposição em condições próprias de compostagem. 

Todavia, o cartão biodegradável só não tem PLA em toda sua composição por conta da presença de chip, tarja magnética e outros componentes menores.

O Acqua pode ser solicitado por qualquer cliente pessoa física do C6 Bank, tanto os que têm cartão C6, sem anuidade, quanto os que têm o C6 Carbon, versão premium do plástico do banco, ou C6 Platinum.

Contudo, para clientes novos, o cartão biodegradável adquire-se de maneira gratuita. Mas, para clientes que já têm algum cartão do C6 Bank e querem usar o Acqua, é necessário pagar uma taxa de emissão ou pedir um cartão adicional.

O banco diz que o lançamento do cartão biodegradável, é mais uma iniciativa a fim de contribuir com a saúde do planeta em diversas frentes. 

O C6 Bank também se comprometeu com o plantio de 25 mil árvores até 2022. Tal meta faz parte da Coalizão Planeta Priceless, inciativa de diversos setores para combater mudanças climáticas.

Alexandra Pain, head de marketing e impacto social do banco, diz “Entendemos que é dever de toda empresa, e de toda a sociedade, zelar pela vida do planeta e garantir o futuro das próximas gerações por meio de iniciativas que incentivem mudanças de hábitos, mas também que contribuam de forma prática com a preservação da biodiversidade”.

Compra de créditos de carbono

Além do cartão biodegradável, clientes do C6 Bank também poderão comprar créditos de carbono com o sistema de pontos do banco, chamado Átomos. 

A novidade é fruto de uma parceria com a Carbonext, empresa que atua no desenvolvimento de projetos de proteção florestal.

Cada unidade de crédito de carbono oferecida na C6 Store equivale a uma tonelada de carbono que deixa de ser liberada na atmosfera. 

Esses recursos viram incentivo financeiro para projetos de desenvolvimento sustentável e proteção da floresta Amazônica.

Desta forma, o cliente que adquire o crédito de carbono reduzirá, ou até neutralizará, a própria pegada de carbono. Em suma, se trata do cálculo da quantidade de emissão de gases do efeito estufa derivada das ações e escolhas de cada um.

Para comprar basta acessar a C6 Store no aplicativo, procurar a categoria “Crédito de Carbono” e escolher a quantidade de créditos que deseja compensar. Dessa maneira, juntamente com o cartão biodegradável, a empresa favorece as ações sustentáveis.

Leia também os esforços da indústria para atingir as metas na China.

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Artigo com base estudo da Kantar, aponta que os latino-americanos demonstram maior preocupação com desperdício e qualidade da água quando o assunto é preservação do meio ambiente

Foi recentemente anunciado pela Maxiquim que o volume de resíduos consumido pelas recicladoras no Brasil teve alta de 5,8% durante a pandemia.

Contudo, as prioridades dos consumidores ainda são outras quando o assunto é a preservação do meio ambiente, principalmente se ampliarmos a análise para a América Latina. 

Segundo estudo ‘Who Cares, Who Does?’, da Kantar, os latino-americanos demonstram maior preocupação com desperdício e qualidade da água, do que reciclar seus resíduos.

Questões sobre a reciclagem de resíduos de maior foco

Em relação aos 17 ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos em 2015 pela ONU, a serem alcançados até 2030 para proteger o meio ambiente e o clima do planeta, os respondentes sinalizaram como prioridades na esfera social: 

Em seguida, no âmbito do meio ambiente, as principais preocupações são:

Todavia, apesar dessa preocupação com desperdício de água, menos de 1/3 diz que limitará o uso de água no banho no próximo ano.

Para 62% dos respondentes, a pandemia tornou a questão da sustentabilidade mais importante do que era antes e 35% acreditam que governos/políticos são os maiores responsáveis pelo combate aos danos ao meio ambiente, número que chega a 46% entre os brasileiros.

Mas o consumidor ainda faz pouco pelo meio ambiente, apesar de ter consciência do impacto de suas ações. 38% dos entrevistados pela Kantar gostariam de fazer mais pelo planeta, mas não agem para isso.

Contudo, muitos não sabem como agir

Daí a importância da indústria de embalagens capitanear, sempre que possível, campanhas de conscientização cujo mote poderia ser: consumo consciente, descarte inteligente. 

É preciso ensinar para este consumidor, por exemplo, que o plástico é reciclável e que, ao ser reciclado, se transforma em uma matéria-prima com valor, dessa forma, incentivar a reciclar resíduos.

Além disso, segundo os especialistas, é preciso desmistificar o consumidor EcoActive, fazendo com que deixe de ser nicho e tenha esta mentalidade ‘ambientalmente ativa’ introjetada em suas ações e escolhas cotidianas.

Todavia, se pensarmos que os EcoActives devem chegar a quase metade da população em 2029, é urgente que as marcas considerem cada vez mais esse público e atuem de maneira efetiva e com um propósito legítimo de educá-lo, conscientizá-lo e fidelizá-lo à causa ambiental. 

Portanto, as ações deixam de ser modismo ou causas isoladas, para permear um novo modelo mental de consumo e de descarte que se baseia na reciclagem e na circularidade dos materiais de embalagem.

Identificando os consumidores para reciclar seus resíduos

O estudo Who Cares, Who Does? divide os consumidores em três grupos de relação com o meio ambiente:

Na América Latina o número de EcoDismissers caiu de 65% em 2019 para 47% em 2021. Os EcoActives, que eram 11% em 2019, passaram para 16% este ano, bem como os EcoConsiders foram de 24% para 37%. 

No entanto, globalmente, se viu a mesma tendência. No entanto, no Brasil houve movimento inverso de EcoDismissers, que eram 68% em 2019 e agora são 71%. 

Os EcoActives brasileiros são apenas 8%; menor taxa entre os países pesquisados, apesar de ter aumentado 2% em dois anos. 

Nesse sentido, o Chile é o país com consumidores mais conscientes quanto à sustentabilidade, tendo 31% de EcoActives, grupo que deve se tornar a metade da população até 2029, ressaltando a importância de questões ligadas ao meio ambiente e consumo consciente para as marcas e agindo para reciclar resíduos.

Os hábitos de compra dos consumidores



Ao analisar os hábitos de compra desses consumidores, a grande maioria (63%) diz tentar comprar produtos com embalagem eco-friendly, mas apenas 25% evitam embalagem de plástico, apesar de ela ser considerada a mais danosa ao meio ambiente pela maioria (55%) na região.

Sobre itens que levam em conta ao comprar um produto, a maioria respondeu que procura embalagens que possam ser recicladas (49%) ou feitas de material reciclado (39%).

No entanto, embalagens zero carbono aparecem como escolha de apenas 11% dos latinos.

A educação sobre reciclagem se mostrou um grande desafio em todos os países da amostra da Kantar. Eventualmente, consumidores latinos ainda têm dúvidas sobre o que pode ser reciclado, como reciclar e onde obter informação. 

No Brasil, 36% não têm certeza dos produtos que podem ser reciclados e 46% não sabem onde e como descartar invólucros biodegradáveis.

Consumidores revelaram grande influência das ações das empresas em suas escolhas. 

64% disseram ter parado de comprar produtos e/ou serviços devido ao seu impacto negativo ao ambiente e 68% migraram para outros de impacto positivo. 

Marcas de bens de consumo massivo, que têm boa relação com EcoActives, são as que progrediram mais rápido nos últimos anos. No Brasil, de junho de 2020 a junho de 2021, o crescimento delas foi de 51%.

O estudo trouxe as 10 marcas mais lembradas pelos latinos pela sua responsabilidade ambiental. Entre elas aparecem três brasileiras: Natura, O Boticário e Ypê. 

A lista completa, em ordem, é: Coca-Cola, Natura, Nestlé, Omo, Ypê, Colgate, Bimbo, Avon, Gloria e O Boticário.A edição América Latina do estudo Who Cares, Who Does? entrevistou 18.300 pessoas de Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Peru e México.

Leia também - Não basta apenas reindustrializar – artigo pela ABIMAQ



*Liliam Benzi é especialista em comunicação, marketing e desenvolvimento de negócios e de estratégias para B2B, com ênfase no setor de embalagens. Também atua como editora de publicações e Assessora de Comunicação de diversas empresas e entidades, entre elas a ABIEF.

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Artigo por Fabiano Sant Ana explica como aplicar boas práticas ESG aliado a tecnologia 

O tema ESG, sigla em inglês para environmental, social and governance, que é usado para medir as práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa, nunca esteve tão em alta. 

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), promovida em novembro pela Organização das Nações Unidas (ONU), trouxe ainda mais holofote para o assunto. 

Todavia, o desafio das corporações agora é colocar em prática as principais iniciativas acordadas no evento.

Para isso, a tecnologia é fundamental na aceleração da agenda ESG.

Os impactos positivos do ESG às empresas

Uma pesquisa feita pela Toro Investimentos mostrou que empresas com boas práticas ESG correm menos riscos de enfrentarem problemas, como por exemplo:

Da mesma forma, segundo o estudo, essas empresas são mais responsáveis, eficientes e tendem a ser mais perenes.

Contudo, apesar dos benefícios serem visíveis, um dos maiores desafios encontrados pelas empresas atualmente está na gestão do ESG. 

Capturar, organizar e analisar dados sobre diferentes iniciativas, com públicos, impactos e objetivos diversos, é imprescindível para garantir a assertividade das ações, promovendo a gestão do ESG de ponta a ponta. 

O papel da tecnologia no ESG

É aí que a tecnologia tem feito a diferença, contribuindo para que as empresas entendam como estão na jornada de adoção das práticas e, também ajudando a evoluírem em cada um dos pilares.

Para representar e hierarquizar essas iniciativas de ESG, a ferramenta mais utilizada é a matriz de materialidade.

Ela é complementar aos relatórios anuais de sustentabilidade (GRI - Global Reporting Initiative), que traz indicadores ambientais, sociais e econômicos dentro das empresas. 

Além disso, a materialidade é o princípio que determina quais tópicos relevantes são suficientemente importantes para o relatório.

Para se definir a matriz de materialidade de um tópico é feita uma combinação de fatores internos e externos. Para isso, precisa-se ouvir todas as partes interessadas, como clientes, fornecedores, acionistas, comunidade, entre outros. 

Além de ser uma ferramenta importante para auxiliar no direcionamento estratégico das organizações, a matriz de materialidade é fundamental em vários aspectos, inclusive para avaliar se há omissão ou distorção de uma informação.

A tecnologia e o desenvolvimento sustentável de empresas

A tecnologia contribui para o desenvolvimento sustentável, principalmente quando aliada a soluções inovadoras para a mensuração de dados e informações. 

Ela auxilia na estruturação, organização e no acesso às informações que ajudam na tomada de decisão.

A velocidade das ações ESG não permite mais um relatório anual, que apenas retrata o passado. 

É preciso transformar dados em informações em tempo real, permitindo a visibilidade, acompanhamento, além da identificação de perdas e de oportunidades.

A adoção de tecnologias como inteligência artificial, machine learning, deep learning e cloud é uma grande aliada para um correto acompanhamento da matriz de materialidade. 

Dessa forma, permitindo não apenas o acesso aos dados da própria empresa como também das médias das iniciativas de ESG adotadas por outros players do mercado. 

A partir da geração dessas informações, as empresas podem ajustar suas métricas, visando estabelecer requisitos mínimos e máximos para suas práticas.

Fazer uma gestão unificada, integrada e inteligente do ESG é fundamental para ajudar empresas de todos os portes e segmentos na adoção das práticas de sustentabilidade de maneira real e constante – e não apenas como estratégia de marketing. 

O consumidor está cada vez mais informado e exigente, demandando que as empresas assumam e cumpram seus compromissos ambientais, sociais e de governança. 

E a tecnologia é um dos pilares que traz ainda mais facilidade à prática ESG.

Ampliando as possibilidades para que seu negócio se mantenha em dia.

*Atigo por: Fabiano Sant Ana, Head de Inovação, Digitalização e Práticas ESG na Seidor Brasil, consultoria Global na área de Negócios e Inovação.

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias, dicas e curiosidades do mercado do plástico pelo mundo. Antecipadamente, hoje você vai ver mais sobre a nova solução para limpeza dos oceanos, a ‘ilha flutuante’ para recolher plástico no mar e o colecionador com quase 2 mil objetos de plástico em casa.

Nova solução para limpeza dos oceanos filtra microplásticos usando ondas acústicas

Pesquisadores descobriram recentemente uma nova técnica para limpar os oceanos dos microplásticos. Em suma, os microplásticos são partículas de polímeros sintéticos pequenas oriundas da produção de lixo humana.

A maior parte dessas partículas ficam acumuladas no oceano e, por isso, elas colocam a vida marinha em risco. Mas os cientistas estudam a possibilidade de usar ondas acústicas como uma solução para esse problema.

Na pesquisa, em suma, os pesquisadores utilizaram alto-falantes para saber como os microplásticos se comportam frente a ondas acústicas.

Portanto, ao fazer o experimento, os pesquisadores descobriram que as ondas são capazes de separar os microplásticos. Do mesmo modo, eles fizeram um tubo com três divisórias e o canal do meio concentrou 58% das partículas de plástico em água do mar e 56% dos microplásticos em água doce.

Agora, os pesquisadores desejam entender quais são as frequências mais adequadas e qual o volume do som que pode ser ainda mais eficiente para fazer esse tipo de limpeza no oceano.

No entanto, caso resultados animadores apareçam, os cientistas desejam aplicar sistemas de teste para melhor a higiene do mar e garantir que as águas oceânicas estejam cada vez mais seguras para a vida marinha com a limpeza do oceano.

Por fim, outra missão é fazer com que as ondas não afetem a vida de peixes e outros animais.

Leia também combustível de plástico.

Arquiteta desenvolve ‘ilha flutuante’ para recolher plástico no mar

A arquiteta eslovaca Lenka Petráková desenvolveu um “continente flutuante” de 900 mil m² capaz de recolher objetos plásticos, realizando a limpeza do oceano e usá-los para produzir energia para a estrutura.

Além disso, o projeto foi premiado internacionalmente em categorias que avaliam as inovações para o mar.

Batizado de Oitavo Continente, a estrutura auto sustentável tem como objetivo recolher o plástico que flutua na região norte do oceano Pacífico, área conhecida por concentrar grandes quantidades de resíduos. 

O topo do Oitavo Continente tem como projeto abrigar, por exemplo:

Na estrutura central da Ilha Flutuante funcionarão os aposentos dos funcionários, usinas de reciclagem do material coletado e um observatório, além da torre de navegação.

A criadora espera que o projeto possa ser financiado por alguém de alta renda.

Colecionador de objetos de plástico monta galeria com quase 2 mil peças em casa

Há quase 40 anos, o acadêmico Gerson Lessa coleciona objetos dos mais diferentes tipos de plásticos. São cadeiras, rádios, mesas, telefones e centenas de outros objetos que ele guarda com absoluto cuidado no apartamento onde mora, em Niterói, no Rio de Janeiro.

A obsessão pelos objetos veio ainda na época da faculdade, quando sua turma visitava fábricas para analisar os materiais que eram produzidos. Em 1985, Gerson encontrou o livro que mudaria sua vida perdido em uma livraria.

Era “Classic Plastics”, da pesquisadora britânica Sylvia Kats. Quando o professor abriu as páginas da obra, percebeu que ali sua vida mudaria para sempre. 

As imagens de utensílios domésticos analisadas sob a perspectiva do design fizeram com que ele quase que imediatamente decidisse começar a coleção. A decisão até hoje o faz receber olhares tortos e críticas pouco esclarecidas, como ele mesmo diz, de conhecidos. 

O acervo de objetos de Gerson foi criado a partir das mais variadas buscas. Antes da pandemia, ele era figura carimbada em feiras de antiguidade não só no Rio de Janeiro, como em outras cidades pelo Brasil.

Por outro lado, sempre buscou produtos do seu interesse em sites de leilão, como o eBay, ou simplesmente andando pela cidade mesmo.

Estas e mais matérias sobre o mundo do plástico você encontra aqui na Plástico Virtual, com notícias atuais e conteúdos de valor sobre todo o setor.

O controlador de temperatura é um equipamento que possibilita assegurar a temperatura exata de um processo de fabricação, garantindo, dessa forma, que ele esteja apto para alcançar melhores resultados finais.

Quando aplicado na indústria, o equipamento é uma das tecnologias mais importantes para a correta fabricação de produtos. 

Portanto, está se tornando cada vez mais importante para os fabricantes não apenas determinarem a temperatura adequada para cada etapa da produção, mas também monitorar a temperatura durante o processo.

Por isso, independentemente do tipo de indústria, é fundamental que haja um sistema de controle de temperatura em funcionamento. 

Como funciona o controlador de temperatura?

Este equipamento na operação de fabricação, é responsável por garantir que as etapas do processo funcionem dentro da faixa padrão. 

Eles medem continuamente a temperatura, dessa forma, comparando e corrigindo-a com a temperatura especificada na programação interna no controlador.

Os controladores de temperatura são equipamentos formados por uma entrada de sensor de temperatura e uma saída conectada a um dispositivo, como um aquecedor ou ventilado, por exemplo. 

Por isso, é essencial para quem deseja uma temperatura estável e controlada, independente de mudanças no ambiente. 

O equipamento é usado nas indústrias e sua operação é da mesma forma. No ambiente industrial se utiliza vários tipos de sensores que medem a temperatura e a comparam com a desejada. 

Algumas dessas aplicações são, por exemplo:

Além disso, existem alguns tipos de controladores, como:

Leia também o que são módulos de controle.

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A falta e o alto preço dificultam a compra de matérias-primas nacionais e importadas, que seguem como um grave problema para o setor produtivo

As dificuldades de compra de insumos e de matérias-primas afetaram em média 68% das empresas das indústrias extrativa e de construção em outubro de 2021, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Todavia, o percentual é um pouco menor do que em fevereiro deste ano, quando 73% das empresas relataram o problema. 

Apesar da ligeira queda, a situação está bastante complicada e mais da metade das indústrias avalia que esse desajuste só terá fim a partir de abril de 2022.

Os setores que mais sofrem pela dificuldades na compra de matéria-prima

Em 18 dos 25 setores da indústria de transformação consultados, ou seja, mais de dois terços das empresas afirmaram que, mesmo em negociações com o valor acima do habitual, está mais difícil a compra de matéria-prima no mercado doméstico. 

Esse problema aflige, por exemplo:

Além disso, também 77% das indústrias de equipamentos de informática e produtos eletrônicos e 76% do setor de bebidas, por exemplo. 

Entre os setores que dependem de insumos importados, 18 deles também relataram o mesmo problema: a dificuldade na compra de insumos, mesmo que se decida pagar a mais por ela. 

Os setores mais afetados foram, nesse sentido: 

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, há pelo menos três explicações para a dificuldade na compra de insumos e não há solução fácil para nenhuma delas.

Azevedo diz “Há um buraco na produção industrial que ainda não foi resolvido.

A Sondagem Industrial de outubro mostrou ajuste nos estoques, é uma condição importante, necessária para resolver o problema, mas é um primeiro passo.

E esse ajuste ainda precisa se completar para uma série de setores”.

“Além disso, temos a expansão da demanda global de uma série de produtos, com os países voltando da crise. Esses fatores seguem provocando estresse nas linhas produtivas e a escassez de diversos insumos”, completa.

Contudo, segundo Marcelo Azevedo, há ainda um outro agravante que é elevado custo da logística, alto preço e baixa qualidade dos contêineres.

O gerente avalia “Alguns países estão buscando alternativas para esse problema dos insumos, como desenvolver fornecedores locais, mas não é algo que se faça rapidamente nem depende só da ação da vontade, e envolve custos”.

Produtividade na indústria volta ao nível mais baixo desde o início da pandemia

Além da dificuldade na compra de insumos , a queda da produtividade na indústria reflete o ambiente de incertezas, com a falta de insumos e pressão sobre custos de produção. 

Portanto, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo do indicador, que deve cair mais de 2%. 

A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, sendo assim, o momento mais grave para a economia da crise causada pela pandemia de Covid-19. 

O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais, mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Contudo, a pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano.

Mas, já as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação. 

A produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.

As consequências da dificuldade de compra de insumos

As quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, consequentemente, à recuperação da produtividade, explica a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha. 

No curto prazo, pesam dificuldades como a dificuldade na compra de insumos e a pressão sobre os custos de produção.

De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. 

A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.

Apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável.

Samantha Cunha afirma “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”.

Você também pode ver, sob ponto de vista de especialista, as expectativas para o valor de insumos neste fim de ano.

Todas as atualizações sobre a escassez e dificuldades de compra de insumos você encontrará no portal Plástico Virtual.

Com veracidade e rapidez nas informações, você se mantém sempre atualizado sobre o setor.

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Depois de superar a meta de plástico reciclado quatro anos antes do esperado, a companhia adota nova meta de 25% de plástico pós-consumo em suas embalagens até 2025

A SC Johnson, fabricante de marcas como OFF!, Exposis, Pato e Mr.Musculo, superou a meta de plástico reciclado quatro anos antes do previsto.

A companhia anunciou como nova meta o uso de 25% de plástico pós-consumo em suas embalagens até 2025, depois de já ultrapassar sua meta anterior de 15% este ano.

Atualmente, 19% das embalagens de plástico da SC Johnson são PCR, um aumento de 14% em 2020.

O anúncio ocorre no momento em que o progresso nas principais ações de redução da poluição, com meta de plástico reciclado, é publicado pela Ellen MacArthur Foundation em seu 'relatório de progresso do compromisso global da Nova Economia de Plásticos de 2021' (Você pode ler mais aqui).

Então, essa atualização marca a próxima etapa na jornada da SC Johnson em direção a um mundo sem resíduos. À medida que continua a perseguir uma série de metas ambiciosas para combater a redução da poluição por plástico.

Além da meta de plástico reciclado, incluem, por exemplo:

Sobre a SC Johnson

A SC Johnson é uma empresa familiar dedicada a produtos inovadores e de alta qualidade, à excelência no local de trabalho e ao compromisso de longo prazo com o meio ambientem bom como as comunidades onde atua.

Com sede nos EUA, a empresa é um dos principais fabricantes mundiais de produtos de limpeza doméstica e produtos de armazenagem doméstica, purificadores de ar, controle de pragas e cuidados para calçados, assim como produtos profissionais.

Contudo, a empresa comercializa marcas consagradas, como GLADE®, KIWI®, OFF!®, PLEDGE®, RAID®, SCRUBBING BUBBLES®, SHOUT®, WINDEX® e ZIPLOC® nos Estados Unidos e em outros países.

Estão entre suas marcas fora dos EUA: LYSOFORM®, AUTAN®, TANA®, BAMA®, BAYGON®, BRISE®, KABIKILLER®, KLEAR®, MR. MÚSCULO® e RIDSECT®. Com 134 anos de história, a empresa gera USD 10 bilhões em vendas, emprega aproximadamente 13 mil pessoas em todo o mundo e vende produtos em quase todos os países. www.scjohnson.com

Com sua ações sustentáveis, atingiu a meta de plástico reciclado quatro antes do esperado.

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias, dicas e curiosidades do mercado do plástico pelo mundo. Aqui você vai saber mais sobre o combustível de plástico reciclável, a exposição de lixo plástico e o jovem que ganhou o prêmio do Google com seu imã líquido.

Startup testa motor de foguete com combustível de plástico reciclável

A 'Pulsar Fusion', uma startup do Reino Unido que visa ser a principal força no setor de tecnologia de fusão nuclear da Europa.

Na última semana, testou um motor de foguete que utiliza combustível híbrido feito com polietileno de alta densidade (PEAD) e oxidante de óxido nitroso.

O PEAD, ou HDPE, é utilizado em ampla variação de produtos plásticos, como garrafas de bebidas e detergentes.

Em outras palavras, é visto como uma maneira singular de alimentar foguetes que necessitam de muita energia.

Para Richard Dinan, CEO da empresa, os resultados com o combustível de plástico reciclável foram satisfatórios, e a 'Pulsar Fusion' está entre as poucas companhias que construíram e testaram a tecnologia.

Ou seja, o uso de restos de plástico para o lançamento de foguetes é enxergado de forma positiva. Pois o material tem alta capacidade para poluir. Visto que ainda não é reciclado mundialmente da maneira adequada.

Portanto, a startup quer apresentar o motor de propulsão de fusão em teste estático até 2025, para então mandar um foguete à órbita, em 2027.

Leia também Plástico Verde em Tampas de Garrafas PET

Lixo plástico vira obra de arte pelas mãos de artista paulistano 

O que você faz com as sacolinhas plásticas que vem do mercado?

É possível fazer muita coisa, mas transformar em obra de arte é novidade.

Pois foi isso que fez o artista paulistano Eduardo Srur.

Ele trocou as tintas e pincéis para recolher o plástico jogado em ruas e rios, e transformá-lo em arte.

Assim nasceu a exposição virtual Natureza Plástica, onde ele faz releituras de quadros famosos, mas substitui as tintas pelo material plástico descartado.

Agora esse trabalho minucioso com o lixo plástico, realizado durante a pandemia, é admirado gratuitamente no site.

A galeria apresenta obras clássicas como O Grito, de Edvard Munch e Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci.

Traz ainda releituras de artistas consagrados, como Chaleira com Frutas, de Paul Cézzane;

A Grande Onda, de Katsushika Hokusai; Ninféias, de Monet e Noite Estrelada, de Van Gogh.

Cada trabalho acompanha conteúdo explicativo em áudio e texto. Como resultado, utilizam o Gigafoto, recurso para visualizar cada quadro com mais detalhes..

A exposição pode ficar ainda mais imersiva se o apreciador tiver óculos de realidade virtual e celular, reproduzindo a sensação do passeio em uma galeria física.

Leia também A economia para o uso de plástico

Estudante cria “imã líquido” que retira microplásticos poluentes da água

O estudante irlandês Fionn Ferreira, de 18 anos, desenvolveu um tipo de imã líquido que atrai e coleta microplásticos da água.

Com sua invenção de imã líquido, o jovem venceu a Feira Internacional de Ciências do Google.

Nos passeios que faz pelos rios do sul da Irlanda, o rapaz notou a grande quantidade de plástico, de variados tamanhos, presentes na água e no solo, inclusive no entorno das praias.

Decidido a fazer algo para mudar esse panorama, Fionn começou a pensar em um protótipo que removesse esses detritos sem prejudicar ainda mais o meio ambiente.

Ele estava numa praia e viu uma rocha com resíduos de derramamento de óleo e partículas de plástico presas a esse óleo, e se perguntou por que isso está acontecendo.

Descobriu então, que as partículas de plástico são o que chamamos de apolares, e o óleo também é apolar. Ou seja, então, eles se atraem.

Aprofundando mais no tema, Fionn descobriu o ferrofluido, e combinou-o com óleo vegetal e pó de óxido de ferro magnetizado.

Com esse composto, o jovem criou um "ímã líquido” que atrai quaisquer partículas de plástico através do magnetismo. Ao longo de meses, mais de 5 mil testes foram feitos para comprovar o método de Fionn.

Em conclusão, temos resultados animadores de 87% a 93% das partículas removidas da água. O protótipo do imã líquido apresentado na Google Science Fair de 2019 conquistou os jurados.

O próximo passo é encaixar o método em um dispositivo conectado a dutos de água domésticos, ou aos canos de uma estação de tratamento de esgoto, e permitir que o ferrofluido limpe continuamente a água que passa por ele.

O dispositivo pode ser instalado em uma máquina que seria montada em barcos.

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Pesquisa da CNI revela, no entanto, que apesar de a maioria ter inovado, em geral as pequenas empresas ainda não têm estrutura para tornar a inovação industrial uma atividade contínua.

As pequenas empresas sabem da importância estratégica da inovação para que se mantenham no mercado e sejam competitivas, mas ainda esbarram em dificuldades para inovar. 

É o que apresenta a pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizada pelo Instituto FSB Pesquisa junto a executivos de 500 indústrias de pequeno porte (de 10 a 49 empregados).

De acordo com os dados, 82% dessas empresas passaram por alguma inovação pelo menos uma vez nos últimos três anos.

No entanto, apesar de a grande maioria ter inovado, em geral as pequenas empresas ainda não têm estrutura para tornar a inovação uma atividade contínua. 

Segundo a pesquisa, 68% não possuem uma área de inovação e 76% não têm orçamento específico para inovação nem profissionais dedicados exclusivamente a esse fim. 

Mas para 57% dos executivos, a importância que a empresa dá para a inovação é alta ou muito alta.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, alerta que a inovação será cada vez mais importante no pós-pandemia.

Afirma que “A destinação de recursos financeiros para ciência, tecnologia e inovação será fundamental para o país sair forte da crise".

E complementa ser importante "Para a indústria buscar alternativas diante das incertezas que ainda se encontram as relações entre países, para enfrentarmos problemas como a falta de insumos para a produção nos mais diferentes setores”.

Ganhos com inovação industrial na pandemia

Todavia, os números mostram ainda que, durante a pandemia, 68% das pequenas indústrias inovaram e tiveram ganhos de lucratividade, produtividade e competitividade. 

De acordo com a pesquisa:

Entre as principais dificuldades para inovar durante a pandemia está o acesso a recursos financeiros de fontes externas à empresa, o que foi declarado por 20%. 

Na sequência, aparecem:

Do universo de 500 pequenas indústrias entrevistadas 78% sentiram o impacto da pandemia sobre seus negócios, sendo que:

Para 55% dos executivos, a cadeia de fornecedores ficou entre o primeiro e segundo aspecto mais impactado pela pandemia, seguido pelas vendas (50%) e pela relação com os trabalhadores (19%).

Reflexos da inovação na pandemia

A pesquisa revela também que 45% das pequenas empresas tiveram mais dificuldades em inovar por conta da pandemia.

No entanto, para 19% que considerava difícil inovar, o processo melhorou na pandemia. 

Os executivos consideram as parcerias importantes para inovação em suas empresas. Segundo eles, os principais parceiros que refletem na inovação industrial são: 

Em contrapartida, a inovação industrial é considerada essencial por 68% das pequenas empresas que não fizeram inovação nesse período.

Pensando num mundo pós pandemia, 80% afirmam que terão que investir em inovação para crescerem ou se manterem no mercado. 

As regiões Nordeste (93%) e Sul (81%), sob o mesmo ponto de vista, são as que mais acreditam na inovação para o futuro das empresas.

Avanços das tecnologias

Considerando a inovação industrial nesse período da pandemia, 78% das empresas avançaram, em algum nível, na adoção de novas tecnologias digitais.

Dessa maneira, 49% das empresas aumentaram o volume de vendas durante a pandemia, 47% estão produzindo com mais eficiência e 46% ampliaram o volume de produção. 

Dessa forma, é possível perceber como a inovação e adoção de novas tecnologias impactaram positivamente no desempenho das pequenas empresas durante a pandemia.

Então, os executivos destacaram, ainda, que a relação com o cliente e o marketing são os itens prioritários para o pós-pandemia. 

Já para os próximos 3 anos, as prioridades serão a ampliação do volume de vendas, a produção com menos custos e mais eficiência, além disso, o aumento do volume de produção.

Trabalho remoto durante a pandemia

O trabalho remoto mudou a realidade de muitas empresas, a princípio, durante a pandemia e nas pequenas indústrias o cenário não foi diferente. Nesse período, 43% das empresas adotam o trabalho remoto. 

As regiões Nordeste e Sudeste foram as que mais tiveram empregados em trabalho remoto, foram 52% e 45% das empresas, respectivamente.

Um total de 35% das pequenas empresas que adotaram o home office vão manter esse modelo em definitivo no pós-pandemia, enquanto outras 65% dizem que não pretendem aderir a esse modelo de trabalho.

Com as empresas adotando o modelo de trabalho remoto durante a pandemia, a adoção de novas ferramentas se fez necessária e elas dizem que vão manter. 

A pesquisa mostra que 45% das pequenas empresas tiveram que investir em ferramentas para condução de reuniões online, 43% investiram em serviços de armazenamento na nuvem e 42% em ferramentas de automação.

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