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Na Paraíba, um projeto de pesquisa desenvolveu um plástico biodegradável para automóvel.

A princípio, uma das matérias-primas que compõem essa inovação foi a fibra do sisal. No entanto, os pesquisadores buscam substituir a fibra por outra destacada como lixo: a fibra de coco.

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A pesquisa é intitulada "BestBioPLA" e quem coordena é a professora e pesquisadora Dra. Renate Wellen.

A pesquisa está em andamento desde 2019 nos laboratórios da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), da Federal da Paraíba (UFPB) e no Instituto Fraunhofer (IFAM).

O presidente da Fapesq, Roberto Germano, afirma que essa pesquisa atende os anseios em utilizar materiais biodegradáveis na indústria automobilística.

Ele destaca: "envolve alto investimento, destinado inicialmente a consumidores de carros de luxo que podem pagar um produto que atende a questão de preservação do meio ambiente".

Eco eficientes de alta performance

plástico biodegradável

Com o desenvolvimento desse projeto, síntese de novas resinas poliméricas e a fabricação de compósitos visando se aplicar na indústria automobilística, se geraram.

Por isso, durante o Encontro Internacional na UFPB, o presidente da Fapesq sugeriu a utilização da fibra do coco no compósito.

Já que o material é abundante no Brasil. Com isso, a ideia foi aceita como um desafio para as próximas etapas de pesquisa.

Renate Wellen explica: "O projeto tem por motivação o desenvolvimento de materiais eco-eficientes de alta performance para a indústria automotiva".

A princípio, se utiliza matérias-primas regionais, óleo vegetal e fibras naturais de ambos os países, na produção de compósitos biodegradáveis.

Nesse sentido, foram cumpridas as etapas de análise dos compósitos, estabilidade térmica, fotodegradação, biodegradação e investigação requeridas pelo setor automotivo.

Atualmente, o estágio da pesquisa é nas peças plásticas biodegradáveis que se aplicam nas portas dos automóveis e já foram demonstradas na Alemanha.

Wellen explica: "Agora nós iremos aperfeiçoar a síntese do polímero utilizando a fibra de coco. Vamos buscar peritos em fibras de coco e iremos procurar empresas, tanto no Brasil quanto na Alemanha, que se interessem pelo projeto".

Publicações de artigos científicos 

O BestBioPLA já publicou mais de dez artigos científicos nas revistas internacionais de nível Qualis 1.

Como, por exemplo, a Composites Part B, Journal of Materials Research and Technology, Polymer Testing (Science Direct) e eXPRESS Polymer Letters.

Sobretudo, a publicação em revistas de alto impacto confere a afirmação da comunidade científica sobre o que está sendo desenvolvido tem um mérito científico.

Isso porque, o sistema de avaliação dos cursos de pós-graduação no Brasil considera tais publicações, as quais contribuem para o aumento no conceito.

Por isso, Wellen finaliza: "Estamos presentes no que há de mais alto nível internacional em desenvolvimento científico e tecnológico”.

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Já desenvolvida e disponível, máquina de cartão fabricada com peças recicladas de resíduos de equipamentos descartados é lançada pela Getnet, empresa de tecnologia de pagamento.

A princípio, a empresa fornece soluções e tecnologias de pagamento e é do grupo global PagoNxt.

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A empresa já disponibilizou 70 mil unidades da máquina em todo o Brasil. A ação é pioneira no mercado nacional de adquirência e se desenvolveu em parceria com as empresas NewLand, Paytec e Brasil Reverso.

Nesse sentido, todas as máquinas Getnet, do modelo POS 3G, fornecidas a partir de agora, pela NewLand, terão compostos reciclados pela Brasil Reverso.

Produção das unidades iniciais

getnet santander

Nessas primeiras unidades da máquina, a Getnet reciclou 42% de seus equipamentos que iriam para descarte.

Dessa forma, a expectativa é que cerca de 150 mil toneladas desse tipo sejam entregues a aproximadamente 20 mil clientes.

Por isso, os próximos passos são aumentar a quantidade de peças recicladas no processo de fabricação e aplicar também em outros modelos.

Segundo Luciano Ferrari, vice-presidente de ESG da Getnet, o modelo de negócios, cultura e valores da empresa impacta positivamente a sociedade e o meio ambiente.

Ele diz: "Estamos evoluindo com o conceito de circularidade da nossa cadeia, para oferecer uma solução sustentável para o ciclo de vida de nossos produtos".

Além disso, ele destaca que: "Continuaremos com os estudos para avançar nesta frente".

Descarte correto de resíduos e logística reversa

Quando as máquinas retornam para o estoque da Getnet, todas as máquinas da modalidade aluguel passam por um processo de laboratório.

Esse processo se realiza pela Paytec, inicialmente, os equipamentos que estão em bom estado para serem reutilizados se encaminham ao Brasil Reverso.

Ou seja, a recicladora é responsável pela desmontagem, separação de peças, reciclagem e pelo descarte correto dos resíduos.

A princípio, o plástico resultante desse processo é triturado e encaminhado à NewLand, que consegue utilizar o plástico reciclado na composição das peças para a máquina.

Ferrari explica que nos processos de reciclagem da empresa, eles ganham mais eficiência de estoque de equipamentos.

Bem como, reduz a produção de lixo eletrônico e garante o processo de descarte corretamente.

Ele afirma: "Além disso, vamos trazer os demais fornecedores da nossa cadeia a pensarem em soluções para esse processo".

Com isso, incrementando o formato de produto reciclado e buscando aumentar ao máximo o número de terminais inseridos no conceito de circularidade.

Sobretudo, somente no primeiro trimestre deste ano, a empresa conseguiu reaproveitar mais de 235 mil máquinas de pagamentos que voltaram ao mercado.

Assim, evitando o descarte de 10 toneladas de materiais eletrônicos.

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Rossana Silveira e Tatiany Rocha são voluntárias de Limeira, SP. Juntas, arrecadam materiais plásticos para venda, com objetivo de comprar ração e castração de animais carentes.

Dessa forma, as voluntárias não contribuem apenas com a causa animal, como também com o meio ambiente.

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Isso porque, a cada 1kg de materiais plásticos reciclado, elas conseguem arrecadar R$ 2 reais.

Com o acúmulo de materiais reciclados, Rossana e Tatiany conseguem realizar a compra de rações para animais carentes.

A princípio, as doações se destinam a pessoas que acolhem animais de rua ou que cuidam de diversos cães.

Silveira destaca: "Limeira tem condições de juntar mais de uma tonelada todos os meses. Essa quantidade torna possível a compra de mais de 20 sacos de ração, de 20 kg cada um. Precisamos muito de ajuda para divulgar mais esse trabalho que fazemos".

Iniciativa para castração de animais de rua

materiais plásticos

Além disso, há também, uma iniciativa de castração de animais de rua. 

O projeto Castração Limeira, que está no Instagram pelo @projetocastracaolimeira, divulga as ações e doações arrecadadas por Rossana, Tatiany e outros amigos.

Será possível a contribuição nos seguintes pontos:

Doações de tampinhas é revertida para castração de animais de rua

Além da iniciativa de Rossana e Tatiany, a ONG Ecopatas arrecada materiais plásticos e lacres de alumínio para reverter a castração de animais abandonados.

Nesse sentido, a ONG ganhou o apoio da statup S2 Pets, que fornece soluções para pet shops e clínicas locais.

A princípio, essa parceria disponibiliza caixas de arrecadação de tampinhas plásticas nos estabelecimentos da S2 Pets, em São Paulo.

Segundo Leo Zysman, CEO e fundador da S2 Pets, eles querem auxiliar os pets mais vulneráveis, que são os animais de rua.

Por isso, ele afirma: "Além de disponibilizarmos caixas, vamos incentivar a recorrência da doação pelos frequentadores das nossas lojas parceiras".

Assim, em breve, irão informar aos que doaram, quantos pets as tampas que eles doaram ajudaram a castrar.

Sobretudo, o projeto Ecopatas foi criado em 2018 e já arrecadou mais de 126 toneladas de tampas plásticas. 

Revertendo o valor do material coletado para custear a castração de cerca de 4.700 animais.

Dessa forma, diminuindo o número de abandonos e reprodução de animais.

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A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) é responsável pela publicação da Tabela Fipe de Preços de Máquinas Agrícolas. 

A princípio, esse levantamento será mensalmente, passando a ser publicado esse mês. Sendo o primeiro do gênero no segmento com acesso ao público.

Leia mais:

Assim, abrangendo a maioria dos modelos de tratores e colheitadeiras usados à venda no país.

Sérgio Crispim, professor e economista, líder do time da Fipe, diz que trata-se de uma antiga reivindicação do agronegócio.

Ele explica: "Até agora o mercado não possuía nenhuma referência de preços. A tabela Fipe de Preços de Máquinas Agrícolas cumpre esse papel".

Sobretudo, são cerca de três anos que Crispim e a equipe vem afinando a metodologia de pesquisa das cotações, a composição de pesos e parâmetros.

Isto é, de forma que a Tabela Fipe de Preços de Máquinas Agrícolas espelhe a realidade do mercado.

Os preços médios e os fatores que surtem efeitos na cotação

TABELA FIPE MAQUINAS AGRICOLAS

Os preços médios em nível nacional refletem os efeitos de fatores. Como, por exemplo, as diferenças regionais, número de horas trabalhadas, opcionais e acessórios, estado de conservação, entre outros elementos.

De início, a Tabela apresenta as cotações médias de mais de 250 modelos de máquinas agrícolas.

Assim, representando 90% em valor do que é transacionado no segmento de usados.

Dessa forma, essa Tabela permite consulta online de acordo com a marca, modelo e ano de fabricação do equipamento.

Sendo dividida em dois grupos, os tratores e as colheitadeiras. Gradualmente serão incluídas Máquinas de menor apelo comercial e também os modelos novos.

Crispim ressalta que a maior parte da comercialização de máquinas agrícolas usadas acontece em sites especializados e nas concessionárias do segmento.

Nos players, bem como, para as seguradoras e agentes financeiros, a Tabela deve ganhar a mesma importância da conhecida e tradicional Tabela Fipe de veículos.

Crispim finaliza: "Estamos oferecendo uma ferramenta que vai contribuir para a organização do segmento, ajudando-o a se desenvolver e a crescer ainda mais".

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Bicicleta de policarbonato

Bicicleta de policarbonato

Pesquisa de mestrado do designer Paulista Francisco Martins Carabetta, desenvolveu a primeira bicicleta construída em impressão 3D de policarbonato 100% reciclado.

A princípio, o estudo se desenvolveu no laboratório de design Indexlab, da Universidade Politécnica de Milão, na Itália.

A inovação do brasileiro, batizada de "New01bike", é uma bicicleta de uso comum, feita de material composto pela reciclagem de resíduos industriais de policarbonato.

Ou seja, um plástico de alta resistência que, se não tiver destinos de reutilização como esse, pode demorar séculos para se decompor no meio ambiente.

Nesse sentido, a equipe do projeto argumenta: "O objetivo é criar um sistema circular de produção e reciclagem. Assim, promovendo o uso sustentável desse plástico através de métodos que não comprometam a funcionalidade do produto".

Desenvolvida em parceria com a empresa de tecnologia industrial Gimac, a produção da nova bicicleta de policarbonato se baseia no processo de impressão 3D.

Esse método possibilita criar exemplares personalizados, sem custos adicionais, atendendo melhor as características particulares de cada ciclista.

Colete salva vidas feito com garrafa de plástico

Colete salva vidas feito com garrafa de plástico

Ewan Morrell criou um colete salva-vidas produzido com restos de tecidos e que boia graças a garrafas de plástico.

Sobretudo, o projeto foi desenvolvido pelo estudante de design na Universidade de Northumbria, no Reino Unido.

Essa ideia surgiu depois de falar com um especialista do Royal National Lifeboat Institution (RNLI) e de ter percebido que este produto seria uma opção viável.

A princípio, o colete salva vidas foi pensado para ser produzido a partir de restos de tecido de fábrica.

Para flutuar, as pessoas teriam de instalar garrafas de água nos bolsos que rodeiam a peça.

Uma vez que, a garrafa plástica é que garante a flutuação do material na água.

Até agora, o colete já se testou em ambiente real no Reino Unido, no Quênia e na Índia. Agora, o designer quer levar para mais países.

Time de futebol vegano

time de futebol vegano

O Clube Laguna, do Rio Grande do Norte, abriu sua empresa em abril deste ano. O time é o primeiro vegano no mundo todo.

Agora no segundo semestre o time disputará a sua primeira competição oficial: a Segunda Divisão do Campeonato Potiguar.

Antes disso, a Inglaterra, há mais de dez anos, vem mostrando que é possível existir e sobreviver no mundo do futebol sem que os animais sofram.

Assim, o responsável pelo feito é o Forest Green Robers, clube fundado em 1889, sediado na região de Nailsworth, oeste da Inglaterra.

O time foi comprado pelo vegano Dale Vince, multimilionário e fundador da empresa de energia renovável Ecotricity.

Dessa forma, várias de iniciativas sustentáveis se aplicaram, a primeira delas, se eliminou qualquer alimento de origem animal no dia a dia do clube.

Além disso, outra mudança foi no uniforme da equipe, que hoje é feito por borras de café e plástico reciclado.

Dele finaliza explicando: "Nossa aventura em materiais alternativos continua. Quando fomos pioneiros no bambu, isso foi considerado uma ideia revolucionária. O pensar de usar borra de café não é menos radical ou surpreendente".

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Ontem (16) no Pavilhão 5 da São Paulo Expo, iniciou a maior feira de plástico de alta performance da América Latina. 

A Feiplar & Feipur, segue até quinta-feira (18), apresentando soluções e fornecendo negócios para a indústria, fique por dentro do que está acontecendo no evento.

Leia mais:

A princípio, no primeiro dia de evento foi apresentado o Congresso Poliuretano, que teve o propósito de divulgar os avanços da indústria de poliuretano.

Bem como, prêmio de excelência e mini curso almaco.

Além disso, contou com oito painéis setoriais, entre eles o Painel de Isolamento Térmico, o Painel Náutico e o Painel Petróleo & Gás.

Ontem ocorreram seis rodadas de negócios, hoje acontecem mais cinco e amanhã mais sete, assim, totalizando 18 rodadas.

Ainda dá tempo de participar, as palestras de hoje e de amanhã iniciam às 08h30 e se estendem até as 19h. Assim, como as exposições que vão das 12h até as 20h.

Acesse o link de inscrição e participe gratuitamente.

Programação de hoje (17)

Primeiramente, hoje a feira do plástico de alta performance, conta com 60 palestras e com o lançamento de um livro.

Pela manhã, aconteceu o Painel Automotivo, que teve como tema "Sistema epóxi de cura rápida para produção de alto rendimento de compósitos leves".

Teve também, o Painel Construção Civil, que apresentou o lançamento do guia da Abiquim sobre uso seguro do Poliuretano na Construção Civil.

Outro destaque foi o Painel Mineração, focado em apresentar aplicações de poliuretano na indústria de mineração.

Isto é, foram cinco painéis setoriais pela manhã, agora do início da tarde até o fim do dia acontecem nove.

Portanto, agora às 14h começa o Painel Grafeno, que tem como tema o desenvolvimento em polímeros.

Nesse sentido, o Painel Gestão Empresarial acontece no mesmo horário, abordando estratégias de mudanças.

Assim, como o Painel Impressão 3D que aconteceu às 12h30 e discutiu a Poliamida na Impressão 3D.

Dessa forma, os próximos painéis são:

Compostos de Polipropileno de alta performance e suas aplicações para indústria automobilística

Poliureia na construção civil

Soluções em Compósitos para Arquitetura

Inovações da Sika para os mais diversos tipos de montagens, processos e designs

Resinas para artesanato & Resinas para madeira

Valores conferido pelas mais recentes inovações em espumas ArmaPet

Além disso, o Congresso Composites acontece às 15h. Ainda mais, o lançamento do livro Estratégia de Mudança é das 18h até as 20h.

Programação de quinta-feira (18)

Sobretudo, amanhã serão 11 painéis setoriais, sete rodadas de negócios e mais de 50 palestras.

Assim, terá o Evento VI Fiberglass, as rodas de negócios em Biotecnologia, Materiais Avançados, Eletroeletrônica, Pisos & Revestimentos, Laminados, Abrasivos, Tecnologias para madeira & madeira sintética.

Bem como, os seguintes painéis setoriais:

Não fique de fora! Faça já sua inscrição e participe da maior feira de plástico de alta performance da América Latina.

A edição 2022 está acabando, mas ainda dá tempo de participar.

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Começou ontem (16), a feira que fornece conexão entre o mercado do plástico. A Plástico Brasil Xperience 2022 é 100% online e gratuita, e vai até quinta-feira (18).

A princípio, a feira é um ponto de encontro para especialistas e profissionais do setor, trazendo programação de palestras e painéis exclusivos.

Leia mais:

Sobretudo, a Plástico Brasil Xperience 2022 acontece pela manhã.

Ontem foi apresentado o Panorama Setorial, onde especialistas do setor ajudaram na interpretação do contexto político de reformas e investimentos e como lidar com ele.

Assim, com a seguinte programação:

A princípio, apresentado por Antulio Borneo, Vice-presidente PET & Polyester Chain

Por José Casadei, Diretor de Comunicação | ABRACEL

Por José Ricardo Roriz Coelho, Presidente | ABIPLAST

Bem como, Laércio Gonçalves, Presidente | ADIRPLAST

Assim, como Rogério Mani, Presidente | ABIEF

Por fim, Amilton Mainard, Presidente | CSMAIP/ABIMAQ

Por isso, não fique de fora, clique aqui para se inscrever e participar do evento.

Programação

Hoje (17):

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Por Antonio Cabral, Coord. Pós-graduação de Engenharia de Embalagem | Escola de Engenharia Mauá

Por Wilson José Luiz, Especialista em injeção plástica, palestrante e consultor

Por Luiz Gustavo Kass Mwosa, Presidente do Conselho | Grupo Paranoá

Por Paulo S. A. Antunes, Cood. de Engenharia | MANN + HUMMEL

Antonio Cabral

Wilson José Luiz

Luiz Gustavo Kass Mwosa

Assim, como Paulo Antunes

Sobretudo, os mediadores serão: Mauro Andreassa, Professor e consultor especialista em indústria 4.0

Amanhã (18):

PLÁSTICO EM TRANSFORMAÇÃO

Gustavo de Souza, fundador e CEO | Nanobees Materiais Sustentáveis 

Alexandre Caramaschi, Material Deployment Leader | Forvia Faurecia

Genilson Silva  GTS Engineer | Forvia Faurecia

Por fim, Leonardo Gomes, Diretor de Engenharia | Forvia Faurecia

Diego Piazza, ZNANO

Flávio Ferreira, Head of Regional Packaging Latam | Reckitt

Marcel Matiolli, Coord. de S&OP | eurociclo

Suelma Rosa, Head de Reputação e Assuntos Corporativos do Brasil e América Latina | Unilever

Bem como, Amarildo Balança, Diretor | Abazan Consultoria

Assim, mediado: Miguel Bahiense, Presidente | Plásticas - Instituto Socioambiental dos Plásticos

Sobre a feira

Sobretudo, a Plástico Brasil Xperience é uma plataforma de negócios que reúne marcas expositoras e visitantes compradores da Plástico Brasil.

Dessa forma, sendo um ambiente digital exclusivo, com interações, conteúdos, negócios e networking.

Por isso, nesse ambiente, acontecem eventos digitais responsáveis por reunir, o ano todo, a audiência de todo o segmento de transformação do plástico.

Nesse sentido, a plataforma conta com mais de 2.400 usuários, tendo mais de 12 horas de conteúdo qualificado.

Bem como, mais de 3.200 visualizações dos conteúdos, mais de 2.800 acessos aos expositores e mais de 1.100 acessos aos produtos.

Portanto, clique no link de acesso e participe desse evento que promove a melhor conexão do mercado do plástico.

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Avançando na circularidade das embalagens alimentares, a Lactalis Nestlé, empresa do segmento de iogurtes e sobremesas, vem utilizando plástico reciclado em suas embalagens.

A princípio, o material reciclado se aplica nas garrafas dos lácteos refrigerados da empresa, sendo fabricadas com o polietileno circular da gama Repsol Reciclex.

Leia mais:

Que é pioneira no uso do material na categoria de produtos refrigerados.

Sobretudo, as duas empresas estão comprometidas com a sustentabilidade e, por isso, querem impulsionar o uso de embalagens circulares no setor alimentar.

Com isso, as garrafas Kéfir Nestlé, que são produzidas em Guadalajara para Portugal e Espanha, detém 30% de plástico reciclado.

Já as embalagens de iogurte líquido da marca Yoggi, comercializadas em Portugal, são feitas com 10% de material reciclado.

Nesse sentido, essas embalagens seguem a certificação do balanço de massas de ISCC PLUS.

Tecnologia de reciclagem avançada

embalagens circulares

Na fabricação das embalagens circulares, a Repsol utiliza técnicas de reciclagem avançada, permitindo o uso alimentar.

A princípio, essa tecnologia possibilita aproveitar os resíduos plásticos que não podem ser reciclados de forma mecânica, assim, dando uma nova vida.

Isto é, estes resíduos convertem-se numa nova matéria-prima para os processos da Repsol.

Dessa forma, permitindo à empresa produzir novos materiais circulares com a mesma qualidade e funcionalidade do plástico virgem, porém de forma sustentável.

Assim, os materiais circulares cumprem os mais altos requisitos de qualidade e higiene da indústria alimentar.

Todos os plásticos reciclados que se aplicam nas embalagens circulares, contam com a certificação ISCC PLUS. O que garante a rastreabilidade dos materiais reciclados utilizados em todo o processo.

Repsol e Nestlé no caminho da circularidade do plástico 

Para Luís Farré, diretor-geral da Lactalis Nestlé, poder utilizar plástico reciclado na fabricação das garrafas refrigeradas representa um importante passo na circularidade.

Ele destaca: "O compromisso de todos será essencial para o sucesso deste projeto. Indo desde o consumidor até aos diferentes agentes como a Repsol, a Logoplaste e a Lactalis Nestlé".

Dessa forma, juntas, impulsionam a circularidade das embalagens no setor alimentício.

Nesse mesmo viés, Pablo Giner, diretor do Negócio de Polietileno da Repsol, comenta sobre a iniciativa.

Giner declara: "Agradecemos à Lactalis Nestlé, uma referência no seu setor, a sua confiança na Repsol para poder concretizar esta importante aliança".

Assim, ele acredita o alcance mais rápido dos objetivos comuns em matéria de segurança alimentar e sustentabilidade.

As duas empresas apoiam o incentivo à utilização de embalagens circulares no setor alimentar.

Sendo um dos mais exigentes no que diz respeito aos requisitos técnicos de segurança.

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As madeiras plásticas se resultam de um processo que utiliza várias matérias-primas, como fibras naturais e resíduos plásticos reciclados. 

Sendo um produto muito semelhante às madeiras de verdade. 

Leia mais:

A princípio, no processo de fabricação desse material, é capaz de se usar em diferentes segmentos.

No mercado, existe mais de um tipo de madeira plástica, sendo as principais a madeira ecológica de WPC e a madeira plástica.

Nesse sentido, a madeira ecológica WPC se produz a partir da combinação de 70% de madeira reciclada e de 30% de plástico reciclado.

Sendo um produto resistente e tendo como principal vantagem sua alta durabilidade.

Já a madeira plástica é feita 100% de plástico reciclado de diversas origens, como resíduos industriais ou até mesmo residenciais.

É, também, resistente por possuir aditivos que protegem o material de temporais e ventos que possam danificar.

Além disso, a maior vantagem é por ser produzido em plástico reciclado, isto é, trazendo mais sustentabilidade ao adquirir.

Uso da madeira plástica no mercado

madeira plástica

Devido sua versatilidade, a madeira plástica se aplica em diferentes tipos de projetos.

Como, por exemplo, em decks, perfilados, passarelas, playgrounds, hortas verticais, escadas, fechadas, bancos de jardim.

Sobretudo, a madeira plástica apresenta vantagens que estão tornando o material importante para projetos e obras.

Principalmente, pela sustentabilidade, que é a principal vantagem da madeira plástica, porque ao utilizá-la, o reaproveitamento do plástico é incentivado.

Além disso, o material possui uma boa durabilidade, já que é resistente à umidade, irradiação solar, não racha e não apresenta problemas com fungos.

A aparência da madeira plástica garante sua vasta aplicabilidade.

Uma vez que, se parece bastante com madeira natural, dependendo do modelo escolhido e da pigmentação da peça.

Demanda e venda do material no mercado

A princípio, nos EUA, maior produtor global da madeira plástica, o mercado do produto gira em torno de US$ 5,2 bilhões por ano.

Isto é, em usos que já incluem janelas, bancos, telhas e lâminas para substituir a madeira compensada.

Além de pisos com padronagens que imitam o produto natural.

No Brasil, o mercado cresce entre 30% e 40% ao ano. 

Com precisão, os dados são de 200 mil unidades produzidas e comercializadas pelo Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Contudo, se vendeu o material, principalmente, para a MRS, concessionária que opera 2 mil km de linhas férreas no país.

Sobretudo, o material também se destinou pela empresa na fabricação de mourões para cercas de fazendas e cruzetas de postes da rede elétrica. 

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Empresa lança nova resina de polietileno

Uma nova resina de polietileno ELITE AT 6900 é anunciada pela Dow, que é dedicada à inovação e à criação de soluções, por meio da tecnologia.

A princípio, essa resina permite projetar embalagens flexíveis sem metalização que podem ser 100% recicláveis.

A resina de polietileno é de alta densidade que, quando combinada com outras resinas da Dow, viabiliza o desenvolvimento de embalagens de polietileno reciclável.

Possuindo desempenho máximo e permitindo substituir a metalização nas embalagens, tornando-os 100% recicláveis sem comprometer o desempenho e a capacidade de processamento.

A nova resina está disponível na América Latina.

Ela oferece uma barreira de umidade e gordura até quatro vezes maior que as demais soluções de polietileno no mercado.

Assim como, também, nas embalagens metalizadas que não são recicláveis. 

Sobretudo, essa nova resina de polietileno evita deformações ou perfurações, mantém a forma original da embalagem, preservando o frescor e as características dos alimentos.

Como, por exemplo, café, leite e chocolate em pó, alimentos para animais de estimação e muitos outros.

Nesse sentido, essa inovação da Dow impulsiona o projeto de reciclagem, através do qual contribui diretamente para facilitar a transição para uma economia circular.

Empresa passa a ter embalagens feitas de plástico reciclado

A empresa produtora de bloqueador de odores sanitários, FreeCô, está desenvolvendo embalagens com plástico reciclado.

A princípio, as novas embalagens passam a ser produzidas com PCR, a resina reciclada com tecnologia que garante pureza ao produto.

Nesse sentido, Rafael Nasser, sócio-fundador da FreeBrands, proprietária da FreeCô, afirma que sempre estão buscando evoluir dentro das práticas sustentáveis.

Ele destaca: "Faz parte dos valores da FreeBrands essa forte atuação em iniciativas para implementação da cultura de ESG".

Se produz o FreeCô com óleos essenciais naturais. O produto possui embalagens com certificação da Eu Reciclo.

Empresa compra parte de recicladora

A Braskem investiu R$ 121 milhões para comprar de 61,1% da empresa de reciclagem Wise Plásticos.

Sobretudo, a empresa se sedia em Itatiba, no interior de São Paulo e opera no setor de reciclagem mecânica há 15 anos.

A Wise Plásticos possui capacidade para reciclar 25 mil toneladas de resíduos plásticos por ano.

Nesse sentido, a empresa tem grandes clientes em sua carteira, como Unilever, Natura, Boticário, P&G e L'Oréal.

A princípio, os materiais que a recicladora reaproveita é o polietileno de alta densidade (PEAD).

Estes, por sua vez, se aplicam em galões. Já o polipropileno (PP) é matéria-prima das tampas.

Dessa forma, a Wise Plásticos produziu cerca de 20 mil toneladas de resinas só no ano passado, possuindo um faturamento de R$250 milhões naquele período.

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