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As grandes marcas globais de tênis estão em busca da sustentabilidade na indústria da moda esportiva

As marcas Puma, Adidas e Nike estão empenhadas em maneiras inovadoras de produzir calçados mais ecológicos, utilizando materiais reciclados e recolhendo plástico dos oceanos.

A princípio a Adidas está produzindo o "Ultraboost", um tênis que contém pelo menos 50% de plástico reciclado. 

Sendo fornecido pela parceira Parley Ocean Plastic, que desde 2015 já fabricou quase 50 milhões de pares de tênis.

A empresa lançou a linha adidas Originals X Parley, onde os modelos Forum e Stan Smith são 100% de material reciclado. 

Moda consciente entre Puma, Adidas e Nike

Mais sustentabilidade entre outras marcas

Bem como a Puma também se comprometeu com a sustentabilidade e apresentou a coleção First Mile. 

Ou seja, sua coleção utiliza fios reciclados de garrafas PET retiradas do oceano. 

A empresa ainda trabalha em parceria com a First Mile para gerenciar a cadeia de suprimentos. A Puma ainda utilizou 154 toneladas de plástico First Mile em 2021. 

Ainda mais, o tênis Deviate Nitro, da marca, possui 67% de conteúdo reciclado no cabedal na versão feminina. 

Já a Nike, está focada no desenvolvimento de sistemas de resíduos circulares. 

Por sua vez, a empresa coleta e reutiliza materiais não utilizados na produção, bem como calçados em fim de vida, transformando assim em novos materiais que são chamados de Nike Grind. 

Nova linha de calçados reciclados 

Atualmente na linha Space Hippie, a Nike utiliza fios 100% reciclados, incluindo garrafas PET, retalhos de camisetas para criar a parte superior do tênis. 

Já o solado do Space Hippie é feito com mistura de espumas tradicionais da Nike e 15% de borracha reciclado Nike Grind. 

Ou seja, essas iniciativas buscam o compromisso das marcas em adotar práticas mais sustentáveis na indústria do calçado. 

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Confira as datas para a feira Plástico Brasil 2025. Reciclagem química nos EUA traz incertezas e O Boticário transforma plástico em loja sustentável 

Feira Plástico Brasil 2025 anuncia suas datas 

A Feira Internacional do Plástico e da Borracha, Plástico Brasil, realizada entre 24 a 28 de março de 2025, em São Paulo, na São Paulo Expo. Durante os cinco dias de evento, mais de 800 marcas nacionais e internacionais irão ocupar 40.000 m².

Bem como, a feira irá contar com apresentação de inovações e tendências de mercado para mais de 45 mil visitantes. 

Além disso, o evento traz marcas nacionais e de outros 13 países, como Alemanha, Áustria, Argentina, China, Estados Unidos, Itália, México, Portugal, entre outros.

Primariamente, a Plástico Brasil é responsável por trazer as últimas tecnologias e lançamentos para transformadores de plástico e para indústrias da borracha, alimentos e bebidas e outras. 

O credenciamento é feito pelo site

Reciclagem química nos EUA traz incertezas para o mercado 

A norte-americana Pepsico possui o compromisso de tornar todas as suas embalagens recicláveis ou biodegradáveis até 2025.

Da mesma forma, a companhia ainda pretende utilizar 24% de plástico reciclado em suas embalagens flexíveis e rígidas e decepar em 25% a presença de resina virgem em seu portfólio. 

Sobretudo, essa meta da Pepsico é a reciclagem química, especialmente nos EUA. Analistas do Icis dizem que os projetos em curso de reciclagem química no país podem somar 5 milhões de toneladas/ano à capacidade existente até 2025. 

Mas ainda assim, existem alguns processos pela frente, como atraso ou cancelamento das obras, sendo que hoje os EUA reciclam cerca de 9% do plástico que consomem. 

O esquadrinhamento da Icis relata que ao redor de 35 projetos em gestação e em vigor relativos a unidades de pirólise ou gaseificação, apenas 17% correspondem a operações em escala comercial.

Ou seja, um ponto-chave seria a demanda por PE (reciclado) junto à responsabilidade do produtor. 

Até agora, leis da responsabilidade estendida dos produtores das embalagens vigoram em quatro estados: Califórnia, Colorado, Oregon e Maine.

Além de normas de conteúdo reciclado em artefatos transformados vigoram em cinco estados Califórnia, Washington, Maine, Connecticut e New Jersey.

O Boticário transforma uma tonelada de plástico em sua primeira loja sustentável

Plástico Brasil, Reciclagem química e O Boticário

O Boticário inaugurou no dia 3 de agosto a sua primeira loja sustentável da marca em Goiás. O local escolhido fica no estacionamento do Hipermercado Atacadão, no Setor Industrial, em Rio Verde. 

À primeira vista, o projeto chega para revolucionar a experiência de vareja, atendendo aos códigos contemporâneos de consumo voltados para a sustentabilidade. 

Bem como, em todas as lojas do Boticário, a unidade é adaptada do programa BotiRecicla, com o descarte de embalagens de cosméticos vazias de qualquer marca, gerando um desconto na loja.

Por exemplo, levando três ou mais embalagens, os clientes cadastrados no Clube Viva, recebem R$15,00 de desconto nas compras acima de R$150,00.

Além disso, o projeto de lojas sustentáveis do Boticário começou em 2020 e já possui 41 unidades, utilizando aproximadamente uma tonelada de plástico reciclável a cada loja construída.

Dessa forma, pelo menos 41 toneladas de plástico foram reaproveitadas de uma maneira mais limpa, reduzindo os impactos no meio ambiente.

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Para destravar o crescimento da indústria no Brasil, analistas consideram que a redução da taxa de juros é o primeiro passo para esse progresso. A princípio, essa percepção se baseia no tímido crescimento da produção e na confiança do setor que já dá sinais de melhora.

Já que na passagem de abril para maio, a produção industrial brasileira cresceu 0,3%, conforme o IBGE.

Leia mais:

Enquanto isso, o ICI (Índice de Confiança da Indústria), que prevê antecipar tendências do setor, registrou um aumento de 1,1 ponto em junho, para 94 pontos, segundo o FGV Ibre. 

O reitor do Ibmec no Rio de Janeiro, Samuel Barros, destaca que o resultado positivo da produção se deve à recuperação após a queda de 0,6% no mês anterior.

Mas o especialista reforça que esses “pequenos crescimentos” acontecem com frequência. “Se olhamos para a média móvel, temos uma seta para cima, mesmo que essa curva de crescimento seja baixa”, explica.  

Redução de juros destrava crescimento da indústria

Passos para melhorar o desempenho do setor

Para Barros, dado o atual cenário da indústria, o primeiro passo para melhorar o desempenho do setor é “resolver a queda de braço entre governo e Banco Central sobre a taxa de juros”.  

Nesse sentido, uma taxa de juros menor deve fazer com que a indústria enxergue o mercado consumidor de forma atraente e, consequentemente, aumente a sua produção, explica o reitor.  

Stéfano Pacini, economista do FGV Ibre e responsável pela divulgação do ICI, também avalia que os altos juros praticados na economia são entraves para uma real recuperação do setor. 

Pacini avalia: “O atual cenário desafiador para a indústria, com taxa de juros elevada e aumento do endividamento, ainda cria um ambiente de incerteza nos empresários em relação a um segundo semestre difícil, porém com alguma melhora na demanda”.

A expectativa do mercado quanto a redução do juros

O mercado espera que o início do corte na taxa de juros aconteça em agosto. Sendo uma expectativa reforçada pela última ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada no mês passado.  

Samuel Barros avalia que, caso essa queda se confirme, já será uma boa sinalização para a indústria. “Mesmo que seja uma redução pequena, já podemos sentir um movimento do setor”.

Além disso, outro fator que pode beneficiar a indústria é a reforma tributária, explicam os especialistas.

Isso porque, simplificar a tributação pode melhorar a performance das empresas do setor, avalia Barros. 

Paulo Feldman, professor de economia da USP, concorda que a reforma tributária é um passo no caminho de melhorar a produção da indústria. “Provavelmente vai ser o único setor beneficiado, com uma queda na carga tributária”, conclui.  

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Com mandato prorrogado por mais um ano, Amilton Mainard é administrador de empresa e diretor-conselheiro da ABIMAQ

Amilton Mainard é diretor-conselheiro do Conselho de Administração da ABIMAQ  e presidente da Câmara Setorial da CSMAIP/ABIMAQ e também da Mainard Medidores de Espessura LTDA.

Primeiramente, Mainard ressalta a importância do trabalho conjunto com as associadas da CSMAIP, que busca fortalecer a cadeia de Máquina e Acessórios para a indústria do plástico. 

O diretor-conselheiro afirma sobre seu novo mandato. “Agradeço imensamente a confiança em mim depositada, e assim, assumo o compromisso de dar sempre o meu melhor em defesa do nosso associado e do setor, sempre contando com a colaboração de todos, principalmente da diretoria reconduzida comigo”. 

Ainda assim, para ele, um grande desafio do setor é continuar crescendo apesar dos obstáculos.

Por exemplo como juros altos, crédito escasso, Custo Brasil, e a imprevisibilidade cambial é um ponto para o setor.

Amilton Mainard é presidente da CSMAIP por mais um ano 

Como enfrentar esses obstáculos? 

Além disso, segundo Mainard "é preciso combater os detratores do plásticos, que é um das matérias-primas mais importantes para toda a sociedade".

Antes de tudo, os obstáculos serão superados com trabalho junto aos órgãos governamentais competentes. 

Mainard destaca : "O que estamos fazendo não só pela CSMAIP, mas pela direção da ABIMAQ no que diz respeito ao falar de juros, financiamento, câmbio e com a participação ativa da diretoria da nossa câmara na imprensa, seminários, defendendo o plástico e indicando os caminhos necessários para sua utilização com 100% sustentabilidade".

Do mesmo modo que o setor está empenhado em produzir cada vez mais o melhor equipamento com a melhor tecnologia.

Bem como mostrado na feira Plástico Brasil, especialmente com o futuro da tecnologia 4.0.  

Gestão anterior e nova gestão no setor

Ainda assim, durante seu mandato, Mainardi pretende melhorar a comunicação e estreitar o relacionamento entre os associados e as demais entidades nacionais e internacionais, relacionadas ao setor. 

Mainard finaliza que foram quatro anos difíceis em um ambiente político conturbado, principalmente por conta da pandemia. "Ainda assim, conseguimos realizar a Plástico Brasil em 2023 e retornar aos eventos internacionais com foco na América Latina".

Por exemplo, promoveram grandes debates em reuniões sempre em busca das melhores soluções para as demandas, e a humanização foi um lema adotado com grandes resultados para nós. 

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Com novo filme de BOPP para embalagens de barra de frutas, a Vitopel do Brasil, ampliou suas vendas no mercado dos EUA. A empresa ganhou destaque por oferecer essas embalagens com fechamento por cold seal e agora, concorre ao Case Business Award 2023, do Think Plastic Brazil.

Empresas destaques no mercado internacional concorrem ao Case Business Award 2023

Premiação que visa reconhecer os esforços de empresas associadas ao Think Plastic Brazil e ocorrerá na terceira edição do World Plastic Connection Summit, entre os dias 21 a 24 de agosto.

Embora a Vitopel do Brasil já contasse com a linha de filmes V. Seal para o mercado doméstico, quando a empresa decidiu ampliar as vendas para os EUA foi necessário desenvolver um novo produto para atender as especificações daquele mercado.

Leia mais:

Assim, a Vitopel do Brasil desenvolveu solução para embalagens de barras de frutas com fechamento por cold seal conforme requisito de performance do cliente.

Nesse sentido, o desenvolvimento foi muito bem-sucedido, gerando vendas regulares adicionais e ampliando a participação na região.

Abertura do Mercado Norte-Americano

Além da Vitopel do Brasil, a Vasart, que tem mais de 13 anos de exportação, é outra empresa integrante dos cases de sucesso das associadas ao Think Plastic Brazil e concorrerá ao prêmio também.

A princípio, o seu destaque vem pelo fato da Vasart entrar no mercado norte-americano, enfrentando os desafios da pandemia.

Com a pandemia, o cenário era desafiador devido ao custo logístico de fretes marítimos que tiveram um aumento expressivo.

Mas a participação na feira The Inspired Home Show, em Chicago, mudou esse cenário, com a abertura de clientes importantes nos EUA para a Vasart. Assim, gerando o primeiro pedido para o mercado na história da empresa.

Espaço premiado na Bolívia

Outro case de sucesso concorrente ao prêmio é a Vasap. Isso porque, em 2022, um cliente na Bolívia adquiriu uma cota no evento Casa Cor do país e propôs parceria com a empresa.

A indústria aproveitou a oportunidade para estreitar laços com o distribuidor e também para atingir clientes finais como profissionais de arquitetura e design, além dos lojistas que trabalham no mercado de decoração.

O resultado final foi tão especial que o espaço patrocinado foi capa da do anuário da Casa Cor Bolívia 2022 e foi o grande vencedor como ‘melhor capa do anuário de 2022’ da enquete que elegeu a melhor capa do anuário de todas as mostras da CASACOR em 2022.

Assim, a empresa ganhou destaque no mercado boliviano e hoje concorre ao reconhecimento do Think Plastic Brazil.

Além da Vitopel do Brasil, Vasart e Vasap, outros cases de sucessos, com histórias importantes no mercado, concorrem ao Case Business Award 2023. Clique aqui e conheça outra delas.

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A TRIA do Brasil, tem oferecido otimização e facilidade no processo de moagem de plástico. Isso porque, os produtos da empresa economizam na mão-de-obra e evita contaminações de materiais, fornecendo economia de espaço, de material, energia e recursos.

A empresa ainda conta com linhas de moinhos que são conjugados com injetoras, como por exemplo as linhas JM 2115, JM 4215, JS 2811, JS2911, JM 3220 e JM 4220.

Segundo André Lavignati, diretor da empresa, essas máquinas atendem qualquer tipo de peça injetada para moinhos, dentro dos limites dimensionais e produtivos dos modelos apresentados.

Nesse sentido, a empresa ainda prepara novidades para o mercado. Embora, para o diretor, o mercado ainda representa uma incerteza. “Lançaremos o NEW JM 2018. Uma prova que seguimos confiantes, mesmo não sendo possível prever os próximos meses. Devido a desconfiança e sinais de desaceleração que o mercado tem apresentado.”

Leia mais:

De acordo com Lavignati, a TRIA vinha em um crescimento de cerca de 35% ao ano, nos últimos quatro anos. “Esperamos continuar nesse crescimento e demanda, avaliação que só faremos com o encerramento do ano”.

TRIA do Brasil: garante economia com sua linha de moinhos

Máquina destaque no processo de sopro

Ainda segundo o diretor, o moinho BM 5030 é o principal equipamento da série BM, utilizado em sopro e que tem grande participação no comércio.

Lavignati afirma que a máquina usada para peças injetadas de grandes dimensões, serve para caixas agrícolas, de bebidas e peças da linha automotiva. 

Sobretudo, a empresa fabrica equipamentos projetados para cada segmento do mercado de transformação de plástico. Assim, garante que o equipamento atenda plenamente o propósito que é desejado pelo cliente. 

Bem como, os equipamentos são customizados para cada tipo de processo produtivo. Mesmo com baixo nível de manutenção e facilidades operacionais. “A TRIA Plastics desenvolve equipamentos de acordo com as normas técnicas vigentes, principalmente a NR12. Isto é, prezamos principalmente pela segurança dos operadores”, finaliza o diretor.

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Devido às suas propriedades versáteis e funcionais, os plásticos ganharam importância crescente na indústria desde o seu surgimento. Com as várias opções de matérias-primas plásticas no mercado, são vastos os tipos de plástico usados na indústria, cada um com características e propriedades únicas. 

Sobretudo, essas matérias-primas, também conhecidas como polímeros, são compostas por cadeias de moléculas chamadas monômeros que se ligam por reações químicas para formar materiais sintéticos.

Alguns desses materiais explorados pela indústria brasileira são o PE, PP, PVC, PET, PA e outros. Conheça as especificações e aplicações desses e outros tipos de plástico nas próximas linhas.

Leia mais:

Quais são os principais tipos de plásticos usados na indústria?

Os principais tipos de plástico usados na indústria brasileira

Assim como em outros países, o plástico tornou-se material indispensável para construção de diversos produtos para o mercado brasileiro. 

Isto é, indo desde produtos básicos de uso doméstico a objetos mais potentes como automóveis. Essa matéria-prima está de diferentes formas em nosso cotidiano. 

Por isso, veja agora os principais tipos de plásticos explorados pela indústria brasileira na produção de produtos para o mercado: 

Assim, sendo encontrado em embalagens, utensílios domésticos, peças automotivas, tecidos e fibras.

Além disso, também se aplicam no setor automotivo para a fabricação de peças e componentes.

Como são feitas essas matérias-primas?

A princípio, a grande maioria dos tipos de plásticos usados pela indústria deriva-se de matérias-primas petroquímicas, ou seja, se produzem a partir do petróleo bruto. 

O petróleo, por sua vez, é fonte abundante e versátil de hidrocarbonetos, que podem se transformar em monômeros, os blocos de construção básicos dos plásticos. 

Dentre os petroquímicos mais importantes para a produção de plásticos estão o eteno e o propeno.

O eteno, também conhecido como etileno, é um dos principais monômeros utilizados na indústria do plástico. 

Nesse sentido, sendo obtido principalmente a partir do craqueamento do etano, que pode se encontrar tanto no gás natural quanto no petróleo. 

O eteno se usa para produzir o PE, um dos plásticos mais comuns e versáteis.

Outro monômero essencial na produção de plásticos é o propeno, ou propileno. Obtido principalmente a partir do craqueamento do propano, um componente do gás natural e do petróleo. 

O propeno, usado para produzir o PP, é um plástico amplamente utilizado na indústria automotiva, embalagens e muitas outras aplicações.

Já o benzeno é um petroquímico fundamental usado na produção de uma variedade de plásticos, incluindo o PS e o policarbonato (PC). 

Além disso, o benzeno também se aplicado na fabricação de diversos produtos químicos e solventes industriais. 

No entanto, devido à sua toxicidade, medidas rigorosas de segurança se adotam na manipulação e no controle do benzeno.

Outros insumos para fabricação de plástico

Além dos petroquímicos, existem outras matérias-primas usadas na indústria do plástico. Por exemplo, o plástico PET, amplamente utilizado em garrafas de refrigerante e embalagens, se produz a partir do etileno glicol e do ácido tereftálico. 

Essas matérias-primas podem se obter tanto de fontes petroquímicas quanto de fontes renováveis, como o açúcar de cana.

Outro material usado na produção de polímeros é o ácido adípico. Esse insumo se aplica na fabricação de poliamida, como o nylon. 

A princípio, ele é obtido a partir do ciclo-hexano, que, por sua vez, é derivado do benzeno. 

Assim, o ácido adípico é um componente essencial na produção de poliamida 6,6, amplamente utilizado em aplicações têxteis e automotivas.

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No início de julho, a CNI para a Sondagem Industrial, ouviu 1.599 empresários sobre suas preocupações na indústria. A princípio, as principais queixas são voltadas à demanda fraca, carga tributária e juros altos.

De acordo com a economista Paula Verlangeiro, responsável pela sondagem, esses problemas explicam o fato de a indústria ter tido um desempenho pior em junho de 2023, na comparação com o mês anterior.

Leia mais:

Isso porque, o indicador de evolução do preço de matérias-primas sofreu uma queda expressiva de 6,4 pontos, passando para 49,5 pontos, também na virada de maio para junho. 

Essa é a primeira vez que o indicador fica abaixo da linha divisória dos 50 pontos na série histórica, o que indica preços de matérias-primas em queda.  

Quais são as principais preocupações da indústria?

Sequência de queda nos indicadores que confirmam as preocupações da indústria

Inicialmente, esse resultado ocorreu após sucessivos recuos do indicador, verificados gradualmente desde o primeiro trimestre de 2022. O índice mostra, portanto, que a questão das matérias-primas deixou de ser crítica. 

No mês de julho, todos os índices de expectativas subiram frente a junho, e ficaram acima dos 50 pontos. Assim, sinalizando maior otimismo dos empresários para os próximos seis meses.  

Na mesma base de comparação, o índice de expectativa de demanda registrou 55,6 pontos, o que representa aumento de 1 ponto. 

A princípio, o índice de expectativa de quantidade exportada apresentou aumento de 1,4 ponto, chegando a 52,2 pontos.  

Já o índice de intenção de investimento apresentou estabilidade na passagem de junho para julho, com aumento de 0,1 ponto, para 54,1 pontos. 

Dessa forma, o índice segue relativamente estável desde o fim de 2022, acima da média histórica de 51,5 pontos.

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. A empresa Cartonale investiu em tecnologia e matéria-prima focando no ambiente. Asics lança chinelo feito com impressora 3D. Empresa brasileira de reciclagem no Pacto Global da ONU

Plástico Corrugado, Chinelo com impressora 3D e Empresa de reciclagem na ONU

Cartonale investe em tecnologia e matérias-primas para minimizar impactos sociais e ambientais

Algumas empresas estão buscando práticas e políticas sustentáveis, focadas em minimizar o impacto social e ambiental, como é o caso da Cartonale. 

Nesse sentido, a empresa de plásticos corrugados Cartonale decidiu focar na sustentabilidade do negócio. Os executivos Elias Assum Sabbag Junior, Ricardo Georgete Rodrigues e Sergio Antonio Zanchetta Scanavini, pontuam quanto a sustentabilidade é um valor inegociável para o negócio.

Os executivos afirmam: "Somos uma empresa focada no desenvolvimento de novas tecnologias e matérias primas que aumentam a eficiência de nossos processos produtivos, não só em termos de produção, mas também na melhor utilização de recursos naturais, minimizando assim os impactos sociais e ambientais".

Dessa forma, a Cartonale oferece aos seus clientes o Projeto 3R. O projeto consiste em desenvolver uma embalagem retornável. 

Por exemplo, no momento em que essa embalagem tiver cumprido com sua vida útil, com pelo menos 10 vezes mais ciclos do que uma caixa equivalente de papelão, a empresa recompra e cuida da reciclagem e reutilização, dentro de seu próprio processo de fabricação.

Ainda assim, o objetivo da empresa é desenvolver esse processo e manter um Projeto de Impacto Ambiental Zero, trazendo benefícios na redução de resíduos gerados e também ajudando os próprios clientes no cumprimento das Metas ESG.

Asics lança chinelo com impressora 3D para o pós-treino 

A Asics , empresa japonesa, lançou um chinelo desenvolvido para ajudar na recuperação do corredor após o treino. O Actibreeze 3D Sandal é feito de plástico em impressoras 3D.

Segundo a empresa, o calçado ajuda a manter a temperatura dos pés, além de ser mais respirável e praticamente não reter umidade pela transpiração.

AJ Andrassy, diretor geral de produtos de performance da Asics, afirma que: “O Actibreeze 3D Sandal representa nossa crença de que inovação em calçados esportivos não deve se limitar àquilo que o atleta usa quando está treinando ou competindo. 

E ressalta que querem continuar explorando novas maneiras de otimizar ainda mais a recuperação pós-corrida e o relaxamento tanto do corpo quanto da mente de nossos atletas.

Bem como, o 3D Sandal representa uma inovação, mas ainda precisa vencer duas barreiras importantes para se popularizar. 

A princípio, a primeira é estética, o chinelo é grande, monocromático, feito de plástico e ocupa espaço. Visualmente, ele vai na contramão do minimalista “look Havaianas” que o Brasil consagrou, além de não trazer a riqueza de cores normalmente associadas ao universo da corrida. Outro ponto é o preço: o Actibreeze 3D Sandal é vendido por R$800 – valor superior a alguns tênis com placas disponíveis no mercado.

Empresa brasileira de reciclagem no Pacto Global da ONU

A Trevo Reciclagem Plástica anunciou a sua posição de destaque no setor de reciclagem e sua recente adesão ao Pacto Global da ONU. 

Em outras palavras, como uma das recicladoras de plástico pós-consumo que mais vem crescendo no Brasil, a empresa se empenha em oferecer soluções inovadoras para a sustentabilidade ambiental.

Ainda assim, o foco principal da empresa, está na transformação desses resíduos em flakes, que retornarão à indústria e se tornarão matéria-prima de alta qualidade, evitando que se tornem um problema para o meio ambiente. A abordagem baseada na economia circular é fundamental para reduzir a dependência de recursos naturais e minimizar o desperdício. 

Priscilla Zacharias, sócia-diretora da empresa explica: "A adesão ao Pacto Global da ONU é um marco importante para nós. Estamos comprometidos em fortalecer nossos esforços para promover a sustentabilidade, a economia circular e contribuir para um futuro mais resiliente e próspero."

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O governo brasileiro decidiu aumentar para 18% o Imposto de Importação de resíduos sólidos. Os materiais inclusos nesse aumento são o papel, vidro e plástico, utilizados como insumos e matérias-primas pelas indústrias. O novo percentual entrou em vigor em 1º de agosto, antes era de 11,2%.

A elevação do tributo foi aprovada pelo Gecex (Comitê-Executivo de Gestão) da Camex (Câmara de Comércio Exterior). 

Segundo o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), a medida tem como objetivo fortalecer a cadeia nacional de reciclagem de resíduos sólidos.

Leia mais:

Em nota da pasta, se destaca que: "Ao mesmo tempo, a iniciativa não atinge os resíduos de vidro incolor, garantindo assim a continuidade do fornecimento deste item para a indústria doméstica, que neste momento não possui fonte alternativa no país em volume suficiente para atender suas necessidades".

Imposto de importação sobe 6,8% para plástico e materiais sólidos

Benefício para catadores e cooperativas

Sobretudo, uma área beneficiada por essa implantação do imposto de importação sobre resíduos é o de cooperativas de catadores. 

Isso porque, o setor dizia estar perdendo mercado para os resíduos sólidos importados e agora terá mais espaço para vender sua produção para as fábricas. 

Em comunicado, o MDIC, informa que: "Esse aumento das importações de resíduos sólidos tem o potencial de afetar o preço de venda dos materiais recicláveis comercializados pelos catadores no Brasil, que acabam deixando a sua atividade. Com isso, além das consequências sociais indesejáveis, se verificam impactos negativos no meio ambiente pelo aumento do depósito de resíduos em aterros e lixões, prejudicando o trabalho desenvolvido para a recuperação dos materiais recicláveis e reutilizáveis gerados localmente".

A princípio, o governo constatou um aumento significativo das compras externas desses produtos entre 2019 e 2022. 

As importações de papel e vidro subiram 109,4% e 73,3%, respectivamente. Já as aquisições de resíduos plásticos tiveram uma alta de 7,2% no período.

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