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Alunos do IFMT criaram fralda biodegradável à base de mandioca

Pai de professor tem Alzheimer e foi inspiração para criação, que busca investidores para entrar no mercado

Alunos do ensino médio do Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT, de Juína, a 737 km de Cuiabá, desenvolveram uma fralda a partir do amido de mandioca. Eles se inspiraram na história do professor e orientador deles, Aloizio Farias, que tem Alzheimer e precisa utilizar fraldas de plástico.

Os alunos apresentaram o projeto em Recife, entre os dias 7 e 11 de março deste ano, para investidores, junto com outros vencedores da Maratona de Células Empreendedoras MT 2017. A equipe decidiu substituir o plástico, produzido por polímeros sintéticos feitos a partir do petróleo, por um natural e, a partir daí, surgiu a possibilidade de utilizar o amido de mandioca na confecção de fraldas descartáveis.

Mariana Sacht Nunes, uma das estudantes do grupo, contou que estão procurando investidores para conseguirem produzir as fraldas biodegradáveis em escala maior. “Estamos pensando em fazer um financiamento coletivo na internet. Pesquisamos no mercado e ainda não existe um produto parecido com esse sendo comercializado”, contou.

De acordo com ela, os alunos tiveram apenas quatro horas para pensar em um projeto que solucionasse um problema social. “Nos dedicamos muito, ficamos sem dormir para conseguir finalizar o projeto. Estávamos confiantes que ficaríamos com um dos três primeiros lugares”. Além de Mariana, os estudantes Anderson de Brito Almeida, Evandro Carlos de Oliveira, Marcos Vinicius de Araújo e Wanderson Perondi, participaram da criação do projeto “Toper Bio – Fraldas Biodegradáveis”.

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