O programa “Pesca Circular” combina várias tecnologias para capturar as redes e transformá-las em matéria-prima
Com programa inovador, a P&P Polímeros, empresa da indústria de plásticos e polímeros, está dando um grande passo em direção à sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Isso porque, o “Pesca Circular” visa transformar redes de pesca em polímeros de alta qualidade.
Assim, a empresa se destaca como pioneira na reutilização de resíduos marinhos para criar produtos de valor agregado.
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A princípio, o programa combina diferentes tecnologias e processos para converter essas redes em matérias-primas que podem ser usadas em uma variedade de produtos plásticos, incluindo embalagens, peças automotivas e produtos industriais.
Com esta iniciativa inovadora, a P&P Polímeros responde à crescente demanda por soluções mais sustentáveis na indústria.
No caminho da solidificação sustentável
Anualmente, a P&P Polímeros recicla aproximadamente 1000 campos de futebol de redes de pesca, o que demonstra um compromisso sólido com a causa da sustentabilidade e a preservação dos oceanos.
Além de oferecer produtos plásticos de qualidade, a empresa está direcionando seus esforços para criar um impacto ambiental positivo em larga escala.
Emerson Pieralini, CEO da P&P Polímeros, afirma: “Acreditamos firmemente que a indústria de plásticos pode e deve desempenhar um papel ativo na proteção do meio ambiente".
Para ele, sobretudo, esse programa é um testemunho do compromisso da empresa em encontrar soluções inovadoras para os desafios ambientais. “Isto é, enquanto continuamos a fornecer produtos de alta qualidade aos nossos clientes", acrescenta.
De onde vem as redes recicladas?
As redes de pesca recicladas pelo projeto "Pesca Circular" têm origens diversas, mas se distribuem pela coleta feita em logística reversa, programa de redes apreendidas e redes fantasmas.
Em parceria com ONGs dedicadas à preservação marinha, a P&P Polímeros promove a logística reversa das redes de pesca.
Uma vez que, essas organizações incentivam os pescadores a entregar as redes não mais utilizáveis em pontos de coleta designados.
Para, assim, estimular a participação, a P&P doa kits de talheres de cozinha produzidos com as redes de pescas recicladas, para serem oferecidos como recompensa aos pescadores conscientes.
Nesse sentido, em colaboração com a polícia ambiental, a P&P Polímeros recebe também essas redes apreendidas e as direciona para o processo de reciclagem. Dessa forma, garantindo que elas sejam reutilizadas de maneira sustentável.
Além disso, a empresa conta com o auxílio de tecnologias especializadas, para localizar redes no fundo do mar e retiradas por mergulhadores.
Contudo, a P&P Polímeros não apenas vê o projeto "Pesca Circular" como um empreendimento bem-sucedido, mas também como um lembrete de seu papel mais amplo na preservação do meio ambiente.
Assim, a empresa convida todos os clientes a se unirem nesse esforço. Já que ao escolher a P&P, estarão apoiando não apenas a produção de materiais plásticos de qualidade, mas também iniciativas que impactam positivamente nosso planeta.
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Dello, Krona e Viqua são algumas das empresas exemplos desse fomento no comércio internacional que o projeto proporciona
O Projeto Comprador do World Plastic Connection Summit, tem um papel fundamental na conexão da indústria nacional e internacional no setor do plástico. Ele impulsiona as exportações, amplia o alcance das empresas brasileiras e fomenta parcerias estratégicas.
Tanto que, uma empresa que pode comprovar isso é a Dello Indústria e Comércio. Isso porque, ela é uma associada do Think Plastic Brazil - responsável pelo projeto e evento -, e participou dessa linha de negociações.
Como destaca Roger Planas, Gerente de Exportação: “O Think Plastic traz os compradores corretos para o evento e depois de nossa participação temos uma expectativa muito boa para termos resultados melhores”.
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Bem como, a empresa de Planas, além do mercado Brasileiro, está presente em mais de 13 países da América Latina. “A Dello investiu na compra de duas máquinas para fabricação de plástico corrugado, para podermos atender o setor industrial”, afirma.
Sobretudo, o World Plastic Connection Summit aconteceu na segunda semana de agosto e fortaleceu a imagem do Brasil como um importante player global.
Possibilidade de expansão comercial
A Krona é uma das maiores empresas de tubos e conexões do Brasil. Dessa forma, durante sua participação no evento e no projeto, a empresa se voltou a se conectar com possíveis clientes que tivessem foco na construção civil de plásticos (PVC).
Willian Max Schulz, Executivo Internacional de Vendas da Krona, explica que a busca da empresa no evento foi na expansão comercial de exportação, e crescimento para novos mercados. “A expectativa é que possamos avançar com boas negociações depois de nossa participação”.
Nesse sentido, o mesmo se repete com a Viqua, empresa do setor de construção. Para a empresa, o projeto comprador facilita o acesso a compradores internacionais. “O matchmaking é muito bom, as empresas que vêm são fortes atuadoras nos seus países de origem. Minha expectativa depois do evento é alta, espero ter negócios engatilhados para os mercados em que ainda não atuo ou que estou buscando rever a atuação”, declara Elaine Setti, Gerente de Exportações da Viqua.
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Com o projeto, as empresas como Pabovi, Terphane e Stolf Utilidades têm a chance de entender as necessidades e demandas específicas dos compradores internacionais
Com intuito de promover conexão entre empresas associadas ao Think Plastic Brazil, o Projeto Comprador desenvolvido pelo programa, tem a capacidade de identificar e impulsionar o processo de exportação do plástico brasileiro. Sua 61ª edição aconteceu no World Plastic Connection Summit 2023 e apresentou os potenciais compradores internacionais para as empresas filiadas.
Isso porque, a ideia por trás desse projeto é facilitar encontros e reuniões de negócios entre empresas brasileiras e potenciais compradores internacionais.
Uma das empresas participantes foi a Pabovi, indústria de plásticos, que tem 37 anos de mercado e está presente em mais de 10 países.
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A Pabovi atua no ramo de mangueiras, em 5 diferentes segmentos: técnico-industrial, agricultura, construção civil, casa e jardim e uso geral.
Eduarda Hoffmeister Becker, Gerente de Exportação da Pabovi, explica que a motivação para participar do projeto é buscar novas perspectivas em termos de relação comercial.
Ela destaca: “Ficamos muito animados em ter a possibilidade de ouvir grandes nomes do setor e de nos reunirmos com potenciais novos clientes nesse grande evento do setor do plástico”.
Possibilidade de abertura de novos mercados
A princípio, o Projeto Comprador facilita o aumento das exportações e a expansão dos negócios além das fronteiras do Brasil.
Além disso, proporciona um ambiente propício para a troca de informações, experiências e conhecimentos entre os participantes.
Assim, os compradores internacionais têm a oportunidade de conhecer a qualidade, a diversidade e a inovação dos produtos oferecidos pela indústria brasileira do plástico.
É diante deste cenário que a Terphane, empresa especializada em produção de filmes poliéster especiais, firmou suas expectativas em participar do World Plastic Connection Summit e do Projeto Comprador.
Líder no mercado brasileiro e com presença local no mercado norte-americano, as exportações são uma parte importante do negócio da Terphane.
Segundo Cláudio Fernando Felker Andreis, responsável pelo comércio exterior da Terphane, a empresa foca principalmente nas exportações de filmes de alto valor agregado para os mercados da América Latina e Europa.
Ele afirma que a participação no Projeto Comprador proporciona a “expansão de vendas internacionais dos produtos, o que faz parte dos objetivos estratégicos da empresa”.
Assim, “vemos no Projeto Comprador do Think Plastic Brazil uma oportunidade para conhecermos potenciais novos clientes e encontrarmos clientes atuais que aproveitam a vinda ao Brasil para visitar nossas operações”, conclui.
O mesmo sentimento se repetiu na Stolf Utilidades, empresa de utilidades plásticas para o lar. Para Junior Coelho, Assistente de Exportação da empresa, a participação no projeto possibilitou a expansão do catálogo de possíveis compradores internacionais.
Ele ressalta que: “Houve uma interação direta com distribuidores, atacadistas, lojas de artigos de decoração e utilidades domésticas no evento. Alcançamos uma potencial expansão de mercado”.
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Mais de 40% dos setores sofreram com a falta de consumidores no segundo trimestre deste ano
A pesquisa realizada pela CNI no segundo trimestre deste ano constatou que a demanda interna insuficiente era o principal problema para 12 dos 23 setores da indústria de transformação. Este problema também ocupa o segundo ou terceiro lugar entre os principais problemas em oito outros setores.
A princípio, a CNI ouviu 1.599 empresas entre 1º e 11 de julho. A pesquisa revela ainda que quase 50% das empresas dos setores de máquinas e equipamentos e de móveis estão muito preocupadas com a queda da demanda interna.
Isso porque, mais de 40% dos setores sofreram com a falta de consumidores no segundo trimestre deste ano.
Entre eles, estão a Impressão e reprodução, celulose e papel, químicos (exceto HPPC), madeira, minerais não-metálicos.
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Assim como, equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, têxteis, produtos de material plástico, produtos de metal e couros e artefatos de couro.
Metalurgia, máquinas elétricas, produtos de borracha, bebidas, veículos automotores, produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal (HPPC) e calçados também foram afetados pelo mesmo problema.
Paula Verlangeiro, economista da CNI, explica que a expansão da massa de rendimentos e da concessão de crédito sustentou o consumo no ano passado.
No entanto, desde o início de 2023 o consumo mostra perda de dinamismo, especialmente diante da expectativa de redução do crescimento do mercado de trabalho.
Além disso, ela aponta que a manutenção das taxas de juros em patamar elevado, e o alto endividamento, geram comprometimento da renda das famílias, contribuindo para o crescimento da inadimplência e atingindo diretamente a demanda por bens.
Os principais problemas para esse cenário
Vinte e um dos 23 setores industriais classificam os impostos elevados entre os seus três principais problemas no segundo trimestre de 2023. Em oito destes 21 setores, os impostos elevados vêm em primeiro lugar.
Segundo Verlangeiro, todos os segmentos registraram percentuais superiores aos 20% para esse problema.
Assim, sugerindo uma percepção difundida quanto à relevância dessa questão para a indústria. "O complexo e oneroso sistema tributário sempre foi uma questão relevante para os empresários industriais, o que tem levado, historicamente, o problema de elevada carga tributária às primeiras posições no ranking de principais problemas que afetam a indústria", conclui.
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Artigo por Caio Prado, explica como a indústria tem investido na reciclagem do plástico para impulsionar a circularidade do material no comércio
Artigo por Caio Prado, responsável por Assuntos Regulatórios e Sustentabilidade para a América Latina na SEE
A recente aprovação do Projeto de Lei nº 4.035/2021, que isenta a cadeia de reciclagem do PIS e Cofins na venda de insumos às indústrias, gerou otimismo ao setor. Isso porque, a cadeia do plástico se beneficiará da reciclagem de conteúdos e, como resultado, a circularidade avançará.
De acordo com a ABIPLAST, a reciclagem de embalagens plásticas no Brasil cresceu 14,7% em 2021, chegando a 1,07 milhão de toneladas.
A princípio, esse número representa 23,4% do total de embalagens plásticas pós-consumo produzidas no país.
Indo por esse caminho, a indústria de embalagens vê uma demanda crescente por materiais sustentáveis e inovação como resultado do avanço das políticas ambientais, sociais e de governança.
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Já que este é um comportamento que deve se tornar mais fácil para os consumidores terem acesso por meio de iniciativas como o projeto de lei atualmente em negociação no Congresso.
Se por um lado, indústrias de eletrônicos, beleza, varejo e outros já têm ao seu alcance possibilidades de reduzir seu impacto ambiental a partir do uso de embalagens com conteúdo reciclado, a indústria de alimentos ainda enfrenta um desafio para utilizar plástico reciclado em suas embalagens.
Nesse sentido, o que já desenvolvemos no Brasil é a utilização do poliéster pós-consumo, chamado PET – PCR.
Assim, já pode ser encontrado em filme para embalagens termoformadas, por exemplo.
Tecnologias de reciclagem avançada
Nos últimos anos, a indústria de alimentos tem investido fortemente em inovação que ajudará a alcançar um futuro mais sustentável.
Tecnologias de reciclagem avançada e recuperação estão transformando plásticos usados em novos produtos, no lugar de depender de recursos virgens para a produção de novos materiais poliméricos.
A reciclagem avançada, por exemplo, a reciclagem química, refere-se a vários processos diferentes para extrair valor de plásticos usados.
Isto é, convertendo-os em seus blocos de construção originais, especialidades químicas e outros produtos valiosos.
As tecnologias de reciclagem avançada complementam os esforços contínuos de reciclagem e podem ajudar a reduzir drasticamente a quantidade de resíduos enviados para aterros, gerando uma gama diversificada de produtos comercializáveis.
Nos EUA, por exemplo, várias indústrias estão investindo em negócios de reciclagem e processamento.
Algumas por meio de aquisição e outras por meio da criação de centros próprios, que contemplam desde reciclagem mecânica a sistemas de processamento avançado.
Impacto na produção econômica e na geração de emprego
Outro ponto importante é que as instalações avançadas de reciclagem e recuperação podem ter um impacto significativo na produção econômica.
Bem como, na criação de novos empregos, o que ajudaria e muito no contexto de reciclagem informal no Brasil.
Usando os dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (United States Environmental Protection Agency - EPA) de 2018 como base de referência, o ACC (American Chemistry Council) descobriu que os EUA poderiam apoiar mais de 150 novas instalações avançadas de reciclagem, o que poderia resultar em 48.500 empregos, sendo 12.500 empregos diretos.
Por lá, atualmente, em alguns estados há articulação por parte das associações de embalagens e plástico para que haja pontos de coleta de embalagens flexíveis distribuídas no varejo.
Já para o consumidor, nos EUA há também esforços da indústria de alimentos junto às agências federais para unificação da comunicação.
Assim, a fim de levar mais informação para quem compra e reforçar o incentivo ao descarte correto.
Globalmente, a meta para reciclagem de embalagem plástica aumenta a cada ano. Para atingir esta meta e ir além, acredito muito no potencial da indústria de alimentos.
Afinal, do outro lado da cadeia, as embalagens que já chegam hoje no mercado, como as flexíveis, já podem estar prontas para reciclagem (Recycle-Ready: testadas em laboratório com protocolos globais de reciclabilidade).
Então, com tecnologia e boa estrutura regulatória, a indústria de alimentos também poderá contar com soluções de embalagens mais inovadoras, sustentáveis e, sobretudo, seguras.
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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Tecnologia pretende transformar a castanha-do-Brasil em bioplástico. ENEOS está trabalhando no desenvolvimento de garrafas feitas com plástico biodegradável. Projeto de reciclagem recolhe mais de 5 mil toneladas de plástico reciclável
Plástico de castanha
Na Amazônia, uma parceria entre comunidades locais, empresas, organizações e pesquisadores universitários focaram no impulsionamento da bioeconomia da castanha-do-Brasil. Com isso, desenvolveram uma tecnologia que pretende transformar a castanha em bioplástico.
Se trata de uma versão sustentável do polipropileno que vem sendo elaborada a partir de matéria proveniente do ouriço da castanha, uma espécie de coco que armazena as amêndoas de castanha, considerado um resíduo ainda sem aproveitamento dentro da cadeia produtiva.
A princípio, a aplicação do material pode ter uma ampla variedade de produtos finais, como protetores, embalagens, tampas, entre outros.
Nesse sentido, a produção de bioplástico não só colabora com a conservação dos biomas como também com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades amazônicas.
Inicialmente, estima-se a geração de R$4,8 milhões em renda para as comunidades envolvidas, dentro de um faturamento total de R$20 milhões nos três anos iniciais de comercialização.
Assim como uma redução significativa de mais de 300 toneladas de emissão de CO2 nesse período.
Sobretudo, a iniciativa foi criada em 2022 pela WTT (World-Transforming Technologies), com trabalho de campo, pesquisa e articulação entre organizações.
Por meio do suporte financeiro do FJBSA (Fundo JBS pela Amazônia) e do PPBIO (Programa Prioritário em Bioeconomia), política pública da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), coordenada pelo Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas).
Garrafa biodegradável
A ENEOS, empresas japonesas está trabalhando no desenvolvimento de garrafas para bebidas feitas de plástico não derivado à base de petróleo.
O grupo diz que este seria o primeiro caso de comercialização de garrafas produzidas apenas a partir de fontes renováveis de biomassa.
Isso porque, uma substância chamada “para-xileno” corresponde a cerca de 70% do material de uma garrafa. Assim, a atacadista de petróleo Eneos afirma que a nova tecnologia depende de óleo de cozinha usado e outros materiais derivados de biomassa para produzir para-xileno.
A princípio, a Eneos começará a produzir o material em sua refinaria no oeste do Japão até o final deste ano.
A produção em massa das garrafas está prevista para 2024. As garrafas disponibilizadas anualmente pode chegar a cerca de 35 milhões.
Soda Tadakatsu, funcionário da Eneos, destaca: “Com nossa tecnologia, as emissões de dióxido de carbono das garrafas plásticas derivadas do petróleo possuem chances de ser quase eliminadas”.
O novo processo será mais custoso, mas a Eneos espera que o fator ecologicamente correto ajude a disseminar o uso de recursos limpos.
Educação sustentável
O projeto ‘Mãos que Reciclam’, da Defensoria Pública da Bahia, segue sua caminhada exitosa, com a realização de mais uma importante ação social. Durante o Festival de Inverno arrecadou 5,67 toneladas de materiais recicláveis.
A princípio, a quantidade de 2023 foi bem superior à de 2022, com coleta de 3,3 toneladas.
Além disso, em 2023, pela primeira vez, foi coletado também vidro, além de plástico e alumínio.
Sobretudo, participaram da ação 38 catadores e catadoras; 12 alunos da UFBA, que fizeram a parte de educação ambiental, além de representantes da Defensoria, que acompanharam a pesagem e o registro dos dados.
O Festival de Inverno tem se firmado como uma ótima oportunidade para a arrecadação de materiais recicláveis, considerando o grande número de participantes e de produtos consumidos.
Como explica a coordenadora da Regional de Vitória da Conquista, Kaliany Gonzaga: “A Bahia Eventos, que promove o festival, entrou em contato com a Defensoria, que intermediou que catadores e catadoras fizessem a coleta na festa”.
Ela explicou que a meta é transformar esses resíduos em novos objetos de uso, promovendo um ciclo sustentável.
Assim, todo resíduo descartado vai ser canalizado para a organização de catadores(as), de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. “No Festival de Inverno, foi feita a destinação adequada, foi cumprida a função social de reciclar esses materiais e se evitou que quase seis toneladas de resíduos fossem encaminhadas ao aterro sanitário de Vitória da Conquista”, conclui Gonzaga.
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A Genius lançou linhas de reciclagem com lavadora e secadora por compressão na América Latina, com ela, a marca promete umidade inferior a 3% após secagem
A Genius Machinery lançou uma linha altamente sofisticada de máquinas de reciclagem e lavagem de plástico em resposta à crescente demanda no mercado sul-americano. O grande destaque da linha de produtos recém-lançada da empresa é a máquina de dessecação para prensa de parafuso.
A princípio, na área de reciclagem de plásticos, a Genius é líder mundial no desenvolvimento e promoção de máquinas de última geração.
A linha de reciclagem e lavagem de plástico Genius conta com a máquina de desidratação por prensa de parafuso, também conhecida como Squeeze Dryer, como seu componente mais crítico.
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Isso porque, os filmes plásticos lavados podem reter até 30% de umidade.
O que afeta significativamente a eficiência e a produção do processo de pelotização posterior.
Nesse sentido, o mais recente avanço no campo da reciclagem de filmes plásticos, máquinas de dessecação por prensa de parafuso ou secadoras por compressão é capaz de dissecar o filme lavado. Assim, reduzindo o volume de materiais reciclados e refinando ainda mais a essência dos pellets de plástico finais.
Como resultado da nova máquina dessecante, os pellets de reciclagem de plástico não reterão mais do que 3% de umidade após a secagem, aumentando assim a eficiência da produção.
Lavagem rígida de materiais mais duros
A linha de plantas de lavagem para reciclagem de plástico da Genius também inclui plantas de lavagem rígidas, bem como plantas de lavagem de filmes.
Isto é, as plantas de lavagem rígida são projetadas para reciclar materiais duros pós-consumo.
Como garrafas, resíduos ou sucata de moldagem por injeção, tubos, lixo eletrônico e outros materiais rígidos.
Assim, esses sistemas produzem flocos plásticos uniformes com alta pureza e baixo teor de umidade.
Dessa forma, a Genius projetou a planta de lavagem de filmes para ajudar os usuários a reciclar filmes ou sacolas pós-consumo.
Já que após a lavagem e compressão, essas máquinas podem produzir flocos comprimidos de alta qualidade com níveis de umidade inferiores a 3%.
Assim, sendo máquinas equipadas com unidades de trituração, lavagem e secagem. Além de poder processar com eficiência materiais como filmes residuais depositados em aterros, filmes agrícolas, filmes extensíveis industriais e muito mais.
Peter Tsai, CEO da Genius Machinery, conclui que: “A Genius se destaca como um dos fornecedores asiáticos selecionados que mantém consistentemente os níveis de umidade abaixo de 3% durante todo o processo de dessecação”.
Para ele, esse feito não apenas define o aspecto fundamental de suas linhas de lavagem, mas também demonstra a incorporação de tecnologia avançada e qualidade superior no mercado.
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Segundo a CNI, o índice de desempenho da pequena indústria ficou em 44,8 pontos no segundo trimestre de 2023, sendo um nível superior ao primeiro trimestre (44 pontos) e à média histórica (43,8 pontos).
A princípio, o indicador chegou a cair 3,5 pontos de março para abril, mas apresentou melhoria no restante do trimestre. Isto é, com avanços de 2,4 pontos de abril para maio e de 0,4 ponto de maio para junho.
Sobretudo, esse cálculo feito pela CNI leva em consideração a evolução do volume de produção. Bem como, o nível de utilização da capacidade instalada e o avanço do número de empregados para as indústrias extrativas, de transformação e da construção.
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César Bergo, economista e professor de mercado financeiro da UnB (Universidade de Brasília, explica que em 2023 houve um crescimento maior da economia, além do que se esperava.
Segundo ele, isso acabou afetando o desempenho e produção industrial, sobretudo, da pequena indústria.
Isso porque, algumas medidas do governo relacionadas à área de crédito e fomento, e a questão também que houve da desoneração dos automóveis, dos impostos federais, acabou de alguma forma agindo positivamente no desempenho da indústria. “Porque você de alguma forma alimenta toda a cadeia produtiva do automóvel e envolve muitos produtores de pequeno porte.”
Ainda de acordo com o Panorama da Pequena Indústria da CNI, o índice de situação financeira — calculado com base na margem de lucro operacional, na situação financeira e no acesso ao crédito — aumentou 2 pontos no segundo trimestre de 2023 e atingiu 41,3 pontos.
Aumento de confiança impulsionado pelas reformas
Os empresários da pequena indústria mostraram confiança pela primeira vez neste ano. O índice que mede essa confiança aumentou 1,3 ponto entre junho e julho, resultando em 50,6 pontos, sendo acima do limite de confiança. No entanto, o indicador segue abaixo da média histórica de 52,8 pontos.
Para Newton Marques, economista membro do Corecon-DF (Conselho Regional de Economia), a confiança do empresário industrial está relacionada à espera de uma redução da taxa básica de juros.
A princípio, Marques destaca que o motivo da baixa confiança do pequeno empresário industrial em 2023 é com relação à espera de que haja uma redução da taxa básica de juros. E, assim, isso possa provocar um aumento dos investimentos do setor privado.
Embora o governo também precise dar o incentivo, aumentando o seu investimento no setor público para também ajudar a alavancar essa recuperação da atividade econômica.
Nesse sentido, o economista César Bergo também relaciona a confiança do empresário industrial com a redução da taxa básica de juros.
Bergo pontua que um dos fatores importantes para a melhoria desse cenário é a redução da taxa de juros que vem acontecendo. “Então, na última reunião do Copom, o Banco Central reduziu a taxa de juros. Isso vai ter um impacto direto nesse fator motivacional do pequeno empresário industrial, porque a indústria depende muito do crédito. Bem como, também o crédito afeta diretamente o serviço, sobretudo a venda de bens duráveis.”
Contudo, de acordo com o Panorama, o índice de perspectivas da indústria de pequeno porte — que capta as expectativas para os próximos seis meses — apontou um aumento de 2,1 pontos em julho de 2023 e alcançou 49,5 pontos.
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Sendo um componente essencial em diversas embalagens e processos industriais, o Tie Layer, proporciona um crescimento significativo para a Krisoll, em sua atuação no mercado de embalagens. Por causa disso, a empresa de distribuição de polímeros aumentou a oferta desses adesivos de co-extrusão.
Por isso, nos últimos anos a Krisoll se estabeleceu como grande fornecedor para o mercado de embalagens flexíveis com parcerias sólidas, confiabilidade e flexibilidade para atender a demanda crescente de um mercado cada vez mais exigente.
Gustavo Nascimento, CMO da Krisoll, explica ainda a eficiência desse material para as embalagens. “Em embalagens flexíveis, para se obter a proteção mais eficiente é necessário utilizar diferentes materiais. Então cada um deles é incluído em um estágio da extrusão, formando um único filme. Quando esses materiais são muito diferentes quimicamente é necessário um elemento que faça a adesão, é aí que entra o Tie layer ou adesivo de coextrusao”.
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Assim, as principais aplicações do Tie Layers são em embalagens multicamadas (filmes flexíveis ou garrafas agrícolas), compatibilizantes, entre outras.
Processo de pesquisa e desenvolvimento do material pela empresa
A princípio, o Tie Layer é distribuído pela Krisoll e todo desenvolvimento e suporte técnico é dado por seu técnico.
Assim como afirma Nascimento, nosso parceiro conta com um centro de desenvolvimento para estudos de novas aplicações.
Nesse sentido, a Krisoll tem trabalhado nos últimos anos na expansão do uso do Tie da Lushan. “Contamos com estoque em Itajaí e Mauá, de onde atendemos todo o Brasil”.
A Lushan é reconhecida globalmente por sua excelência em produzir o Tie Layer, um adesivo para co-extrusão amplamente utilizado em embalagens.
Uma das razões pelas quais o Tie Layer da Lushan é o escolhido pela Krisoll, parte justamente pelo processo de pesquisa e desenvolvimento que envolve equipes jovens e inovadoras de P&D.
Isso porque, a empresa investe significativamente em talentos qualificados, que trabalham incansavelmente para aprimorar e aperfeiçoar suas tecnologias.
Além disso, a Lushan colabora estreitamente com instituições de pesquisa de renome, como o Centro Nacional de Pós-Doutorado em Pesquisa e Desenvolvimento de Novas Tecnologias da China, garantindo acesso a conhecimentos de ponta e a um ambiente propício para a inovação.
A empresa também possui um Laboratório Nacional de Primeira Classe e instalações experimentais, que permitem testes rigorosos e a validação de suas soluções.
Assim, garantindo que o Tie Layer atenda aos mais altos padrões de qualidade, desempenho e segurança.
Expectativas para o futuro
Para o CMO da Krisoll, o mercado ainda tem muitas incertezas, aparentemente mostra reação nesta reta final.
Por isso, para 2024 a empresa tem uma grande missão que é seguir o desenvolvimento suportando o crescimento de seus clientes e parceiros. “Nós estamos esperando um primeiro trimestre mais constante e com uma retomada linear do crescimento dos anos anteriores”.
Nascimento espera que a estabilização de mercados externos também afete positivamente o Brasil e, por consequência, todos seus principais clientes.
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A Coperion é reconhecida como a principal fabricante mundial de compostos e extrusoras master. Hoje, abriga equipamentos para reciclagem química, reciclagem mecânica de filmes multimateriais, PET e até supressão de odor desagradável de resíduos pós-consumo para suprimir a presença de redutos.
Para Jochen Schofer, chefe de vendas da unidade de negócios na área de reciclagem da Coperion, existe uma necessidade de interação entre as rotas de recuperação física e química de polímeros.
Por isso, destaca a atuação da empresa nessas tecnologias que ele enxerga como vasos comunicantes. “Como a Coperion figura entre os pioneiros em tecnologias de processamento de resinas virgens, temos modificado nossa gama de inovações em equipamentos de modo a cobrir também o segmento de reciclagem”, afirma.
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Isso porque, esse segmento demanda operações que envolvem tópicos como materiais contaminados ou de elevados índices de umidade. “Por exemplo, desenvolvemos para a reciclagem química um método que possibilita a degasagem confiável de cloretos diretamente na extrusora”, completa.
A contribuição da reciclagem química para a economia circular
Segundo Schofer, é grande a contribuição da reciclagem química para a circularidade do plástico, mas só funciona de forma adequada.
Isto é, em conjunto com a reciclagem mecânica e se a reciclagem química for aceita em escala mundial, além dos limites da Alemanha e Europa.
Isso porque, em várias partes do mundo ainda persistem sistemas fragmentados de coleta e armazenagem de resíduos ou então lugares onde sequer existem alternativas para gerar um fluxo de sucata plástica de envergadura suficiente para viabilizar sua reciclagem.
Ele destaca: “No momento, um número crescente de grandes corporações multinacionais embarca no trem da reciclagem química. A expectativa é que elas colaborem de modo considerável para implementar a infraestrutura requerida por essa tecnologia em todas as áreas do planeta”.
Para o executivo, o potencial da reciclagem química é gigantesco e os resultados até aqui obtidos são promissores.
Embora trate-se de tecnologia ainda na infância, a reciclagem mecânica já está estabelecida. “O potencial da rota química decorre da impossibilidade demonstrada por muitos plásticos de produção crescente de serem recuperados pelo processo mecânico”.
Qual método a empresa recomenda para a economia circular do plástico?
Conforme Schofer, a Coperion já desenvolveu soluções para ambas as reciclagens, sejam ricas ou pobres suas etapas prévias de separação do refugo. E até contribuímos para outros processos de recuperação de polímeros.
Por exemplo, um método à base de solventes pelo qual dois polímeros diferentes entre si são apartados um do outro e o solvente acaba submetido à defasagem na extrusora.
Para ele, as reciclagens mecânica e química não são balas de prata, embora suas contribuições para sanar a questão dos resíduos plásticos sejam relevantes, mas muito mais precisa ser feito.
Isto é, acima de tudo, o design de produtos deve evitar a fabricação e uso de plásticos de baixa reciclabilidade. Quanto mais esse tipo de material entrar no mercado, mais ele periga se queimar em vez de reciclado.
Ele ainda finaliza explicando que "Este deveria ser o nosso primeiro objetivo em prol de uma economia circular funcional. Como fabricante de máquinas, nossa meta é prestar o melhor apoio à indústria plástica no seu rumo para a economia circular".
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