Durante o mês de novembro acontece o evento mais aguardado do ano por consumidores e varejistas, a Black Friday, ação que movimenta sobretudo os e-commerces.
O comércio digital deve adequar-se para oferecer uma experiência completa ao consumidor, pensando no empacotamento do produto, para garantir proteção e acondicionamento adequados.
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Por isso, a Termotécnica apresenta soluções inovadoras em EPS para que o produto final seja entregue nas mãos dos clientes dentro das condições ideais e para suprir as exigências do mercado.
Métodos eficientes para embalagens
A princípio, a Termotécnica sugere que as empresas online adotem estratégias durante as vendas da Black Friday, e as insiram no dia a dia para entregar ao consumidor produtos preservados.
Os mercados, precisam organizar seus estoques de embalagens para atender à grande demanda. Dessa forma, os empreendedores não serão surpreendidos pelo fluxo alto e pela baixa reserva de embalagens.
Logo, para garantir a segurança dos produtos e atender a este fluxo, é necessário que as embalagens sejam funcionais e tenham design atrativo.
Ou seja, o processo de embalagem é importante para assegurar que os produtos sigam o trajeto até o destino final sem riscos de danificações.
Sendo assim, a Termotécnica apresenta soluções de embalagens de EPS, conhecida amplamente como isopor, é um material de plástico 100% reciclável, com desperdício.
A inovação em sustentabilidade de Termotécnica também tem o objetivo de garantir a segurança em alto nível, desde o armazenamento até o transporte.
Esse tipo de embalagem é um método seguro porque resiste a quedas, choques e vibrações, por conta da grande quantidade de ar em sua estrutura.
Por conta dessa ação inovadora, a empresa destaca que para decidir a melhor solução de embalagem para empacotamento e transporte, é importante verificar uma opção sustentável.
Isso influencia na escolha dos e-commerces porque a circularidade do material e redução de perdas proporcionais são fatores positivos tanto para o varejo, quanto para a experiência do cliente.
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A Carta de Intenções assinada na 16ª Semana do Plástico, o documento focado reciclagem e economia circular, definiu que às instituições assumissem estas práticas.
Além da assinatura do documento, a Semana também colocou em voga questões sobre destinação do plástico e sustentabilidade.
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O evento, portanto, foi o local ideal para as entidades participantes discutirem os tópicos que envolvem as práticas ecológicas e selar compromisso a respeito da sustentabilidade.
Ao todo, 15 organizações assinaram a Carta, dentre elas estavam as lideranças do setor de plástico, secretarias, ministérios, coordenações e movimentos sociais.
A Semana do Plástico é um encontro realizado pela SindiplastES, e consolidado no setor, ele tem como objetivo oferecer informações e estimular práticas positivas. E neste ano teve como tema central: "Reciclagem, O caminho para a sustentabilidade."
As implicações da Carta de Intenções de Reciclagem
O documento em questão, levanta o debate acerca de como o plástico pode continuar contribuindo com a sociedade e com as instituições. Tanto do ponto de vista econômico, quanto do ponto de vista sustentável.
Desse modo, as implicações que o envolvem, são baseadas em uma série de ações e princípios que levam instituições públicas, privadas e a sociedade civil a cultivar práticas que movimentam o reuso e a reciclagem, por exemplo.
Então, para atingir o objetivo, é necessário estabelecer parcerias entre as empresas de pequeno, médio e grande de porte.
Assim como, precisa de investimentos em infraestruturas de reciclagem, em logística reversa e educação direcionada para esta área.
Por isso, pensando na cooperação mútua das entidades, o subsecretário de Estado de Desenvolvimento, Ricardo Peçanha, representante do Governo do Estado, se disponibilizou para fechar parcerias.
Enquanto, a presidente da Findes, Cris Samorini, o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Bruno Lamas e a diretora Bárbara Esteves Pimentel, assinaram o curso de qualificação com 250 vagas para o setor do Plástico.
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A pesquisa da CNI, feita entre os dias 2 e 12 de outubro, entrevistou empresas de pequeno, médio e grande porte, totalizando assim 2044 empresas. Porém, o resultado mostra que houve uma queda na quantidade de setores confiantes da Indústria, sendo em setembro 18 de 29, e em outubro 15.
O Índice que analisa a confiança do empresário industrial revelou que os setores da indústria, grandes empresas e indústrias estão confiantes, já ele se manteve acima da linha de 50 pontos.
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Ainda assim, a confiança para empresas das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste é positiva. Enquanto na região Sul, ficou abaixo dos 50 pontos esperados.
A migração dos setores da Indústria entre setembro e outubro
Diante dos dados, a passagem no mês anterior os seis setores que demonstraram falta de confiança, foram os de Equipamentos de Informática, Eletrônicos e ópticos, Máquinas e equipamentos, Obras de Infraestrutura, Celulose e papel, Calçados e suas partes, e por fim, Metalurgia.
Em contrapartida, dois setores fizeram o movimento contrário, passando da falta de confiança para aumento de confiança, sendo eles: Veículos automotores, e Produtos de material plástico.
Isso demonstra que, apesar da confiança permanecer acima da linha dos 50 pontos, ela caiu em todos os segmentos, de modo que, mesmo as pequenas e médias indústrias que anteriormente demonstraram confiança em setembro, mostraram diminuição de confiança em outubro.
Da mesma forma as pequenas e médias empresas, que passaram de 49,9 pontos para 49, e de 50,6 para 49,6, respectivamente. De forma que somente as grandes empresas seguem com confiança, embora também tenha reduzido de 53,6 para 53,4 pontos.
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A BASF, pelo quarto ano consecutivo, alcança a primeira colocação em sua categoria no ranking elaborado pela 100 Open Startups. Diante disso, a posição indica que a empresa mantém-se em primeiro lugar no que se refere às relações estabelecidas com startups.
Pois uma vez que o ranking avalia as interações entre elas, as posições são mantidas.
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Dessa maneira, a corporação atinge outra vez o primeiro lugar no top de Indústria Química em inovação aberta na América Latina, e o 8º entre as top 100 ranqueadas no Open Corps 2023.
Assim, Edson Akiyama, diretor de Customer Enabling da Basf América do Sul, salienta: “Estar novamente entre os protagonistas do ranking mostra que seguimos com força na jornada da inovação aberta. Somos uma empresa centenária, robusta, mas também aberta, ágil e com profunda conexão com nossos clientes e suas demandas”.
O ranking de inovação aberta
O TOP Open Corps é uma lista que analisa e premia as empresas que se destacam em inovação aberta.
E neste ano, o cálculo revelou que no setor de Indústria Química as empresas indicadas no top 100 movimentaram 69% dos relacionamentos com as startups.
Ao todo, concluiu-se que apenas neste ramo as empresas estabeleceram 715 relacionamentos de negócios com 389 startups no último ano.
Assim, o CEO e fundador da 100 Open Startups, Bruno Rondani aponta o impacto direto em benefícios, tanto para as corporações, quanto para as startups, pois o crescimento foi de 73%.
As inovações da Basf ao longo dos anos
O modo como a BASF se mantém no mercado há tantos anos, se deve a forma com que ela gere as inovações, isto é, de maneira descentralizada e com iniciativas em diversas frentes.
Isso revela como os programas e ações da BASF ganharam destaque ao longo dos anos, impactando positivamente diversos segmentos, e permanecendo como referência no setor.
Em primeiro lugar, destaca-se o compromisso notável com a inovação e transformação digital, pois a BASF foi pioneira em diversos âmbitos ao longo dos anos.
De início, destaca-se a inovação desenvolvida em 2016, a criação de uma plataforma de inovação que se relacionou com mais de 600 startups na América Latina.
Além de ter tido destaque na e referência em aceleração de startups de agtech na região.
Assim, por ser uma empresa que possui autonomia inventiva, a BASF criou um ambiente que impulsiona a inovação digital e a cocriação.
De modo que ao longo de três anos a iniciativa estimulou 50 projetos internos. E obteve um ganho de eficiência de mais de 1 milhão de euros.
Bem como, continua liderando o ramo do agronegócio no Brasil.
Ainda, em 2019, a empresa lançou outro programa chamado Suvinil Fora da Lata, focado em apoiar startups ligadas à inovação, tecnologias e economia criativa. A ação resultou na aceleração de 11 startups em 2022, de forma que 75% delas tornaram-se parceiras comerciais da marca.
A BASF demonstrou também o seu compromisso com a inovação ao estabelecer a BASF Venture Capital (BVC), que investiu no fundo AgVentures II da SP Ventures e liderou um investimento de US$ 10 milhões na startup Traive, fortalecendo seu envolvimento com tecnologias inovadoras, com destaque para o crédito rural.
Igualmente, a empresa lançou o onono, um Centro de Experiências Científicas e Digitais que mapeou mais de 300 startups e promoveu mais de 50 desafios, resultando em mais de 50 mil conexões, impulsionando a transformação cultural e a busca por soluções sustentáveis.
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O Tampinha Legal é o projeto socioambiental de reciclagem com finalidade educativa de maior reconhecimento e abrangência referente a economia circular do plástico na América Latina.
Desse modo, em sua comemoração de sete anos, o programa de reciclagem será apresentado na Convenção Mundial da Reciclagem.
O evento acontecerá entre os dias 23 e 25 de outubro, a Convenção acontece na Espanha.
A princípio o evento terá como parte da composição de palestrantes, o presidente e a gerente do Instituto SustenPlást, Alfredo Schmitt e Simara Souza.
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Além disso, foi informado que os representantes levarão ao encontro a divulgação dos resultados do recente estudo feito pela USP (Universidade de São Paulo) em conjunto com o SENAI/RS sobre a ACV (Análise de Ciclo de Vida) das tampas plásticas do Tampinha Legal, que contêm números inéditos do programa.
O intuito da convenção internacional de reciclagem
O World Recycling Convention, título oficial em inglês, é um encontro anual e direcionado a indústria de reciclagem, borracha, petroquímica, produtos químicos, fertilizantes, reciclagem de plásticos, impressão e embalagens.
Assim, por reunir diversos setores de importância, o evento tem como objetivo discutir as tendências atuais em pauta na sociedade.
Entre os temas de discussão eles divulgaram:
Tendências socias;
Tendências ambientais;
Tendências tecnologias;
Tendencias económicas;
A abrangência do projeto
Atualmente, o programa Tampinha Legal, possui diversos pontos de coleta espalhados por estados brasileiros, acumulando 3.292 pontos.
O pontos de coleta estão locais como: Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Minas Gerais, além do Distrito Federal.
Ainda, a ação de reciclagem também está ligada aos requisitos da ESG, Logística Reversa e ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Com a finalidade cooperar com entidades sociais e questões de relevância populacional, os recursos vão para às associações e projetos.
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Caminhos para reciclagem do plástico e economia circular
Desvendar e definir caminhos para a ampliação da reciclagem do plástico e mapear a economia circular é um debate importante para a sustentabilidade. Uma vez que, isso interfere tanto no recolhimento, quanto na redistribuição.
Por isso, a Federasul (Federação de Entidades Empresariais do RS) promoveu um encontro com pessoas engajadas nesse assunto para definir a importância de um acordo global e os desafios de ambas as questões.
Estiveram presentes no encontro a coordenadora do Fepam (Programa de Resíduos da Fundação Estadual de Proteção Ambiental), Daiene Gomes Zagonel, e o coordenador de Relações Institucionais da Global Advocacy da Braskem, Gustavo Boni dos Santos.
Dentre as discussões, a coordenadora apresentou uma minuta que propõe o estabelecimento de diretrizes para implantação da logística reversa de embalagens no estado.
De acordo com Daiene, essa minuta é uma resolução do Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente), que define mais soluções para esse tema, dado que as cooperativas em parceria com os recicladores podem ser beneficiadas em todo o processo.
Além da importância e necessidade da criação de sistemas de logística reversa por parte dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes.
Enquanto isso, Santos, destacou o compromisso da Braskem com a sustentabilidade, um dos exemplos dado foi a respeito do acordo mundial dos plásticos, decisão respeitada pela empresa.
Assim como, também salientou que a Braskem estabeleceu metas de reciclagem até 2025, que trata-se de vender 300 mil toneladas por ano nesse modelo.
Com a projeção de aumentar para 1 milhão de toneladas anuais até 2030, juntamente com a recuperação de 1,5 milhão de toneladas anuais de resíduos plásticos.
O coordenador ressaltou, ainda que: “Há alguns anos, a Braskem deixou de ser uma empresa que apenas produz plásticos, para ser uma recicladora, e isto se reflete nas nossas metas. Em 2022 fechamos as vendas em 54 mil toneladas por ano, então é algo desafiador. E isto só vai ser possível se tivermos políticas públicas adequadas e incentivo em logística reversa”.
Moradia ecossustentável
Com a ideia de inovar no ramo da construção civil, a Fulplastic, uma indústria nacional que desenvolve produtos, métodos e projetos feitos com blocos de plástico reciclável.
Por ser uma empresa comprometida com a sustentabilidade, também concorda com a ideia de versatilidade nas obras. De modo que haja preservação de recursos básicos para condições de moradia e construção.
Dessa maneira, a Fulplastic contribui com o meio ambiente ao produzir construções modulares, isto é, fabricações com a matéria-prima o plástico reciclado.
Dentre as opções apresentadas estão o projeto plug & play com produto pronto, de rápida implementação, construção off-site e totalmente sustentável.
Além disso, a empresa também oferece uma solução no segmento de energia, padronizada, leve, segura e pronta para entrega. É uma criação ecologicamente sustentável, pela sua fabricação com plástico reciclado.
Armadilhas para mosquitos de plástico durável
Fabricadas a partir de plástico durável, as armadilhas para o combate do Aedes aegypti vêm de uma combinação de inseticida, fungo e água.
O projeto posicionou aproximadamente três mil armadilhas em Goiânia, para atrair e capturar fêmeas do mosquito durante o período de postura de ovos.
O plástico durável é um material que contribui para a sustentabilidade na composição das armadilhas, pois são reutilizáveis e têm longa vida útil. Bem como ajudam na economia, se comparada a métodos de controles mais caros.
Outro benefício é a fácil manutenção, pois facilita a limpeza, a regulação e a reutilização.
Assim, também as armadilhas são mais descomplicadas para instalar e usar, tornando-as acessíveis para comunidades locais, mesmo em áreas onde recursos limitados podem estar disponíveis.
No caso da armadilha desenvolvida pela Prefeitura de Goiânia, é possível notar os resultados positivos do produto, pois tem demonstrado ser altamente eficaz no controle da população de mosquitos transmissores de doenças.
Com resultados notáveis na redução de enfermidades virais propagadas pelo Aedes aegypti.
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A Coca-Cola tem um compromisso com a reciclagem, de modo que fabrica garrafas de material 100% reciclado, e leva no rótulo de sua embalagem a informação.
Portanto, a fim de continuar contribuindo com a circularidade e a reciclagem, a empresa criou uma campanha para incentivar seus consumidores a praticar reciclagem e retorno de embalagens.
Sendo assim, a campanha faz uso de um slogan autoexplicativo, “Toss In, Take Out”, que traduzido literalmente fica “Jogue dentro, retire”.
Para a aplicação da ação no Brasil, a reformulação da frase seguiria padrões de sentido nacional, porém mantendo o significado fundamental da frase.
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Ainda, a ação recebe o título de “Coca-Cola rPET”, que em ambas as línguas é possível compreender.
Pelos resultados positivos nas primeiras localidades, a marca amplia seu lançamento para outras cidades dos Estados Unidos, que já havia alcançado outras onze, no início.
Apesar da campanha ainda não ter chegado ao Brasil, as ações de retorno de embalagens.
O que também coopera com a economia circular, já é uma realidade há anos.
Por fim, a proposta do projeto é que as garrafas da marca sirvam como vale troca por uma pizza, essa ação tem objetivo de incentivar os clientes.
Como é feita a garrafa vinda da reciclagem
Para apresentar de maneira clara como funciona a incorporação das substâncias na fabricação da garrafa, a marca divulgou em seu site oficial que elas advém de plásticos reciclados, coletados, classificados, limpos e refeitos.
Além disso, a Coca-Cola salienta que o uso de plaśticos vindos de processos de reciclagem diminui a emissão de gases prejudiciais e uso de energia.
A princípio o contato dos consumidores do refrigerante, aconteceu pela primeira vez no ano de 2021, na Califórnia, Texas e Nova York.
O vice-presidente e gerente geral de sustentabilidade da The Coca-Cola Company North America, para o Pack World, destacou que a capacidade do uso de plásticos 100% reciclados pela marca acontece porque os consumidores com a reciclagem.
"No futuro, pretendemos levar esta inovação de design a mais marcas e mercados”, finalizou enfatizando a campanha da Coca-Cola rPET.”
Sendo assim, o próximo lançamento da iniciativa acontecerá em Chicago, Atlanta e Noroeste Pacífico.
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O projeto de lei PL 2524/2022, prevê o banimento de diversos tipos de plástico de uso único, a ação acarretará diversos prejuízos ao setor, como aponta a Abiquim e Abiplast.
A ação afetará os setores de coleta e separação de resíduos, como apontam as associações.
Pois a redução do faturamento acarretará uma perda de R$70,2 bilhões, de modo que a perda de empregos terá a marca de 205 mil, e a diminuição salarial atingirá R$ 6,7 bilhões.
O projeto de lei encontra-se estagnado na Comissão do Meio Ambiente, esperando sua análise.
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Assim, as associações frisaram a importância da revisão do projeto, e apresentaram alternativas para mudanças.
Dentre os motivos destacados pela Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), o principal é o impacto negativo para a economia e para a sociedade.
As propostas das associações
Com a finalidade de reformular o projeto de lei, a Abiquim entregou uma proposta, durante a sessão, que sugeria a revisão da PL.
A sugestão propunha a inclusão da distribuição gratuita de produtos de uso único, com a intenção de estimular a redução do consumo.
Nesse sentido, André Passos Cordeiro, presidente executivo da Abiquim, ressalta a importância da livre iniciativa do mercado, e para sua garantia, o Senado precisa rever o projeto de lei.
De modo que, a transição ocorra de maneira justa e ecológica.
Por fim, ele destaca que a preservação de empregos e das rendas geradas a partir do mercado do plástico precisam ser garantidas.
Enquanto isso, o presidente-executivo da Abiplast, Paulo Teixeira, salienta que o projeto de lei possui lacunas, como a ineficácia da abrangência acerca da economia circular.
Assim, Teixeira afirma que a falta de ênfase sobre a circularidade, representa uma visão fragmentada, que desestimula a industrialização.
Assim como isso prejudica o consumo e afeta a exportação de produtos essenciais do país.
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Uma PL estava em análise pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais). A discussão em pauta visa definir os destinos de resíduos plásticos e a promoção da economia circular do plástico. A implementação busca incentivar a circularidade dos materiais através de práticas de reuso e reciclagem.
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O projeto de lei chamado de “PL 2524/2022”, pretende ainda aplicar medidas disciplinares para ações que em desacordo com as exigências estabelecidas para descarte e destino dos resíduos, ou para aqueles que realizarem ações prejudiciais ao meio ambiente.
Se completamente aprovada, a lei prevê que produtos em atrito com as regras, terão a venda proibida no prazo de 365 dias.
Os benefícios da economia circular
As propostas que fomentam o PL sobre a economia circular do plástico apontam que essa iniciativa possui vantagens tanto econômicas, quanto sociais.
Uma vez que, o uso dos recursos vai acontecer de modo sustentável, desde o desenvolvimento do design, até a comercialização.
Para que o retorno dos produtos e dos materiais utilizados pelos consumidores sejam transformados em um novo.
O projeto inclui outras propostas, como confecção de produtos a partir de matérias-primas renováveis, para que os artigos tenham longa duração, sejam retornáveis e recicláveis.
As emendas que compõe o PL
A primeira emenda apresentada declara que o Governo será responsável pela criação de regulamentos e normas que abordam as questões pós-uso de embalagens que contenham substâncias perigosas.
A razão para esta regulamentação é a preocupação acerca da saúde da população, bem como, a necessidade de gerenciar adequadamente tais resíduos.
Outra demanda incluída pela pŕopria senadora, apresenta quatro sugestões:
Manter no mercado embalagens não retornáveis, no primeiro momento, até que alternativas sejam implementadas;
Extensão do prazo de distribuição e comercialização, para que as empresas possam se adaptar às novas exigências, aplicando para 730 dias após a publicação da lei. Esse tópico, sugere ainda, que o prazo de 356 seja apenas para a fabricação e importação;
Ampliação do rol taxativo de produtos, ou seja, propõe que o Poder Executivo tenha a capacidade de expandir a lista de produtos mencionados na proposta, à medida que novas tecnologias e alternativas sustentáveis se tornarem disponíveis no mercado;
Campanhas educativas de consumo consciente, a última parte das emendas propõe que o governo seja responsável por criar ações e campanhas educativas destinadas a promover o consumo consciente de plástico;
A avaliação do projeto agora segue para a CMA (Comissão de Meio Ambiente).
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Dados que medem o índice da confiança do empresário sofreu uma queda do mês de setembro para o mês de outubro, indo de 51,9 pontos para 50,5.
Para chegar a estes números, a CNI que entrevistou 1.323 empresas na pesquisa.
A consulta aconteceu nos primeiros dias de outubro, com empresas de pequeno, médio e grande porte.
Os três indicadores da indústria
A consulta revela os índices que medem confiança dos empresários e das indústrias brasileiras, eles são usados para medir as condições atuais e as expectativas.
Apesar de ser a segunda queda consecutiva do indicador, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial), se mantém acima dos 50 pontos necessários.
Enquanto, o Índice de Condições Atuais marcou 45,6 pontos, ou seja, está abaixo da linha divisória.
Ao passo que o Índice de Expectativas segue otimista para o cenário industrial no próximo semestre, pois permanece acima da linha divisória, com 53,0 pontos. Embora tenha sofrido uma queda de 1,2 ponto.
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