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A ABIMAQ e a ABIPLAST trazem união para a cadeia produtiva, transformação e reciclagem do plástico, para a Plástico Brasil. O evento reuniu mais de 800 marcas, e representa a totalidade da cadeira industrial com nova parceria, a data para 2025 será de 24 a 28 de março.

A Feira Internacional do Plástico, que é uma iniciativa da ABIMAQ, passa a ser elo para toda a indústria com a entrada da ABIPLAST. 

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Sendo assim, promovendo benefícios econômicos e com conceitos para a Economia Circular. Nesta edição, o evento trouxe mais de 52 mil profissionais que foram em busca de aprimoramento técnico e networking. Além de ter contado com as mais de 800 marcas expositoras brasileiras e internacionais presentes.

Desse modo, o presidente executivo da ABIMAQ, José Velloso Dias Cardoso ressalta como a parceria reforça o compromisso das entidades com o setor do plástico.  "Elevando as expectativas de crescimento dos negócios em comparação à feira organizada em 2023, que já apresentou um viés de alta acima do esperado, impulsionando uma demanda que resultou em significativas exportações entre as empresas participantes. Em 2025, a Plástico Brasil planeja aumentar sua área em 20%, visando ampliar os negócios concretizados durante o evento”.

Enquanto para o Presidente da CSMAIP (Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ), Amilton Mainard, a feira tem como missão e objetivo, reunir o setor e toda cadeia produtiva do plástico no mesmo local. Assim como, oferecer aos transformadores o que há de melhor e mais moderno em tecnologia, gerando cada vez mais valores ao business de toda cadeia.

A missão e objetivo do Plástico Brasil

Nesse sentido, Mainard destaca que "existe hoje um novo conceito mundial que está pensando em produtividade. O foco não é só mostrar máquinas, equipamentos, periféricos, produtos químicos e matérias primas. Temos que apresentar e demonstrar tecnologia 4.0, inovação e equipamentos que sejam sustentáveis e energeticamente eficientes. Já estamos começando a entrar naquela pegada do carbono zero e ESG, então a feira traz a oportunidade que o mercado tem para ver e para ser visto”.

Ainda assim, o presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, Gino Paulucci Junior, salienta que o evento desempenha um papel fundamental na consolidação do plástico como um elemento estratégico para diversos setores econômicos. 

Para Paulucci, "a tecnologia está presente na cadeia produtiva da indústria, ressaltando a eficiência e sustentabilidade dos produtos que atendem às demandas globais. A feira não apenas exibe uma ampla gama de aplicações do material, mas também fomenta diálogos entre os profissionais do setor, promovendo discussões sobre a contribuição de cada um para as questões ambientais”.

Destaques da Plástico Brasil para o setor do Plástico 

Para o mercado, o presidente do Conselho da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, destaca que é com imensa alegria que anunciam a retomada desse evento. Pois trata-se de um encontro muito significativo para o setor plástico. 

Roriz fala como: "Agradecemos ao Presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ/SINDIMAQ, Gino Paulucci Junior, e a todos os dirigentes da entidade pelo diálogo aberto e transparente na união das associações, que promove a coesão na indústria”.

Dessa maneira, criada há mais de cinco décadas, a ABIPLAST reúne mais de 12,6 mil empresas. Da mesma forma que reúne quase 360 mil profissionais atuantes na indústria do plástico. A entidade mantém também um trabalho conjunto e colaborativo de 21 sindicatos estaduais. Juntos, fortalecem o setor regionalmente, e associações parceiras, que contribuem para reiterar a importância das nossas indústrias.

Plástico Brasil 2025

Em 2025, a Plástico Brasil será realizada de 24 a 28 de março e terá sua área de exposição aumentada. Assim, passando a ocupar cinco pavilhões do São Paulo Expo, na capital paulista, um a mais que os quatro ocupados este ano. 

Sendo assim, entre os expositores, produtores e desenvolvedores de tecnologias e soluções em produtos básicos e matérias-primas, maquinários, equipamentos e acessórios, ferramentas e moldes, resinas sintéticas, processadores de plásticos, instrumentação, controle e automação industrial, robótica, projetos e serviços técnicos, reciclagem, entre outros.

Além de reunir as marcas expositoras, o evento reúne empresas Brasil. Assim como, da Alemanha, Argentina, Áustria, Canadá, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, Israel, México, Portugal, Suécia, Suíça, Taiwan e Turquia.

Além da área de exposição, a Plástico Brasil reserva também áreas exclusivas para conteúdo, com a participação de especialistas nacionais e internacionais. Da mesma forma que tem uma programação exclusiva sobre variados temas voltados aos plásticos, como matérias-primas, inovações em engenharia, equipamentos e maquinários, tecnologia e sustentabilidade.

Informações antecipadas sobre o evento

A show director do evento, Liliane Bortoluci afirma que "como organizadores da Plástico Brasil, saudamos a nova parceira do evento, a ABIPLAST, porque entendemos que o evento ganha em diversidade de empresas presentes e em oferta de inovação tecnológica para todos os profissionais que visitam a feira".

Em 2025 teremos uma edição grandiosa da Plástico Brasil, comprometida em entregar a melhor experiência em networking, atualização técnica para todos os agentes da cadeia da produção, transformação e reciclagem do plástico, e já estamos trabalhando para entregar um evento que superará as expectativas do mercado.

A Plástico Brasil é uma iniciativa da ABIMAQ, além das principais entidades do setor, com realização da Informa Markets. O evento conta com o apoio da ABDI, ABEEÓLICA, ABIEA, ABINFER, ABNT, ABPOL, ABRAVA, ALMACO, ANFAVEA, I.A.R, FIEB, FIER, SIAPB, SINDIBOR, ABIARB, PNEUSHOW, EXPOBOR, VDI e VDMA.

4ª Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico

Data: de 24 a 28 de março de 2025.
Local: São Paulo Expo – Exhibition & Convention Center.
Promoção e Organização: Informa Markets Brasil.
Sobre a Plástico Brasil: Clique aqui

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A TRIA do Brasil, é uma empresa que proporciona o aprimoramento e a melhoria nos processos de moagem de plástico. Diante desse compromisso, a companhia desenvolveu moinhos específicos para trabalhos em linha de sopro em geral.

Sendo a moagem e a recuperação de scraps de produção, a principal função dos moinhos, é importante entender como as características de alta qualidade influenciam a produção. 

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Desse modo, a TRIA destaca que sua série especializada atende produtos e resíduos dos mais variados tipos. Diante das características da série, o diretor da TRIA do Brasil, André Luís Lavignati destaca que esta linha de máquinas abarca produtos como: frascos, embalagens e rebarbas. 

Além disso, o diretor aponta que o design do equipamento é dimensionado conforme a demanda da sopradora. Isto significa que acontece por produtividade Kg/h e por tamanho da peça. 

Sendo assim, as características que destacam os moinhos da Série BM se classificam como essenciais neste ramo. Por isso, antes de tudo é importante destacar que a máquina engloba qualquer tipo de resina plástica, alguns por exemplos:

Desse modo, para atender esse modelos de resina, a Série BM tem um desenho interno da câmara de moagem que favorece a entrada das peças sopradas. Isso permite o rompimento das peças sopradas, já que o posicionamento das contra-lâminas, abertura interna e ângulo de corte impactam com o rotor. 

Para uma moagem precisa e rápida, com baixa formação de pó e sem cisalhamentos, a TRIA desenvolveu um tipo de corte de tesoura favorável a esse procedimento. 

As outras características que destacam os moinhos da Série BM

Ainda, a Série BM possui uma maior área de descarga, que faz um rápido escoamento do material moído. As razões para que isso aconteça, é a grelha de descarga que abrange 50% do diâmetro do rotor. 

Agora, para que a moagem não esteja sob riscos de aglutinação de material moído, a empresa desenvolveu esta câmara de moagem com refrigeração de água. Fazendo com que a moagem das peças, rebarbas e parisons aconteça em altas temperaturas. 

O diretor geral da empresa também garante as seguintes caracteŕisticas: 

Desse modo, o scrap gerado durante o processo produtivo tem múltiplas maneiras de utilização direta no processo. Essa possibilidade advém dos diversos benefícios e vantagens significativas que a máquina oferece. 

Com a moagem in-line, é eliminada a necessidade de manipulação do material. Além disso, a máquina assegura a ausência de contaminação do material, promovendo eficiência no reaproveitamento.

Destacam-se ainda a economia de energia e espaço, a redução de custos com mão-de-obra, a garantia de segurança e ergonomia no processo, e a obtenção de um menor custo por quilo moído R$/Kg. Esses fatores combinados tornam a máquina uma escolha vantajosa e eficiente para otimizar a produção

Quanto à qual a máquina de maior demanda comercial, a empresa aponta que na linha de moinhos da TRIA é o BM 5030. 

Este equipamento é amplamente utilizado em sopro, bem como para peças injetadas de grandes dimensões, incluindo caixas agrícolas e de bebidas, além de componentes da linha automotiva.

Estratégias diferenciadas da TRIA que garantem a excelência na experiência do cliente

Assim como, a empresa destaca-se ao entregar a melhor experiência ao cliente por meio de uma abordagem distintiva em seu processo de fabricação de equipamentos para o setor de transformação de plástico. 

Lavignati pontua: “Nossa estratégia envolve a produção de máquinas projetadas sob medida para cada segmento do mercado, assegurando que atendam integralmente aos requisitos específicos de cada aplicação. Priorizamos a personalização dos equipamentos de acordo com os diferentes processos produtivos, oferecendo facilidade operacional e baixa necessidade de manutenção.”

Além disso, ele comenta que a TRIA está sempre à disposição dos clientes, para serviços técnicos dedicados, reforçando assim o compromisso com a satisfação do cliente. 

Todos os equipamentos da companhia são desenvolvidos em conformidade com as normas técnicas vigentes, com especial atenção à NR12, priorizando a segurança dos operadores em cada etapa.

Expectativas e perspectivas para 2024

Quanto às perspectivas para 2024, a TRIA afirma manter uma visão otimista, bem como, esperam que o mercado prossiga com o mesmo vigor de crescimento e demanda dos últimos quatro anos. 

Com uma média anual de crescimento de 35%, a empresa está confiante de que o próximo ano não será exceção, consolidando ainda mais sua posição como líder inovadora na indústria.

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Apesar dos avanços no campo digital, a Indústria brasileira caiu em cinco posições no que se refere a alcançar bons indicadores de competitividade digital. Essa conclusão foi apresentada no Anuário de Competitividade Digital, do IMD (Institute for Management Development). 

Em conjunto, as empresas também compõem o ranking, e destacam que as principais dificuldades são estabelecer estratégias, aprimorar os colaboradores e angariar talentos. 

Assim, esses desafios vêm desde a proposta de Geraldo Alckmin de reindustrialização. Haja vista que, mesmo naquela época, analistas pontuaram que a modernização industrial andava lado a lado com a economia. 

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Com a nova atualização, o Brasil foi para a mesma posição dos anos de 2018 e 2019, sendo o 57º colocado. Enquanto isso, países como Estados Unidos, Holanda e Singapura seguem liderando o ranking de competitividade digital. 

Dessa forma, Hugo Tadeu, diretor do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, explica que “Esses primeiros colocados estão crescendo muito, o que significa que está havendo uma ‘concentração’ de renda, e riqueza por um combinado de investimento, capital intelectual e desempenho das empresas”. 

Essa colocação contrapõe o programa “Novo Brasil Mais Produtivo”, que surgiu com a proposta de aumentar a produtividade e acelerar a transformação digital das indústrias brasileiras. 

Aspectos relacionados à regulamentação e investimento 

Tanto o setor público, quanto o setor privado entram na composição analisada pela pesquisa. Pois as particularidades de regulamentação e investimentos no campo digital são pautas presentes nos dois setores. 

Nesse sentido, um dos principais indicadores é o que examina a “agilidade empresarial”, e nele, o Brasil está na 61ª colocação. Isso revela que as companhias não têm uma agenda de inovação e transformação estruturadas. 

Diante deste resultado, Tadeu aponta que o nível de maturidade para esses dois aspectos é baixo. Porque mesmo que algumas entidades se relacionem com big data, analytics e inteligência artificial, elas não são exploradas ao seu completo potencial. 

Com o programa divulgado pelo vice-presidente, Geraldo Alckmin, o Novo Brasil Mais Produtivo, o país acumularia uma série de ações estratégicas e relevantes. Tanto no que se refere à produtividade, quanto no que diz respeito à transformação digital. 

Porém, as lideranças ainda não dominam essa abordagem, que também é um dos problemas identificados pela pesquisa. Ainda, concordando com essa realidade, é analisado que a experiência internacional é baixa, assim como, a têm a baixa mão de obra qualificada no Brasil. 

Segundo o ITDBr (Índice de Transformação Digital Brasil), feito em parceria com a PwC Brasil, o desempenho das empresas foi de 3,3 em uma escala de 6. 

Outros principais problemas para modernização da Indústria

A pesquisa também verificou como os colaboradores atuam nas empresas, e foi divulgado que há um déficit em mantê-los atualizados sobre as tendências tecnológicas. 

Ainda no ano de 2023, a Fundação Dom Cabral, se uniu ao Fórum Econômico Mundial, para estimar as habilidades dos trabalhadores nos próximos 5 anos. 

Sendo assim, o resultado foi de que 44% das habilidades sofrerão alterações, e que 60% da atual força de trabalho irá demandar treinamentos. 

Sobre isso, Tadeu, diz: “A iniciativa número um [para as companhias melhorarem o cenário] é cada vez mais investir em treinamento e capacitação”, explica Tadeu. “É preciso levar a sério esse assunto. Se as companhias não fizerem investimento para esses assuntos, ficaremos para trás”. 

Isso revela que, o governo e as companhias precisam aumentar os investimentos em formação e capacitação. Para assim, contribuir com o amadurecimento das áreas de pesquisa, com o desenvolvimento nas companhias e com a melhora no ambiente regulatório nacional. Tudo isso coopera para o crescimento da competitividade digital.  

Da mesma forma, é importante lembrar que na nova atualização do programa Novo Brasil Mais Produtivo, o SENAI desenvolveu uma plataforma digital. Nele existem cursos e ferramentas sobre produtividade e transformação digital, justamente para contribuir com o aprendizado das empresas. 

Os indicadores positivos do Brasil 

Enquanto nos indicadores positivos, se destacam, a princípio, o setor financeiro, que contou uma união entre altos investimentos em inovação e tecnologia. Assim, estimulando o Banco Central a promover um cenário competitivo, no que se dirige aos termos digitais. 

Alguns outros índices relevantes foram:

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Diante da versatilidade do plástico e do baixo custo da matéria-prima, é imprescindível seu uso na vida moderna, e nas aplicações em diversos setores industriais. A Omega Plasto destaca como material está presente em diversos itens e produtos de consumo, desde embalagens até em componentes automotivos. 

Portanto, para que a sustentabilidade na indústria seja uma realidade. Assim, é importante que toda cadeia faça sua parte para apresentar alternativas consistentes no uso do plástico. 

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Sendo assim, a Omega Plasto aponta algumas das soluções inovadoras adotadas pelo setor, como a utilização de sistemas de reciclagem eficiente e a integração do uso de plásticos biodegradáveis. 

Soluções sustentáveis para a indústria do plástico

Desse mesmo modo, a indústria tem buscado investir em métodos de reciclagem que prolongam a vida último dos materiais. E portanto diminuir o uso de matéria-prima virgem. Além disso, a economia circular é destacada como uma alternativa mais abrangente. 

No que se refere a circularidade, a empresa analisa como alargar produção com a reutilização, a reciclagem e a regeneração de produtos e materiais. A economia circular é uma abordagem com grande aderência nesse setor. 

Assim como a educação ambiental tem sido importante para ensinar sobre a segregação dos resíduos. Uma ação que coopera com a produção plástica e com o trabalho desenvolvido pelos coletores e recicladores. 

Diante disso, fica explícita a necessidade de ações colaborativas entre as empresas, os fabricantes, o governo e consumidores individuais, para efetivação de ações sustentáveis. 

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Com o objetivo de responder às necessidades da indústria do plástico, Luana Yu, desenvolveu uma empresa empenhada em converter resíduos alimentares em plásticos úteis. A empreendedora analisou as diversas vantagens da aplicação de plásticos, e portanto, criou um tipo capaz de degradar-se mais rápido. 

A princípio, o material tem aplicação na indústria médica e na indústria de cosméticos, produzindo matérias-primas duráveis e sustentáveis. Atualmente, a empresa, nomeada como Genecis Bioindustries, faturou US$5 milhões no ano passado, e com isso, a CEO visa expandir os usos e setores. 

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Assim, no ano seguinte, a meta é lançar sua própria linha de produtos de consumo, tanto para o setor de alimentos, quanto para o setor de bebidas. Para isso, ela conta com o apoio da Amazon e da Khosla Ventures. 

Os prêmios alcançados com a inovação do plástico

Diante da produção significativa para o ramo da indústria plástica, Yu destaca por que decidiu empreender: “Acho que a chave é oferecer algo que nenhum outro produto pode oferecer”, explica. 

A jovem de 29 é uma das indicadas na lista Forbes Under 30 deste ano, na categoria Ciência. Essas indicações compreendem diversos jovens empenhados em empreender, seja aqueles ligados à ciência, engenharia ou empreendimentos em geral. 

Para chegar a esta lista, a empresa contou com indicação do público, como é comum da Forbes. Sendo assim, este ano, os candidatos foram avaliados por um painel de juízes das diversas áreas pontuadas. 

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Na passagem do mês de setembro para o mês de outubro, a produção da indústria brasileira variou 0,1%, demonstrando o baixo dinamismo presente nos últimos meses. O IBGE revelou em pesquisa recente, que o setor tem variação nula, isto é, está andando de lado. 

Entretanto, se comparado ao mesmo período no ano de 2022, a indústria registrou um crescimento de 1,2%. Neste resultado de outubro, o Instituto destaca um perfil repleto de taxas negativas entre as grandes categorias econômicas, sendo 3 dos 4 grandes setores com queda na produção. 


Sendo assim, o gerente da pesquisa, André Macedo, analisa: “Entre as atividades industriais, produtos alimentícios, com o avanço de 1,6%, exerce o principal impacto positivo e acumula saldo de 3% desde julho último. Por outro lado, os ramos de derivados do petróleo e biocombustíveis e indústrias extrativistas exercem as principais influências negativas na média do setor industrial, com dois setores voltando a recuar, após avançarem no mês anterior”. 

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Além disso, ele destaca que, mesmo com o saldo positivo dos últimos três meses, o setor industrial permanece abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020, com 1,6%. Também com 18,1% abaixo do ponto mais elevado na série histórica, alcançado em maio de 2011. 

As atividades da indústria elencadas na pesquisa 

Ao todo foram examinadas 25 atividades, dentre as quais 14 apresentaram crescimento na produção. Os dados revelam contribuições relevantes sobre o total da indústria, além dos produtos alimentícios, que foi a principal influência positiva, com 1,6% de avanço. 

Enquanto isso, as onze atividades em queda são do ramo de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com recuo de -1,4%, e as indústrias extrativistas com -1,1%. Ambas são as que exercem maior impacto em outubro de 2023. 

A primeira indústria, no entanto, interrompeu três meses de crescimento na produção industrial, quando acumulou um aumento de 2,0%. Já a segunda indústria suprimiu o avanço de 5,9% no mês anterior. 

Ainda, os ramos de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos registraram -2,6%, e de impressão e reprodução de gravações reduziu em -5,8%. 

Sendo assim, as grandes categorias econômicas, comparadas com setembro, a de bens intermediários foi a única taxa positiva em outubro, com 0,9%. Além disso, no mês passado também avançou 0,6%, interrompendo quatro meses seguidos de recuo na produção, que totalizou um acúmulo de perda de 1,2%. 

Por contraste, o segmento de fabricação de bens de consumo duráveis registrou a mais acentuada redução, com uma queda de 2,4% neste mês, marcando o segundo período consecutivo de declínio na produção e acumulando, durante esse intervalo, uma diminuição total de 6,7%.

Por outro lado, os segmentos abaixo também mostraram taxas negativas em outubro de 2023, com os dois apontando a segunda taxa negativa, juntando uma queda de 3,2% e 2,1%, respectivamente: 

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Pesquisadores criam bactérias que decompõem plásticos

Duas estudantes canadenses desenvolveram um tipo de bactéria que transforma plástico em CO² e água. A princípio, Miranda Wang e Jenny Yao começaram a pesquisa na escola, que se transformou na criação da empresa BioCellection. 

Sendo assim, em 2015 a empresa nasceu e definiu como objetivo a recuperação e transformações dos plásticos de difícil reciclagem, e aqueles não recicláveis. 

Além disso, os outros benefícios sustentáveis, como a criação entregou às pesquisadoras cinco prêmios, que as tornaram as jovens mais novas a receberem o Prêmio Perlman de Ciência. 

Sendo assim, sobre a ação da bactéria, elas explicam que a bactéria age como uma espécie de ácido que dissolve o plástico, utilizando as enzimas para quebrar seus componentes e em pequenas partes. Esse processo torna o material mais maleável. 

Em seguida, quando as partes estão menores, seguem para uma estação biodigestora. Neste local, elas passam por um processo de compostagem por 24 horas, onde acontecesse a diluição do plástico.

Desse modo, a nova técnica se apresenta como um alternativa a mais para destinação dos plásticos resistentes ou não recicláveis. Assim como seus a reutilização acontece de outras formas, cooperando com a economia circular. 

Ainda, as estudantes pontuam que esse processo é barato e diminui a pegada de carbono. Já para a economia, essa estratégia também multiplica o valor do plástico, bem como incentiva a coleta dos resíduos e a destinação adequada. 

Paletes de plástico como solução ecológica 

A operação da Hoganas utiliza paletes de plástico como alternativa para o uso da madeira. A empresa localizada no Brasil, adotou o uso na planta de Mogi das Cruzes, como uma forma de tornar a operação mais sustentável. 

Primeiramente, a empresa pontua que o uso dos paletes de plástico visam solucionar três questões importantes: 

A Hoganas Brasil tem o objetivo de reduzir os resíduos de madeira desde 2013, e desde então desenvolve técnicas para utilizar o plástico como matéria-prima. 

Diante disso, o gerente de Operações Supply Chain da Hoganas explica: “O palete de plástico que encontramos é também mais seguro, devido à flexibilidade, além da durabilidade dele, que deve chegar a 10 anos, enquanto o de madeira dura geralmente dois meses."

Assim, a decisão também foi influenciada pela adoção da alternativa dos colaboradores da Hoganas nos EUA também que testaram alguns anos antes a solução e homologaram o uso.

Seguido o primeiro teste, os grupos de qualidade, produção, planejamento, compras e logística se reuniram e os testes aconteceram em toda a fábrica. Frente aos resultados promissores, eles listam as outras vantagens agregadas:

Plástico feito de plantas invasoras

Pesquisadores da Universidade de Madeira, em Portugal, desenvolveram um projeto que incorpora plantas invasoras ao plástico. Assim, a base dessa criação é a canavieira, uma planta caracterizada como invasora. 

A princípio, o que chamou a atenção dos cientistas foi a versatilidade da incorporação da canavieira ao plástico, pois possibilita criar materiais como: caixas e embalagens para variados tipos de alimentos. 

Para a dar sucessão ao projeto, envolveram-se na pesquisa cerca de 30 pesquisadores, que desde 2017. Primeiramente, os pesquisadores estudam os tipos de plantas, para analisar suas integrações na fabricação.

Então, diiante dos resultados, começam a pesquisa sobre as principais aplicações. 

Maria Dolores Alemás, uma das pesquisadoras envolvida no projeto, explica: “Uma das principais aplicações é na fabricação de materiais compostos, isto é, mesclar a fibra, cheia de celulose da planta, com plástico reciclado e biodegradável, para formar um material com melhores propriedades.” 

Ainda assim, a matéria-prima pode cooperar com a produção no setor de agropecuária. O professor que participa da pesquisa, João Rodrigues, afirma que eles estão analisando outras espécies para inserir no projeto. 

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No último ano, os trabalhadores do ramo da reciclagem apontam que os ganhos sofreram uma redução importante. Três empresas de Passo Fundo que atuam na separação e destinação dos resíduos recicláveis, que também são associadas à prefeitura da cidade, registraram uma redução de até R$1 no preço pago por quilo de resíduos. 

Diante disso, eles destacam que os principais materiais atingidos com essa redução, foram as garrafas pet, as letrinhas e o papelão. No período de dezembro de 2022, o valor pago por um quilo de latinha era de R$5,20 e hoje não passa de R$5. 

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Sendo assim, os recicladores revelam que sua jornada de trabalho aumentou para que conseguissem atingir os valores que alcançavam até o ano anterior. 

Até o ano passado, eles conseguiam faturar R$130 mil produzindo 100 toneladas, de acordo com o levantamento da cooperativa Recibela (Recicladores do Parque Bela Vista). 

No mês de janeiro, deste ano, a entidade vendeu R$112,5 toneladas de material reciclado e recebeu R$114,6 mil. No entanto, em outubro o material reciclado atingiu 140 toneladas. Enquanto a receita foi de R$99 mil, ou seja, a redução foi de R$31 mil, se comparado ao primeiro mês de 2023. 

Os fatores que reduzem os valores dos produtos para reciclagem

De acordo com Vinicius Luís Balbino, assessor do Projeto Transformação, que também presta atendimento às cooperativas do município, a queda se deve ao fato do mercado estar mais competitivo. Isso faz com que a oferta de matéria-prima reciclada aumente. 

Ele comenta: “Até poucos anos atrás, a reciclagem era quase que exclusiva da população mais pobre. Agora, temos uma mudança chave: os resíduos passaram a ter uma valorização econômica interessante e atrativa para as grandes empresas, que passaram a vender os resíduos gerados por elas".

Balbino ainda destaca que "Antes nós tínhamos aqui em Passo Fundo só as cooperativas de reciclagem, hoje nós temos as cooperativas e empresas de fora da cidade que buscam o resíduo no município e revendem fora. Desse modo, nós lidamos com uma concorrência muito grande".

Durante a pandemia, o valor de compra estava mais alto por conta das restrições internacionais. Tendo em vista que isso fazia as companhias brasileiras recorrerem à matéria-prima reciclada dentro do próprio país. 

Resultados no segundo semestre do ano

Já em outubro de 2022, houve uma queda nos valores por conta da isenção dos impostos para a importação de matéria-prima industrial. O que também engloba os materiais recicláveis. 

Por isso, ano passado, o Brasil bateu recorde em importações de plástico, vidro e papelão. Isso fez com que as grandes empresas para sem de comprar esses materiais no território brasileiro. 

Segundo dados do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, isso fez com que o mercado sofresse um colapso e afetasse a renda dos recicladores e das cooperativas. 

Entretanto, apesar da importação do produto voltar a ser taxada em agosto deste ano, o mercado não sofreu alterações. 

Balbino explica o cenário: “Depois da pandemia, o país começou a importar resíduos de fora em vez de utilizar o que é produzido aqui pelo fato de ser mais barato. Isso faz com que sejamos obrigados a baixar o valor para sermos competitivos”.

Soluções para aumentar a renda

A princípio as cooperativas têm estudado formas de aumentar a quantidade de resíduos reciclados. Um dos exemplos, são as entidades que trabalham com outros tipos de reciclagem ou desenvolvem trabalhos paralelos. 

A Recibela, recicla óleo de cozinha, enquanto Cootraempo cria objetos com artefatos encontrados no lixo. Assim, a cooperativa oferece oficina de artesanato, e atua entregando enfeites encomendados.

Diante disso, um dos clientes do grupo é o Natal Tecnológico do Boqueirão Legal, que encomenda os objetos desde a primeira edição, há 15 anos. Já em 2023, o grupo confeccionou mais 200 sinos de natal. 

Uma das atuantes do grupo, Jaqueline Nunes Carmo, que também trabalha na reciclagem cooperativa, salienta: “O que a gente faz ali é algo gratificante. Porque de certa forma estamos deixando a cidade mais bonita.”

Além dessa alternativa para gerar renda extra, as integrantes da oficina podem vender os enfeites de forma autônoma. Pois é comum serem contratadas por outras empresas da cidade. 

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A Payper inova no conceito de embalagens ao atualizar a linha Open-Mouth. Trazendo uma ensacadeira versátil, que se adapta aos mais variados tipos de sacolas e acondicionamentos, aumentando a produtividade das indústrias, com alta versatilidade. 

O novo empreendimento possui seis modelos automáticos que conseguem distribuir até 1.800 sacos por hora, assim como enchem sacos com pesos que variam entre 5 a 25kg. Essa inovação surgiu como uma solução tecnológica, para cooperar com as produções da indústria, de forma ágil e eficiente. 

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Diante das demandas do mercado, como a redução de tempo gasto, a exatidão e a produtividade, a Payper apresenta uma linha de sacolas de boca aberta CSA ainda mais aprimorada. 

Isso acontece porque a empresa está no mercado há mais de 50 anos desenvolvendo soluções e alternativas que atendam as necessidades do mercado. 

A abrangência das máquinas Payper

Dessa forma, com a atualização da linha Open-Mouth, a empresa destaca como a precisão e a eficiência estão presentes nas funções da máquina, tendo em vista que trata-se de um material com alta adaptabilidade. 

Sendo assim, é importante destacar que a ensacadeira molda-se a variados tipos de material a granel secos, sejam aqueles que têm fluxo livre ou não. Ainda, por sua modernização é compatível com os seguintes tipos de sacos de boca aberta:
 

Desse modo, para abranger essa quantidade de modelos, a Payper fez uma máquina com gerenciamento ágil e simples, para ajustar-se a mudança rápida de tamanhos e tipos. Essa característica, faz com que o tempo gasto seja reduzido, assim como o consumo de energia. 

Além disso, a Payper fez máquinas capazes de atender perfeitamente diversas indústrias, como:

Portanto, a abrangência revela que a empresa oferece soluções moldadas e personalizadas para cada tipo de exigência, seja para lidar com produtos desafiadores, como aqueles corrosivos, abrasivos ou classificados como ATEX. Garantindo, assim, a uma solução completa para projetos individuais ou em grupo.

Outro atributo significativo é o sistema de dosagem e pesagem, que contém um controlador de peso dinâmico MSX, feito sob medida para o processo de ensacamento. 

A Payper combina em suas produções, engenharia de precisão, inovação e uma abordagem centrada no cliente. Sobretudo nesta linha aprimorada de ensacamento de boca aberta. 

Isso revela o compromisso da empresa em fornecer soluções de última geração que garantem eficiência, confiabilidade e precisão na embalagem de qualquer material a granel seco.

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A indústria brasileira participa da COP28 (28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), com marcos históricos. A CNI criou uma delegação com 100 representantes da indústria e desenvolveu uma agenda engajada em atividades que discutem o tema central e relacionados.

Assim, para complementar esse momento significativo, a CNI conta um estande completo para apresentar o trabalho sustentável que vem sendo feito no setor. Por isso, se preocupou em incluir a participação de empresários influentes. 

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Além disso, a importância de um espaço destinado a Confederação, revela que não somente estrá como membro-observador, mas que contribuirá para movimentar as negociações. 

Desse modo, a CNI previu 40 temas para discussão, entre eles: 

Sendo assim, todos os temas levantam as questões das ações necessárias para a transição e adaptação às mudanças climáticas. Bem como, discutir a capacitação dos países em desenvolvimento, para que possam lidar da melhor forma com o assunto. 

Diante disso, Ricardo Alban, presidente da CNI afirma: “A agenda ambiental é uma questão central é um fator de competitividade para a indústria no Brasil e a COP28 é uma oportunidade de mostrar como a indústria brasileira já é parte da solução quando o assunto é sustentabilidade e adaptação às mudanças climáticas. Mostraremos que nós já fizemos, há muito tempo, o que muitos setores industriais de outros países estão correndo para fazer agora”.

A participação histórica da CNI na COP28

Nesse sentido, o espaço destinado também se enquadra como um marco importante, pois a área de 100m2, será um local para debater os temas, realizar painéis e apresentações feitas por empresas convidadas. 

Ainda mais, um dos destaques pontuados por eles, são as duas plantas industriais que estarão expostas para mostrar como produzir hidrogênio verde. 

A CNI quer dar destaque para esse tipo de produção sustentável porque o Brasil é um potência em ascensão nesse tipo de energia. Isso acontece porque a matéria-prima, a palmeira macaúba, é proveniente do país. 

Portanto, por ser um país em crescimento em relação às questões climáticas e sustentáveis, a CNI realizou uma pesquisa para apontar a preocupação dos empresários industriais no assunto. 

De acordo com o levantamento, 89% das indústrias, isto é nove em cada dez empresas, adotam medidas para reduzir a geração de resíduos sólidos. Enquanto 86% tem ações para diminuir o consumo de energia e 83% implementam medidas para otimizar o uso da água. 

Frente a isso, o presidente da CNI, explica: “A nossa indústria, principalmente aquela intensiva em uso de energia, como a do cimento, por exemplo, já fez esse dever de casa e temos muito para compartilhar com o mundo. As emissões de gases de efeito estufa dos fabricantes de cimento instalados no país são 10% menores do que a média mundial”. 

O papel significativo da Indústria na COP28

Por ser classificado como membro-observador, a CNI contribuirá ativamente junto ao Governo brasileiro nas negociações. 

Nesse sentido, algumas das ações abordadas pelo setor são a descarbonização da economia, o avanço na implementação do mercado global de carbono, e a mobilização dos países para o financiamento climático. 

Dessa maneira, Alban salienta: “Considerando a importância de o setor empresarial conhecer e gerir as oportunidades e os riscos que os eventos climáticos extremos podem acarretar aos negócios, a CNI entende que a COP28 será estratégica para avançar na definição da meta global de adaptação à mudança do clima".

Ainda assim, o presidente discute como na última COP, o progresso nas negociações da agenda de adaptação à mudança do clima ficou abaixo do esperado, apesar dos relatórios do IPCC demonstrarem de forma robusta, que os impactos das mudanças do clima serão cada vez mais frequentes e severos.

Conheça os objetivos da CNI na COP28

Primeiramente, é importante destacar que a CNI quer apresentar experiências bem-sucedidas do setor industrial brasileiro relacionadas à estratégia de baixo carbono da CNI, nos 4 pilares: transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal e bioeconomia.

Assim como, deseja debater estratégias e iniciativas em neutralidade climática, adaptação climática, financiamento climático e comércio internacional.

Da mesma forma que discutir as experiências internacionais e desafios da implementação de Sistemas de Comércio de Emissões é imprescindível para a indústria. 

Bem como, a implementação do Artigo 6º do Acordo de Paris (regulamentação do mercado de carbono), considerando as regras aprovadas na COP26 e na COP27.

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