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Parceria estratégica para inovações sustentáveis 

Na imagem aparecem cinco pessoas, sendo quatro homens e uma mulher. Entre os homens, há uma mulher de blazer azul, enquanto três homens estão com blazer preto e o outro com blazer bege. A imagem representa a união da Interplás com a Roclayer para as inovações sustentáveis

Recentemente a Intraplás anunciou uma parceria estratégica com a Roclayer. Ambas empresas se caracterizam como especialistas em soluções inovadoras, tanto para o setor de plástico, quanto para o setor de papel. A princípio, a produção sustentável visa atingir a indústria de lácteos e bebidas

Assim, a conexão das empresas tem o objetivo de desenvolver um conjunto abrangente de soluções de embalagem. Visando, também, produções circulares. 

Ainda, nesse sentido, a colaboração entre a Intraplás e a Roclayer pretende articular tecnologias avançadas, conhecimento e experiências complementares. Tudo isso a fim de desenvolver produtos que atendam às crescentes demandas por soluções mais sustentáveis na indústria de lácteos e bebidas. 

Em relação a isso, o CEO Intraplás comenta primeiramente: “Estamos entusiasmados com esta parceria entre a Intraplás e a Roclayer. Ao unir as nossas forças, acreditamos que podemos impulsionar a inovação e continuar a moldar o futuro das embalagens para a Indústria Dairy oferecendo mais opções aos nossos clientes.” 

Quanto aos desenvolvimentos sustentáveis, Faria explica: “O nosso compromisso com a sustentabilidade, aliado ao uso das melhores tecnologias, vai posicionar-nos como líderes no setor, atendendo às expectativas crescentes dos consumidores por produtos mais sustentáveis. Juntos, estamos a construir o caminho para um futuro melhor”

O presidente Conselho de Administração da Roclayer, Iado Simão Rocha, por sua, afirma: “Estamos particularmente felizes de realizar uma parceria como esta, com uma empresa como a Intraplás, que como nós, Roclayer, é uma empresa detida por uma família e comprometida com valores com os quais nos identificamos. Vamos trabalhar em conjunto para conseguirmos os nossos objetivos”.

Ciclo carnavalesco com ações ambientais

Na imagem aparece um homem de costas para a câmera, ele está recolhendo resíduos para o projeto "reciclar é massa". Ele esta na rua, com barracas nas laterais, do lado direito barracas amarelas e do lado esquerdo barracas vermelhas

O Carnaval do Papangu 2024, realizado em Bezerros, no Agreste pernambucano, ganhou destaque pela sustentabilidade e ações ambientais. 

As atividades aconteceram por meio do Projeto "Reciclar é Massa". Isto é, um projeto viabilizado com o patrocínio do Instituto Heineken e a parceria do IMOA (Instituto de Meio Ambiente de Pernambuco). Além disso, o projeto impulsionou o desenvolvimento socioeconômico da cidade e  beneficiou cerca de 100 recicladores locais.

Para o ciclo carnavalesco os recicladores receberam credenciamento e passaram por um treinamento e orientação. Bem como receberam  um kit de trabalho composto por boné, camisa, crachá e protetor solar para desempenhar suas funções durante o evento. 

Da mesma forma, para garantir a saúde dos trabalhadores, a empresa forneceu luvas, bem como entregou refeições nutritivas e garantiu a hidratação adequada. 

A ação recolheu 11 toneladas de resíduos sólidos, incluindo alumínio, plástico, vidro, entre outros. Nesse sentido, o IMOA também promoveu a logística reversa, comprando dos catadores os materiais recolhidos. Assim, todos os dias, as equipes compareceram ao local a fim de oferecer o suporte necessário para a realização dos trabalhos. 

No meio da folia, a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Sustentável manteve um ponto de apoio que abordou a temática da educação ambiental com os foliões. Nesse ponto, ocorreram as trocas de copos reutilizáveis por lacres de latinha. 

Assim, resultando na coleta de mais de quatro mil moedas verdes. A equipe distribuiu confetes biodegradáveis e recolheu 30 litros de óleo das barracas comerciais. Todo o material recolhido será destinado adequadamente.

Rio Carnaval conduz iniciativas sustentáveis

Na imagem aparece duas pessoas carregando uma bandeira durante o desfile de carnaval. Representando as iniciativas sustentáveis, do Rio Carnaval

Com o objetivo de gerir resíduos e contribuir com a Agenda de 2030 da ONU, o Rio Carnaval desenvolveu um projeto chamado “Quem Samba Recicla”. A ação recolheu mais de 41 toneladas de materiais destinados ao descarte, durante os dias de desfile das escolas de samba neste ano na Marquês de Sapucaí. 

Dessa forma, com a ação, materiais feitos de alumínio, plástico e vidro passam por transformação. A princípio, o objetivo foca em transformá-los em em roupas, copos, acessórios e peças de artesanato, bem como de atender a construção civil.

Este ano, o programa alcançou a marca de 10 toneladas de alumínio recolhidas. O número ultrapassou a quantidade do ano anterior, uma marca que garantiu ao evento um destaque no Livro do Recordes. 

Quanto aos resíduos têxteis, o número alcançou mais de 24 toneladas, contando com 4.200 kg de plástico e 2.645 kg de vidro, que foram triturados na hora e transformados em areia.

Frente a isso, o diretor de marketing da Liesa, Gabriel David, destaca: "O Rio Carnaval é um patrimônio cultural, um local de alegria, diversão e também uma fonte de renda para milhares de trabalhadores. Por isso, é nosso dever estarmos alinhados às práticas sustentáveis, ajudando a preservar o meio ambiente e perpetuando, assim, o espetáculo por muitos anos".

Além disso, a iniciativa inclui o projeto social "Desconstruir para Construir", que proporciona a mulheres em situação de vulnerabilidade social a oportunidade de aprender uma nova profissão. Assim, as mulheres  foram encarregadas da produção de novas peças de roupas, confeccionadas a partir de sobras de tecidos. Disponibilizadas para venda nas lojas oficiais do Sambódromo.

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Aliança entre Governo de SP e Google fomenta tecnologia na capital

Na quarta-feira, dia 21 de fevereiro, o governador Tarcísio Freitas anunciou a parceria entre o Governo de São Paulo e o Google, para a criação de um novo centro de tecnologia de engenharia da empresa na capital. De modo que, São Paulo se firma como um centro global de inovação e tecnologia. 

Na imagem aparecem representantes da empresa Google e representantes do Governo de SP, como o governador Tarcísio Freitas

Assim, a instalação acontece em uma das edificações localizadas no campus do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), ligado à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. O anúncio aconteceu em uma solenidade no Palácio dos Bandeirantes.

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Diante disso, o governador afirma: “Vamos ter o Google em São Paulo com um dos maiores centros de engenharia do mundo. Parabéns ao IPT por estarmos celebrando uma aliança cada vez mais forte entre a academia, o Estado e a iniciativa privada. A gente ganha na abertura de oportunidades, treinamento, capacitação, geração de empregos e perspectivas. Acredito muito na inovação, na ciência, na tecnologia e no estado de São Paulo. Aqui, a gente vai começar a apontar para o Brasil o caminho para, de fato, sermos o país do futuro”. 

No anúncio, compareceram o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vahan Agopyan, a diretora-presidente do IPT, Liedi Bernucci, e executivos do Google no Brasil. Essa iniciativa integra o IPT Open, e pretende impulsionar e fortalecer o ecossistema de inovação. Por meio da colaboração estratégica entre o setor público, a iniciativa privada, pesquisadores acadêmicos e líderes de startups.

Impulsionando investimentos de tecnologia a longo prazo 

Sendo assim, Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, comenta: “O Google tem um compromisso de longo prazo com o Brasil, país que está entre os maiores mercados para nossas nove plataformas com mais de 1 bilhão de usuários no mundo, incluindo a Busca”. 

Além disso, completa: “Promovemos um impacto positivo na economia brasileira de mais de R$150 bilhões em 2022 e seguimos investindo e contribuindo para o desenvolvimento do país nas próximas décadas.”

Com início das obras previsto para o segundo semestre de 2024, estima-se que o novo centro de engenharia opere para receber os profissionais do projeto a partir de 2026. Assim, a parceria e iniciativa corroboram com os projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em benefício da população.

Nesse sentido, o secretário Vahan Agopyan declara:  “Alinhado com as diretrizes do Governador Tarcísio de Freitas, buscamos reforçar a importância de parcerias estratégicas para o crescimento da Ciência, Tecnologia e Inovação, no Estado de São Paulo. Dessa forma, podemos garantir que diversas ações estão sendo realizadas em benefício da população”.

Inovação multidisciplinar 

Nessa perspectiva de inovação, um dos segmentos de destaque está no avanço de soluções fundamentadas em inteligência artificial, com foco em questões de segurança e privacidade no ambiente online.

Isso porque, o espaço IPT tem abordagem multidisciplinar, que estabelece uma colaboração estreita com o centro de engenharia de Belo Horizonte, que representa o primeiro escritório do Google na América Latina.

Portanto, o diretor de engenharia do Google em São Paulo, Alexandre Freire, explica: “O Brasil é uma potência para talentos em engenharia e uma parte fundamental do ecossistema de inovação global do Google. Nosso objetivo é que o novo escritório em São Paulo se torne uma referência em todo o mundo em várias áreas, inclusive no desenvolvimento de Inteligência Artificial para soluções de segurança online.”

Ainda, a colaboração também pretende incentivar a adoção de tecnologias, a troca de conhecimento e a implementação de boas práticas de acessibilidade. Bem como o estabelecimento de um espaço de eventos para conectar a comunidade de desenvolvedores e startups. O projeto também inclui a proposta de de treinamentos do Google Cloud, abertos a estudantes de toda a comunidade acadêmica do IPT.

Como acontecerá a estruturação 

Em relação a implementação do centro, eles explicam que o projeto ocupará o Edifício 1, uma das estruturas principais do complexo do IPT. Porém, de forma a garantir a integridade da arquitetura original de 1940 e estabelecendo ambientes integrados com a comunidade. 

O espaço com 7 mil m², passará por revitalização, mas mantendo as características externas, como a fachada, e o nome original do edifício, Adriano Marchini. Além da renovação das estruturas internas com um design universal acessível, o centro contará com áreas destinadas a eventos, treinamentos e um auditório.

Desse modo, a diretora-presidente do IPT, Liedi Bernucci, declara: “Há quase 125 anos o IPT busca, com base em sua missão, criar e aplicar soluções tecnológicas para aumentar a competitividade das empresas e promover a qualidade de vida da sociedade. Ao longo desta história a criação do programa IPT Open se traduz em uma iniciativa que abre o campus IPT para instituições instalarem seus centros de inovação envolvendo startups, empresas públicas e privadas, universidades, pesquisadores e órgãos de governo no mesmo ambiente”

Bem como complementa: “É dentro deste ecossistema que a Google chega para instalação do seu Centro, trazendo a visão de criar um futuro mais inteligente, no qual a tecnologia melhore a vida das pessoas. A presença da Google no programa oferece uma série de benefícios, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades, conhecimentos e oportunidades futuras em nossa sociedade.”

Dentro das iniciativas de sustentabilidade arquitetônica, o centro inovador incorporará sensores e janelas automatizadas para facilitar a ventilação natural dos espaços. Adicionalmente, conta com implementações de placas fotovoltaicas para a geração de eletricidade, complementadas por sistemas eficientes de drenagem.

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Desempenho da atividade industrial sofre oscilações 

A CNI (Confederação Nacional da Indústria), revelou, através da Sondagem Industrial, uma queda em relação aos estoques da indústria no mês de janeiro de 2024, em comparação com dezembro do ano anterior. 

Trabalhador industrial realizando atividades, ele veste um uniforme de proteção de cor cinza. Usa máscara sobre o nariz e a boca e abafadores de sons nos ouvidos

Assim esse resultado marca a terceira diminuição seguida. E ainda, destaca que no mês anterior considera-se o recuo mais intenso que o normal para este período. Com isso, o índice de evolução do nível de estoque chegou a 48,6 pontos, ou seja, 0,6 ponto abaixo da média histórica para os meses de janeiro. 

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De forma geral, a pesquisa mostra que os indicadores de atividade industrial de janeiro encontram-se positivos. A UCI (Utilização da Capacidade Instalada) alcançou 68% em janeiro, depois de aumentar 1 ponto percentual em relação a dezembro de 2023. Além disso, a UCI também aparece 1 ponto acima da média dos meses de janeiro. 

Diante disso, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, afirma: “Essa sequência de quedas dos estoques permitiu a eliminação de um excesso de estoques indesejáveis que limitam a atividade industrial. Com os estoques abaixo do nível planejado, percebe-se que a demanda foi um pouco acima do esperado pelos empresários. Além disso, eventuais novos aumentos da demanda irão se traduzir em aumento da produção, da atividade da indústria de transformação, que terminou 2023 com queda”. 

Análise do desempenho econômico, produção industrial e emprego

Já o emprego e a produção industrial mostram-se reduzidos, uma característica comum para o período. Entretanto, o recuo acontece de forma mais amena, diferente do que ocorre historicamente. 

O indicador que mede a evolução da produção industrial marcou 48,4 pontos em janeiro deste ano. Esses pontos indicam uma redução na produção industrial durante o mês, sobretudo diante da produção de dezembro de 2023. O índice, ainda, permanece 2,1 pontos acima da média dos meses de janeiro da série, com 46,3 pontos. 

Em relação às indústrias de portes distintos os resultados se distinguem. Apesar de todos os indicadores permanecerem acima de suas respectivas médias para meses de janeiro, o indicador para as empresas de grande porte alcançou 51 pontos no mês, ultrapassando a linha divisória, indicando, assim, alta produção. 

Enquanto isso, o índice de evolução do número de empregados marcou 49,4 pontos em janeiro de 2024. Sendo assim, por estar abaixo da linha dos 50 pontos, o indicador revela uma redução no emprego, em relação a dezembro de 2023. 

Nesse sentido, o indicador que mede a evolução da produção, também se aproximou da linha divisória. Isto é, indicando uma redução mais moderada do que as notadas em dezembro. O desempenho deste mês supera a média histórica de janeiro da série em 1,5 pontos, indicando uma redução menos significativa do que aquela comumente observada para este período.

Panoramas industriais para fevereiro

Quanto ao mês de fevereiro, os empresários industriais indicam expectativas positivas do que o comum para quantidades exportadas, compra de matérias-primas e número de empregados. No mês de fevereiro, o índice de intenção de investimento apresentou crescimento pelo quarto período consecutivo, situando-se em um nível superior à média histórica desse indicador.

Na transição de mês, de janeiro para fevereiro de 2024, somente o indicador de expectativas sobre quantidade exportadas mostrou redução. Ainda assim, segue acima dos 50 pontos, com 53,4 pontos, demonstram otimismo. 

O índice de expectativa em relação à quantidade demandada alcançou 56,1 pontos em fevereiro de 2024, apresentando um aumento de 0,5 ponto em comparação com o índice de janeiro. No entanto, apesar desse avanço, o resultado do mês indica um nível de otimismo abaixo do padrão para este período, ficando 0,9 ponto abaixo da média histórica dos meses de fevereiro.

O indicador que mede as expectativas para a compra de matérias-primas atingiu 55,2 pontos, superando a média dos meses de fevereiro em 0,3 ponto. Além disso, o índice de expectativa em relação ao número de empregados alcançou 52,4 pontos em fevereiro, registrando um aumento de 1,0 ponto em comparação com janeiro de 2024. Notavelmente, esse índice encontra-se 1,6 ponto acima da média histórica para os meses de fevereiro.

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Interplast 2024: local estratégico para profissionais do setor

A feira Interplast, que acontece entre os dias 13 e 16 de agosto de 2024, vai reunir expositores da cadeia da produção de artigos de plástico. Além de contar a presença dos maiores profissionais da área. O evento acontece no local considerado como a 3ª cidade brasileira que mais emprega nesse setor, indireta ou diretamente.  

Imagem de pessoas na Interplast, no cenário aparecerem stands e homens andando

Além do que, o Sul se caracteriza como a segunda região mais importante em transformação de plásticos. Pois, somente em Santa Catarina, corresponde a 16% de todo o volume produzido nacionalmente. E no caso de Joinville, chega a aglomerar alguns dos maiores fabricantes de produtos plásticos do Brasil.

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Nesse sentido, a região da Interplast se apresenta como um polo importante de transformação de plástico da América Latina. Sobretudo considerando que Joinville se mostra como sendo o centro de produção de peças de engenharia. 

Portanto, este se configura como o local ideal para empresas que desejam investir constantemente em tecnologia de ponta a fim de aprimorar seus sistemas produtivos. Haja vista que a Interplast se firmou como um canal principal de trocas para profissionais desses setores. 

Afinal, o encontro coopera para o contato entre fornecedores e investidores em tecnologias inovadoras. Dessa maneira, a feira se consagra como uma porta e uma vitrine do setor para avançados em produções tecnológicas de ponta.  

A importância da Interplast para o setor

Sendo assim, o evento, além de facilitar a interação entre profissionais experientes e clientes, tem como objetivo colaborar em eventos simultâneos que buscam fomentar discussões sobre temas relacionados.

Dessa forma, a Interplast apresenta uma programação técnica abrangente, composta por palestras, workshops e seminários. Nesse contexto, os temas abordados incluem assuntos como inovação, tecnologia, meio ambiente e sustentabilidade.

Assim, inegavelmente, os programas paralelos à feira atingem uma audiência formada por especialistas de longa jornada. Portanto, no epicentro das mais cruciais inovações setoriais, o evento exclusivo possibilita que os visitantes se aprofundem nas novidades de cada expositor. Uma vez que desfrutam de um tempo ampliado para discussões e negociações em um ambiente especialmente receptivo. 

Essa abordagem visa aprimorar a tomada de decisões e facilitar a conclusão de negócios de forma mais assertiva.Com isso, fazendo da Interplast se mostra como um dos principais acontecimentos na América do Sul para o setor.

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Haver & Boecker celebra 50 anos de contribuição à Indústria no Brasil

Embora a trajetória da Haver & Boecker tenha começado há anos no mercado, foi em 1974 que a empresa líder em tecnologias avançadas chegou ao Brasil. Este começo marcou a terceira geração de sócios da empresa. Além de tornar-se a primeira filial da H&B fora da Europa. 

Na imagem aparece um homem vestido de branco, manuseando uma máquina. Representando a contribuição da Haver & Boecker para a indústria brasileira

A princípio, a empresa fixou-se como um escritório de engenharia para ensacamento em São Paulo. Já no ano de 1975, a Haver e Boecker começou sua fabricação de suas primeiras máquinas, chegando a produzir 10 vibratórias e 13 transportadores de correia. 

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Nesse sentido, em 1977 a H&B abriu uma fábrica na cidade de Monte Mor, em São Paulo. Na época, a instalação ocupava uma área de 130.000m². Assim, dando seguimento às ações de sucesso, em 1978 a empresa iniciou a operação da primeira Rotopacker, uma ensacadeira rotativa, na Minercal, empresa de cal.

Inovações e crescimento constante

Desse modo, a empresa permaneceu caminhando em inovação, alcançando assim um crescimento sucessivo ao longo dos anos. Nessa direção, no ano de 1981, comemorou a fabricação da 100ª peneira vibratória. 

Enquanto isso, em 1998, lançou os sistemas de ensacamento RotoSeal e MiniSeal. Isto é, sistemas amplamente utilizados em diversas indústrias, sobretudo no setor de cimento. 

Em 2004, a Haver & Boecker celebrou três décadas de presença no Brasil, destacadas pela obtenção da certificação ISO9001:2000. 

No ano seguinte, foi inaugurada a Haver & Boecker Serviços em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, concentrando-se em oferecer serviços e realizar reformas em equipamentos para a indústria de mineração.Com isso, o crescimento persistiu, e em 2015, a empresa estabeleceu a abertura de sua fábrica de telas e revestimentos em Pedro Leopoldo, Minas Gerais. 

Em 2013, testemunhou-se uma notável expansão das instalações do edifício administrativo da H&B, correspondendo ao aumento expressivo de colaboradores nas esferas administrativa, comercial e de engenharia.

Reorganização, investimentos e compromissos com a indústria

No ano de 2019, a Haver & Boecker reestruturou suas operações em duas frentes: a MASCHINENFABRIK, encarregada de atividades como ensacamento, paletização e estocagem, e a NIAGARA, responsável pelo processamento mineral.

Assim, no ano passado, a empresa chegou a mais um marco significativo. Através da inauguração do Centro de Tecnologia de Reforma de Máquinas de Processamento Mineral em Parauapebas, no Pará. Uma iniciativa impulsionada pela necessidade de atender à crescente demanda por serviços de reforma de peneiras na região.

Hoje, a Haver & Boecker continua sua jornada de sucesso, mantendo um compromisso inabalável com a inovação, qualidade e contribuição para o desenvolvimento da indústria no Brasil. 

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Vice-presidente Geraldo Alckmin aborda planos para a indústria 

Na manhã do dia 19 de fevereiro, o vice-presidente e ministro do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Geraldo Alckmin, participou de uma reunião conjunta de seis conselhos da Fiesp. A pauta principal discutida no encontro tratou sobre “Produtividade e taxa de investimento”.

Na imagem aparece o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ex-presidente Michel Temer, e demais representantes. Na reunião sobre planos para a indústria

A princípio, o ministro frisou o compromisso do Governo Federal com a indústria. Bem como destacou o NIB (Nova Indústria Brasil), um programa lançado em janeiro com o intuito de impulsionar o setor. 

Uma vez que, o NIB agrega um conjunto de ações concentradas em políticas públicas com recursos com juros reduzidos. Além de subsídios para inovação, ampliação de investimentos federais, incentivos tributários e fundos especiais para estimular a indústria nacional.

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Nesse sentido, Alckmin destaca: “O presidente Lula, que é oriundo da indústria, formado pelo Senai, tem um compromisso com a indústria. É fundamental para o país fortalecer uma indústria inovadora”. A fala ressalta a reinstalação do MDIC e do CNDI (Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial) feita pelo presidente Lula. 

Ainda, sobre isso, o vice-presidente afirma a necessidade de agir na raiz dos problemas. Então, ele aponta: “Política industrial não resolve tudo sem uma boa macroeconomia e sem redução do Custo Brasil”. 

Estratégias para o avanço da indústria

Desse modo, estão sendo abordados os três elementos fundamentais: juros, câmbio e imposto. Segundo ele: “O câmbio está competitivo. Os juros são muito altos, mas estão em queda. A cada reunião do Copom (Conselho de Política Monetária), cai meio ponto percentual. Temos impostos elevados, mas a Reforma Tributária vai ajudar porque vai simplificar, reduzir custo e desonerar investimento e exportação”.

Ainda listando, Alckmin afirma: “Não há bala de prata. É fazer a lição todo dia: reforma trabalhista, reforma tributária, reforma previdenciária, reforma administrativa”.

Como um dos enfoques, o vice-presidente salienta a necessidade de focar na indústria verde, sustentável: “Este será o desafio do mundo, como produzir bens baratos e compensar carbono. E aí, o Brasil é o campeão, é o protagonista dos três debates planetários: segurança alimentar, segurança energética e clima. Temos tudo para avançar na indústria verde e na descarbonização”, afirma. 

Em relação à energia limpa, destacou o protagonismo do Brasil no uso. E enfatizou o projeto Mover, de redução de impostos, aumento nas exigências de sustentabilidade e investimentos em eficiência energética na indústria automotiva. 

De acordo com o Alckmin, o Mover já demonstra resultados, embora a implementação seja recente. Assim, aponta: “Já temos R$41 bilhões de investimentos na indústria automotiva anunciados e devemos passar de R$100 bilhões até 2028. E isso se estende por toda a cadeia produtiva”

Investimentos na renovação do setor

Quanto à produtividade, Alckmin referiu-se à depreciação super acelerada, uma demanda da Fiesp que foi atendida. Uma ação que visa estimular a modernização de máquinas e equipamentos. 

Nesse sentido, foram alocados R$3,4 bilhões no orçamento para depreciar ao longo de dois anos, sendo 50% neste ano e os outros 50% no próximo. Desse modo, o ministro frisa que é pouco, mas é uma primeira fase.

Em segundo lugar, discutiu-se a importância de uma indústria exportadora. Nessa perspectiva ele aponta: “Precisamos aumentar a exportação de valor agregado. Estamos fazendo grande trabalho de desburocratização, pois temos uma cultura cartorial no Brasil”.

Além dessa questão, Alckmin sinalizou o objetivo de ampliar as trocas com países vizinhos, pois apesar da globalização, o comércio acontece entre regiões. Como disse: “Canadá, EUA e México, 50% é só entre eles. Na União Europeia, 60% só entre eles. Na América Latina, é só 20%. Temos que recuperar o comércio na América Latina. Estamos trabalhando para fazer mais acordos na região e recuperar esse mercado regional, onde vendemos produtos de maior valor agregado”.

Perspectivas para avanço do Brasil

Agradecendo o comparecimento do ministro, o presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, citou o NIB e afirmou que o programa tem sido injustamente criticado. “É um plano modesto, não é um plano final. As críticas que foram feitas e ainda hoje são feitas, de economistas, acadêmicos, são injustas e inadequadas”, diz o presidente.

Ainda, destaca: “O programa demonstra o reconhecimento do governo federal da importância da indústria de transformação, que, se recobrar seu dinamismo, será uma locomotiva do desenvolvimento econômico do Brasil”.

Com esperança, Silva comenta que acredita que o Brasil voltará a se destacar com a recuperação do setor industrial. 

Com isso, ele finaliza: “Com a normalização das contas públicas e com novo arcabouço fiscal, alcançaremos uma taxa de juros capaz de permitir que a indústria de transformação, que é mais intensiva em investimento, volte a crescer e a puxar o PIB nacional. A indústria de transformação é fundamental para o desenvolvimento”.

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Confiança do empresário industrial reduz em fevereiro

A CNI  aponta que o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) sofreu uma leve queda, indo de 53,2 para 52,7 pontos. Apesar da diferença pequena de 0,5 ponto, a média interfere na sequência de dois meses em alta. 

Na imagem aparece um homem vestido em uniforme industrial. Ele está dentro de um indústria, que representa a confiança do empresário industrial em fevereiro de 2024

No entanto, não rever totalmente o cenário de confiança do trabalhador industrial e da indústria. Isto é, durante o mês de fevereiro, permanece acima da linha divisória de 50 pontos. Para chegar a esta conclusão a CNI ouviu 1.347 empresas entre os dias 1 e 7 de fevereiro. 

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Em relação a média histórica de 54 pontos, o ICEI encontra-se abaixo dela. Porém, em comparação com fevereiro de 2023, o ICEI ficou 2,1 pontos acima do indicador, que na época registrou 50,6 pontos. 

Diante deste cenário, o gerente de Análise Econômica, Marcelo Azevedo, explica: “O início de 2023 foi um período de baixa confiança do empresário e até falta de confiança em alguns meses. Esse ano começa com confiança maior, mas ainda moderada”.

As tendências dos componentes que medem a confiança

Quanto aos demais componentes do ICEI, a queda também os atingiu. O Índice de Condições Atuais recuou 0,6 pontos, indo para 47,7, ou seja, está abaixo dos 50 pontos. Indicando, assim, uma percepção de piora nas condições atuais. Sobretudo no que se refere aos últimos seis meses, seja na economia, seja na própria empresa. 

Já o Índice de Expectativas recuou 0,5 ponto, passando para 55,2 pontos. Ainda assim, continua acima dos 50 pontos, portanto, permanece no patamar de otimismo em relação aos próximos seis meses. 

Enquanto isso, embora a média mostra-se positiva, o subcomponente que marca a expectativa sobre os pŕoximos seis meses da economia brasileira recuou de 50,1 pontos para 48,8. Desse modo, marcando a transição para o pessimismo dos empresários. 

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Bioplástico de bagaço da laranja, vassouras feitas de garrafas plaśticas e jogos olímpicos sustentáveis

Pesquisadores desenvolvem bioplástico do bagaço da laranja

Na imagem aparecem duas mulheres, uma de cabelo castanho claro, ao seu lado esquerdo uma mulher de cabelo com mechas vermelhas na frente e restante do cabelo preto. Em seguida um homem jovem de cabelos e barba pretos, à sua esquerda um homem mais velho, de cabelo grisalhos. Eles representam a ação sustentável feita a partir da extração de bioplástico do bagaço da laranja

Um grupo de estudantes liderado pela orientadora Jéssica de Macedo e pelo coorientador Reinaldo Blezer, realizou um projeto de conclusão de curso focado em soluções sustentáveis. O projeto nasceu na Etec (Escola Técnica Estadual) Trajano Camargo, em Limeira, na Região de Campinas. 

No primeiro momento, a ideia consistia na redução de resíduos gerados a partir de produções industriais e petroquímicas. Sendo assim, os estudantes Gustavo dos Santos e Monick Souza desenvolveram um polímero biodegradável através da pectina do bagaço de laranja. 

Dessa maneira, em relação ao tipo de polímero desenvolvido, os pesquisadores destacam que trata-se de um plástico filme, semelhante àqueles encontrados nos supermercados. E que, ainda, estão presentes na embalagem de frutas e outros vegetais. Porém, produzidos à base de pectina. 

Sobre isso, Dos Santos explica: “É um açúcar que pode ser extraído do bagaço da laranja. Com a adição de outros reagentes químicos chegamos ao bioplástico. Ficou muito parecido com o filme plástico de PVC, tanto em aspectos visuais quanto aos relacionados à preservação de alimentos.” 

Sendo assim, sob condições adequadas de iluminação e compostagem, pesquisas apontam que o tempo de decomposição desses plásticos sofrem diminuição para cerca de seis meses.  

Quanto aos desafios, o pesquisador enfatiza que um dos principais objetivos encontrados pela dupla para desenvolver o polímero foi o tempo escasso, sendo dois dos três semestres do curso. Frente a isso, a orientadora elogia:  “Eles superaram os obstáculos com sucesso, evidenciando o comprometimento e a dedicação para com as atividades propostas”.

Além do destaque local do projeto, ele também chamou atenção em âmbito nacional pela seleção 11ª Mostra de Ciências e Tecnologia Instituto 3M, realizada em novembro de 2023. Com isso, alcançaram uma posição entre os 100 finalistas.

Garrafas de plástico transformadas em vassouras

Na imagem aparecem as vassouras feitas de garrafas plásticas. Representado o projeto sustentável, aparece uma garrafa de plástico inteira, em seguida os fios feitos dela e a vassoura. Todas em cor verde

Com o intuito de diminuir o descarte incorreto do plástico em sua comunidade e cooperar com a realização de ações sustentáveis, o empresário cambojano Has Kea, de 41 anos, comprou as garrafas de plástico que iriam para o lixo. O intuito do empresário era transformá-las de forma criativa, o chamado upcycling.

A partir daí, o trabalho passou a acontecer em um pequeno armazém na capital do Camboja. No local, um grupo de trabalhadores desfaz as garrafas de plástico em tiras, transformando-as em cerdas para vassouras, das quais produzem 500 por dia.

Sendo assim, reunem-se as tiras de plástico em uma máquina, depois passam por um amolecimento em água quente. Em seguida acontece o corte uniforme para, enfim, chegar ao cosimento com fios de metal. 

Com isso, nos últimos 11 meses, calcula-se cerca de 40 toneladas de garrafas de plástico transformada. Isto, é, somando cerca de 5000 garrafas por dia, transformando-as em vassouras. Segundo eles, esse tipo de vassoura mostram-se mais robustas do que as normais. Como resultado, a venda acontece por 10.000 riel (cerca de 2,50 euros) e 15.000 riel (3,50 euros) cada.

Diante disso, um monge budista, cujo templo já comprou 80 vassouras, comentou: "Esta vassoura é bastante sólida, não é fácil de partir". 

Para a produção sustentável, Has Kea compra garrafas de plástico vazias dos coletores e dos depósitos de resíduos. Perante as grandes ofertas, ele mostra-se confiante na longevidade do seu negócio. Bem como mostra-se aberto à entrada de concorrentes no mercado.

Jogos olímpicos com assentos sustentáveis

Na imagem estão as cadeiras feitas de plástico  reciclado, uma iniciativa sustentável eita pelo comitê olímpico. Elas são de cor branca.

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 revelou uma iniciativa inovadora ao oferecer acomodações sustentáveis aos espectadores. O princípio, o anúncio destaca o uso de 11 mil assento fabricados a partir de plástico reciclado.

Dessa maneira as novas instalações permanecem em locais-chave, incluindo a Arena Multiuso, localizada nas proximidades da icônica Torre Eiffel, e no Centro Aquático Olímpico. 

Com essa ação busca-se promover práticas ambientais conscientes durante o evento esportivo internacional. Além disso, visa demonstrar um compromisso com a sustentabilidade. Em consonância com o movimento global de sustentabilidade, os organizadores dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 estão empenhados em realizar a edição mais ecológica da história do evento. 

Sendo assim, em colaboração estreita entre o Comitê Olímpico Internacional e a prefeitura de Paris, os esforços estão direcionados para iniciativas que visam a conservação de energia, renovação e inovação. E ainda, contam com mais de 8 mil desses assentos ecológicos já instalados nas arenas.

De acordo com Marius Hamelot, fundador da Le Pavé, empresa encarregada da produção dos assentos, a obtenção do plástico acontece através de parcerias estabelecidas com recicladores. 

De modo que diversos plásticos fazem parte da produção, abrangendo desde poliestireno proveniente de frigoríficos até frascos de shampoo. Assim, a  tonalidade final do assento determina-se pelo tipo específico de plástico utilizado.

Os Jogos Olímpicos de Paris estão agendados para iniciar em 26 de julho de 2024. O Ministro do Interior da França, Gérald Darmanin, prevê a participação de aproximadamente 300 mil pessoas na cerimônia de abertura do evento.

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O Banco de Soluções Sustentáveis da Invest Paraná selecionou dez empresas paranaenses para promover soluções sustentáveis, incluindo serviços e produtos.

Na imagem aparecem pessoas em volta de uma mesa de reunião, todos são homens. Eles usam máscara sobre o nariz e a boca, e apenas o que está falando aparece sem máscara. A imagem representa uma reunião sobre soluções sustentáveis

Ainda, o banco faz parte da agência de promoção e atração de investimentos do Governo do Estado, e tem vinculação com a Seic (Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços). 

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Além disso, o banco participa do Invest Pass (Programa de Aceleração de Soluções Sustentáveis), uma ação da Invest Paraná focada em conhecer os produtos e os serviços sustentáveis produzidos por empresas paranaenses. 

Para a seleção, a banca contou com a participação da SEI (Secretaria de Estado da Inovação, Modernização e Transformação Digital), Fundepar (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional) e  Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná).

O objetivo das busca por ações sustentáveis

Nesse sentido, o banco tem o objetivo de evidenciar projetos de soluções sustentáveis em áreas diversas. Entre elas o setor de construções sustentáveis, isto é, processos de construção civil. Ações voltadas para resíduos e economia circular, que englobam questões como reciclagem, reutilização de material de descarte e ações afins. 

Ainda, processos e tecnologias sustentáveis para a indústria, ou seja, ações que tornem o processo industrial ambientalmente correto. Como reutilização de água, por exemplo. 

Sendo assim, através do registro no Invest Paraná, o Governo Estadual, prefeituras, investidores, empresas privadas e organizações não governamentais utilizariam as ferramentas desenvolvidas por essas empresas. 

Dentre os participantes do registro, incluem-se startups, empreendedores individuais, micro, pequenas e médias empresas. Portanto, para isso, as operações da empresa precisam acontecer no estado. 

Como as ações contribuem para os setores e sociedade

Frente a isso, o diretor de desenvolvimento econômico do Invest Paraná, Rogério Chaves, explica: “A ideia é disponibilizar essas soluções sustentáveis dentro do Estado. A listagem das empresas selecionadas fica disponível no site da Invest Paraná para consulta e conhecimento de todo o Governo do Estado, prefeituras e das entidades privadas”. 

Ainda, Chaves destaca que as empresas contarão com apresentações nas viagens feitas pelas equipes da Invest Paraná nos municípios do interior. De modo a dar mais visibilidade a elas. 

Dessa maneira, a empresária Carla Ocala, da construtora Ocala, uma das empresas selecionadas para o banco, destaca que o Invest Pass vai facilitar a vida das empresas selecionadas. Pois contribui na busca por novas conexões de negócios que busquem soluções sustentáveis.

Assim, a construtora agora faz parte do Banco de Soluções Sustentáveis, contribuindo com o sistema construtivo steel frame. Um sistema que diminui a geração de resíduos durante as construções, sobretudo se comparado ao método convencional. 

Diante disso, Ocala destaca: “O Estado pode nos ajudar com essa iniciativa alinhando forças, colocando pessoas e empresas em conexão, e, dessa forma, diminuindo o grau de dificuldades de uma empresa”.

Conheça as demais empresas selecionadas

TECH GIRLS -  Instada Curitiba, a organização trabalha para diminuir a disparidade de gênero no setor de tecnologia, concentrando seus esforços em duas áreas principais: educação em tecnologia e gestão sustentável de resíduos eletrônicos.

CONSTRUTORA OCALA – Empresa curitibana especializada no sistema construtivo steel frame. Um método muito utilizado nos Estados Unidos, Europa e Japão.

NETZER0 – Startup de Cascavel especializada em soluções sustentáveis para o mercado de energia. 

ESSENCE WEDDING – Empresa especializada na organização de casamentos, a empresa com sede em Curitiba faz a gestão dos resíduos gerados por esse e outros tipos de eventos. 

ERT (EARTH RENEWABLE TECHNOGIES) – Maior fabricante de plástico biodegradável da América Latina, produzido a partir da cana-de-açúcar. Tem sede em Curitiba, a ERT produz bioplástico renovável e compostável.

ELISA EFLUENTES LIMPOS E SOLUÇÕES EMBIENTAIS – Um projeto que busca transformar esgoto sanitário industrial e residencial em água de reuso.

IMPACTO + – Uma ferramenta online que permite que indústrias e órgãos públicos façam diagnósticos do nível de maturidade em relação às premissas ESG. 

ORBIS VERDI – Empresa localizada em Foz do Iguaçu, oferece soluções ambientais inovadoras e práticas. Faz propostas acessíveis para proteger o meio ambiente, como relatar, implementar e incentivar práticas sustentáveis.

BLOCO TERM SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS – A empresa busca facilitar o acesso da população à residência digna e sustentável. Através da redução de custos da obra e aumento da qualidade e segurança da moradia. 

SANETRAN – Empresa de Curitiba que oferece soluções de gerenciamento e valorização de resíduos de empresas, como reutilização, reciclagem e destinação adequada.

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Associações do setor plástico firmam aliança

As associações ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), ABIPLAST (Associação Nacional da Indústria do Plástico) e a ABIEF ( Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) se unem em 2024 para estimular práticas sustentáveis no setor de plástico.

Na imagem mostra um homem, com uma máscara vermelha, blusa branca e capacete industrial com viseira. Ele está orgganizando recipientes de plástico, na cor azul. A imagem representa a união das associações do setor plástico

Isso porque, as entidades enxergam a importância da indústria do plástico para a economia global, bem como entendem os desafios relativos à sustentabilidade.  

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Sendo assim, no que se refere a este cenário, o presidente da ADIRPLAST, Laercio Gonçalves, ressalta:  “Essa parceria é essencial para impulsionar ações responsáveis de mercado e inovações sustentáveis no nosso segmento. Trabalhando juntas podemos alcançar objetivos de interesse comum”.

Além disso, Gonçalves enfatiza a urgência de abordagens conjuntas e colaborativas. Pois, segundo ele, a união possibilita a criação de ações ambientais estratégicas. Por isso, ele complementa: “Unindo forças, as entidades podem desenvolver estratégias para reduzir a pegada de carbono da indústria. Promover a reciclagem e encontrar soluções inovadoras para minimizar o desperdício”. 

Compromissos e pautas em destaque na agenda

Dessa maneira, a fim de conseguir alterar a realidade atual, ações como a colaboração para padrões uniformes e regulamentações alinhadas, mostram-se indispensáveis. 

Uma vez que, elas promovem a transparência na cadeia de produção de plástico, além de facilitarem o cumprimento de normas ambientais. 

Em relação a isso, o executivo explica: “Isso fortalece a credibilidade da indústria perante os consumidores e órgãos reguladores, construindo uma base sólida para o crescimento sustentável”. 

Quanto às demais pautas na agenda das associações, aparecem também como foco questões referentes à reforma tributária e a Zona Franca de Manaus. Portanto, o presidente da ADIRPLAST pontua que a ZFM visa fomentar a economia na região amazônica, fornecendo isenção fiscal a produtos beneficiados. 

Entretanto, as empresas da região distorcem a situação de modo a atuarem como revendedores de resinas, com a ausência do processo de beneficiamento. Logo, ele comenta: “Para que essa distorção seja corrigida, acreditamos que é necessário um mínimo de fiscalização desta prática fraudulenta. As três entidades têm “peso” para cobrar a União que ações sejam tomadas”.

Contribuições conjuntas para a indústria do plástico

Acerca da reforma tributária, às entidades unem forças com o propósito de garantir que as peculiaridades da indústria de plástico sejam levadas em consideração. 

Por isso, os pontos chaves desse esforço mostram-se na simplificação do sistema tributário e na criação de condições mais favoráveis para o desenvolvimento industrial.

Desse modo, juntando as experiências, a ADIRPLAST, ABIPLAST e ABIEF buscam trazer mudanças positivas perante aos desafios tributários e regulatórios. Para isso, planejam envolver-se em diálogos com as autoridades governamentais. 

Além de contribuírem com as propostas e soluções significativas em relação às necessidades específicas da indústria do plástico. Em síntese, Gonçalves esclarece:“À medida que essa aliança estratégica se desenrola, espera-se que as contribuições conjuntas de ADIRPLAST, ABIPLAST e ABIEF resultem em melhorias significativas para as empresas do setor. Estimulando o crescimento econômico e consolidando o papel vital da indústria de plásticos no cenário brasileiro”. 

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