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Indústria brasileira avança na integração da biodiversidade aos seus negócios

Uma pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria), revela que mais da metade das indústrias do Brasil têm integrado a sustentabilidade aos negócios. A pesquisa, lanaçada na Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, ou COP16, em Cali, na Colômbia, também estará na Conferência do Clima, que teve início dia 11 e vai até dia 22 de novembro, em Baku, no Azerbaijão. 

O estudo envolveu mais de 1,5 mil indústrias nos setores de transformação e extrativo. Os resultados apontam que seis em cada dez empresas (58%) implementam práticas vinculadas à biodiversidade. Incluindo práticas como: a utilização sustentável de recursos, tecnologias e certificações.

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Os entrevistados indicaram as seguintes medidas como as mais adotadas:

 

Além disso, a pesquisa revela que quanto maior o porte da indústria, maior a integração da biodiversidade aos negócios. A porcentagem poderia ser maior não fosse o custo de implementação de práticas sustentáveis, principal barreira citada pelas empresas (28%), seguida de falta de incentivos governamentais (24%) e de dificuldades regulatórias ou legais (19%).

Benefícios associados à imagem das empresas

No que diz respeito aos benefícios, 35% das indústrias apontam a integração da biodiversidade como um dos principais benefícios para melhorar a imagem da empresa. Em segundo lugar aparece o cumprimento de requisitos legais ou regulatórios, com 31%.

Nesse sentido, Roberto Muniz, diretor das Relações Institucionais, explica: “O Fórum Econômico Mundial aponta que a perda da biodiversidade está entre os maiores riscos de longo prazo para a economia e a sociedade.”

Isso porque, como comenta Muniz, nota-se um movimento global para que os negócios, nos mais variados setores econômicos, pautem-se na sustentabilidade. Assim, ele pontua o papel do Brasil: “A indústria brasileira se mostra alinhada a essa tendência há anos”.

Resultados financeiros

Além disso, a pesquisa revelou que 55% dos entrevistados concordam plena ou parcialmente que os investimentos em práticas de conservação, recuperação e uso sustentável da biodiversidade atrai consumidores e investidores. 

Enquanto isso, 45% das indústrias brasileiras têm um plano futuro para a diversidade. Assim, entre as ações 

A pesquisa revelou também que 55% dos respondentes concordam total ou parcialmente que investir em práticas de conservação, recuperação e uso sustentável da biodiversidade atrai consumidores e investidores. E 45% das indústrias no país têm um plano futuro para a biodiversidade. Dentre as ações planejadas, destacam-se:

 

Para ilustrar o potencial de integração da biodiversidade nas empresas, o levantamento revela que 20% das indústrias brasileiras consultadas produzem insumos ou produtos que utilizam recursos vegetais, animais ou microrganismos em suas formulações. Entre essas empresas, 76% afirmam que esses recursos agregam às características funcionais dos produtos.

A adoção da bioeconomia pode gerar um acréscimo anual de US$ 284 bilhões ao faturamento da indústria

Em relação ao potencial da bioeconomia nos negócios, as vendas ligadas a essa atividade somaram, em 2016, US$ 285,9 bilhões no Brasil. Com isso, representando 13,8% do PIB, conforme estudo do BNDES.

Esse montante tende a aumentar, e as estimativas apontam que a bioeconomia poderá incrementar em até US$ 284 bilhões anuais o faturamento da indústria brasileira até 2050. Essa estimativa foi feita pela ABBI (Associação Brasileira de Bioinovação) em colaboração com o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). 

Nesse sentido, Davi Bomtempo, superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, ressalta: “O Brasil é o país mais biodiverso do mundo, com mais de 20% do número total de espécies da Terra. Por isso, temos a chance de ser protagonista na agenda da bioeconomia, que pode, inclusive, ser um dos motores da neoindustrialização brasileira, com sustentabilidade, alta na competitividade e justa repartição de benefícios”. 

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Economia circular avança nas indústrias brasileiras

Cada vez mais, as empresas estão migrando do modelo linear de consumo e descarte para uma abordagem que prioriza o reaproveitamento de recursos e a eficiência. Em outubro, uma pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) mostrou que 85% das indústrias brasileiras já aplicam práticas de economia circular, um aumento em relação a 2019, quando o índice era de 76,4%.

Assim, para 68% dos empresários, essas práticas ajudam a diminuir as emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) e contribuem para o combate às mudanças climáticas. A pesquisa, feita entre maio e julho de 2024, contou com a participação de 253 indústrias.

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Ainda nesse sentido, a circularidade avança no setor de startups. Segundo o Circular Startup Index da Fundação Ellen MacArthur, o número de empresas brasileiras passou de 17 para 43 em um ano, e a América Latina soma 85 iniciativas.

Em relação a esse cenário, Luísa Santiago, diretora da fundação na América Latina, comenta: “Observa-se uma forte presença de projetos voltados ao ciclo biológico, com ênfase em produtos biodiversos e práticas de ‘upcycling’,”. 

Transição brasileira para a economia circular 

No Brasil, novas regulamentações estão acelerando a transição para a economia circular. O Decreto nº 12.082/2024 estabeleceu a Enec (Estratégia Nacional de Economia Circular). Enquanto a Portaria 309, de setembro, criou o Fórum Nacional de Economia Circular, encarregado de desenvolver um plano nacional para orientar essa mudança. 

Sob a presidência do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), o fórum contará com 36 representações de ministérios, agências, setor empresarial, sindicatos e sociedade civil. A primeira reunião está prevista para ocorrer até o fim do ano.

Para Lucas Ramalho Maciel, diretor de novas economias do Mdic, a transição para a economia circular exige o envolvimento das empresas. Nesse sentido, ele ressalta: “A circularidade só funcionará com a adesão do setor produtivo”.

Enquanto a Enec busca acelerar a agenda circular pelo governo federal. Sobretudo, com o Projeto de Lei nº 1.874/2022, que propõe a criação da Pnec (Política Nacional de Economia Circular). O projeto em questão está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.

Embora tenha sido aprovado pelo Senado em março, o projeto aguarda a criação de uma comissão temporária para prosseguir. Mesmo com dois pedidos de urgência, ainda não há data para votação.

Sendo assim, para o Brasil, a economia circular tornou-se essencial, especialmente diante da elevação dos preços das commodities. No passado, o crescimento do PIB resultava em uma queda nos preços das commodities. Mas, atualmente, segundo o Circular Advantage da Accenture, esses preços crescem em média 1,9% para cada 1% de aumento do PIB.

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Sustentabilidade é a chave para a liderança na era da automação industrial

Artigo por André Chimura, gerente geral da divisão de Automação Industrial da Mitsubishi Electric Brasil

Durante décadas, as organizações foram criadas e gerenciadas somente para entregar altos resultados econômicos. Estavam orientadas para preservar a estabilidade e a previsibilidade, com foco na maximização dos lucros para os acionistas. 

Artigo por André Chimura, gerente geral da divisão de Automação Industrial da Mitsubishi Electric Brasil

Assim, prestaram pouca atenção ao impacto mais amplo das suas ações. Porém hoje esse cenário mudou e muitas empresas identificaram, recentemente, esta abordagem como inadequada. Tanto para os atuais desafios quanto para a série de exigências sociais que devem ser consideradas no momento.

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O cenário industrial está passando por uma grande mudança, marcado por uma dupla transformação em direção à sustentabilidade e à automação inteligente. Nesse sentido, agilidade e adaptabilidade se mostram como componentes críticos para a sobrevivência desses negócios. Mas construir essas capacidades requer uma abordagem holística.

Sendo assim, a principal preocupação é a necessidade de alinhar as práticas de sustentabilidade e as tecnologias de automação industrial aos negócios. Reconhecendo a crescente procura de produtos e serviços ambientalmente conscientes, juntamente com o profundo impacto da automação industrial, os executivos enfrentam o desafio de elaborar estratégias que adotem de forma integral estes paradigmas.

Desse modo, hoje, as empresas devem ir além dos lucros, e, assim, procurar maximizar o valor e o impacto para os stakeholders. Bem como, contribuir para uma sociedade e um planeta mais sustentáveis.

O momento certo para adotar um propósito

Para garantir que as organizações façam esta mudança com sucesso, analistas da consultoria McKinsey indicam que os líderes devem ser mais do que gestores buscando melhorias incrementais. Mas, que também se tornarem visionários com a coragem de adotar um propósito e ir muito além.

Com isso, gerando novos níveis de valor para os clientes e demais stakeholders, reimaginando os seus modelos de negócio e ecossistemas industriais.

Portanto, o atual momento exige que as lideranças adotem um modelo de sustentabilidade, reconhecendo a necessidade de compreender e abordar simultaneamente objetivos sociais, econômicos e ambientais.

As tecnologias de automação industrial oferecem novas oportunidades para gerar mais valor para o negócio. E as lideranças devem focar, também, no impacto que a sua produção tem no meio ambiente. Alcançar metas sustentáveis exige que os líderes determinem formas de responder aos desafios críticos, avaliando e utilizando com sabedoria os recursos disponíveis.  

Para muitas equipes de liderança, isso representa uma mudança radical no seu modelo de negócio, reunindo cidadãos, empresas e fatores climáticos para construir economias sustentáveis. O foco da automação industrial deve ser facilitar a produtividade e eficiência no ambiente de trabalho. Assim como melhorar a qualidade de vida para todos, permitir operações resilientes e provocar o mínimo de poluição. Só assim vamos garantir a sustentabilidade financeira dos negócios.

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Tratamento de superfícies aumenta a funcionalidade dos materiais

Fundamental na indústria, o tratamento de superfícies se apresenta como uma técnica que otimiza produtos e processos. Além de aprimorar o visual dos materiais, ajuda na incorporação das características físicas e químicas essenciais à funcionalidade, à durabilidade e à qualidade dos produtos finais.

Nesse sentido, o tratamento oferece não apenas proteção eficaz contra corrosão e abrasão. Mas, também se destaca como uma inovação essencial para manter a integridade e a eficiência dos produtos.

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O tratamento de superfícies também melhoram a adesão entre materiais distintos, como revestimentos e pinturas. Assim, proporcionando uma união mais forte e duradoura, essencial para diversas aplicações industriais.

Dessa modo, quando aplicado o tratamento, os materiais podem adquirir características específicas, como resistência térmica, propriedades antiaderentes ou aumento na condutividade elétrica. 

Ainda, além das vantagens funcionais, os tratamentos de superfície também contribuem para aprimorar o acabamento estético dos produtos. Sendo este, um aspecto crucial na percepção de qualidade do consumidor final.

Dessa forma, ao estender a longevidade dos produtos, o tratamento de superfícies promove a sustentabilidade, minimizando a necessidade de trocas constantes e o desperdício de recursos.

Portanto, desde embalagens até partes de maquinário, o tratamento de superfícies abrange uma diversidade de produtos. Revestimentos como o níquel duro químico, que evita processos elétricos. Já as tecnologias modernas aplicam-se de forma estratégica para atender às necessidades de cada tipo de aplicação.

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O impacto do bioplástico no consumo e no meio ambiente

O interesse crescente por embalagens mais sustentáveis ​​tem impulsionado a indústria, levando empresas e consumidores a explorarem alternativas. Nesse sentido, o bioplástico se destaca como uma das soluções, isso porque este material se decompõe naturalmente em contato com microrganismos e fungos. 

O impacto do bioplástico no consumo e no meio ambiente

Ainda visando a diminuição de descarte incorreto, o bioplástico fica em evidência por sua habilidade de funcionar como fonte de energia, alimento e carbono para diversos microrganismos presentes no ambiente. Assim, tendo como propósito principal diminuir sua massa ao longo do tempo.

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Sob este aspecto, Ybellise Azocar, Head of Science da Bioelements, empresa especializada em soluções sustentáveis ​​para embalagens, explica os estudos nesse campo: “Nossos experimentos mostram que, ao usar bioplástico, podemos reduzir as emissões de dióxido de carbono na fabricação do produto em até 60%. Para ser considerado biodegradável é necessário que a embalagem pronta seja submetida a testes de biodegradação. E biotoxicidade que demonstrem que o produto não gera efeitos negativos quando em contato com microrganismos” 

Esses elementos, conforme explicado pelo especialista, ajudam na diferenciação de materiais biodegradáeis ​​de oxodegradáveis. 

Já para Adriana Giacomin, Country Manager da Bioelements no Brasil, é essencial, além de compreender os processos científicos, investir em alternativas com base em Pesquisa & Desenvolvimento. Para que assim, as formulações estejam de acordo com as promessas feitas aos consumidores. 

Em relação a isso, Giacomin revela os resultados de uma pesquisa feita este ano, no Brasil, Chile e México, em que 73%: “Responderam que gostariam de saber mais informações sobre os materiais das embalagens que compram. Por isso, as mais de 30 formulações biodegradáveis que desenvolvemos, têm certificação ou validação de centros científicos externos seguindo normas e métodos internacionais”.

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Cresce o desempenho das pequenas indústrias no 3º trimestre

Segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o Índice de Desempenho da Pequena Indústria teve um aumento expressivo no 3º trimestre de 2024. Conforme aponta o PPI (Panorama da Pequena Indústria), o indicador subiu de 45,4 pontos no 2º trimestre para 47,5 pontos. Esse valor supera a média histórica de 44 pontos e o resultado do mesmo período de 2023, de 45,5 pontos.

Pequenas indústrias

Nesse sentido, Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, afirmou que o desempenho positivo das pequenas indústrias no período reflete um bom desempenho em termos de volume de produção. Bem como em quantidade de suprimentos gerados e aproveitamento da capacidade instalada em comparação com o habitual.

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Assim, Azevedo destaca: “Todos esses índices foram mais positivos na passagem do 2º para o 3º trimestre e em comparação ao mesmo período de anos anteriores”.

Os principais desafios 

Em resposta à questão sobre os principais problemas enfrentados no 3º trimestre, 42,5% dos empresários das pequenas indústrias de transformação apontaram a elevada carga tributária. O mesmo problema foi citado por 37,5% dos representantes da construção.

Assim, durante o 2º trimestre, a falta ou o alto custo de mão de obra foi destacado como o terceiro maior desafio para as pequenas empresas. A indústria de transformação relatou uma carência de trabalhadores específicas, mencionada por 29,8% das empresas. Enquanto no setor da construção, 25% apontaram a escassez de trabalhadores não trabalhadores como o principal problema.

Diante disso, Azedo explica: “Quando a indústria tem problemas para encontrar trabalhadores no mercado, tem dificuldades em ampliar e, em muitos casos, até manter a produção. No caso da falta de trabalhador qualificado, muitas vezes a saída é capacitar esse profissional. O funcionário não chega pronto para exercer suas atividades e isso traz ainda mais custos para as empresas, que perdem produtividade”.

Ainda, o estudo aponta que, para a pequena indústria da transformação, o terceiro maior problema é a falta ou o alto custo de matéria-prima, relatado por 29,3% das empresas. Já nas pequenas indústrias da construção, o maior desafio são as taxas de juros elevadas, mencionados por 24,2%.

Panorama da confiança industrial e do índice de perspectivas

Após um aumento de 1,7 ponto, o Índice de Situação Financeira das pequenas indústrias alcançou 42,8 pontos no 3º trimestre. Esse indicador, que reflete a satisfação dos empresários com o lucro e as finanças das empresas, está 4,2 pontos acima da média histórica. 

Sendo assim, o resultado aponta para uma situação financeira mais positiva do que o habitual. O índice também superou o valor registrado no mesmo trimestre do ano passado, que foi de 41,4 pontos.

No início do 4º trimestre, em outubro, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) das pequenas empresas registrou uma leve queda, passando de 52 pontos para 51,9 pontos. Mesmo assim, o indicador permanece acima dos 50 pontos, demonstrando que os empresários ainda mantêm um alto nível de confiança.

O Índice de Perspectivas, que avalia as expectativas das empresas para os próximos seis meses, manteve-se estável em outubro. Assim, fechando com 49,8 pontos. Esse patamar é positivo, já que está acima da média histórica do indicador, que é de 46,9 pontos.

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O masterbatch atua como um concentrado de aditivos/pigmentos que, incorporado em uma base polimérica, vai facilitar a produção durante as etapas de coloração ou ainda, de modificação das propriedades específicas em termoplásticas e elastômeros. 

Masterbatch

Sendo assim, o masterbatch gera alta precisão na adição de cores, agentes ou desempenho. E pode ainda, ser encontrado nestes formatos: 

Com base nisso, o masterbatch permite que a matéria-prima tenha uma carga homogênea relevante, entregando maior valor ao produto final.

Utilização de masterbatch em diferentes segmentos industriais 

Por sua excelente aplicabilidade, o masterbatch é muito usado em diferentes frentes da indústria, expandindo a performance e acabamento visual de plásticos, em processos como: moldagem por injeção e sopro, bem como, extrusão.

E tudo isso sem a necessidade de investir em equipamentos adicionais para dosagens de componentes. Dessa maneira, se destaca pela facilidade no manuseio e estabilidade no processamento.

Sob o mesmo ponto de vista, o masterbatch garante redução de desperdícios, sendo uma maneira eficaz de otimizar jornadas em produções industriais de utilidades domésticas, por exemplo. 
E por falar em segmentos industriais que utilizam masterbatch, confira mercados em que o componente se faz presente:


Nesse caso, a grande vantagem de utilizar masterbatch está no fato de que, suas possibilidades de aplicação, garantem homogeneidade nas peças. 

Conheça também alguns tipos de masterbatch disponíveis no mercado:

Aumentando então, o controle de qualidade, sendo escolha estratégica que reduz custos operacionais das empresas, otimiza tempo de produção, trazendo resistência ao produto final. 

Aplicação do masterbatch no segmento de utilidades domésticas 

Masterbatch


O mercado de utilidades domésticas utiliza desse recurso como uma maneira de impulsionar soluções eficientes aos consumidores.

Isso porque, através do concentrado de masterbatch usado para dar cor e características especiais ao plástico, os itens domésticos ganham mais cor, brilho e tem elevação em sua qualidade de maneira geral. 

Tudo isso, a partir dos aditivos presentes no concentrado técnico. 

Pode-se dizer que na prática, essa formulação tem um papel chave para customizar propriedades de polímeros, trazendo não apenas precisão durante a incorporação de cores e similares, como também, estabilidade cromática, resistência a impactos e proteção contra raios UV (fatores críticos para itens de uso diário) e abrasão. 

Entre os itens que podem envolver em seus processos de fabricação essa formulação, podemos citar utensílios de cozinha, como copos, pratos e tigelas.

Além disso, podemos incluir na lista produtos de limpeza, organização e ferramentas para o lar. No caso de masterbatch utilizados para o segmento de utilidades domésticas a formulação uniforme na cor é um excelente indicador de qualidade.

Ou seja, incentivando a aquisição da(s) peça(s) no mercado em questão. E mais do que isso, a prática dessa mistura, promove uma formulação eficaz, mesmo em geometrias complexas, garantindo um acabamento resistente ao desgaste.

Em relação a qualidade e bem-estar, soluções antimicrobianas também podem ser integradas no preparado.

Vale destacar que a prática, se refere a substâncias que contribuem na prevenção do crescimento de microrganismos, como fungos, vírus e bactérias. No caso de produtos voltados para utilidades domésticas, a ação expande a segurança e higiene, reduzindo também o risco de contaminações, sendo indicado principalmente para itens que tendem a entrar em contato com alimentos. 

Como resultado, a formulação proporciona eficiência na adequação e processamento de regulamentações específicas, melhorando ainda, as propriedades físicas e estéticas dos itens. 

Em outras palavras, o componente é a base para uma boa performance e estética na produção de itens do segmento de utilidades domésticas. 

A solução concentrada para incorporação de pigmentos 

O preparo da formulação envolve a integração assertiva dos polímeros durante o processo de fabricação, ou seja, o masterbatch é adicionado à resina plástica na extrusão ou injeção.

Dessa maneira, permite que a homogeneização ocorra de forma relevante, especialmente no segmento de utilidades domésticas, explorando características essenciais para garantir a viabilidade de soluções atrativas para a indústria plástica. 

O fato é que ter um desenvolvimento adequado na aplicação do masterbatch no segmento de utilidades domésticas é o primeiro passo para garantir que as propriedades funcionais das peças sejam mantidas durante todo o ciclo de vida do produto, sendo a matéria prima na produção de produtos plásticos. 

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Vantagens ambientais do PET são comprovadas em estudo inédito brasileiro

Um estudo inédito conduzido pela ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET), analisa o ciclo de vida dos materiais mais comuns em embalagens de líquidos. Assim, usando 11 unidades de diferentes embalagens, entre elas de água, óleo comestível e refrigerante, 6 referem-se ao PET, 2 ao alumínio, 2 ao vidro e 1 ao aço. No entanto, o PET se mostrou  o material com maior desempenho. 

Embora o estudo seja inédito no Brasil, Auri Marçon, presidente executivo da ABIPET, revela que já esperava por este resultado. Isso porque, países europeus e norte americanos já indicavam o PET como uma embalagem superior às demais. 

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Ele também ressalta a importância de cada eixo ao realizar pesquisa, pois, as características mudam de um país para outro. Nesse sentido, Marçon ratifica: “Aliás, esse é um alerta importante, pois levantamentos realizados em outros países, por quaisquer das embalagens, não são válidos como referência em outros que possuem, por exemplo, matriz energética, módulos de transporte e índices de reciclagem distintos”.

O PET obteve o melhor desempenho em seis das 12 categorias de impactos comprovados, especialmente nas que mais preocupam a sociedade quanto às questões ambientais. Assim, entre elas estão: mudanças climáticas, acidificação, ocupação de solos, material particulado, ecotoxicidade e consumo de água. 

Resultados e comparativos do PET

Para ilustrar, uma embalagem PET de 500 ml de água exige 53% menos água do que a versão em alumínio e 86% menos que a de vidro. No caso das embalagens de 1.500 ml, o índice de toxicidade do PET é 94% menor que o do alumínio e 97% menor que o do vidro.

Dessa forma, ao comparar as embalagens de refrigerantes, observa-se que uma garrafa PET de 2 litros utiliza 64% menos água durante a produção que uma embalagem de alumínio e 88% menos que uma embalagem de vidro. 

Já para óleo comestível em embalagem de 900ml, o PET mostra grande vantagem sobre a lata de aço, com 99% menos uso de água. E ainda,  81% menos emissões de CO2 e 88% menos ecotoxicidade.

Análise do Ciclo de Vida das Embalagens de Alimentos Líquidos

Além desses aspectos, o chamado “do berço ao túmulo” e a ACV (Avaliação do Ciclo de Vida) de Embalagens PET para Alimentos Líquidos, estudou o impacto das embalagens desde a extração até o descarte. Assim, analisando todas as etapas: produção, envase, transporte, comercialização e reciclagem pós-consumo.

Sendo assim, o estudo avaliou: 

De acordo com Marçon, o estudo foi realizado com o envolvimento de diversos elos do mercado. Sob a liderança da ABIPET, a ABIR (Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas) e a ABIOVE (Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais) participaram ativamente. Além da colaboração de empresas e marcas que juntas representam mais de 80% do setor.

Ainda, o presidente executivo da ABIPET ressalta que as equipes do ITAL/CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagens, do Instituto de Tecnologia de Alimentos), pertencem à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. E que eles realizaram um Inventário do Ciclo de Vida das Embalagens PET de grande relevância.

Além disso, o estudo se destaca por ter contemplado todos os elos da cadeia produtiva, de distribuição e distribuição das embalagens demonstradas. Com isso, incluindo empresas do setor de alimentos líquidos no Brasil, fabricantes de resinas PET, produtores de embalagens. Bem como embaladores e distribuidores com foco em água mineral, refrigerantes e óleo comestível.

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Outubro mostra indústria com baixa confiança e economia cautelosa, diz CNI

Segundo dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) caiu em 18 dos 29 setores da indústria, em outubro. No entanto, nos 11 segmentos restantes, a avaliação dos industriais subiu.

Outubro mostra indústria com baixa confiança e economia cautelosa, diz CNI

Diante desse cenário, Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, analisa: “Esse é o primeiro levantamento da confiança do empresário depois da elevação da taxa Selic, que ocorreu em setembro. A queda disseminada da confiança entre os setores, em outubro, pode refletir essa mudança.”

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Dos 18 setores industriais que tiveram queda no ICEI, em três casos a mudança ocorreu na transição de confiança para falta de confiança. Os setores afetados foram: Produtos de minerais não metálicos, Biocombustíveis e Móveis. Com isso, o número de setores otimistas foi reduzido de 26, em setembro 

Em contrapartida, o setor de serviços especializados para a construção deixou falta de confiança e entrou em um período de confiança, devido à melhor percepção de seus empresários em outubro. Agora, há cinco setores industriais que mantêm uma postura pessimista.

Como está a confiança da indústria nas regiões e portes

Em relação ao ICEI nas regiões, a princípio, destaca-se o Norte, sendo o único a não apresentar que de confiança. Nesse sentido, o recorte geográfico, no Nordeste, a diminuição foi de 1 ponto; no Sul, 0,8 ponto; no Centro-Oeste, 0,6; e no Sudeste, 0,5 ponto. Mesmo com essas quedas, o ICEI de todas as regiões permanece acima dos 50 pontos, que marcam a linha divisória.

Entre as pequenas indústrias, o ICEI apresentou-se praticamente estável, com queda de 0,1 ponto. 

Enquanto isso, nas empresas médias, o índice de confiança dos industriais registrou uma redução de 0,7 ponto entre setembro e outubro. Já, nas grandes, ocorreu um recuo de 0,8 ponto. O levantamento destaca que a confiança permanece positiva em todos os portes.

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Emprego na indústria sobe 75% e jovens conduzem crescimento

Nos primeiros nove meses de 2024, o setor industrial brasileiro tem apresentado um avanço significativo na criação de empregos. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o número de postos de trabalho aumentou 75% entre janeiro e setembro deste ano, em comparação ao mesmo período de 2023. 

Emprego na indústria

A indústria criou 405.493 vagas, um salto expressivo em relação às 230.943 registradas no ano anterior. Sendo que, mais de 57% dessas vagas foram preenchidas por jovens de 18 a 24 anos, Estes números indicam não apenas crescimento do setor, mas também como ele cria oportunidades para novas gerações.

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Com o aumento da participação dos jovens, a indústria consegue manter-se modernizada ao passo que também acompanha as mudanças tecnológicas. Tendo em vista, também, que mais jovens conseguem obter conhecimentos e habilidades, para auxiliar na modernização do setor. 

Dentre as regiões com maior destaque de vagas, está o Nordeste que se manteve no topo por dois meses consecutivos. Ainda, destacou-se também as indústrias de alimentos, borracha e plástico, e veículos automotores.

Diante disso, nota-se a diversificação de oportunidades, atendendo a diferentes perfis e qualificações profissionais. Bem como fortalecer a empregabilidade no segmento industrial.

Incentivos e Investimentos Impulsionam a Criação de Empregos

Além disso, o crescimento do emprego industrial tem recebido um impulso significativo através de incentivos governamentais. Programas como o Mover, que promove o setor automotivo, e o Brasil Semicon, voltado para semicondutores e eletroeletrônicos, têm sido fundamentais para a retomada e modernização de diversos segmentos. 

A NIB (Nova Indústria Brasil), lançada no início deste ano, disponibilizou R$ 405 bilhões em créditos e subvenções por meio do BNDES, Finep, Caixa e outros bancos de fomento. Isso porque o projeto visa inovação, sustentabilidade e produtividade.

Esses programas têm gerado confiança entre empresários, que anunciaram planos de investimentos robustos para os próximos anos. Entre os setores com maior volume de investimentos previstos estão a construção, com R$ 1,06 trilhão, o setor automotivo, com R$ 130 bilhões, e o de alimentos, com R$ 120 bilhões. 

Esses montantes indicam um cenário otimista para a indústria brasileira e prometem gerar ainda mais empregos. Assim, impulsionando a economia e fortalecendo a indústria nacional.

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