O plástico sustentável tem um aspecto de teia de aranha e se aplica no alimento com uma máquina parecida com secador de cabelo.
Nesse sentido, essa fibra é removível com água, além de ser biodegradável, ou seja, se dissolve no solo em três dias.
Os cientistas são da Universidade Rutgers, um deles, Philip Demokritou, explica como o produto é desenvolvido.
Demokrito diz: "Transformamos biopolímeros, que podem ser derivados do desperdício de alimentos, em fibras inteligentes para embalar alimentos diretamente".
Vida útil dos alimentos prolongada
O plástico sustentável contém agentes antimicrobianos que protegem os alimentos contra doenças e deterioração.
Por exemplo, em um experimento, a vida útil dos abacates foi prolongada em 50%.
Além disso, já que é um material moldável ao objeto, alimentos de qualquer forma e tamanho podem ser embalados pela fibra, como carnes ou frutas.
Embalagem ecológica desenvolvida por brasileiros
Os brasileiros Lucas Bastos e Carla Enero criaram uma embalagem sustentável que substitui plástico filme e papel alumínio.
As embalagens da dupla tiveram tanto sucesso, que atualmente eles não tem conseguido atender a demanda de pedidos.
Sobretudo, a embalagem possui o nome Keep e já se comercializa há pouco mais de um mês.
Se produz as embalagens com matérias-primas biodegradáveis.
Sendo produzido em duas versões, a embalagem pode ser feita com cera de abelhas ou, na opção vegana.
Isto é, com cera de carnaúba. Logo, o produto tem tecido 100% algodão e é composto por cera, resina de árvore e óleo de coco, tendo durabilidade de até um ano.
A princípio, a inspiração para a embalagem veio da Austrália, país onde Lucas e Carla moraram.
Enero conta que o Keep faz parte de um movimento internacional chamado Beeswax Food Wrap Movement, que ajuda a reduzir impactos no meio ambiente.
Dessa forma, ela finaliza explicando o propósito dessa embalagem no Brasil. "Ao desenvolver essa idade no Brasil, queremos que o produto possa contribuir para um futuro sustentável no nosso planeta", concluiu.
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A Phisalia, empresa de produtos de higiene pessoal e cosméticos, criou a linha Physalis, a primeira no segmento nacional com frascos 100% reciclados e recicláveis.
A princípio, a Phisalia busca operar conforme os princípios da sustentabilidade, atendendo as demandas do presente, mas pensando no futuro.
Por isso, a marca oferece ingredientes veganos e cruelty free, e se desafia a desenvolver ao planeta tudo o que se tira dele.
Como explica Adriana Amiralian, Diretora de Marketing da Phisalia. "A Physalis traz uma proposta que diversifica a indústria da beleza e higiene, evidenciando o compromisso de criar uma corrente do bem", destacou.
Para ela, isso gera impactos positivos ao meio ambiente e grandes reverberações.
Uma linha de embalagens premiada
As embalagens da linha Physalis foram reconhecidas com o troféu "Ouro de Prêmio: ABRE da Embalagem Brasileira", que reconhece inovações em embalagens.
Luciana Pellegrino, diretora da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), diz que o objetivo é incentivar as pessoas para que a tecnologia em embalagens avance.
Pellegrino destaca: "Empresas, se conectem mais com o consumidor, trazendo uma melhor experiência, usabilidade, circularidade e até mesmo sustentabilidade nessa cadeia de consumo".
Além disso, em 2021, a Physalis também conquistou o prêmio "Grandes Cases de Embalagens'', com o diferencial baseado em sustentabilidade.
Sobretudo, esse prêmio visa incentivar e valorizar a busca de excelência nas embalagens brasileiras.
Ainda mais, com a tradicional marca da Phisalia, a Tra Lá Lá, se utiliza embalagens PET na fabricação de seus produtos.
Assim, sendo um material 100% reciclável e transmitindo a mensagem de sustentabilidade.
Material reciclável para reutilização em diversos fins
Como os frascos da Phisalia são recicláveis, é possível reutilizá-los para muitas finalidades.
Nesse sentido, a empresa tem a ideia de transformar as embalagens dos sabonetes líquidos, shampoo e condicionador de Physalis em vasos de plantas.
Já que o material utilizado é maleável e pode ser recortado. Dessa forma, a embalagem também pode ser usada para guardar lápis e canetas.
Com isso, a Phisalia reforça suas raízes em práticas de melhor desenvolvimento sustentável.
A empresa caminha adotando as melhores práticas de ESG, para entregar ao consumidor e ao planeta um produto que não ofereça riscos para o futuro.
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Usina de reciclagem do plástico
Pelotas (RS), terá a implementação de uma usina de reciclagem de plástico. O contrato foi oficializado pela prefeita do município, Paula Mascarenhas e concretizado por meio de convênio entre o Sanep e a cooperativa Recyclean.
A princípio, a usina terá potencial para receber até 24 toneladas de resíduos plásticos ao mês para processamento.
A prefeita explica: "Com a usina, teremos uma rede de sustentabilidade que começa pelo descarte correto feito na cadeia seletiva e nos Ecopontos".
Com isso, Mascarenhas acredita gerar um impacto positivo nas áreas ambientais e sociais da cidade.
Além disso, ela também acredita que a usina de reciclagem irá gerar renda e empregos.
Já que, o reaproveitamento dos resíduos plásticos será fruto, inicialmente, do processo do Polietileno Tereftalato, conhecido como PET.
Esse material possibilita uma variedade de reutilização no pós-consumo.
Como destaca Edson Plá Monterosso, coordenador do Departamento de Resíduos Sólidos do Sanep.
Ele pontua: "A fabricação de vassouras por meio da parte desse processamento é uma ação importante. Já que servirá de contrapartida da cooperativa, sendo destinada a unidades de serviços públicos".
Sobretudo, a estrutura que deve entrar em operação no último trimestre do ano, será responsável por adquirir o plástico das cooperativas de reciclagem do Sanep.
Embalagens sustentáveis para lubrificantes
A empresa de lubrificantes e óleos básicos, Moove, apresenta uma nova tecnologia para as embalagens de seus produtos para lubrificação. Estes passarão a ser produzidos com resina pós-consumo.
Com isso, a empresa se uniu à Braskem, que é a maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas.
Primeiramente, o gerente de Marketing da marca MobilT, destacou o significado da resina pós-consumo, as PCRs, para as embalagens da marca.
Ele explica: "A bombonas de 20 litros se produz com 40% de resina PCR. O uso desse plástico resultou na diminuição de 6% no consumo total de plástico virgem da Moove."
A princípio, com a iniciação da utilização de PCR no segundo trimestre de 2022, estima-se atingir, ainda neste ano, aproximadamente 500 toneladas de plástico reciclado.
Assim, o plástico utilizado nessa tecnologia vem diretamente do Instituto Jogue Limpo.
Que é a associação de empresas fabricantes ou importadoras de óleo lubrificante que realiza a logística reversa das embalagens plásticas usadas.
Na Braskem, o projeto também é reconhecido como uma ação de grande importância para a companhia.
Já que assim como a Moove, se dedica, diariamente, na construção de um futuro mais sustentável.
Para Américo Bartilotti, diretor do negócio de embalagens e bens de consumo da Braskem, esse projeto reforça o compromisso da Braskem com o desenvolvimento sustentável.
Além disso, demonstra a qualidade e a diversidade de aplicações do PCR.
Bartilotti finaliza: "Temos orgulho de promover parcerias com empresas de inúmeros segmentos, unindo diversos elos da cadeia produtiva e fechando o ciclo da economia circular".
Plástico capaz de proteger tecnologia espacial
Estudantes da FIU (Universidade Internacional da Flórida) testam o uso de material plástico capaz de proteger a tecnologia espacial da radiação e substituir alguns metais.
A princípio, este material plástico oferece um enorme potencial no espaço, não só pelo seu peso leve, mas que permite substituir os metais.
Kazue Orikasa, líder da equipe da FIU, explicou que os plásticos são desafiados a suportar a radiação extrema presente no espaço.
Sobretudo, com o apoio da NASA, o Orikasa e sua equipe estão a trabalhar para fabricar materiais de plástico com alta performance.
Segundo ele, o objetivo é combinar plásticos com nanomaterias, materiais extremamente pequenos, finos que tem uma fração de um fio de cabelo humano.
O líder do estudo explica: "Um nanomaterial como o grafeno tem uma força teórica muito maior que qualquer outro material na Terra. Muito maior que os diamantes".
Agora, os compostos estão prestes a serem testados numa instalação de testes de radiação da NASA.
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Por Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem na América
O mundo tem evoluído quanto às questões relativas à gestão de resíduos e consumos conscientes.
Sobretudo, no caso dos resíduos plásticos, já que esse material é indispensável à vida moderna e está em diversos setores da economia mundial.
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Por isso, projetos de aprimoramento e desenvolvimento dos processos de reciclagem são fundamentais para um futuro mais sustentável.
Nesse sentido, destaco a reciclagem avançada, que é um processo para transformação de resíduos plásticos em matéria-prima circular destinada à fabricação de novos produtos.
Esse processo é complementar à tradicional reciclagem mecânica, visto que permite reciclar plásticos de difícil separação.
Dessa forma, gerando no final, produtos com as mesmas características dos convencionais, ou seja, com maior diversificação de aplicabilidade.
Embora traga muitos benefícios, a reciclagem avançada ainda está em fase de desenvolvimento e é encontrada apenas em baixa escala.
De acordo com uma consultoria da McKinsey, o fornecimento de plásticos oriundos de seu processo poderia crescer de 4% para 8%.
Isso da demanda total de polímeros até 2030 e exigiria a implantação de mais de U$ 40 bilhões em investimentos na próxima década.
Esse estudo ainda aponta que a reciclagem avançada tem um potencial de crescimento anual da ordem de 20% até 2030.
Ou seja, há um vasto campo de oportunidades nesta frente.
Benefícios deste crescimento
Com esse crescimento, as evoluções são capazes de atender necessidades urgentes de diversos segmentos da sociedade.
Por exemplo, a demanda por polímeros reciclados para embalagens da indústria de bens de consumo.
Assim como, a urgência de ampliar a capacidade de reciclagem em escala global, evitando que resíduos plásticos sejam descartados incorretamente.
Conforme McKinsey, mais de 80 empresas globais de bens de consumo, embalagens e varejo assumiram compromissos públicos para incluir conteúdo reciclado em suas embalagens. Isso é entre 15% e 50% até 2025.
Aqui no Brasil, foi reciclado cerca de 23% das embalagens plásticas em 2020, segundo a ABIPLAST.
É necessário aumentar substancialmente esse volume para se chegar a um futuro mais sustentável.
Para isso, novas parcerias e investimentos já vêm sendo aplicados para que os processos envolvendo a reciclagem avançada sejam reconhecidos.
Braskem e o incentivo à reciclagem avançada
Alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e com foco no incentivo à economia circular, a Braskem vê grande potencial nesse campo.
Atualmente, a companhia trabalha em parceria com empresas altamente qualificadas desenvolvendo iniciativas que contribuem para unir os elos da cadeia produtiva.
Assim, criando soluções para um futuro mais sustentável. Tendo como meta a eliminação, até 2030, de 1,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos com destino inapropriado.
Para o cumprimento desses objetivos, a Braskem anunciou, no primeiro semestre de 2022, investimentos significativos.
Um deles, cerca de R$ 44 milhões para o início da construção da primeira fábrica de reciclagem avançada no Brasil.
Sendo em uma parceria com a Valoren, empresa desenvolvedora de tecnologia e gestora de resíduos para transformação em produtos reciclados.
Para construir um futuro em que mais plásticos sejam reciclados, sabemos que a união de diversos atores da sociedade é fundamental.
Seja no espaço público, em organizações privadas ou mesmo dentro das nossas casas.
Com investimento nessas novas tecnologias, agora temos uma escolha que nos levará a um mundo ainda mais sustentável.
Para isso, basta descartar o plástico de maneira adequada para garantir que a reciclagem seja feita.
Essa é uma responsabilidade compartilhada por todos nós e faz grande diferença.
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Com pontos de coleta distribuídos pelo Brasil, a iniciativa Tampinha Legal da SustenPlást, atingiu o valor de R$ 2 milhões.
Os pontos de coleta estão espalhados pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás, Bahia e no Distrito Federal.
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Sobretudo, o valor é destinado integralmente a 382 entidades assistenciais. O Tampinha Legal é o maior programa socioambiental do Brasil.
Assim, possuindo caráter educativo em economia circular da indústria de transformação do plástico da América Latina.
Tampinha Legal e a Polo Films
A Polo Films, que é pioneira na fabricação de Polipropileno Biorientado, é uma das colaboradoras do projeto.
Primeiramente, contribuição da Polo Films é destinada ao Lar do Menor, localizado em Montenegro (RS), onde é a indústria.
Antonio Jou Inchausti, CEO da Polo Films, comenta que por ser referência na comercialização de produtos de filmes plásticos, buscam objetivos sustentáveis da Circularidade.
O CEO declara: "O Tampinha Legal é o maior programa de mobilização social e educacional que promove a circularidade dos materiais no país".
Descarte correto das tampinhas plásticas
Simara Souza, coordenadora do Instituto SustenPlást, acredita que os números do projeto representam o compromisso da sociedade com o destino correto do material.
Bem como, apresenta a economia circular na prática.
Segundo Simara, vários setores se uniram para colaborar em busca de soluções inovadoras para aumentar a qualidade de vida dos envolvidos.
A coordenadora afirma: "Os plásticos são 100% recicláveis. Esse projeto impede o desperdício de recursos como matéria-prima, água e energia".
Primeiramente, com os recursos obtidos com o programa, as entidades assistenciais podem adquirir medicamentos.
Além de alimentos, equipamentos, ração animal e materiais escolares.
Ainda mais, pode custear tratamentos e exames de saúde humana e animal, melhorias em suas sedes, entre outras ações.
Contudo, o Tampinha Legal atende aos conceitos de ESG, logística reversa e ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
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Um tipo de plástico biodegradável para embalagem que prolongam a vida dos alimentos fora da geladeira foi desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Instrumentação, em SP.
A princípio, o estudo contou com a parceria da (UFSCar) Universidade Federal de São Carlos e com a Universidade de Grenoble, na França. Sendo publicado na revista científica 'International Journal of Biological Macromolecules'.
Nesse sentido, os cientistas esperam estabelecer novas parcerias, com o setor comercial, para a produção em larga escala.
Francys Moreira, professor da UFSCar, explica: "Por serem feitos a partir de resíduos, esses plásticos são competitivos em termos de custo".
Além disso, ele aponta que com essas embalagens os alimentos irão durar mais tempo que nas embalagens convencionais.
Como é feito o plástico biodegradável?
A gelatina é o principal composto para criação do novo plástico, além dela, os cientistas adicionaram um pó feito com nanocristais de celulose.
Isso porque, os resíduos extraídos do eucalipto, são 100 mil vezes mais finos que um fio de cabelo.
Essa mistura se aquece e vira uma pasta. Em seguida, vai para uma estufa, onde ganha o formato de película.
Dessa forma, o novo filme fica pronto em 20 minutos, graças aos raios infravermelhos que aceleram a secagem.
Assim, sendo diferente do processo convencional, que leva até 24 horas porque usa a estufa.
De acordo com Liliane Leite, pesquisadora do estudo, nos testes, os queijos duraram até 30 dias fora da geladeira nas embalagens com o plástico biodegradável.
Principalmente, quando comparado às embalagens com plástico convencional.
A pesquisadora ressalta: "Até mesmo o queijo embalado com aqueles filmes que a gente encontra já no supermercado, esse novo plástico é muito superior. Já que esses filmes convencionais se deterioram em três dias".
Barreira de proteção eficiente
Segundo os pesquisadores, a embalagem com plástico biodegradável cria uma barreira de proteção mais eficaz, impedindo a entrada de água e gases.
Ainda mais, os pesquisadores alegam que o novo plástico dá até para comer. "Os nossos filmes têm propriedades antioxidantes e antimicrobiana, que impedem a reprodução de microrganismos", explica Liliane.
Com isso, bactérias e fungos são impedidos de ter contato com o material embalado, assim, levando a prolongação da vida útil do alimento.
Para o pesquisador da Embrapa, Luiz Henrique Mattoso, a ideia é que se use essa embalagem como primária.
Mattoso detalha: "Aquela que vai diretamente em contato com o alimento para protegê-lo e aumentar o tempo de prateleira".
Dessa forma, ele acredita que o produto terá mais vida útil, além da diminuição do desperdício.
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Sacos de lixo feito com plástico reciclado
A rede de supermercados alemã, ALDI, lançou sacos para lixos feitos com plástico reciclado.
Os novos sacos para lixo ECO da marca FOLIA vão permitir o reaproveitamento de cerca de 170 toneladas de plástico por ano.
A princípio, os sacos produzidos vem por meio de um fornecedor nacional, que resulta de um processo de produção com a reciclagem dos filmes plásticos.
Assim, sendo vendidos em embalagens de 15 unidades, possuem um sistema de fecho otimizado para melhor comodidade na utilização.
Ele Muranryl, diretor da ALDI Portugal, explica: "Para desenvolvermos estes novos sacos ECO, transformamos os filmes de plástico utilizados na mesma logística".
Dessa forma, transformando em um novo produto. "Esta é mais uma boa prática ALDI para promover a economia circular", finaliza.
Peças com reciclado
A marca de mobiliário urbano, Vestre, criou um banco feito de plástico coletado dos oceanos.
Chamado de Coast, é fruto da colaboração com a organização ambiental Ogoori, sendo feito com plástico recolhidos das praias da Noruega.
Já a Humanscale, que é uma marca de móveis de escritório, lançou uma cadeira chamada Path. Nela, contém 10kg de plástico reciclado.
Sobretudo, a cadeira é vendida por US$ 1.200, tendo objetivo de mostrar um design ecológico.
Desses plásticos reciclados do mar, 5 kg são de redes de pesca.
Além disso, a Recamier Obvious, coleção de móveis feitos de rede de pesca reciclada, é da Wehlers.
A princípio, a coleção se desenvolveu em apenas nove meses, as redes de pescas vieram da costa oeste da Dinamarca.
Já o banco Ocean Terazzo é da designer Brodie Neill. Ela desenvolveu essas peças com pequenos fragmentos de plástico.
De início, o material substitui as superfícies nobres de mármore, madeira e marfim.
Assim, redefinindo o que é considerado valioso.
Tem também a mesa topográfica de Charles Birshaw, que é conhecido por transformar lixo em peças de design.
Essa peça em especial, foi feita de plástico oceânico.
Plástico PET vira sensores óticos
Sensores óticos feitos de plástico PET foram desenvolvidos por uma equipe na FCUP (Faculdade de Ciências da Universidade do Porto).
A princípio, esses plásticos vieram das zonas costeiras e transformados em materiais para aplicação nos sensores óticos.
Conforme, o objetivo é detectar contaminantes e poluentes ambientais na água
Ana Margarida Silva, investigadora da FCUP, diz que o projeto centra-se no aproveitamento de garrafas PETs recolhidas das zonas costeiras.
Ela explica: "Por estarem mais degradadas, por norma vão para os aterros e não são recicláveis".
Nesse sentido, os investigadores trabalham no desenvolvimento de um processo inovador de transformação do plástico a partir de hidrólise.
No processo, se usa água com solvente, que se associam ao aquecimento ôhmico, uma tecnologia para o processamento de alimentos.
A investigadora destaca: "Queremos sempre usar métodos amigos do ambiente para a transformação do plástico, selecionando matérias primas de fontes renováveis".
Dessa forma, a equipe pretende aproveitar o sal presente nesses resíduos para funcionar como catalisador natural e potencializar a síntese, se tornando mais eficiente.
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A iWrc, é especialista em soluções sustentáveis, tem avançado no mercado brasileiro com iniciativas que promovem a economia circular.
A princípio, a estratégia da empresa é reunir serviços, tecnologia e a universidade iWrc, que foi criada para desenvolver e capacitar cooperativas de catadores.
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Atualmente, a iWrc conta com 12 marcas parceiras e cinco ONGs, com presença em cinco países.
A expectativa da empresa aumenta ao imenso potencial de crescimento do setor. De acordo com estudos do PICPlast (Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico), 23,1% dos resíduos plásticos pós-consumo foram reciclados em 2023 no Brasil.
Esse levantamento ainda indicou que 1,4 milhão de toneladas de resíduos plásticos foram consumidos na reciclagem, em 2020.
Assim, representando um crescimento de 5,8% em relação ao ano anterior. Desses, um milhão de toneladas são de plástico pós-consumo e 368 mil são de plástico pós-industrial.
Transparência e rastreabilidade na cadeia de suprimentos
Com isso, a iWrc tem investido em iniciativas que proporcionam transparência e rastreabilidade de ponta a ponta na cadeia de suprimentos.
Dessa forma, criando um ecossistema socialmente certificado, capaz de capacitar o setor.
Governança e Políticas que envolvem Transações de Recicláveis, Contratos de Material Socialmente Assegurado (Sama, BI, entre outras ferramentas estão em suas estratégias.
Nesse sentido, Michael Maggio da iWrc, destaca: "Tudo isso facilita a transação de recicláveis, estimulando o mercado".
A empresa também promove uma cadeia de suprimentos sustentáveis para materiais reciclados.
Para auxiliar parceiros de negócios em seus estabelecimentos e aprimorar o conhecimento de seu papel na economia circular e logística reversa.
Plataforma para conectar o ecossistema
A empresa lançou a plataforma iWrc, a fim de conectar o ecossistema da cadeia de suprimentos e promover inovação com assertividade.
Maggio explica: "Esse sistema envolve tanto o setor público quanto o setor provado".
Além disso, a universidade iWrc serve como lugar de desenvolvimento e capacitação de cooperativas de catadores.
Assim, possibilitando a inclusão social e financeira dos catadores, promovendo mudanças sistêmicas e de trabalho decente.
Com isso, cerca de 2 mil trabalhadores já passaram pela universidade.
Por fim, a expectativa do executivo é crescer no Brasil e atingir 150 mil toneladas de recicláveis pós-consumo.
Maggio conclui: "O país tem esse potencial e sabemos explorá-lo. Temos todas as ferramentas para isso".
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A Braskem e a Nexus Circular assinaram um memorando para produção de uma nova instalação de reciclagem em Chicago.
A princípio, a unidade terá capacidade para converter mais de 30 mil toneladas anuais de plástico e potencial para expandir a capacidade de processamento.
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Assim, podendo atingir até 120 mil toneladas de materiais plásticos anualmente.
A Braskem ganha direitos exclusivos sobre a produção dessa nova unidade de reciclagem avançada.
Isso porque, a empresa busca atingir o objetivo estratégico de vender 300 mil toneladas de produtos com conteúdo reciclado até 2025. Bem como, 1 milhão de toneladas até 2030.
Em janeiro deste ano, a Braskem comprou participação acionária minoritária na Nexus.
Mark Nikolich, segundo o diretor-presidente da Braskem na Américas, afirma que essa unidade irá possibilitar o alcance desse objetivo.
Nikolich explica: "Com a nova instalação, iremos alavancar a tecnologia de reciclagem comercial da Nexus. Assim, garantindo matéria-prima para a produção de resinas circulares de polipropileno (PP) certificadas pela Braskem".
Além disso, o cofundador e presidente da Nexus Circular, Eric Hartz, disse que a empresa está expandindo rapidamente sua área de produção.
Segundo ele, para atender à demanda desproporcional do mercado por produtos reciclados circulares.
Aquisição minoritária da Nexus Circular
Em fevereiro deste ano, a Braskem anunciou a compra de uma parte da Nexus a fim de intensificar a reciclagem do plástico.
Já que a Nexus converte plásticos destinados a aterros sanitários em matérias-primas circulares, usadas na produção de plásticos virgens sustentáveis.
O diretor-presidente da Braskem afirma que a Nexus compartilha da mesma visão de acelerar a comercialização de reciclagem avançada.
Quanto a isso, Hartz declara: "Estamos muito satisfeitos por a Braskem se juntar aos esforços avançados de reciclagem da Nexus".
Para ele, receber esse apoio, acelera o impacto e crescimento que a empresa promove na reciclagem.
A solução exclusiva da Nexus é adquirir e converter plásticos usados de ponta a ponta em matéria-prima circular equivalente à virgem.
Esse processo de reciclagem da Nexus é energeticamente eficiente, oferece qualidade de produtos e já acumulou mais de 5,5 milhões de libras.
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O agente de desmolde da KPG soluções, reduz a frequência de aplicações e não deixa resíduos nos moldes. Assim, levando economia e qualidade ao rotomoldador.
Segundo Karina Feltes e Paulo Garcia, diretores da empresa, o agente tem a finalidade de facilitar a extração da peça rotomoldada após o processo.
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Dessa forma, o agente de desmolde deve ser aplicado com o molde limpo, sem resíduos de outros tipos de desmoldantes.
Os diretores destacam: "Recomendamos a aplicação com o auxílio de uma pistola de pulverização. Com isso, é possível aplicar uma fina camada do produto, o que já é suficiente para garantir sua eficiência".
Eles acreditam que isso reduz o consumo e gera economia.
O agente de desmolde da KPG é semipermanente, devido ao seu uso contínuo, já que forma uma espécie de película no molde.
Feltes e Garcia explicam: "Isso vai reduzindo a frequência de aplicação com o passar do tempo. Por exemplo, na primeira semana de uso, em um determinado molde a replicação é necessária a cada 4 ciclos. Já na segunda semana sobe para 6 e assim por diante".
Mais eficiência e vantagens para o rotomoldador
Os diretores ainda destacam que além da função desmoldante, o produto por ser 100% matéria ativa (não contém solventes), não causa oxidação no molde.
Isto é, o agente de desmolde não oxida quando fica guardado.
Assim, não é necessária a aplicação de nenhum tipo de óleo para guardar o molde quando ele estiver fora de uso.
Garcia explica se existe eficiência ao aplicar o produto ao rotomoldador.
Ainda pontua: "Sem dúvidas, já que reduz a frequência de aplicações, gerando economia ao rotomoldador".
Além disso, eles explicam que geralmente na aplicação do desmoldante é necessário encharcar o pano usado na aplicação.
Para que ele seja espalhado completamente por todo o molde.
No entanto, no caso do agente de desmolde da KPG isso não é necessário. "No caso do nosso produto, isso não é necessário, nem recomendado", alertam.
Expectativas da KPG para o próximo semestre.
Sobretudo, a empresa é especializada em soluções para o processo de rotomoldagem.
Assim, possuindo grande conhecimento das particularidades do processo.
Além do agente de desmolde, a KPG possui outros produtos que a tornam referência nesse segmento industrial.
Para o segundo semestre deste ano, a empresa está bastante otimista, com expectativa de crescimento e aumento de produtividade.
Felpes destaca: "Nossa expectativa é muito positiva, de crescimento e aumento de nossa participação no mercado".
A empresa vive em constante crescimento e alcance de novos clientes.
Os diretores ainda afirmam: "A medida que mais empresas estão descobrindo que as soluções oferecidas pela KPG, de fato trazem benefícios, crescemos consideravelmente". Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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