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Plástico pelo Mundo: Banco Cetelem, Dow, Herman Miller e muito mais!

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Banco Cetelem começa a mudar produção para cartões sustentáveis

O Banco Cetelem, especialista em soluções de crédito, membro do grupo francês BNP Paribas, inicia neste mês de agosto a migração de sua base de cartões para opções mais sustentáveis. Os cartões, a partir de agora, serão produzidos com PVC reciclado. A mudança prevê a redução de 2,7 toneladas de dióxido de carbono (CO2) nas operações de 2021 e de mais 5 toneladas até o fim de 2022. O lançamento é mais uma iniciativa da empresa dentro do leque de ações voltadas para sustentabilidade.

O novo cartão é produzido a partir de PVC reciclado e possibilita a diminuição de 3,18 gramas de plástico em relação ao modelo tradicional, sem perder em qualidade ou durabilidade. Os cartões Cetelem podem ser adquiridos em mais de 30 parceiros distribuídos em todo o Brasil de diversos segmentos, como supermercados, materiais de construção e eletrônicos

Furgões responsáveis pelo transporte de vacinas contra o novo coronavírus possuem tecnologia que não agride camada de ozônio  

Desde julho de 2019, as carrocerias refrigeradas produzidas pela empresa Furgão Ibiporã, parceira da Dow na área de Poliuretanos, contam com tecnologia que não agride a camada de ozônio. Isso foi possível por meio do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (sigla para hidroclorofluorcarbonos), que é apoiado pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).

Até agosto deste ano, o projeto implementado pelo PNUD para o setor de espumas financiou a adequação de cerca de 360 pequenas e médias empresas, entre elas a Furgão Ibiporã, que adaptou 140 unidades (entregues até agosto/2021) de furgões refrigerados com tecnologia que não agride a camada de ozônio. A expectativa da empresa é de produzir cerca de 40 furgões até o fim do ano. Essas carrocerias são responsáveis pelo transporte das vacinas contra Covid-19 para diversos municípios brasileiros.

Herman Miller Aron torna-se eco friendly com plástico reciclado

A marca que possui a Herman Miller Aeron, a cadeira de trabalho mais icônica do mundo, anuncia o próximo passo da linha: tornar-se sustentável. Segundo a empresa, todo o seu portfólio de cadeiras Aeron conterá plástico marinho, incluindo uma nova cor. Para isso, cada cadeira conterá o equivalente a 114 garrafas plásticas. A ação faz parte da associação da Herman Miller à NextWave Plastics, seu compromisso contínuo com a sustentabilidade e a meta de longo prazo de aumentar o conteúdo reciclado para pelo menos 50%, incluindo o uso de plástico marinho em todos os materiais que a empresa usa até 2030.

No caso da Herman Miller Aeron, a empresa está usando esses plásticos recuperados para construir 100% de dois componentes principais da cadeira: sua estrutura traseira de náilon e suas tampas de inclinação sob o assento. O principal desafio de incorporar plásticos reciclados em qualquer produto que precise ser flexionado é que eles são menos previsíveis do que os plásticos “virgens” produzidos diretamente de óleo refinado. A Herman Miller produz muitos componentes de sua cadeira derretendo plástico virgem e inserindo em moldes de injeção. No caso dos recicláveis, todos os tipos de aditivos residuais estão presentes porque não existe uma única formulação de plástico. E você pode realmente ver (a olho nu) essas diferenças, como cor, formato e textura.

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