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Nova Indústria Brasil: metas de sustentabilidade fiscal do Governo

Apesar das críticas, o novo programa de neoindustrialização lançado pelo Governo contrapõe a sustentabilidade fiscal. O Nova Indústria Brasil possui aspectos que afirma sua importância e legitimidade para o setor

Nova Indústria Brasil: metas de sustentabilidade fiscal do Governo

Em janeiro, o Governo Brasileiro lançou o NIB (Nova Indústria Brasil), um plano focado em fomentar iniciativas e avanços no campo da neoindustrialização no Brasil. Assim,seus aspectos devem ser analisados. 

Na imagem, aparece o presidente Lula, com o vice-presidente do seu lado direto, Geraldo Alckmim. Na reunião que lançou o novo plano indústria brasil

Tendo em vista a crescente onda de críticas ao novo plano, a análise faz-se indispensável. Pois, comprova-se que através das missões estabelecidas e dos aspectos de desenvolvimento do programa, o NIB não contradiz o objetivo do Governo de sustentabilidade fiscal.

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Sendo assim, dentre as avaliações sobre o programa, destaca-se primeiramente a abordagem inovadora da construção do plano. Em seguida as discussões que foram realizadas. E por último o cenário global pós covid, os conflitos emergentes e os efeitos da crise climática. 

O julgamento sobre o plano se sustenta a partir de críticas precoces e em desinformação sobre as ações realizadas pelo Nova Indústria Brasil. Portanto, esmiuçar os objetivos e os meios do programa, refutam a ideia de rotulá-lo como “volta ao passado” de subsídios, e pela busca de “campeões nacionais”.

Os aspectos que envolvem o programa Nova Indústria Brasil 

A princípio, em relação à abordagem inovadora da Nova Indústria Brasil, que teve sua construção baseada em missões. Para essa elaboração, o CNDI (Conselho de Desenvolvimento Industrial), reativado no terceiro mandato de Lula, reuniu por volta de 20 ministérios e diversas entidades representativas da indústria e dos trabalhadores. 

Então, a partir disso, estabeleceram as seis missões que norteiam o plano da Nova Indústria Brasil. Com isso, ocorreu também o alinhamento com o Novo Pac (Programa de Aceleração do Crescimento) e com o PTE (Plano de Transição Energética).

Em segundo lugar, o programa reflete as discussões realizadas, uma vez que foi desenvolvido com a participação de diferentes pessoas e grupos. Logo, todas as visões, análises e objetivos têm participação. 

A legitimidade e o comprometimento desempenham papeis cruciais no sucesso de um programa. Pois confirmam o engajamento quanto aos objetivos, metas e ações necessárias.

Análise do cenário de implementação da nova política

Por último, o cenário global está sob análise, devido a eventos recentes, como o mundo  pós covid-19, a crise climática e as guerras entre a Rússia e a Ucrânia e Israel e Hamas. As empresas buscam fontes de suprimento mais próximas e confiáveis através do nearshoring. 

Bem como as questões geopolíticas, ou friendshoring, que visa reduzir os riscos de interrupções no fornecimento, como a escassez global de chips que ocorreu recentemente.

O objetivo do governo de sustentabilidade fiscal não teve incompatibilidade com o Nova Indústria Brasil. Pois, a Secretaria do Tesouro Nacional não realizará aportes para suprir a estimativa de financiamento dos R$300 bilhões. 

Pois, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e a Finep  (Financiadora de Estudos e Projetos) serão os responsáveis, principalmente, por conduzir esse processo. Isto, é, que engloba o Nova Indústria Brasil.

Em consonância com as melhores práticas internacionais, o Brasil agora possui um plano de indústria. Visando, assim, a retomada do desenvolvimento sustentável, verde, digital e inclusivo.

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