O Fórum Nordeste sobre economia circular tem a data marcada para os dias 22, 24 e 25 de novembro, em Salvador, Bahia. E tem como meta a criação de um futuro pautado na Economia Circular, Criativa e Colaborativa.
Por isso, é importante debater pautas que foquem na economia circular e logística reversa.
Assim, eles desenvolveram o fórum para abordar pautas focadas em inovação, tecnologia, ligadas a temas da atualidade mundial.
De modo que, a proposta do FNEC (Fórum Nordeste de Economia Circular) une profissionais qualificados, com arte, oficinas, gastronomia e agricultura em uma trilha de conhecimentos.
O primeiro encontro entre os interessados na área, é uma iniciativa do movimento Reinventado Futuros, através da SDE (Secretaria de Desenvolvimento Econômico).
Já a realização fica por conta do do Instituto IDI e apresentação do Governo do Estado da Bahia.
O secretário da SDE Bahia, Angelo Almeida, afirma que quando a proposta foi sugerida, todos aderiram rapidamente.
Pois, segundo Almeida essa pauta é importante: “Conseguimos parcerias em tempo recorde e envolvemos o Consórcio Nordeste nesta iniciativa inédita que nos coloca mais uma vez na vanguarda da sustentabilidade, uma vez que a Bahia tem posição de destaque nas energias renováveis, é líder na produção de energia eólica no país e pioneira na aposta do hidrogênio verde”, declara.
Os fundamentos da economia circular como foco
Para que a articulação e execução das ações sejam efetivas, o FNEC pretende voltar sua atenção aos desafios do Nordeste. Além de ceder um espaço para diversidade de participantes, uma vez que mobiliza desde governos e empresas, até a sociedade civil para debates.
Diante disso, nota-se que o fórum tem como finalidade discutir e apresentar os princípios básicos da Economia Circular e Colaborativa.
Do mesmo modo que se enquadra como ponte para conexão de gestores e líderes políticos, com corporativos e comunitários. Logo, estas conexões servirão para fomentar as discussões a respeito da sustentabilidade e da circularidade.
Programação do primeiro encontro anual
Até o momento, as informações a respeito da programação é uma sucessão de três dias com atividades voltadas à conscientização e avanços sobre socioeconomia e cultura em relação à economia circular.
Ainda, foi divulgada a gratuidade do evento e primeira ação.
Bem como um chamamento para mapear as os negócios, empresas e startups interessadas na discussão da economia circular no nordeste.
A ação consiste no cadastro e preenchimento do formulário.
Teve seu início dia 05 de outubro e vai até o dia 27, com divulgação no dia 06 de novembro.
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A Messe Brasil lançou as informações sobre a próxima edição da Interplast, que acontecerá nos dias 13 e 16 de agosto de 2024, em Joinville.
A Interplast, reúne a cadeia da produção de artigos de plástico, conta com os maiores profissionais da área e acontece na 3ª cidade brasileira que mais emprega nesse setor, indireta ou diretamente.
A Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico estará em sua 12ª edição e a expectativa sobre o evento é superar a última edição, de 2022, considerada recorde, por ter tido 100% de ocupação dos pavilhões, e por ter contado com 400 marcas e 30 mil visitantes.
Dentre os outros diferenciais da indústria do plástico catarinense, está, primeiramente, a ampla relevância das empresas nos âmbitos nacionais e internacionais, em diversos setores, que abrange da fabricação de peças técnicas até a produção de produtos descartáveis.
Assim como, destaca-se também a mão de obra qualificada, assim como os investimentos das instituições de ensino públicas e privadas em formação de profissionais.
Patrocinam a produção do evento tanto a APTA, uma líder em distribuição de plástico de engenharia, quanto a ALTAX7, dedicada à comercialização de máquinas e equipamentos para a indústria.
Ambas são importantes segmentos para a indústria e para a Interplast.2.
As pretensões e expectativas da próxima Interplast
O evento, além de promover conexões entre profissionais experientes e clientes, pretende trabalhar conjuntamente em eventos paralelos, que visam promover debates de temas ligados à inovação e tecnologia, a fim de gerar competitividade na indústria, como destaca o diretor da Messe Brasil, Richard Spirandelli.
Segundo Spirandelli, a indústria do plástico veŕa no evento uma oportunidade de desenvolver contatos, haja vista que os fornecedores fazem parte das áreas automotiva, embalagens e construção civil.
De acordo com o diretor, “A indústria do plástico de todo o país encontra nos eventos da Messe Brasil a oportunidade de desenvolver fornecedores com acesso a inovação e tecnologias, e a renovação contínua do banco de contatos, nesses 25 anos de trajetória de relacionamento com o mercado”.
Portanto, para a programação, o Congresso CINTEC Plásticos 2024, abordará temas ligados à inovação e tecnologias para indústria de transformação do plástico, enquanto a Rodada de Negócios será voltada para criação de um laço entre os fornecedores e compradores através de mesas de negociação.
A importância da região para a indústria
Por ser o segundo pólo mais importante na transformação de plástico, a Região Sul é referência também em seus municípios.
Como é o caso de Joinville, que está em segundo lugar como maior núcleo de ferramentas do país.
Assim como é modelo no que se refere a produção de moldes de plástico para injeção e extrusão.
Por isso, o local é estratégico para formação de alianças, conexões e vendas.
São Paulo possui 4.777 empresas e 146.775 empregos;
Rio Grande do Sul tem 1.218 empresas e 28.550 empregos;
Santa Catarina com 1.061 indústrias e 44.067 postos de trabalho;
O mercado do plástico de transformação e reciclagem é o 4º maior empregador da indústria, devido a sua geração de empregos.
Ao todo essa indústria gera 360 mil empregos e acumula 11.339 empresas.
Essa posição e esses números revelam a sua contribuição para o PIB brasileiro.
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Os dados divulgados pelo IBGE no último dia 03, mostram um avanço de 0,5% em relação ao mesmo mês no ano passado, e uma variação de 0,4% quanto ao mês de julho.
No entanto, em agosto de 2022 o Instituto mostrou que a indústria nacional juntava uma taxa negativa de produção, marcada com uma baixa de -0,3%.
Ao longo dos 12 meses a variação negativa se manteve em -0,1%.
Assim, a pesquisa feita pelo IBGE mostra a consulta feita com 4 categorias econômicas e 25 ramos indústrias, dentre eles 3 categorias e 18 setores apontam aumento na produção industrial.
As divisões que se referem a economia, as categorias que estimularam resultados positivos pertencem aos ramos: farmoquímicos e farmacêuticos, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos; e veículos automotores, reboques e carrocerias.
Sendo assim, o percentual de contribuição marcou: 18,6%;16,6% e 5,2%, respectivamente.
De modo que a cooperação positiva total da indústria veio dos setores de:
Móveis: 5,1%;
Máquinas e equipamentos: 4,2%;
Produtos de borracha e material plástico: 2,9%;
Confecção de artigos do vestuário e acessórios: 2,8%;
Produtos químicos: 2,2%;
Produtos de metal: 1,9%;
Produtos alimentícios: 1,0%;
Contudo, as atividades que apresentaram retrocesso, foram os ramos de produtos diversos (-8,0%), de couro, artigos para viagem e calçados (-4,2%), metalurgia (-1,1%) e indústrias extrativas (-2,7%), sendo esta última o destaque para o impacto no mês de agosto deste ano.
No que se refere aos bens duráveis e bens de capital, foram assinaladas taxas positivas mais consideráveis em agosto de 2023, com 8,0% e 4,3%, nesta ordem.
Assim como os bens de consumo semi e não duráveis também mostraram crescimento de 1,0%.
Em contrapartida, uma das grandes categorias econômicas, o segmento de bens intermediários assinalou uma taxa negativa de -0,3%.
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Em 1994, uma jornada que começou nos fundos da casa da família Infanger, ainda é mantida com gestão familiar. A empresa é administrada por avô, pai e neto. Antônio Infanger presidente da Afiação Infanger, Adriano Infanger vice-presidente e Guilherme Infanger CEO da empresa.
Diante disso, empresas de sucesso nascem com o intuito genuíno de traçar uma trajetória influente e sólida no mercado, e do estímulo pessoal de cada fundador e diante dessas perspectivas conversamos com Antônio Infanger, presidente da Afiação Infanger.
A companhia está empenhada em desenvolver-se em tecnologias, ações sustentáveis e têm a necessidade do cliente é um fator importante para eles.
Confira abaixo como se desenrolou a conversa:
Plástico Virtual: Como e quando surgiu a ideia da criação da empresa?
Antônio Infanger: A ideia de criar a nossa empresa surgiu de uma trajetória profissional sólida e de uma necessidade pessoal. Após acumular 28 anos de experiência em uma multinacional renomada na área de afiação, percebi a importância e o potencial desse serviço.
Ao me aposentar, iniciei um empreendimento paralelo, uma marcenaria, onde me deparei com a dificuldade de encontrar serviços de afiação confiáveis.
Foi então que, em 1994, decidi investir em uma máquina especializada para afiar minhas próprias facas de marcenaria. O resultado foi notável - a precisão e qualidade do serviço superaram as expectativas. Clientes da marcenaria, ao testemunhar a diferença, começaram a demonstrar interesse em nossos serviços de afiação.
PV: Quais foram os principais motivos que levaram a família a iniciar esse negócio?
Antônio: A afiação de facas e ferramentas oferece uma economia significativa, permitindo que esses itens tenham um desempenho de até 80% do original, a um custo de apenas cerca de 20% do valor de aquisição.
Essa prática não só reduz custos financeiros, mas também promove a eficiência operacional e a sustentabilidade, tornando-a uma estratégia inteligente para a indústria.
PV: Como a empresa passou por gerações e quais desafios surgiram nessa trajetória?
Antônio: As gerações da empresa contribuem para a melhoria contínua da área de afiação e fabricação da empresa. Hoje na empresa nós temos o papel e borracha junto com o virtual este é nosso maior desafio.
Ao longo da nossa jornada como família empresária, enfrentamos desafios significativos que foram superados graças à nossa união.
O amor tanto pela família quanto pelo negócio foi a força motriz que nos impulsionou a superar obstáculos. Essa ligação especial nos permitiu trabalhar em conjunto de forma harmoniosa, unindo nossas habilidades e experiências para encontrar soluções inovadoras e eficazes.
Um dos principais desafios que superamos ao nos unirmos como família foi encontrar o equilíbrio entre o trabalho e a relação familiar.
Foi fundamental estabelecer limites claros e canais eficazes de comunicação para garantir que as demandas profissionais não prejudicassem nossa conexão como família.
Além da família, nós temos funcionários que são considerados membros de uma grande família.
PV: O que Afiação Infanger enxerga no mercado hoje?
Antônio: Hoje, observamos uma tendência marcante no mercado, onde a conscientização ambiental e a busca por soluções sustentáveis estão em constante ascensão. O plástico e a reciclagem, em particular, têm ganhado uma relevância significativa.
Bem como, com a crescente demanda por produtos e processos mais ecológicos, a indústria está buscando maneiras de maximizar o uso de materiais reciclados e minimizar o impacto ambiental.
Nesse cenário, percebemos uma extrema importância em oferecer um serviço de afiação e fabricação de facas de qualidade.
Essas ferramentas desempenham um papel crucial na eficiência e precisão dos processos de reciclagem. Facas bem-afiadas não apenas otimizam a operação, mas também contribuem para a redução do desperdício e a maximização do aproveitamento dos materiais reciclados.
Além disso, ao fornecer facas de alta qualidade, estamos capacitando as indústrias a alcançar padrões mais elevados de produção, promovendo a sustentabilidade em toda a cadeia. Ao investir em facas duráveis e eficientes, as empresas podem prolongar a vida útil desses instrumentos, reduzindo a necessidade de substituições frequentes e, consequentemente, diminuindo o impacto ambiental associado à produção de novas ferramentas.
PV: Existe alguma novidade recente ou em fase de elaboração?
Antônio: Estamos animados em compartilhar que estamos atualmente trabalhando em um lançamento significativo.
Recentemente, adquirimos máquinas de última geração que nos permitirão aprimorar ainda mais nossos serviços de afiação e fabricação de facas industriais.
Além disso, estamos investindo em cursos e treinamentos internos para aprimorar as habilidades da nossa equipe e garantir que possamos oferecer os mais altos padrões de qualidade aos nossos clientes.
Este lançamento representa um passo importante para fortalecer nossa posição no mercado e proporcionar ainda mais valor aos nossos parceiros de negócio. Estamos ansiosos para compartilhar mais detalhes em breve!
Se você procura por serviços de Afiação de facas e ferramentas, entre em contato com a Afiação Infanger e tenha a melhor qualidade para a sua necessidade.
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Durante o segundo trimestre de 2023, os juros elevados encareceram o crédito causando desmotivação nos investimentos, e assim, derrubaram o desempenho dos setores industriais mais tecnológicos.
Um levantamento chamado Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) foi utilizado para uma coleta de dados sobre a indústria em diferentes setores da economia.
E seu resultado revelou o crescimento dos juros no segundo trimestre de 2023.
O Iedi usou a metodologia da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), para analisar todos os ramos, por isso dividiu em quatro faixas de intensidade tecnológica: alta, média-alta, média-baixa e baixa.
O economista e responsável pelo estudo, Rafael Cagnin, explica que: “O quadro de juros é bastante elevado, os juros básicos, mas também os juros finais. Neste período de relativo endividamento, também as garantias e contrapartidas finais (para concessão de crédito) tendem a ser mais rígidas”.
Os registros de produção da indústria no segundo trimestre
Nesta separação, foi possível notar que a produção da indústria de alta e média alta tecnologia, caíram em 1,7% e 7,6%, respectivamente.
Ao mesmo tempo que a alta indústria registrou um declínio no complexo eletrônico como um todo, tanto na fabricação de rádio e TV, quanto na comunicação. A média-baixa teve impacto mediante os bens de capital mecânicos e elétricos, e produtos químicos.
A produção dos ramos de média intensidade, caiu 1,8%, e não registra crescimento desde 2021, conforme o Iedi.
Desse modo, a única categoria que apresentou aumento foi a média-baixa, que obteve o registro de 1,4%, no setor de produção alimentícia.
A importância dos setores industriais tecnológicos
Por gerarem valor na produção de bens e serviços de alto valor econômico esses segmentos são importante e inovadores para economia.
Bem como replicam os ganhos na economia, ou seja, quando a demanda por produtos desses setores cresce, a demanda por produtos e serviços de outros setores relacionados também aumenta. Isso estimula o crescimento econômico em várias frentes.
A criação de empregos de qualidade também é uma questão significativa, pois os setores industriais tecnológicos oferecem oportunidades de empregos com melhores condições.
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A economia circular é um processo importante de transformação na indústria do plástico. A economia circular é um procedimento que reutiliza e recicla o plástico, para poder usá-lo como matéria-prima para novos produtos.
Nesse sentido, por oferecer um modelo eficiente e inovador para lidar com essas questões, é uma questão em pauta em diversos planos governamentais.
Diante disso, o deputado estadual e também empresário têxtil, Antídio Lunelli, levou à Alesc (Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina), a solicitação de um decreto que regulamenta a economia circular no Estado.
O deputado defende que esse modelo é uma oportunidade de geração de renda, além de preservar o meio ambiente. Haja vista que a economia circular poderia ser um avanço crucial nesses quesitos.
O que prevê a regulamentação da economia circular?
Muitas empresas do ramo já implementaram esta prática, por isso a proposta de Lunelli pretende continuar estimulando outras companhia com as políticas públicas.
Além disso, a economia aconteceria em larga escala, já que Santa Catarina possui uma estrutura de indústria de reciclagem. Pois o processo de descarte em pontos de coleta seletiva quer reaproveitar e recolocar esses materiais no mercado, como um novo produto.
A ação Saco Verde em Jaraguá do Sul, um trabalho que foi idealizado pelo deputado, quando era prefeito do município, para legalizar as cooperativas de recicladores, assim como distribuir sacolas verdes nas residẽncias para armazenamento de produtos recicláveis.
Essa implementação também traria ao setor a geração de empregos e novas oportunidades.
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Embalagens são feitas de resíduos agrícolas
A startup daNatureza tem elaborado um projeto com produtos sustentáveis que pretende cooperar com o ciclo de sustentabilidade, utilizando materiais orgânicos.
A pretensão é reaproveitar os resíduos agrícolas para confeccionar embalagens e utensílios que sejam totalmente biodegradáveis e compostáveis.
Patrícia Ponce é a pesquisadora e criadora da stratup. A ideia surgiu devido ao apoio da jornada Catalisa ICT, uma iniciativa do Sebrae.
Por ser uma ação que junta pesquisadores da academia com o mercado, propõe capacitações em diversas áreas. Como resultado, a especialista em química conseguiu desenvolver o projeto sustentável.
Os produtos desenvolvidos já estão circulando em alguns ramos do mercado, por exemplo em itens como: kit de plantio com vasos biodegradáveis e caixas para cosméticos sólidos.
Segundo Patrícia, para alcançar a formulação ideal, para aplicação de técnicas de processamentos convencionais de materiais, precisou de anos de pesquisa.
Ou seja, para que os produtos sustentáveis fabricados apresentassem características mecânicas semelhantes àquelas presentes nos plásticos expandidos, como isopor e embalagens de papel.
A pesquisadora afirma que: “Após o descarte, essas embalagens se degradam em até 90 dias, transformando-se em água, gás carbônico e fertilizante para serem utilizados nas próximas plantações de arroz, café, entre outros, fechando assim um ciclo de sustentabilidade”.
Embalagens comestíveis também são uma alternativa para cooperar com a economia circular
Com o intuito de reaproveitar embalagens como pratinhos, copos e colheres, a OKA BIOEMBALAGENS, é uma empresa brasileira certificada por produzir embalagens comestíveis com ingredientes locais.
O setor de embalagens é uma alternativa que coopera para economia circular, por ser uma ramo que cresce todo anos desde a pandemia.
Sendo assim, as féculas de mandioca são a matéria-prima da fabricação das embalagens sustentáveis comestíveis. Assim, o resultado do processo gera sabores neutros combinados ao doce ou ao salgado.
Além disso, outra alternativa sugerida pela fundadora da OKA BIOEMBALAGENS, Érika Cezarini, é fazer embalagens que alimentem a terra, ou seja, produtos compostáveis.
A ecodesigner, também revela empreendimentos que visam produções sociais em comunidades, e facilitar a produção in loco para fábricas modulares móveis.
Segundo ela: “Acreditamos em um modelo de negócio em rede e descentralizado, fractal. Onde os clientes podem adquirir um licenciamento para a produção das embalagens e assim verticalizar sua própria produção, resolvendo gargalos de custo e logística”.
Invenção transforma embalagens e fraldas em madeira ecológica
Uma rede tem apostado na fabricação de madeira ecológica, feita de plástico reciclável. O investimento nesse tipo de produto tem ganhado espaço nas empresas do ramo de construção.
Como foi o caso do investimento de Cadu Ristum, hoje CEO do negócio. Após notar que as vendas do produto alavancaram, e que esse empreendimento poderia cooperar para a sustentabilidade, viu uma oportunidade de investir na empresa que produzia esse material.
As construções ecológicas estão em alta no Brasil, uma vez que o país ocupa o 5º lugar no ranking mundial de construções sustentáveis.
Felipe Faria, diretor executivo de uma plataforma de sustentabilidade, afirma que essa iniciativa no ramo de construções é positiva para a economia circular, pois segundo ele: “Você está tirando resíduos do meio ambiente e utilizando isso como matéria-prima num novo produto, para ser instalado em uma edificação”.
Assim, desde 2021 o negócio de Cadu, transformou-se em uma franquia que produz madeiras feitas de embalagens de salgadinho, de bolacha e até de fraldas. Portanto, a produção é capaz de transformar 12 toneladas de resíduos em madeiras plásticas.
O tipo ecológico de madeira pode ser usado em construções como píer, decks de piscina, decoração de fachada e até bancos de jardim.
Um dos franqueados da empresa, Rafael Salvatore, revela que o maior interesse dos clientes acontece pela manutenção, pois a madeira comum exige maior investimento financeiro e pouca durabilidade.
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De acordo com uma consulta feita com empresas nos primeiros dias de setembro, a confiança caiu em 21 setores de 29 da indústria, enquanto os outros 8 mostraram alta da confiança. Segundo o Índice de ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial), a pesquisa feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), verificou 1988 empresas.
A pesquisa mostra uma queda acontece nos setores de veículos automotores, serviços especializados para construção, produção de metal, produtos de material plástico e móveis.
Já a confiança aumentou nos setores de Manutenção e reparação, máquinas e materiais elétricos, madeira, impressão e reprodução, máquinas e equipamentos, celulose e papel, couros e artefatos de couro e calçados e suas partes.
A oscilação da confiança ao longo do ano
Analisando a confiança ao longo do ano, houveram oscilações no ICEI, entre crescimento e queda. No mês de setembro, a CNI havia divulgado uma redução de 2,44% pontos.
No entanto,devido à queda de juros a confiança em agosto foi positiva. Mas à medida que os juros aumentaram, a atividade econômica e o crédito sentiram os efeitos negativos.
O economista Marcelo Azevedo afirma que: “A queda da confiança foi disseminada e intensa não só pela piora da percepção em relação ao momento da economia como pela expectativa pelos próximos seis meses”.
Para ele, embora seja um período de piora na avaliação atual dos negócios, as expectativas mantêm-se positivas após a avaliação.
Assim, com os resultados não são imediatos e permanecem acima da linha de 50 pontos, ela deve manter-se constante nos próximos meses.
O recuo do ICEI foi maior nas regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, sobretudo para as empresas de pequeno (778), que registraram uma baixa de 2,3% de pontos, ficando abaixo dos 50 pontos esperados.
Nesse sentido, o índice recuou -1,8 ponto para as médias indústrias (719), e caiu para -1,5 para as grandes empresas (419). Os impactos foram mais moderados na região sul e sudeste.
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A punção e o tampão formam um conjunto, com outras peças, que se encaixam como componentes ou ferramentas específicas utilizadas em um sistema de refrigeração.
Uma vez que a empresa se preocupa com o funcionamento correto do equipamento, para que o cliente possa obter os moldes e a peça de acordo com o modelo desejado, essas funções são cruciais na qualidade entregue pela MC Components.
A punção e o tampão
Nesse contexto, a punção e o tampão é um material de ferramentaria, para obstrução dos furos de ligação da refrigeração.
Ao empregar o sistema de tampão e punção, não é necessário realizar operações de rosqueamento nas cavidades, o que leva a economias significativas em termos de horas de trabalho de usinagem e montagem.
Sabendo disso, A punção é uma ferramenta geralmente feita de metal, que perfura ou faz furos em materiais macios.
A punção cria um furo no lugar onde a ligação da refrigeração precisa bloquear nas máquinas injetoras.
Isto é, durante esse processo, é importante controlar a temperatura da máquina e, em alguns casos, resfriar componentes para evitar o superaquecimento.
Portanto, a punção acontece para identificar o local de bloqueio, ou seja, onde a obstrução da circulação da refrigeração acontece.
Assim, eles escolhem a punção apropriada com base no tamanho e na localização do furo que precisam criar.
Com precisão o ponto exato onde haverá o furo na superfície do componente da máquina ou do molde usando a punção oferecida.
Por fim, a punção perfura o local identificado e cria uma passagem na qual impede a circulação de refrigeração.
Ao realizar esse processo, efetivamente bloqueia-se a refrigeração na área desejada, seja de forma temporária ou permanente, dependendo das necessidades.
Isso permite que a operação da máquina injetora seja segura e eficiente, para que a manutenção e as modificações necessárias tenham o sucesso esperado.
Do que se trata um tampão e quais suas funções?
A MC Components trabalha com máquinas e moldes específicos para cada cliente, por isso, para regular e economizar os insumos, um tampão é necessário para isso.
Dessa forma, a empresa oferece um tampão específico após a perfuração, com o intuito de impedir que a refrigeração flua através dele.
Isso é importante para controlar o fluxo de refrigeração e garantir que ele não atinja áreas onde não é necessário, como durante a manutenção ou quando se deseja redirecionar o fluxo para áreas específicas.
A MC Components fornece tampões de diferentes tamanhos e formatos que se ajustam às várias aplicações, para que o funcionamento seja adequado.
E então, após a inserção do tampão apropriado, ele veda o furo feito pela punção, ao bloquear a refrigeração de forma controlada e direcionada, o tampão ajuda a garantir a segurança e a eficiência da operação da máquina injetora.
Caso a ligação de refrigeração precise ser restaurada, o tampão pode ser removido facilmente, permitindo que o líquido refrigerante flua novamente através do furo.
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Um estudo produzido pela CNI em parceria com a Funcex (Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior), chamado de CAC (Coeficientes de Abertura Comercial), busca avaliar o fluxo de comércio internacional. Isto é, a cada ano determinam a integração da indústria brasileira com o mercado exterior, que passa por alterações nos campos de importação e exportação.
O estudo conta com coeficientes que medem detalhadamente os pontos percentuais em participação, utilização, vendas e receitas.
Assim, o destaque foi para o percentual de exportação, que subiu de 18,6% em 2021 para 20,3% em 2022, mostrando a relevância do mercado externo para a indústria brasileira.
Bem como, sobressaiu o crescimento de importados no mercado brasileiro e o recorde na produção de insumos.
A importância da apuração detalhada
Cada coeficiente é necessário para detalhar e ajudar a compreender a inserção do brasileiro na exportação e na importação.
Sendo os quatro representados por: o coeficiente de penetração de importações, coeficiente de insumos industriais importados, coeficiente de exportação e coeficiente de exportações líquidas.
Os dois primeiros avaliam e analisam, respectivamente, a participação dos produtos importados no consumo do Brasil, e a relação entre a utilização dos insumos importados e dos insumos adquiridos pela indústria.
O coeficiente de exportação mede a participação das vendas externas no valor da produção da indústria de transformação da indústria de transformação.
O último revela a diferença entre as vendas de produtos e as despesas relacionadas a importações industriais. As receitas e despesas medem-se em relação ao valor total da produção de uma determinada indústria ou setor econômico.
As posições dos setores e o destaque entre eles
O crescimento aconteceu, principalmente, na participação das exportações internas, tendo como destaque o setor de celulose e papel.
Embora a maior parte dos setores da indústria tenha aumentado a participação.
Ao todo, foram feitas 23 avaliações em setores diferentes, o de celulose e papel registrou um aumento na produção do mercado externo, de 6,5 p.p, de 37,9% em 2021 para 44,3% em 2022.
Sendo assim, dentre os outros setores com altas estão, o do fumo com 10,2 p.p; madeira sendo 3,2 p.p.; veículos automotores 2,7 p.p. e alimentos em 2,7 p.p.
Isso se deu, porque o crescimento da demanda interna cresceu e o mercado internacional estimulou a produção doméstica.
A consumos e o uso dos dos insumos também sofreram alta
Por outro lado, a participação dos produtos estrangeiros no consumo nacional foi recorde pelo segundo ano passado consecutivo, pois ainda que tenha desacelerado se comparado entre o índice de 2020 e 2021, aumentou em 1,1 p.p em 2022.
Da mesma forma, para o uso de insumos industriais importados pela indústria brasileira, o registro foi de recorde, uma vez que a matéria-prima importada cresceu e o consumo de insumos domésticos reduziu.
A proporção de insumos estrangeiros em relação ao volume total utilizado pela indústria de transformação é quantificada pelo coeficiente de insumos industriais importados.
Esse coeficiente registrou um aumento moderado de 0,6 ponto porcentual, passando de 24,5% em 2021 para 25,1% em 2022, quando se consideram preços constantes.
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