Startup Goiana celebra suas conquistas em inovação
A Startup Goiana, Cogtive, com foco em produção industrial, conquistou, pelo quarto ano consecutivo, uma classificação no ranking da 100 Open Startups, uma lista que classifica empreendimentos inovadores em inovação aberta e compartilhada. A empresa também coopera com produções da indústria do plástico.
Ainda, este ano, a empresa comemora sua subida para o Top 50, o que a deixa na 46ª posição no ranking geral. No entanto, na classificação do segmento que atua, o IndTechs, a startup chegou ao Top 5.
Essas posições vêm de uma evolução constante da empresa, que começou em 2020 e 2021, quando atingiram o Top 10 do IndTechs; em seguida, no ano de 2022 alcançaram o Top 100 e o Top 5 no IndTechs.
Sendo assim, o objetivo da empresa é continuar criando soluções produtivas para as indústrias e então, facilitar o dia a dia dos profissionais que trabalham no chão da fábrica.
Nesse sentido, a empresa tem trabalhado para o desenvolvimento de sua própria inteligência artificial. Esse avanço com IA generativa, visa potencializar o trabalho dos líderes industriais.
O CEO da empresa, Reginaldo Ribeiro, adianta que: “Com comandos simples dados pelos líderes industriais, o TÆLOR será capaz não apenas de trazer informações em tempo real de todos os aspectos do processo produtivo, mas sugerir melhorias, estratégias, planejamentos e ações efetivas para que equipes possam atuar da melhor forma nas linhas produtivas”.
A expansão internacional conta com a inauguração de sede em Chicago, e com a participação de programas de imersão na Europa. Da mesma forma que conquistou clientes nos Emirados Árabes e na América Latina.
Solução em produções plásticas
O Jornal do Comércio promoveu um painel para a discussão de avanços sustentáveis na produção plástica, e a Braskem esteve presente para apontar suas ações frente aos desafios do tema.
O gerente de Relações Institucionais da empresa, Daniel Fleischer, explica a posição da empresa: “É uma responsabilidade que temos na nossa produção, que transforma um derivado de petróleo em polímeros, mas também em toda uma cadeia de quase 2 mil empresas gaúchas, que geram 46 mil empregos com a produção dos mais variados tipos de plástico.”
Sendo assim, uma das soluções sugeridas é a produção do chamado “plástico verde”, uma produção que está há mais de dez anos em Triunfo. Essa fonte é de origem 100% renovável, e é feita a partir da cana de açúcar.
Atualmente, essa produção está em 10% de tudo o que é processado na empresa, uma marca de 260 mil toneladas por ano. A meta, porém, é alcançar 1 milhão de toneladas até 2030, por ano. Para que a meta seja alcançada, a empresa espera o apoio do Estado para a produção da matéria-prima.
Tecnologia fluorescente consegue facilitar reciclagem de plástico
Uma empresa Alemã desenvolveu uma tecnologia inovadora que visa aperfeiçoar a reciclagem de plástico. A inovação advém, primeiramente, da marcação dos tipos de plástico, para então isolá-los e classificá-los.
A ideia surgiu com o intuito de melhorar a reciclagem de materiais e estabelecer a economia circular de forma descomplicada.
O físico, Jochen Moesslein, pontua que a coleta correta é importante para evitar a mistura de plásticos com estruturas diferentes. Dessa maneira, o envio de plásticos para a reciclagem aconteceria conforme sua aplicação idealizada na fabricação.
O processo acontece em passos, antes de tudo, o equipamento marca os tipos de plástico. Em seguida, os isola, isso acontece através de um laser que identifica a marcação e assim separa adequadamente.
Após a inserção da matéria-prima nas bandejas, acontece a análise detalhada. O físico afirma que devido a marcação, o feixe de laser consegue identificar facilmente a estrutura do plástico.
Isso é possível, porque, quando ele é irradiado reflete parte da luz brilhante específica feita durante a marcação. O cientista assegura que o pó colocado na embalagem plástica é seguro para saúde, e também não necessita de grandes volumes para que o reconhecimento aconteça.
No momento, a equipe da empresa está desenvolvendo uma construção de tiragem para embalagens, para que a reciclagem se torne mais eficiente. E para que assim, no futuro, as indústrias consigam inserir essa inovação em suas fábricas.
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A matéria-prima fundamental para a movimentação da economia atual, está presente em diversos setores industriais e em aplicações distintas do plástico. Os polímeros são um tipo de material versátil e indispensável para as fabricações.
Além de seu uso expandido, esse recursos também é responsável pelos avanços tecnológicos no campo tecnológico.
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Graças a sua composição formada de macromoléculas com repetições de unidades estruturais menores, é possível notar as características únicas dos materiais, o que o torna essencial.
Existem alguns tipos mais utilizados na indústria, e por isso, é indispensável reconhecê-los, saber suas classificações e estruturas.
Os tipos de polímeros/plásticos
Os polímeros têm estruturas menores, conhecidas como monômeros. Assim, a união delas consegue formar cadeias longas e encadeadas.
Os principais polímeros são: polímeros sintéticos e polímeros naturais.
A princípio, para entender suas diferenças, é importante saber que os polímeros sintéticos vêm de reações químicas, e os polímeros naturais estão na natureza.
No entanto, independentemente de sua composição, o polímero é um material versátil, por conta de sua capacidade de modificação física e química. Isso faz com que essa matéria-prima esteja presente nos setores de fabricação de embalagens, medicamentos, têxteis e automotivas.
Sendo assim, a definição dos polímeros naturais vêm das macromoléculas presentes em fontes biológicas como proteínas e polissacarídeos. A presença desses recursos está, sobretudo, na queratina, no amido e na celulose. Por conta de sua composição, a maioria é biodegradável.
A reciclagem de polímeros biodegradáveis é um processo similar à reciclagem de polímeros não biodegradáveis. No entanto, é importante ressaltar que os polímeros biodegradáveis são mais suscetíveis à degradação durante o processo de reciclagem.
Enquanto isso, polímeros sintéticos fabricados por reações químicas controladas, que usam monômeros selecionados. As duas principais matérias-primas usadas na rotina, como em em embalagens, materiais de construção, eletrônicos, entre outros, são o polietileno e o polipropileno.
A reciclagem de polímeros é um processo que permite a reutilização de resíduos plásticos. Para isso, os processos passam por três fases. A primeira etapa faz a seleção dos resíduos plásticos e os separado por tipo de polímero.
O segundo processo, faz a lavagem e moagem dos resíduos, para transformá-los em grânulos. E assim, a última etapa faz produção de novos produtos, depois que a matéria-prima é reprocessada.
Já no que se refere aos polímeros biodegradáveis, o processo sustentável de reciclagem acontece, porém, eles também se decompõem naturalmente, por processos biológicos. Por isso, os biodegradáveis ajudam na transição para a economia circular.
As estruturas dos polímeros
Desse modo, as estruturas que compõem os polímeros também mudam. Dessa forma, os polímeros lineares são aqueles de cadeias moleculares simples e contínuas, sem ramificações. Esse tipo de polímero inclui o polietileno e polipropileno, presentes em fibras e embalagens, por exemplo. Considerados fáceis de usar nos processos e na fusão.
Sob outra perspectiva, os polímeros com ramificações são mais flexíveis, têm menos cristalinidade e muita influência sobre as propriedades térmicas dos materiais. Alguns exemplos notáveis, são o polietileno de baixa densidade, chamado de PEBD.
Assim, aqueles que são conhecidos como polímeros tridimensionais exibem completas estruturas espaciais, ou seja, as cadeias moleculares se entrelaçam. As características específicas desse tipo de material tem a ver com sua rigidez e resistência química.
Já os copolímeros, possuem duas ou mais unidades monoméricas distintas, e por isso são versáteis.
Frente a tantas especificidades e características distintas, os pesquisadores continuam desenvolvendo pesquisas e tecnologias que aprofundem o conhecimento a respeito dessa matéria-prima tão utilizada na indústria.
As diversas aplicações dos tipos de polímeros/plástico
As aplicações dos polímeros ocorre conforme suas estruturas, por isso é importante compreender onde eles tão presentes:
Nas embalagens: O material é a matéria-prima para a fabricação de embalagens para alimentos, bebidas, produtos de limpeza e outros itens;
Em materiais de construção: Os polímeros fazem parte da fabricação de materiais de construção, como telhas, tubos e revestimentos;
Nos eletrônicos: Os materiais polímeros compõe produtos como circuitos e telas;
Em transporte: Esse elemento ajuda na fabricação de veículos, peças automotivas e outros componentes de transporte.
Na medicina: Os polímeros compõem a fabricação de dispositivos médicos, como próteses e implantes.
É importante saber que os tipos específicos de polímeros usados em cada setor variam de acordo com as propriedades necessárias para cada aplicação. E para definirmos cada um é preciso apresentar cada um deles.
A princípio, as embalagens demandam materiais com características moldáveis e versáteis, razão pela qual a fabricação delas utiliza amplamente esses materiais para alimentos, bebidas, produtos de limpeza e outros itens.
Alguns dos tipos com classificações únicas do plástico
Sendo assim, para embalagens mais usados são: o PE (Polietileno) é um polímero termoplástico, leve e impermeável. Sua presença está em sacolas, garrafas, filmes e outros tipos de embalagens. Enquanto isso, o PP, conhecido como Polipropileno, é outro polímero termoplástico, resistente e durável. Por isso, aplica-se esse material na fabricação de garrafas, tampas, bandejas e outros tipos de embalagens.
Por outro lado, a inserção do PS (Polietileno) na fabricação de embalagens para alimentos, bebidas, eletrônicos e outros itens, é útil por ser um polímero termoplástico, rígido e transparente.
Já na fabricação de materiais de construção, como telhas, tubos e revestimentos, os tipos de polímeros mais comuns para materiais de construção são:
EPS (Poliestireno expandido): Graças a sua leveza e resistência, compõe de telhas, isolamentos térmicos e outros materiais de construção.
PU (Poliuretano): Por ser um tipo de polímero flexível e resistente, tem aplicação em espumas, revestimentos e outros materiais de construção.
PVC (Polivinilcloreto): A estrutura rígida e durável, faz com que o uso se estenda a fabricação de tubos, revestimentos e outros materiais de construção.
As especificações de modelo de plástico
No campo tecnológico, porém, as matérias-primas usadas estão no desenvolvimento de componentes eletrônicos, como circuitos integrados e telas. Os tipos de polímeros mais comuns para eletrônicos são: Policarbonato, Poliéster e Poliamida.
O primeiro é um plástico transparente e resistente, assim a indústria utiliza-o na fabricação de telas, lentes e outros componentes eletrônicos. Enquanto isso, o segundo é um polímero resistente e durável, portanto aplica-se na fabricação de circuitos integrados, capacitores e outros componentes eletrônicos. O último, possui característica forte e resistente, portanto, é usado na fabricação de componentes eletrônicos, como conectores e eixos.
Na indústria de transporte, os polímeros desempenham um papel crucial na fabricação de veículos e componentes automotivos.
Assim, o PET (polietileno Tereftalato) é resistente e durável, e por isso é utilizado em peças automotivas como tanques de combustível e painéis. Já o segundo modelo, o plástico chamado de PU (Poliuretano), flexível e resistente, é aplicado na fabricação de amortecedores, juntas e outros componentes.
Já na área da medicina, os polímeros são empregados na produção de dispositivos médicos, como próteses e implantes. O PE e PP são biocompatíveis e seguros, e assim são utilizados na fabricação de próteses, implantes e dispositivos médicos diversos. E o PVC, é flexível e resistente, é empregado na fabricação de tubos, cateteres e outros dispositivos médicos.
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Para celebrar o mês da reciclagem, a ABIPLAST lançou o Circularize, projeto que visa estreitar as relações comerciais entre cooperativas e as recicladoras de plástico. A empresa, em conjunto com a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), também está desenvolvendo a plataforma Recircula Brasil.
A primeira iniciativa tem como objetivo garantir a eficiência e a qualidade do processo de entrega da matéria-prima aos centros de reciclagem, padronizando os resíduos plásticos para agregar valor.
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Além disso, a Circularize consegue cooperar para a educação ambiental, do mesmo modo que incluem melhoria na qualidade do material reciclado, aumentar o valor agregado e reduzir a perda para as recicladoras.
Enquanto a Recircula Brasil, tem o objetivo de rastrear os resíduos plásticos, durante todo o processo, até a reintegração como matéria-prima. Essa ferramenta é fundamental para reciclagem e circularidade.
Os dois projetos desejam contribuir para facilitar a comercialização dos materiais, e promover uma melhoria na renda dos catadores.
Os resultados de reciclagem no Brasil
A PICPlast, uma iniciativa da ABIPLAST, juntamente com a Braskem, pela MaxxiQuim, divulga um estudo sobre o Índice de Reciclagem de Plástico Pós-Consumo no Brasil. Na última divulgação, a pesquisa apontou 25,6% de resíduos plásticos reciclados mecanicamente em 2022, enquanto a destinação correta chegou a 31,1%.
Esses resultados são positivos e impactantes para a indústria que busca por sustentabilidade e pela efetivação da economia circular. Uma vez que, a destinação correta, evita a baixa de resíduos reciclados e reduz o desperdício de recursos naturais.
Além desses fatores, outro ponto positivo é a geração de empregos e renda. Tendo em vista que a coleta, a separação e a comercialização demandam profissionais qualificados. Portanto, a reciclagem torna-se também uma ação de inclusão social.
No ano anterior, o número de empregos gerados pela indústria recicladora chegou a 14,7 mil, com mais de 1,3 mil empresas. Conjuntamente, o faturamento dessa indústria foi de mais de R$ 4.700 milhões, segundo a pesquisa.
Diante disso, José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, comenta: “Em suma, a indústria recicladora desempenha uma função crucial no desenvolvimento de um futuro mais sustentável".
O presidente ainda destaca que ao promover a destinação adequada dos resíduos, a extensão do ciclo de vida dos produtos, a redução da extração de recursos naturais e a geração de emprego e renda, ela contribui para a preservação do meio ambiente e para a melhoria da qualidade de vida da sociedade como um todo.
Devido a grande movimentação dos Recicladores da ABIPLAST, em 2018, a primeira iniciativa ligada a Economia Circular do Plástico, foi criada.
Há cinco anos, a Rede pela Circularidade do Plástico, nome dado à iniciativa, reúne empresas e organizações de diferentes setores da economia que trabalham com embalagens plásticas.
O objetivo da iniciativa é promover a circularidade do plástico, ou seja, o uso do plástico de forma sustentável, garantindo que ele seja reciclado e reutilizado ao máximo.
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A Retilox, empresa que lidera Especialidades Químicas para Cura de Artefatos de Borracha e Modificação de Plásticos, ganhou pelo segundo ano consecutivo o prêmio TOPRUBBER, dessa vez na categoria de inovação.
Primeiramente, no ano anterior a empresa ganhou o prêmio na categoria de Tecnologia, sendo a empresa que mais apresentou avanços nesse sentido, em diversas etapas, como em produção e em entrega. Assim, participaram do evento e da entrega do prêmio o diretor Antonio D’Angelo e o gerente comercial Jason Silva, como apresenta a imagem acima.
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No de 2023, a Retilox anunciou em agosto que estava entre os finalistas do 18º prêmio TOPRUBBER, em duas modalidades, a primeira sendo “Inovação e a Produtos”, e em “Tecnologia”.
O evento aconteceu no último dia 23 em São Paulo e deu à empresa o prêmio graças a sua produção de alta qualidade e tecnologia. Diante dos desenvolvimentos alinhados às demandas do mercado e da economia circular, a Retilox se caracteriza com líder e destaque no ramo.
Conheça o prêmio TOPRUBBER
O prêmio consagrado como a principal honraria do mercado da borracha desde 1996, e é uma realização da ASPA. A editora também é responsável também, por produzir conteúdos voltados para novidades científicas, tecnológicas e mercadológicas do setor.
Portanto, as notícias sobre o setor da borracha têm divulgação nas revistas: Borracha Atual, Máquinatual e o Anuário Brasileiro da Borracha.
Como resultado, o prêmio conta, atualmente, com 20 categorias que analisam as principais iniciativas do último ano, sob a perspectiva de excelência e de inovação na indústria da borracha.
Ainda assim, dentre os pontos avaliados são reconhecidos aspectos ligados a produto, matéria-prima, tecnologia, distribuição, logística e serviços.
Desse modo, os votos são abertos ao público, e eles acontecem através do site oficial.
O compromisso da Retilox com o setor
Além disso, a premiação foi um importante reconhecimento para a Retilox, que reafirma seu compromisso com a inovação e a qualidade.
Diante disso, a Retilox continuará investindo em pesquisa e desenvolvimento para oferecer soluções cada vez mais eficientes e sustentáveis para a indústria da borracha.
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No dia oficial do reciclador e da reciclagem, a Termotécnica recebeu em sua fábrica os representantes de 9 cooperativas de recicladores. O intuito do encontro foi reconhecer a importância desses trabalhadores no processo de captação, logística reversa e reciclagem.
Assim, para estreitar laços, a empresa convocou representantes de Curitiba, São José dos Pinhais, Fazendo Rio Grande, do Paraná, Joinville e Itajaí. Além deles, a Termotécnica contou com a presença de integrantes das secretarias de Meio Ambiente de Fazendo do Rio Grande e Joinville.
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Desde 2007 a Termotécnica atua na transformação de materiais rejeitados nas coletas seletivas, transformando-os em produtos com valor agregado. Essa ação tem funcionalidade através do Programa Reciclar EPS, que também contribui para a inclusão sócio-produtiva de famílias que vivem desta produção.
Portanto, as unidades de reciclagem da empresa processa o material pós-consumo, e o transforma em nova matéria-prima. Por fim, ele é reinserido no mercado pela marca REPOR.
Os representantes das Associações
A princípio, as funções são dividias dentro da cooperativa, para estabelecer a cadeia de desenvolvimento da economia circular.
Desse modo, a parceira com a Termotécnica beneficia fortemente 11 associados, como pontua Irineu Guimarães, presidente da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Moranguinho, de São José dos Pinhais, PR.
Diante disso, fica claro que a parceria entre as instituições é indispensável para que a cadeia esteja em constante movimento. Como comenta Maria Josélia de Sá, presidente da Associação de Catadores de Recicláveis Comunidade Unida de Fazenda Rio Grande, PR.
Quanto à participação dos outros associados, a Assecrejo (Associação Ecológica de Recicladores e Catadores de Joinville), foi representada por Severino Tavares Nunes e sua filha Emília, com mais de 17 anos de parceria com a Termotécnica
Dessa forma, pai e filha que estão à frente da administração, afirmam: “No início, não se dava a devida atenção à destinação correta do isopor para reciclagem. Com o trabalho educativo e a dedicação da Termotécnica na valorização destas embalagens pós-consumo, hoje recebemos um volume bem maior do material vindo da coleta seletiva”.
Enquanto isso, Dulce Campagnaro Vicentainer, presidente da Associação de Recicladores do Cubatão analisou a parceria de 10: “A cada ano aumenta a quantidade de isopor para triagem vindo da coleta seletiva de Joinville. Além de ser uma renda importante para as 15 famílias associadas, também é muito importante para o meio ambiente".
Como aponta Marli Martins, que desenvolve desde 2008 um trabalho na Reciclavale (Cooperativa de Trabalho de Reciclagem do Vale do Itajaí); a parceria faz com que, hoje, 16 famílias vivam do beneficiamento e da comercialização desse material.
Para cooperação mútua do processo de economia circular, a Reciclavale tem um caminhão que coleta EPS nas cidades do Alto Vale do Itajaí e no litoral norte catarinense.
Essa atuação impacta positivamente as famílias, posto que promove envolvimento educacional, ambiental e social. Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, afirma: “Sendo a única fonte de renda de recicladores autônomos e cooperativas, com esse trabalho aumentamos a demanda, valorizamos e ampliamos os ganhos destas famílias”.
Os resultados do Programa da Termotécnica
Atualmente, o Programa Reciclar EPS movimenta cerca de 100 empregos diretos. Além disso, possui mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e com 300 cooperativas de recicladores parceiras em todo o Brasil. De modo a impactar diretamente mais de 5 mil famílias.
Na última década, o projeto aumentou a pressão para que empresas em toda a cadeia de produção e consumo adotem a logística reversa e reciclagem pós-consumo. Por isso, no que tange a influência do projeto, nota-se a importância de impulsionara economia circular.
Antecipando-se à PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos - desde 2007, a Termotécnica tem sido reconhecida no Brasil e no mundo por sua contribuição. Dentre as cooperações estão a revitalização das embalagens pós-consumo de EPS, conhecido popularmente como isopor.
Ao longo desse período, a empresa processou cerca de 48 milhões de quilos de EPS de embalagens pós-consumo, o equivalente a uma área superior a 10 estádios do Maracanã. Albano Schmidt destaca a responsabilidade individual de descartar corretamente materiais, produtos ou embalagens após o uso.
No entanto, ele ressalta a importância de os agentes públicos e privados oferecerem condições para a destinação adequada desses materiais. Pois aconteceria o alinhamento do sistema de gestão de resíduos, coleta e reciclagem conforme preconizado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Assim, para aumentar a quantidade de material reciclado, a Termotécnica está empenhada em expandir a abrangência do Programa Reciclar EPS pelo país. Para isso, a empresa conta com uma rede de parceiros, como cooperativas, associações de recicladores, gerenciadores de resíduos e prefeituras.
Essa parceria visa reforçar a conscientização sobre a destinação apropriada, reciclagem e reintrodução do EPS pós-consumo e pós-industrial na cadeia produtiva.
Em Joinville, cidade-sede da Termotécnica, diversas ações são realizadas para fomentar a reciclagem das embalagens de isopor. Para descartar corretamente as embalagens de EPS, os moradores devem utilizar a lixeira vermelha, destinando os resíduos juntamente com os plásticos.
Mais projetos da Termotécnica
Além desse Programa, a empresa conta com a ação Reciclando na Prisão, que contribui com a reciclagem de marmitas descartáveis utilizadas nas refeições dos detentos. Essa iniciativa é feita em parceria com o Sistema Prisional do Estado de Sergipe.
Embora a Termotécnica não fabrique esse tipo de material, com sua dominação do processo de reciclagem do EPS, o administra da forma ideal.
Uma vez que a empresa tem parcerias em todo o país, consegue contribuir com a circularidade desse tipo de material.
A princípio, esse projeto teve início com o Copemcan, como um projeto-piloto do Programa "Reciclando na Prisão" da Secretaria de Estado da Justiça e de Direito do Consumidor de Sergipe, iniciado no Copemcan, expandiu-se para outros três presídios, a saber, Presab, Prefem e Cadeião de Socorro.
Então, diante do crescimento, o coordenador do programa, o policial Daniel Rodrigues, estabeleceu contato com a Termotécnica. Isso acontece pela pesquisa de empresas que realizam a reciclagem desse material.
Neste momento, 95% das embalagens nessas quatro unidades estão sendo direcionadas para o processo de reciclagem. Nessa parceria, a Termotécnica já coletou e reciclou aproximadamente 10 toneladas desse material pós-consumo.
Dessa forma, no que se refere a possibilitar a destinação adequada para a reciclagem, as bandejas das marmitas não devem conter resíduos de gordura e alimentos. Para que os próprios detentos realizem o processo de limpeza.
Quando atinge um determinado volume, a Termotécnica coleta os fardos contendo as marmitas nos presídios e os encaminha para sua unidade de reciclagem em Joinville.
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O Movimento Plástico Transforma teve sua 1ª edição em Salvador na última sexta-feira (24), o evento aconteceu na orla da Barra. A ação é um projeto realizado pelo PICPlast (Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico), que contou com o apoio da SOLOS e da Prefeitura de Salvador, através SECIS (Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-estar e Proteção Animal).
A iniciativa tem como objetivo realizar a limpeza da orla e promover ações educativas, sobre a destinação e o descarte correto de resíduos. Assim, a ação contou com 90 voluntários que também participaram do ciclo de atividades educacionais.
Desse modo, os exercícios foram dirigidos pela SOLOS, uma startup baiana empenhada em criar soluções para gerir resíduos e reduzir o desperdício. Por isso, o workshop teve o tema “O meu resíduo vai para onde eu levar”.
As atividades feitas durante a ação
No que se refere a agenda do mutirão, a divisão foi feita para que todos pudessem participar do workshop e contribuir na coleta de itens.
Em seguida, os voluntários foram direcionados à praia, para reconhecer os materiais na areia, que depois foram encaminhados à cooperativa parceira de reciclagem.
Além da atividade educacional, o projeto visa conscientizar o máximo de pessoas sobre a importância da educação ambiental. Isso acontece, porque além dos voluntários, o projeto Movimento Plástico Transforma quer atingir as crianças e os jovens.
Por isso, a integrante do grupo técnico do movimento, Mariana Cardoso, ressalta: “A realização de mutirões de limpeza como esses não apenas transforma o ambiente físico, mas também educa e sensibiliza a população sobre a importância da preservação ambiental".
Cardoso ainda destaca que "Ao participar ativamente na limpeza de espaços públicos, as pessoas se tornam agentes de mudança, compreendendo que o cuidado com o meio ambiente é responsabilidade coletiva.”
Portanto, a proposta também visa envolver as escolas municipais em criações ações de cidadania, através das crianças e adolescentes, que serão agentes em sua comunidade e em suas casas.
Mais ações sustentáveis do Movimento Plástico Transforma
Apesar de ser o primeiro encontro na Bahia, o projeto Movimento Plástico Transforma já realizou ações em Porto Alegre e no Rio de Janeiro. A primeira, com a contribuição de 60 voluntários, eles alcançaram mais de 46 quilos de resíduos recolhidos no Lago Guaíba.
Enquanto no Rio de Janeiro, os 90 voluntários conseguiram juntar 68 quilos de resíduos na Praia de Copacabana, e os 60 voluntários que atuaram na Praia do Leme arrecadaram 80 quilos.
Além das edições do mutirão, o projeto também recolheu e reciclou os copos plásticos descartados pelos corredores da Corrida Internacional de São Silvestre. Essa ação resultou em criações de móveis e objetos doados a escolas públicas.
Da mesma forma, há um ano, o movimento inaugurou o Espaço Economia Circular do Plástico, no Museu Catavento, com o objetivo de incentivar uma experiência interativa com o plástico, a reciclagem e a economia circular.
Todas as edições do projeto, tem como meta cooperar para a economia circular, transformando o plástico e o reinserindo no mercado.
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Pesquisadores do LOA (Laboratório de Óleos da Amazônia) da Universidade Federal do Pará, no Parque de Ciência e Tecnologia, no bairro do Guamá, produziram um tipo de plástico derivado dos resíduos do babaçu, um tipo de palmeira, e de rejeito de mineiros. Os cientistas deram a criação o nome de biomembrana.
Por ser um tipo de matéria-prima em vasta quantidade e muito frutífera, os pesquisadores encontraram nela uma forma de valorizar a Amazônia. A descoberta, coopera com a economia circular e sustentável, como pontua o coordenador do LOA e líder da pesquisa no laboratório, Emmerson Costa.
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Por enquanto, a patente desenvolvida pelos pesquisadores está em processo de registro. Assim como uma produção de um artigo científico que visa melhorar as propriedades do material. Além disso, eles estão estudando a plasticidade para a criação de outros usos.
Dessa maneira, para que a pesquisa seja positiva, gere mais tecnologias e produtos, os pesquisadores contam com o apoio e com o investimento financeiro da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e da UFPA.
A produção do plástico biodegradável
Para fabricação do plástico, os pesquisadores extraem um polímero natural proveniente de resíduos de casca de amêndoa do fruto. Em seguida misturam com os rejeitos de argilominerais, a fim de trazer resistência ao material.
O coordenador do LOA, explica: “Você pega um resíduo de um fruto, transforma em outro material biodegradável e tem ali uma economia circular e sustentável”.
Ainda dentre os destaque da criação da biomembrana, está o uso amplo do material, que é aplicável na fabricação de sacos plásticos, encapsulamento de medicamentos e óleos, assim como na produção de recipientes plásticos.
O material conta com uma decomposição facilitada, outro tipo de destinação além de reciclagem ou transformação dele em novos produtos.
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A produção industrial de setembro para outubro foi registrada com alta no Brasil, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pela CNI. O indicador define que os registros abaixo dos 50 pontos representam queda, enquanto acima de 50 marca aumento. Em outubro, a média é 51,6 pontos.
O indicador registrou que a indústria ficou em 50,9 pontos, a alta é da produção das pequenas empresas. Enquanto isso, as grandes empresas estão com 49,1 pontos, ou seja, o indicador define o registro de queda. E próximo da linha divisória, estão as médias empresas, com 49,8 pontos.
Apesar dos indicadores, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, esclarece que os níveis de estoque estão dentro do planejamento das empresas em outubro. Isso indica que as empresas estão com a quantidade de produtos necessária em estoque, para atender a demanda.
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Essa situação é positiva para a economia, pois favorece o aumento da produção na eventualidade de uma futura alta da demanda. Isso ocorre porque as empresas não precisarão aumentar seus estoques para atender a essa demanda, o que pode liberar recursos para outros investimentos, como a expansão da produção.
Além disso, a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) aumentou um ponto percentual na passagem de setembro para outubro de 2023, para 71%. Isso significa que as empresas estão usando mais seus equipamentos e maquinário para produzir.
Essa situação também é positiva para a economia, pois indica que a demanda está crescendo e que as empresas estão investindo para atender a essa demanda.
O investimento e a expectativa industrial
Para medir as intenções das empresas em investir nos próximos seis meses, é utilizado o índice de intenção. O indicador varia entre 0 e 100, porém, do mesmo modo, a linha divisória está nos 50 pontos.
Sendo assim, na passagem do mês, este índice subiu 1,1 ponto, e agora encontra-se em 55,6 pontos. Esse alcance revela uma marca histórica, pois está acima do normal. Isso tudo sugere, que as empresas estão confiantes em relação ao futuro e planejam investimentos significativos nos próximos meses.
Frente aos aumentos, os índices de expectativa de demanda e de compras de matérias-primas ficaram em 51,0 pontos. No entanto, esses índices estão registrando valores inferiores às suas médias históricas para o mês.
Os índices de expectativa para a quantidade exportada e o número de empregados situam-se abaixo do limiar de 50 pontos, marcando 49,8 pontos.
Essa tendência sugere a expectativa de manutenção dos níveis atuais ao longo dos próximos seis meses. Embora indique estabilidade, é relevante observar que o indicador de contratação de mão-de-obra encontra-se acima da média histórica para este período.
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Designer cria marca de acessórios sustentáveis
O designer carioca, Leonardo Jarlicht, resolveu criar uma destinação inovadora para as embalagens de plástico que acumulou em sua casa durante a pandemia. Assim, frente a possibilidade de inovação, o jovem desenvolveu o “Vai que”, uma abreviação para “vai querer sacola?”.
Dessa forma, o projeto acontece em um laboratório de soluções sustentáveis, que se transforma na marca de acessórios.
A princípio, o processo começou na própria casa de Leonardo, com sacos de supermercado e ferro de passar roupa. Atualmente ele dá nova destinação a duas toneladas de plástico por mês.
O jovem vê o plástico como uma matéria-prima relevante, por isso, passou a desenvolver objetos e resoluções para o uso do material. E pontua que apesar de ter usado outros materiais para a fabricação de couro, esse é o momento de usar o polietileno.
A fábrica instalada na Lapa, produz para outras empresas, e recentemente lançou uma linha de acessórios própria. Nas produções estão: shoulder bags, mochilas e carteiras; todas produzidas com polietileno e aparência de couro.
Projeto incentiva reciclagem e solidariedade
O Projeto APPINHA, dos Portos do Paraná, celebrou dois anos de reciclagem e solidariedade, com colaboradores da empresa e da comunidade portuária arrecadando cerca de meia tonelada de tampinhas plásticas.
Todas as doações são destinadas ao Lar de Idosos Perseverança, onde são transformadas em fraldas. A iniciativa pretende manter a mobilização para beneficiar os 68 residentes da instituição.
Diante disso, Miguel Nasser Bisneto, Coordenador de Assistência Médica e Social, destacou a adesão positiva ao projeto e expressou o desejo de expandir as parcerias de arrecadação.
A comunicação do Lar Perseverança ressaltou a importância das doações para uma entidade filantrópica sem fins lucrativos.
Tampões de plástico podem ser doados nos Portos do Paraná, em pontos de coleta ou na Coordenadoria de Assistência Médica e Social.
Além disso, a comunidade pode contribuir pegando cartinhas na árvore de Natal do Lar para presentear os idosos, proporcionando momentos especiais durante o período festivo.
Uso de plástico 100% reciclado nas embalagens Hellmann’s
Com o objetivo de utilizar plásticos 100% recicláveis, reutilizáveis ou compostáveis até 2025, a marca Hellmann’s anuncia que fará uso de material totalmente reciclado em seus frascos, incluindo todos os produtos.
A medida implementada visa diluir as proporções entre 20% e 100% entre os recipientes de maioneses, mostarda e molhos. O exemplo dado pela empresa, é da embalagem da maionese tradicional e saborizada, que terá compostos de 40% PCR (resina pós consumo).
Assim, para essa inovação, a Hellmann's insere o plástico em uma processo de higienização, reciclagem e produção que o transforma em uma resina chamada de PET PCR.
A diretora de marketing da marca destaca: "O uso de plástico 100% reciclado nas embalagens de Hellmann’s representa um grande passo em direção a um futuro mais sustentável. Estamos orgulhosos do que já conquistamos até agora e animados para expandir ainda mais o uso de uma matéria-prima que seria descartada, mas, que agora, volta para a cadeia de produção e ganha uma nova chance".
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Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, revelou que o índice de inadimplência das micro e pequenas industrias caiu de 35% para 29%, representando assim o menor marcador de 2023.
O SIMPI (Sindicato da Micro e Pequena Indústria), encomendou a 9ª Pesquisa Nacional para examinar o cenário atual da economia. Assim como, ajuda a definir quais são as mudanças e as tendências que envolvem a micro e a pequena indústria.
Enquanto as micro indústrias registraram uma queda 33% para 25%, as pequenas indústrias sofrem com um aumento de 1%, e atingem, assim, 50%.
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No entanto, a análise mostra que os investimentos diminuíram. Anteriormente marcavam 17% e agora atingem o índice de 13%, que o configura como o menor da série. A conclusão desses números se dá, por conta das compras de máquinas e equipamentos, com redução de 11% para 7%.
As expectativas sobre a inflação e contratação
Paralelamente, a pesquisa apontou que o cenário sobre a inflação está desfavorável, pois o pessimismos subiu de 34% para 44%.
Do mesmo modo, a micro indústria está passando de 35% para 44%, e a pequena indústria teve o aumento de pessimismo de 27% para 43%.
Entretanto, mesmo frente às preocupações dos grupos, a Indíce de Contratação e Demissão do MPI 's, está estável, na linha de 100 pontos, ou seja, os empregos atuais estão fixos.
Isso revela, também, a dificuldade das empresas para contratação. Na pesquisa, 21% das empresas afirmaram que o principal obstáculo para a contratação de novos funcionários é a qualificação de mão de obra disponível.
O presidente do SIMPI, Joseph Couri, destaca que: "Essa queda na inadimplência é um sinal positivo para nossa categoria, refletindo a resiliência das micro e pequenas indústrias, apesar dos grandes desafios”.
Quanto aos investimentos, Couri também afirma a importância das micro e pequenas empresas focarem-se em eficiência, qualidade, inovação e competitividade. O presidente da SIMPI, continua dizendo que: “É crucial que as micro e pequenas empresas invistam com sabedoria neste período.”
Dessa maneira, a pesquisa ajudará os líderes das micro e pequenas indústrias a definirem um grau de planejamento, já que no momento, 45% delas adotam estratégias de curto prazo, 34% têm médio prazo e 17% optam por longo prazo.
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