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Abiplast analisa impacto das chuvas no RS no setor de plásticos

Uma estimativa feita pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) aponta que as chuvas no Rio Grande do Sul somam um impacto de R$ 22,6 milhões por dia no setor de plásticos. 

Enchentes no RS afetam empresas do setor de plásticos

Assim, diante da suspensão de atividade no segmento, até o fim deste mês as perdas chegarão a R$ 680 milhões. Sem incluir os custos com reformas e recuperação dos ativos nas áreas degradadas. 

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Além disso, de acordo com estimativa da Abiplast, o impacto também alcança a produção, atingindo 134 mil toneladas de resinas. Com isso, representa cerca de 3% da capacidade de produção brasileira de polietileno e polipropileno.

Ainda segundo a Associação, o estado se configura como o segundo do país em concentração de empresas do setor de plástico. Ao todo, somam 1.428 entre empresas de transformação e recicladoras, que juntas têm sob responsabilidade mais de 33,1 mil empregos diretos e faturam R$8,9 bilhões por ano. 

Entretanto, com as enchentes as atividades da maioria delas foi paralisada, incluindo locais como o Polo Petroquímico de Triunfo, local em estão grandes fabricantes de resinas. 

Preocupações e ajuda às empresas de plástico e segmentos gaúchas

Assim, a projeção feita pela entidade indica que a redução da produção no país chegará a 2% de poliestireno, resina usada na construção civil, embalagens, eletrodomésticos e capacetes de segurança.

Enquanto isso, as empresas que não tiveram seus polos atingidos pelas águas diretamente, têm boa parte dos trabalhadores afetados. Dessa forma, a futura retomada das atividades torna-se mais dificultosa. 

Dessa forma, os segmentos fortemente afetados, como o de embalagens, higiene pessoal, limpeza, etc, também mostram-se preocupados. Afinal, o Rio Grande do Sul centraliza 40% da fabricação de polietileno e de polipropileno, insumos essenciais. 

Sendo assim, a paralisação já preocupa a indústria como um todo. Pois além dos danos de produção, aparecem também os efeitos emocionais e psicológicos do desastre. 

Perante isso, José Ricardo Roriz, presidente do conselho da Abiplast, explica: “Mesmo as empresas que não foram diretamente afetadas pelas enchentes enfrentam obstáculos logísticos para continuar operando, devido à paralisação do Polo Petroquímico de Triunfo e às dificuldades de acesso ao Porto de Rio Grande.”

Roriz comenta o desafio que se apresenta diante dos danos reais. Mas também ressalta que é necessário aguardar a redução dos níveis da água e a estabilização da situação para que se entenda a extensão dos prejuízos e buscar formas de ajudar as empresas gaúchas

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Braskem convida Plástico Virtual para evento sobre reciclagem

No dia 17 de maio, Dia Mundial da Reciclagem, a Braskem, empresa focada em economia circular e neutralidade de carbono, convidou o Portal Plástico Virtual para acompanhar o webinar que discutiu o “Desmistificando matérias-primas alternativas e a reciclagem Química”. 

lopo da Braskem

Assim, para compor a mesa, participaram o do webinar, como palestrantes de destaque, o professor e doutor do Programa de Engenharia Química da COPPE, José Carlos Pinto, e o diretor executivo de Economia Circular na MaxiQuim, Maurício Jaroski. 

O responsável por apresentar o evento e complementar a discussão, foi o gerente de desenvolvimento de negócios da economia circular da Braskem na América do Sul, Pier Pesce. 

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Além do tema principal, o evento contou com a palestra aprofundada do professor José Carlos que trouxe esclarecimentos sobre a circularidade, tendo como o título “Circularidade na Indústria de Polímeros”. 

Enquanto isso, o diretor executivo da MaxiQuim, Maurício Jaroski, trouxe o tema “Inovações do amanhã: Tendências, tecnologias e desafios no mercado de matérias-primas alternativas no âmbito da reciclagem”. 

Com uma empresa que se dedica a discutir, divulgar e informar sobre a indústria do plástico, vimos nesse evento uma oportunidade valiosa. Isso porque o evento foi enriquecedor, trazendo discussões sobre inovações, perspectivas mundiais sobre reciclagem e explicações aprofundadas sobre temas relevantes à indústria. 

Dessa forma, o convite da Braskem ao Portal demonstra como a indústria tem buscado fortalecer a rede de conhecimento sobre reciclagem e circularidade de materiais. Assim como, empenha-se em demonstrar o compromisso com a sociedade e com a disseminação de informações relevantes e atuais. 

Entendendo a lógica circular

A princípio, o professor Jośe Carlos explica sobre a necessidade de mitigar problemas relacionados ao descarte incorreto de materiais plásticos. Nesse sentido, ele ressalta que entender a lógica circular torna-se indispensável, levando em consideração que alguns locais tratam o tema de forma superficial. 

Nesse sentido, entre os temas que precisam de discussões aprofundadas, Carlos comenta sobre a degradabilidade de materiais para impedir que eles cheguem a locais inadequados. Em relação a isso, ele explica que promover a degradabilidade dos materiais não se mostra producente.

Isso porque o plástico é muito benéfico à sociedade e ao meio ambiente. Ele cita o exemplo da redução da gasolina e dos combustíveis fósseis, graças ao uso ampliado de plástico na fabricação de automóveis. 

Assim, entende-se que banir o uso do plástico impede várias aplicações inovadoras e substitui o material plástico por outros materiais prejudiciais. 

Nesse cenário, para superar os desafios então, é necessário implementar uma lógica circular em toda a sociedade. Pois através de uma economia circular, todos os materiais voltam a cadeia, e podem voltar como o mesmo produto. 

Dessa forma, Carlos comenta: “Uma possível solução é a economia circular, que é a ideia de que precisamos estender o tempo de vida útil daquele produto. O resíduo não deve ser visto como algo a ser descartado eternamente, mas sim usado como matéria-prima na cadeia química.”

Portanto, para isso, o professor destaca que as técnicas de reciclagem tornam-se fundamentais, porque elas possibilitam a transformação do resíduo em matéria-prima. Ele aponta que essa lógica se atende a muitos segmentos. 

Os materiais plásticos são os campeões em seguir esta lógica circular. Embora se associe a ideia de reciclagem a reciclagem mecânica. Mas os materiais plásticos também podem ser reciclados pela reciclagem química.

A abrangência da reciclagem química

Enquanto isso, Jaroski começa explicando: “Quando a gente começa a falar de reciclagem, a gente começa a entender que ela é apenas um mecanismo dentro da reciclagem”.Há anos, a economia linear incentiva o consumo. 

A economia circular, por sua vez, incentiva o aproveitamento em ciclos fechados, ou seja, em reusos e as múltiplas formas de reciclagem. Nesse sentido, começou-se a entender, em esfera mundial, que a economia circular vai além da ideia de preservação, mas uma forma também rentável. 

Assim, comparando, brevemente, a reciclagem de mecânica e a reciclagem química, na reciclagem química há uma menor emissão de CO2, diante do uso de combustíveis fósseis. Do mesmo modo, a reciclagem química alcança aquilo que a mecânica não consegue, como reciclar plásticos mistos, embalagens flexíveis, filmes laminados e filmes multicamadas. 

Ainda, a reciclagem química recicla materiais contaminados e termofixos. 

Metas nacionais para a circularidade 

Quando se fala de metas nacionais para economia circular, há um plano nacional de resíduos sólidos planares. Sendo assim, para 2024, a meta foca em eliminar a disposição de RSU em lixões e em aterros controlados. 

Até o ano de 2024, porém, espera-se recuperar 50% das embalagens por sistemas de logística reversa. Recuperar 20% de recicláveis secos, em relação à massa total de RSU e recuperar 48,1% da massa total de RSU em âmbito nacional. 

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Lei de Incentivo a Reciclagem tem regulamentação prevista para junho

Depois de anos depois de sua promulgação da Lei de Incentivo a Reciclagem vai receber regulamentação. O texto também chamado de "Lei Rouanet da Reciclagem" que visa estabelecer uma forma semelhante de apoiar o setor via renúncia fiscal, está previsto para chegar à Casa Civil nos próximos dias. 

Na imagem aparecem dois homens fazem o trabalhado de coleta para reciclagem

Segundo o MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima), espera-se que a publicação aconteça no começo de junho. 

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Assim, Adalberto Maluf, secretário Nacional do Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental, revela: “Queremos entregar até a Semana do Meio Ambiente [31 de maio a 5 de junho]. Mas, como o presidente Lula tem um carinho muito grande pelos catadores, talvez a gente segure a publicação até o dia 7 [Dia Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis]". 

A lei, aprovada em 2021 pelo Congresso e teve promulgação em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro. A lei, por sua vez, possui mecanismos com moldes iguais aos da Lei Rouanet. 

Isso significa que ela permite a dedução de até 6% do Imposto de Renda para pessoas físicas e até 1% para empresas tributadas com base no lucro real, em troca do investimento em projetos de reciclagem. Contudo, não avançou devido à falta de regulamentação nessa área.

Estratégias para ampliação da lei

Já para o ano de 2024, o Orçamento provisionou R$317 milhões para este gasto tributário. Assim, entre as possíveis diretrizes beneficiadas aparecem desde cooperativas de catadores até empreendimentos sociais solidários. Bem como a organização de redes de comercialização, capacitação, formação e assessoria técnica até pesquisas na área.

Diante disso, o secretário explica: “A gente pensou em uma lei bem ampla para ter o máximo possível de estímulos". De acordo com Maluf, a pasta não contém uma estrutura robusta para avaliar os projetos que concorrem à captação. 

Portanto, inicialmente, o sistema de recebimento dos projetos apenas analisará e pré-aprovará aqueles que atenderem às diretrizes. Apenas os projetos que conseguirem captar pelo menos 30% do orçamento com as empresas receberão uma análise mais detalhada e a aprovação final.

As contribuições e mudanças da lei sobre a reciclagem no Brasil

Assim, a regulamentação da Lei de Incentivo à Reciclagem está prevista para chegar ao mesmo tempo em que o MMA visa publicar portarias e decretos sobre as regras da Política Nacional de Logística Reversa. 

Esta política, por sua vez, responsabiliza setores pela coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento de resíduos produzidos pelo descarte de produtos e embalagens no pós-consumo. Ainda, uma das propostas foca em exigir uma parcela mínima de material reciclado na fabricação de novas embalagens, começando pelos modelos de plástico. 

Assim, Maluf esclarece: "No momento, as ações nesse campo são fruto de acordos setoriais, que recaíam sobretudo sobre a indústria e deixavam de lado o varejo e em especial os importadores. Acreditamos que temos maturidade suficiente no setor para obrigar os atores a cumprir metas de reciclagem".

Enquanto isso, o diretor-executivo do Instituto Atmos, Vinicius Silveira, comenta que as mudanças e as discussões sobre isso têm o poder de beneficiar a reciclagem dos resíduos gerados. Dessa forma, a economia circular se consolidará no Brasil. 

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Cientistas criam plástico que desaparece depois de usado

A revista científica Nature Communications divulgou um novo tipo de plástico que tem capacidades de biodegradação incluídas em sua formulação. Assim, se o trabalho mostra-se bem-sucedido, torna-se uma das formas de lidar com resíduos, além da reciclagem, por exemplo. 

Na imagem aparece um lixeiro verde, com garrafas de plástico saindo dele

Sendo assim, os cientistas explicam que o material TPU (poliuretano termoplástico) unido ao esporos bacterianos chamados de Bacillus subtilis, conseguem sobreviver em altas temperaturas do processo de produção do material. 

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Desse modo, a pesquisa aponta que, mesmo sem micróbios adicionais, que auxiliam na decomposição, o plástico consegue se decompor. Assim, o material se torna mais versátil e adaptável a vários ambientes de descarte, como relata o site Science Alert.

O motivo da escolha da bactéria B. subtilis, se deve ao seu poder de compor plástico, aliada também aos teste de decomposição em condições ideais de compostagem. Esse teste mostra que 90% do plástico some em cinco meses. 

Fora sua capacidade de biodegradação, o material feito com esporos bacterianos revelou melhorias consideráveis em relação à qualidade. Isso porque se torna 30% mais resistente e elástico. 

Com essas melhorias, surgem novas opçẽs de aplicações do material em diversos produtos, desde de capas até peças de automóveis, por exemplo. 

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NPE 2024: Avanços e inovações para toda a cadeia do plástico

A NPE 2024 (New Plastics Edition), considerada a maior feira do setor de plástico do mundo, encerra a edição deste ano com um saldo positivo de aprendizados, troca de experiências e demonstração de novas tecnologias. Com isso, o setor como um todo espera um horizonte de perspectivas. 

Feira NPE2024

Nos últimos dois dias, a feira focou em debater questões relacionadas à sustentabilidade e reciclagem, que também foram foco de palestras educativas. Além disso, assuntos como inovação e tecnologia ganharam foco, aparecendo em discussões aprofundadas. Assim, ainda sobre sustentabilidade, o tema eficiência energética ganhou destaque no último dia.

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No evento, mais de 2 mil expositores estiveram presentes. O número traz resultados expressivos, tendo em vista que a última edição foi cancelada devido a pandemia. Assim, o público esperado por dia era de 50 mil pessoas, e este número já foi alcançado no início da feira, superando as expectativas da organização da feira. 

Diante destes números, confirma-se que a edição de 2024 foi a maior NPE, até então. Este fato entusiasma aqueles que participaram e toda a cadeia, porque revela a existência de uma renovação no setor. 

Bem como demonstra que as empresas estão mais responsáveis, pois ao mesmo tempo que investem em tecnologia e inovação, respeitam o meio ambiente e buscam soluções eficazes para os desafios. 

A jornada de reciclagem na NPE 2024

Nesse sentido, a NPE 2024 foi desenvolvido um espaço chamado de “Circular Hub”, uma estrutura enorme, onde as pessoas conheciam toda a cadeia de reciclagem dos materiais plásticos. 

Assim, o processo mostrava desde o descarte, indo pela moagem do material, os processos de fabricação até a fase final, momento em que o produto se transformava em novos objetos. 

Iniciativas como esta são de extrema importância, porque dão oportunidades a todos na feira de entender como funciona o movimento circular do plástico. Com isso, notou-se no público uma expectativa de ver, na prática, os benefícios ligados à reciclagem e a importância de descartá-lo corretamente.

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Você sabe por que 17 de maio é o Dia Mundial da Reciclagem?

A origem do Dia Mundial da Reciclagem remonta a 1994, quando aconteceu a "International Conference on Recycling and Reuse of Waste Materials" (Conferência Internacional sobre Reciclagem e Reutilização de Resíduos) nos Estados Unidos. 

No evento em questão reuniu 46 países para discutir a gestão de resíduos e a reciclagem, destacando a reciclagem como uma estratégia fundamental. A conferência também sublinhou a importância de educar e conscientizar a população sobre práticas de reciclagem.

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Mas apenas em 2005, a UNESCO oficializou o Dia Mundial da Reciclagem como uma data global, celebrada em 17 de maio. O objetivo ao estabelecer uma data específica visa aumentar a conscientização social e governamental sobre a importância da prática. 

Além disso, a data também promove a educação ambiental ao incentivar escolas, empresas e organizações a realizarem atividades e campanhas focadas nesse processo. Nesse sentido, mobilizar-se em torno do Dia Mundial da Reciclagem torna-se crucial.

Incentivos para a inciativas  

Nesse sentido, eventos, campanhas e iniciativas são organizados em diversos países para destacar a importância da reciclagem e encorajar a participação da população. No Brasil, um dos destaque está no evento realizado pela Braskem, com o tema “Desmistificando matérias-primas alternativas e a Reciclagem Química”. 

Esse evento demonstra como a celebração e explicações de questões relacionadas ao tema interessam a toda a indústria. Pois levanta dados atuais, apresenta metas governamentais e explicações aprofundadas sobre o tema. 

Por isso, o Portal Plástico Virtual foi convidado para acompanhar o debate, e assim faremos uma série com matérias relacionadas a tendências de reciclagem química e lógica circular. 

Ainda nesse cenário, destacamos a importância da participação individual para o sucesso dessas iniciativas. Levando em conta que cada pessoa consegue contribuir se envolvendo em campanhas locais de coleta seletiva, aprendendo sobre práticas e compartilhando esse conhecimento com a comunidade. Além disso, apoiar projetos e organizações que promovam a sustentabilidade.

O Dia Mundial da Reciclagem nos oferece uma oportunidade valiosa para refletir sobre nossos hábitos de descarte, adotando práticas mais sustentáveis. A compreensão da importância dessa data nos ajuda a valorizar ainda mais a prática e a necessidade de continuar promovendo-a.

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Cadeiras feitas de plásticos descartados, vermes que degradam plásticos e plásticos que se auto digerem

Parceria sustentável transforma plásticos descartados em móveis

Na imagem aparecem cadeiras plásticas feitas com plástico descartado

Para dar novo destino a resíduos descartados incorretamente em locais litorâneos, a Tramontina e o Grupo Clean Plastic firmaram parceria. A princípio, o Grupo Clean Plastic fica responsável pelo beneficiamento do material pela ONG Eco Local Brasil, que faz mutirões de limpeza em praias. A partir de então, o grupo desenvolveu a linha Oceano +Clean, com cadeiras compostas por plásticos recolhidos. 

Assim, parte da produção dos móveis passou por uma reformulação para incluir os plásticos descartados incorretamente em sua composição. Enquanto a outra parte do material permanece sendo fabricada com matéria-prima. 

A produção, além de agregar valor ambiental e social, assegura um bem-estar marítimo. Bem como coopera com a logística reversa, uma vez que o material voltam a cadeia por meio das cadeiras ‘Gabriela’ e ‘Isabela’, disponíveis nas cores verde, azul e preta. 

No primeiro momento, será lançado um lote piloto de 1 mil unidades de cada cor do modelo, mas depois o objetivo é aumentar a fabricação. Dessa forma, os produtos alinham-se às demandas do consumidor moderno por itens com procedência comprovada. Apesar disso, a estética, a durabilidade e qualidade se mantêm. 

Com isso, os resíduos plásticos retirados dessas áreas possuem 100% de rastreabilidade garantida. 

Descoberta indicam larvas que conseguem digerir plásticos 

Na imagem aparecem três larvas em um favo de mel, essas larvas decompõe plásticos

Em 2017 a bióloga molecular Federica Bertocchini, pesquisava sobre o desenvolvimento embrionário de vertebrados no Conselho Nacional de Pesquisa Espanhol, descobriu um que uma espécie de larva da mariposa Galleria mellonella que conseguia degradar plásticos.

Inicialmente, esses insetos eram chamados de traças do favo de mel ou da cera, devido à sua dieta baseada nas ceras utilizadas pelas abelhas na construção dos favos. Enquanto para os apicultores a larva é considerada uma praga, para a pesquisadora mostrou-se como uma alternativa que pode ajudar na decomposição de resíduos. 

Em relação à descoberta na época, Bertocchini relembra: “Foi um verdadeiro momento eureka, foi incrível. Foi o começo da história. O começo do projeto de pesquisa, de tudo.”

Perante esta novidade, a bióloga e seus colegas pesquisadores coletaram o líquido excretado da boca das larvas e descobriram que a “saliva” continha duas enzimas importantes. 

As enzimas nomeadas Ceres e Demeter, homenageando deusas da agricultura romana e grega, mostraram capacidade de oxidar polietileno no plástico. Essencialmente, elas decompõem esse material ao entrar em contato.

Assim, para começar o processo, Bertocchini explica: “Leva algumas horas, em temperatura ambiente, em solução aquosa. Além disso, as larvas pareciam estar digerindo o plástico como se fosse comida.” 

O professor de fisiologia comparativa da Brandon University, no Canadá, Christophe LeMoine, relata: “Quando o verme come o plástico e começa a decompô-lo, seu intestino reage praticamente como se estivesse comendo um alimento normal. Isso significa que há algo acontecendo com a fisiologia do animal que extrai algo dessa biodegradação do plástico. E ele simplesmente continua, como se fosse uma dieta normal”.

Pesquisadores desenvolvem um plástico que se auto digere

Na imagem aparecem garrafas plásticas para representar novo plástico que se auto digere.

Cientistas de Yogyakarta desenvolveram um plástico que se auto digere. Para isso, combinaram esporos de bactérias com plástico, criaram um material que pode ser biodegradável. Os jovens foram chamados para participar de uma discussão política sobre turismo ecológico. 

Assim, o secretário regional Herman liderou uma teleconferência matinal em Gedung Satte, convidando a ASN West Java para trabalhar para alcançar o resultado. Com isso, chegou-se a conclusão que durante toda a vida do plástico, os esporos permanecem inertes. 

Porém, ao serem expostos aos nutrientes presentes no composto, reativam-se e iniciam a digestão do material plástico.

Além disso, há um benefício adicional, isto é, o aumento da estabilidade dos plásticos. Pois, como afirma o co-inventor John Pokorski: “Nosso processo torna o material mais durável e prolonga sua vida útil.”

No momento, o plástico está sendo desenvolvido em laboratório. No entanto, os pesquisadores visam colocá-lo em circulação nos próximos anos com ajuda dos fabricantes. 

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Confiança industrial demonstra alta moderada em maio

Durante a transição de abril para maio, os empresários industriais mostraram um pouco mais de confiança, assim, indo de 51,5 pontos para 52,2 pontos, de acordo com o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial). No entanto, mesmo com o aumento, a queda observada em abril não foi revertida. 

Na imagem aparecem dois homens representando a alteração da confiança do empresário industrial

Conforme afirma a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a indústria mostra-se confiança porque permanece acima da linha divisória de 50 pontos. Levando em conta uma escala de 0 a 100, onde valores acima de 50 pontos denotam confiança do empresário, enquanto abaixo disso indicam falta de confiança.

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A alta moderada da confiança se deve também pelas variações moderadas dos demais índices que compõem o ICEI, ou seja, tanto o Índice de Condições atuais, quanto o Índice de Expectativas. 

O Índice de Condições atuais, por sua vez, permanece abaixo da linha divisória de 50 pontos, com 47,0 pontos, apesar do aumento de 1,3 ponto. Este índice, conforme aponta o Gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, demonstra uma percepção dos empresários quanto à piora de condições atuais de seus negócios, e uma piora da economia brasileira. 

Porém, essa percepção se mostrou menos intensa na passagem do mês. 

Enquanto isso, o Índice de Expectativas aumentou de 57,5 pontos para 57,9 pontos, apontando para expectativas positivas em relação à economia brasileira e às empresas nos próximos seis meses.

Explicação sobre o ICEI e Confiança

Diante disso, Azevedo explica: “A visão dos empresários sobre o cenário atual é o que puxa o indicador para baixo. Quando olhamos as expectativas para os próximos meses, o número segue acima da linha de corte e mostra otimismo”. 

Para esses resultados, o ICEI consulta empresários do setor para antecipar o desempenho e identificar as mudanças de tendência na produção industrial. Nesse sentido, a CNI realizou entrevistas com 1.341 empresários de diversos portes em todo o território nacional.

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Conheça os setores em exposição na Interplast 2024

Com 11 edições, a Interplast de 2024 se firmou como uma referência no setor do plástico. Isso porque, o encontro promove conexões e traz novidades tecnológicas à indústria do plástico. Assim, com sua abrangência, entre os dias 13 e 16 de agosto, a 12ª edição da Interplast fará a ligação de setores variados, com produtos e serviços com tecnologia de ponta. 

Feira Interplast

Apesar de não ser fácil reunir uma gama de oportunidades e novidades da cadeia do plástico, a Interplast consegue integrar os setores. Com isso, os setores participantes da feira vão desde de máquinas até design. 

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Nesse sentido, a feira reúne representantes de todos os locais do Brasil. Sempre pensando em criar oportunidades, networking, visibilidade e tendências.

Por isso, a diversidade de setores em exposição mostra-se necessária, para que a cadeia caminhe em conjunto para alcançar novos níveis em inovação e excelência. 

Os setores em exposição na Interplast 2024

Com o intuito de expandir a rede de contatos, a feira Interplast conta com a participação de setores “fixos” no evento. Tendo em vista que em todas as edições, esse setores compõe o painel. 

Sendo assim, confira abaixo os setores que participam da feira:

Informações importante sobre a feira

Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico

Data: 13 a 16 de agosto de 2024

Horário: 13h às 20h

Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC

Credenciamento Interplast: Para os visitantes a inscrição acontece de forma gratuita. Basta acessar o site e escolher os ícones de acordo com o perfil. Não haverá credenciamento no evento, portanto, o credenciamento deve ser feito antecipadamente. 

Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)

Organização: Messe Brasil

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Super Finishing vai lançar linha exclusiva na Interplast 2024

Participando da Interplast 2024, a Super Finishing, mais uma vez, inova ao trazer lançamentos que estão na vanguarda da inovação industrial. Isso porque, neste ano, a empresa vai elevar o padrão com o lançamento de revestimentos. Entre os dias 13 e 16 de agosto, a Super Finishing traz ao mercado a linha exclusiva de níquel enriquecido com partículas especiais. 

SImagem com a Logo da Super Finishing

Além dos revestimentos tradicionais que integram o portfólio e já são conhecidos pela indústria, a empresa integra na nova linha as partículas de destaque, como PTFE, diamante e cerâmica. 

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Com isso, as inovações trazidas pela empresa para a Interplast 2024, se destacam por seus benefícios agregados. Uma vez que, elas visam transformar a eficiência e aumentar a durabilidade em diferentes áreas de aplicações industriais. Estabelecendo, assim, novos padrões de excelência. 

Diante da introdução da linha inovadora de revestimentos, a empresa mostra-se entusiasmada com as novidades que vão apresentar durante a feira. 

Além disso, segundo Alberto,Diretor Comercial, a Super Finishing também irá anunciar, nas próximas feiras, um lançamento premier que inclui a inauguração da terceira fábrica. 

Assim, o diretor-comercial da Super  Finishing, explica: “Com 2.500m² dedicados exclusivamente ao avanço dos revestimentos industriais. Esta nova instalação não só ampliará nossa capacidade produtiva, mas também será o berço de novas tecnologias de revestimento. Afinal, elas são projetadas para atender às necessidades de um mercado em constante evolução.”

A contribuição da linha de revestimentos da Super Finishing para a indústria

Para o encontro do setor de plástico em 2024, a Super Finishing apresenta ao mercado, a princípio, o Níquel com partículas de diamante, que combina a resistência do níquel eletroless com a dureza excepcional do diamante. 

Assim, este produto, desenvolvido para atuar em superfícies específicas, alcança entre 1.200 e 1.500 Vickers. De modo a proporcionar uma resistência incomparável.

Além deste lançamento, a Super Finishing também divulga a inovação do revestimento de cerâmica de níquel. Esta, por sua vez, oferece uma tecnologia que co-deposita nanopartículas cerâmicas com níquel. Dessa forma, ela garante a dureza elevada e a resistência a temperaturas que chegam a 3.000°C. 

Da mesma forma, o revestimento de cerâmica de níquel, com o baixo coeficiente de atrito, facilita a limpeza e a auto lubrificação. Assim, fazendo dele a opção ideal para aplicações que exigem alta durabilidade e desempenho. 

Enquanto isso, a novidade que de níquel duro químico Super Finishing traz  diversos benefícios para uma variedade de setores industriais. Desse modo, faz da Interplast 2024 o local ideal para conectar aqueles que buscam produções desse tipo.  

Levando em conta os benefícios do produto, como a alta dureza que chega a 69 HRC. Bem como a resistência à corrosão, que o tornam ideal para ambientes desafiadores. 

Com isso, o revestimento mostra-se ideal para componentes industriais que exigem um vida útil longa e com menor manutenção. Sendo assim, o revestimento de níquel duro químico da Super Finishing revela-se como a escolha ideal para otimizar a performance e confiabilidade dos equipamentos. 

Mais uma solução inovadora da Super Finishing

Quanto ao Niflon, mais uma solução inovadora da empresa, se mostra como a resposta ideal para necessidades específicas das indústrias químicas, farmacêuticas e alimentícias. Isso porque durante o processo de deposição, o PTFE integra-se à matriz do níquel químico. 

Assim, garantindo um revestimento que impede a adesão de substâncias indesejadas e facilita a limpeza. Portanto, isso significa maior higiene e eficiência para processos que exigem padrões de qualidade rigorosos.

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