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BI-CAMADA, NIFLON e NÍQUEL-LUB serão os destaques da Super Finishing na feira deste ano 

A Super Finishing planeja a divulgação de seus serviços de revestimento na Interplast. A feira acontece do dia 5 a 8 de abril, em Joinville, SC.

Sobretudo, nesta edição, a Interplast vai reunir três anos em um, isso porque o evento não acontece presencialmente desde 2018.

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Logo, a feira já é um dos eventos mais aguardados no Brasil para o segmento do plástico, matéria-prima e máquinas. 

Então, Alberto Araújo da Silva, diretor comercial da Super Finishing, comenta sobre a expectativa para o evento.

O objetivo da empresa, segundo o diretor, é implementar a divulgação de seus serviços técnicos de revestimentos especiais. “Serviços técnicos contra corrosão e abrasão, já utilizados em grande escala, pela indústria de transformação de plásticos, nos seus variados segmentos.”

Ainda mais, o diretor da Super Finishing ressalta que irá realizar um trabalho atuante de difusão. "Estaremos orientando, esclarecendo e dissipando dúvidas, com farto material didático e de mídia eletrônica.”

Leia mais: Revestimento de superfícies prolonga vida útil de peças metálicas

Principais tratamentos de superfície para a indústria 

Tratamento de superdícies  - Super Finishing

A Super Finishing é uma empresa especializada em soluções em tratamento para superfícies.

Com isso, a empresa atende todos os setores industriais.

Assim, são vastas as opções de revestimento que a empresa oferece para tratamento de superfícies.

Os principais serviços são:

Nesse sentido, a Super Finishing prepara novidades para apresentar na feira.

Além de seus tradicionais revestimento, que já são de conhecimento do mercado consumidor, como por exemplo o níquel químico, níquel duro químico, cromo duro. 

A Super Finishing, mostrará com destaque, seus revestimentos de BI-CAMADA (Níquel Químico + Cromo Duro), assim como NIFLON (Níquel Químico + PTFE) e NÍQUEL-LUB (Níquel Químico + Nano partículas de Bissulfeto de Tungstênio)

Bem como estes dois últimos, marcas registradas no INPI.

Objetivo da Super Finishing na Interplast diante do cenário atual

A empresa reconhece a importância e a influência da feira no mercado. 

Como o evento reúne diversos negócios do segmento, proporcionando interação do segmento.

Por isso, a Super Finishing tem um propósito claro em sua participação na feira.

Silva afirma "Devido a importância e organização da Interplast, com grande fluxo de empresas interessadas, objetivamos apresentar e divulgar o nosso trabalho, visando ampliar o nosso rol de clientes, em todo o Brasil.”

Além disso, o diretor comercial comenta também como a Super Finishing desenvolve e administra seus serviços diante do cenário atual.

Isto é, Silva reflete sobre os efeitos da pandemia de COVID-19 e do conflito armado no Leste Europeu.

Conflito que vem gerando desordem na economia, resultando em alta na inflação.

Para o diretor, "a Super Finishing, vem conseguindo administrar satisfatoriamente a crise, com gestão responsável, a manutenção de estoques de suas principais matérias primas e insumos.”

Ou seja, a empresa faz utilização de prédios próprios, e sem nenhum passivo financeiro, fiscal ou trabalhista.

O que lhe permite acreditar numa retomada gradual de seus negócios, a médio e longo prazos.

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Feito com cana-de-açúcar, o plástico verde surgiu em 2010 e é um polietileno 100% reciclável que tem ganhado cada vez mais espaço no mercado. 

Primeiramente, a diferença do plástico verde para o plástico convencional é que sua produção não é feita com petróleo.

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Ou seja, o plástico verde nada mais é do que um polietileno feito com o etanol da cana-de-açúcar.

Por isso, é um material cada vez mais procurado por diversos setores industriais.

Isso porque, as empresas ao adotarem o uso do plástico verde, ganham um diferencial competitivo quanto a concorrência no mercado.

A fabricação de plástico sustentável economiza 70% de energia, quando considerado todo o processo, desde a exploração das matérias-primas até a formação do produto final.

Nesse sentido, o plástico verde é uma maneira de promover a reeducação ambiental, estimulando o uso consciente desses materiais.

Leia mais: Empresa procura globalizar projeto de plástico verde

O plástico de origem vegetal

plástico verde tendência sustentável

O plástico verde tem como principal vantagem o fato de ser de origem vegetal.

Isto é, como a sua produção é a partir da cana-de-açúcar, toda a fixação de CO2 se concentra nele.

Dessa forma, a cada tonelada de polietileno verde produzido, uma média de 2,5 de toneladas de CO2 são resgatados da atmosfera.

Uma vez que, o gás carbônico é o principal causador do aquecimento global, o plástico verde contribui para a redução do aquecimento global.

Contudo, por não ter combustíveis fósseis em sua produção, esse plástico sustentável pode ser incinerados para geração de energia.

Solução para as indústrias de alimentos e bebidas

Ou seja, o setor de bebidas, é um dos setores industriais que busca constantemente soluções focadas na sustentabilidade.

E com isso, é perceptível que o plástico verde é uma opção para este setor há algum tempo.

Tanto que, essa é uma alternativa ecologicamente correta que não interfere na fabricação de produtos oriundos do plástico convencional. 

Por exemplo, tampas, produtos de higiene, cabos e brinquedos são fabricados a partir de polietileno verde.

Portanto, a sustentabilidade e a inovação é um princípio básico para o mercado.

Bem como, produzir o plástico de maneira sustentável garante um futuro ecologicamente correto, promovendo uma reeducação ambiental coletiva.

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A ENTEC trouxe para o Brasil duas novas tecnologias: o biopolímero NuplastiQ e o aditivo Eco One. E com isso, às resinas plásticas aceleram sua decomposição.

Por isso, além de incentivar a circularidade do material por meio da coleta seletiva, busca soluções em suas distribuições.

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Osvaldo Cruz, diretor da ENTEC destaca “estamos em busca de soluções para os nossos clientes que, somadas às demais, contribuam para um final ainda mais adequado ao plástico, especialmente se este não for descartado corretamente.”

Bem como, a NuplastiQ e o Eco One já estão disponíveis no Brasil. 

Estes produtos são responsáveis por acelerar a decomposição de peças plásticas duráveis em aterros ou ambientes marinhos.

Sob esse ponto de vista, o coordenador de polímeros sustentáveis da ENTEC, Antonio Bescorovaine explica que "nossa missão como profissionais da área e, principalmente, como cidadãos, é deixar um legado. Essas novas tecnologias deixam o plástico menos persistente e mitigam sua presença na natureza.”

Tecnologias biodegradáveis

Leia mais: Logística se torna diferencial na distribuição de resinas plásticas

Novas tecnologias capazes de melhorar a biodegradabilidade

A NuPlastiQ, produzido pela BioLogiQ, é uma tecnologia voltada para a melhoria da biodegradabilidade de plásticos, como por exemplo, PE, PP e PS.

Através de um mecanismo natural que não é a fragmentação. 

A princípio, a NuPlastiQ demonstrou não afetar a vida útil do produto (ou embalagem) e nem a reciclabilidade mecânica.

Isto é, quando utilizado de acordo com as recomendações do fabricante.

Portanto, a NuPlastiQ garante menos poluição e mais plantas. Disponível em blendas prontas para extrusão com PE, PP e PS.

O Eco One, produzido pela EcoLogic LLC, é um aditivo enzimático que atrai micro-organismos em um ambiente anaeróbico adicionado em polímeros do plástico.

Por isso, o Eco One pode agir em diferentes tipos de plásticos: PE, PP, PS, PET, PVC, entre outros. 

Ainda mais, por não haver necessidade de alterar a configuração da máquina, além do fato que a reciclabilidade do material continua intacta.

Líder em inovação no segmento de biodegradáveis

A ENTEC é uma empresa do grupo Ravago.

A distribuidora firma compromisso com a sustentabilidade e redução de impacto ambiental.

Sendo, líder na distribuição de resinas que podem ser recicladas e reprocessadas.

Contudo, a ENTEC se torna especialista em resinas de base biológica e biodegradáveis, já que oferece várias opções nesse segmento.

Além de atribuir inovação para o setor.

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Empresa lança loja feita com plástico reciclado

Chilli Beans loja feita com plástico reciclado

A Chilli Beans desenvolveu uma loja feita totalmente de plástico reciclado. O investimento inicial para ter uma franquia do novo formato foi de aproximadamente R$130 mil. 

Primeiramente, a empresa já havia usado material reciclado em uma outra criação. Já desenvolveu uma linha de óculos feita com resíduos coletados do oceano.

Sobretudo, as lojas estarão em pontos alternativos. Por exemplo, postos de gasolina, praças, boulevards e outros locais com alta circulação de pessoas, bem como em cidades pequenas. 

No total, a marca investiu cerca de  R$ 300 mil no projeto. Além disso, a Chilli Beans afirma que as operações terão incentivos ao descarte correto dos materiais. 

Nesse sentido, a rede estima abrir 400 Eco Chilli nos próximos três anos, por ser um modelo mais prático e rápido de ser instalado.

Leia mais: Plásticos viram novos produtos, Embalagens em EPS reduzem custos logísticos e Novo solvente sustentável

Estudante cria plástico com casca de buriti

plástico com casca de buriti

Ana Beatriz de Castro Silva, estudante de 17 anos, que mora no Maranhão, desenvolveu um produto plástico, a partir da casca de buriti.

Primeiramente, buriti é uma planta muito comum no Brasil, sendo encontrada com facilidade pela região do Cerrado brasileiro.

Bem como, com uso da nanotecnologia, a estudante desenvolveu o plástico devido a película que tem no caroço do buriti.

A estudante caracterizou os biopolímeros de forma biotecnológica, testando a opacidade, propriedades mecânicas, resistência química e a capacidade de degradação em solo. 

Tanto que, faz com que o produto possa ser utilizado pela indústria farmacêutica e polimérica sem agredir o meio ambiente. Além disso, a invenção possibilita o revestimento de pisos e paredes. 

E essa nova descoberta, pode se decompor na água em até 15 dias e no solo em até 20 dias.

Empresa tailandesa produz planta de bioplástico agrícola

NatureWorks bioplástico agrícola

A NatureWorks, está atualmente desenvolvendo sua nova unidade de produção na Tailândia, onde processará cana-de-açúcar para seu biopolímero Ingeo. 

Inicialmente, a empresa química anunciou em setembro do ano passado o investimento de US$600 milhões para a construção deste novo elemento bioindustrial.

A princípio, essa nova fábrica na Tailândia irá fermentar e destilar açúcares à base de plantas.

Isto é, um processo parecido ao de fazer cerveja ou vinho, convertendo os açúcares primeiro em ácido lático. Em sequência, em lactídeo e depois polimerizando-os na Ingeo. 

Com isso, a instalação da Tailândia deve produzir 75.000 toneladas de plástico sustentável por ano quando estiver totalmente operacional. 

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A redução representa mais de 10% das tarifas de importação de máquinas e equipamentos

A ABIMAQ publicou uma nota sobre a redução do Imposto de Importação de Bens de Capital feito pelo Ministério da Economia.

A redução foi de mais de 10%, anunciada na segunda-feira (21), em coletiva de imprensa.

De antemão, o Brasil integra os dez principais produtores de Bens de Capital (BK) do mundo.

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Sendo, o segundo maior produtor entre os países em desenvolvimento e economias industriais emergentes. 

Logo, a BK e Bens de Informática e Telecomunicações (BIT) são 15% da indústria de transformação.

Juntas são responsáveis por 13% da receita líquida da indústria de transformação brasileira, faturando anualmente 412 bilhões de reais. 

A ABIMAQ reflete sobre os efeitos da medida tomada para a indústria de transformação.

A redução tarifária coloca em xeque o diálogo que vinha sendo construído com a indústria de transformação. A ausência de consultas públicas como da publicização das análises que amparam a redução tarifária total de 20% gera grande instabilidade no ambiente de negócios. Além de relegar estes setores a um quadro de profunda insegurança jurídica e econômica.

Leia mais: Não basta apenas reindustrializar – artigo pela ABIMAQ

Redução de impostos combate alta inflação?

Um dos argumentos usados pelos membros do Ministério da Economia para justificar a redução, foi o de combate à inflação.

Ou seja, os representantes do Ministério da Economia alegaram que a redução do IPI, a redução do IOF e a redução do AFRMM, estimula a atividade econômica.

Nesse sentido, ainda na nota, a ABIMAQ destaca a ineficiência dos argumentos.

indústria de transformação

Bem como, segundo os membros do Ministério da Economia, seriam suficientes para elevar a competitividade do setor a nível adequado para ampliação, argumentos que não procedem.

Bem como a nota da ABIMAQ diz: “A redução do IPI impactou positivamente tanto bens importados como nacionais, embora sendo de apenas 25% da alíquota. Os ganhos de competitividade atribuídos a esta redução são pequenos ou nulos. Lembrando que a quase totalidade dos bens grafados como BK e BIT não sofrem incidência de IPI.”

Uma vez que, o anúncio da redução tarifária direcionada e restrita aos setores das indústrias de transformação (BK e BIT).

Além da argumentação de ampliação da produtividade econômica.

Tanto que, a associação conclui que isto representa um choque negativo para a competitividade das mais de 31 mil empresas nacionais envolvidas.

Sobretudo, em um momento em que a economia brasileira enfrenta severa crise decorrente da desorganização das cadeias produtivas, incorrendo na falta de insumos.

Por exemplo, a elevação dos custos do transporte, valorização global do preço do petróleo.

Principalmente, neste cenário agravado pelo conflito no Leste Europeu, ocasionando aumentos adicionais nos preços de matérias-primas e insumos para o setor produtivo.

Brasil é um exportador de bens de capital

Por fim, a ABIMAQ destaca ainda que o Brasil é uma das únicas economias da América Latina que possui uma indústria de máquinas e equipamentos.

Ainda mais, que serve de plataforma de exportação para diversas economias, entre elas, Estados Unidos e União Europeia. 

Por fim, concluí com críticas à medida, aos argumentos e ao entendimento do Ministério sobre este setor industrial. Sinalizar que a medida visa possibilitar o acesso à inovação é mostrar desconhecimento sobre este setor produtivo.

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A MC Components garante automatização no processo de extração de máquinas e moldes com seu produto 

A MC Components lançou o engate rápido de extração pneumático, com o objetivo de automatizar processos e assim evitar a exposição do operador.

O sistema de extração da máquina e do molde (barra roscada), é feito de forma manual, sendo um sistema de extração ultrapassado.

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Primeiramente, o sistema de extração com barra roscada é um dos mais utilizados, no entanto, configura uma exposição perigosa ao operador.

Isso porque, esse processo acontece entre um setup e outro. Ou seja, o operador entra dentro da máquina e de forma manual faz o rosqueamento.

E com objetivo de otimizar esse processo, a MC Components desenvolveu o engate rápido de extração pneumático.

Esse componente tem como função automatizar o processo de ligação entre o sistema de extração da máquina e do molde.

Além disso, o engate rápido de extração pneumático é uma opção custo-benefício, como diz Bruno Fabiano da Mota, engenheiro de desenvolvimento da MC Components.

O engenheiro destaca as vantagens do produto. “Compacto, baixo custo e fácil instalação, com pouco tempo em aplicação já é possível identificar os benefícios.”

Leia mais: Mangueira de silicone com trama de aço possibilita aumento de produção

Como o engate rápido de extração pneumático traz mais benefícios para indústria 

O que é um engate rápido de extração pneumático

O engate rápido de extração pneumático traz agilidade e segurança para o processo de extração da máquina e do molde

Mota afirma que “o componente atua padronizando máquina e moldes, esse trabalho passa a ser apertar botão, podendo haver integração com painel da própria máquina.”

O engate rápido de extração pneumático, também, viabiliza melhoramento no tempo de setup, assim como qualidade no acoplamento.

O engenheiro da MC Componentes fala sobre os benefícios desse material. “Melhoramento no tempo de setup, qualidade no acoplamento e segurança do operador se destacam.”

E complementa que máquinas eletrônicas cabinadas com pouco espaço para o trabalho manual devido sua carenagem são onde o engate de extração faz toda diferença.

Bem como, o componente da empresa garante segurança e agilidade no sistema de extração.

Dessa forma, fornecendo qualidade e atendendo a necessidade da indústria.

Outras vantagens que a MC Components oferece para o mercado

A MC Components é uma empresa especializada na produção de componentes para máquinas injetoras, moldes e manutenção de moldes para injetoras de plástico.

Bem como, possui um método exclusivo para contenção de peças para a indústria. 

Assim, atuando no mercado de componentes desde 2009, com fábrica moderna e altamente equipada.

Nesse sentido, a empresa possui produtos que trazem vantagens para o mercado.

Por exemplo:

Além de outros produtos que a empresa dedica qualidade e segurança para a indústria.

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A IBT indústria de moldes, cumpre a norma NBR 13536, que orienta os cuidados necessários para o processo de injeção do plástico 

A injeção do plástico é uma alternativa custo-benefício que a IBT utiliza em seus procedimentos com moldes. Esse método surgiu logo após a Segunda Guerra Mundial, devido à necessidade de processos rápidos e baratos.

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Primeiramente, esse desenvolvimento aconteceu em conjunto com as empresas de compostos químicos, que também foram responsáveis pela descoberta e criação de novas resinas.

Desde então, houve grande evolução nas máquinas injetoras, moldes e nas resinas termoplásticas.

Possibilitando, então, a aplicação desse processo em diferentes peças, muitas vezes substituindo aço ou ferro por plástico.

Com isso, os recursos mínimos necessários para a fabricação de uma peça injetada são: 

A norma NBR 13536 é responsável pelos requisitos de segurança essenciais para o funcionamento de máquinas injetoras de plástico e borracha.

Esta norma é aplicável apenas às máquinas com acionamento hidráulico e elétrico.

Leia mais: Empresa faz análise para evitar falhas em projetos

Como acontece o processo de injeção do plástico?

injeção plástica IBT moldes

Inicialmente, o processo de injeção acontece por meio da máquina injetora, que aquece a matéria-prima, ou seja, as resinas termoplásticas.

Antes de abastecer a máquina injetora, a matéria-prima pode ser misturada com aditivos ou pigmentos.

Assim, sendo derretida e logo injetada no molde.

Em sequência, o molde é resfriado e aberto para a extração do produto final.

Portanto, para obter sucesso em todo processo de injeção do plástico, é necessária a utilização de uma máquina injetora com a força de fechamento e capacidade de injeção adequada.

Também é necessário um operador capacitado que consiga ajustar todos os parâmetros e identificar uma eventual necessidade de correção de processo.

Assim como, um bom molde de injeção que não gere peças com rebarbas ou defeitos no menor tempo possível.

E também uma resina bem armazenada e preparada para o processamento. 

A fim de minimizar as perdas, é importante ficar atento aos possíveis problemas que podem surgir no processo e rapidamente corrigi-los.

Como o processo de injeção pode ser dividido no mercado

O processo de injeção pode ser dividido em etapas, sendo elas:

  1. Fechamento do molde - 

Etapa consiste no fechamento dos lados do moldes e se dá através de acionamentos hidráulicos ou elétricos;

  1. Dosagem do material plástico -

Nessa etapa é controlado o volume da dosagem. Assim, aumenta a vida útil do cilindro e evita degradação da matéria-prima.;

  1. Preenchimento das cavidades - 

Aqui acontece o preenchimento das cavidades do molde com o material plástico;

  1. Recalque - 

Nesta etapa acontece a compactação do material injetado, dentro das cavidades do molde. Assim como, o pico de pressão no interior do molde;

  1. Resfriamento - 

A fim de reduzir a temperatura e solidificar a peça, o molde possui circuitos de refrigeração;

  1. Extração - 

Após a solidificação da peça no interior do molde, acontece a extração dela;

Contudo, o tempo de secagem do material moldado interfere em seu resultado final.

Por isso, se respeitado o tempo de secagem total, a peça terá maior resistência e durabilidade.

Por fim, ao manter cuidado e seguir com rigor todos procedimentos que envolvem a injeção do plástico, é possível atingir excelentes resultados nas peças produzidas. 

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O estudo estima que pode reciclar cerca de 14 milhões em toneladas de plástico

Um estudo desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Kyoto, no Japão, descobriu um tipo de bactéria capaz de comer resíduos plásticos. 

Primeiramente, o material plástico ao se decompor, libera fragmentos sub milimétricos, também conhecidos como microplásticos.

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A partir disso, que a nova espécie de bactéria se insere, ela é responsável pelo processo de decomposição do plástico. Assim, consumindo as substâncias liberadas.

Como explicam os autores da pesquisa: “A Ideonella sakaiensis, decompõe o plástico usando duas enzimas para hidrolisar o PET é um intermediário de reação primária".

Logo, essa bactéria gerou expectativa quanto à reciclagem do lixo plástico, que esse é um processo de estudos recorrentes.

Uma vez que, apenas 16% de todo o plástico que produzimos é reciclado para criação de novos plásticos.

Leia mais: Estudo do PICPlast mostra a indústria de reciclagem de plástico no país

As enzimas digestoras do plástico

Estudo descobre bactéria capaz de reciclagem plástica

Os cientistas descobriram que a bactéria produz duas enzimas digestivas, chamadas PET hidrolisante e PETase. 

Com isso, as enzimas quebram as cadeias moleculares longas do PET em cadeias mais curtas (monômeros) chamadas ácido tereftálico e etilenoglicol.

Após a descoberta, vários cientistas genéticos fizeram experimentos com a Ideonella sakaiensis para entender melhor sua eficiência nesse processo. 

Nesse sentido, pesquisadores da Universidade de Portsmouth redesenharam a PETase com engenharia genética.

A fim de criar uma enzima que consegue digerir plástico até seis vezes mais rápido que o normal.

Segundo a revista PNAS, eles combinam a PETase com outra enzima comedora de plástico, a MHETase, para produzir uma super enzima.

Além disso, essa super enzima também é capaz de quebrar o furanoato de polietileno (PEF), um bioplástico à base de açúcar.

Os cientistas avisam que ainda estamos a alguns anos de conseguir um uso comercial em massa. 

Ainda mais, a PETase só decompõe plástico PET, existem ainda outros seis tipos de plástico a serem solucionados.

Papel da bactéria no processo de reciclagem

No final do ano passado, os pesquisadores do Nais (Instituto de Ciência e Tecnologia de Nara) anunciaram outra descoberta interessante sobre esta bactéria.

A Ideonella sakaiensis pode degradar plásticos à base de petróleo, mas também, produzir plásticos biodegradáveis ​​​​de forma sustentável. 

Ou seja, os cientistas identificaram que a bactéria converte o PET (um plástico biodegradável), é uma espécie de reciclagem natural.

A revista Scientific Reports que divulgou esse estudo.

Portanto, com estas novas evidências científicas, se espera que novos estudos sobre as possibilidades de reciclagem do plástico comecem.

E, assim, seja desenvolvido um sistema economicamente viável para tratar este material.

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A Braskem pretende superar a capacidade de 1 milhão de toneladas de plástico verde até 2030

A Braskem, divulgou que vai buscar dividir sua seção de plástico verde com sócios e ações independentes.

Isso porque, a empresa tem objetivo de globalizar o projeto.

Leia também:

Primeiramente, a Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas do mundo.

Com isso, tem avançado com o propósito de formação de uma unidade autônoma de negócios para resinas de biopolímero (plástico verde).

Logo, a empresa vem contando com o apoio do Citigroup, a fim de captar cerca de US$ 500 milhões em investimento para o projeto.

O que representa aproximadamente US$ 2 bilhões.

Nesse sentido, este projeto tem como objetivo superar as 200 mil toneladas de plástico verde que saem por ano.

Atualmente, a Braskem já teria conversado a respeito do negócio com a Cosan, que já fornece etanol para a produção de eteno verde pela petroquímica em Triunfo (RS).

Além disso, a empresa está investindo US$ 90 milhões para ampliar sua produção em Triunfo. 

Assim, a produção de plástico verde subirá de 200 mil toneladas anuais para 260 mil toneladas.

A Braskem é a 6° petroquímica no ranking global.

Leia mais:Plástico Verde em tampas de garrafas PET

Braskem e sua relação com biopolímeros

Braskem procura globalizar projeto de plástico verde

No início de 2010, a Braskem iniciou suas pesquisas para o segmento de plástico verde e sua aplicação em diversos setores.

Principalmente, por acreditar que este seria um processo de inovação para os variados ramos comerciais.

Por exemplo, para as áreas de construção civil, infraestrutura e de peças com apelo à preservação ambiental.

Nesse período, entre 2010 e 12, o faturamento da empresa com resinas, estava em 18% na prateleira dos novos lançamentos.

No cenário atual, a receita líquida da Braskem avançou 65%, em 2021.

Alcançando, assim, US$ 630 mil nas vendas de plástico verde e do aditivo ETBE, obtidos devido à cana-de-açúcar.

No entanto, este número é pequeno se comparado à receita líquida da empresa, que é de US$ 19,6 bilhões.

A princípio, a Braskem busca até 2025, incluir 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos fabricados a partir de materiais reciclados.

Sobre o plástico verde 

Inicialmente, a Braskem, em 2010, criou o plástico verde.

Ou seja, o material é produzido a partir da cana-de-açúcar, uma matéria-prima renovável. 

Para a produção, a cana, após ser transformada em etanol, entra em contato com um reator e se transforma em pó. 

Depois disso, ela finalmente é convertida em plástico verde.

Com isso, o plástico verde é um dos tipos que gera menor impacto ambiental, e foi desenvolvido como forma de responsabilidade pela Braskem. 

O plástico verde possui o mesmo valor de produção do plástico comum, além de ser considerado 100% reciclável, o biopolímero retira gás carbônico da atmosfera.

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Empresa transforma plástico retirado dos oceanos em novos produtos. Embalagens em EPS reduzem custos com a alta dos combustíveis. Companhia traz novo solvente sustentável para o Brasil.

Empresa ajuda a criar plásticos retirados dos oceanos em novos produtos

Plásticos viram novos produtos

A Reorder, está se tornando um elo importante em uma rede de agentes que compõem a cadeia da moda.

Ou seja, desde a pesquisa de matérias-primas até o consumidor final, e os plásticos viram novos produtos.

Assim, a iniciativa envolve ações multidisciplinares para a conscientização da sociedade.

Primeiramente, a empresa acaba de firmar uma parceria com a Mindse7 C&A para o lançamento de um projeto voltado para criar novos produtos com plásticos retirados dos oceanos. 

Bem como, a Mindse7 funciona como um laboratório de ideias e os plásticos viram novos produtos.

Ainda assim, estamos nos abrindo para entender novas matérias-primas. 

Foi em 2016, lançaram a primeira moda praia da Reorder, com poliéster reciclado de garrafas PET, por exemplo. 

A equipe passou dois anos tentando desenvolver um fio feito com as próprias redes recolhidas em Itajaí - SC. 

Leia mais: Plástico pelo Mundo: Plástico mais forte que aço, Tijolo feito de plástico e Casa construída com plástico reciclado

Embalagens em EPS para frutas reduzem custos logísticos em um cenário de alta dos combustíveis

embalagens EPS

As conservadoras DaColheita demonstram que por serem mais levem consomem menos combustível e reduzem até 9,52% na emissão de CO2 no transporte das frutas.

Devido às altas dos combustíveis, que pressionam os custos logísticos, uma solução inovadora minimiza esse custo. 

Tal qual a embalagem em EPS DaColheita é um material mais leve e com design que facilita o manuseio na armazenagem e transporte dos produtos. 

Ou seja, na questão do custo logístico, as soluções de conservadoras DaColheita em conjunto com os pallets produzidos pela Termotécnica, ambos de EPS, podem proporcionar uma redução de até 70% no peso total das cargas em relação a outros tipos de embalagens. 

UBE traz para o Brasil um novo solvente sustentável

ube traz solvente sustentável

O DAXSOL é um carbonato livre, com baixa toxicidade e rápida biodegrabilidade. 

Ao passo que, a UBE traz para o Brasil e a América Latina, solvente ideal para substituir solventes polares não sustentáveis. 

Por exemplo, seus benefícios incluem que é incolor, rápida evaporação, odor moderador, se mistura com a maioria dos solventes classificados como orgânicos.

Ainda assim, suas principais aplicações: 

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