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Foi inaugurada no Distrito Federal, uma máquina de transformar plástico. A medida pretende aumentar o valor agregado dos produtos coletados e triados.

Nesse caso, a máquina tritura o plástico em partes menores e, assim, pode ser transformada em outros produtos.

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Maria Eneide Pereira Costa é uma das centenas de profissionais a serem beneficiados com a extrusora.

Além disso, também irão se beneficiar de um caminhão e onze caçambas que vão ajudar na evolução do processo de reciclagem do Distrito Federal.

Costa destaca "Já pensou o tanto de plástico que vamos retirar das ruas e do meio ambiente e ainda reaproveitar?”

Esse equipamento, situado na Associação Recicle a Vida, será operado por oito cooperativas de materiais recicláveis que constituem a Rede Alternativa e abrangem cerca de 600 trabalhadores. 

Assim, a máquina agiliza o processo de reciclagem e o retorno dos produtos à cadeia produtiva.

Essa iniciativa é fruto da parceria entre o governo local e federal, junto às cooperativas, logo, a aquisição representa o apoio à reciclagem no DF.

Como afirma o governador do estado, Ibanes Rocha: "Estamos incentivando bastante. Vamos continuar fazendo esse trabalho de incentivo aos catadores, para que a gente tenha o lixo do DF 100% reciclado em pouco tempo".

Como ocorre a reciclagem no DF

A propósito, um levantamento do SLU (Serviço de Limpeza Urbana) apontou que apenas 40% do lixo reciclável é reaproveitado no Distrito Federal. 

O motivo do reaproveitamento baixo é a má separação na hora da coleta seletiva.

Por exemplo, os catadores recebem cerca de seis toneladas de lixo por dia e afirmam que os materiais chegam todos misturados.

Nesse contexto, atualmente, a companhia detém 30 contratos com 23 cooperativas no DF, para coleta e triagem do material reciclável.

Atualmente, o SLU lançou edital para ampliação da atuação das cooperativas.

Será destinado R$ 17 milhões para ampliar a atuação das cooperativas.

Como incentivo, os catadores irão receber R$ 300 por tonelada separada.

Outra medida tomada pelo governador foi a isenção do IPTU às cooperativas, que, com esse benefício poderão poupar R$ 500 mil.

Assim, também, os papa-lixos instalados em todo DF,  reforçam o compromisso com a reciclagem de materiais.

Mais renda e incentivo para os catadores

A Central Rede Alternativa, é a primeira cooperativa a receber uma máquina de transformar plástico, no DF.

Assim, atendendo, também, todas as outras cooperativas do estado.

O presidente da cooperativa, Cleusimar Andrade, comenta o momento: "Estamos muito felizes em receber essa máquina, que custa mais de R$ 1 milhão. Irá agregar valor ao nosso material. Além dos postos de trabalho e da melhoria na questão do meio ambiente, melhoramos a nossa renda”.

Nesse sentido, o presidente do SLU, Sílvio Vieira, salienta que esse é um passo importante para a reciclagem e para os catadores.

Vieira diz: "Essa é mais uma conquista dos catadores que só vai incrementar ainda mais os serviços prestados dentro dos contratos com o SLU".

Além disso, desde 2019, uma emenda constitucional garante o regime de aposentadoria especial ao trabalhador que é exposto a ambientes insalubres.

Recentemente, uma nota técnica assinada pelo Ministério do Trabalho, faz a manutenção dessa inclusão. 

Portanto, assegurando maior dignidade aos catadores de lixos e resíduos sólidos em geral.

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O polipropileno (PP) é um termoplástico derivado do propeno reciclável. Já o polietileno (PE) representa cerca de um terço de todos os plásticos produzidos e metade de todas as embalagens de plástico.  

A princípio, o PP é um tipo de plástico que pode ser moldado, quando aquecido. Mas, já o PE, possui aquecimento mais elevado.

O PP é amplamente usado nas indústrias de mobiliário e automóveis. Isso porque, o material é mais rígido, mais duro e mais forte que o PE, podendo suportar temperaturas de +140°C durante curto período.

Apesar disso, é relativamente vulnerável a temperaturas abaixo de zero.

E ainda mais, o PP costuma ser um pouco mais caro que o PE.

As características e aplicação dos polímeros

Devido sua alta produção mundial, o polietileno é quimicamente o polímero mais simples e também o mais barato.

Portanto, sendo um dos tipos de plástico mais comuns do mercado.

Por exemplo, as características do plástico polietileno:

O PE pode ser processado por extrusão, moldagem por sopro e moldagem por injeção. 

Assim sendo, é aplicado como filmes para:

Já o PP é um plástico com alta resistência química, e esse fator amplia sua possibilidade de uso como solução em projetos.

Inicialmente, a sua modelagem acontece pela exposição a temperaturas elevadas, sem muitas dificuldades, tomando a forma ideal para cada utilidade. 

Além disso, possui um grande equilíbrio em suas propriedades térmicas, químicas e elétricas. 

Bem como, sendo um material muito versátil, por isso tem variedade de aplicação.

O material também é muito resistente a químicos e solventes comuns.

A coloração deste material é muito comum e fácil, sendo tingido conforme a necessidade final do produto. 

É, também, um material atóxico e de baixo custo.

A aplicação do polipropileno acontece em:

Quais os benefícios do polietileno e do polipropileno?

Além das inúmeras aplicabilidades, o plástico polietileno, é uma boa opção econômica, que não exige grande investimento financeiro. 

Sobretudo, é um material muito sustentável, por ser termoplástico, ao ser submetido a sua temperatura de amolecimento pode ser remoldado, formando uma nova peça plástica. 

Ainda assim, é uma ótima opção para a indústria, pela sua resistência, flexibilidade, versatilidade e fácil processamento.

Já o plástico PP é capaz de oferecer muitas vantagens em relação ao seu uso, principalmente, devido, também, à sua versatilidade em aplicações.

Ainda mais, há também outros benefícios encontrados no uso deste material, como efeito dobradiça, onde o material permite ser dobrado.

Além disso, é atóxico, o que permite que o plástico entre em contato com alimentos sem prejudicá-los

E ainda é sustentável, pode ser 100% reciclado, diminuindo, então, impactos ambientais.

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O plástico de engenharia surgiu em 1960, desde então se tornou um grande aliado da indústria. Isso porque, é um material de alta performance e muita qualidade.

Os plásticos de engenharia são polímeros transformados em peças utilizadas na produção de mercadorias.

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Sobretudo, diferente dos plásticos tradicionais, vendidos e transformados como commodities, os plásticos de engenharia atendem aos parâmetros técnicos que os tornam indicados.

Isto é, em aplicações normalmente atendidas por ligas metálicas ou plásticos de menor rendimento. 

Nesse sentido, esse material é projetado para aplicações que necessitam de resistência mecânica, térmica e química, assim como contra rachaduras e intempéries climáticas. 

Assim, o plástico é um dos materiais mais importantes na fabricação de carros.

Tanto que, essa participação deve ficar cada vez mais presente no futuro.

Uma vez que, esse componente é capaz de se adequar às mais diversas formas, apresenta bom nível de resistência e é extremamente leve.

Por exemplo, os tanques de combustível dos carros são produzidos de peças plásticas em ABS.

Dessa forma, recebem pintura metalizada para dar efeito de metal, porém mais leve e mais durável.

O plástico de engenharia está presente também na produção de maquinários, de dispositivos móveis, equipamentos esportivos e muitos outros usos.

Os polímeros considerados plástico de engenharia

plástico de engenharia

Existem diferentes tipos de polímeros que integram o plástico de engenharia, assim aumentando a variabilidade de aplicação desse insumo.

Portanto, os polímeros que se classificam como plástico de engenharia, são:

Com isso, o plástico de engenharia possui alta diversidade de materiais, sendo uma de suas principais vantagens.

Por isso, é amplamente usado nas produções industriais.

Devido à sua variabilidade de opções e suas características e vantagens, pode até mesmo substituir outros materiais, como o metal.

Características da resina de engenharia

A princípio, esse plástico tem características importantes que o tornam alternativa para substituição de outros materiais.

Por exemplo, os plásticos de engenharia são uma excelente escolha, quanto certas aplicações com poeira ou outros resíduos que podem desgastar os metais.

Visto que, alguns tipos de plásticos apresentam resistência elevada ao desgaste.

Logo, as peças feitas com esse material não necessitam de lubrificação, evitando o uso de graxas.

Também, o fato de o plástico não conduzir eletricidade, é uma outra grande vantagem.

Assim, proporcionando segurança contra acidentes em ambientes domésticos ou até mesmo industriais, dependendo da aplicação da peça moldada.

Além disso, o plástico é muito mais leve do que o metal e, em praticamente qualquer produção industrial, o material mais leve tem mais vantagem. 

Começando, primeiro, pela logística, o transporte de materiais mais leves facilita os processos de carga e descarga da mercadoria. 

Ou seja, no comércio, produtos que apresentam maior leveza ganham a preferência do consumidor que sempre opta pelo item mais cômodo. 

Já na indústria automobilística, isso significa redução de consumo de combustível.

Contudo, o plástico de engenharia oferta uma gama de vantagens e dispõe de uma série de características que o diferencia dos plásticos tradicionais.

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A substituição do metal por plástico, proporciona muitas vantagens, sendo duas delas a redução do custo e o peso final da peça. 

Por isso, as empresas sempre buscam soluções em polímeros para fabricação de peças. 

Por exemplo, desde que surgiu, o metal contribui significativamente para o desenvolvimento industrial.

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Apesar disso, alguns polímeros possuem propriedades similares aos metais, logo, esta seria uma alternativa viável para substituir o metal.

Uma vez que, os polímeros reduzem o peso e o custo total de uma peça, além de proporcionar uma melhor performance. 

Por exemplo, os materiais plásticos chegam a pesar 50% menos que outros substitutos, assim, resultando em um aumento de 30% na autonomia da peça. 

Além disso, as empresas que utilizam o plástico para substituir o metal apresentam uma economia de 25% a 50% nos processos de produção. 

No entanto, antes de realizar a substituição por plástico, é importante que seja feita uma revisão do projeto de produção, para que a aplicação seja adequada e vantajosa.

Portanto, é necessário entender as propriedades do plástico, para assim compreender as vantagens da substituição.

Analise as vantagens de substituir metal por plástico

De antemão, a escolha de um material de forma incorreta, pode causar ainda mais custos ao processo de fabricação de determinado produto.

Com isso, as principais vantagens da substituição por plástico são: 

O plástico apresenta uma densidade muito mais baixa que um metal, e isso se reflete diretamente no peso total do objeto. 

Ainda assim, na indústria automobilística se aproveita desse ponto para fabricar carros mais leves e mais econômicos. 

Isso porque, a cada 1 kg reduzido no peso de um automóvel em funcionamento, são 20 kg a menos de emissão de gases poluentes na atmosfera.

Outra coisa, plástico pode ser facilmente alterado de acordo com as intenções do fabricante.

Ou seja, sua forma, cor, textura e demais propriedades, transformadas por meio de processos e acréscimo de substâncias ao material. 

Essa condição versátil possibilita, por exemplo, a aplicação de pintura metalizada (ABS) em peças como calota de veículos e capas de celulares.

Contudo, vale a pena a substituição do metal por plástico? É importante entender as diferenças dos materiais e qual garante mais eficiência ao produto final.

Metal ou polímeros: quando decidir?

Sobretudo, a substituição do metal por plástico se mostra muito vantajosa, partindo das vantagens do plástico, principalmente pelo custo-benefício.

Além disso, os polímeros vêm apresentando novas soluções e melhorias significativas, devido ao avanço dos estudos nessa área. 

O desenvolvimento de pesquisas nas áreas de polímeros trazem novas soluções para o seu emprego em produtos e processos industriais.

Possibilitando, então, sua aplicação na substituição de materiais tradicionais, como o metal.

Bem como, o vidro, a cerâmica e a madeira que também são passivos de substituição.

Isso porque, o principal fator para a substituição é o aumento da vida útil.

Por exemplo, quando as peças são fabricadas em madeira, aço ou metal, não resistem ao tempo e são sucateadas.

Com o plástico, ao contrário disso, as peças voltam para à indústria, através de logística reversa e ainda são utilizadas inúmeras vezes.

Outra vantagem dos plásticos é a economia nos processos de fabricação, montagem e redução de custos de transporte, com processos mais limpos e higiênicos.

Com isso, o plástico é uma alternativa de substituição que garante soluções e inovações, principalmente para produtos com preços mais competitivos.

Sendo um material que proporciona melhor desempenho e durabilidade de peças e produtos em geral.

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Os principais materiais usados na produção das embalagens, são o vidro e o plástico. Que garantem proteção, conservação e facilidade no transporte de itens.

Por exemplo, as embalagens são produtos essenciais no mundo todo. Nesse contexto, as embalagens de plástico representam 44,2% do consumo do mercado mundial de embalagens.

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Já as embalagens de vidro, correspondem a 5,8% de utilização. 

Primeiramente, estima-se que o plástico flexível deve crescer em todo o mundo, em uma taxa rápida entre 2019 a 2024.

Ou seja, a crescente demanda do setor de varejo por uma vida útil estendida para os produtos embalados.

E, também, a demanda do consumidor por produtos de conveniência está impulsionando as vendas de filmes de embalagens.

Com isso, segundo a TFGP, o mercado mundial de embalagens saltou de US$ 861 bilhões em 2014 para US$ 891 bilhões em 2018.

Ainda mais, deverá alcançar a marca de US$ 1 trilhão em 2024.

Nesse sentido, a Ásia corresponde a 40,6% do consumo mundial de 2018. 

Em seguida, a América do Norte representou 22,6% desse consumo, logo depois, a Europa Ocidental com 20,3%.

Entenda os benefícios do plástico na produção de embalagens

O plástico é um material muito versátil e prático, podendo ser moldado em inúmeras formas e dureza.

Logo, é possível investir em design e fazer uma embalagem personalizada.

Outra coisa, seu processo de produção é econômico, se tornando um material ideal para produtos descartáveis, como a enorme variedade de sacos e sacolas.

Além disso, as embalagens de plástico são leves, principalmente, quando comparadas a embalagens de vidro.

Assim, sendo um grande favorecimento ao transporte e conservação de produtos.

As embalagens de plástico são ideais para os itens comercializados a baixa temperatura.

Ao contrário do vidro, estas embalagens são boas escolhas para produtos que levam tratamento térmico, com o propósito de melhorar a conservação. 

As vantagens da embalagem de vidro

Sobretudo, o vidro é composto por uma mistura de areia e soda cáustica aquecida, com alguns eventuais aditivos para coloração. 

Desse modo, quanto à conservação, o vidro tem a vantagem de ser impermeável, uma vez que, odores e umidade não atravessam o material.

Sendo, então, ideal para armazenamento de itens perecíveis, como alimentos e bebidas.

Outro fator interessante é que o vidro não permite nenhum tipo de sabor indesejado no produto embalado.

Isso porque, em questões químicas, seus compostos podem demorar muitos anos para interagir com o produto embalado.

Ainda assim, o vidro também oferece muita variedade, podendo ser fundido e moldado, em até trinta vezes, em diversas tonalidades.

Por exemplo, o vidro esverdeado garante uma ótima proteção contra a luz, assim, preservando possíveis compostos antioxidantes presentes em alguns produtos, como o azeite.

Apesar disso, existe o perigo de a embalagem de vidro quebrar, assim, causando riscos no transporte.

Nesse sentido, as maiores vantagens do plástico são a leveza, redução do risco de queda e quebra, resistência e versatilidade.

Ainda mais, seu custo-benefício viabiliza uma infinidade de aplicações para muitas linhas de produtos.

Uma vez que, a tecnologia permite que ele seja moldado em diversos designs e formas, com melhor custo e praticidade do produto. 

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O plástico surgiu em 1900. Nesse período, a procura era por um material impermeável, rígido e leve. E desde então, o plástico vem proporcionando soluções inovadoras para a indústria. 

Para início, os plásticos são grandes cadeias moleculares, os polímeros, que são moléculas menores, os monômeros.

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Dessa forma, são produzidos a partir de um processo químico, que é a polimerização, sendo a união de manômetros que formam os polímeros.

Logo, são dois grupos: os termoplásticos e os termofixos, cada grupo com sua peculiaridade.

A matéria-prima dos plásticos varia, mas a principal é o petróleo, embora apenas 4% da produção mundial de petróleo seja para à fabricação do plástico.

Além disso, é possível a produção do plástico a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar, tendo como grande diferencial a obtenção do eteno.

O plástico derivado da cana-de-açúcar é 100% reciclável.

Também, é possível a produção de plástico com amido de milho, sendo também uma fonte renovável.

No entanto, ainda que seja um plástico biodegradável, não é reciclável.

A transformação do plástico

produção plástico

A princípio, após a produção, os plásticos em forma de grãos vão para as indústrias transformadoras, que logo se transforma em produtos.

Sendo, através dos processos de extrusão, sopro e injeção. 

Primeiro, o processo de extrusão ocorre por meio de um cilindro que promove o transporte do material plástico. 

Assim, é progressivamente aquecido, plastificado e comprido, sendo forçado através do orifício de uma matriz montada no cabeçote existente na extremidade do cilindro.

Nesse sentido, o aquecimento ocorre ao longo do cilindro e cabeçote, normalmente por resistências elétricas, vapor ou óleo. 

Com isso, amolece e se é conformado, sendo submetido a um resfriamento.

Dessa maneira, o processo de extrusão pode ser usado para obter filmes PEBD, para uso como saco plástico, ou tubos de PVC ou PE.

No processo de sopro, a moldagem permite a confecção de peças como bolsas, frascos ou garrafas.

Nesse caso, o processo é uma expansão de um tubo pré-conformado sobre a ação de aquecimento e ar comprimido no interior de um molde bipartido.

O processo de injeção permite a confecção de utensílios plásticos em geral, como bacias, tampas, caixas, para-choques, calotas e outros.

Aqui, o material preenche a cavidade do molde fechado e frio ou pouco aquecido, por meio de pressão fornecida por um êmbolo.

Isto é, a produção do plástico, também consiste em um extenso processo, necessário para garantir a qualidade do material.

Inovação e solução nos eletroeletrônicos

O plástico e sua versatilidade possibilita tecnologias mais avançadas, com menos peso e consumo de energia.

Atualmente, existem eletrônicos mais eficientes, acessíveis e fáceis de serem reciclados.

Os plásticos não conduz energia, sendo aplicado a diversos setores industriais, um deles, o setor de eletroeletrônicos.

O setor de eletroeletrônicos representa 5,5% do consumo mundial de material plástico.

Isso porque, os principais benefícios da utilização de polímeros nos eletroeletrônicos é a simplicidade e economia no desenvolvimento. 

Por exemplo, os polímeros favorecem a diminuição do consumo de energia, a economia de espaço, diminuição de peso e segurança.

Assim, possibilitando avanço tecnológico no setor de tecnologia e comunicação.

Portanto, o plástico pode proporcionar inovações importantes não apenas para o setor de eletroeletrônicos, como também para toda indústria em geral.

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Divulgada em 2008, a norma NBR 13.230 da  ABNT estabelece os símbolos de identificação para produtos que contém plástico em sua composição. 

Sendo, PET, PEAD, PVC, PEBD, PP, PS e outros principais tipos de materiais plásticos.

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Primeiramente, os plásticos são divididos em dois grupos e são diferenciados por suas características de fusão ou derretimento.

Por exemplo, termoplásticos que podem ser reciclados e os termorrígidos que não derretem e não podem ser reciclados.

Os termoplásticos são definidos como:

A princípio, estes podem ser reprocessamento diversas vezes, pois quando amolecido devido o aquecimento, são remoldados.

Já, por exemplo, os termorrígidos:

Os termorrígidos, são tipos de plásticos que representam 20% do total consumido pelo Brasil.

Uma vez que, moldados e transformados, não podem mais viver novos ciclos de processamento.

Leia mais: Iniciativa do setor plástico debate as perspectivas do produto em diversos segmentos e lança programas socioambientais

As características dos tipos mais usados 

Material rígido e transparente, sofrendo lenta cristalização, é amorfo.

Devido ser um éster, absorve muita umidade, funde sob temperaturas próximas à 265°C.

Assim, o material PET se aplica à:

Ainda mais, possui ótima resistência a impacto, baixa permeabilidade a gases, como o CO2.

Conforme, sua grande versatilidade é um dos tipos de plástico mais usados e procurados.

Como a adição de aditivos, por exemplo, plastificantes, lubrificantes, estabilizadores, pigmentos e corantes.

Sendo assim, o PVC é utilizado em:

Isto é, o PVC é aplicado em um infinidade de segmentos de fabricação.

Dessa maneira, o material consiste na incorporação de um agente de expansão ao PS, tornando o material uma espuma com propriedades acústicas e térmicas. 

Além disso, dependendo da espessura e densidade, possui boa resistência mecânica.

Assim como, baixa absorção de água. 

Então, o EPS é utilizado em:

Ou seja, para construção civil, boias e outros.

Identificação dos plásticos e seus grupos

Tanto que, é notável a variabilidade de tipos de plásticos para consumo.

Nesse sentido, para que consiga identificar o tipo de plástico usado no produto adquirido, existe um padrão nas fábricas.

Por exemplo, no Brasil, a norma é a NBR 13.230, e foi elaborada de acordo com critérios internacionais. 

Por isso, com objetivo de facilitar a identificação, a maioria dos produtos de plástico contém um número de identificação na parte inferior, de 1 a 7.

Assim, indicando os polímeros de plástico que o recipiente foi feito. 

Contudo, a norma estipula uma enumeração que separa o material em seis diferentes tipos de plásticos, os PET, PEAD, PVC, PEBD, PP, PS.

Garantido, então, que o consumidor tenha conhecimento do material usado na fábrica do recipiente adquirido.

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Para o processo de produção, a indústria busca materiais mais resistentes a forças externas. Por isso, os polímeros policarbonato, ABS e PBT são os plásticos mais resistentes ao impacto. 

Logo, esses plásticos possuem alta demanda industrial.

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Ou seja, a resistência ao impacto é uma das propriedades essenciais para garantir a qualidade do produto final.

Nesse sentido, os plásticos mais resistentes ao impacto ganham destaque em toda cadeia produtiva de diversos setores.

Por exemplo, indústria automobilística, extrusão, eletrodomésticos e na indústria de um modo geral.

Na automobilística é muito utilizado nos painéis, assentos, carcaças dos retrovisores, interruptores e outros componentes internos e externos.

Assim como, nas coberturas de tratores, filmes, laminados e acabamentos de frigoríficos por meio da extrusão.

Já nos eletrodomésticos, o uso se destina a carcaças de TV, aparelhos para a cozinha e painéis de controle.

Por fim, esses materiais de alta resistência se aplicam na indústria de um modo geral.

Como na fabricação de telefones, brinquedos, capacetes de segurança e outras séries de itens do dia a dia.

As propriedades do policarbonato

A princípio, o policarbonato é um termoplástico de polímero e partículas de carbonato.

Com isso, ele é capaz de ser 30 vezes mais resistente que o acrílico e apresenta resistência 200 vezes maior que o vidro.

Além disso, é resistente a choques e muito flexível. 

Assim, algumas propriedades desse plástico resistente a impactos, são:

Portanto, essa grande flexibilidade proporciona ao policarbonato, aplicação em diferentes projetos de arquitetura, desde jardins até coberturas de garagens.

As características do ABS e a utilização industrial do PBT

Inicialmente, o polímero ABS é um plástico resistente ao impacto por ter propriedades que garantem uma resistência mecânica, térmica e elétrica.

Sob esse ponto de vista, o ABS é resistente a diversos tipos de ácidos, exceto os ácidos nítrico concentrado e sulfúrico.

Apesar disso, mesmo apresentando pouca resistência a intempéries, se aplica em:

Já o PBT integra os polímeros de poliéster, sendo um dos mais importantes materiais da indústria de plásticos.

Sobretudo, esse termoplástico é derivado a partir de uma reação entre o dimetil tereftalato e o butanodiol.

Conforme, sua alta resistência a químicos, é bastante utilizado na indústria de alimentos e automobilística, porque não reage no contato com cloro, gasolina, óleos e gorduras.

Além disso, ele não se deforma facilmente em altas temperaturas.

Logo, esse plástico resistente a impactos é muito utilizado em peças de veículos, como limpadores de parabrisas, caixas de retrovisores, tomadas e interruptores.

Contudo, os polímeros apresentam características que combinam a dureza, durabilidade e resistência a temperaturas externas, a deformidade e a eletricidade.

Assim, tornando-os mais versáteis para diversas aplicações na indústria.

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