Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Novo plástico PET é feito com plantas

Um estudo da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), na Suíça, desenvolveu um plástico PET com partes não comestíveis de plantas.

Além disso, o plástico PET está incluso na composição da novidade.

O professor Jeremy Luterbacher, da EPFL, e uma equipe de pesquisadores fizeram a descoberta do método de fabricação de plástico à base de plantas.

Ainda mais, descobriram que além do material ter os mesmo benefícios do plástico convencional, também pode ser reciclado de forma natural.

Conforme os cientistas, esse plástico pode ser usado na indústria têxtil, em eletrônicos e até em medicamentos.

Sobretudo, o estudo teve início em 2016, descobriram que a adição de ácido glioxílico ao material vegetal é capaz de criar pequenos blocos plásticos.

Para o professor, o que torna o plástico único é a presença da estrutura intacta do açúcar.

Ele concluiu: "Isso torna o processo fácil de ser feito, porque você não precisa modificar o que a natureza lhe dá".

Carro feito de plástico é o mais barato do Brasil

A Caoa Chery, lançou o carro elétrico mais barato do Brasil. Isso porque, o urbano iCar é composto por painéis e carroceria feitos em polímeros de alta resistência.

A princípio, o uso desse tipo de plástico surge como uma alternativa para reduzir os custos de produção quanto de reparo em pequenas batidas.

Apesar disso, essa solução não é exclusiva do iCar, já sendo adotada anteriormente de carros esportivos até os convencionais.

No geral, o iCar adota alumínio de avião e esses painéis em polímeros para manter o preço baixo.

Dessa forma, também acaba a preocupação com oxidação. Já que o plástico tem a vantagem de voltar a forma original em pequenos impactos e ser mais difícil de arranhar.

Outros exemplos de carros que usam ou usaram essa solução custo-benefício, foram o Citroën Mehari, o Pontiac Fiero, Saturn e o BMW Z1.

O Mehari, possuía carroceria feita em plástico e, com isso, se tornava imune à corrosão, já que o carro surge após a Segunda Guerra Mundial.

No caso do Pontiac Fiero, os painéis de plástico injetado na carroceria, permitia mais leveza e resistência a impactos para o automóvel. 

No mesmo caso do Saturn, o carro possuía o mesmo material com propósito de ter leveza.

Já o BMW Z1, o uso dos polímeros era para atender a proposta de praticidade.

A marca vendia o automóvel alegando que todos os painéis poderiam ser trocados em 40 minutos.

Empresa pretende fazer pneus de carro com garrafa PET

A Michelin afirmou que busca usar pelo menos 40% de materiais sustentáveis, de origem renovável ou reciclada, na produção de seus pneus até 2030.

E vai além, até 2050, a empresa pretende atingir 100% do uso desses materiais. Recentemente, a francesa testou uma tecnologia de reciclagem de plástico pela Carbios.

Nesse sentido, o processo de reciclagem da bioquímica Carbios, depende de uma enzima que é capaz de despolimerizar o PET.

De acordo com a Michelin, as práticas convencionais de reciclagem não resultam em um produto adequado para uso em pneus.

Porém, esse processo enzimático resulta do poliéster de alta tenacidade é particularmente conveniente para pneus, graças à resistência à quebra.

A empresa estima que quase 3 bilhões de garrafas de plástico por ano podem ser recicladas em fibras técnicas para uso nos pneus.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Para incentivar a reciclagem das resinas termoplásticas, a Ambipar Triciclo e a Braskem firmaram parceria para promover o descarte consciente dos materiais.

Com isso, todas as Retona Machines, que é uma tecnologia da Ambipar Triciclo, passam a receber embalagens de polietileno (PE) e polipropileno (PP).

Leia mais:

A princípio, essa iniciativa contribui para as metas de desenvolvimento sustentável da Braskem.

Uma vez que, a companhia visa produzir 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado até 2025.

Indo além, também pretende produzir um milhão de toneladas dessa forma até 2030. 

Além disso, trabalha para evitar que 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos se destinem a incineração, aterros ou depósitos.

Reciclagem: aliada da economia circular 

Incentivo do descarte consciente do plástico

Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem, acredita que para alcançar a economia circular, é fundamental que os consumidores estejam engajados.

Quiroga afirma: "É fundamental engajarmos os consumidores sobre o descarte adequado e a importância da reciclagem".

Por isso, a companhia investiu nessa parceria com a Ambipar. "Essa parceria gera conscientização sobre o papel de todos na construção de um futuro mais sustentável", declara.

Ainda segundo a diretora, o projeto irá contribuir com o alcance das metas da empresa, fazendo com que gere um impacto positivo na cadeia produtiva.

Os resíduos plásticos PE e PP

Os materiais coletados nas Retorna Machines se utilizará como matéria-prima na recém-inaugurada planta de reciclagem mecânica da Braskem.

Sobretudo, a planta fica localizada em Indaiatuba (SP), recebendo um investimento de 67 milhões e sendo fruto de parceria com a Valoren.

Dessa forma, a Braskem companhia espera transformar, anualmente, 250 milhões de embalagens pós-consumo feitas de PP e PE.

Essas transformações corresponderá a 14 mil toneladas de resina reciclada com alta qualidade que se utilizará como matéria-prima na indústria de transformação.

Segundo o CEO da Ambipar Triciclo, Felipe Nassar, a proposta da empresa é incentivar a população a fazer o descarte adequado dos resíduos.

Nassar explica: "Iremos disponibilizar cada vez mais Retorna Machines, assim iremos ampliar e fortalecer a parceria com a Braskem".

Por fim, ele acredita que com a Braskem, irão alavancar suas metas de sustentabilidade.

O CEO conclui: "Iremos atrair mais pessoas interessadas em contribuir para a preservação do nosso planeta e das próximas gerações".

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

A Natura inova lançando novas embalagens com até 50% de plástico reciclado retirado do litoral brasileiro.

O novo modelo de embalagem Kaiak, possui um novo sistema de tampa, mais intuitivo, que facilita a abertura moderna e resistente.

Leia mais:

A princípio, esse lançamento seguirá durante todo o ano, incluindo mais novidades sustentáveis.

Dessa forma, essa iniciativa contribui para o propósito sustentável da Natura, já que promove o reaproveitamento do plástico de suas embalagens.

Nesse sentido, esse lançamento demandou o reaproveitamento de 102 toneladas de plástico em um ano.

Assim, fermentando nas regiões litorâneas da cadeia de reciclagem do plástico, Kaiak valoriza esse material e, por consequência, evita o descarte incorreto dele.

Resultados dessa ação

Empresa Natura mostra sua nova embalagem de KAIAK de plástico reciclado

Até o momento, esse processo de circularidade de Kaiak resultou em mais de 23 toneladas de plástico reciclado.

Isto é, o equivalente a 11,6 milhões de tampinhas de garrafa PET. Além disso, foi evitada a emissão de 39,5 toneladas de C0² na atmosfera.

Segundo a marca, essas ações fazem parte da alma da Natura e a conexão com os oceanos fazem parte da história de Kaik.

Sobretudo, essa iniciativa de circularidade integra uma das causas da Natura, que é a busca por desenvolvimento de alternativas de menor impacto ambiental.

Claudia Pinheiro, diretora de perfumaria da Natura, comenta: "Conectamos estratégias de produtos à logística reversa. Focados na melhor performance para a redução de resíduos no meio ambiente".

Natura e as práticas ESG

A Natura é uma das empresas mais responsáveis em ESG do Brasil. A marca se manteve na primeira colocação pelo oitavo ano consecutivo.

Nesse sentido, Agenor Leão, vice-presidente de Negócios da Natura Brasil, afirma: "Esse reconhecimento é uma honra e uma alegria para nós".

Segundo ele, a Natura tem uma trajetória de pioneirismo na implantação de um modelo de negócios que transcende a geração de lucro.

Assim como, busca promover maior valor compartilhado para todos os atores envolvidos em sua cadeia de valor.

Por exemplo, na Amazônia, a Natura desenvolveu um modelo de negócios inovador, onde busca a valorização econômica da floresta em pé.

Desde 2011, com esse modelo, a marca já movimentou R$ 2,55 bilhões de reais em volume de negócios na região. 

Atualmente, mantém relacionamento com 85 cadeias da sociobiodiversidade e desenvolveu 41 bioingredientes, gerando renda para mais de 8 mil famílias.

Para o vice-presidente, as empresas podem e devem ser agentes de transformação social.

Dessa forma, ele finaliza dizendo: "Por meio de nossas práticas, seguiremos engajando a sociedade e o mercado para um mundo sustentável e próspero para todos".

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Empresa cria cabide feito com plástico descartado

Empresa cria cabide feito

A rede francesa de lavanderias, 5àsec, em parceria com a companhia Wise, que utiliza embalagens plásticas descartadas para produção de matéria-prima, desenvolveu o Cabide Sustentável.

Essa iniciativa colabora para as pátrias ESG da rede, tendo como objetivo movimentar a economia circular e favorecer cooperativas de reciclagem.

Sobretudo, essa não é a primeira iniciativa sustentável da 5àsec, a empresa já implementou o porta-tíquetes de papel reciclado e as capas retornáveis.

Além disso, a rede usa insumos químicos biodegradáveis e já trabalha com cabides de plástico de origem sustentável. Assim como já participa de comitês de ESG de alguns setores.

A princípio, os novos cabides vai para os mais de 500 pontos de vendas da 5àsec.

Sendo motivados pela comemoração do Dia Internacional do Meio Ambiente.

No cabide, estará escrito "5àsec Sustentável - Já fui embalagem descartada. Hoje sou este cabide utilizado pela 5àsec". Com isso, a ideia é que o consumidor capte a mensagem e tenha ciência da importância da iniciativa.

De acordo com Fábio Roth, CEO da 5àsec Brasil, o Brasil conta com uma quantidade imensa de plástico descartado.

Roth destaca: "Para que esse tipo de material seja reaproveitado e transformado, como no caso dos cabides, a parceria com a Wise foi essencial".

Além desse projeto, a 5àsec criou estratégia de cashback de cabides.

Dessa forma, incentivando a reutilização dos cabides enviados com as peças de roupas que recebem os serviços da lavanderia.

Assim, a iniciativa funciona como desconto ao cliente para cada cabide que se devolve, é higienizado e reutilizado.

Plástico de biomassa pode substituir o PET

Plástico de biomassa pode substituir o PET

Desenvolvido por cientistas da Escola de Ciências Básicas da EPFL, o bioplástico derivado de biomassa atende aos critérios técnicos para substituir o PET comum.

A princípio, o plástico é muito semelhante ao PET, sendo flexível, transparente, resistente ao calor e a gases como o oxigênio.

Assim, o tornando um potencial candidato para substituição de embalagens de alimentos, medicamentos, têxteis e componentes eletrônicos.

Além disso, o bioplástico pode ser reciclado quimicamente e degradado, transformando-se em açúcares inofensivos.

O professor Jeremy Luterbacher, responsável pela liberação da pesquisa, conta que transformaram madeira ou outro material vegetal comestível, para produzir o plástico em etapa única.

Luterbacher explica: "Ao manter a estrutura do açúcar intacta dentro da estrutura molecular do plástico, a química é muito mais simples que as alternativas atuais".

Em suma, a técnica é baseada em uma descoberta que o professor e seus colegas publicaram em 2016.

Nessa descoberta, a adição de um aldeído poderia estabilizar certas frações do material vegetal.

Nova loja reúne marcas sustentáveis

Nova loja reúne marcas sustentáveis

A Mapeei, abre nova loja comprometida com a sustentabilidade. O novo negócio está aberto para todas as pessoas com o mesmo compromisso e missão da empresa.

A princípio, essa loja é um espaço colaborativo, onde será alternativa para pequenos e grandes produtores, artistas locais e artesãos sustentáveis.

Nela, eles poderão dar visibilidade aos seus produtos, em um estilo market place.

Lógico Vargas, idealizadora e proprietária da Mapeei, diz: "Estamos há anos pesquisando produtos, práticas e hábitos, não só no Brasil como ao redor do mundo".

Segundo ela, o foco é no desenvolvimento sustentável para conseguir dar suporte para uma vida com desperdício zero.

De início, o novo espaço trará marcas parceiras como a Jaci Natural, Ares de Mato e a Santo Incenso, além das inúmeras novidades sustentáveis.

Todo parceiro da loja colaborativa poderá contar com serviços como curadoria e infraestrutura física.

Bem como, opção de venda na loja física ou online, equipe de vendas qualificada, troca de experiências e atendimento personalizado.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

O Sinplast-RS (Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul), busca inovação e economia circular para atender à demanda sustentável.

Já que, o mercado do plástico está cada vez mais sustentável e a economia circular nesse setor avança pelo mundo.

Leia mais:

A princípio, se espera que o volume de plástico descartado para reciclagem, salte de cerca de 25% para mais de 50%, no Brasil até 2030.

Nesse sentido, Gerson Haas, presidente do Sinplast-RS, comenta sobre os desafios para as empresas que produzem plásticos para os próximos anos.

Hass explica: "O foco será a economia circular, inovação e reciclagem. O Brasil vai dar exemplo, algo muito falado no ENAI (Encontro Nacional da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria)".

Isso porque, segundo ele, o país é a bola da vez para mostrar ao mundo como se faz economia circular.

Reciclagem do plástico descartado no Brasil

Indústria do plástico busca inovação em reciclagem - sinplast - RS

Atualmente, o Brasil recicla por volta de 23% a 25%, o que para o presidente ainda é muito baixo.

Hass destaca: "Há regiões em que esses percentuais são um pouco maiores e em outras um pouco menores".

Para ele, essa diferença acontece devido ao incentivo presente em cada região. 

Por exemplo, na Serra gaúcha, a reciclagem é mais incentivada, tem mais coleta seletiva, há muitas recicladoras.

Com isso, faz chegar a um patamar de 32% a 35% de reciclagem. Já em Caxias do Sul, tem uma recicladora que transforma 3 mil toneladas ao mês.

Hass sobre o crescimento das taxas de reciclagem do plástico: "A ideia é passar de 50% até 2030. Os empresários do Brasil têm muito interesse nisso, é uma fonte de renda muito boa".

De acordo com ele, a tecnologia e a inovação estão chegando para que isso seja feito de uma forma mais automatizada.

Assim, facilitando a separação tanto de plásticos, como papéis, vidros e metais. "Precisamos só de um apoio mais forte do poder público, precisamos dessa liderança, com muitas e legislação", comentou.

Dessa forma, com a coleta seletiva, ele acredita que se apura muito mais dinheiro que em outros meios de destinar os resíduos.

Custo das resinas termoplásticas

O custo das resinas termoplásticas vem pressionando os transformadores de plástico no Brasil. Sob a expectativa de Hass, o preço da matéria-prima deve cair.

O presidente diz: "A tendência agora é de uma queda. O mercado internacional já baixou, mas por enquanto aqui os preços ainda estão."

Segundo ele, o Brasil teve dois aumentos recentes, um há 60 dias e outro há três meses.

Hass, pontua: "No ano, o incremento é de cerca de 20% até o momento. Porém, acredito que a perspectiva é de cair para os próximos meses."

Com isso, ele  analisa que: "Se não baixar no cenário interno, deve entrar muito material importado."

Sobre a venda da Braskem, principal fornecedora de resinas petroquímicas, ele acredita que ficará para 2023, já que 2022 é ano eleitoral.

Ele conclui: "Não sabemos se a Braskem será vendida de maneira fatiada ou completa. Acreditamos que será fatiada e aí será bom para o setor, porque aumentará a concorrência."

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Uma inovação para reciclagem dos plásticos PET foi desenvolvida por uma equipe de investigadores da Universidade de Aveiro. A descoberta consiste em uma reciclagem infinita dos plásticos poli tereftalatos de etileno.

A princípio, a reciclagem mecânica convencional, não permite esse processo de reciclagem sem que o material perca qualidade.

Leia mais:

Dessa forma, esta nova reciclagem química garante um avanço na economia circular dos plásticos PET.

Já que reduz a produção de resíduos a partir de plásticos PET, assim como reduz a utilização de matérias-primas para a produção de novos plásticos.

Como acontece essa reciclagem?

Estudo explica reciclagem do plástico PET

Essa inovação utiliza solventes eutéticos que são componentes químicos, já que têm um ponto de fusão mais baixo do que os materiais a serem reciclados.

Com isso, estes solventes permitem a reciclagem dos plásticos PET sem que eles percam a sua pureza.

Assim, assegurando que possam ser reciclados infinitamente.

Ainda mais, cabe salientar que estes solventes são biodegradáveis, ou seja, eles apresentam um grau de toxicidade muito baixo e sua preparação é simples.

Desse modo, o processo de reciclagem também é adjetivação como química verde.

Além disso, este processo de reciclagem tem um potencial que pode ir além dos plásticos PET, podendo ser utilizado em outros tipos de plásticos.

Como acontece no processo convencional?

Atualmente, os plásticos PET são reciclados através de um processo mecânico. 

Este processo passa pelo aquecimento da garrafa até que ela se funda, dando origem a um resíduo, de onde é extraído o PET reciclado.

No mais, a maioria dos plásticos é uma mistura de muitos materiais diferentes. Este processo reciclado não garante a pureza necessária para reciclar totalmente o material.

Assim, o plástico vai perdendo gradualmente sua pureza, na medida em que é reciclado por meio deste processo.

Com isso, poderá deixar de ser reciclado. Uma vez que, há menos PET a ser reciclado, que a utilização da matéria-prima para a produção do material PET.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

As embalagens em EPS DaColheita trazem facilidade e ampliação de shel-life para produtos frescos. Com isso, ganhou destaque na Hortitec em 2022.

Primeiramente, a Hotitec é a Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas.

Leia mais:

Sobre o evento, o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes, avalia que foram ofertadas oportunidades em outros segmentos, como de flores, hortaliças e inoculantes.

Fernandes afirma: "Isso diz respeito ao Know how. Esse conhecimento em normas que temos com as frutas, onde a cadeia de frio é tão importante, o EPS pode ser um grande aliado".

Sobretudo, o objetivo é reforçar os atributos das conservadoras DaColheita que agregam muito valor e performance em toda cadeia do agronegócio.

Isto é, no embalamento dos produtos frescos, na facilidade e no custo-benefício da logística de transporte, no armazenamento e varejo.

Para o diretor, a volta destes eventos presenciais como a Hortitec é muito importante para a troca de experiências.

Fernandes destaca: "A nossa experiência em diversas cadeias produtivas permite apresentar soluções em todos os processos logísticos de FFLVs, mantendo frescor e qualidade dos produtos".

Nesse sentido, a Termotécnica vem há quase uma década participando destes eventos nacionais e internacionais.

Fazendo parcerias com entidades do setor para o desenvolvimento de tecnologias auxiliares aos produtores de frutas a atenderem os mercados brasileiros e mundiais.

Embalagem mais resistente, leve e flexível

Empresa usa EPS para conservação de produtos frescos

A fim de atender demandas de clientes e trazer mais vantagens em custos e funcionalidades.

As embalagens DaColheita multiuso para 5 a 8 quilos receberam um novo design mais resistente às movimentações e empilhamento.

Dessa forma, garante acondicionar diversos tipos e tamanhos de frutas e produtos frescos.

Ou seja, as embalagens ampliam a capacidade de volume interno, proporcionando melhor aproveitamento logístico.

Além disso, devido às características de resistência, flexibilidade e leveza, as embalagens em EPS trazem grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de produção. 

Bem como, na distribuição e varejo de produtos frescos, como hortifrutis. 

Isso porque, a manutenção da qualidade e integridade dos produtos acondicionados nas conservadoras em EPS proporcionam menor índice de desperdício.

Benefícios para custo logístico

Quanto a logística, as embalagens em EPS, quando comparadas a outros materiais, mostram mais vantagens e importância.

Com a alta dos preços dos combustíveis, também aumenta a pressão para diminuir custos como os fretes aéreos e rodoviários nacionais e internacionais.

Por isso, o peso da embalagem é um fator importante, isso porque, embalagens mais leves garantem gastos menores com frete.

Além de também poder levar ao investimento em uma logística mais simples.

A princípio, as embalagens em EPS se mostram até mais leves que embalagens em papelão.

Quando comparadas, as em EPS são até 60% mais leves, o que representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo, dependendo do tipo de produto.

As soluções de embalagens em EPS DaColheita, proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade em toda cadeia do agronegócio.

Isso porque, os produtos frescos acondicionados desidratam menos, chegando às temperaturas desejadas mais rápido e mantendo frio por mais tempo.

Entre os benefícios do acondicionamento pelas embalagens está a redução de perdas nos embarques de longa distância.

Assim como a valorização da fruta no ponto de venda, obtendo ganho em market-share.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

O PICPlast (Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico), em parceria com o Sebrae, realizou o Projeto Encadeamento Produtivo PICPlast, no Rio de Janeiro. 

A iniciativa tem o objetivo de auxiliar empresas do setor plástico na gestão de negócios e ampliação da competitividade.

A princípio, o projeto teve apoio do SIMPERJ (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro).

Bem como, contou com a participação de 15 companhias que inscreveram seus representantes para participarem do treinamento dividido em módulos.

Os módulos são de gestão financeira, marketing, líder coach e gestão de pessoas. 

No total, as companhias tiveram um aumento de 63% na competitividade, 15% na produtividade e 10% no faturamento.

Para Simone Carvalho, membro do comitê técnico do PICPlast, o encadeamento produtivo tem como foco aumentar a competitividade.

Assim como, a cooperação, a competência tecnologias e de gestão das empresas.

Com isso, o projeto possibilita melhoria na gestão empresarial, produtiva e sustentável das micros e pequenas empresas do setor plástico.

Carvalho afirma: "Consequentemente, dessa forma gera empregos e contribui para o fortalecimento da economia local e nacional".

Mudanças na gestão empresarial e financeira

Com todo auxílio prestado pelo projeto, umas das empresas que conseguiram implementar mudanças com base nos módulos, foi a Moldin3.

A companhia atua há 20 anos no mercado, sobretudo, no segmento de injeção de termoplásticos de engenharia.

Antes da pandemia a empresa estava em seu melhor momento, com ela veio a difícil. Sendo esse, um dos motivos do projeto, o auxílio na dificuldade gerada pela pandemia. A Moldin3, então, viu a oportunidade de melhorar.

De acordo com Amaury Ferraz, gerente administrativo e comercial da empresa, uma das áreas de maior melhoria foi o marketing.

O gerente administrativo explica: "A gente pecava em marketing digital. Mudamos a abordagem, trazendo mais personalização de acordo com diferentes clientes".

Isso porque, ainda segundo Ferraz, antes a comunicação da empresa era focada apenas em um perfil de produto.

Dessa forma, eles conseguiram ter um ganho de quase 50% de produtividade e de 25% em maturidade de gestão.

Ferraz destaca: "Com a capacitação oferecida pelo PICPlast, conseguiremos implementar mudanças que nos geraram novos clientes e contratos".

Além disso, outras empresas também relataram melhorias significativas, como a Plastimaq, que conseguiu um aumento de 23% de produtividade e 13% de maturidade de gestão.

Nesse sentido, segue a Focus Pack, que teve cerca de 10% em lucratividade, além de 17% em produtividade e 13% em maturidade de gestão.

PICPlast e Sebrae: a parceria de incentivo ao setor do plástico 

encadeamento produtivo

Segundo a coordenadora estadual de encadeamento produtivo Sebrae RJ, Andréia Lopes, o intuito é estimular o crescimento das micro e pequenas empresas.

Empresas essas da cadeia produtiva do plástico.

Uma vez que, PICPlast é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico)

O PICPlast já investiu cerca de R$ 20 milhões em ações em prol da imagem do plástico e programas de capacitações.

A coordenadora sinaliza que essa parceria entre o Sebrae e o PICPlast veio em uma hora muito oportuna.

Que foi o início da pandemia, momento em que as empresas tiveram que se reestruturar. 

Ela finaliza explicando: "Teve mudanças na produção, no perfil do consumidor, e, por meio do programa, nós reestruturamos a gestão dessas empresas."

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Sendo um material de fácil moldagem aos requisitos científicos da área da saúde e de alta eficiência no setor automotivo, têxtil e da construção civil. Os polímeros são bastante usados nas indústrias devido sua resistência e custo-benefício.

Nesse sentido, a medicina é um dos ramos que mais usufrui desse material, investindo de várias formas.

Leia mais:

Por exemplo, em próteses de plástico, que são mais compatíveis, feitas à medida, mais seguras, mais leves e macias.

Bem com, mais duráveis e batatas, tendo menor risco de contaminações.

Outro exemplo é o uso dos polímeros em tubos flexíveis, se usa para introduzir medicações ou drenar fluidos do corpo.

Há cateteres de PVC para cirurgias do peito aberto e recolha de sangue. Os polímeros também estão em bandejas e esterilização, conectores de oxigênio, ventiladores e respiradores pulmonares.

São materiais leves, resistentes e versáteis

polímeros beneficiam a indústria

Sobretudo, os polímeros além da saúde, estão nos automóveis, na indústria têxtil, na indústria alimentícia e na área da construção civil.

Estando em peças de carros e dos eletrodomésticos. Ou seja, a utilização dos polímeros é vasta, assim como suas vantagens.

Isso porque, os materiais feitos com polímeros são leves e possuem uma densidade mais baixa do que os compostos tradicionais.

Além disso, são facilmente moldados pela ação do calor. Reduzem custos, uma vez que o processamento é feito a temperaturas mais baixas que outros materiais como aço e alumínio.

Existem polímeros altamente resistentes, que se usa em coletes à prova de bala com elevada resistência mecânica.

Assim, sendo sete vezes mais resistente do que o próprio aço por unidade de peso.

Polímeros no tratamento de água

Ainda mais, a utilização dos polímeros no tratamento de água é de extrema importância, já que aceleram os processos de clarificação.

Desse jeito, os materiais podem atuar sozinhos ou em conjunto com coagulante inorgânicos, como os sais de alumínio ferro.

Estes, foram flocos grandes e densos, os quais se removem posteriormente por decantação, flotação ou filtração.

Desse modo, se consegue reduzir o tempo de decantação, ao mesmo tempo em que é melhorada a qualidade da água. 

Os polímeros usados para esse processo são os poliamidas e os derivados de acrilamida.

Em suma, para se clarificar a água é necessário a neutralização das cargas negativas da matéria em suspensão.

E nesse sentido, os polímeros são os materiais de maior eficiência para isso, acelerando e trazendo agilidade ao processo.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Projeto leva educação ambiental para escolas

plastico pelo mundo escola sustentavel - plastiweber

O Projeto Escola Sustentável da Plastiweber, promove educação ambiental, envolvendo 50 escolas de 15 cidades, sendo a maioria no Vale do Caí e na região metropolitana.

Uma escola participante do projeto é a Municipal 12 de Maio de Bom Princípio, no Vale do Caí.

Segundo a coordenadora pedagógica Sabrina Lermen, na escola, se disputa o plástico, valendo estrelas, a turma que mais acumula, mais brilhante fica.

A princípio, por cada quilograma de plástico pós-consumo, a Plastiweber dá às escolas um retorno econômico, para a promoção de melhorias na educação ambiental e compra de materiais.

Nesse sentido, a fim de estimular a participação dos alunos, a escola criou a campanha "Meu plástico vale estrelas".

Essa campanha implantou uma bag no pátio da instituição, nesta bag, cada sacola de plástico depositada conta uma estrela para a turma.

Sobretudo, a contagem é feita logo na chegada, antes do início da aula, acompanhada de perto pelos estudantes.

Lermen ressalta: "É algo tão simples, mas as crianças adoram."

Além disso, conforme a coordenadora, a escola participa de outras ações de educação ambiental da Plastiweber.

De acordo com ela, já fazem seis anos que a instituição participa.

O colégio também coleta tampinhas, que são levadas para a Plastupan, em Tupandi, e EPS, vendido para a Fibraform, sediada em Bom Princípio.

Empresa planeja produção para reciclagem de embalagem em polipropileno 

A Tectextil, empresa de embalagens em polipropileno e polietileno, pretende colocar em operação uma nova linha de produção para reciclagem de big bags de polipropileno.

A princípio, o plano é começar a operar a partir de 2023, na fábrica da empresa, localizada em Piracicaba (SP).

Nesse sentido, a estimativa é reciclar milhões de unidades dessas grandes embalagens por ano.

Dessa forma, a Tectextil contribui para uma fabricação mais sustentável, além de garantir vantagens competitivas no setor.

Assim, reduzindo o uso de matéria-prima virgem e com a otimização do processo de fabricação dos big bags.

Além dos big bags, a empresa produz sacarias, soldadas, sacos pré-formatados, FFS e liners, tanto em polipropileno como em polietileno.

Atuando há 35 anos no mercado, a Tectextil atende empresas nacionais e multinacionais de diversos segmentos.

Sendo eles fertilizantes, petroquímico, químico, usinas de açúcar, moinhos de trigo, nutrição animal, sementes e mineradoras.

De acordo com a Afipol (Associação Brasielira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas), as big bags constitui um dos mercados mais promissores para o polipropileno no país.

Empresa produz embalagem do futuro

Com objetivo de produção de embalagens cada vez mais sustentáveis, a Tetra Pak aposta em materiais renováveis. 

Isto é, materiais que não se esgotam e provêm da natureza, tais como o plástico vegetal, que é derivado da cana-de-açúcar.

A princípio, os materiais de origem vegetal devem ser geridos de forma sustentável. 

Com isso, as embalagens da Tetra Pak se fabrica em 70% de cartão – certificado pelo Forest Stewardship Council® (FSC®), garantindo a gestão responsável das florestas. 

A empresa também utiliza, em algumas das suas embalagens, plástico de origem vegetal, como nas tampas e camadas que protegem o produto de agentes externos.

Este plástico, que provém da cana-de-açúcar, tem certificação Bonsucro – que assegura a gestão adequada desta matéria-prima.

Sobretudo, o objetivo é diminuir a utilização de materiais de origem fóssil, substituindo-os por materiais renováveis com menor pegada de carbono.

Neste sentido, uma das últimas inovações da empresa é o projeto e testes que irão acontecer.

Que será usada uma película à base de fibra de papel para substituir a película de alumínio das suas embalagens.

Em suma, a utilização de matérias-primas renováveis simboliza um avanço positivo, num percurso rumo a uma embalagem neutra em carbono. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Plástico Virtual
Sobre o que você quer falar?
📢 Quero anunciar na Plástico Virtual Divulgue sua empresa para o setor plástico 🎯 Quero saber sobre prospecção Geração de leads e novos clientes 📈 Aumentar minhas vendas Divulgação especializada para indústrias do plástico
🛈 Procurando um produto do portal? O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →

Quer ficar por dentro da indústria do plástico?

Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.

© 2026 Plástico Virtual — Todos os direitos reservados.

Plástico Virtual
Sobre o que você quer falar?
📢 Quero anunciar na Plástico Virtual Divulgue sua empresa para o setor plástico 🎯 Quero saber sobre prospecção Geração de leads e novos clientes 📈 Aumentar minhas vendas Divulgação especializada para indústrias do plástico
🛈 Procurando um produto do portal? O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →

Quer ficar por dentro da indústria do plástico?

Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.

© 2026 Plástico Virtual — Todos os direitos reservados.

crossmenu linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram