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O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim defendeu a ideia da reindustrialização como política de Estado no Brasil. Essa foi uma das pautas no Painel Política de Inovação e Indústria 4.0 da ABIMAQ

Segundo ele, esse é um ponto fundamental porque a reindustrialização envolve foco. “Isso envolve segmentos onde tenhamos capacidade de ser competitivos e estratégia de agregação de valores”, pontuou.

Sobretudo, o evento aborda temas como o avanço e a modernização das indústrias a partir da evolução tecnológica por meio de investimentos em inovação.

Bem como, transformação digital e tecnologias da indústria 4.0 e quais diretrizes de políticas públicas em tecnologia e inovação devem ser criadas.

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O ministro destacou que a pasta vivenciou, desde janeiro de 2019, o desafio de construir uma política nacional de inovação. “O desafio maior é o Brasil estar na 57ª posição no índice global de inovação: o que faz a diferença quando a gente pensa em uma nova política de reindustrialização.”

Conforme o ministro, essa política de inovação foi construída num processo que ouviu a sociedade, sendo construída uma governança de política pública de apoio à inovação.

Ele destaca: “Havia uma competição e não uma conversão de instrumentos de apoio à inovação pelas empresas, destacando que quem faz inovação são as empresas”.

Evolução das startups no Brasil

ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim

A princípio, Alvim destacou ainda a evolução das startups no país. 

Isso porque, ele afirma que houve um esforço construído em parceria com o ecossistema de apoio às startups envolvendo, no âmbito federal, mais de 13 instituições.

Além disso, principalmente os atores públicos e privados que apoiam as startups brasileiras têm dado uma resposta muito positiva. 

Bem como, o marco legal das startups é um instrumento que também avançou bastante. 

Em sua fala, o ministro enfatizou a importância de dar estabilidade e continuidade às políticas do setor. 

Ele diz: “Quando falamos em Ciência, Tecnologia e Inovação, estamos falando de política de Estado e não política de governo”. 

Para ele, isso é algo que tem que ser construído com todos os atores do ecossistema. “No sentido de dar estabilidade e continuidade para que, com isso, possamos avançar”, finaliza.

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Devido à alta nos preços de energia, o presidente da APIP (Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos), traz o cenário como dificultoso para a indústria do plástico.

Isso porque, para Amaro Reis, os preços são incomportáveis. Com isso, ele alega que toda cadeia de valor dos plásticos está próxima do fim ou de rescisão.

Reis explica que, hoje, as empresas que ficam sem contrato de energia, vão pagar entre cinco a seis vezes mais o preço que tinha no passado.

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A princípio, a APIP conta com 200 empresas associadas, e segundo Reis, embora o cenário negativo, nenhuma das associadas fecharam, até o momento.

No entanto, houve uma flexibilização na carga horária de trabalho. “Algumas empresas reduziram os horários, outras optaram por trabalhar em horários que a energia estivesse mais barata”, destacou o presidente.

Há solução para este cenário?  

indústria do plástico

Para Reis, a única forma de atenuar esse cenário, são as empresas investirem em energia fotovoltaica, e as que tem, reforçar.

Porém, muitas empresas da indústria do plástico atuam no turno noturno, o que inviabiliza a produção com esse tipo de energia. “Por mais que se queira, não se consegue ter uma totalidade da necessidade de energia através das fontes renováveis”, pontuou.

Existe uma solução a longo prazo para o dirigente, que não surtir efeito econômico agora, mas que seja válida para o futuro.  “É o custo de energia atual ser deduzido a benefícios fiscais”.

Além disso, defende que o Governo deve olhar para as empresas que, na área da reciclagem de plástico, contribuem para a economia circular.

Que gera redução dos resíduos e valorização destes, mas estão a ser afetadas, enormemente, pelo aumento de custos energéticos.

Reis diz: “Não sei até que ponto, também, este tipo de empresas podia ter algum benefício". Uma vez que, possui compromisso ambiental relativamente à reciclagem.

A perda da competitividade

Sobretudo, de acordo com a APIP, o setor dos plásticos tem, em Portugal, 43 mil trabalhadores distribuídos por 1.150 empresas. 

Isto é, o volume de negócios é de oito mil milhões de euros, cerca de 4% do PIB.

Nesse cenário, a indústria do plástico perde muito quanto à rentabilidade e competitividade.

Segundo Modesto Araújo, proprietário da Vizelpas, em agosto do ano passado a fatura de eletricidade oscilava entre os 70 e os 80 mil euros. "Em agosto de 2022, passou para cerca de 300 mil euros", declarou.

Dessa forma, ele equaciona "parar uma ou duas linhas de produção porque há produtos que deixam de ser competitivos''. Se permanecer assim, vamos parar e demitir pessoas".

A Vizelpas, com 24 anos de existência, tem 210 funcionários e exporta 65% da produção.

O empresário finaliza dizendo que a incerteza atual, não permite que a empresa faça projeções positivas para o futuro.

Assim, como a perda de competitividade contribui para essa linha de pensamento.

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A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabelece metas e objetivos para pessoas físicas e jurídicas relacionados ao gerenciamento de resíduos.

Uma vez que, a Constituição Federal de 1988 prevê isso no artigo 23º, inciso VI.

De acordo com a constituição, é dever de todos os entes federativos “proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas”. 

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Bem como, adequar o gerenciamento de resíduos às legislações e normativas existentes; 

Como na preservação ambiental com a redução do uso de aterros e a logística reversa de resíduos pós-consumo.

Essa política estabeleceu metas, como a de acabar com a disposição de resíduos em lixões até o ano de 2014.

No entanto, acabou sendo prorrogada para 2023. 

Função da PNRS

O que é PNRS: Imagem da Sustentabilidade

A princípio, a PNRS obriga as companhias a realizarem o correto gerenciamento dos resíduos, contemplando todas as suas etapas. 

Abaixo, elencamos algumas principais ações apresentadas pela PNRS para que entendam como essa lei fomentou o desenvolvimento ambiental:

Sobretudo, em 12 de janeiro de 2022, o Decreto n° 10.936, modificou o regulamento da PNRS (Decreto n° 7.404/2010-revogado).

Assim, determinando às pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado a responsabilidade direta ou indireta, quando da geração de resíduos sólidos.

Bem como, que estas desenvolvam ações relacionadas à gestão ou gerenciamento destes resíduos.

Um dos aspectos importantes desta regulamentação está relacionado à Logística Reversa de embalagens.

Já se tornou obrigatória para fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de alguns tipos de produtos.

No que tange especificamente à Logística Reversa, este Decreto trouxe algumas novidades importantes.

Como, por exemplo, a criação do Programa Nacional de Logística Reversa, a instituição do Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR).

E o conteúdo mínimo dos atos infralegais e contratuais regulamentares dos sistemas de logística reversa.

Além disso, estipulou a obrigatoriedade da prestação de informações sobre os sistemas de logística reversa no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR). 

E, ainda, estabeleceu regras para que microempresas e empresas de pequeno porte também possam disponibilizar os seus planos de gerenciamento de resíduos sólidos no SINIR. 

Implantação da logística reversa estabelecida

A PNRS definiu a obrigatoriedade na implantação da logística reversa.

Isto é, com retorno dos resíduos após utilização pelo consumidor por parte dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

  1. Agrotóxicos (bem como seus resíduos e embalagens);
  2. Pilhas e baterias;
  3. Pneus;
  4. Óleos lubrificantes (bem como seus resíduos e embalagens);
  5. Lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; 
  6. Produtos eletroeletrônicos e seus componentes;

Além desses produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, também podem apresentar um sistema de logística reversa em caso de existência de regulamentos específicos.

Afinal de tudo, sabemos que essas ações impactam diretamente na imagem das empresas.

Isso porque, os investidores, clientes e fornecedores e parceiros estão atentos às corporações que investem em sustentabilidade e atendem a esta legislação.

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Assim como em julho, o mês de agosto registrou avanço na atividade industrial. Esse é o quarto mês do ano que fecha em saldo positivo, segundo a pesquisa Sondagem Industrial, da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Além disso, o levantamento indica que houve aceleração no ritmo de crescimento do setor em relação a julho.

Isso porque, agosto registrou crescimento na produção e no emprego. Para a entidade, as expectativas seguem otimistas para que setembro também feche em alta.

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Em nota, a CNI disse: “Espera-se elevação da demanda, da quantidade exportada, do número de empregados e das compras de matérias-primas para os próximos meses”.

Ainda mais, a entidade afirmou que a intenção de investir avançou pelo segundo mês consecutivo, alcançando o maior valor de setembro desde o início da série.

A evolução da produção

A princípio, o índice de evolução da produção registrou 54,5 pontos em agosto, o que significa um aumento de 4,5 pontos ante julho.

Já que o mês anterior registrou 50 pontos nessa atividade industrial. “O índice de agosto de 2022 está um pouco acima da média. Ou seja, o resultado indica aumento no ritmo de produção acima do esperado para o mês”, explica a CNI.

Outro campo de crescimento foi o emprego industrial, tendo um aumento de 2,2 pontos em agosto comparado a julho.

Segundo a entidade, geralmente, os meses de agosto registram queda no emprego, ficando abaixo dos 49 pontos. Porém, agosto deste ano marcou 52,2 pontos.

Outra alta não muito comum, foi no UCI (Utilização da Capacidade Instalada). Isso porque, o UCI de agosto fechou em 73%, que de acordo com a CNI, esse é o valor mais alto para um mês de agosto desde 2013.

Expectativa de crescimento no mês de setembro

Ainda sob as projeções da Sondagem Industrial, a expectativa da atividade industrial para setembro é seguir em acima dos 50 pontos.

Nesse sentido, a expectativa de demanda ficou em 59,3 pontos, representando uma leve queda, de 0,4 pontos.

Apesar disso, o índice de expectativa de número de empregados ficou em 53,9 pontos, um aumento de 0,2 pontos.

Já o índice de expectativa de compras de matérias-primas registrou recuo de 0,4 pontos. Isto é, marcando 56,9 pontos.

O índice de expectativa de quantidade exportada ficou estável, com 52,8 pontos. O índice de investimento alcançou 59 pontos, sendo o maior entre meses de setembro desde o início da série da CNI.

Contudo, a pesquisa ouviu 1.781 empresas, entre os dias 1 e 12 de setembro, sendo 696 de pequeno porte, 637 de médio e 448 de grande porte.

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Escola feita com plástico reciclado

No Vietnã, se inaugurou a primeira escola feita de plástico reciclado. Sendo destinada a cerca de 100 crianças da comuna de Cao Son, na província montanhosa de Lao Cai.

O campus ocupa uma área de 1.036 metros quadrados em que se distribuem três salas de aula, uma cozinha e duas salas de eventos.

A princípio, a construção teve início em junho sob a direção conjunta do UMV (Comitê Central da União das Mulheres do Vietnã) e do Intraco (Investimento e Empresa de Consultoria Comercial).

Primeiramente, a presidente do UMV, Ha Thi Nga, disse desejar que o modelo de escola deste tipo seja cada vez mais replicado.

Isto é, não só no distrito de Muong Khuong, mas também em outras localidades do país.

A líder feminina disse estar esperançosa de que haja progressos na concepção e execução de projetos de construção mais respeitosos com o meio ambiente.

Já o presidente do Comitê Popular do distrito de Muong Khuong, Le Ngoc Duong, manifestou o interesse da cidade em receber mais apoio de organizações, empresas e indivíduos para construir outros centros educacionais, casas e instalações sociais.

Carro feito com plástico reciclado

O grupo BMW anunciou o lançamento de novos modelos de carros feitos com plástico reciclado. Os automóveis se integram a linha Neue Klasse, sendo lançada em 2025.

Dessa forma, se utilizarão peças de acabamento produzidas com plástico cuja matéria-prima terá cerca de 30% de redes e cordas de pesca recicladas.

A princípio, esse material é obtido em portos de todo o mundo para garantir que não seja descartado no mar.

De acordo com comunicado da empresa, um processo exclusivo de reciclagem permite que se use os resíduos da indústria marítima para produzir peças de acabamento.

Isto é, tanto para a parte externa, quanto interna dos futuros veículos. 

Os componentes resultantes têm uma pegada de carbono aproximadamente 25% menor do que as peças feitas de plástico convencional.

Nesse sentido, o grupo BMW afirma estar trabalhando com diferentes abordagens para usar resíduos plásticos da indústria marítima.

A fim de conservar recursos valiosos e reduzir as emissões de CO2. Essa forma de reciclagem permite reduzir a necessidade de plásticos primários à base de petróleo e, ao mesmo tempo, trazer equilíbrio ao meio ambiente.

No geral, o grupo estabeleceu o objetivo de aumentar a proporção de materiais secundários nos termoplásticos.

Que se usa em veículos novos. Atualmente, é cerca de 20%, a meta é pular para uma média de 40% até 2030.

Coleta seletiva de materiais recicláveis

Através de coleta seletiva, a prefeitura de Teresina, por meio da SEMDUH (Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação), recolheu 120 toneladas de material reciclável em agosto.

Isso porque, se usou o serviço de coleta seletiva, que se aplica em 514 locais na capital.

A princípio, o programa de coleta seletiva tem objetivo de promover a reciclagem de papel, vidro, plástico e metal.

Após a coleta desses materiais, eles são encaminhados para as cooperativas e entidades de reciclagem.

Nelas, os resíduos passam por uma nova triagem e se transforam em novos produtos para comercialização.

Para Edmilson Ferreira, secretário da SEMDUH, a meta é fazer com que todos os condomínios da cidade e os demais grandes geradores de resíduos pratiquem a coleta seletiva.

Além disso, a prefeitura lançou edital para que novas cooperativas e entidades de reciclagem se cadastrem para o recebimento dos materiais coletados.

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A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) fechou o primeiro semestre deste ano distribuindo 140.272 toneladas de plástico.

Nesse número, é levado em consideração as resinas commodities, plástico de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos associados de janeiro a julho.

Sobretudo, esse total representa um crescimento de 7,5%, quando comparado com o mesmo período do ano passado, que registrou 130,444 toneladas.

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Para Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST, esse é um resultado bastante importante para a cadeia do plástico.

Nesse sentido, ele sinaliza: “O segundo semestre deste ano ainda nos deixa apreensivos devido aos inúmeros fatores, como dólar, problemas de logística internacional e eleições, mas seguimos otimistas”.

Destaque no mercado de BOPP e BOPET

resinas adirplast

A princípio, um dos mercados com mais destaque neste primeiro semestre foi o dos plásticos BOPP e BOPET. 

Isso porque, os distribuidores da entidade deste segmento de filmes biorientados tiveram um aumento de 19% em relação ao mesmo período de 2021.

Para Cláudia Savioli, da Polymark, mesmo com o fluxo comercial tenso no exterior, o Brasil vem somando boas variáveis: “A indústria está aproveitando a melhora da economia pós-pandemia e a cadeia do plástico vem se comportando bem nos números”.

Apesar disso, ela destaca que ainda é um momento de cautela. “Mesmo com auxílio emergencial do governo, embalagens positivas e a busca pela vida mais saudável, ainda temos dificuldades com os preços e juros acumulados neste período”, afirma.

Além disso, a executiva acredita que o segundo semestre deste ano deve seguir a mesma tendência do primeiro. “Acredito que os números continuarão em aclive, conforme a sazonalidade histórica de mercado”.

Ainda mais, entre os distribuidores de plástico de engenharia o aumento nas vendas nos primeiros seis meses deste ano foi de 5%.

Isto é, em relação ao 2º semestre do ano passado. “Em 2021 sofremos com a falta de matéria-prima, já este ano não tivemos este problema e os números são frutos do restabelecimento do fornecimento”, explica Osvaldo Cruz, da Entec Polimeros.

Dessa forma, considerando a venda das resinas commodities no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2021.

O destaque fica com a resina PS (poliestireno), que teve um aumento de 28%, e com o PP, com 5%. “O aquecimento do consumo é fator decisivo para este aumento”, finaliza Gonçalves.

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A instabilidade econômica do Brasil, a carga tributária e os altos juros têm afetado diretamente as empresas em suas operações. 

Como aponta Miguel Cerqueira, diretor da Prime Polymers e Diego Zucatelli, diretor comercial, esses são os principais desafios encontrados pela empresa de distribuição de termoplásticos.

Segundo eles, desde a criação da Prime Polymers, há mais de 20 anos atrás, o desenvolvimento de negócios no Brasil tem sido um desafio.

Isso porque, a economia do país é muito instável, além dos embargos tributários que impedem, de certa forma, o crescimento empresarial.

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Nesse sentido, eles listam os principais desafios que a empresa enfrenta. “A estruturação de seus departamentos internos, a profissionalização de seus colaboradores, as dificuldades para captação no sistema financeiro para investimentos e caixa com custos acessíveis”.

Bem como, “a burocracia fiscal altamente complexa e principalmente a excessiva carga tributária que inviabiliza as mínimas margens de lucro para reinvestimentos e novas contratações”, destacam.

Zucatelli e Cerqueira ainda pontuam que embora a operação da empresa seja uma atividade de distribuição de resinas.

Isto é, através de um comércio entre as indústrias sem a efetiva industrialização. As empresas neste perfil sofrem com a obrigação de recolhimento de todos os impostos federais e estaduais afins. 

O custo Brasil e a dificuldade de fazer negócios no país

impostos e tributos - prime polymers

A princípio, a expressão custo Brasil se refere ao custo da burocracia, dos impostos.

Ou seja, de toda atividade administrativa que as empresas têm de fazer para que possam se manter em dia com a legislação.

Segundo estudo feito pela FIESP/CIESP, o Brasil tem carga tributária maior que 12 dos seus 15 principais parceiros comerciais.

Assim como, convive com uma das maiores burocracias tributárias do mundo.

Na média de 2008 a 2019, a carga tributária brasileira atingiu 33,4% do PIB, enquanto nos países parceiros o percentual ficou em 26,4%. 

Além disso, somente para preparar e pagar impostos as empresas gastaram 2.354,6 horas por ano, 11,3 vezes maior que a média nos países parceiros. 

Estima-se que a indústria de transformação, por exemplo, gastou 25,5 bilhões de reais com burocracia dos tributos em 2020, o equivalente a 0,72% de seu faturamento. 

Dessa forma, o Brasil é o país mais difícil para fazer negócios e transações financeiras em todo o mundo.

Como aponta o levantamento do Índice Global de Complexidade Corporativa (Global Business Complexity Index). 

É a segunda vez seguida que o país figura no topo do ranking de países mais burocráticos. 

Nesse cenário, os diretores da Prime Polymers, descrevem suas expectativas para 2023. “Embora o cenário caminhe para uma recessão mundial devido aos fatores amplamente conhecidos. Já iniciamos um projeto que visa aumentar a equipe comercial com o intuito de maior abrangência no mercado”.

Assim, a empresa espera atender um maior número de clientes, com o apoio dos centros de distribuição alocados em pontos estratégicos.

Além de oferecer diversidade de produtos em um portfólio de especialidades para atender as expectativas e necessidades dos clientes.

Atuação da Prime Polymers na distribuição de resinas no Brasil

A empresa iniciou suas operações há mais de 20 anos através da representação comercial de grandes empresas.

Para Zucatelli e Cerqueira, sendo a mais importante: Dupont do Brasil na linha de Termoplásticos de Engenharia que impulsionou o crescimento dos negócios, principalmente, no interior de SP. 

Eles afirmam que nos últimos 10 anos agregou-se a operação de distribuição destes produtos que é atualmente a principal atividade, novos parceiros comerciais renomados.

Zucatelli e Cerqueira acrescentam: “Tanto nacionais como mundiais, assim como novas resinas, inclusive, o acréscimo de termoplásticos commodities em sua linha”.

Dessa forma, o objetivo da Prime Polymers é continuar com excelência no atendimento, expansão de sua rede logística e de estoque em armazéns gerais. “Além de preços competitivos e agilidade cada vez mais eficiente nas entregas em curto prazo de tempo”, finalizam.

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Segundo pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria), de junho a julho deste ano, quatro indicadores da indústria de transformação cresceram.

Sendo eles faturamento, emprego, massa salarial e rendimento médio. O número de horas trabalhadas na produção manteve-se estável e a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) registrou a única queda.

Segundo a economista da CNI, Larissa Nocko, essa melhora generalizada dos indicadores é consequência da recuperação do poder de compra das famílias.

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Já que está permitindo alta no consumo. “A melhora também é consequência da forma como parte da indústria de transformação tem contornado as dificuldades com relação ao fornecimento de insumos”, completa. 

Apesar disso, ela afirma que as restrições à produção se mantêm. “Ou seja, pode ser visto na relativa estabilidade da utilização da capacidade instalada desde o início do ano e do número de horas trabalhadas”, explica Nocko.

Sobretudo, o faturamento real da indústria de transformação apresentou avanço de 1% em relação ao resultado de junho. 

Assim, foi o terceiro aumento consecutivo. Dessa forma, o índice alcançou o maior valor de 2022. 

De forma geral, o faturamento encontra-se em trajetória de alta desde novembro de 2021.  

Indicadores com aumento generalizado

indústria de transformação

A princípio, o indicador referente ao emprego industrial, registrou um aumento de 0,5% naquele período.

Isso porque, o emprego industrial registrou avanço de 0,5% em julho de 2022, na comparação com junho, considerando a série livre de efeitos sazonais. 

Isto é, trata-se do terceiro mês consecutivo de alta, após duas quedas observadas em março e abril. Quando comparado com julho de 2021, registra-se alta de 2,3%.

Já a massa salarial real da indústria de transformação registrou crescimento de 1,3% na comparação com junho, na série livre de efeitos sazonais. 

O crescimento acumulado entre junho e julho totaliza 3,8%. Com o avanço, a massa salarial atingiu seu ponto mais alto desde março de 2020. Na comparação com junho de 2021, o crescimento é de 7,3%.

O rendimento médio real dos trabalhadores da indústria de transformação avançou 1,0% em julho de 2022, na comparação com junho, na mesma série livre.

Além disso, merece destaque a recuperação recente, uma alta de 2,8% no acumulado entre junho e julho. 

Assim, o rendimento atingiu o ponto mais alto desde janeiro de 2021. Em relação a julho de 2021, o crescimento alcançou 5,0%.

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A empresa britânica SWEL, criou um projeto-piloto de uma plataforma flutuante feita com plástico reciclável que converte energia das ondas em eletricidade.

A princípio, a plataforma ganhou o nome de Waveline Magnet. Trata-se de um equipamento flutuante composto por várias partes em um sistema interligado por uma coluna.

Isto é, sendo leve e modular, a estrutura que gera energia renovável é robusta para suportar qualquer ambiente aquático, até mesmo oceanos com ondas gigantes.

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O design é muito simples e também possui uma grande facilidade de manutenção e instalação. 

O projeto da plataforma flutuante movido através da energia das ondas foi desenvolvido a partir de materiais recicláveis.

Como, por exemplo, plástico reforçado, o que realmente contribui para a sustentabilidade do dispositivo.

Uma única plataforma possui capacidade para gerar 100 MW de energia, de acordo com os testes iniciais. 

A plataforma funciona com qualquer altura de onda

energia sustentavel com ondas do mar

Sobretudo, quando a energia das ondas atinge a plataforma flutuante, o sistema obtém uma leitura do tamanho e da velocidade da mesma.

Assim, permitindo ajustar a extração de energia em cada gerador à medida que a onda se move pela linha.

Dessa forma, a SWEL garante que a máquina funcione em qualquer tipo de onda e que condições de ondas grandes não impactam negativamente o desempenho do dispositivo.

Entretanto, em contraste, melhoram o desempenho sem complicações de sobrevivência.

Para chegar a esta plataforma flutuante foram mais de 10 anos de pesquisa e testes. 

Buhler

O resultado é um produto que pode gerar energia renovável a um custo muito baixo de acordo com a própria desenvolvedora.

Isso porque, a SWEL afirma que ainda está coletando dados, com informações de desempenho e projeções de escala, modelagem numérica e técnico-financeira.

Bem como, estudos de viabilidade e nível de desempenho da tecnologia ainda a serem divulgadas. 

Para que as plataformas se fabriquem em grande escala se realizam testes mais severos.

Além de empresas e consumidores que desejam experimentar este tipo de tecnologia.

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Diamantes feitos com garrafa PET

diamante de garrafa pet

Feitos com temperaturas extremas e uma pressão milhões de vezes maior do que a da Terra. Cientistas do SLAC National Accelerator Laboratory criaram diamantes com garrafa PET.

A princípio, a pesquisa foi publicada no periódico "Science Advances", e é a continuação de um estudo de 2017.

Em que os pesquisadores usaram poliestireno (que contém os mesmos elementos de carbono e hidrogênio encontrados em Netuno e Urano).

No entanto, perceberam que faltava um elemento: o oxigênio

Por isso, cinco anos mais tarde, eles conduziram uma pesquisa semelhante, usando, desta vez, o polietileno tereftalato (PET), que, além de carbono e hidrogênio, tem oxigênio.

Isto é, colocando o material novamente sob condições de temperatura e pressão similares às dos planetas, os cientistas obtiveram bons resultados. 

Eles descobriram que o oxigênio contribui para a formação dos nanodiamantes, os diamantes de garrafa PET.

Além de encontrar uma nova possibilidade para a reciclagem do PET, a pesquisa pode ajudar em futuros estudos sobre fenômenos.

Fenômenos esses que podem estar acontecendo em planetas como Urano e Netuno. 

Os cientistas, agora, devem buscar maneiras de reduzir o tempo de produção e aumentar a quantidade de diamantes de garrafa PET.

Assim, usando lasers mais acessíveis, ainda que superpotentes.

Polímero feito com casca de banana

Great Wrap é um plástico filme biodegradável feito de cascas de batata descartadas, combinadas com óleo de cozinha e amido da raiz da mandioca. 

A princípio, contrário a sua alternativa de plástico petroquímico, o Great Wrap é feito de materiais naturais.

Portanto, como qualquer biopolímero, se decompõe em substâncias naturais muito mais rápido que o plástico comum.

Isto é, tendo capacidade de se degradar naturalmente em menos de 180 dias.

Além disso, pode facilmente se descartar em uma composteira, para poder ser reutilizado ao se transformar em adubo caseiro.

Segundo Julia Kay, cofundadora da Great Wrap, o amido é extraído de resíduos e depois plastificado com um produto de base biológica.

Ela explica: “O amido termoplástico (TPS) é composto por óleo de cozinha usado, mandioca e aditivos de biopolímero para alterar a estrutura do polímero”.

Para isso, de acordo com Kay, os aditivos de biopolímero ajudam a tornar o material amiláceo elástico.

Para que, assim, possa imitar a capacidade do filme plástico de envolver facilmente os objetos.

Shrink com plástico reciclado

A empresa Cargill, que recentemente substituiu as caixas de papelão por shrink na linha de óleos Liza, agora passa a utilizar plástico reciclado.

De acordo com a empresa, a decisão de trocar o material das embalagens secundárias está alinhada com os seus compromissos de sustentabilidade.

Bem como, foi tomada após a conclusão de um estudo de análise do ciclo de vida (ACV), em que foi comprovado que a mudança traria uma redução significativa no impacto ambiental.

Segundo a companhia, “além da oportunidade de negócios, a iniciativa fortalece ainda mais novos hábitos de consumo pós-pandêmicos pautados na responsabilidade socioambiental”.

Márcio Barela, coordenador de sustentabilidade da Cargill, afirma que: “a mudança permitiu uma redução de 71% no consumo de água e 65% na emissão de gases do efeito estufa, se considerarmos um ano de transporte de produtos Liza”.

Ainda mais, a aposta em inovação permitiu o uso do shrink produzido com resinas recicladas através da parceria de dois outros grandes players do mercado, Lord Brasil e Dow.

Isso porque, a Lord passa a fornecer os shrinks com a linha de filmes sustentáveis Ecofilm produzidos com a resina Revoloop, desenvolvida pela Dow. 

Herman Moura, presidente da Lord, afirma: “Nosso maior desafio é gerar influência positiva a uma nova cultura de reaproveitamento dos materiais em novos ciclos”.

A princípio, a resina Revoloop, utilizada na produção do filme shrink, se produz no Brasil através de uma parceria com a Boomera Ambipar. 

Carolina Mantilla, diretora de sustentabilidade da Dow, finaliza: “Além do impacto ambiental, também tem um impacto social importante, já que contribui no fortalecimento e formalização do trabalho realizado pelos catadores que tiram dessa atividade o sustento de suas famílias”.

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