A pandemia da COVID-19 desorganizou as rotinas de muitas empresas, mudando a maneira de gerir e liderar o negócio. Com a retomada da economia e a ideia do pós-pandemia, a Academia da Alta Performance lançou um e-book sobre estilo de liderança e fará uma palestra sobre liderança pós-pandemia no próximo dia 19, às 20h (horário de Brasília).
Para participar da palestra, que será online, você precisa se cadastrar para baixar o e-book e receber o link da transmissão gratuitamente clicando aqui.
Sobretudo, essa palestra vem em um momento onde surgem novos desafios para liderança.
Isso porque, nesse período pós-pandemia, os líderes precisarão gerenciar processos mais complexos e contar com um time alinhado e plural.
A palestra será ministrada por Vanessa Domingues, especialista em desenvolvimento de líderes/equipes.
Na palestra, Vanessa irá apresentar os estilos de liderança e debater sobre as relações de trabalho, como lidar com as novas demandas das equipes, quais as exigências e perspectivas.
Sobre o e-book
A princípio, o e-book “Estilos de Liderança” traz as principais competências necessárias ao líder que busca alta performance.
Contanto com os autores Daniel Goleman, Peter Drucker, Stephen Covey, entre outros, que realizaram estudos com diversos líderes sobre traços de personalidade e suas comparações.
E confirmaram que líderes eficazes não apresentam necessariamente as mesmas características ou individualidades que os tornam excelentes.
Isto é, eles buscaram enfatizar as atitudes que diferenciam os tipos de liderança observados e que os tornavam líderes de sucesso.
Dessa forma, em vez de focar nas características dos líderes eficazes, os pesquisadores observaram o que e como eles faziam com frequência.
Já que, não existe somente um tipo de liderança e os líderes eficazes definem o seu estilo conforme a situação em que se encontram e as estratégias que o negócio exige no momento.
Liderança pós-pandemia
Ministrada por: Vanessa Domingues
Data: 19 de dezembro/2022
Horário: Às 20h
Realização: Academia da Alta Performance Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Pensando na demanda industrial por materiais cada vez mais sustentáveis, a plataforma 3DEXPERIENCE, da Dassault Systèmes, oferece recursos que ajudam as empresas a criarem designs de embalagens mais sustentáveis e eficientes.
Isto é, por meio das aplicações de Gêmeos Virtuais, equipes de diferentes áreas dentro de uma mesma empresa podem simular e testar novas embalagens antes da produção.
Esses Gêmeos Virtuais, funcionam como réplicas virtuais totalmente preparadas para simular todos os processos e características específicas do projeto, desde a concepção do design até o uso e descarte dos clientes.
De forma prática, um Gêmeo Virtual é uma representação computadorizada e em tempo real de um produto, processo ou sistema.
Podendo ser tão simples quanto uma garrafa plástica ou tão complexo quanto uma cidade inteira.
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Atualmente, empresas dos mais diversos segmentos já estão utilizando essas soluções de simulação e modelo tridimensional.
Os exemplos vão desde a concepção de novas embalagens plásticas sustentáveis, como é o caso da RETAL, um dos maiores fabricantes de pré-formados PET da Europa e Ásia Central.
Assim, com a plataforma 3DEXPERIENCE, a empresa tem conseguido encontrar soluções para criar rapidamente alternativas diferentes para os clientes em diferentes regiões do planeta.
Ou seja, encontrando e avaliando diferentes materiais, formatos e sistemas de produção em um ambiente digital, antes mesmo de qualquer prototipagem física.
O impacto da plataforma no mercado
Outros mercados também são impactados pela adoção de ferramentas digitais, utilizando recursos de Gêmeos Digitais e de gestão digital de projetos da ideação do produto até a logística para a entrega aos clientes.
Como a Família Torres, tradicional vinícola espanhola com mais de 150 anos de história, por exemplo.
Que tem utilizado as soluções da Dassault Systèmes para conduzir suas atividades de desenvolvimento de produtos. O que inclui aprovação de artes, layouts de caixas e designs de etiquetas.
Dessa forma, através da plataforma 3DEXPERIENCE, a companhia pode avançar em sua abordagem de ‘melhoria contínua’.
Isto é, inclusive do ponto de vista da sustentabilidade, ajudando a fornecer insights para reduzir a pegada de carbono de suas embalagens e ao ajudar a otimizar.
Bem como, nas configurações logísticas de transporte para galpões, distribuidoras e clientes.
Rastreamento da pegada de carbono
A plataforma reúne tecnologias como análise de dados avançada, Inteligência Artificial, modelagem 3D e recursos de visualização em tempo real.
Assim, as ferramentas da plataforma 3DEXPERIENCE permitem identificar a potencial aplicabilidade do projeto.
Além disso, permite rastrear a pegada de carbono das operações e processos, mostrando em detalhes quanto de energia e água é consumida.
E ainda, quais são as características logísticas, de descarte e de reutilização necessárias para mitigar possíveis impactos para as novas gerações.
Esses modelos baseados em software podem ajudar a avaliar, também, diferentes composições a serem utilizadas na produção das embalagens ou recipientes.
Isso significa, a chance de avaliar novas matérias-primas, caminhos para inserir insumos reciclados ou biodegradáveis de forma prática e para maximizar a eficiência e reduzir emissões de carbono.
Por isso, a solução em Nuvem Perfect Package da Dassault Systèmes pode agilizar o processo para a empresa repensar e reinventar o design de embalagens, em uma proposta de produções mais sustentáveis.
Com a plataforma 3DEXPERIENCE, as empresas são capazes de adotar estratégias ecologicamente corretas.
Com isso, mantêm suas responsabilidades corporativas e sociais ao mesmo tempo que buscam aumentar a taxa de clientes recorrentes. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Para 2023, a CNI reduziu a previsão sobre o ritmo de crescimento do PIB, a Confederação Nacional da Indústria acredita que a expansão do PIB seja de 1,6%. Bem menor que os 3,1% projetados para este ano. Isso porque, as altas taxas de juros, a inflação elevada e o menor crescimento mundial influenciam essa perspectiva.
A princípio, esses dados fazem parte do documento Economia Brasileira 2022-2023, divulgado pela CNI. Na indústria, a previsão é de alta de 0,8% do PIB em 2023, também um desempenho menor do que a expansão de 1,8% prevista para este ano.
Já na indústria de transformação se espera um crescimento de 0,3%, com expectativa de desempenhos setoriais diferentes.
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Isto é, os produtores de bens mais sensíveis à renda com desempenho mais favorável do que as indústrias com produtos mais sensíveis ao crédito, que terão mais dificuldades em função dos juros elevados.
Além disso, o PIB da indústria de construção ficará em torno de 2,0% para 2023.
Para o gerente-executivo de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, o crescimento esperado para 2023 será puxado pelo setor de serviços.
Sendo uma continuidade da expansão do número de pessoas com trabalho e da massa salarial real.
Telles afirma que: “Também contribui para o crescimento de 2023 a expectativa de forte aumento dos gastos do governo. A CNI estima que as despesas primárias do governo federal tenham crescimento real de 10% em 2023".
O cenário fiscal de 2023
O governo federal deve encerrar 2022 com superávit primário de R$ 75,1 bilhões (0,9% do PIB projetado pela CNI), o primeiro superávit desde 2013.
No entanto, o cenário fiscal de 2023, contudo, será diferente. Isso porque, a PEC da Transição possibilita a expansão adicional de até R$ 200 bilhões nas despesas primárias do governo federal em 2023, fora do teto de gastos.
Assim, a expansão dos gastos pode gerar efeitos positivos quanto ao crescimento do PIB em um primeiro momento.
Mas também, pode trazer consequências negativas para a economia brasileira, com aumento da inflação, desvalorização do câmbio e aumento dos juros.
Por isso, para criar as bases de um crescimento sustentável, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, avalia que a prioridade para 2023 precisa ser a reforma tributária.
Já que a PEC 110, que tramita no Congresso, contempla as principais demandas do setor produtivo.
Como, por exemplo, a eliminação da cumulatividade e imediata recuperação dos créditos tributários devidos e não pagos.
Bem como, a correção de distorções do sistema tributário atual, que levam à perda de competitividade da indústria e de eficiência da economia.
Para Braga, o Brasil está muito atrasado na adoção de uma política industrial moderna.
Segundo ele, todas as nações desenvolvidas, e mesmo algumas que estão em estágio similar ao do Brasil, têm atuado para fortalecer ao máximo suas indústrias. “Sobretudo porque vivemos atualmente em um cenário de acirrada rivalidade entre os estados nacionais, barreiras comerciais e remodelação das cadeias globais de valor”, destacou.
Previsão sobre os saldos gerais para 2023
A CNI prevê inflação de 5,4% em 2023. Para a taxa de juros, a projeção é de Selic média de 13,5%, com taxa ao final do ano em 11,75%.
Para o câmbio, a previsão é que a média do ano fique em R$ 5,33. Sobretudo, a entidade ainda prevê uma taxa de desemprego média de 8,9% no ano que vem.
Além disso, se estima também que as contas públicas terão um déficit primário de 2% do PIB em 2023.
Assim, tendo como resultado nominal negativo em 8,3% e dívida pública bruta em 78,8% do PIB. Para o saldo comercial, a estimativa é de US$ 55,9 bi no ano que vem.
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Embora a pandemia tenha desorganizado a cadeia de reciclagem, o setor voltou a avançar no Brasil em 2021. Isso porque, o volume de produção de plásticos reciclados superou a marca de 1 milhão de toneladas, alta de 14,3% frente ao ano anterior. Já o índice de plásticos pós-consumo que foram reciclados ficou em 23,4%.
A princípio, os dados constam de um estudo encomendado à MaxiQuim pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), parceria Abiplast, entidade que representa os transformadores.
Realizado desde 2018, o levantamento indica que 2021 foi um ano de transição para esse setor, com crescimento estrutural e rumo a uma indústria mais consolidada, segundo a sócia fundadora da consultoria, Solange Stumpf.
Para ela, os números da pesquisa mostram que houve um crescimento mais estrutural da indústria, como setor mais consolidado e competitivo. “Essa evolução está acontecendo há alguns anos, mas teve algum descompasso com a pandemia”, diz Stumpf.
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Dessa forma, olhando para a frente, a expectativa é de mais crescimento, em ritmo potencialmente maior. “2021 ainda foi um ano de transição da pandemia e a indústria também sofreu muito com os altos custos de produção.”
Além da maior disponibilidade de resíduos, o aumento na produção de plástico reciclado pós-consumo reflete o uso crescente de material reciclado.
Por isso, compromissos de redução da pegada de carbono assumidos pelas grandes marcas, incluindo a adoção de percentual crescente de material reciclado (ou PCR) em embalagens, por exemplo, contribuem para o avanço da produção.
A reciclagem da resina PET
A resina PET continua respondendo pelo maior volume, com 40% do total produzido no ano passado.
Em seguida vem o polietileno de alta densidade (20%), polipropileno (17%) e polietilenos de baixa densidade (15%).
Sobretudo, o censo recém-divulgado pela Abipet indicou que o mercado de reciclagem de embalagens PET acentuou a tendência de crescimento.
No ano passado, 359 mil toneladas de embalagens PET pós-consumo receberam a destinação adequada, crescimento de 15,4% sobre 2019, ano em que havia sido realizado o último levantamento.
Ou seja, isso significa que o Brasil reciclou 56,4% das embalagens pós-consumo de PET em 2021.
Faturamento e avanço do setor
A comparação dos dados do levantamento da MaxiQuim em três anos mostra que o faturamento bruto da reciclagem de plásticos cresceu quase 65%.
Enquanto o número de empresas recuou 5,4%, com o surgimento de companhias de maior envergadura.
Ainda de acordo com o estudo, o setor foi formado, no ano passado, por 677 empresas, frente a 716 em 2018.
Nesse sentido, com faturamento de cerca de R$ 4 bilhões e 16,9 mil empregos diretos. “Fica mais evidente que não é mais indústria com ‘players’ pouco estruturados. Hoje, a indústria de reciclagem está bem mais perto do setor transformador”, ressalta Stumpf.
Ainda mais, o consumo de resíduo plástico na reciclagem, que inclui ainda o resíduo pós-industrial.
Que por sua vez, chegou a 1,5 milhão de toneladas no ano passado, com expansão de 13,2% ante 2020.
Assim, o estudo mostra que, desse volume, pouco mais de 1 milhão de toneladas, ou 67,4%, se referem a itens de uso único.
Isto é, incluindo embalagens rígidas e flexíveis e outros tipos de descartáveis.
Outro dado relevante do estudo é o avanço da reciclagem para outras regiões do país, aponta Stumpf.
Em 2021, a expansão da produção de plástico reciclado no Nordeste cresceu 30,3%, acima da média da indústria.
Isso porque, houve abertura de unidades de empresas do Sul e Sudeste na região e por razões logísticas. “A logística reversa é uma solução muito importante. Onde há programas implementados, vemos um avanço na reciclagem”, acrescenta a executiva.
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Até 2040, o Brasil pretende recuperar 50% de todas as embalagens plásticas geradas, evitando o descarte incorreto. Foi o que o governo brasileiro assumiu como compromisso no Comitê Intergovernamental de Negociação da ONU.
Essa pauta surge devido todos os anos, milhões de toneladas de plásticos acabam tendo destino incorretos no país.
Por isso, o descarte inadequado de embalagens criou um dos maiores desafios da atualidade.
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Segundo o ministro do meio ambiente, Joaquim Leite, a reciclagem é uma ferramenta importante na promoção da eficiência energética.
Isso porque, o uso de plástico reciclado, por exemplo, reduz o impacto da energia e das emissões em mais de 50%.
Para outros materiais recicláveis, como papel, isso pode chegar até 80%. Apenas em 2021, no Brasil, foram recicladas 33 bilhões de latas de alumínio, cerca de 99% do total comercializado, um recorde mundial.
A lata feita a partir da reciclagem usa 70% menos energia e emite 71% menos gases de efeito estufa.
Outro ponto destaque é a logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas. Uma vez que, o índice brasileiro chega a 94%, bem acima dos segundos colocados, França e Alemanha, com 70%.
A luta pelo fim dos lixões
A destinação ambientalmente correta é aliada na luta pelo fim dos lixões. O Recicla+ criou o inovador crédito de reciclagem, permitindo que empresas comprem esses créditos para cumprirem as metas de logística reversa.
Dessa forma, iniciativas como a Escolas +Verdes atuam na formação do indivíduo, promovendo a educação ambiental na prática.
Até o momento, o programa Lixão Zero já fechou mais de 800 lixões em todo o Brasil.
Sobretudo, o Lixo Zero é um movimento em prol de uma sociedade sem lixo, em que os materiais orgânicos se torna adubo e os materiais recicláveis se reintroduz na cadeia produtiva.
Assim, potencializando ao máximo o reaproveitamento de resíduos e a redução ou fim do encaminhamento de lixo para os aterros sanitários e lixões.
Segundo a Aliança Internacional do Lixo Zero, o conceito representa um objetivo ético, econômico, pedagógico, eficiente e visionário.
Com foco na orientação da sociedade para a mudança do estilo de vida e para práticas que incentivem a sustentabilidade.
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Completando seis anos de operação, o programa Tampinha Legal atingiu 1000 toneladas de tampas plásticas recolhidas, uma marca histórica, equivalente a 83 carretas de matéria-prima. Com isso, o projeto transforma os materiais em 2,3 milhões de reais destinados integralmente para as 309 entidades assistenciais participantes.
Sobretudo, foi contabilizado uma arrecadação com mais de 555 milhões de unidades do material.
Até o momento existem 3.100 postos de coleta distribuídos pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás, Distrito Federal e Bahia.
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Segundo Simara Souza, gerente do Instituto SustenPlást, o programa Tampinha Legal promove qualidade de vida a todas as comunidades participantes.
Isso porque, através dos recursos obtidos é possível adquirir os mantimentos necessários, como medicamentos, alimentos, equipamentos e outros.
O plástico é um material 100% reciclável e, quando retorna para a indústria, transforma-se em potes, vassouras, pás, baldes, bacias e diversos outros artefatos.
Assim, diminuindo as pegadas de carbono e hídrica contribuindo diretamente para a sustentabilidade econômica, social e ambiental.
A princípio, o programa propõe ações modificadoras de comportamento na sociedade.
A fim de aumentar os níveis de esclarecimento a respeito dos materiais plásticos e do seu destino adequado, além de atender aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), Logística Reversa e iniciativas ESG.
Sobre o programa
O Tampinha Legal é uma realização do Instituto SustenPlást com o apoio do Movimento Plástico Transforma.
Através de ações modificadoras de comportamento de massa, conscientiza sobre os resíduos plásticos e seu destino adequado e faz com que a economia circular ocorra na prática.
Dessa forma, todos os segmentos da sociedade são convidados a recolher tampas plásticas e destiná-las para entidades assistenciais cadastradas junto ao programa que busca a melhor valorização de mercado para o material.
Além disso, os valores obtidos são destinados integralmente para as entidades assistenciais participantes sem rateios de material ou repasses de valores.
O programa não recebe comissões e/ou gratificações sobre o material coletado.
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Plástico que vira propano
Para dar utilidade a resíduos descartados, químicos criaram uma reação quase universal que permitirá que a maior parte dos resíduos plásticos seja convertida em propano.
A princípio, o propano é usado para aquecer, cozinhar e na indústria para fabricar mercadorias.
Com a reação química para descartar resíduos plásticos, é esperado ser economicamente viável para que o processo se propague em todo o mundo.
Os químicos do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) partiram do fato de que, por mais complexa que seja a composição química do plástico, cada um deles terá cadeias de carbono e hidrogênio, e há a maioria deles em relação a outros elementos.
Dessa forma, a seleção de catalisadores para a reação de decomposição e a conversão de plástico em propano revelou a combinação ideal de uma substância porosa e de fluxo livre como zeólita com cobalto.
As reações ocorrem nos poros da zeólita, que suporta o cobalto em estado ativo.
A saída é uma mistura de gases (dependendo do tipo de plástico degradável) com predominância significativa de propano.
Apesar da descoberta, até agora, a reação proposta é se reproduzir apenas em condições de laboratório. Ainda está longe da aplicação industrial.
Experiência sensorial
Para conscientizar os consumidores sobre a importância da reciclagem, a Natura está promovendo uma experiência sensorial e olfativa com um caminhão que percorrerá as cidades de São Paulo, Santos e Curitiba em dezembro.
Ao longo da ativação, que ficará em exposição por tempo limitado em cada uma das cidades, as pessoas poderão entrar no caminhão e viver experiências interativas.
Nelas se demonstram desde o processo de retirada dos resíduos plásticos do litoral, reforçando a atenção da marca na busca por escolhas que respeitam a vida das águas.
A princípio, essa iniciativa parte depois da Natura anunciar ao longo de 2022 o relançamento das embalagens de Kaiak, feitas agora com mais de 50% de plástico reciclado recolhido do litoral brasileiro.
Denise Coutinho, diretora de Marketing da Natura Brasil, afirma: “Entendemos que é preciso agir e queremos reutilizar cerca de 102 toneladas de plástico ao ano só na produção das embalagens de Kaiak. Convidamos todos e todas a conhecer de perto todo esse processo em nossas ativações nas cidades de São Paulo, Santos e Curitiba”.
Dessa forma, além de conhecer melhor o envolvimento nesse contexto, enquanto estiverem no local, os visitantes poderão também se reenergizar com Kaiak.
Isto é, inspirado no frescor da natureza, mares e oceanos e conhecer o novo sistema de tampas intuitivas, que facilitam a abertura moderna e resistente do produto.
Premiação para reciclagem
A startup brasileira Eco Panplas foi premiada na Energy Globe World Award, principal evento ambiental do mundo, realizado em Viena, na Áustria. A empresa levou o troféu na categoria "Água" ao apresentar os resultados positivos de seu sistema de reciclagem de embalagens plásticas contaminadas com óleo lubrificante.
A princípio, o prêmio visa apresentar soluções sustentáveis para o público global.
E por isso, contou com mais de 180 países participantes e mais de 3 mil projetos inscritos.
No evento, a startup teve a representação com Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining, parceira da Eco Panplas em projetos de logística reversa inteligente.
Oliveira afirma: "Somos parceiros há muitos anos e tive o privilégio de representá-los nessa jornada. Hoje, o Brasil comemora e se orgulha de uma grande conquista e visibilidade extremamente positiva. Estamos avançando, cada vez, como um país pioneiro em ações e projetos sustentáveis".
Sobretudo, o projeto premiado se trata de um novo conceito que a Eco Panplas trouxe para o processo de reciclagem de embalagens plásticas de óleo lubrificante.
Isso porque, estas são descontaminadas sem a utilização de água, sem geração de resíduos e com rastreabilidade. Assim, resultando em benefícios socioambientais de impacto para toda cadeia produtiva, sociedade e meio ambiente.
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Apesar de pouco desenvolvida no Brasil, muito já se sabe sobre a indústria 4.0, que integra apenas 7% dos processos industriais no país. Porém, o Brasil agora se depara com o surgimento da indústria 5.0.
Seguindo o mesmo contexto da 4.0, proporciona avanços ainda maiores ao industrial. Ambas as evoluções surgiram a partir do aumento do processo de digitalização, em consequência da produtividade, bem como do aumento de alcance das empresas a nível global.
Porém, o que diferencia a indústria 5.0 da 4.0, é a organização dos processos produtivos e a atualização dos canais de atendimento.
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Isso porque, nesta nova evolução industrial, o objetivo é ir além da eficiência, produtividade e benefícios da digitalização em si.
É reforçar a contribuição e o papel-chave da indústria para a sociedade em áreas como a conservação e a exploração inteligente dos recursos, ou a mudança climática.
Ou seja, a indústria 5.0 traz a reorganização das atividades industriais, utilizando o processo de humanização na relação entre homem e máquina.
Bem como, estabelece a cultura em que as pessoas são o centro do processo, assim as inovações surgem para auxiliar as pessoas.
E valoriza o bem-estar dos colaboradores, dando novo significado às relações de trabalho, sejam elas sociais ou comerciais.
Assim, a indústria se transforma, principalmente se voltando para se converter num ambiente sustentável.
Como empresas podem implementar esse conceito em seus processos?
Constatando que a indústria 5.0 se volta para adoção de tecnologias diferenciadas, existe a exigência de uma nova visão no que se refere ao negócio e ao ambiente de trabalho.
Isto é, é necessário que haja adaptações, ainda mais voltadas para uma nova mentalidade no interior da empresa.
Para tanto, é necessário qualificar a equipe de colaboradores, de forma a utilizar e contribuir com as inovações.
Logo, as empresas precisam se tornar mais flexíveis em termos de mentalidade.
É interessante que a empresa se volte para captar dados e informações constantemente, desta forma, é possível tomar decisões mais acertadas.
Com a otimização dos dados de forma que consiga realizar o mapeamento de tendências e de comportamentos dos clientes, se antecipar às oportunidades ou ameaças.
Assim, é possível reduzir os riscos na hora de tomar decisões.
Outro ponto importante é a busca pela inovação, que vai desde a utilização dos meios mais modernos até os usos diferenciados dos produtos e serviços.
A busca por tecnologias atualizadas, bem como a implementação de metodologias ainda não muito utilizadas, geram as otimizações fundamentais para atingir o limite máximo que a indústria 5.0 pode oferecer.
Sobretudo, a indústria 5.0 transforma todas as relações existentes na empresa, sejam elas trabalhistas, sociais ou de consumo.
Assim sendo uma maneira de colocar frente a frente, homens e máquinas, em benefício da lucratividade na empresa. Valorizando as relações entre as pessoas.
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Completando dois anos desse feito, a ERT (Earth Renewable Technologies) é a primeira empresa na América Latina que fornece matéria-prima para embalagens plásticas que viram lixo orgânico. O plástico biodegradável da ERT se decompõe em até dois anos e pode virar adubo.
Isso porque, se levado a compostagem, vira adubo num prazo de 180 dias. A princípio, a empresa investiu R$ 50 milhões apenas este ano, tendo o desejo de produzir acima das atuais 3 mil toneladas de resinas por ano.
Esse investimento partiu dos clientes da XP Private, o que a startup almeja é chegar à marca de 35 mil toneladas por ano até 2025. Mesmo sendo um número pequeno para as milhões de toneladas movimentadas pelo mercado de plástico.
Mas trata-se do primeiro salto de crescimento para um mercado que a empresa vê como exponencial.
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Isto é, em meio a maior demanda de produtos sustentáveis por parte das empresas, aliada a uma vantagem comparativa relevante do Brasil neste ramo.
Kim Gurtensten Fabri, CEO da ERT explica: “O que a gente busca muito estando no Brasil é estar próximo da nossa matéria-prima, que é o açúcar, e realmente dar escalabilidade ao bioplástico”.
Segundo dados da Bioplastic Magazine, que compila os dados do setor, hoje o mercado de bioplásticos movimenta cerca de US$ 10 bi.
O que representa apenas 1,5% do total movimentado pela indústria do plástico em geral. A expectativa é que esse percentual passe para 6% em 2025 e 40% em 2030.
Como é feito o bioplástico?
O bioplástico da ERT é fabricado a partir do ácido lático obtido pela fermentação do açúcar.
Dessa forma, um dos principais diferenciais da startup é conseguir fazer um bioplástico resistente e não quebradiço, que pode ser utilizado também em embalagens rígidas.
Fabri afirma: “Patenteamos toda a parte de reforço do bioplástico, o que dá funcionalidade para o plástico sem que ele perca a compostabilidade, sem adicionar nenhum componente químico ou plástico de origem fóssil”.
A Puravida, marca brasileira de produtos alimentícios de origem natural que foi comprada neste ano pela Nestlé, foi uma das primeiras clientes da ERT. Ela usa o material nos potes da sua linha de polivitamínicos.
Além disso, outro cliente é a Embalixo, de sacos e sacolas plásticas, que tem uma linha compostável voltada para armazenamento de lixo orgânico.
O CEO ressalta que: “Temos muitos projetos em desenvolvimento na área de cosméticos e de bens de consumo”.
Em teoria, todo o plástico é reciclável, mas a ERT mira principalmente os mercados em que a reciclabilidade é baixa.
Ou seja, as embalagens rígidas de polietileno de baixa densidade e polipropileno, que vão em frascos de shampoo e amaciante, por exemplo.
E também as embalagens flexíveis, como as usadas em salgadinhos e biscoitos, por exemplo, e que acabam não chegando às recicladoras.
O custo para a produção
Com a tecnologia dominada, o custo é o maior obstáculo para a indústria ganhar escala, aponta o executivo. “Hoje, vemos um prêmio em cima das resinas de 1,8 a 3 vezes, dependendo da aplicação. E custo é um fator determinante para a indústria do plástico”.
O ácido lático utilizado na fabricação das resinas da ERT vem da Tailândia, que é um dos maiores produtores nesse setor.
No entanto, a empresa planeja avançar na cadeia para chegar à produção de matéria-prima no Brasil nos próximos anos.
Segundo o CEO, a companhia vê a verticalização como passo fundamental para a próxima etapa de crescimento.
Assim, uma nova captação não está nos planos no curto prazo. “Ainda estamos totalmente focados em investir, mas não pensamos numa nova rodada num futuro próximo. A nossa família controla a empresa. Não buscamos diluição e nem valuation maluco”, finaliza.
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Em reunião com associados, a ADIRPLAST, que reúne os distribuidores de resinas plásticas no Brasil, tomou a decisão de permanecer com Laércio Gonçalves na presidência da entidade pelos próximos dois anos.
Ou seja, Gonçalves se manterá como dirigente à frente da ADIRPLAST de 2022 a 2024.
Com isso, ele comenta que: "É uma honra continuar como presidente da entidade. Estamos desenvolvendo cada vez mais o nosso setor e trabalhando em pautas essenciais como a sustentabilidade de nossos negócios".
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Para o presidente, a ADIRPLAST continuará trabalhando para diminuir as desigualdades ou desequilíbrios fiscais entre empresas que atuam na distribuição e revendas.
Gonçalves explica: "Vamos também fortalecer a ampliação da representatividade da ADIRPLAST e investir em mais projetos de economia circular e sustentabilidade em conjunto com outras entidades".
Espaço destinado a economia circular
Sobretudo, a entidade lançou, este ano, o projeto Espaço Circularidade, no qual disponibiliza ao consumidor final informações sobre a Economia Circular.
Assim, os espaços estão presentes no Shopping ABC e Shopping Metrô Tatuapé.
Nesse sentido, o dirigente destaca que: "Nesta nova gestão vamos ampliar o nosso projeto para alcançar o maior número de público possível".
Cecília Vero, da Nova TIV, também segue como vice-presidente da entidade.
A vice-presidente finaliza dizendo que: "A ADIRPLAST é de extrema importância para todo o setor do varejo tanto em resina, plástico de engenharia, masterbatch e filmes biorientados”.
E segue, concluindo que: “Desde sua fundação em 2006, já desenvolvemos uma série de trabalhos, palestras e eventos que fortalecem o setor".
Conheça o quadro diretivo da ADIRPLAST 2022-2024
Diretoria Executiva:
Presidente: Laercio Gonçalves – Activas
Vice-presidente: Cecília Vero – Nova TIV
Secretário: Ricardo Mason – Fortymil
Tesoureiro: Osvaldo Cruz – Entec do Brasil
Diretores:
Claudia Savioli – Polymark
João Rodrigues – Thathi Polímeros
Erasmo Fraccalvieri – Tecnofilmes
Suplentes: Silvia Regina da Silva – Premix
Marcos Fávaro – HP Chem
Conselho Fiscal:
James Tavares – SM Resinas
Marcelo Prando – Replas
Rodrigo Fernandes – Eteno
Suplente: Wagner Catrasta - Actplus
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