O uso de plástico reciclado vem crescendo ano a ano na agenda de sustentabilidade da indústria automotiva. Isso porque, esse setor já percebeu que para reduzir emissões e descarbonizar o meio ambiente precisa ir além dos biocombustíveis.
Assim, mesmo que de forma tímida, e com maior presença no segmento de reposição, a adoção de resina reciclável no processo produtivo é uma realidade crescente.
Embora ainda esbarre na ausência de legislação de economia circular e reciclagem. Assim como, de maior apoio ao setor de coleta seletiva do poder público.
Leia mais:
De acordo com estimativa da consultoria MaxiQuim, até 2026 o mercado mundial de plásticos automotivos valerá até US$ 68,6 bilhões. Para efeito de comparação, em 2018 a cifra era de US$ 48,7 bilhões. Ou seja, deverá haver avanço de 41% nesse intervalo de oito anos, o equivalente a US$ 19,9 bilhões.
O gestor da área de energia e química sustentável da MaxiQuim, Maurício Jaroski, estima que, do total de plástico reciclado utilizado pela indústria automotiva, atualmente, de 4% a 5% tenham origem na reciclagem. É possível que até 2030 esta participação seja duplicada, chegando a até 10%.
Nesse sentido, Jaroski afirmou que esse avanço poderia ser ainda maior se houvesse uma padronização da sucata plástica que chega até as recicladoras no Brasil: “No momento em que isso ocorrer será possível usar resinas com pureza maior e, consequentemente, obter desempenho melhor para aplicações de maior valor agregado”.
Sistema de sucata manual
Devido ao fato de muitas das peças do setor automotivo terem quesitos de qualidade que, diversas vezes, uma resina reciclada não consegue atingir, no contexto atual é possível incorporar a resina reciclada na cadeia.
Embora, não em aplicações de altíssimo desempenho. Por isso, também é mais fácil a disseminação inicial por meio do setor de reposição e em itens que não envolvam a segurança do veículo.
Jaroski ponderou que o sistema de sucata no país é manual. Dessa forma, é comum que ela esteja contaminada com outros plásticos, contenha carga orgânica, com metais, umidade, lodo e outros polímeros plásticos.
Assim, diminuindo o desempenho de transformação para fazer, por exemplo, uma resina de alto desempenho.
Segundo ele, hoje o reciclador tem de se virar como pode. “Falta amadurecer nossos sistemas de coleta, o que depende não só dos sucateiros mas das cooperativas e dos sistemas de coleta municipais. É esse elo, que transfere resíduos plásticos do descarte até a recicladora, que precisa melhorar. É preciso profissionalizar esse processo, o que já vem acontecendo, mas leva tempo”, pontuou.
A princípio, os parachoques são os componentes que mais recebem insumo reciclável. Dentre as aplicações no ramo há exemplos desde autopeças até óleo lubrificante. A garrafa PET, por exemplo, torna-se fibra de poliéster e, depois, carpete para automóvel.
Além disso, também é transformada em cinto de segurança e em fita de arquear, muito utilizada no setor de transportes. O PET já é matéria-prima bastante presente na parte têxtil dos carros.
Diversas peças de reposição também são fabricadas com polipropileno reciclado, que pode ser obtido a partir de potes, bacias, baldes e móveis. Esse insumo está presente em parachoques, aerofolios e retrovisores. Até os painéis dos carros já utilizam em sua composição parte de plástico reciclado.
Consumo de resina reciclada no setor automotivo
Dados do monitoramento do índice de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo no Brasil, realizado pelo PICPlast em parceria com a MaxiQuim, apontam que em 2021 a indústria automotiva consumiu 47 mil toneladas de resinas plásticas recicladas.
Parachoques responderam por mais da metade desse consumo, com 27 mil toneladas.
Jaroski assinalou que o uso do insumo reciclado no setor ainda gera um efeito de redução no preço final, o que não é realidade em todas as indústrias, como a de fabricantes de bebidas.
Segundo ele, para o consumidor, um parachoque de segunda linha com resina reciclada pode ficar de 20% a 30% mais barata do que a original, que utiliza o plástico virgem.
Assim, se o comparativo for de duas peças de reposição, sendo que uma usa o plástico reciclado e outra não, a diferença do preço pode ficar em torno de 10% a 15%.
Jaroski conclui sinalizando que: “É preciso ponderar apenas que ela não é exatamente igual. Então pode ter diferença de cor e de resistência, pode não ser tão boa. Mas para o consumidor vale a pena.”
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:10
Por Fernando Brolo, sócio conselheiro e diretor Comercial da América Latina na Logithink IT.
Atualmente, a era 4.0 no Brasil vem crescendo de maneira exponencial. Cada vez mais as corporações brasileiras enxergam que a inovação pode abrir caminho para um futuro mais próspero, econômico e funcional.
Empresas de diferentes setores, desde o automobilístico até a área da medicina ou empresarial, por exemplo, direcionam seus investimentos para contar com tecnologias modernas.
Como Internet das Coisas (IoT), Big Data, Inteligência Artificial, robótica e impressão 3D, entre muitas outras, no seu cotidiano de atividades.
Leia mais:
Quando pensamos no segmento industrial, por exemplo, de acordo com pesquisa realizada pela CNI, em 2020, 69% das indústrias brasileiras já adotaram ao menos uma tecnologia da Indústria 4.0, como sensores, análise de dados e automação.
Apesar da pesquisa considerar apenas o setor industrial, este dado ajuda a ilustrar uma clara tendência da adesão dos players de diversos mercados pela Era do Futuro no País.
Mas quais são os reais motivos para que a era 4.0 venha ganhando tanta adesão das empresas nesses últimos anos? O que a torna tão popular entre os líderes e diretores empresariais? E mais, por que essas soluções tecnológicas representam um passo largo para o futuro? Explico-lhes na sequência.
Otimização e economia, pontos chave da Era 4.0
Como já mencionado, as funcionalidades desse novo contexto empresarial na era 4.0 promovem diversas vantagens para as companhias que a utilizam.
Isto é, incluindo desde a otimização de processos de produção, redução de desperdício e a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e do atendimento ao cliente.
Esses benefícios, capazes de tornar uma empresa mais eficiente, também podem operar com custos mais baixos, de forma que a deixe ainda mais competitiva no mercado.
Além disso, a Era 4.0, além de promover ganhos de qualidade, viabiliza que a empresa que a adere tenha uma gestão otimizada, que se traduz em uma maior eficiência e redução de custos.
A influência de bons parceiros no processo de digitalização
Adentrar à era 4.0 pode ser trabalhoso e custoso. Por isso, a transição e adesão a esse novo universo deve ser feita de maneira bem calculada, a fim de potencializar a efetividade e funcionamento da produção.
Portanto, para implementar as mais diversas soluções que ajudam a otimizar o dia a dia empresarial, contar com parceiros especializados e com expertise no setor é de extrema importância.
As parcerias que surgem para viabilizar essa nova realidade abrem caminhos para crescimentos conjuntos. Isto é, tanto da empresa interessada quanto da empresa que toma conta dos projetos de digitalização.
Dessa forma, todos os envolvidos podem se beneficiar desse novo quadro corporativo. Assim, possibilitando a potencialização de um momento de plena transição operacional e nova realidade empresarial.
A colaboração também impulsiona o trabalho cooperativo entre as partes, de forma que unam esforços para o desenvolvimento de projetos inovadores e compartilhem recursos e conhecimentos.
Nesse sentido, ambas passam a contar com maior criatividade e soluções mais inovadoras para ganhar destaque, visibilidade, relevância e crescimento no mercado corporativo.
Contudo, se avaliarmos de maneira geral e resumida, a era 4.0 apresenta como vantagens para as corporações que a aderem: o crescimento coletivo das empresas, a otimização da eficiência operacional, aprimoramento da experiência do cliente, abertura de novos mercados, estímulo à colaboração e inovação.
Ou seja, empresas aderem e conseguem se adaptar a este novo universo passam a aproveitar as oportunidades oferecidas por esta era. Assim, aumentando consideravelmente suas possibilidades de sucesso no mercado atual.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
A Feira Plástico Brasil é uma plataforma de oportunidades para a indústria do plástico. O evento que acontece entre os dias 27 a 31 de março no São Paulo Expo, será o espaço onde a Piovan do Brasil apresenta um panorama de suas soluções tecnológicas, em particular os sistemas dedicados ao processamento de material plástico por extrusão.
O Grupo estará no stand G040, expondo soluções em automação industrial com suas marcas Piovan, Aquatech, Penta e Doteco.
Assim, os visitantes poderão assistir a demonstrações do Winfactory 4.0, o software de supervisão digital, totalmente desenvolvido pela Piovan para manufaturas inteligentes, que faz o controle e gerenciamento do processo produtivo.
Leia mais:
Bem como, garante configurações automáticas de receitas, prevenção de erros humanos, repetibilidade de produção e rastreamento do produto.
Mais destaques da Piovan para a feira
Segundo Ricardo Prado Santos, CEO South America, os visitantes também poderão explorar dois ambientes virtuais. Isto é, sendo um especialmente dedicado à produção de filmes tubulares e outro para produção de preformas PET.
Na área de transporte e manuseio de matéria prima no formato de pó, o EasyPowder da Penta, especialmente desenvolvido para alimentação de compostos de PVC.
O MobileDewPoint, um medidor portátil de ponto de trabalho, pronto para uso, que permite leitura imediata.
Este, conecta-se ao sistema de desumidificação, e o dosador gravimétrico de alta precisão Quantum, agora produzido no Brasil.
Além disso, o CEO destaca na área de resfriamento de processos, “a ampliação de modelos e capacidades de nossa linha de Dry Collers - Aryacool e os chillers ecológicos da linha Slim da Aquatech”.
Ele acrescenta: “Completando nossas soluções de reciclagem, exibimos o quickTron, o detector e separador de metais da Bunting Magnetics, que estará em funcionamento no stand”.
Nesta edição, “destacamos a área de extrusão com as soluções tecnológicas da Doteco, e apresentamos o dosador gravimétrico Grado Adroit que controla o peso/metro na produção de filmes tubulares e perfis, e o Vento, novo anel de ar que controla automaticamente a espessura do filme”, finaliza.
Expectativa para maior feira do plástico
A 3a edição da feira Plástico Brasil contará com 40.000m2 de exposição, mais de 800 marcas expositoras, diversas atrações e mais de 80 horas de conteúdos que abordarão os temas mais desafiadores.
Como, por exemplo, sustentabilidade, impacto do plástico no mundo, preservação de recursos naturais e circularidade, entre outros.
Dessa forma, a expectativa é que o evento receba mais de 45.000 profissionais da cadeia do plástico.
Uma vez que, a Plástico Brasil já se consolidou como a feira mais completa, e o mais importante ponto de encontro para o setor na América do Sul.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:10
A ROMI, empresa líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais, apresenta sua nova linha de injetoras para plásticos na Feira Plástico Brasil 2023, que acontece entre os dias 27 a 31 de março, na São Paulo Expo.
Mauricio Lanzellotti Lopes, Diretor de Comercialização, afirma estar positivo e esperançoso com a participação no evento. “Estamos confiantes em podermos mais uma vez apresentarmos ao mercado nossa tecnologia, principalmente com o lançamento de uma nova linha de máquinas".
Para o diretor de comercialização, o evento reforça a participação no mercado de injeção de plásticos e oferece à indústria uma linha mais versátil e adequada à necessidade do setor, tanto nacional quanto para o mercado externo.
Além disso, a empresa segue mais um ano como patrocinadora do evento e terá um estande de 500m², onde serão exibidos 6 equipamentos, sendo duas máquinas sopradoras e quatro injetoras para plásticos.
Leia mais:
Sobre os destaques para exposição
A princípio, a ROMI irá apresentar as sopradoras ROMI P 5L e ROMI C 5TD. Lopes, ressalta “a ROMI P 5L é uma sopradora por extrusão contínua desenvolvida para sopro de frascos de até 5 litros”.
Além das máquinas para plásticos, a ROMI também irá apresentar um Centro de Usinagem Vertical, modelo ROMI D 800 - Nova Geração, equipamento de alta performance e produtividade, principalmente trabalhos de ferramentaria e fabricação de moldes.
Segundo Lopes, a máquina possui programador de Parison com 512 pontos de perfil e controle independente da temperatura nas zonas de aquecimento do cabeçote. Assim, tendo opção de rebarbação automática, extrator de peças e aplicação de view-stripe.
Já a sopradora ROMI C 5TD, também funciona por extrusão contínua, porém se diferencia por ter mesa dupla para alta produtividade.
A máquina se destaca pela área de molde maior e força de fechamento elevada. “Uma vez que, possui rebarbação automática e extração de peças standard, contando também com programador de Parison com 512 pontos de perfil e controle independente das temperaturas nas zonas de aquecimento do cabeçote”, explica.
Além disso, sobre as novas injetoras, são máquinas que trarão ganhos significativos em espaço entre colunas, produtividade e economia de energia.
Espaço perfeito para novos negócios
De acordo com Lopes, a geração de negócios e apresentação de produtos na Feira Plástico Brasil, costuma gerar resultados significativos ao longo do ano para a ROMI.
Isso porque, “é a oportunidade de clientes se conectarem com a marca e com os produtos. Mesmo que a projeção de investimento seja para o futuro, o cliente pode conferir de perto se o equipamento é ideal para sua aplicação”.
Ainda nesse sentido, ele ressalta que "desde 2022, quando retomamos nossa participação em eventos presenciais, sempre obtivemos excelentes resultados. Acreditamos que o público está ansioso para conferir de perto as novas tecnologias e equipamentos ROMI, o que nos proporciona ótimos negócios”.
E finaliza que a expectativa é que esta tendência se mantenha e que os eventos presenciais permaneçam como canal de comunicação e conexão com nossos clientes.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:10
Segundo dados da CNI, entre 2010 e 2020, o avanço da participação das mulheres no setor industrial foi pequeno: de 23,4% para 24,2% do total de trabalhadores.
Já que março é o mês que celebra internacionalmente a mulher, o tema traz reflexão sobre a atuação feminina em alguns setores da indústria.
Além disso, apenas 8% dos cargos de CEO são ocupados por mulheres, segundo o Índice de Igualdade de Gênero 2023 da Bloomberg.
Leia mais:
Já quando se trata de cargos de liderança no geral, segundo o IBGE, 37,4% das cadeiras gerenciais se ocupadam por mulheres no país.
As mulheres do plástico
Uma das figuras de liderança feminina, Simone Orosco, sócia-proprietária da C3P2, acredita que ainda há um longo caminho a ser seguido.
Com mais de 30 anos na indústria plástica, Orosco atua com representação de vendas e educação a respeito do plástico.
A empresária percebe uma lacuna entre as experiências profissionais femininas e masculinas.
Isso porque, segundo ela, “é preciso que a mulher se esforce muito mais para provar o seu valor e mostrar que o que você está falando é com base em conhecimento e experiência”.
Um exemplo disso, ao longo de sua carreira, Simone precisou lidar com alguns desafios dessa natureza, principalmente quando foi gerente de produção.
Ela relembra: “Foi difícil porque era necessário tomar decisões rápidas, já que a produção não para, e eu era a única mulher com homens que já trabalhavam ali há 20, 30 anos. Assim, tomar uma decisão contrária ao que eles acreditavam ser certo era o mais complicado”.
No entanto, para ela, sua missão foi cumprida com sucesso. “No fim eu consegui fazer o que tinha que ser feito e conquistei amigos, sou respeitada até hoje por essas pessoas. Foi uma questão de provar o meu valor”.
Hoje ela lidera sua própria empresa em sociedade com a amiga Adriane Wontroba, que também tem experiência no setor.
Cada dia um desafio
Não diferente de Simone, Ana Rita Segismundo Molessani, sócia na empresa de representação comercial de matérias-primas plásticas S&M Representações, encara os desafios diários que o setor do plástico lhe impõe.
Para ela, sobretudo na área da indústria, a mulher tem que se preparar muito bem tecnicamente e emocionalmente porque cada dia é um desafio. “É preciso se impor como uma profissional e fazer aparecer a oportunidade. Se ficar sentada esperando, não vai acontecer”, acredita a química, que está há quase 40 anos na área do plástico.
Ela ainda afirma que: “Quando nós (mulheres) entrávamos para uma empresa, éramos a minoria da minoria. Na área do laboratório, por exemplo, que foi onde eu comecei, era só eu de mulher entre quatro homens. Entrei jovem ainda, com experiência zero, para ser estagiária. Naquela época, eu sofria por ser mulher. Então, temos que ter determinação e saber o que a gente realmente quer ter de conquista na vida”, ressalta Segiemundo.
Além disso, a empreendedora também já foi professora do SENAI e lecionou para muitas mulheres que hoje seguem na área.
Nesse sentido, para Simone Orosco, a experiência que a mulher tem ao administrar com sucesso suas várias vidas, enquanto dona de casa, esposa, mãe e profissional, pode ser um diferencial na tomada de decisões.
Ela destaca: “O que eu vejo é que as mulheres se dedicam muito, trabalham muito e conseguem resultados. Bem como, conseguem melhorar o ambiente de trabalho, promovendo uma interação mais leve e melhor entre as pessoas”.
Apesar de críticas ao momento atual, Orosco tem esperanças para o futuro. “É um caminho longo a ser seguido, mas que vai melhorar”, finaliza.
Aumento da Produtividade
Outro ponto importante, apontado pelo relatório Diversity Matters: Latin America, da McKinsey&Company, indica que, uma empresa mais diversa tem uma performance financeira 20% melhor.
Isso porque, segundo o estudo, uma empresa com mais igualdade é uma empresa com funcionários mais satisfeitos e que performam melhor.
Simone Carvalho, do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, concorda. “É possível ver, na prática, na indústria de transformação do plástico, como empresas que são mais diversas, principalmente com maior presença feminina, têm melhores resultados.”, afirma.
Como exemplo positivo de iniciativa voltada a aumentar a presença de mulheres nos altos cargos das empresas, o Programa Diversidade em Conselho, realizado pelo Instituto Brasileiro Governança Corporativa (IBGC), busca formar um banco de dados com nomes de mulheres preparadas para assumir cargos em conselhos.
Assim, o projeto, que está entrando em sua sétima turma, com no máximo 35 participantes, tem como foco, executivas já experientes e que ocupam altos cargos em empresas.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:16
Refugiados de rohingya, que fugiram por causa da perseguição em Mianmar, começaram a testar abrigos construídos com um novo plástico. Ele é acessível, produzido à base de plantas, fabricado localmente e ainda dura mais.
Essa invenção está sendo usada nos campos de refugiados que ficam perto da costa de Bangladesh.
Quando um tufão atingiu a região, em 2022, essas novas casas não foram danificadas, ao contrário de outros barracos próximos.
Segundo Alex Blum, CEO da startup Applied Bioplastics, o material é barato e não requer energia para ser produzido nem treinamento ou equipamento especializado. “Apenas alguns produtos químicos comuns no mercado”.
Leia mais:
Assim, ele afirma que pode-se criar moradias baratas para milhões de pessoas de forma ecologicamente correta e digna. “Não estamos falando de tendas; estamos falando de casas”, garante.
Sobretudo, Blum viajou para Bangladesh para fazer um filme sobre a crise dos refugiados. Lá, conheceu um cientista que vinha desenvolvendo o material há mais de duas décadas.
O inventor, Mubarek Ahmad Khan, “é um químico, não um homem de negócios. “Ele não conseguiu comercializar o produto sozinho”, conta Blum, que acabou convencendo Khan a deixar a Applied Bioplastics trazê-lo para o mercado.
A princípio, o projeto básico é muito simples. Uma planta cultivada localmente, a juta, é tecida em uma fibra áspera, pintada com resina plástica e aquecida em um molde que forma paredes ou telhados resistentes em cerca de uma hora.
Dessa forma, o material resiste ao calor, tornando as casas bem mais frescas do que tendas ou abrigos feitos de materiais como estanho.
Além de ser forte o suficiente para resistir a um tufão e, ao contrário de lona, não pode ser facilmente cortada por ladrões ou invadida por ratos.
Casas que podem durar décadas
Em teoria, as casas construídas com esse material podem durar décadas, embora também possam se facilmente desmontadar, movidas e reconstruídas se um acampamento temporário tiver que fechar.
Isso porque, o material também pode ser triturado e reciclado em novo plástico.
Cultivar a fibra, tecê-la e fazer paredes e telhados: todos esses processos podem ser feitos localmente, ajudando uma economia em dificuldades.
Bem como, potencialmente, aliviando parte do ressentimento que alguns moradores sentem em relação aos recém-chegados.
Assim, construir uma casa de 45 metros quadrados, que pode abrigar uma família de até 10 pessoas, custa cerca de US$ 1 mil.
Depois de um teste piloto de um ano em seis casas, junto com a organização sem fins lucrativos, Caritas e com a organização de pesquisa em saúde International Center for Diarrheal Disease Research (Centro Internacional de Pesquisa sobre Diarreia), a Applied Bioplastics está agora em negociações com a ONU para construir mais unidades.
Blum diz que sua empresa não está tentando lucrar com o projeto e o novo plástico. Porém, essa mesma tecnologia básica pode se usar para fazer um plástico de baixo teor de carbono.
Isto é, sendo parcialmente à base de plantas, chamado BioFi, que a Blum está tentando vender para produtores de plásticos como sua principal linha de produtos.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:5
Casas de plástico
O MAST, um escritório de arquitetura dinamarquês, criou o projeto “Land on Water”, que consiste em um sistema que permite a construção de parques de acampamentos, casas flutuantes e áreas públicas utilizando plástico reciclado.
A princípio, o sistema inovador utiliza “gaiolas” moduladas, preenchidas com materiais flutuantes locais para criar uma base segura para flutuar.
Assim, possibilitando a construção de estruturas de suporte de peso.
Além disso, o projeto se desenvolveu para fornecer um habitat ótimo para peixes e moluscos, bem como um ponto de ancoragem para algas marinhas.
O sistema “Land on Water” pode ser facilmente adaptado e ajustado para suportar diferentes pesos e formas. Assim se tornando uma solução resiliente e adaptável ao clima.
Com isso, o projeto também oferece uma alternativa sustentável e orgânica às grandes cidades flutuantes planejadas atualmente em desenvolvimento.
O escritório de arquitetura está construindo um modelo preliminar de um pavilhão flutuante utilizando o sistema “Land on Water” e está procurando parceiros interessados em construir estruturas flutuantes avançadas e amigas do ambiente.
As casas flutuantes se tornam uma opção inovadora e sustentável de arquitetura, que podem se utilizar em projetos comerciais, residenciais e institucionais.
Embora o preço dependa da qualidade dos materiais utilizados, o sistema “Land on Water” oferece uma solução acessível e ecológica.
Mais de 500 quilos de plástico reciclado
A Emirates, companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos, reciclou mais de 500 mil quilos de plástico e vidro durante o ano de 2022 de garrafas coletadas a bordo. Essa quantia é quase o peso de uma aeronave A380 da Emirates totalmente carregada.
Isso porque, a cada voo que aterrissa em Dubai, a tripulação de cabine da Emirates trabalha rápido para separar as garrafas de vidro e plástico, que são depois enviadas para uma usina de reciclagem em Dubai. Se sapara o vidro por cor e triturado.
Depois, os cacos de vidro prontos para fundição são enviados a fabricantes de vidro nos Emirados Árabes Unidos para uso em misturas na fabricação de novas garrafas.
Se higieniza as garrafas de plástico, em seguida se corta em flocos. Elas também são derretidas em pellets e enviadas aos fabricantes para a produção de outros produtos de plástico.
Dessa forma, a Emirates e a Emirates Flight Catering deixam de enviar milhares de quilos de vidro e plástico aos aterros todos os anos.
As embalagens recicláveis da Nestlé
A Nestlé conta com 81,9% de suas embalagens de plástico recicláveis. Assim, a multinacional reforça o seu compromisso na redução para metade das emissões de gases com efeito de estufa, até 2030, e atingir a neutralidade carbónica, até 2050.
A companhia ainda comprometeu-se a tornar 100% das suas embalagens reciclável ou reutilizável e a aumentar a utilização de plástico reciclado em um terço.
Um objetivo, aliás, que conta já com uma redução de 10,5%, desde 2018, o ano considerado base para redução.
Sobretudo, este compromisso significa utilizar mais material reciclado, criar mais embalagens reutilizáveis ou removê-las totalmente sempre que possível.
No início de 2020, a Nestlé anunciou um investimento de até dois mil milhões de francos suíços para acelerar a utilização de plásticos reciclados de qualidade alimentar e o desenvolvimento de soluções inovadoras de embalagens.
Bem como, criar um fundo de capital de risco para embalagens sustentáveis, no valor de 250 milhões de francos suíços.
Isto é, seguindo o objetivo de progredir nos seus compromissos de circularidade, tem havido esforços tanto na conceção das embalagens.
Contudo, independentemente do tipo de material utilizado nas embalagens, qualquer um é considerado efetivamente reciclado se existir um sistema de infraestruturas que apoie a sua reciclagem.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:10
Em sua primeira edição presencial pós pandemia, marcada para acontecer entre os dias 27 a 31 de março, a Feira Plástico Brasil 2023, vai oferecer uma série de atividades voltadas ao segmento da transformação de plásticos. O evento acontece na São Paulo Expo.
O objetivo é criar uma experiência completa para quem busca inovação, networking e a possibilidade de efetivar negócios.
A princípio, uma das atrações principais do evento é o espaço “SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes”, resultado de uma parceria do evento com as empresas Romi, Stäubli e Escola LF, com apoio das marcas Previsão e Berg Steel, fornecendo recursos para a atração.
Nesse espaço, o visitante vai conhecer o SMED, metodologia 100% automatizada e com o mínimo de interação humana. Este tem como objetivo a redução do tempo de setup para menos de 10 minutos.
Leia mais:
Assim, serão realizadas demonstrações por meio da troca de moldes de uma máquina injetora – um dos processos que mais demandam a parada de máquina dos transformadores de plástico.
Sobretudo, durante a Plástico Brasil 2023, estão previstas 30 sessões de demonstração de troca rápida de moldes. Estas, por sua vez, serão apresentadas com comentários técnicos de alto nível sobre as etapas e a importância deste processo.
Nesse sentido, a participação da Escola LF viabiliza, pela primeira vez, uma capacitação para os visitantes do evento.
Além disso, o ‘Workshop Técnicas de troca rápida de moldes e conceitos SMED’, com duração de 40 minutos, ainda oferece certificado.
Para participar, gratuitamente, os visitantes interessados poderão credenciar-se para esta atividade junto com a inscrição da feira Plástico Brasil.
As vagas são limitadas, mas caso não consigam reservar a sessão previamente, poderão acompanhar a introdução técnica da demonstração e aguardar no local, caso haja desistências para o Workshop.
As demais atrações do evento
Lançado na edição de 2019, o Parque de Ideias estará presente também na Plástico Brasil 2023.
Trata-se de um espaço para a disseminação do conhecimento, em que as maiores instituições de ensino do Brasil, como Instituto Mauá de Tecnologia, Faculdade São Bernardo.
Bem como, a Universidade Anhembi Morumbi e o Instituto SENAI de Inovação, entre outras, apresentarão projetos de inovação de diversas áreas relacionadas à transformação de plásticos.
Tais como o desenvolvimento da engenharia nos processos de transformação, a reciclagem e biodegradabilidade dos plásticos, processos voltados à economia circular. Assim como, inovações no segmento de embalagens plásticas, inteligência artificial aplicada ao setor, materiais específicos para a indústria automotiva, entre outros.
Segundo a show director do evento, Liliane Bortoluci, o objetivo é, cada vez mais, unir o conhecimento teórico da academia à vivência prática da indústria. “O que garante que o mercado receberá profissionais preparados e atualizados com as tecnologias disponíveis para a aplicação mais eficiente em sua área”, afirmou.
Sobretudo, as apresentações do Parque de Ideias serão gratuitas e abertas aos visitantes e expositores da Plástico Brasil 2023.
ABINFER Business Center:
Dada a importância estratégica que os moldes, matrizes e ferramentas ocupam no processo industrial do plástico, nesta 3ª edição da Plástico Brasil, além da exposição de 24 fabricantes com as respectivas soluções e produtos, o espaço exclusivo da ABINFER – Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais promoverá a participação de ferramentarias, fabricantes de moldes e fornecedores da cadeia em palestras e workshops.
Escola Móvel SENAI de Nanotecnologia:
Ainda mais, demonstrações e experiências práticas de nanociência e nanotecnologia serão realizadas por meio de uma atração totalmente interativa com equipamentos científicos de ponta e materiais informativos.
Isso porque, na estrutura da Escola Móvel de Nanotecnologia presente na Plástico Brasil 2023, terá equipamentos de alta tecnologia.
Como, por exemplo, microscópio eletrônico de varredura, sistema de fabricação de dispositivos para nanolitografia, microscópio de força atômica e analisador de partículas. Voltada ao público ligado à inovação, pesquisa, materiais e tecnologia.
3ª Plástico Brasil - Feira Internacional do Plástico
Data: de 27 a 31 de março de 2023 - Horário: das 10 às 19 horas.
Local: São Paulo Expo - Exhibition & Convention Center, São Paulo/SP
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:9
No primeiro mês do ano, os preços da indústria subiram 0,29% em relação a dezembro de 2022. Dessa forma, 14 das 24 atividades investigadas mostraram variações positivas de preço ante o mês anterior. Os dados são do IPP (Índice de Preços ao Produtor), divulgado pelo IBGE.
A princípio, as quatro maiores variações foram observadas em indústrias extrativas (9,62%); bebidas (5,30%); papel e celulose (-3,37%) e calçados e produtos de couro (-2,25%).
Em dezembro do ano passado, o IPP teve variação negativa de 1,26%, com 11 atividades apresentando os maiores preços médios em relação a novembro. Já em janeiro de 2022, o índice evoluiu 1,20%.
Leia mais:
Sobretudo, o Índice de Preços ao Produtor das Indústrias Extrativas e de Transformação do IBGE mede os preços de produtos na porta de fábrica.
Isto é, sem impostos e fretes, e engloba as grandes categorias econômicas como bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis, semiduráveis e não duráveis).
De acordo com o IBGE, a variação de preços de 0,29% em janeiro, em relação a dezembro de 2022, refletiu em retração de 0,07% em bens de capital.
Isso enquanto bens intermediários tiveram elevação de 0,35% e bens de consumo de 0,28%, com alta de 0,55% em bens de consumo duráveis e de 0,23% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis.
Nesse sentido, o IPP mostra também que a principal influência entre as grandes categorias econômicas foi exercida por bens intermediários, cujo peso na composição do índice geral atingiu 57,42%.
Assim, respondeu por 0,20 ponto porcentual da variação de 0,29% nas indústrias extrativas e de transformação.
Setor de alimentos e a variação de preços
Os preços do setor de alimentos variaram, em média, 0,48% em janeiro de 2023, em comparação a dezembro de 2022, com expansão no relativo à passagem de novembro para dezembro (0,28%).
Com isso, o acumulado em 12 meses, que fechou 2022 em 5,03%, subiu para 5,74% em janeiro deste ano.
Dessa forma, em relação a dezembro de 2022, três grupos apresentaram variações acima de 0,48%: laticínios (5,86%), moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais (1,39%) e fabricação e refino de açúcar (3,22%).
No sentido inverso, o destaque foram os preços de abate e fabricação de produtos de carne, com queda de 2,90%.
Já que na comparação de janeiro de 2023 ante janeiro de 2022, o IPP revela que tiveram preços acima do resultado do setor (5,74%) os setores de laticínios (24,80%) e moagem.
Além disso, o índice aponta que a variação dos preços de abate e fabricação de produtos de carne teve variação negativa em 12 meses de 2,91%.
O setor de bebidas, por sua vez, teve aumento de preços em janeiro de 2023 de 5,30%, em relação ao mês anterior. Na comparação com janeiro de 2022, houve elevação de 16,54% dos preços.
Os preços da indústria química
A princípio, no setor de refino de petróleo e biocombustíveis, os preços variaram, em média, em queda de 1,50% na passagem de dezembro de 2022 para janeiro de 2023.
Assim, permanecendo com resultado negativo, embora com menor intensidade do que em dezembro (5,48%). A variação em 12 meses ficou em 6,99%.
Em janeiro, os preços da indústria química recuaram pelo sétimo mês consecutivo na comparação com o mês imediatamente anterior, destacou o índice divulgado pelo IBGE.
O setor apresentou variação negativa de 1,18%, acumulando queda de 19,51% nos preços desde julho do último ano. Em 12 meses, a variação acumulada do setor totalizou taxa negativa de 13,04%.
Na comparação entre janeiro de 2023 e dezembro de 2022, a variação de preços da atividade metalúrgica foi de 0,11%.
Com isso, esse foi o primeiro resultado positivo após sete meses consecutivos de queda, salientaram os pesquisadores do Instituto.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:8
A taxa básica de juros provocou um revés de 6,4% na receita líquida do setor de máquinas e equipamentos no mês de janeiro, em relação ao mesmo período do ano anterior. Com isso, se confirma o cenário previsto, onde a tributação é o gargalo que dificulta o acesso ao crédito para investimentos produtivos.
Embora exista entusiasmo com relação às medidas previstas pelo governo federal, que darão início a um processo de reindustrialização no país, o desempenho de 2023 vai depender, no curto prazo, do desempenho da economia nacional.
Além do crédito disponível, em volume e custo adequado para capital de giro, exportação e investimento em ativo fixo.
Leia mais:
Nesse sentido, Cristina Zanella, diretora-executiva de economia e estatística da ABIMAQ, afirma que: “A reforma tributária, umas das agendas pró industrialização, ainda que não traga imediatamente ganhos de competitividade, se aprovada ainda este ano tende a trazer otimismo com relação à desburocratização e redução dos custos de produção incorrendo, possivelmente, em atração de investimentos".
A piora observada nas atividades da indústria nos últimos meses levou a uma contração nos investimentos em máquinas e equipamentos. Bem como, o consumo aparente, resultado da soma das máquinas importadas com as produzidas localmente e direcionadas ao mercado interno, registrou queda de 10,1%.
Assim, indicando a tendência no aumento de participação no mercado local observado a partir do segundo semestre de 2022.
Importações e exportações
Em janeiro, as exportações de máquinas e equipamentos apresentaram boa performance nas vendas, um aumento de 22% quando analisado o mesmo mês de 2022.
Dessa forma, no primeiro mês do ano, o setor exportou novamente uma quantia superior a US$ 1 bilhão em máquinas e equipamentos.
Zanella explica que: “Este resultado reforça o bom momento atravessado pela parte exportadora do setor de máquinas e equipamentos, que apresentou um aumento em todos os tipos de máquinas no comparativo interanual”.
Já as importações de máquinas e equipamentos, iniciaram o ano de 2023 em queda em relação ao mês anterior, mas em alta na comparação interanual, atingindo US$ 2,1 bilhões, valor 15,5% superior a janeiro de 2022.
A diretora-executiva da ABIMAQ ainda observa que: “O patamar das importações voltou ao nível observado em período anterior à crise financeira iniciada em 2015”.
Demais números deste setor
Em média, o setor fabricante de máquinas e equipamentos atuou em janeiro de 2023, com 75,5% da sua capacidade instalada.
A princípio, a carteira de pedidos, medida em número de semanas para atendimento, registrou queda de 2,4% em relação a dezembro de 2022.
Atualmente, o setor possui uma carteira equivalente a 11,2 semanas de atividade, 11,5% inferior à janeiro do ano passado.
A indústria brasileira de máquinas e equipamentos registrou alta no quadro de contratações de 0,7% em relação ao mês de dezembro, pouco mais de 390 mil pessoas empregadas.
No ano (janeiro de 2022 - janeiro de 2023) o setor apresentou criação de quase 5 mil postos de trabalho.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.