Caminhando para um processo de recuperação pós pandêmico, a MacroPlast lançou novas linhas de aditivos e resinas no mercado. A empresa pioneira no setor de compostos e masterbatches no Brasil, iniciou 2023 com inovação e diferencial para a indústria.
Nesse sentido, a empresa tem consciência de que sua linha de produtos é fundamental para a diferenciação e que deve atender às normas e legislação ambiental, além de garantir a segurança das pessoas e oferecer qualidade com competitividade ao produto final.
Por isso, na entrega de soluções sustentáveis estão incluídas desde a indicação da melhor aplicação, bem como, o processo de desenvolvimento do produto, pautado no conceito cradle to cradle.
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Assim, as matérias-primas utilizadas são de altíssima performance, de fontes confiáveis, isentas de metais pesados e selecionadas para atender o melhor design ao cliente.
A marca traz novidades
Conheça as linhas de produtos e diferenciais da MacroPlast:
MacroColor – Linha de resinas termoplásticas, pigmentadas nas mais variadas cores e efeitos, que acompanham as tendências de mercado – Diferencial: O ABS BLACK PIANO é um material de alta tecnologia, pois a ideia é proporcionar um ótimo processamento com boas propriedades mecânicas e térmicas, além de uma excelente aparência superficial e com um alto brilho específico.
MacroFilled – Compostos de cargas minerais, reforçados e aditivados que atendem vários segmentos. – Diferencial: Altos teores de cargas mistas em diversos polímeros.
MacroMaster – Linha de concentrado de pigmentos e/ou aditivos formuladas em bases termoplásticas. – Diferencial: Masterbatches veiculados em PMMA acrílico e PC para aplicações técnicas.
MacroBlend – Blendas de resinas termoplásticas de engenharia, que visa atender as mais diversas aplicações. Diferencial: Blendas especiais ABS/PC.
MacroGreen – Solução Macroplast para contribuir com a economia circular.
MacroServ – Beneficiamento para as resinas PP – PE – ABS – EVA – SAN – PS – PMMA – PA66 – PC e outros.
Macromid – Compostos de resinas desenvolvidas com base nas poliamidas 6 e 66.
Responsabilidade e sustentabilidade na MacroPlast
A MacroPlast possui uma equipe técnica e comercial que trabalha focada em resultados. Dessa forma, o pilar Meio Ambiente é reforçado com campanhas permanentes de uso e redução de desperdício de recursos, incluindo a água, energia elétrica e materiais diversos.
Assim, na fábrica, a utilização de matérias-primas de altíssima qualidade, boa procedência e com o menor impacto é uma premissa que contribui na qualidade de vida, segurança dos colaboradores e produtividade.
O fornecimento local também é priorizado, bem como, as sólidas parcerias baseadas em garantia de fornecimento e condições especiais.
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Um relatório da Abimaq mostrou que parte dos empregos perdidos ao longo de 2022 foram recuperados no setor de máquinas e equipamentos no início de 2023.
Isso porque, durante esse período, quase 10 mil postos de trabalho foram eliminados. Assim, reduzindo o número de empregados de 400 mil para 390 mil, no setor.
No primeiro trimestre deste ano, alguns empregos foram restabelecidos, o que elevou o total de pessoas empregadas na indústria de máquinas e equipamentos para 395 mil. No entanto, o setor ainda apresenta um déficit de 5 mil funcionários em comparação com os níveis de setembro de 2022.
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O setor já havia conseguido aumentar seu quadro de funcionários em pouco mais de 4 mil pessoas. Assim, no mês de fevereiro, houve um crescimento de 0,5% na comparação mensal, resultando em um total de 394 mil pessoas empregadas.
Essa foi a segunda recuperação consecutiva nas contratações, após a queda observada no último trimestre de 2022.
Nesse sentido, as indústrias fornecedoras de máquinas para os setores de bens duráveis e semiduráveis, construção civil e infraestrutura contribuíram para o aumento desse índice.
A capacidade instalada dessa indústria
Os dados da capacidade instalada no setor de máquinas e equipamentos também estão presentes no relatório. Nos últimos dois meses, a fabricação dessa indústria conseguiu se recuperar, com taxas de ocupação chegando a 78% da capacidade instalada.
José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de máquinas e equipamentos Trans Obra, afirmou que os números positivos de emprego no ramo da indústria de máquinas e equipamentos refletem a expectativa e o planejamento das empresas no setor.
Assim como, a alteração da capacidade instalada apontando também para um crescimento muito importante para o setor. Isso porque, pode significar que as empresas estão dispostas a fazer mais investimentos. Preparando, dessa forma, a indústria para um crescimento de médio a longo prazo.
Valente avalia: “Empresas que vendem ou alugam grandes máquinas e importantes equipamentos, que oferecem serviços como aluguel de máquina de alisar concreto, compressores de ar, ferramentas ou pequenas máquinas para o setor da indústria devem avaliar os resultados da indústria e combinar esses dados atuais com o planejamento prévio”.
Ele aconselha ainda, a necessidade de verificar onde alocar mão de obra qualificada para o setor com o objetivo de oferecer produtos e serviços com qualidade. “Não esquecendo que a prática da realização de treinamentos e investimento em cursos para os profissionais também possui muito valor. Isto é, tanto para o empregado como para o empregador”, finaliza.
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Com o objetivo de substituir o plástico virgem como matéria-prima na fabricação de embalagens, a B4Logic, uma spin-off da Universidade do Minho, em Portugal, criou uma solução biodegradável à base de amido.
João Bessa, um dos investigadores e acionista da nova empresa, destacou que o biomaterial pode ser utilizado em embalagens de diversos setores, como indústria alimentar, agrícola, cosmética ou automóvel.
Segundo ele, os copos, pratos e talheres dos festivais de verão podem agora ser totalmente biodegradáveis, garantindo uma maior sustentabilidade dos eventos.
É que, por exemplo, a reciclagem dos copos em cartão esbarra com a película de plástico que os envolve. “No caso da solução da B4Logic, a embalagem é naturalmente decomposta por ação de micro-organismos, como fungos, bactérias e algas. Em condições de compostagem controlada demora cerca de um ano a ser integrada na natureza”.
Além disso, Bessa adianta ainda que essa solução biodegradável pode também se utilizar na produção de componentes de automóvel, de invólucros de cosméticos e envolver alimentos. Assim, para garantir a segurança alimentar, já se realizou testes toxicológicos.
O projeto atraiu atenção de estrangeiros
A MSTN adquiriu 50% do capital da empresa em 2021 em resposta a essa inovação e tornou-se o parceiro industrial e financeiro da spin-off.
Os outros 50% estão distribuídos em partes iguais pelos quatro ideólogos do projeto: João Bessa, Raul Fangueiro, Fernando Cunha e Carlos Mota. E também chamou a atenção dos mercados externos.
Já este ano, a B4Logic marcou presença na feira PLMA - World of Private Label, em Amesterdão, tendo o stand atraído um grande número de visitas, que se concretizaram em contactos com clientes da Alemanha, Turquia, França, Brasil, Reino Unido e Itália.
A princípio, a solução biodegradável da B4Logic permite ainda criar embalagens customizadas, integrando resíduos industriais do cliente.
Por exemplo, os produtores de café podem ter uma embalagem fabricada com o biomaterial da spin-off de Vagos com incorporação do subproduto da sua indústria.
Para Bessa, isso garante uma economia mais circular e, ao mesmo tempo, a marca (de café ou outra) pode contar uma história à volta da embalagem e do seu produto.
Além disso, o conhecimento gerado na academia garante ainda a incorporação de resíduos orgânicos, como madeira, fibras naturais e cortiça, e inorgânicos, de que são exemplo a ardósia, o calcário e o mármore.
Os próximos passos da empresa
Sobretudo, o projeto empresarial vive uma "evolução bastante significativa", afirma o investigador. De acordo com Bessa, o foco atual é na projeção da empresa e lançamento do produto no mercado.
Nesse sentido, a capacidade de fabricação se aumenta de acordo com a solicitação dos clientes. Sendo que a MPlastic, integrante do grupo MSTN, pode dar resposta, assim como unidades de terceiros.
Bessa finaliza: "Está prevista a aquisição de mais capacidade tecnológica, mas também temos parceiros que nos podemos socorrer para fornecer a uma maior escala".
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Plástico aditivado
Pensando em garantir a proteção e qualidade das bananas, a BASF, desenvolveu um filme plástico que é colocado logo no início da formação da flor da banana e deve permanecer até a colheita da fruta.
Segundo Daniella La Torre, Especialista técnica de aditivos para plásticos da BASF, esse material surge como uma solução inovadora e sustentável para o controle do Tripes, inseto que deixa marcas e erupções na casca da banana, reduzindo sua qualidade visual.
Assim, “o filme plástico protege a qualidade visual da fruta e, por consequência, gera maior lucratividade ao produtor". O grande diferencial desta solução é combater a praga com maior praticidade”, afirma.
A solução, desenvolvida pela BASF em parceria com a Braskem e a Unesp (Universidade Estadual Paulista), tem ação repelente graças a um aditivo anti UV que tem o mesmo comprimento de onda da visão do inseto.
Com isso, faz com que, ao entrar no ambiente de sacola, ele não consiga enxergar e se retire sem causar danos à fruta.
Sobretudo, o material é 100% reciclável e pode ser reutilizado por duas safras, garantindo a mesma eficiência de controle do inseto. Também é de fácil e rápida instalação, o que reduz custos com a aplicação.
Plástico biocompostável
Promovido pela APIP (Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos), o projeto mobilizador Better Plastics, promete impulsionar a economia circular no setor do plástico em Portugal.
A princípio, o Better Plastics, nos últimos 3 anos, desenvolveu mais de 19 materiais, 20 produtos e tecnologias inovadoras e sustentáveis que poderão se colocar no mercado.
Entre outros produtos, foram criados sacos biocompostáveis para embalar frutas e legumes que ganham nova vida ao serem reutilizados para acondicionar biorresíduos, garrafas reutilizáveis com 50% de material reciclado.
Bem como, embalagens para a indústria médico-farmacêutica e componentes para o setor rodoviário e automóvel, com incorporação de materiais reciclados e recicláveis no seu fim de vida.
O Coordenador Científico do Projeto, Bruno Pereira da Silva, pontua que: “Gostaria de realçar o papel da indústria que sempre encarou o 'estigma' associado ao plástico por parte da sociedade. Não como um problema mas sim como uma oportunidade de melhorar processos, e de desenvolver novos produtos mais sustentáveis, reutilizáveis e recicláveis”.
Assim, ele acredita estar contribuindo desde logo para que se no fim de vida os plásticos forem reencaminhados pela sociedade para os locais corretos. “Estes deixam de ser um resíduo e passam a ser uma matéria prima para a produção de novos produtos, numa clara abordagem à economia circular e à simbiose industrial”.
Produtos com reciclado
A Acer quer fazer a diferença e gerar impacto positivo no meio ambiente. Para isso, a empresa soma uma série de estratégias nesse sentido e uma das metas em torno do assunto está em alcançar até 30% de conteúdo de plástico reciclado pós-consumo (PCR) em seus principais produtos até 2025.
Além disso, a empresa também enviou 15 milhões de unidades utilizando filme plástico PCR, contribuindo para a redução do uso de plástico virgem.
A Acer revela estar comprometida em utilizar embalagens mais sustentáveis. Assim, a empresa está reduzindo sua dependência de materiais virgens e promovendo o uso de materiais reciclados. Isto é, fazendo até 85% de sua embalagem interna de notebook com polpa de papel reciclado.
Alexandre Gerardo, diretor-geral da Acer para o Brasil, destaca: “Acreditamos no poder das pequenas ações. Com elas se faz a diferença e somar nosso potencial em cada uma delas. Por meio de ações e práticas sustentáveis, temos como objetivo gerar um impacto ambiental positivo significativo”.
Isto é, com o intuito de ampliar ainda mais essas ações “buscamos contribuir para a construção de um futuro mais sustentável e melhor para todos”.
Isso inclui a promoção de práticas sustentáveis na cadeia de suprimentos. Bem como, o desenvolvimento de produtos com eficiência energética e materiais sustentáveis, além da implementação de programas de reciclagem.
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Com uma proposta sustentável, as empresas químicas japonesas, Asahi Kasei e Sumitomo Chemical, buscam produzir em massa matérias-primas plásticas a partir de bioetanol derivado de açúcar vegetal.
Até 2027, aproximadamente 20.000 toneladas por ano serão produzidas pela Asahi Kasei, com sede em Tóquio.
A princípio, o etanol pode reagir em um ambiente de alta temperatura com um catalisador para produzir as matérias-primas plásticas de etileno, propileno e tolueno em um único processo.
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Com isso, a Asahi Kasei fez avanços no desenvolvimento de catalisadores e processos de produção para reações eficientes de etanol.
Segundo o presidente da Asahi Kasei, Koshiro Kudo, o bioetanol é o candidato mais abundante e barato para matéria-prima de biomassa. Ele é produzido pela fermentação de açúcares vegetais, com 100 bilhões de litros produzidos anualmente em todo o mundo.
Insumo brasileiro para produção de biomassa
Atualmente, a maior parte do bioetanol no mercado se deriva do milho nos Estados Unidos, onde os métodos de produção podem ser intensivos em carbono.
Para reduzir as emissões de dióxido de carbono, a Asahi Kasei está considerando o uso de bioetanol feito de cana-de-açúcar produzida no Brasil, país onde matérias-primas derivadas de plantas se usam como combustível durante a produção de bioetanol.
Assim, a empresa espera poder converter algumas de suas instalações fabris que produzem eteno a partir da nafta - uma substância inflamável derivada do petróleo bruto - em plantas de processamento de bioetanol.
Sobretudo, a empresa possui um total de 12 instalações no Japão que produzem eteno e outros produtos, incluindo uma operada em conjunto com a Mitsubishi Chemical.
Comercialização da tecnologia de bioetanol
Em preparação para a produção em massa em 2027, a Asahi Kasei está considerando oferecer sua tecnologia de bioetanol a outras empresas.
Sua meta inicial de produção de etileno de 10 mil a 20 mil toneladas representando menos de 1% do etileno produzido nacionalmente, a empresa considera a expansão da produção no futuro.
Enquanto isso, a Sumitomo Chemical espera estabelecer uma instalação de teste. Nesse sentido, a expectativa é de que se possa usar o bioetanol como matéria-prima para produzir químicos básicos. Assim, com comercialização prevista para o ano fiscal de 2025.
Sobretudo, os plásticos de biomassa representam menos de 1% da produção total de plástico, mas a demanda global deve crescer rapidamente.
Segundo a European Bioplastics Association, a capacidade de produção foi de 2,21 milhões de toneladas em 2022. Isto é, um aumento de 24% em relação ao ano anterior. O número deve quase triplicar para 6,29 milhões de toneladas em 2027.
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A reforma tributária segue em discussão como uma das prioridades exigidas pela indústria ao governo brasileiro. No cenário atual, a CNI avalia como o mais propício para aprovação da medida, que deve entrar em votação no início de julho.
O presidente da Confederação, Robson Braga de Andrade, afirmou no Seminário Reforma Tributária, que: "Não estamos olhando setores específicos e não estamos lutando para pagar menos impostos. Estamos lutando por uma simplificação tributária e pelo desenvolvimento do Brasil".
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A princípio, esse evento foi realizado na sede da CNI em Brasília e reuniu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. Além de parlamentares e empresários.
Para Braga, a reforma tributária é uma condição para que o país volte a crescer e a gerar empregos. “Queremos que o povo brasileiro pague menos imposto ou que pague um imposto justo. Temos que ter um sistema tributário simples e eficiente. Quem vai sair beneficiado com isso é a população brasileira”.
Medida para gerenciar a regra fiscal
Como parte de suas críticas ao atual sistema tributário do país, o ministro Haddad disse que o país não deve ter medo de avançar com a votação da reforma. Se a reforma tributária for aprovada, o novo quadro fiscal será bem-sucedido.
Ele alertou que: “Sem a reforma tributária fica muito mais difícil gerenciar a regra fiscal. Hoje, 40% do custo do sistema judiciário é litígio tributário, por exemplo. Nem o fisco nem o contribuinte aguentam mais. A reforma tributária é um pressuposto para o equilíbrio fiscal”.
Além disso, Haddad acrescentou que a criação de um fundo de desenvolvimento regional não será empecilho para o avanço da reforma.
Isso porque, segundo ele, está se negociado o tema e será colocado no momento certo. “Se nós tivermos que criar um fundo de desenvolvimento regional para garantir a reforma, ele, evidentemente, se paga, porque há tantas inconsistências no nosso sistema, que haverá um crescimento econômico mínimo para a economia brasileira.”
Sobre a votação da reforma
Lira fez um discurso de consenso sobre a celeridade e a importância da votação da reforma tributária no Plenário da Câmara na primeira semana de julho.
Na ocasião, ele disse trabalhar por uma reforma tributária possível, pois não há, segundo Lira, como contemplar demandas de cada categoria, embora seja necessário dar atenção a algumas especificidades de setores como saúde e educação, por exemplo.
Assim, o presidente da Câmara disse que: “Vamos precisar de uma conjunção de esforços muito grande. Nesse momento, não podemos por um detalhe ou outro, por uma percepção de uma vontade pessoal de um setor em detrimento de outro, abrir mão de uma discussão clara de um sistema que venha a dar ao Brasil uma condição de ter um crescimento mais adequado”.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que a matéria está acertada para votação. “De tão madura, está na hora de (a reforma tributária) se apanhar no pé”, destacou.
Ele complementa dizendo: “Chegou mesmo o momento. Não há contra-argumentos para dizer que não é hora de votar. Acredito muito na sua aprovação porque acredito no bom senso e no compromisso público dos parlamentares em torno de um tema que é sensível para a vida nacional. E houve já um entendimento”.
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Uma possível aquisição da Braskem pela Petrobras, segunda maior acionista do país, colocou os transformadores de plástico em alerta. Isso porque, a estatal tem direito de preferência sobre as ações da companhia.
Nesse sentido, o novo comando da estatal já havia indicado que poderia tanto vender quanto ampliar participação na companhia controlada pela Novonor.
O presidente da empresa, Jean Paul Prates, admitiu que a Petrobras está “trabalhando internamente” na possibilidade de exercer o direito de preferência sobre a fatia da antiga Odebrecht.
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Com isso, o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, destacou: “Vemos com muita preocupação [uma potencial estatização da Braskem]. Esse é um mercado já super concentrado e protegido e os movimentos que estão sendo indicados concentram ainda mais uma indústria que atende a mais de 12 mil transformadores plásticos no país”.
A princípio, dois grupos apresentaram propostas formais não-vinculantes pela Braskem. Sendo um consórcio formado pela gestora Apollo e pela Empresa Nacional de Petróleo de Abu Dhabi (Adnoc).
Estes querem ficar com 100% da petroquímica, e a Unipar, cuja oferta está condicionada ao não exercício do direito de preferência pela Petrobras.
Sobre propostas formais na mesa
A J&F Investimentos ainda tem interesse em comprar participação na Novonor. A holding Batista, dona da JBS, propôs há alguns meses comprar a dívida da ex-Odebrecht dos cinco bancos credores, mas as instituições financeiras não concordaram com a taxa de desconto. Segundo duas fontes, a J&F ainda não colocou uma nova proposta, formal, na mesa.
A Apollo e a Adnoc ofertaram inicialmente cerca de R$ 47 por ação, dos quais R$ 20 foram pagos à vista, R$ 20 foram pagos em títulos perpétuos com taxa de juros de 4% e R$ 7,14 (a valores de hoje) foram pagos em bônus de subscrição.
Na prática e a valor presente, segundo fontes de mercado, essa estrutura iria embutir o preço por ação em torno de R$ 34 por papel.
Por sua vez, a proposta formal da Unipar é de R$ 36,50 por ação para uma participação de 34,4% na Braskem. A Odebrecht manteria uma participação minoritária de 4%.
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A Pesquisa de Condições Especiais de Acesso ao Crédito da CNI aponta que 71% das empresas com dificuldade de acesso ao crédito de curto ou médio prazo citam os juros como principal barreira. O relatório ainda indica que 25% criticam a exigência de garantias reais e 16% apontam falta de linhas de crédito adequadas.
A princípio, a pesquisa ouviu 2.022 empresários sobre as condições de crédito em um período de seis meses, entre setembro de 2022 e fevereiro de 2023.
Além disso, o número de empresas que não contratam ou renovam os seus financiamentos de curto ou médio prazo ficou na faixa de 47%. Outros 6% não conseguiram contratar ou renovar suas linhas de crédito, enquanto apenas 28% o fizeram.
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Já no caso do crédito de longo prazo, 58% não procuraram contratar nem renovar e apenas 14% conseguiram contratar ou renovar.
Fábio Guerra, gerente de Política Econômica da CNI, afirma que o crédito está mais caro e restrito, tanto para as empresas como para os consumidores, principalmente com os bancos mais cautelosos nas concessões.
Entre as empresas que afirmaram ter tentado contratar ou renovar o crédito, 19% não conseguiram, no caso do crédito de curto ou médio prazo. E no caso do empréstimo de longo prazo, o percentual de frustração foi de 37%.
Guerra destaca: “Observamos um cenário mais seletivo e exigente para quem busca recursos financeiros. Isso também explica o fato de cerca de metade das empresas não terem tentado renovar ou buscar novos empréstimos e uma parcela significativa ter renovado em condições piores ou muito piores. Também deve-se destacar que uma parte relevante das empresas que tentou renovar ou contratar crediário não conseguiu”.
Empresas buscam alimentar capital de giro
Também 60% das empresas utilizaram operações de crédito de curto e médio prazo para pagar despesas de fornecedores e funcionários e comprar matérias-primas entre setembro de 2022 e fevereiro de 2023.
Dessa forma, depois do capital de giro, 21% das empresas apontaram que precisavam do recurso para investir, seja em máquinas e equipamentos, instalações ou pesquisa e desenvolvimento.
Quanto ao empréstimo de longo prazo, 43% das empresas industriais apontaram que os recursos se destinavam a investimentos. Sendo que 28% apontaram investimentos em máquinas e equipamentos, 13% em instalações e 2% em pesquisa e desenvolvimento.
Para 28% das empresas industriais o capital de giro tem como finalidade os recursos.
As condições na renovação de crédito
Em termos de taxa de juros, número de parcelas, carência e exigência de garantias, 36% das empresas que renovaram crédito de curto ou médio prazo o fizeram em condições piores ou muito piores, enquanto 43% o fizeram em condições semelhantes.
Além disso, 15% das empresas apontaram ter conseguido condições melhores ou muito melhores.
Nesse sentido, a situação é ligeiramente melhor no caso da renovação de linhas de crediário de longo prazo.
Isso porque, 41% das empresas afirmaram ter renovado suas linhas de crédito em condições semelhantes, nessa modalidade.
Enquanto, 29% em condições piores ou muito piores e 17% em condições melhores ou muito melhores.
Na Sondagem Especial de Crédito de 2019 o percentual de empresas que renovou crediário em condições piores foi bem menor: 12%, para o crédito de curto prazo, e 9%, para o crédito de longo prazo.
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Por meio do sistema de logística reversa, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece metas progressivas de valorização das embalagens pós-consumo. A meta para este ano é de 22%. Em 2024, os setores deverão comprovar o retorno de 30% do total colocado no mercado, com aumento gradativo até atingir 45% em 2040.
Nesse sentido, Luciana Pellegrino, diretora executiva da Abre (Associação Brasileira de Embalagem), diz que: “No Brasil já se estruturou uma cadeia econômica pelo valor dos materiais, mas agora precisamos avançar na logística reversa”.
Assim, a Abre lançou o programa Lupinha, que agrega informações sobre o descarte correto ao rótulo por meio de códigos QR.
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A Rede Mundo Verde foi a primeira a aderir, com sete produtos que entraram no mercado em julho. O custo de adesão é de R$ 100 por produto. “O consumidor é o primeiro elo para aumentar a logística reversa”, diz Isabella Salibe, gerente de projetos da entidade.
A princípio, a Central de Custódia da Logística Reversa de Embalagens, instituída em 2021 para validar o sistema de Certificados de Crédito de Reciclagem (Recicla+).
Dessa forma, irá garantir a efetiva recuperação das embalagens pós-consumo, já validou 1,15 milhão de toneladas de embalagens.
A organização estima que esteja na metade da meta para o ano, ou seja, com cerca de 11% dos resíduos seguindo para a reciclagem, equivalentes a cerca de 1,5 milhão de toneladas de embalagens.
Fernando Bernardes, diretor de operações na Central de Custódia, afirma: “Ainda vai demorar para termos números mais robustos, mas estamos no caminho certo”.
Para onde vão os resíduos recolhidos?
Com reciclagem de 100% das 390 mil toneladas de latinhas produzidas no país em 2022, a experiência com as latas de alumínio é uma lição a ser seguida.
Isso porque, para avançar na logística reversa a venda do material precisa valer a pena para o catador. Hoje, 1 kg de latinhas rende em torno de R$ 6. Outros materiais são mais baratos.
Assim, a Green Mining usa a tecnologia blockchain para rastrear a quantidade de resíduos coletados e as emissões evitadas. Fundada em 2018, a startup informa já ter coletado e enviado para a reciclagem 5.900 toneladas de embalagens pós-consumo, evitando a emissão de 998 mil kg de gases de efeito estufa (CO2) equivalente.
Entre os maiores volumes estão 4.100 toneladas de vidro (equivalentes a 20,7 milhões de garrafas long neck), mil toneladas de plástico (22,2 milhões de garrafas PET de dois litros) e 840 toneladas de papel.
Segundo Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining, o objetivo da empresa é democratizar o acesso ao valor real do material. “principalmente para quem depende da venda dos recicláveis para o sustento, como catadores e carroceiros”.
Ao encaminhar os materiais para usinas de reciclagem, a empresa consegue pagar mais pelo resíduo, por evitar os intermediários. Assim, o quilo de vidro, comumente vendido por menos de R$ 0,10, na Estação Preço de Fábrica vale entre R$ 0,28 e R$ 0,62, conforme a cor.
Reciclagem do plástico
O plástico aparece em segundo no ranking de reciclagem, com 145 mil toneladas. Em primeiro lugar está o papelão, de acordo o Atlas Brasileiro da Reciclagem, da Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis.
Sobretudo, a entidade reúne 19 mil catadores de 512 cooperativas e associações, informa ter gerado renda de R$ 346 milhões com a venda de materiais recuperados, entre 2017 e 2020.
Outro material que ganha escala na logística reversa é o aço, que por meio do programa Prolata Reciclagem, iniciativa da Associação Brasileira de Embalagem de Aço, encaminhou à reciclagem volume 141% superior ao de 2022.
Em cinco anos, foram 31 mil toneladas de embalagens de aço pós-consumo, deixando de emitir 118 mil toneladas de CO2 na fabricação do novo produto.
O Prolata atesta que 47% do total das latas de aço consumidas no Brasil são recicladas. O material é proveniente da parceria com 63 cooperativas, nas quais foram investidos mais de R$ 7 milhões, além de 172 pontos de entrega voluntária.
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Horta em reciclado
Uma plantação sustentável construída com garrafas plásticas recicladas foi inaugurada em Porto Velho. De acordo com o Governo de Rondônia, o jardim visa destacar a importância da reciclagem plástica.
A princípio, a horta foi criada durante a Semana do Meio Ambiente, realizada pelo governo, por meio da Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (Soph), e busca reutilizar materiais descartáveis.
Uma equipe de voluntários será responsável pela administração da plantação. O objetivo é promover o interesse pela agricultura urbana e a conscientização ambiental.
Segundo a administração do porto, parte dos alimentos cultivados se destinaram à comunidade local. Essa destinação “contribuirá para o acesso a alimentos frescos e nutritivos por parte daqueles que mais precisam”.
A iniciativa prevê o aproveitamento garrafas plásticas recicladas resultando em impactos positivos para o meio ambiente, além de obter alimentos que crescem em ambientes seguros e controlados.
Circularidade de embalagens
Com o objetivo de reciclar polietileno linear de baixa densidade (LLDPE) e resíduos de polietileno de baixa densidade (LDPE) para embalagens flexíveis, a LMF Nord GmbH planeja construir uma usina de reciclagem mecânica no norte da Alemanha. No início de 2025, o setor deve começar a produzir seus primeiros produtos.
A princípio, as embalagens de plástico secundário, como película elástica ou retrátil, se aplicam principalmente para reter bens de consumo embalados e protegê-las durante o transporte e o armazenamento contra contaminação e danos.
Apesar de seus requisitos de resistência e transparência, esse material continua difícil de reciclar em matérias-primas de alta qualidade que podem atender aos padrões da indústria de embalagens.
Yvonne van der Laan, vice-presidente executiva de soluções Circulares e de Baixo Carbono da LyondellBasell, disse que: "Esta Joint Venture fornecerá materiais reciclados LDPE e LLDPE e complementa nossa gama atual de produtos de CirculenRecover polietileno e polipropileno de alta densidade".
Para ele, isso contribui para os esforços em reciclagem avançada e entrega para a estratégia central integrada. “Em que investimos a montante para fornecer matéria-prima de vários fluxos de resíduos plásticos. Com este conjunto completo e eficiente de soluções, continuamos a ser o parceiro preferido dos nossos clientes".
Sobretudo, a expectativa é que a nova unidade de reciclagem produza 26.000 toneladas por ano de tipos reciclados de LDPE e LLDPE.
Com isso, a LyondellBasell comercializa por meio de sua família de produtos CirculenRecover para uso em várias aplicações, desde películas de estiramento até películas de colagem.
Embalagens sustentáveis
Uma das principais empresas brasileiras de filmes flexíveis, a Packseven, forneceu à Amstel, sétima maior marca de cerveja do mundo, embalagens mais sustentáveis.
Nesse sentido, a proteção plástica que reveste as latas da marca é feita com Shrink PCR, produzido com resinas pós-consumo recicladas.
O CEO da Packseven, Kleber Avila, conta que este é o segundo case de sucesso no mercado cervejeiro com o modelo mais sustentável. “Fizemos a primeira experiência com a Devassa, produzida pelo Grupo Heineken, e agora ampliamos o sucesso com a Amstel. O Shrink utilizado possui personalização com as especificações necessárias de tamanho, espessura, transparência, encolhimento e impressão”.
Dessa forma, o conteúdo reciclado representa 30% do plástico utilizado nas embalagens da marca.
Assim, o modelo utilizado conta com uma resina de alta performance feita de plástico reciclado pós-consumo, desenvolvida pelo Grupo Kapersul Waste Management (KWM).
Contudo, a resina PCR foi escolhida para acelerar a economia circular dos plásticos e colaborar com a atuação de cooperativas de reciclagem.
Sobretudo, o processo de produção a partir disso é capaz de aumentar a vida útil e a reciclabilidade do material contribuindo para a preservação do meio ambiente.
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